Reavivados por Sua Palavra


I TIMÓTEO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2025, 0:40
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I TIMÓTEO 2 – Esta curta carta de Paulo ao jovem pastor Timóteo é de caráter pastoral, a qual estabelece diretrizes para a liderança espiritual e a organização da igreja. Os dois primeiros capítulos possuem diferentes ênfases temáticas, contudo estão interligados pelo propósito de preservar a sã doutrina e a conduta cristã.

No capítulo 1, Paulo instrui Timóteo a combater heresias e a manter a fé genuína. Já o capítulo 2, trata da vida devocional e da ordem da igreja, abordando a importância da oração, da submissão à vontade de Deus e das diretrizes sobre a paz e respeito que se devem ter nos cultos.

• A doutrina verdadeira (capítulo 1) deve refletir-se na prática da igreja, incluindo a adoração e as relações interpessoais (capítulo 2).

• A fé deve ser preservada pela rejeição do erro (capítulo 1) e pela prática correta da adoração e conduta cristã (capítulo 2).

I Timóteo 2 nos revela que a liderança eclesiástica não deve apenas manter a sã doutrina, como também preservar a ordem e a reverência na igreja e nos cultos de adoração.

Com relação à oração, a igreja é convocada a orar por todos, inclusive líderes políticos. Não importa quem seja, independente se é corrupto ou honesto, se gostamos ou não de seu perfil/partido, se é fiel ou incrédulo, o cristão tem o dever de interceder a Deus por eles, “para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda piedade e dignidade”, e visando a salvação deles (I Timóteo 2:1-4).

O princípio de modéstia no vestuário e reverência no culto (I Timóteo 2:9-15) mostra que o estilo de vida do cristão deve acontecer no culto de adoração e fora dele, no dia a dia. “A forma como vivemos nossa vida reflete quem somos como pessoas e como cristãos”, declara Fernando Canale.

• Assim, a verdadeira adoração não se limita ao culto, mas transforma a vida diária, refletindo nossa submissão a Cristo em ações, palavras e atitudes.

Não há como divorciar nosso Senhor/mediador de nosso estilo de vida (I Timóteo 2:5-10), se somos cristãos verdadeiros. “A vida cristã faz parte da salvação. Não há espaço para a ideia de que alguém pode ser salvo enquanto leva um estilo de vida secular”, alega Canale.

Diante destas verdades impactantes, motivemo-nos e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



I TIMÓTEO 1 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
6 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I TIMÓTEO 1 – Primeiro leia a Bíblia

I TIMÓTEO 1 – BLOG MUNDIAL

I TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I TIMÓTEO 1 by Luís Uehara
6 de fevereiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1tm/1

Para viver como seres espirituais, precisamos nascer de novo — nos reconciliar com Deus, para que possamos amadurecer, receber um novo coração e um espírito reto. Precisamos nos tornar a nova criação de Deus!

Mas isso não nos coloca em um pedestal como “melhores do que” aqueles ao nosso redor:

Significa que estamos atentos à nossa necessidade de Deus e recebemos Sua ajuda transformadora.

Também significa um chamado de Deus para compartilhar com os outros a ajuda com a qual fui ajudado — porque, afinal, só posso compartilhar com qualquer outra pessoa o que eu mesmo recebi primeiro.

Esse contexto dá uma nova cor à mensagem de Paulo a Timóteo em sua primeira carta (1:15-16, NVI):

“Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna.”

Virginia Davidson
Artista — projetista e construtora de vitrais, IASD Spokane Valley, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1th/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



I TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
6 de fevereiro de 2025, 0:50
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818 palavras

Esta epístola foi escrita a Timóteo enquanto era pastor da igreja de Éfeso, e é composta principalmente de instruções dirigidas a ele como líder da igreja. Por isso, é classificada como epístola pastoral. … Esta epístola reflete um plano bem desenvolvido de organização e administração da igreja. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 291.

Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso. Timóteo acompanhou Paulo em sua primeira viagem pela Macedônia (At 16:1-12; 20:1-4). Aqui, o apóstolo se refere a uma viagem posterior, depois de sua primeira prisão em Roma (ver vol. 6, p. 89. 90). CBASD, vol. 7, p. 294.

No verso 3, Paulo lembra a Timóteo por qual razão pediu-lhe para ficar em Éfeso. Éfeso era uma importante cidade comercial. A cultura grega e o culto à deusa “Diana” com sua imoralidade formavam a cultura de Éfeso. Alguns crentes judeus insistiam em ensinar as exigências legalistas da lei que haviam aprendido na infância. Talvez alguns destes crentes judeus podiam traçar sua genealogia até Davi ou o sumo sacerdote Josué e afirmavam que isso lhes dava autoridade para ensinar. Disputas, falsas doutrinas e conversa fiada estavam causando dano à igreja. Timóteo devia ensinar a palavra e treinar outros a fazer o mesmo. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/11/i-timoteo-1/ ,(pesquisa em 03/08/2018).

Não ensinem outra doutrina. Ou seja, qualquer ensino contrário à verdade proclamada pelos apóstolos (ver com. de Gl 1:8). CBASD, vol. 7, p. 294.

Fábulas. Talvez Paulo aqui se refira às invenções rabínicas, como as que mais tarde foram incorporadas à Mishnah e outros escritos judaicos (ver vol. 5, p. 83-87). No entanto, ele provavelmente também esteja advertindo contra uma forma incipiente de gnosticismo (ver vol. 5, p. 168, 169; vol. 6, p. 40-45).  CBASD, vol. 7, p. 294.

Genealogias. Uma possível referência à prática judaica de rastrear a linhagem familiar para comprovar que existia descendência do rei Davi ou de alguma família sacerdotal. Muitos dos ensinos e pregações dos judeus se baseavam em rebuscadas alegorias que agradavam a imaginação das pessoas, porém sem nutrir espiritualmente. CBASD, vol. 7, p. 294.

Que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé. …”que geram mera especulação, em lugar de administração das coisas de Deus, que é [alcançada] pela fé”. CBASD, vol. 7, p. 294.

Mestres da lei. Comparar com Lc 5:17. Aparentemente, esses mestres eram judeus. CBASD, vol. 7, p. 295.

Lei. Paulo aqui se refere a preceitos morais, o que se torna evidente nos v. 9 e 10, que sintetizam vários princípios do decálogo (cf. Êx 20:1-17). CBASD, vol. 7, p. 295.

9, 10 O propósito do mandamento é amar com um coração puro. Os comportamentos mencionados nos versos 9 e 10 são condenados pela lei e são também condenados pelo “glorioso evangelho” (v. 11). A mentira, o assassinato, a rebeldia, o tráfico de escravos e outras transgressões da lei são mencionadas pelo apóstolo como exemplos do que o evangelho também rejeita. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/11/i-timoteo-1/ (pesquisa em 03/08/2018).

10 Raptores de homens. Ou, “sequestradores”, “comerciantes de escravos”. A escravidão tem sido uma maldição sobre a humanidade desde a antiguidade. Deus agiu, por meio de Israel, para restabelecer a dignidade individual (ver com. de Êx 21:16; Dt 24:7). Paulo amplia o verdadeiro valor do indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 295.

17 Rei eterno. Ao contrastar sua nova vida em Cristo com sua vida anterior de intolerância e ódio, Paulo prorrompe em uma gloriosa doxologia de gratidão (sobre semelhantes hinos  de gratidão, ver Rm 11:36; 16:27; Gl 1:5; Ef 3:21; Fp 4:20; 1Tm 6:15, 16). CBASD, vol. 7, p. 297, 298.

19 Boa consciência. Qualquer que fosse o problema que Timóteo enfrentasse, sua forma consistiria num esforço sincero para proceder de acordo com os princípios estabelecidos por Paulo e pela Palavra de Deus. Igualmente, os obreiros cristão de hoje também descobrirão que suas convicções mais profundas se apagam e se tornam ineficazes se sua conduta pessoal não confirma a mensagem que pregam. CBASD, vol. 7, p. 298.

Naufragar. Se o capitão de um navio deixar de lado a bússola e passar a confiar em seu próprio julgamento, causará um desastre. Da mesma forma, o cristão naufraga na fé quando se desvia da Palavra de Deus e confia em seu próprio julgamento, ou no de outra pessoa. CBASD, vol. 7, p. 298, 299.

20 Entreguei a Satanás. Como em 1 Coríntios 5:3 a 5, essa expressão se refere à remoção da igreja e era a última medida de disciplina que a comunidade da igreja poderia aplicar a um membro ofensor. Como o transgressor havia rejeitado um ou mais dos fundamentos da fé cristã (1Tm 1:19), por seus próprios atos ele havia se separado do espírito e do corpo da igreja. … A pessoa que renuncia a servir no reino de Deus, automaticamente se coloca a serviço do reino de Satanás. A igreja não faz essa transferência, apenas ratifica a escolha feita pelo pecador (ver com de 1Co 5:5).  CBASD, vol. 7, p. 299.

Blasfemarem. Talvez Paulo se refira aos atos perversos daqueles que fazem uso indevido da lei (ver com. dos v. 3-7). A lei é uma expressão da vontade e do caráter de Deus e, por essa razão, qualquer uso ilegítimo dela desonra a Deus e deturpa Seus propósitos. Tudo que desonra a Deus é uma blasfêmia. CBASD, vol. 7, p. 299.



1Timóteo 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de fevereiro de 2025, 0:45
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Iniciamos as cartas de Paulo dirigidas não mais às igrejas, mas cartas pessoais destinadas a irmãos na fé. Filho de pai gentio e mãe judia, Timóteo foi educado, desde a infância, por sua mãe e por sua avó, nas Sagradas Letras. Dentre os contemporâneos de Paulo, provavelmente ele foi o que mais viajou com o apóstolo, tornando-se uma companhia sobremodo confortante. E sendo ainda jovem, Paulo não poderia deixar de orientá-lo e confirmá-lo na fé, para que tudo o que havia aprendido desde menino continuasse progredindo e dando muito fruto. Timóteo, que aos olhos dos judeus era considerado um bastardo, foi o exímio exemplo de que o “verdadeiro filho na fé” (v.2), não é o herdeiro de um título religioso, mas o eleito pela herança da graça de Cristo Jesus.

A confissão de Paulo demonstra o seu profundo apreço e grande consideração pelo jovem Timóteo e por todos “quantos hão de crer [em Jesus] para a vida eterna” (v.16). Além de grato pelo ministério que lhe foi confiado, Paulo confessou a sua indignidade ao chamado de Deus, pois que “era blasfemo, e perseguidor, e insolente” (v.13). Seu título de doutor da lei e sua privilegiada instrução religiosa, portanto, não teriam nenhuma razão de ser não fosse a sua experiência pessoal com Jesus. Paulo precisou ficar cego para enxergar. E foi quando seus olhos se abriram para contemplar a transbordante “graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus” (v.14), que compreendeu “que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”, e, olhando para dentro de si, declarou-se o principal dentre eles (v.15).

É “por esta mesma razão” (v.16) que Deus concede misericórdia aos que julgamos como casos perdidos. Foi por esta mesma razão que Cristo conviveu com “publicanos e pecadores”, porque a Sua graça os atraía (Lc.15:1). Jesus exalava amor e, ao mesmo tempo, declarava as verdades de Sua Palavra. A lei que o povo ouvia da boca dos mestres da lei era a mesma que ouvia da boca do Salvador. A diferença estava em que aqueles declaravam a lei com a finalidade de acusar os que julgavam estar perdidos, e Jesus lhes apresentava a real finalidade da lei: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10).

Quando Paulo disse que “a lei é boa” (v.8), e, logo após, que “não se promulga lei para quem é justo” (v.9), confirmou a fiel palavra “e digna de toda aceitação” (v.15), de que Cristo veio salvar os “transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas, impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros” e a todos “que se opõem à sã doutrina” (v.9-10). Jesus assumiu sobre Si todos estes pecados e os encravou na cruz, a fim de nos oferecer a cura para todos eles. Ninguém que pratica tais pecados entrará no reino dos céus, mas todo aquele que os confessa e os abandona, serão perdoados e salvos. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9).

Ao expor o naufrágio na fé de “Himeneu e Alexandre” (v.20), Paulo não tornou público os pecados destes, mas falou do que a igreja já estava ciente. A expressão “os quais entreguei a Satanás” (v.20) não se refere à rejeição a esses irmãos, mas ao respeito pelo livre arbítrio deles. Assim como o pai permitiu que o filho pródigo seguisse o caminho que escolheu para si, Deus não nos impede de viver em pecado, e espera pacientemente que os terríveis resultados de nossa insanidade nos façam cair em si e voltar para o lugar do qual nunca deveríamos ter saído (Lc.15:17-18).

Aos que estão segurando firme na esperança adventista, o Senhor diz: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho(a) _______, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado(a) nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé” (v.18-19). Mas o Senhor ainda possui ovelhas e dracmas que ainda precisam ser encontradas, e filhos pródigos que ainda precisam cair em si e voltar para os braços do Pai. Quem sabe, muitos “Himeneus” e “Alexandres” que estão sofrendo os castigos de suas más escolhas, mas que, no devido tempo, como Paulo, através de uma grande queda, terão o encontro com Jesus que mudará para sempre as suas vidas. Que Jesus reine em nosso coração e que o Espírito Santo faça de nós verdadeiros filhos na fé.

Pai de bondade, graças Te damos por nos amar a ponto de enviar Teu Filho unigênito para dar a vida por nós pecadores! Graças Te damos porque a Tua misericórdia nos alcança a cada dia, nos oferecendo o Teu perdão e a Tua graça transformadora! Graças Te damos pelo Teu Espírito, que luta por nós, mesmo que por vezes nem peçamos por isso! Graças Te damos, pois o Senhor veio ao nosso encontro e assim o faz todos os dias, e não desiste de nós! “Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (v.17).

Vigiemos e oremos.

Bom dia, verdadeiros filhos na fé!

Rosana Garcia Barros

#1Timóteo1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de fevereiro de 2025, 0:40
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I TIMÓTEO 1 – Esta carta de Paulo a Timóteo inicia com forte ênfase na sã doutrina como fundamento para a vida e a disciplina na igreja.

Logo no começo, Paulo instrui Timóteo a permanecer em Éfeso para combater falsos ensinos e preservar a pureza da fé cristã (vs. 1-4). A doutrina verdadeira sempre estará alinhada com o evangelho da glória de Deus (v. 11) e deve ser o padrão para corrigir desvios dentro da igreja.

Nesse contexto, o apóstolo reforça que a lei é boa quando usada corretamente, servindo para corrigir os ímpios, e não para debates especulativos que desviam da fé genuína (vs. 5-10). A doutrina deve produzir amor, boa consciência e fé sincera, em contraste com a arrogância dos falsos mestres que se perdem em vãs discussões.

Os pregadores da verdade suscitam inimigos reais. Os inimigos de Paulo são amostras do mal que os inimigos da graça podem causar. “Esses homens haviam se apartado da fé do evangelho e, além disso, ultrajado o Espírito da graça ao atribuírem ao poder de Satanás as maravilhosas revelações feitas a Paulo. Havendo rejeitado a verdade, ficaram cheios de ódio contra ela, e procuraram destruir seu fiel defensor”, explica Ellen White.

• Pessoas que abandonam princípios bíblicos fundamentais muitas vezes tentam justificar suas crenças atacando quem permanece fiel.

Paulo usa a própria conversão para exemplo da graça e misericórdia de Deus (vs. 12-17), demonstrando que a doutrina verdadeira leva à transformação real da vida. Porém, quando há resistência persistente à verdade, a disciplina se torna necessária. Isso se vê na menção a Himeneu e Alexandre, que naufragaram na fé e foram entregues a Satanás para aprenderem a não blasfemar (vs. 19-20).

Desta forma, a disciplina eclesiástica, não é apenas corretiva; ela visa a restauração dos que estão com a conduta, as crenças e a fé destituídas de harmonia com a vontade do dono da igreja, que é Deus.

Cuidado com quem projeta seus próprios conflitos em quem representa a verdade que rejeitam!

• O propósito da aplicação da disciplina eclesiástica é para que os desviados retornem à prática da sã doutrina e ao testemunho fiel do evangelho verdadeiro.

• A fidelidade à verdade do evangelho é o alicerce para uma igreja saudável e protegida de influências negativas.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II TESSALONICENSES 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
5 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: II TESSALONICENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia

II TESSALONICENSES 3 – BLOG MUNDIAL

II TESSALONICENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II TESSALONICENSES 3 by Luís Uehara
5 de fevereiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2ts/3

“Embora tivéssemos o direito de pedir que nos alimentassem, queríamos lhes dar o exemplo.” (v. 9, NVT).

Superficialmente, o problema era o trabalho. “Quem não quiser trabalhar não deve comer” (v. 10, NVT – Observe que Paulo não disse “se alguém não trabalha”, porque alguns podem ter algum impedimento físico ou mental … o que é uma questão totalmente diferente.)

Paulo também disse: “O trabalhador é digno do seu salário” e “Não amordaçarás o boi que pisa o grão”, e escreveu que aqueles que compartilham o evangelho com as pessoas merecem compartilhar seu bem material. No entanto, naquele contexto e para enfatizar um ponto importante, Paulo renunciou ao seu “direito”. Essa era a questão principal.

Jesus também renunciou a alguns direitos. Certa vez, oficiais de cobrança do templo desafiaram Pedro: “Seu mestre paga o imposto do templo?”

“Ah sim! Jesus faz o que deve fazer! Ele certamente o faz!”

Bem. Não era tão simples assim. Como profeta, Jesus não era obrigado a pagar o imposto do templo e, fazê-lo, significaria admitir que Ele era um cidadão comum.

Então, para não ofender a ninguém, Jesus enviou Pedro para pegar um peixe, encontrar a moeda em sua boca e pagar o imposto “tanto por você quanto por mim”. Ele pagou o imposto e deixou claro que era ainda mais do que um profeta.

Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2th/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



II TESSALONICENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
5 de fevereiro de 2025, 0:50
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1030 palavras

No coração do último capítulo de II Tessalonicenses está a preocupação de Paulo com os “desordeiros” ou pessoas “ociosas” na congregação. Mas a palavra grega aqui (ataktos, vs. 6, 11) não é sinônimo de preguiça. Tem mais a ver com atitude irresponsável. Os membros desordeiros de Tessalônica não estavam apenas ociosos, eles estavam indo de um lugar a outro para criar perturbação. Eles passavam o tempo discutindo teologia ou criticando o comportamento dos outros, em vez de ganhar o seu sustento: “não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia” (v. 11, NVI). Eles estavam se metendo na vida de todo mundo em vez de cuidar da própria! O fato de Paulo ter abordado este assunto outras vezes (ver tb 1Ts 4:9-12) indica que era um grande problema na igreja em Tessalônica. Jon Paulien, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/10/ii-tessalonicenses-3

Orai por nós. O apóstolo acabara de registrar uma oração pelos conversos para que fossem consolados e confirmados (2Ts 2:17). Agora pedem que se lembrem dele e de seus companheiros de ministério (cf. 2Co 1;11; Fp 1:19; 1Ts 5:25). Paulo sempre sentiu sua insuficiência e era consciente da necessidade do poder divino (ver 2Co 2:16; 3:5)CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 283.

Se propague. Parece que  palavra de Deus na cidade de Corinto não estava “correndo”tão livre como o apóstolo desejava. Possivelmente, houve uma firme oposição dos judeus (ver com. de 1Tm 3:7. … Sob condições normais, a “palavra do Senhor”, ativada pelo Espírito Santo, progride com rapidez. CBASD, vol. 7, p. 283.

Seja glorificada. A palavra do Senhor é glorificada na vida transformada daqueles que são guiados por ela. Diz-se que o evangelho é adornado pela vida piedosa até mesmo dos cristãos mais humildes: escravos convertidos, que não furtavam, mas eram completamente honestos e fiéis no serviço (Tt 2:9, 10; cf. com. de Mt 5:16). CBASD, vol. 7, p. 283.

Sejamos livres. Embora este segundo pedido tenha um sabor pessoal distinto, a preocupação principal do apóstolo não é a segurança pessoal, ms assegurar que sua equipe evangélica ficará livre para realizar a obra divina. CBASD, vol. 7, p. 283.

Maus. O grego contém o artigo definido, indicando que Paulo se refere a classes específicas de oponentes, sem dúvida, aos judeus que o atacaram e o levaram diante de Gálio, o governador romano (ver com. de At 18:9-17). Aqueles judeus eram mais perversos que muitos pagãos. Resistiram obstinadamente aos apelos da Santa Escritura e aos milagres feitos pelo Espírito Santo em demonstração do poder de Deus. Alguns deles foram longe demais e chegaram a ponto de blasfemar. CBASD, vol. 7, p. 283, 284.

A fé não é de todos. Alguns, ao fechar a mente contra a evidência levada ao coração pelo Espírito Santo, colocam-se além do alcance do evangelho. Quando o Senhor, por meio de Suas obras maravilhosas na carne evidenciou Sua divindade de modo inequívoco, houve aqueles que endureceram o coração para não crer na Sua messianidade e para atribuir o poder de operar milagres a Satanás. Deste modo, o Senhor alertou, estavam em perigo de cometer o pecado imperdoável, caso já não o tivessem cometido (ver Mt 12:22-32). CBASD, vol. 7, p. 284.

Confiança em vós no Senhor. … embora o apóstolo tenha encorajado crentes humanos, deixou claro que a base de sua confiança estava “no Senhor” e não neles (cf. Gl 5:10). CBASD, vol. 7, p. 284.

As coisas. Não identificadas neste  versículo, mas alistadas nos v. 6 a 15. CBASD, vol. 7, p. 284.

Coração. Necessitamos de guia contínua do Senhor quanto aos pensamentos e emoções. Ele prometeu lembrar-nos das verdades a respeito das quais temos sido ensinados, revelar-nos seu significado e a guiar-nos a uma compreensão total de Sua vontade (ver Jo 14:26; 16:13). CBASD, vol. 7, p. 284, 285.

Ao amor de Deus. … que possuam ou compartilhem o amor de Deus. CBASD, vol. 7, p. 285.

Nós vos ordenamos. Na primeira epístola, [Paulo] apelou à igreja para se acautelar das facções fanáticas em seu meio (1Ts 5:14). O apelo parece ter tido [apenas] êxito parcial, porque ele recorre a medidas mais fortes e emite ordens (cf. com. de 1Ts 4:2, 11). CBASD, vol. 7, p. 285.

Desordenadamente (ARA; NVI: “ociosamente”). Do gr. ataktos (ver com. de 1Ts 5:14). CBASD, vol. 7, p. 285.

Imitar-nos. Se [os tessalonicenses] considerassem a conduta de Paulo (humilde, cuidadosa, semelhante a Cristo) saberiam o que o Senhor exigia deles. Todo ministro deveria viver para que sua vida fosse consistente com seu ensino. CBASD, vol. 7, p. 285.

Nunca nos portamos desordenadamente. O comportamento desordenado ao qual Paulo faz alusão (v. 6) parece ter sido à ideia fanática de que, como o Senhor estava prestes a vir, era muito tarde para continuar com ocupações mundanas. Aqueles que estavam imbuídos com esse pensamento motivaram o princípio de comunhão de bens na igreja por razões egoístas, para tirar proveito do trabalho dos outros. Paulo denunciou esses agitadores indolentes (v. 11), mas antes lembrou aos irmãos que seu exemplo tinha sido positivo. Estava apto a apelar para a vida ocupada que tinha diante deles. CBASD, vol. 7, p. 285.

Direito. O apóstolo desejava deixar claro que não era contrário a um ministério sustentado pela igreja. … No entanto, em Tessalônica ele renunciou seu direito ao sustento da igreja, para dar aos membros um exemplo digno de imitação. CBASD, vol. 7, p. 286.

10 Ordenamos. A abrangência das instruções dadas por Paulo aos tessalonicenses foi surpreendente. No pouco tempo que passou com eles, o apóstolo parece ter abordado todos os assuntos vitais e dirigido seu ensino às necessidades imediatas dos tessalonicenses. CBASD, vol. 7, p. 286.

Não quer trabalhar. Paulo se refere àqueles que, na expectativa do retorno imediato de Cristo, recusavam se desenvolver no trabalho normal, justificando que era desnecessário em vista da segunda vinda. CBASD, vol. 7, p. 286.

Também não coma. O cristão deve fazer tudo que estiver ao seu alcance para evitar ser um peso para os outros. Deve trabalhar para que, além de se sustentar, consiga ajudar os necessitados (Ef 4:28). CBASD, vol. 7, p. 286.

11 Antes, se intrometem. No grego há um jogo de palavras evidente, que pode ser comunicado como “não ocupados, mas ocupados com a vida alheia” (Wodsworth). Os bisbilhoteiros estão ocupados com coisas sem importância, que não lhes dizem respeito, nas questões alheias e não nas questões pessoais. O labor honesto é a melhor cura para esse tipo de gente, pois aqueles que são meticulosos no cumprimento de suas tarefas não encontrarão tempo sem se intrometerão nas questões alheias (cf. com. de 1Ts 4:11; 1Tm 5:13, 14; 1Pe 4:15). Tagarelar e falar mal são passatempos dos bisbilhoteirosCBASD, vol. 7, p. 286.



2TESSALONICENSES 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de fevereiro de 2025, 0:45
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Ainda que ciente da fidelidade e do amor dos irmãos tessalonicenses, Paulo ficou sabendo que estavam infiltrando-se no meio deles, irmãos que viviam desordenadamente, “porque a fé não é de todos” (v.2). A desordem quanto ao labor e ao serviço cristão provoca ociosidade, que é preenchida com preguiça e fofoca. Quando Paulo pediu oração para que o Senhor os livrasse “dos homens perversos e maus” (v.2), não se referia aos incrédulos, mas aos falsos crentes que disseminavam uma forma de vida contrária aos ensinamentos paulinos. Ao dizer: “convém imitar-nos” (v.7), Paulo não usou de soberba, mas da autoridade de quem vivia o evangelho de Cristo.

Notem que Paulo não os exortou, nem os aconselhou, mas lhes deu uma expressa ordem, em nome de Jesus, para que eles se apartassem dos irmãos que não estavam buscando viver o evangelho; não somente com a finalidade de não sofrerem influência, mas também para que os irmãos infiéis, envergonhados, pudessem reconhecer o seu pecado. Paulo não os considerava como inimigos, mas como irmãos que necessitavam ser advertidos acerca de seu mau procedimento (v.15). A genuína conversão dos tessalonicenses os faziam viver piedosamente conforme o exemplo que encontramos no livro de Atos: “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum” (At.2:44). Isto os unia, mas também era um risco à medida que alguns, aproveitando-se da generosidade dos fiéis, deixavam de trabalhar para viver às custas da liberalidade de outros, e ainda se achavam no direito de intrometer-se “na vida alheia” (v.11).

Precisamos levar em grande consideração o pedido inicial de Paulo, quando disse: “orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada” (v.1), para que não só oremos pelos pastores e obreiros de nossa igreja, como também a nossa vida seja uma manifestação das verdades do evangelho, “por termos em vista” oferecer ao mundo “exemplo em nós mesmos” (v.9) para nos imitarem assim como buscamos imitar a Cristo. Eu sei que este é um padrão no qual nenhum de nós cogita conseguir alcançar por si mesmo, mas é justamente por isso que precisamos que “o Senhor conduza o [nosso] coração ao amor de Deus e à constância de Cristo” (v.5). E esta é uma obra do Espírito Santo. A nossa parte é apenas aceitar esta obra em nossa vida, “porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5). “Quando, porém, vier o Consolador, que Eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dEle procede, Esse dará testemunho de Mim”, disse Jesus (Jo.15:26).

Quanto a nós, não nos cansemos “de fazer o bem” (v.13), procurando seguir o incomparável exemplo de Cristo Jesus. Tendo sempre em mente que todos nós somos pecadores e que, igualmente, carecemos da graça de Jesus, nos acheguemos, “portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:16). Pois ali, no lugar Santíssimo do santuário celestial, Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, intercede por todos nós, de onde está a assinatura de Deus, “de próprio punho” (v.17). “Este é o sinal” (v.17), que o Criador nos deixou nas “tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êx.31:18).

Que quando for revelado “o homem da iniquidade” (2Ts.2:3), nossa fé prática seja um testemunho de nossa aceitação e obediência “a toda a verdade” (Jo.16:16) e, seguindo os passos do Salvador (Jo.15:10), façamos parte do seleto grupo dos “que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós” (v.18).

Nosso amado Pai, reconhecemos que sem Ti não somos nada e que somente o Teu amor e a Tua graça podem realizar o milagre da transformação do nosso caráter. Livra-nos, Senhor, de praticar o que Te desagrada, mas que pelo poder do Teu Espírito, não nos cansemos de fazer o bem! Que o Senhor nos conceda a Tua paz em todas as circunstâncias, para que em todas elas possamos crer que Tu estás conosco. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

#2Tessalonicenses3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100