Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 13 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 13 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 13- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 13 by Luís Uehara
12 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/13

Semear em terreno pedregoso e espinhoso pode ser justificável, dependendo do terreno que o agricultor tem para trabalhar. Ainda assim, qualquer pessoa que tenha feito jardinagem ou agricultura sabe que é melhor limpar a terra e preparar o solo para a semente. Ninguém gosta de ver sementes indo para o lixo. Será que através dessa parábola Jesus estava dando uma ideia da frustração que é para o céu, especialmente para Seu Pai, a semeadura da Palavra de Deus em solo que pode produzir retornos insignificantes?

O que pode justificar Deus continuar enviando Seus profetas para trabalharem em prol de pessoas cujo coração é de pedra? O que pode justificar Deus plantar o Seu Filho em um mundo onde Satanás rapidamente se intromete e destrói Seu ministério? A justificativa pode ser o fato do Semeador saber que Ele tem pouco tempo para plantar as sementes. A existência de pelo menos um solo bom é motivo suficiente para o Semeador continuar espalhando as sementes. A frustração de Deus nasce do amor que Ele tem por um mundo agonizante. Deus prefere lançar neste mundo todos os meios de salvação do que perder uma alma para o inimigo.

Shaun Brooks
Pastor, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de agosto de 2024, 0:50
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1455 palavras

1 Naquele mesmo dia. Os eventos registrados em Mateus 8:18 a 27 se deram ao final desse mesmo dia … Embora não haja provas de que, nesse dia, Jesus estivesse mais ocupado do que nos demais, o registro completo dele ganhou o nome de “o dia cheio”. Foi um desses dias comuns em que Jesus mal tinha tempo para comer ou descansar. Andrews Study Bible.

parábolas. Nossa palavra “parábola” provém do grego parabole, que significa “disposição lado a lado” – portanto, comparação ou ilustração. … Os evangelhos sinóticos [“semelhantes”, Mt, Mc e Lc] contém cerca de 30 dessas histórias. O evangelho de João não contém parábolas, mas emprega outras figuras de linguagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Embora o termo “parábola” possa ter uma ampla gama de significados, as “parábolas” de Jesus são um ensino distintivo feito por meio de breves comparações ou narrativas. Em geral elas tem um ponto ou ideia central. A maior parte das parábolas de Jesus é clara, mas contém também uma profundidade de sentido, que somente quem tem um correto relacionamento com Jesus pode compreender. É só aos discípulos que Jesus dá a interpretação da parábola do semeador (vs 18-23) e da parábola do joio (vs. 36-43). Ao ímpio falta a compreensão deste mais profundo significado, porque ele não mantém com Deus um relacionamento apropriado, e este fato obscurece seus pensamentos e seus corações (Rm 1.21). Bíblia de Genebra.

Parábolas era amplamente usadas à época de Jesus, especialmente pelos rabis. Andrews Study Bible.

à beira. Por causa da superfície dura do caminho, a semente fica exposta e não tem sequer a chance de germinar. Os ouvintes da beira do caminho são superficiais, sobre os quais a verdade do evangelho não tem efeito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 423.

terreno pedregoso (NVI. Rochoso, ARA). Não terreno coberto de pequenas pedras, mas área de rocha maciça com fina camada de terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A semente do evangelho que cai no coração de ouvintes representados pelo solo rochoso encontra terra suficiente para germinar, mas de pouca profundidade e, com isso, o efeito do evangelho é no máximo superficial. O evangelho toca as emoções dessas pessoas, que reagem a ele prontamente, mas essa impressão passa da mesma forma que as instáveis emoções que as causaram. … Não estão dispostos a encarar o fato de que seus hábitos devem ser mudados. … a única esperança para os ouvintes de solo pedregoso é nascer de novo (PJ, 48). CBASD, vol. 5, p. 423, 424.

espinhos. Em Lucas, Jesus define os espinhos da vida do cristão como os”cuidados, riquezas e deleites da vida” (Lc 8:14; cf. Mt 13:22). … Tais pessoas se tornam tão atraídas por este mundo que não têm tempo de se preparar para a eternidade. … Os ouvintes do solo espinhoso precisam de uma transformação moral. CBASD, vol. 5, p. 424.

deu fruto. O fruto do Espírito manifestado exteriormente é evidência de uma experiência cristã saudável. … O cristão de êxito não depende de circunstâncias; ele persevera até o fim (ver Mt 24:13). CBASD, vol. 5, p. 424.11

a vós outros … mas àqueles. os “mistérios” do reino são coisas que foram indicadas, de um modo velado, no Antigo Testamento, mas agora são tornadas claras aos discípulos, com a vinda do Rei. Bíblia de Genebra.

mistérios. Conhecimentos mais profundos sobre as verdades espirituais. Bíblia Shedd.

13 porque, vendo. Em Mateus, as parábolas de Jesus são apresentadas em resposta à descrença e à incapacidade do povo de entender. Bíblia de Genebra.

15 para não suceder que. Não era a vontade de Deus que alguém estivesse nessa condição, nem que não pudesse entender e ser convertido. A condição dos líderes judeus foi resultado natural de sua própria conduta e modo de vida. … Na verdade, foi Satanás que “cegou o entendimento dos incrédulos” (ver 2Co 4:4). Não é a luz do Céu que cega o ser humano, mas sim as trevas (ver 1Jo 2:11). CBASD, vol. 5, p. 426.

23 é o que ouve a palavra e a compreende. Há em última análise, só duas espécies de terreno: aquele que genuinamente recebe a palavra para produzir fruto e aquele que não a recebe. Bíblia de Genebra.

25 joio. O joio é uma planta que se confunde com o trigo, crescendo juntamente com ele, e só se distingue quando vem a época da ceifa, quando então o trigo revela o seu valor, produzindo cereal comestível. Bíblia Shedd.

Esta parábola é exclusiva de Mateus e ilustra o caráter misto da igreja. … rejeita as restrições dos essênios que separavam os justos dos injustos em suas comunidades. Andrews Study Bible.

31, 32 semelhante a um grão de mostarda … a menor … a maior.  O grão de mostarda não é a menor semente conhecida hoje, mas era a menor que os agricultores e jardineiros da Palestina semeavam, e em condições favoráveis a planta podia alcançar uns 3m de altura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As coisas de Deus podem parecer pequenas no mundo, contudo tem grande resultados. Certamente o reino de Deus, naquele ponto da história, parecia ser nada em comparação com Roma; contudo, ele provaria ser muito maior. Bíblia de Genebra.

32 seus ramos. Provável alusão a Dn 4.21 [Sonho de Nabucodonosor]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A figura de uma árvore com pássaros se aninhando em seus ramos lembra Ez 17.23, onde os pássaros representam as nações gentílicas refugiando-se no Messias, e participando das bênçãos da aliança. Bíblia de Genebra.

33 três medidas. As três medidas de farinha representam a maior quantidade de massa que uma mulher conseguia sovar de uma vez. Essa quantidade era suficiente par alimentar cerca de 100 pessoas. Bíblia de Estudo Andrews.

Na Bíblia, o fermento em geral simboliza o perverso ou impuro. Aqui, no entanto, é símbolo de crescimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esta parábola enfatiza o poder transformador invisível do evangelho, especialmente na vida particular do discípulo totalmente entregue a seu mestre, Cristo. Além dessa transformação individual, possivelmente, Jesus aponta para a influência do evangelho que, silenciosamente e com poder, muda a sociedade e a cultura (ou governo, no caso em que os cristãos decididos existem em suficiente proporção). Bíblia Shedd.

43 resplandecerão como o sol. Uma alusão a Dn 12.3, promessa de restauração futura. Bíblia de Genebra.

44-46 Essas duas parábolas ensinam a mesma verdade: o reino tem tanto valor, que a pessoa deve estar disposta a abrir mão de tudo o que possui para obtê-lo. Jesus não estava ensinando que a pessoa pode comprar o reino com dinheiro ou com boas obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jesus, por meio de parábolas, tornou conhecidas as coisas ocultas do reino (v. 35), mas essas coisas permanecem encobertas à maioria das pessoas, que não percebem o seu valor. Porém, como o homem que encontra um tesouro ou o comerciante que negocia com pérolas, aqueles que percebem o valor do reino sacrificarão qualquer coisa para obtê-lo. Bíblia de Genebra.

47-51 A parábola da rede ensina a mesma lição geral da parábola do joio: haverá separação irreversível entre justos e ímpios. A parábola do joio ressalta também que não devemos tentar fazer essa separação agora, pois isso é exclusivamente da alçada do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

52 todo escriba. Cristo não se refere aos escribas profissionais, ou mestres, de Seus dias, mas aos discípulos no papel de mestres ou “apóstolos” (ver com. de Mc 3:14). “Todo escriba”, neste caso, significa todo homem ou mulher que ensina os tesouros da Palavra de Deus aos outros. CBASD, vol. 5, p. 432.

versado. Literalmente “que foi feito discípulo”, no sentido de ter recebido uma preparação completa daquilo que um discípulo deve saber e entender. CBASD, vol. 5, p. 432.

coisas novas e coisas velhas. Por “velhas”, Cristo se refere a toda vontade de Deus revelada “outrora […] aos pais, pelos profetas” (Hb 1:1; ver com de Dt 31:9; Pv 3:1). Por “novas”, Ele Se refere a Seus ensinos (ver Hb 1:2; ver com. de Mc 2:22; 7:1-13). É importante observar que, nessa ocasião ou em qualquer outra, Jesus nunca depreciou o valor do AT ou insinuou que, no futuro, ele teria menos força (ver com. de M5 5:17, 18; Lc 24:27, 44; Jo 5:39). O AT não foi invalidado pelo NT, mas ampliado e revitalizado. Ambos foram inspirados por Cristo e estão cheios da verdade para quem a busca com sinceridade. O AT revela a Cristo que viria; o NT revela o Cristo que veio. O AT e o NT não se excluem mutuamente nem se opõem um ao outro, como o arqui-inimigo de ambos tem persuadido alguns cristãos a acreditar. Eles se complementam. CBASD, vol. 5, p. 432.

55 filho do carpinteiro. A palavra grega traduzida por “carpinteiro” pode também significar “pedreiro”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

é também um termo geral para significar qualquer artífice ou trabalhador. José pode ter trabalhado com madeira ou pedra. Bíblia de Genebra.

58 a recusa de Jesus em operar muitos milagres em Nazaré não foi porque ele necessitasse de fé por parte do povo para dar-lhe poder, mas porque os milagres são de pouco valor para aqueles que não tem fé (cf 1Co 13.2). Bíblia de Genebra.



MATEUS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de agosto de 2024, 0:45
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Ao longo da História, Deus tem transmitido à humanidade os oráculos do Céu em linguagem que possamos compreender. A fim de anunciar o dilúvio, Ele ordenou a Noé que construísse uma arca. Aquela gigante embarcação tão bem trabalhada e nunca vista antes era o recado de Deus para o mundo de que o dilúvio viria, quer acreditassem quer não. O santuário no deserto era uma maquete ilustrativa do plano da redenção. A serpente levantada no deserto, uma figura do sacrifício salvífico de Cristo. O casamento do profeta Oseias, uma ilustração da infidelidade de Israel. Em todas as épocas, Deus tem suscitado diferentes formas de transmitir a Seu povo mensagens de advertência e de salvação.

Apontando para o tempo messiânico, o salmista escreveu: “Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos” (Sl.78:2). O ensino de Jesus por parábolas foi justificado por Ele como o cumprimento do que também escreveu o profeta Isaías: “Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais. Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhes os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo” (Is.6:9-10). Parece ser algo tão contraditório se comparado ao ministério de Jesus como um todo, não é mesmo? As parábolas estavam envoltas em mistério para as multidões, sendo reveladas apenas aos discípulos. O que nos deixa uma lição de fundamental importância: estar com a maioria nem sempre significa estar com a razão.

As multidões que afluíam a fim de ouvir o Mestre estavam tão prontas para aclamá-Lo rei como para arremeter contra a Sua vida. Sua reação dependia do que Jesus realizava. Se multiplicava pães e peixes ou se fazia muitos milagres, Jesus era ovacionado. Mas se declarava ser Aquele de quem os profetas escreveram, estavam prontas para precipitá-Lo despenhadeiro abaixo (Lc.4:29). Aquelas multidões representam as sementes lançadas à beira do caminho, em solo rochoso e entre os espinhos. São aqueles que não compreendem a Palavra, os que a recebem com alegria, mas não têm raiz e os que amam mais o mundo do que ao Senhor. Estas três classes fazem parte do mesmo grupo descrito por Isaías: “Porque o coração deste povo está endurecido” (v.15).

A semente do evangelho tem sido lançada em todos os lugares. Em Sua justiça, Deus não deixará que uma pessoa sequer tome por defesa o nunca ter sido alcançada pela oportunidade de conhecê-Lo. Através do bom solo de corações dispostos a amar e servir ao Senhor com alegria, Deus tem espalhado as boas-novas da salvação pela fé em Cristo Jesus “a cem, a sessenta e a trinta por um” (v.23). Os verdadeiros discípulos de Jesus são bem-aventurados porque permitiram ter seus olhos e ouvidos bem abertos à compreensão da verdade que liberta, que santifica e que salva.

Mas a igreja de Cristo ainda é composta de joio e trigo, de peixes bons e de peixes ruins. Nossa missão, no entanto, consiste apenas em plantar e pescar. A colheita e a separação dos peixes pertencem aos anjos subordinados ao Senhor. E isso está bem claro: “Mandará o Filho do Homem os Seus anjos, que ajuntarão do Seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (v.41-42). “Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (v.49-50).

Amados, se o reino dos céus não for em nossa vida semelhante a um tesouro escondido ou a “uma pérola de grande valor” (v.46); se nosso coração estiver endurecido pelas vaidades deste mundo e pelos maus sentimentos, nunca poderemos entender “todas estas coisas” (v.51), os preciosos mistérios do reino dos céus, porque “os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10). Em Nazaré, Jesus não fez muitos milagres, “por causa da incredulidade deles” (v.58). Hoje, Ele deseja realizar em nossa vida o maior dos milagres, que é a transformação de nosso caráter. Não sejamos, pois incrédulos, mas crentes (Jo.20:27).

Aqueles que desejam ardentemente ter seu caráter transformado e habitar para sempre com Jesus, orem comigo neste momento:

Pai de amor, a Ti suplicamos pelo Espírito Santo em nossa vida para que, iluminados por Tua sabedoria, pela fé, possamos Te ver, ouvir a Tua voz e entender todas estas coisas. Almejamos o lar de pureza, santidade e justiça que prometestes. Almejamos desfrutar do Teu amor por toda a eternidade. Prepara-nos para Te encontrarmos, nosso Deus e Senhor! Em nome de Jesus Te pedimos e Te agradecemos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 13 – Na teologia bíblica, o “Reino dos Céus” é fundamental. É também um conceito central nas parábolas de Jesus, especialmente no capítulo em análise.

As parábolas de Mateus 13 revelam aspectos importantes do Reino de Deus e sua natureza tanto presente quanto futura:

• O Reino dos Céus é visto como uma mensagem de salvação que deve ser recebida e cultivada em corações receptíveis e férteis para produzir muitos frutos espirituais (Mateus 13:1-23).

• Jesus descreve o Reino dos Céus como um campo onde o trigo (súditos do Reino de Deus) e o joio (filhos do reino das trevas) crescem juntos até a colheita (“o fim dos tempos”, Mateus 28:20). Es parábola (Mateus 13:24-30, 36-43) ensina que no Reino dos Céus há uma coexistência temporária de justiça e iniquidade, mas uma separação final e julgamento ocorrerão na segunda vinda de Cristo, quando os justos serão recompensados e os ímpios serão destruídos (Mateus 25:31-46).

• O Reino dos Céus é comparado também a um grão de mostarda, que embora bem pequena, quando germinada cresce e torna-se uma grande árvore. Ela ilustra o crescimento fenomenal e o impacto expansivo do Reino de Deus, que começa pequeno mas se torna grande e influente (Mateus 13:31-32).

• Jesus compara o Reino dos Céus ao fermento que uma mulher mistura numa quantidade grande de farinha, e toda massa fica levedada, simbolizando o poder transformador do Reino Divino, que, mesmo em pequenas quantidades, permeia e influencia a vida das pessoas, trazendo transformação integral (Mateus 13:33).

• Por tudo o que significa o Reino de Deus, ele é tão valioso a tal ponto de valer a pena sacrificar tudo por ele. Seguir a Cristo e entrar em Seu Reino requer uma rendição completa e uma reordenação das prioridades pessoais (Mateus 13:44-46).

• A parábola da rede reforça a ideia de um julgamento final, onde os justos serão separados dos ímpios. O Reino dos Céus inclui a realidade do juízo, e a importância de viver de acordo com os princípios divinos para ser contado entre os justos (Mateus 13:47-50).

Somos chamados a viver em conformidade com os princípios do Reino de Deus, aguardando com esperança a plena realização desse Reino. As parábolas enfatizam a resposta individual ao chamado de Cristo. Que tipo de solo é teu coração? – Heber Toth Armí.



MATEUS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 12 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 12 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 12- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 12 by Luís Uehara
11 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/12

Mateus 12 conta duas histórias de pessoas que foram à casa de Deus em um momento de necessidade. Davi e seus homens estavam com fome depois de uma longa marcha para escapar de Saul. Os sacerdotes os viram e tiveram misericórdia deles, dando-lhes os pães da proposição (v. 4), o próprio símbolo da presença de Deus. Davi e seus homens foram revividos e escaparam das mãos de seus inimigos.

Isto contrasta com o homem com a mão atrofiada nos versículos 10-13. Ele estava no lugar certo, no dia certo, mas teve sua necessidade ignorada. Os líderes religiosos até tentaram provar um ponto que o teria mantido mutilado, aumentando assim o seu sentimento de culpa e vergonha por estar em necessidade. Na opinião deles, ele merecia ser ignorado.

Jesus se opôs a esse abuso e proclamou o valor do homem aos olhos de Deus, dizendo: “Quanto mais vale um homem do que uma ovelha! Portanto, é permitido fazer o bem no sábado” (v.12) e curou o homem.

Nem todo mundo que aparece na igreja tem uma mão atrofiada ou uma enfermidade óbvia, mas todos precisam saber que são valorizados e bem-vindos em Sua presença.

Karen D. Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



Mateus 12 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2024, 0:50
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2355 palavras

1 espigas. Poderia ser qualquer cereal, talvez trigo ou cevada. É interessante notar que todas as acusações feitas contra os discípulos de Cristo, conforme registradas no livro de Mateus, estavam relacionadas de uma forma ou de outra ao alimento (ver Mt 9:14; 15:2, etc.). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 410.

2 o que não é lícito. O Antigo Testamento não proíbe apanhar grãos no sábado, para comer. Os discípulos não eram agricultores empregados na obra da colheita. A objeção dos fariseus estava baseada numa tradição oral, que não levava em conta o verdadeiro propósito de Lei. Bíblia de Genebra.

O quarto mandamento (Êx 20.8-11; Dt 5.12-15) ordenou o descanso no sábado, e Êx 34.21 especificou que não deveria haver colheita neste dia. As leis expandidas, como encontradas na Mishnah judaica (ver nota em Mc 7:8), lista 39 categorias de trabalho que eram proibidos aos sábados. A colheita de grãos era uma delas. Alguns rabis desencorajavam caminhar por um campo de cereais se o grão estivesse já na altura do tornozelo; se o tornozelo de alguém acidentalmente batesse num grão durante a caminhada, isto poderia ser considerado como colheita. Jesus e Seus discípulos não somente caminharam pelo campo de grãos, mas eles colheram, debulharam e comeram. Andrews Study Bible.

sábado. O sábado é um símbolo da soberania de Deus sobre todo o universo criado (Êx 20.8). Recorda a redenção que Deus propicia a Seu povo (Dt 5.12) e é uma representação da esperança de descanso eterno, na consumação (Hb 4.9). Bíblia de Genebra.

4 pães da presença. Todos os sábados, 12 pães frescos deviam ser depositados sobre uma mesa no Lugar Santo (Êx 25.30; Lv 24.5-9). Os pães velhos eram comidos pelos sacerdotes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Quem é maior. Para os judeus, o templo era mais sagrado que qualquer outra coisa na Terra. Contudo, Cristo afirma que Ele é maior até mesmo que o templo, uma afirmação audaciosa. Ele é “maior que o templo”, Ele é “Senhor do sábado”, uma das mais sagradas instituições religiosas (Mt 12:8). Cristo indica que tanto o templo quanto o sábado foram ordenados ao serviço do ser humano, não o contrário. CBASD, vol. 5, p. 410.

7 misericórdia quero. Novamente citando Os 6.6 (cf. 9.13), Jesus condena o mau uso da Lei pelos fariseus. O sábado foi dado por Deus como auxílio para a humanidade, porém os fariseus perverteram este propósito, colocando o sábado contra os que estavam em necessidade e fazendo dele um peso (Mc 2.27). Bíblia de Genebra.

8 Senhor do sábado. A questão em debate com os fariseus não era se o sábado deveria ou não ser observado ou abolido. Em nenhum lugar no NT existe qualquer declaração de que Jesus aboliu a observância do sábado do sétimo dia. A questão em foco era como o sábado deveria ser observado e quem era a autoridade para determinar isto. … Todos mandamentos do sábado no AT focavam criação e redenção (Gn 2:1-3; Êx 20:8-11; 21:2-3; 31:12-17; Lv 25:1-22; Dt 5:12-15; 15:1-6). Os sábados não deveriam se tornar um fardo; em vez disso deveriam se tornar restauradores – uma volta à restauração edênica. Andrews Study Bible.

10 curar no sábado. Os rabinos proibiam a cura no sábado, a não ser que houvesse motivo para acreditar que a vítima morreria antes do dia seguinte. Obviamente, o homem com a mão atrofiada não corria esse risco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-14 Outro exemplo do senhorio de Cristo sobre o sábado. Novamente, no Antigo Testamento, não há proibição para curar no sábado e é sempre lícito fazer o bem. Jesus não ensina que o sábado é abolido com a vinda do reino, pois Ele não veio para destruir a lei, mas para cumpri-la (5.17, nota). O problema não estava na observância do sábado por parte dos fariseus, mas na interpretação errada deste mandamento por parte deles, tornando um peso aquilo que deveria ser um prazer. Bíblia de Genebra.

14 Já no meio do Seu ministério surge a ameaça contra a vida de Jesus. Bíblia Shedd.

16-21 advertindo-lhes, porém, que O não expusessem à publicidade. Is 42.1-4 é citado como uma explicação do porque Jesus pediu às pessoas que não dissessem quem Ele era. Ele veio proclamar e estabelecer a justiça, mas não por uma exibição do poder, nem por liderar um movimento político-militar. Uma vez que o papel do Messias era tão mal entendido entre o povo, Jesus tinha de refrear o entusiasmo mal orientado que estava prestes a explodir. Bíblia de Genebra.

20

23 Filho de Davi. O fato de que muitos ouviam a Cristo com prazer (ver Mc 12.37), O reconheciam como um grande Mestre (ver Jo 3:2) e mesmo um profeta (ver Mt 21:11) não significa necessariamente que O aceitassem como o Messias. Seus muitos milagres acenderam a chama da esperança no coração deles de que Ele pudesse ser o Messias …, mas as ideias preconcebidas de como o Messias deveria ser … apagava quase de imediato a débil chama. CBASD, vol. 5, p. 412.

24 os fariseus, ouvindo isso. A tênue esperança do povo sobre Jesus como o possível Messias (ver v. 23) enfureceu os fariseus. Marcos fala desses fariseus como “os escribas, que haviam descido de Jerusalém” (Mc 3:22), provavelmente espiões enviados pelo Sinédrio para observar e relatar a respeito de Cristo … Esses inimigos astutos de Jesus não podiam negar que um milagre genuíno tinha sido realizado, pois o homem curado passou “a falar e a ver” (Mt 12:22). Quanto maior a evidência da divindade de Jesus, maiores a raiva e o ódio deles, o que levou alguns a cometer o pecado imperdoável (ver com. dos v. 31, 32). CBASD, vol. 5, p. 412.

27 por quem os expulsam vossos filhos? Obviamente alguns fariseus declaravam ser capazes de exorcizar espíritos maus, ou Jesus não teria apresentado isso como um fato. … No AT, alunos das escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (2Rs 6:1, ARC). CBASD, vol. 5, p. 413.

29 do valente … sem primeiro amarrá-lo. Por Sua vitória sobre Satanás no deserto (4.10, nota) e por exorcizar demônios, Jesus demonstrou que tinha amarrado o “valente” e que Satanás estava sem poder para impedir a vinda do reino. Amarrar Satanás era um símbolo da era messiânica na literatura apocalíptica judaica (ver também Ap 20.2). Bíblia de Genebra.

roubar-lhe os bens. Cristo veio para libertar os cativos de Satanás, em primeiro lugar, da prisão do pecado (ver com. de Lc 4:18) e, finalmente, da prisão da morte (ver Ap 1:18). Ao expulsar demônios, Cristo estava tirando as vítimas de Satanás, isto é, seus “bens”. CBASD, vol. 5, p. 413.

sem primeiro amarrá-lo. Quem vai amarrar um “valente” precisa ser mais valente ou forte do que ele (ver Lc 11:22). Apenas Deus é mais forte que Satanás. … Os milagres de Cristo testificam não de Sua aliança com Satanás, mas da guerra contra ele (DTN, 406). CBASD, vol. 5, p. 413.

31 blasfêmia contra o Espírito. Este é tradicionalmente conhecido como o “pecado imperdoável”. O contexto desta declaração (11:24, 28, 32) sugere que o pecado imperdoável que os fariseus estavam cometendo era atribuir a Satanás (Belzebu), ao invés de ao Espírito Santo, o poder através do qual Jesus realizou Seus milagres. Deste fato podemos extrapolar que a essência deste pecado é recusar deliberadamente reconhecer o trabalho do Espírito e, portanto, do próprio Jesus. Sob tais circunstâncias a salvação através de Jesus é impossível. … É importante destacar que se alguém está preocupado se ele ou ela cometeu o pecado imperdoável, é quase certo que este estágio não foi alcançado. Tal dor de consciência significa que o Espírito Santo está ainda agindo na pessoa. Andrews Study Bible.

A blasfêmia contra o Espírito Santo, ou o pecado imperdoável, consiste da resistência progressiva à verdade, culminando numa decisão final e irrevogável contra ela, de forma deliberada no pleno conhecimento de que, ao fazer isso, decide-se buscar o caminho oposto à vontade divina. A consciência é cauterizada pela resistência contínua às impressões do Espírito Santo, e quem está nessa situação dificilmente percebe que tomou uma decisão fatal. Para uma pessoa assim, não há como decidir agir em harmonia com a vontade de Deus (ver DTN, 324). Portanto, se a pessoa sente o temor de ter cometido o ‘”pecado imperdoável” significa que, na verdade, não o cometeu. … A desobediência deliberada e persistente a Deus finalmente se torna um hábito que não pode ser abandonado (ver DTN, 324;….). CBASD, vol. 5, p. 414.

não será perdoada. Não porque Deus não esteja disposto a perdoar, mas porque quem comete este erro não deseja ser perdoado, e esse desejo é vitalmente necessário para o perdão. A pessoa prejudicou severamente sua linha de comunicação com o Céu, a fim de que não fosse mais incomodada com os chamados de advertência do Espírito Santo. CBASD, vol. 5, p. 414.

31-32 A noção do “pecado imperdoável” tem provocado ansiedade desnecessária. Qualquer que foi convencido de pecado pelo Espírito (Jo 16.8) e agora crê na verdade não pode ter cometido esse pecado. Bíblia de Genebra.

33 a árvore. Conforme torna evidente o contexto, Jesus de refere a Si mesmo. A cura do endemoniado cego e mudo (v. 22) foi o “fruto” e ninguém poderia negar que o “fruto” era “bom”. … Com frequência, o AT compara alguém, ou um povo, a uma árvore (ver com. de Jz 9:8-10; Sl 1:3; Is 56:3; Dn 4:10).[Ver tb. Jo 15:5-8.] CBASD, vol. 5, p. 415.

36-37 Na Bíblia, os pecados verbais tais como a mentira, a fofoca ou os insultos são condenados tão severamente como o adultério e o assassinato (5.22, 37; 2Co 12.20; 1Tm 1.10; Tg 3.6; Ap 21.8). Bíblia de Genebra.

36 frívola (ARA; NVI: “inútil”). Literalmente “que não trabalha”, “improdutiva”, “inútil” e, portanto, como neste caso, “perniciosa”. Ao acusarem a Cristo de expulsar demônios em nome do príncipe dos demônios (v. 24), os fariseus tinham mentido deliberadamente. CBASD, vol. 5, p. 415.

38 sinal. Tendo em vista o notável milagre que acabara de ser realizado (Mt 12:22, 23; DTN, 321), o pedido por um “sinal” (ver p. 204; ver com. de Lc. 2:12) não passava de um insulto. Indicava que o que acontecera não era um milagre  e insinuava sutilmente que Cristo ainda não tinha dado nenhuma evidência que atestasse suas pretensões sobrenaturais. CBASD, vol. 5, p. 416.

Para confirmar a obra de Jesus, haveria o maior portento de todos: Deus ressuscitaria a Seu Filho da sepultura, maior sinal do que aquele que serviu para a conversão de Nínive (39-41). Bíblia Shedd.

40 três dias e três noites. Incluindo pelo menos parte do primeiro e do terceiro dia, modo judaico comum de calcular o tempo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

grande peixe. A palavra grega não significa “baleia”, mas “criatura marítima”, i.e., algum grande peixe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 ninivitas. O “sinal do profeta Jonas” (v. 39) consistia não só do fato de ter saído de forma milagrosa do “ventre do grande peixe”, mas também de seu ministério exitoso entre o povo de Nínive, capital da antiga Assíria (ver DTN, 406). CBASD, vol. 5, p. 417

porque se arrependeram. …os ninivitas “se arrependeram” a despeito de Jonas não ter realizado milagres. Aceitaram sua mensagem pela autoridade que demonstrava, porque atingiu o coração deles (ver Jn 3:5-10).  CBASD, vol. 5, p. 417.

42 a rainha do Sul. Em 1Rs 10.1 é chamada rainha de Sabá, país a sudoeste da Arábia, agora chamado Iêmen. Bíblia de Estudo NVI Vida.

43-45 A menos que o Espírito Santo resida no coração, os espíritos ímpios podem entrar nele (Rm 8.9). Se as pessoas não se entregarem ao Rei cujo poder já experimentaram, seu estado final será pior do que se o reino nunca tivesse vindo (Hb 6.4-6). Bíblia de Genebra.

Esse conselho (v. 43-45) se aplica em especial àqueles que ouviram a mensagem do evangelho com prazer, mas não se entregaram ao Espírito Santo (DTN, 323). Estes ainda não tinham cometido o pecado imperdoável, e Jesus lhes advertiu a não fazê-lo… No caso de uma doença, as recaídas resultam numa condição bem mais grave do que a original. A força física, já diminuída em grande parte, torna-se impotente diante do renovado ataque da enfermidade. A recaída com frequência se deve ao fato de o paciente não perceber sua fraqueza física e confiar demais em si mesmo. Ao nos recuperarmos da doença do pecado, devemos confiar totalmente nos méritos e no poder de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 417.

44 vazia, arrumada e ornamentada. A condição da “casa”, isto é, a pessoa, restaurada à situação antes de o demônio se estabelecer ali. A religião cristã não consiste basicamente em se abster do mal, mas em aplicar a mente e a vida de forma inteligente e diligente ao que é bom. O cristianismo não é uma religião negativa que consiste de várias proibições, mas uma força positiva e construtiva para o bem. Não é suficiente que demônios, quer literais ou simbólicos, sejam expulsos do coração e da mente; o Espírito de Deus deve entrar na vida e ser posto no controle do pensamento e da conduta (ver 2Cr 6:16; Ef 2:22). Não é suficiente odiar o mal; devemos amar e cuidar do que é bom (ver Am 5:15; 2Ts 2:10; ver com. de Mt 6:24). … Essa parábola é uma advertência solene contra simples melhorias; não é suficiente evitar o mal, devemos ativamente buscar “as coisas lá do alto” (Cl 3:1, 2). CBASD, vol. 5, p. 418.

46 Sua mãe. Embora, sem dúvida, estivesse preocupada com seu filho, Maria tinha fé nEle, uma fé não compartilhada pelos irmãos de Jesus (ver Jo 7:5). Foi ideia deles, não dela, impedir que Cristo trabalhasse mais em favor do povo (ver DTN, 321). Esperavam que Ele se rendesse ao apelo persuasivo de Maria, pois não criam que Ele os ouviria (cf. DTN, 87). CBASD, vol. 5, p. 418

Seus irmãos. Os escritores do evangelho deixam claro que esses eram filhos de José de um casamento anterior. CBASD, vol. 5, p. 418.

48 quem é Minha mãe […]? Está claro que Jesus era dedicado à Sua mãe (ver Jo 19:26, 27). Seu ponto de vista do dever dos filhos para com os pais também é claramente apresentado claramente em Seus ensinos (ver Mc 7:9-13). O que Ele quer dizer com essa indagação é que mesmo aqueles mais íntimos e mais queridos para Ele não tinham o direito de interferir na Sua obra ou dizer como devia ser realizada (cf Mt 16:23; ver com. de Lc 2:49). CBASD, vol. 5, p. 419.

46-50 Jesus não tinha a mínima intenção de exaltar Sua mãe à posição de uma divindade. Bíblia Shedd.

50 Meu irmão. Jesus faz uma aplicação pessoal ao usar esses substantivos no singular. Todos os que reconhecem a Deus como Pai são membros de “toda família, tanto no Céu como sobre a terra” (Ef 3:15). Os laços que unem os cristãos ao Pai celestial e uns aos outros são mais fortes e verdadeiros, até que laços de sangue, e mais duradouros. Eis uma clara negativa de que os cristãos devam dar atenção especial a Maria (ver com. de Lc. 11:28). CBASD, vol. 5, p. 419.



MATEUS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de agosto de 2024, 0:45
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Como um dos sinais distintivos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a observância do quarto mandamento tem sido alvo de muitas discussões entre as demais denominações cristãs, que defendem a guarda do domingo, ignorando o fato de ser esta uma doutrina de origem pagã e que em nenhum lugar na Bíblia encontramos qualquer texto que autorize a mudança do dia de guarda. Desde o Éden, antes mesmo da queda do homem, o Senhor já havia estabelecido o sétimo dia como um memorial da criação, um dia de especial comunhão entre a criatura e o Criador. Um dia de descanso, de santificação e de bênção (Gn.2:1-3). Um dia de caminhar pela natureza e desfrutar dos frutos da terra, de ir à igreja e de fazer o bem a quem precisa, assim como Jesus nos deixou o exemplo, e com plena autoridade aplicou a Si o título de “Senhor do sábado” (v.8), como diz o mandamento: “Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus” (Êx.20:10).

O sábado havia se tornado um fardo, onde os líderes religiosos sacrificavam seus próprios irmãos no altar da condenação. Estavam sempre atentos a fim de manter o rígido cumprimento de suas normas humanas sabáticas, esquecendo-se que o quarto mandamento “foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27). “Misericórdia quero e não holocaustos” (v.7) deve ser o princípio norteador de toda a obediência. Quando isso não é praticado, corremos o sério risco de viver uma tradição legalista e farisaica, perdendo de vista o principal objetivo do sábado: a comunhão com o Criador e uns com os outros. A cura do homem da mão ressequida e todas as demais curas realizadas “em dia de sábado” (v.1) ilustram o desejo de Jesus de desfrutarmos de Seu dia especial de restauração e alegria. E isto “é lícito” (v.12), ou seja, está em conformidade com a Lei do Senhor do sábado.

Além de ter exemplificado a verdadeira observância do sétimo dia, Jesus também revelou o espírito humilde que deve reger a vida de todo servo de Deus. Ao pedir “que O não expusessem à publicidade” (v.16), Jesus não estava apenas preservando o Seu ministério de maiores perseguições, mas também de se igualar àqueles que O perseguiam. Os escribas e fariseus muito se orgulhavam de seus eloquentes discursos e de suas longas orações em lugares públicos. E o sábado havia se tornado o dia oficial para tais apresentações, de modo que o povo comum, principalmente os estrangeiros que habitavam entre eles, sentiam-se constrangidos e impelidos a permanecer em suas casas a fim de não incorrer na transgressão de alguma das inúmeras regras judaicas impostas para o sábado. Definitivamente, o sábado não era um dia alegre, mas havia se tornado uma penosa tradição.

O Senhor do sábado, Aquele que “fez o céu, e a terra, e o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11), também tem o poder de expulsar da vida humana os demônios que a afligem. Mas assim como foi acusado de transgredir a Lei que Ele mesmo estabeleceu na criação e entregou a Moisés no Sinai, também foi acusado de expulsar demônios “pelo poder de Belzebu” (v.24). Com a mesma autoridade e poder com que expulsou o dragão e seus anjos do Céu (Ap.12:9), Jesus libertava os cativos de Satanás “pelo Espírito de Deus” (v.28). Seu ministério consistia em libertar e salvar. O dos líderes religiosos, pelo menos em sua maioria, o de acusar e condenar. É nesse ponto que necessitamos de todo o cuidado e exame pessoal a fim de não incorrermos no pecado da “blasfêmia contra o Espírito” e nem em “falar contra o Espírito Santo” (v.31, 32).

O pecado contra o Espírito Santo consiste em ter o coração endurecido de tal maneira a apontar as obras de Deus como se fossem obras do maligno e a tomar uma distância tão grande do Senhor a ponto de não mais ouvir a voz do Espírito. E se não conseguimos ouvir “o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.3:22), como, pois, haverá arrependimento e necessidade de um Salvador que redime? Em um mundo materialista onde coisas valem mais do que pessoas, estamos sendo sacudidos por inúmeras tragédias que têm despertado muitos a rever os seus conceitos. E são estes que estão caindo em si, que, olhando para Jesus encontram nEle a verdadeira liberdade e o prazer que há na obediência motivada pelo amor. Desta forma, o sábado torna-se um dia de alegria e de esperança, e as obras do Espírito são reconhecidas e aceitas.

Jesus nos convida a experimentarmos tal comunhão diária com Ele de modo que nossa boca manifeste que nosso coração está cheio do Seu Espírito. E Ele nos deixou um sinal semanal de Sua bondade e amor: “Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica” (Ez.20:12). Que seja feita a vontade do Pai celeste em nossa vida (v.50), e faremos parte da família de Jesus, que muito em breve estará para sempre adorando o Senhor “de um sábado a outro” (Is.66:23).

Senhor do sábado, Criador do céu e da terra, que o verdadeiro entendimento da Tua Palavra ilumine a nossa mente a fim de que nossa vida seja uma árvore boa que dá bons frutos. Quão preciosa é a Tua verdade, que nos liberta e santifica! Humildemente clamamos por Teu perdão e para que Teu Espírito nos purifique e nos guie até que possamos Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, árvores boas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 12 – Tendo como propósito revelar Jesus à mentalidade judaica, Mateus O apresenta enfrentando várias críticas e acusações dos líderes religiosos e fariseus.

• Os fariseus acusaram Jesus e Seus discípulos de transgredirem o sábado. Contudo, Jesus nunca aceitou tal constatação infundada; Ele refuta com argumentos solidamente bíblicos, explicando Suas ações e as ações de Seus discípulos, posicionando-Se como Senhor do sábado, afirmando Sua autoridade divina e real como Legislador. Ele também provou Ser o Criador restaurando a mão atrofiada de um indivíduo ali presente (Mateus 12:1-14).

• Os líderes religiosos acusaram Jesus de usar poder demoníaco (Mateus 12:22-32). Jesus nunca aceitou tal afirmação falsa. Ele afirmou expulsar demônios pelo poder do Espírito de Deus, não pelo poder do Diabo, evidenciando a chegada do Reino de Deus. Diante disso, Cristo alerta sobre a blasfêmia contra o Espírito Santo, que não será perdoada, sublinhando a gravidade de atribuir as obras do Espírito a Satanás.

• Alguns escribas e fariseus pediram um sinal milagroso para que Jesus provasse Sua autoridade (Mateus 12:38-42). Mas, Jesus chama essa geração má e adúltera por buscar um sinal e declara que o único sinal dado seria do profeta Jonas. Ele estava comparando Sua futura morte e ressurreição com os três dias e três noites de Jonas no ventre do grande peixe. Jesus menciona os ninivitas que se arrependeram com a pregação de Jonas e a rainha do sul que foi ouvir a sabedoria do Rei Salomão, afirmando que Um maior do que Jonas e Salomão estava ali, condenando a incredulidade deles.

Jesus não perde tempo com os críticos. Ele afastou-Se deles em Mateus 12:15 indo atender àqueles que lhe abriam o coração e O deixavam restaurar integralmente. Seu ministério não seria de rebelião, revolta e alvoroço, mas tranquilo (Mateus 12:15-21).

Jesus revela a estupidez humana ao condenar e acusar. Desta forma, os acusadores que pensam estarem condenando, é que serão condenados (Mateus 12:33-36).

Aqueles que realmente fazem a vontade de Deus Pai, tornam-se familiares de Jesus (Mateus 12:46-50). Ser membro da família celestial significa ser adotado por Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Mais uma vez notamos a Trindade envolvida na restauração da humanidade.

Cuidemos para que nossos conceitos e preconceitos não nos atrapalhem de pertencer à família de Jesus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.