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654 palavras
1 Calai-vos. Deus ordena aos povos de terras distantes a ouvir em silêncio Sua voz (sobre o contexto, ver com. de Is 40:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 260.
2 O justo (ARC). Isto é, Ciro (ver com. [CBASD] de Is 44:28; 45:1), rei da Pérsia, que destruiu o império babilônico e libertou os judeus (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-4; 5:13-15; 6:3-5). Deus suscitou Ciro em “justiça”, para reconstruir a cidade de Jerusalém e libertar os cativos (Is 45:13). Ciro era u.m símbolo de Cristo, que também foi chamado “em justiça” (Is 42:6) e cuja tarefa era “proclamar libertação aos cativos” (Is 61:1). Assim como Ciro derrotou a antiga Babilônia, também Cristo derrotará a Babilônia mística (Ap 16:19; 17:1, 5; 18:2, 21). Ciro foi muito honrado na Antiguidade como homem íntegro e corajoso, e singular entre os antigos conquistadores do Oriente por seu elevado caráter e pela justiça e sabedoria de seus decretos. CBASD, vol. 4, p. 260.
6 Um ao outro ajudou. Numa tentativa de deter as conquistas de Curo, as nações se consultavam entre si. Lídia fez aliança contra o Egito e Babilônia contra Ciro. CBASD, vol. 4, p. 261.
10 Não temas. Nos dias de Isaías, havia muitos motivos para temer. O reino do norte havia sido destruído pelo poderio militar da Assíria, e parecia que Judá não resistiria mais. O povo precisava de uma mensagem de conforto e esperança, e Isaías buscava inspirá-lo com coragem e ânimo (ver Is 40:1, 2; 42:13, 14; 43:5; 44:2). CBASD, vol. 4, p. 262.
Eu sou contigo. Nos dias de Isaías, os judeus necessitavam da promessa implícita no nome Emanuel (ver com. [CBASD] de Is 7:14 [Do heb. ‘Immanu ‘El, literalmente, “Deus conosco”, que significa “Deus {está} conosco”, como o contexto torna claro, para livrar Israel de seus inimigos]), de que Deus estaria com eles. CBASD, vol. 4, p. 262.
11 Envergonhados e confundidos. Esta promessa se cumpriu de forma impressionante com a destruição do exército de Senaqueribe. Aquele que luta contra o povo de Deus, luta contra o próprio Deus. CBASD, vol. 4, p. 262.
13 Eu […] te tomo pela tua mão direita. Um sinal de acordo e amizade (ver com. [CBASD] de Am 3:3). Neste caso, é um sinal da aliança. Israel pertencia a Deus e desfrutava da direção, força e proteção divinas. CBASD, vol. 4, p. 262.
14 Ó vermezinho de Jacó. Deus relembra ao povo de Israel que ele não tem valor ou força em sia mesmo. Sem Deus ele era fraco, desvalido e insignificante, prontos a ser desprezado e pisado (ver Jó 25:6; Sl 22:6). CBASD, vol. 4, p. 262.
O teu Redentor. Isaías, com frequência apresenta Deus como seu redentor (Jó 19:25). CBASD, vol. 4, p. 262.
18 Tornarei o deserto em açudes de águas. Com frequência, Isaías descreve as regiões da terra não alcançadas pelas bênçãos do evangelho como lugares secos e áridos que necessitam da refrescante graça divina (Is 12:3; 35:6, 7; 43:19, 20; 44:3). […] Cristo é a água da vida para um mundo sedento (Jo 4:14, 15; 7:37; ver Ap 22:1-3; cf. Zc 13:1). Também é verdade que este mundo outrora belo tem em muitos lugares se tornado um deserto. CBASD, vol. 4, p. 263.
19 Buxo. Provavelmente o cipreste do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 263.
21 Apresentai a vossa demanda. Deus desafio os adores dos falsos deuses a apresentar evidências convincentes do poder desses deuses. Nesta passagem (v. 21-26), propõe-se a habilidade de prever o futuro como uma prova do poder divino. CBASD, vol. 4, p. 263.
22 As coisas futuras. Deus […] conhece o futuro e o passado. Satanás sabe algo do que está por vir, mas o que sabe é resultado do que Deus revelou. Ele também pode prever, em parte, o caminho que tomará o homem que está sob seu controle. Mas somente Deus pode realmente predizer o futuro. CBASD, vol. 4, p. 263, 264.
25 Do norte. Ciro é representado avançando desde o norte e o leste. Babilônia estava ao leste de Judá; mas, na Palestina, entrava-se desde a Mesopotâmia pelo norte, próximo a Carquemis, no braço do Eufrates. Por essa razão, com frequência se relaciona Babilônia ou Assíria ao norte (ver com. [CBASD] de Jr 1:14; 3:18; 4:6; etc.). CBASD, vol. 4, p. 264.
Ele invocará o Meu nome. Fica claro que, pelo menos em parte, Ciro conhecia o Deus do Céu (ver 2Cr 36:23; Ed 1:2). CBASD, vol. 4, p. 264.
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“Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (v.10).
Isaías foi privilegiado ao receber do Céu várias promessas referentes à vinda do Messias. Seus escritos foram entregues a Israel como um mapa de um tesouro a ser compartilhado com todas as nações. “Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência” (v.4) entregou a Israel “as chaves do reino dos céus” (Mt.16:19) a fim de que cumprissem o propósito de sua eleição: “Os países do mar viram isto e temeram, os fins da Terra tremeram, aproximaram-se e vieram. Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte” (v.5-6).
Apesar das recorrentes fases de rebeldia do povo de Deus e das disciplinas aplicadas através de nações inimigas, também era sempre recorrente a manifestação da misericórdia divina. A peregrinação no deserto durou 40 anos. O cativeiro babilônico durou 70 anos. Ou seja, a correção é necessária, mas é temporária. O calendário de Deus é infalível e perfeito. Para nós, talvez seja fácil pensar que Isaías foi privilegiado pelas verdades que recebeu, mas é provável que para ele não tenha sido fácil lidar com a realidade de que o seu Redentor não viria em seus dias. E para o povo, a expectativa de um futuro cativeiro não era nada animadora.
O Senhor desejava ensinar ao Seu profeta e ao Seu povo que a fonte da renovação das forças está em não largar de Sua mão. A confiança em Deus nos liberta de nossas ansiedades e emoções má administradas e abre os nossos ouvidos às palavras de ânimo e consolo: “Porque Eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que Eu te ajudo” (v.13). Imagino o profeta com os olhos marejados e o coração repleto de ternura ao receber e escrever estas palavras. Assim como Isaías conhecia as profecias e sinais, mas não conhecia o tempo da primeira visitação de Cristo, também conhecemos as profecias e sinais que apontam para o Seu segundo advento, mas também não sabemos quando Ele virá.
Até lá, como Isaías, temos uma missão a cumprir: Relatar “as profecias anteriores” (v.22), de como elas se cumpriram conforme a Palavra do Senhor e então anunciar “as coisas que ainda hão de vir” (v.23). Que momentos difíceis estamos vivendo, amados! Eu confesso que estou exausta! Exausta de mim mesma e “de todas as abominações que se cometem” (Ez.9:4). Creio estarmos experimentando as primeiras gotas do tempo de angústia. Mas nós servimos ao Santo de Israel, que tem todo o poder sobre o curso da história e que deseja fazer de mim e de você “um mensageiro de boas-novas” (v.27).
Consolemos uns aos outros com as palavras do Senhor: “Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; Eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (v.14) […] “tu te alegrarás no Senhor e te gloriarás no Santo de Israel” (v.16) […] “Eu, o Senhor, os ouvirei, Eu, o Deus de Israel, não os desampararei” (v.17) […] “tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (v.18) […] “para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (v.20).
O nosso Redentor e Criador logo virá! Ele prometeu e Ele não mente! Que o cumprimento das profecias e sinais adventistas provoquem em nós a reação descrita por Jesus: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28).
Santo de Israel, como agradecer por Tua graça e bondade, que constantemente nos chamam ao arrependimento e nos oferecem uma vida renovada? Concede-nos o Espírito Santo para que sejamos como Abraão, Teu amigo (v.8)! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amparados pelo Deus de Israel!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías41 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 41 – Em um mundo descontrolado, e para uma sociedade em caos, Deus Se apresenta como o Senhor que controla eventos desde o princípio. Ele está presente desde as primeiras gerações.
Diante disso, a ilhas testemunham Seu poder e tremem; os confins da Terra se aproximam para o julgamento. Contudo, tudo visa o encorajamento do povo, que é servo escolhido por Ele. O próprio Deus assegura Sua presença, força e auxílio ao Seu insignificante povo, e profere promessas de humilhação aos inimigos dos fiéis (Isaías 41:1-10).
Aqueles que se opõem a Deus e ao Seu povo serão reduzidos a nada, os adversários do bem e da verdade serão aniquilados. Enquanto isso, Deus segura Seu povo pela mão direita, oferecendo auxílio e encorajamento para Seu povo não temer; pois, Deus é o seu Redentor que traz libertação e satisfação (Isaías 41:10-16).
Deus atende aos necessitados, pois Ele pode até mesmo reverter o deserto em um lugar fértil. Além disso, Ele revela Sua autoria na criação da natureza: Sua mão fez todas as coisas. Em contrapartida, quaisquer outros deuses ou ídolos são ineficazes e suas obras são inexistentes. Eles são alvos da condenação de Deus, e nada podem fazer para livrar-se e nem livrar aos seus fervorosos adeptos, defensores (Isaías 41:17-24).
Já que a religião alheia ao Deus verdadeiro é falsa, e cujos objetos de adoração são imprestáveis, o próprio Deus verdadeiro anuncia eventos e envia um mensageiro de boas novas vindo de Jerusalém (Isaías 41:25-29).
Isaías 41:27 revela não apenas a interação histórica entre Deus e Israel na frase “desde o princípio eu disse a Sião: ‘Veja, estas coisas acontecendo!’”, mas aponta para a esperança messiânica e a fidelidade contínua de Deus em cumprir Suas promessas:
• “A Jerusalém Eu darei”: O próprio Deus faz a promessa. Ele mesmo a cumprirá.
• “Um Mensageiro”: Aponta para a vinda de alguém com informações importantes.
• “Boas novas”: Esta expressão está frequentemente associada à salvação e restauração.
Jesus é o Mensageiro-Mor de Deus aos pecadores desolados que não apenas traz mensagens de salvação, mas Se torna o Redentor de toda a humanidade sofredora. Somente a vinda do Messias trouxe consolo real e redenção total, da qual tanto carecemos! Devemos ouvir as boas novas/evangelho e sermos receptivos à Sua obra redentora! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/40
“Como pastor ele cuida de seu rebanho. . .”
Vinte e sete anos atrás, eu era uma nova mãe com meu primeiro filho. Isaías 40 falou-me do terno cuidado de Deus. Fiquei surpresa que Ele zela por nós com a mesma atenção com que zela pelo meu filho.
“…com o braço Ele ajunta os cordeiros e os carrega no colo.”
Meu filho mais velho nasceu com paralisia cerebral. Enquanto a maioria das crianças estavam correndo e brincando, meu filho não conseguia andar. Meu marido ou eu o carregávamos para todos os lugares. Isaías 40 me assegurou que Deus nunca nos deixa para trás. Ele nos pega e nos carrega perto de Seu coração.
“E conduz com cuidado as ovelhas que amamentam suas crias.”
Eu estava exausta. A terapia e as consultas médicas eram intermináveis. E sempre tinha mais alongamentos, mais exercícios que eu poderia fazer com o nosso filho em casa para ajudá-lo. Sentia que nunca poderia fazer o suficiente. Isaías 40 me lembrou que Deus estava cuidando gentilmente de mim. Ele conhecia a minha exaustão.
Em nosso mundo, pais amorosos morrem. Um cônjuge vai embora ou sucumbe ao câncer. Uma criança morre em um acidente de carro.
“Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças.”
“Eles correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.”
Susan Menzmer
Dona de casa / Professora de educação domiciliar
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/40
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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850 palavras
1 Consolai o Meu povo. Este capítulo dá início à terceira e última parte do livro de Isaías […]. Em muitos aspectos, os cap. 40 a 66 constituem a parte mais importante da profecia de Isaías. Os cap. 1 a 35 consistem em grande parte de uma série de repreensões contra a transgressão e pronunciamento de juízos futuros. Os cap. 36 a 39 relatam a invasão de Senaqueribe, a enfermidade e recuperação de Ezequias e a visita dos enviados de Babilônia. Nos capítulos seguintes, a mensagem do profeta é totalmente diferente tanto no conteúdo quanto no estilo. Pronunciamentos de juízos e destruição ficam em sua maioria no passado, e o restante do livro fala das promessas do derramamento da graça de Deus sobre os justos. Em geral, considera-se que os cap. 40 a 66 são o motivo de Isaías ser chamado de “profeta do evangelho”. Aqui, em linguagem sublime e inspirada, Isaías apresenta o futuro glorioso de Israel como o “servo”fiel de Deus, a libertação em relação a todos os inimigos, a vinda do Messias e o estabelecimento do reino messiânico. A mente do profeta visualiza o tempo quando Deus terá compaixão de eu povo e lhe concederá as bênçãos da justiça e da paz. Nesta seção, há muitas predições a respeito do Messias. Seu caráter e ministério, a vida e o serviço abnegado e Sua morte. Descreve-se o crescimento da igreja e a participação dos gentios. Também há descrições fascinantes da Terra restaurada à paz e beleza edênicas. Israel, isto é, o povo de Judá (visto que o reino do norte não existia mais), é visto como o povo escolhido de Deus. Seu “servo”, eu “escolhido”, em quem Deus de compraz (Is 42:1). A ameaça da Assíria, o principal inimigo de Judá, nos cap. 1 a 39, ficou no passado, ao menos em grande parte; e, por meio do profeta Isaías, Deus prepara Seu povo para uma calamidade ainda maior: o cativeiro babilônico um século mais tarde. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 254.
3 Preparai. Era propósito de Deus, que com a libertação do cativeiro babilônico, Israel como nação se esforçasse ao máximo para se preparar e preparar as nações vizinhas para a vinda do Messias. Um glorioso futuro aguardava a nação, pois o programa divino seguiria aceleradamente e sem interrupções até que o Messias surgisse e Seu reino eterno fosse estabelecido ver p. 16, 17 [CBASD, vol. 4]). O processo de preparo alcançaria o clímax na vida e no ministério de João Batista, a cuja obra se referem estas palavras (ver com. [CBASD] de Mt 3:3). Do mesmo modo, é privilégio da igreja, no presente, preparar o caminho do Senhor, para que volte à Terra com poder e glória. Assim, como no caso do Israel antigo, esta obra de preparação é dupla, e consiste primeiramente de uma transformação de caráter e, em segundo lugar, da proclamação do evangelho a toda a humanidade (comparar com Is 62:10-12; Ml 3:2). CBASD, vol. 4, p. 254, 255.
8 A palavra de nosso Deus. A vontade revelada de Deus constitui o alimento espiritual com o qual o ser humano subsistirá (Mt 4:4; Jo 6:48-63). A verdade nunca muda, pois o Seu autor é “o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13:8, ARC). Aqueles que vão a Ele em busca de alimento para a alma jamais terão fome (Jo 6:35) ou sede (Jo 4:14). CBASD, vol. 4, p. 255.
12 Quem na concha de Sua mão mediu. A descrição sublime que Isaías apresenta da sabedoria, do poder e da majestade eterna de Deus não tem paralelo (ver Jó 38:4-37). […] É nosso privilégio confiar num Deus grandioso sábio e bom. Toda Sua sabedoria e poder estão à disposição dos que creem e confiam nEle (comparar com Is 57:15; ver DTN, 827). CBASD, vol. 4, p. 256.
30 Os jovens. Jovens no ápice do vigor ficam fracos e exaustos; mesmo pessoas no começo da vida alcançam um ponto em que lhes faltam as forças. Muitas lutas são perdidas por causa da debilidade do corpo e do espírito, esmo da parte do mais fortes. CBASD, vol. 4, p. 258.
31 Os que esperam no SENHOR. Isto é, buscam o Senhor com sinceridade e humildade por sabedoria e força, e esperam com paciência Sua direção (ver com. [CBASD] de Is 30:21; cf. 57:15). CBASD, vol. 4, p. 258.
Renovam as suas forças. A vida cristã é um processo constante de receber e dar a Deus. A força aumenta no serviço ao Mestre (cf. Mc 5:30), mas sempre há novos suprimentos de graça e vitalidade da parte dAquele que nunca Se cansa. A pessoa que não recebe continuamente força de Deus logo se encontrará num estado em que será incapaz de servi-Lo (ver DTN, 827). CBASD, vol. 4, p. 258.
Como águias. Uma bela visão da natureza é a de uma águia planando no céu, cada vez mais alto, sem esforço aparente. Do mesmo modo, o filho de Deus que recebe força do alto é capaz de ir sempre adiante e para cima, conquistando novas alturas (ver Sl 103:5). Dia após dia é privilégio do cristão seguir, mediante a graça, de vitória em vitória (ver 1Co 15:57; 2Co 2:14; Ed 18; DTN, 679). A força divina é recebida progressivamente, e o progresso é constante. Surgem metas cada vez mais elevadas, e finalmente o cristão conquista “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:14). CBASD, vol. 4, p. 258.
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“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (v.31).
A vinda do Messias era o evento mais aguardado pelos judeus. Eles almejavam um Libertador. Alguém que os livrasse do jugo romano e estabelecesse um reino inabalável. Mas a esperança que lhes enchia o coração estava assentada sobre alicerce terreno e exclusivista. Falando ao coração do Seu povo (v.2), o Senhor o livraria do cativeiro babilônico e o conduziria ao cumprimento da promessa: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (v.3).
João Batista não foi somente esta voz, como também “muito mais que profeta” (Mt.11:9). Aquele homem que, em sua época, era visto como um “lunático” do deserto, foi considerado pelo próprio Jesus como o maior ser humano que já pisou nesta terra: “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista” (Mt.11:11). Sua vida foi uma manifestação completa da vontade de Deus. Ele comia diferente do mundo, se vestia diferente do mundo (Mt.3:4), falava diferente do mundo e tinha uma mensagem urgente para pregar aos seus contemporâneos (Mt.3:11). Mas a profecia do verso 3 vai muito além de João Batista e alcança os nossos dias.
Dentro de pouco tempo, “a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse” (v.5). Você compreende esta verdade futura? Mas, antes de qualquer coisa, você precisa compreender a verdade presente. A missão do povo de Deus era a de ser um canal de bênçãos para difundir “a palavra de nosso Deus” (v.8) a todos. No entanto, a missão de apregoar a verdade da primeira vinda do Messias foi desprezada devido a visão egoísta e limitada pela ambição de um reino terreno que subjugasse as demais nações.
Hoje, temos uma verdade presente “para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Como João Batista, temos em nossas mãos uma mensagem de juízo e de arrependimento. E, como ele, somos chamados a nos vestir diferente, a comer diferente, a falar diferente, dando testemunho de Jesus, assim como fez o profeta messiânico, “para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17).
O mundo não precisa de um povo que vive uma hipocrisia e que despreza quem não faz parte de seu conceito farisaico de religião, porque os judeus fizeram isso muito bem, rejeitando o que verdadeiramente importava: anunciar as boas-novas da salvação (v.9). O mundo precisa de homens e mulheres que se levantem revestidos pelo poder do Espírito Santo e que clamem com a voz e com a vida: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2). O mundo necessita de um povo que vive por preceito e por exemplo a Palavra que “permanece eternamente” (v.8). De cristãos genuínos, que façam jus ao seu nome, assim como em Antioquia ficaram conhecidos por sua experiência (At.11:26). Cristãos que vivam intensamente o evangelho que dizem acreditar, recebendo do Senhor toda a instrução, sabedoria e entendimento (v.14), sendo guiados pelo bom Pastor (v.11) de forma segura até à recompensa prometida (v.10).
“Levantai ao alto os olhos e vede” (v.26). Eis que a nossa redenção se aproxima! “Consolai, consolai o Meu povo, diz o vosso Deus” (v.1). Anunciemos as boas-novas! Ergamos a “voz fortemente”! (v.9). Esperemos no Senhor, servos do Altíssimo, e nossas forças continuarão sendo renovadas (v.29) e como águias voaremos (v.31) espalhando pela “redondeza da Terra” (v.22) a mensagem de esperança, na certeza de que em breve, pela graça de Cristo Jesus, subiremos para Casa do Pai!
Senhor, não queremos ser cristãos apenas de nome, nem tampouco legalistas. Queremos ter uma experiência real e diária Contigo, crescendo em graça e sabedoria mediante o poder renovador e restaurador do Espírito Santo! Enche-nos do Teu amor até que este transborde através de uma vida de voluntária obediência! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mensageiros da verdade presente!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías40 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 40 – Mais que composição literária do profeta Isaías, este texto é uma obra teológica que transcende as eras. Sua poesia profética, retórica poderosa e ênfase na soberania divina convergem para criar uma mensagem que ressoa no coração daqueles que buscam significado e esperança.
Em cada verso encontramos uma chamada para consolação, uma proclamação urgente e certeza de que, em meio às adversidades, a soberania divina permanece inabalável. A mensagem ainda ecoa aos nossos ouvidos, convidando-nos a preparar o caminho para o Senhor e confiar na soberania dAquele que é eterno e infinitamente poderoso.
Assim, Isaías inicia a uma seção que muitos chamam de “O Livro da Consolação”. O primeiro capítulo proporciona consolo e esperança, alcançando as almas sedentas por conforto. Desta forma, a obra de Isaías não é meramente um conjunto de palavras; é um cântico profético que transcende o terreno, transportando-nos ao âmago da esperança divina.
A poesia profética de Isaías não é mera ornamentação linguística; é um eco do coração compassivo de Deus, envolvendo-nos na promessa de consolo em meio às tribulações que enfrentamos no mundo (Isaías 40:1-2).
• Devido à rebelião contínua a punição deveria ser de sete vezes mais, mas Deus a reduziu a duas, fruto da Sua graça (Levítico 26:18).
Nos versículos 3 a 5, a retórica não é apenas uma ferramenta literária; é uma proclamação que ecoa como trovões nos corações daqueles que a ouvem. A imagem da voz clamando no deserto não é meramente uma figura poética; é uma chamada urgente para preparar o caminho do Senhor. Essa retórica poderosa não apenas desenha um quadro vívido, mas também convoca a uma ação imediata. A voz que ressoa no deserto é a voz da urgência divina, uma retórica que desperta corações e orienta almas para a preparação do caminho do Senhor.
A grandiosa ênfase em Deus como Soberano sobre tudo permeia o capítulo. A poesia profética e a retórica poderosa convergem para proclamar a soberania divina sobre a história humana. Em meio à efemeridade da existência humana, o profeta aponta para a eternidade do Criador (Isaías 40:6-31).
Em destaque, Isaías 40:8 é uma pérola teológica oferecendo uma imagem poderosa da transitoriedade da criação em contraste com a eternidade das palavras do Criador; diante disso, reavivemo-nos em Sua Palavra! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/39
Você já fez algo estúpido? Nesse caso, é importante saber a distinção entre fazer estupidez e ser estúpido. Todos nós fazemos coisas estúpidas. E muito poucos de nós somos estúpidos.
Para Ezequias, ele fez uma estupidez quando acabara de se recuperar de uma doença mortal. Ele estava feliz, tonto, animado. Ele se sentia invencível. E se você e eu olharmos para a nossa própria vida, é justamente nesses momentos que temos maior probabilidade de fazer coisas estúpidas.
Quanto ao nosso bom rei, ele se exibiu. É isso que fazem os homens que se sentem invencíveis. Essa é a queda típica que é resultado do espírito altivo notório.
O que acontece depois de agir de maneira estúpida tem muito a ver com permanecermos fiéis a Deus.
O que Ezequias disse, depois que seu erro foi claramente exposto, foi “Boa é a palavra do Senhor”. Isaías 39:8.
Eu sei que muitas pessoas reagem de maneira diferente. Eles odeiam os versículos ou passagens que apontam seu mau comportamento. Eles se ressentem das pessoas que compartilham essas citações. Eles se ressentem dos pais que ajudaram a compartilhar o conselho de Deus. Eles também não gostam do profeta.
Mas seria mais sábio imitar o bom rei Ezequias e dizer: “Boa é a palavra do Senhor”. Aceitar e amar o conselho de Deus é como agir fielmente após agir estupidamente.
Eugene W. Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em Bangladesh
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/39
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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Ler tb 2Rs 20.
1 Merodaque-Baladã. Este nome é comum nas inscrições Assírias de Sargão e Senaqueribe. Merodaque-Baladã … foi rei da Babilônia de 721 a 709 a.C., e novamente por um curto período em 703. … Como Ezequias tinha resistido a Senaqueribe de forma tão decidida, Merodaque-Baladã o considerou um aliado poderoso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 251.
2 Ezequias se agradou. Ele se envaideceu com essa inesperada atenção de um rei de Babilônia, e ficou feliz com o interesse de outros em resistir à Assíria. Portanto, Ezequias recebeu bem os enviados babilônios como aliados e amigos, sem imaginar que em pouco tempo, Babilônia tomaria o lugar da Assíria como o grande poder do Oriente e que um de seus reis conquistaria Judá. CBASD, vol. 4, p. 251.
Ezequias, se sentindo honrado com sua atenção e talvez sentindo simpatia com seu propósito (de derrotar a Assíria) mostrou aos enviados babilônicos os seus tesouros. Mas Isaías advertiu o rei para não confiar em Babilônia. Life Application Study Bible Kingsway.
Mostrou aos mensageiros a casa. Sobre a tolice de Ezequias em fazer isso, ver com. de 2Rs 20:13. CBASD, vol. 4, p. 251.
4 Que viram … ? Ver com. de 2Rs 20:15. Salomão tinha previsto o tempo quando pessoas chegariam de terras distantes para aprender sobre o Deus de Israel (1Rs 8:41-43; ver também p. 15, 6). A falha em aproveitar a oportunidade de testemunhar do verdadeiro Deus mostrou a ingratidão de Ezequias pela bênção de ter sua saúde restaurada (Is 38: 1, 9). CBASD, vol. 4, p. 252.
4-7 O que havia de mal em mostrar tudo aos Babilônios? Ezequias falhou em não prever que Babilônia se tornaria a próxima ameaça, e que eles, e não os assírios, conquistariam a cidade. Quando Isaías disse a ele que Babilônia iria um dia levaria tudo embora, esta foi uma profecia surpreendente porque Babilônia estava lutando pela independência contra a Assíria. A auto-satisfação de Ezequias em mostrar seus tesouros terrenos trouxe suas consequências (2Rs 25; Dn 1: 1, 2). Sua resposta (39:8) pode ter sido de pouca visão [e egoísta] , mas ela estava simplesmente mostrando gratidão pela bênção divina de que paz reinaria durante seu tempo de vida e porque o julgamento de Deus não foi mais severo. Life Application Study Bible Kingsway. [ver tb com. CBASD de 2Rs 20:19).
Ezequias, um dos reis mais fiéis de Judá, trabalho duro em seu reinado para banir a adoração aos ídolos e purificar a adoração ao verdadeiro Deus e no templo de Jerusalém. No entanto, ele sabia que seu reino não era puro. Poderosas correntes obscuras do mal atraíam a destruição e somente a intervenção miraculosa de Deus preservava Judá da destruição pelos seus inimigos. Aqui, Ezequias se mostrava grato porque Deus preservaria a paz durante o seu reinado. Tão logo Ezequias morreu, a nação se precipitou de volta aos seus caminhos pecaminosos sob a liderança do filho de Ezequias, Manassés. Ele reconstruiu os centros de idolatria que seu pai destruiu. Life Application Study Bible Kingsway.
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“Então, disse Ezequias a Isaías: Boa é a palavra do Senhor que disseste. Pois pensava: Haverá paz e segurança em meus dias” (v.8).
Em um curto período de tempo, Ezequias atravessou um mar de turbulências e experimentou a calmaria através da intervenção do Senhor na segurança do reino e em sua saúde. “Nesse tempo” (v.1), Ezequias recebeu não mais uma carta de ameaças, mas “cartas e um presente” (v.1) de um suposto aliado de “uma terra longínqua” (v.3). Tendo notícias de que Ezequias “estivera doente e já tinha convalescido” (v.1), o rei da Babilônia enviou seus mensageiros a fim de se inteirar da situação. A Bíblia diz que “Ezequias se agradou disso e mostrou aos mensageiros a casa do seu tesouro”, e que “nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias não lhes mostrasse” (v.2).
Aquela agradável visita, porém, sinalizou a terrível crise que se daria no futuro. Percebam que a intenção de Merodaque-Baladã não era de obter relatório real dos tesouros de Judá, mas obter conhecimento da fonte da cura. Como se deu a cura de Ezequias? Era muito provável que aquela enfermidade já tivesse atingido muitos em Babilônia e que nenhuma das poções e tratamentos fomentados pelos magos e curandeiros caldeus houvesse obtido êxito. Quem sabe Ezequias até tenha mencionado aos mensageiros sobre o emplasto de pasta de figos, e pensado que bastava mostrar um reino próspero e bem ordenado para se subentender que tudo aquilo provinha das mãos do Criador. Aquele que antes havia se humilhado diante do Senhor foi tomado pelo orgulho e pelo egoísmo que o impediram de iluminar aqueles mensageiros com a glória de Deus.
A pergunta do profeta é dirigida hoje a cada crente: “Que viram em tua casa?” (v.4). Conforme as profecias apocalípticas, existe uma Babilônia espiritual, uma condição de decadência espiritual dada a atual conjuntura. O mundo está enfermo e padece diante das inúmeras mazelas de milênios de pecado. E o Senhor concedeu ao Seu povo dos últimos dias uma mensagem de esperança e salvação a fim de que muitos possam ouvir o Seu apelo: “Caiu, caiu a grande Babilônia… Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:2 e 4). Mas o que o mundo tem visto em nossas casas e em nossas igrejas? Apenas prosperidade física e material, ou a irrefutável manifestação do poder do Espírito Santo?
Diante de uma geração prestes a enfrentar um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1), parece que, como Ezequias, estamos tranquilos pensando: “Haverá paz e segurança em meus dias” (v.8) e prosseguimos divulgando e nos agradando do que é terreno e passageiro. Mas a boa Palavra do Senhor é aquela que nos adverte e desperta: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3).
A luz de que o mundo necessita não é a que se reflete nos mármores de igrejas e de casas bem ornadas. A luz de que o mundo necessita é a que provém do “assim diz o Senhor”, pois que o cumprimento da profecia está bem diante dos nossos olhos: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am.8:11).
Quando impressionados diante da beleza do templo de Jerusalém, os discípulos declararam: “Mestre! Que pedras, que construções!” (Mc.13:1). Mas Jesus lhes respondeu: “Vês estas construções? Não ficará pedra sobre pedra, que não seja derribada” (Mc.13:2). E foi este diálogo que precedeu o Seu sermão profético. Se a prosperidade nesta Terra tem precedido o lugar que só é devido a Deus e tem ocupado o tempo que deveria ser investido em pregar o evangelho eterno, o Senhor nos convida hoje a rever as nossas prioridades e seguir a Sua ordem: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).
Façamos parte da geração que pregará “este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Senhor, neste novo ano que se inicia, queremos ser Teus instrumentos pregando o evangelho como nunca antes. Mas para que isso seja real e poderoso, necessitamos do Teu Espírito Santo. Dá-nos Teu Espírito, Pai! Capacita-nos para apressar o segundo advento do nosso Redentor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia e feliz Ano Novo, atalaias de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías39 #RPSP
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