Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 38 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de maio de 2024, 0:45
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Com origem e identidade desconhecidas, Gogue e Magogue aparecem nas profecias como um símbolo de inimigos que viriam contra Israel em sua restauração após o cativeiro. No entanto, “Gogue, da terra de Magogue, príncipe de Rôs” (v.2) foi apresentado como um inimigo antigo que voltaria com o objetivo de assolar o povo de Deus. Considerando a condição pacífica de Israel como uma terra desprotegida, “sem muros” (v.11), era seu “mau desígnio” (v.10) tomar para si a possessão do povo. Acompanhado de “muitos povos”, compondo uma “grande multidão e poderoso exército”, Gogue subiria contra Israel, “como nuvem, para cobrir a terra” (v.16).

O que eles não esperavam é que teriam de se deparar com o invencível Comandante de Israel, que logo deixou claro o Seu direito de posse sobre o povo e sobre a terra: “subirás contra o Meu povo de Israel […] contra a Minha terra” (v.16). A grande indignação do Senhor frente a esta ameaça contra os filhos do Seu povo e considerando o mistério sobre a origem desta milícia inimiga, dá a impressão de que, rasgadas as cortinas do tempo, estamos diante de uma profecia apocalíptica. Após o milênio, por pouco tempo “solto da sua prisão” (Ap.20:7), Satanás “sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar” (Ap.20:8).

O numeroso exército de ímpios que serão ressuscitados para a condenação, sob o comando do príncipe das trevas, tentará invadir a cidade santa que descerá “do Céu, da parte de Deus” (Ap.21:10). Mas, semelhante a descrição de Ezequiel, descerá fogo do céu que os consumirá (Ap.20:9): “fogo e enxofre farei cair sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele” (v.22). Logo o Senhor vindicará a Sua santidade perante todo o Universo, quando todos terão de reconhecer a Sua fidelidade e justiça.

“Nos últimos dias” (v.16) Deus tem um povo para chamar de Seu. “Sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12) e vendo a atuação do Espírito Santo na vida do povo de Deus, Satanás fará de tudo para destruir-lhes a fé. Mas ainda que em meio às terríveis condições de “um tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), e assediados pela consciência de sua própria condição indigna, por sua perseverança serão salvos. Sobre este tempo, escreveu Ellen White: “O tempo de agonia e angústia que diante de nós está, exigirá uma fé que possa suportar o cansaço, a demora e a fome – fé que não desfaleça ainda que severamente provada. O tempo de graça é concedido a todos, a fim de se prepararem para aquela ocasião. Jacó prevaleceu porque era perseverante e decidido. Sua vitória é uma prova do poder da oração importuna” (O Grande Conflito, p.621).

Precisamos olhar para os eventos finais com os olhos fixos no Autor e Consumador de nossa fé. Olhar para Jesus e nEle buscar refúgio deve ser a razão de nossa vida. Ele prometeu que voltará para nos levar para casa, e isso já deve nos bastar. Não desperdicemos nosso tempo e desgastemos o nosso emocional nos preocupando com o que há de vir. Desde o princípio o Senhor tem revelado à humanidade o Seu plano salvífico e que, se aceitarmos o Seu convite de graça, sairemos com Ele “vencendo para vencer” (Ap.6:2). As profecias nos foram dadas não como uma fonte de medo, mas de esperança a jorrar para a vida eterna.

Nós “possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), e Ele é o nosso Intercessor. Vá até Cristo a cada dia. Olhe para Ele! Pois “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). Olhemos para o cumprimento das profecias não como indicativos de uma iminente destruição, mas como sinais de que logo veremos a linda face do nosso Salvador. E seguindo a ordem do Mestre: Vigiemos e oremos!

Pai Celestial, nós Te louvamos porque a Tua última promessa está prestes a se cumprir! Queremos estar prontos e preparando outros enquanto há graça. Ajuda-nos a aproveitarmos este tempo oportuno buscando ao Senhor com todo o nosso coração. Ensina-nos a vigiar e orar mediante o Teu Espírito em nós. Venha o que vier, dá-nos a fé e a coragem de que necessitamos. Não queremos temer, mas olhar para o futuro com esperança e na feliz expectativa de que logo estaremos em casa. Nós Te amamos, Senhor da nossa vida! Em nome de Jesus, Amém!

Bom dia, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel38 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 38 – A correta compreensão deste capítulo é útil para a interpretação de Gogue e Magogue citados em Apocalipse 20:1-10.

Para ampliar o entendimento da mensagem simbólica e rica de significado teológico de Ezequiel 38, considere:

“Magogue, Tubal e Meseque são mencionados em Gênesis 10:2 e 1Crônicas 1:5 como filhos de Jafé. Nos dias de Ezequiel, os descendentes deles habitavam o que é hoje a Turquia oriental. De acordo com Ezequiel 38:5-6, entre os aliados de Gogue estavam a Pérsia, Cuxe (atual Etiópia), Pute (atual Líbia), Gômer (outro filho de Jafé, cujos descendentes residiam no extremo norte de Israel), e Bete Togarma (de acordo com Gênesis 10:3, Togarma era filho de Gômer)” (Robert Chisholm)

• A menção dos descendentes de Jafé em conexão com aliados de Gogue, leva-nos a considerar a importância da genealogia bíblica na compreensão da profecia. Essa conexão sugere que os eventos descritos em Ezequiel 38 não são meramente históricos, mas tem implicações espirituais e escatológicos.
• A identificação dos aliados de Gogue, como Pérsia, Cuxe, Pute e Gômer, faz-nos refletir sobre a natureza global da oposição à vontade de Deus. Esses nomes representam regiões geográficas distintas, mas unidas na resistência contra os propósitos divinos. Isso ressalta a universalidade do grande conflito espiritual.
• A localização geográfica dos descendentes de Magogue, Tubal e Meseque pode fornecer insights sobre as possíveis dinâmicas políticas e militares envolvidas nos eventos descritos por Ezequiel.
• A menção de Togarma, filho de Gômer, como aliado de Gogue conduz-nos a considerar a complexidade das alianças políticas e étnicas na profecia bíblica. Isso lembra-nos que as forças que se opõem aos planos divinos muitas vezes unem-se numa variedade de formas e que a fidelidade ao Senhor requer discernimento espiritual e compromisso inabalável.

Após a “seção que condena vários povos ímpios e inimigos de Deus e de Seu povo, Ezequiel 33 começa uma seção que fala sobre a restauração do povo de Israel. Esta seção vai até o capítulo 38. Nela, Deus chama Israel ao arrependimento e promete restaurar Seu povo, inclusive tornando Judá e Israel um só povo novamente (38:23), e habitar no meio deles (37:24-27), promessa compartilhada com o contexto de Apocalipse (20:1-6)”, amplia Mateus Felipe Caetano.

Deus vencerá sobre Satanás e as nações que se opõem ao Seu povo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 37 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 37 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 37 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EZEQUIEL 37 by Luís Uehara
1 de maio de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/37

Ezequiel 37 cobre três grandes tópicos. Primeiro, como Deus pode trazer à vida aqueles que estão física ou espiritualmente mortos. Segundo, como Deus planeja reunir todos os filhos de Israel que estão espalhados entre as nações e reunir os dois reinos de Judá e Israel em um só reino. Terceiro, Deus estabelecerá Seu servo Davi como Rei deste reino reunido. Deus estabelecerá uma aliança eterna com eles, na qual Ele é o Deus deles e eles são o Seu povo.

Há diversas declarações neste capítulo que sugerem que Deus fará essas coisas na nova terra. Uma afirmação está no versículo 25: “Viverão na terra que dei ao meu servo Jacó, a terra onde os seus antepassados viveram”. Esta terra fica no Oriente Médio e é disputada. Para que Israel possuísse toda a terra prometida e tivesse um reino unido, os palestinos e muitos muçulmanos teriam de ceder. Mesmo assim, os muçulmanos de outras partes do mundo contestariam a propriedade da antiga terra por parte de Israel. O que todos os três tópicos têm em comum é que Deus apagará a separação que veio com a morte e as lutas políticas e os unirá em um reino onde Jesus é o Rei.

Laura Hamilton
Engenheira Química aposentada, Grand Junction, Colorado, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/37
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2024, 0:50
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824 palavras

Esta visão ilustra a promessa do capítulo 36 – nova vida e uma nação restaurada, tanto física quanto espiritualmente. Os ossos secos são um retrato dos judeus no cativeiro – espalhados e mortos. Os dois pedaços de madeira (37:15-17) representam a reunião da nação inteira de Israel que havia sido dividida nos reinos do norte e do sul, após Salomão. Os exilados espalhados tanto de Israel quanto de Judá seriam libertados das “sepulturas”do cativeiro e um dia seriam reunidos em sua terra natal, com o Messias como seu líder. Esta versão ainda não cumpriu. Ezequiel sentiu que estava falando com os mortos ao pregar aos exilados, porque eles raramente respondiam à sua mensagem. Mas esses ossos responderam! E assim como Deus trouxe vida aos ossos mortos, ele traria vida novamente àqueles que estavam espiritualmente mortos. Life Application Study Bible Kingsway.

1. A mão do Senhor. O cap. 37 consiste de duas partes: a visão dos ossos secos (v. 1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá (v. 15-28). A visão dos ossos secos devia ilustrar como Israel, que se encontrava espalhado e sem esperança, seria reavivado e restaurado. … O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. Diante disso, é preciso consultar o NT para saber como esses eventos, que teriam se cumprido literalmente no período pós-exílico, se cumprirão na era cristã, com relação ao Israel espiritual. CBASD, vol. 4, p. 770.

2. Sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD, vol. 4, p. 771.

4, 5 Os ossos secos representavam a condição de morte espiritual do povo. Sua igreja pode parecer uma pilha de ossos secos para você, espiritualmente morta, sem esperança de vitalidade. Mas assim como Deus prometeu restaurar Sua nação, Ele pode restaurar qualquer igreja, não importa quão seca ou morta ela esteja. Em vez de desistir, ore por renovação, pois Deus pode restaurá-lo à vida. A esperança e oração de cada igreja deve ser que Deus coloque seu Espírito nela (37:14). Na verdade, Deus está trabalhando, chamando seu povo de volta a si, trazendo nova vida às igrejas mortas. Life Application Study Bible Kingsway.

5. Espírito. Do heb. ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporcionou simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida, de modo que as formas inanimadas se tornaram vivas. CBASD, vol. 4, p. 771.

11. Toda a casa de Israel. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da “casa de Israel”, cujas condições na época eram apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. CBASD, vol. 4, p. 771.

12. Abrirei a vossa sepultura. O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25). Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; 1Ts 4:16 17; Ap 20:1-5; etc). CBASD, vol. 4, p. 771.

16 O primeiro pedaço de madeira representava Judá, a tribo que liderava o reino do sul. A outra era por José, porque ele era o pai de Efraim, a tribo que liderava o reino do norte.Life Application Study Bible Kingsway.

21. E os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração de Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca Foi alcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto. Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD, vol. 4, p. 771.

22 Para sempre. “Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a seu povo escolhido” (PR, 46). “Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19). Ezequiel descreve as condições que poderiam ter imperado (ver Lc 19:42). CBASD, vol. 4, p. 772.

23 Deus livrará Seu povo da idolatria e o purificará. Bíblia de Estudo Andrews.

24, 25 O Messias era frequentemente chamado de Davi porque ele era o descendente de Davi. Davi tinha sido um bom rei, mas o Messias seria o Rei perfeito (Ap 17:14; 19:16; 21). Life Application Study Bible Kingsway.



EZEQUIEL 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de maio de 2024, 0:45
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Dos montes de Israel para “um vale que estava cheio de ossos” (v.1). A visão de Ezequiel é um retrato da condição do povo de Deus e uma ilustração do plano de resgate divino até o tempo do fim. Divididos por causas políticas e mortos em seus delitos, a condição de Israel e Judá era humanamente impossível de se resolver. Como deve ter sido doloroso para o profeta contemplar aquela cena inicial, percebendo que se tratava de seu próprio povo. Porém, ao ser questionado por Deus sobre a possibilidade daqueles ossos voltarem a vida, Ezequiel não respondeu negativamente, mas com os olhos da fé, respondeu: “Senhor Deus, Tu o sabes” (v.3).

A Ezequiel foi dada a tarefa de profetizar aos restos mortais de um povo há muito tempo adormecido. Os “ossos secos” (v.4) representam uma condição antiga ou o que sobrou de um povo que deveria iluminar o mundo com a glória de Deus. Apesar de se tratar de uma visão, Ezequiel contemplou um milagre. Enquanto profetizava, pôde ver a obra da ressurreição. Os ossos se uniram, os músculos apareceram, “cresceram as carnes” e cada corpo foi revestido de nova pele. Contudo, ainda eram corpos sem vida. Novamente, Ezequiel foi chamado a profetizar. Desta vez, para que aquela multidão de cadáveres recebesse o fôlego de vida. O desânimo havia tomado conta da casa de Israel, mas eis que o Senhor prometeu realizar a obra que nenhum de nós é capaz de executar.

Há hoje uma igreja professa e uma igreja invisível. O Espírito do Senhor está sendo derramado “sobre toda carne” (Jl.2:28) e logo veremos cumprida a profecia: “Ajunta-os um ao outro, faze deles um só pedaço, para que se tornem apenas um na tua mão” (v.17). Aos adventistas do sétimo dia foi dada a missão de profetizar “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Mas também vivemos a triste realidade de Laodiceia, quando muitos, mortos em seus pecados, necessitam do milagre do reavivamento. Como na visão “houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso” (v.7) a obra de Deus não é silenciosa. Ela aponta para o divino e sobrenatural: “E sabereis que Eu sou o Senhor” (v.6).

A obra do Espírito Santo é viva e eficaz. A mesma medida está sendo derramada sobre toda a carne, ou seja, sobre todos os pecadores. Todos, sem exceção, por causa de nossos pecados, estamos condenados à morte, “porque o salário do pecado é a morte”, mas graças ao intenso amor de Deus, o texto continua dizendo: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.6:23). O vale de ossos secos e a atuação de Deus fazendo dele o lugar de “um exército sobremodo numeroso” (v.10), é uma clara evidência de que nossas obras não valem de nada se o Espírito do Senhor não estiver em nós.

Se há um texto na Bíblia que exprima com perfeição a salvação pela graça e justificação pela fé, é o capítulo de hoje. Enquanto o povo dizia: “Os nossos ossos secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados” (v.11), o Senhor replicava: “Sabereis que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo Meu” (v.13). Que palavras de esperança para o Seu Israel atual! Em tempos de angústia e constante expectativa, o Senhor nos diz: “Não temas, a obra é Minha!”. Se olharmos para dentro de nós, a nossa visão encontrará um vale de ossos secos. Se olharmos para o Senhor, confiando em Suas promessas, a nossa visão será a de um povo reavivado e purificado pelo Espírito, para habitar com o Senhor “para sempre” (v.25).

Perseveremos em profetizar em nome do Senhor, declarando ao mundo que logo Ele virá buscar o Seu “exército sobremodo numeroso”, que congregará “de todas as partes” (v.21), firmando com eles a Sua “aliança perpétua” (v.26). O Senhor será o nosso Deus e nós seremos o Seu povo. Habitaremos com Ele e o Seu santuário estará para sempre em nosso meio (v.26). Lembrem que o milagre não faria sentido algum se aqueles corpos permanecessem sem vida. Foi só quando receberam o Espírito, quando houve um grande reavivamento, que a visão fez sentido. Que façamos parte da igreja que milita rumo ao triunfo, permitindo que a obra do Espírito Santo seja completa em nossa vida.

Querido Pai, confessamos diante de Ti a nossa incapacidade de salvar-nos a nós mesmos. Nossas justiças são como o trapo da imundícia, mas a Tua é perfeita e perfeitamente capaz de nos salvar. Oh, Senhor, refaz a nossa vida, de ossos secos e sem vida, em corpos reavivados e cheios do Espírito Santo. Que haja união de propósito e pensamento, todos juntos, num só coração e espírito, proclamando o Teu evangelho eterno e apressando a volta do nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército reavivado pelo Espírito!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 37 – É importante certificarmos que a fidelidade, o amor e o poder transformador de Deus são essenciais para nossa redenção. Deus é capaz de operar transformação inclusive em casos irremediavelmente perdidos, sem solução. Essa verdade pode ser aplicada a qualquer área de nossa existência; pois Deus é eficaz em trazer renovação e restauração nas situações mais desesperadoras.

Ezequiel 35, 36 e 37 formam uma narrativa contínua que aborda a temática da restauração e do reavivamento espiritual de Israel.

• Em Ezequiel 35, o julgamento sobre Edom reflete o juízo sobre o pecado e a injustiça, e torna-se uma libertação ao povo de Deus que fora oprimido e humilhado pela nação opressora.
• Em Ezequiel 36, Deus promete purificar Seu povo, remover o coração de pedra e dar-lhe um coração de carne. Promete restaurar a terra e fazer com que ela floresça novamente. Isso simboliza renovação espiritual e restauração física, biológica e ambiental, revelando amor e graça do Redentor.
• Em Ezequiel 37 chegamos num capítulo extremante simbólico e extraordinário do livro profético. Neste relato, Deus mostra ao Seu mensageiro uma visão de um vale de ossos secos, representando a condição física e espiritual do povo de Israel. Diante desta cena, Ezequiel profetizaria sobre os ossos ressecados; os quais tornaram-se corpos novamente e foram revestidos de carne e pele, ganhando vida. Essa visão representa um reavivamento integral extraordinário, onde o que estava morto é trazido de volta à vida pelo poder divino. Israel voltaria do cativeiro árido para uma existência de glória novamente em Sião.

Nos tempos atuais de titânicos desafios espirituais e incertezas, a busca por reavivamento tem sido uma constante na jornada da igreja. Mas, o que exatamente é reavivamento? E, como podemos experimentá-lo de forma genuína em nossa vida e comunidade?

Em buscas dessas respostas, temos Ezequiel 37, com um retrato de desespero, desolação e morte espiritual, ilustrando (provavelmente) nossa espiritualidade atual. A Palavra de Deus na boca de Ezequiel foi capaz de restaurar tudo o que o pecado arruinou. Sua Palavra é viva e eficaz, capaz de penetrar até o âmago de nossa existência (Hebreus 4:12), trazendo vida onde havia morte, esperança onde só havia desespero!

Assim como a Palavra Profética trouxe vida ao vale, ela pode trazer vida às Igrejas hoje. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



EZEQUIEL 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 36 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 36 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EZEQUIEL 36 by Luís Uehara
30 de abril de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/36

Este é um capítulo de esperança e misericórdia. Três capítulos antes, o profeta Ezequiel é informado de que Jerusalém havia caído e Israel estava no exílio. Israel não estava ouvindo Ezequiel. O profeta estava enfrentando corações de pedra. Deus havia feito a promessa no capítulo 11 de transformar seus corações de pedra em carne e repete a promessa novamente no capítulo 36. Deus pode fazer o mesmo por nós. Paulo escreve: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura”. Fora com o velho e entre com o novo! Podemos começar cada dia de novo em Cristo.

Deus estava devolvendo o povo à sua própria terra ao mesmo tempo que os purificava dos seus pecados. Imagino como Israel ansiava por voltar para casa. É interessante que no versículo 32 Deus diz a Israel que Ele não estava fazendo isso por causa deles. Havia um propósito maior. No versículo 23 Deus diz que Sua obra mostrará às nações que Ele é Deus. E o último versículo do capítulo diz que Israel saberá que Deus é o Senhor quando Ele cumprir Suas promessas. Nosso propósito é mostrar Deus ao mundo e, nesse processo, aprendemos que Ele é nosso Senhor.

Tim Peters
Capelão de sanatório, Stockton, Califórnia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/35
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de abril de 2024, 0:50
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1970 palavras

Nesta profecia, Ezequiel disse que Israel seria restaurada como uma nação e retornaria a sua própria terra. … Aos exilados na Babilônia, isto parecia impossível. Esta mensagem enfatiza novamente a soberania e credibilidade de Deus. Ele primeiro julgaria as nações usadas para punir Israel (36:1-7) e então restaurar Seu povo (36:8-15). Life Application Study Bible Kingsway.

1 Profetiza. O tema de Ezequiel então muda; em vez de falar do juízo sobre Israel e sobre as nações vizinhas, ele passa a encorajar seus compatriotas. Desde que Israel caíra, os inimigos tiveram um período de júbilo e zombaria, mas isso não continuaria. Embora Israel tivesse sido humilhado e então fosse punido por sua rebelião, Deus ainda reconhecia os judeus como Seu povo. O aparente triunfo dos inimigos seria momentâneo. Embora abatido e indefeso, Israel seria exaltado e estaria numa posição mais gloriosa do que antes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 765.

2 Assim diz o SENHOR DEUS (ARA). “Assim diz o Soberano, o Senhor” (NVI) [YHWH, ou YAHWEH, no original. Tb nos v. 3, 4, 5, 6, 7, 13, 15, 22, 23, 32, 33, 37].

3 Em lábios paroleiros (ARA; NVI: “Objeto de conversa maliciosa”). Ver Dt 28:37; 1Rs 9:7; Sl 44:14. CBASD, vol. 4, p. 765.

Fogo do Meu zelo (ARA; NVI: “ciúme”). Ver Sf 3:8; cf. Sf 1:18. Deus atribui sentimentos humanos a Si mesmo para ser compreendido. CBASD, vol. 4, p. 766.

Levem o seu opróbrio. Israel teve de suportar a vergonha lançada contra si pelos pagãos (v. 6). Então, os pagãos levariam sua própria vergonha, embora não como vingança. A vergonha deles viria como resultado de seus próprios pecados. Deus não faz acepção de pessoas. O pecado, onde quer que se ache, recebe sua justa retribuição. Israel sofrera por seus pecados, e as nações pagãs, por sua vez, sofreriam pelos delas. CBASD, vol. 4, p. 766.

8 Produzireis os vossos frutos. A terra de Israel, representada por suas montanhas, devia se preparar para o retorno dos exilados. CBASD, vol. 4, p. 766.

9 Eu estou convosco. Ou, “Eu estou do lado de vocês” (NTLH). Deus fora antes representado como estando contra Israel (Ez 5:8; 13:8). Esta diferença não significa que Deus havia mudado. Ele visitara Israel com juízos por causa dos pecados do povo, e então concederia graça se eles se arrependessem. CBASD, vol. 4, p. 766.

10 Toda a casa de Israel. Deus planejava o retorno do cativeiro tanto para Judá quanto para Israel. CBASD, vol. 4, p. 766.

11 E vos tratarei melhor. Estas promessas de bênçãos abundantes tiveram cumprimento limitado por ocasião do retorno de Israel do exílio. Deus tinha em mente muito mais do que aquilo que se cumpriu na história pós-exílica de Israel (ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 766.

14 Tu não devorarás mais os homens. Isto é, a terra em si, não o povo que habitava nela (ver Nm 13:32). CBASD, vol. 4, p. 766.

16 Palavra do SENHOR. Os v. 17 a 38 formam uma profecia separada, mas intimamente ligada à primeira parte do capítulo. O profeta recapitula brevemente a história de Israel para mostrar que a restauração não ocorreria devido a qualquer mérito dos israelitas, mas por amor ao nome de Deus. CBASD, vol. 4, p. 766.

17 Eles a contaminaram. Ver Nm 35:34. Para a lei levítica, a mulher ficava imunda na menstruação (ver Lv 15:19). CBASD, vol. 4, p. 766.

20 Profanaram o Meu santo nome. A conduta dos israelitas e suas resultantes misérias desonraram Yahweh aos olhos dos pagãos, os quais naturalmente inferiram que, se aquilo era tudo o que o Deus de Israel podia fazer por Seus devotos. Ele não era melhor do que os deuses que eles serviam. Os pagãos consideravam Yahweh meramente como o Deus nacional dos israelitas (ver Nm 14:16; Jr 14:9). CBASD, vol. 4, p. 766.

21-23 Por que Deus quis proteger Seu nome – Sua reputação – entre as nações do mundo? Deus estava preocupado com a salvação não só de Seu povo, mas também de todo o mundo. Permitir que Seu povo permanecesse em pecado e fosse permanentemente destruído por seus inimigos levaria outras nações a concluir que seus deuses pagãos eram mais poderosos do que o Deus de Israel (Isaías 48:11). Assim, para proteger Seu santo nome, Deus retiraria um remanescente de Seu povo para sua terra. Deus não compartilhará Sua glória com falsos deuses – somente Ele é o único Deus verdadeiro. O povo tinha a responsabilidade de representar Deus adequadamente para o resto do mundo. Os crentes de hoje têm a mesma responsabilidade. Como você representa Deus para o mundo? Life Application Study Bible Kingsway.

21 Compaixão do Meu santo nome. Isto é, Ele agirá pela honra de Seu nome. Restaurará Seu povo não meramente por amor a eles, mas por amor ao Seu próprio nome. CBASD, vol. 4, p. 766, 767.

22 Não é por amor de vós. Deus havia escolhido a nação como o meio de realizar Seu propósito para a salvação do mundo (ver p. 13-17 [CBASD]). Grandes privilégios trazem pesadas responsabilidade. CBASD, vol. 4, p. 767.

22-31 Cerne teológico de todo o livro, enumera os atos de Deus por Seu povo. É uma expansão de 11:16-21 e semelhante a muitos pensamentos encontrados no Sl 51 (ver notas [BEA] sobre o Sl 51). Bíblia de Estudo Andrews.

23 Perante elas. Vários manuscritos hebraicos e a Siríaca dizem “perante vós”. As duas opções fazem sentido. A opção “perante vós” salienta a importante verdade de que seria necessário primeiramente Deus ser santificado aos olhos do povo, por meio do arrependimento e da reforma, antes de ser santificado aos olhos dos pagãos. Seu nome havia sido “profanado entre as nações”pela vida inconsistente de Seu professo povo. A restauração de Israel vindicaria Seu nome entre os pagãos. Nessa ocasião, ficaria claramente demonstrado que Yahweh não é como os fracos deuses dos pagãos, mas que é Todo-Poderoso (ver Dt 28:58; Ml 1:11). CBASD, vol. 4, p. 767.

25 Aspergirei água pura. A figura é, sem dúvida, extraída das várias purificações estipuladas na lei cerimonial (ver Nm 8:7; 19:9, 17, 18), nas quais a água era empregada. CBASD, vol. 4, p. 767.

26 Coração novo. Ver 22:19; 18:3. Era necessária uma mudança de coração. Isso só pode acontecer mediante a ação miraculosa de Deus, pelo derramamento de Seu Espírito (Sl 51:10). Bíblia de Estudo Andrews.

Este versículo apresenta o tema central do ensino de Ezequiel. As promessas de restauração estavam condicionadas à renovação espiritual e moral. Desde o Sinai, Deus procurou introduzir os princípios da nova aliança, mas o povo se recusava a aceitá-los (ver com. [CBASD] de Ez 16:60). Eles não compreendiam que, sem a graça divina e sem mudança no coração, não podiam prestar a obediência aceitável. A constante preocupação dos profetas era a de levar o povo a esta experiência mais elevada. No texto em consideração, Ezequiel pleiteia fervorosamente com os cativos, mostrando-lhes a única base para o sucesso. Será que eles, afinal, renunciariam à justiça própria e aceitariam as gloriosas provisões da nova aliança? Cessariam seus vãos esforços para estabelecer a própria justiça e aceitariam a justiça de Deus? A oferta lhes foi feita. A história registra que eles a rejeitaram e se tornaram ainda mais obstinados (ver p. 19, 20 [CBASD]).

Há grande perigo de que, em nossa época de luz espiritual, as pessoas escolham viver sob a luz da antiga aliança. Elas sabem que a obediência é uma evidência da salvação, mas podem produzir uma obediência não santificada pela graça. Sem Cristo, estão tentando o impossível, e, por isso, se desanimam e exclamam: “Desventurado homem que sou!”(Rm 7:24). Se no momento do desespero encontram a Jesus, então Ele as capacita a fazer aquilo que é “impossível à lei” (Rm 8:3). Com a presença de Cristo no coração, “o preceito da lei” se cumpre nelas (Rm 8:4). CBASD, vol. 4, p. 767.

27 Farei que andeis. Ver com. [CBASD] de Ez 11:20 [Apenas os que têm coração renovado pela graça divina podem guardar a lei de Deus, porque “o pendor da carne … não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar”(Rm 8:7). A promessa de poder capacitador através da habitação interior do Espírito Santo era uma característica essencial da eterna aliança de Deus com a humanidade. Israel havia deixado de perceber isso. Os homens creram que a salvação podia ser conseguida por seus próprios esforços. Recusaram-se submeter-se à justiça que vem de Deus (Rm 10:3). Não viram necessidade de um salvador nem de conversão. Rejeitaram a experiência que, unicamente, os capacitaria para guardar a lei divina. CBASD, vol. 4, p. 670].

28 Sereis o Meu povo. Esta promessa dependia da concretização da pureza espiritual descrita acima. Se tivesse ocorrido o necessário reavivamento, os israelitas teriam residido definitivamente em sua terra. Jerusalém teria permanecido para sempre. Dela teria saído a pomba da paz para levar ao mundo todo a influência da verdadeira religião (ver DTN, 577; GC, 19). As palavras “vós sereis o meu povo, e Eu serei o vosso Deus”(ver Ez 11:20; cf. Jr 7:23; 11:4; 30:22) descrevem a relação de aliança de Yahweh com Israel. Esta relação incluía mais do que independência e prosperidade nacional; compreendia todo o plano de tornar Israel o núcleo espiritual de um programa missionário mundial. A rejeição da aliança (ver Mt 21:43) resultou na remoção do privilégio espiritual, mas isso não implicava necessariamente que os judeus nunca mais estabeleceriam um estado politicamente independente. Por outro lado, o atual estado de Israel não é, de forma alguma, um cumprimento destas antigas predições, e também não o seria qualquer retorno em massa dos judeus à palestina. Jesus declarou que a promessa da aliança foi dada a outro “povo”, ou seja, ao novo Israel (ver Mt 21:43). Através deste povo, Deus está operando para evangelizar o mundo (ver Rm 2:28, 29; 9:6; Gl 3:29; ver p. 17-20 [vol. 4 CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 767, 768.

29 De todas as vossas imundícias. A graça divina é prometida para impedir a recaída nos antigos caminhos. Esta experiência requer uma renovação diária da consagração, um recebimento diario de novos suprimentos de poder espiritual e a manutenção de constante vigilância contra o inimigo. CBASD, vol. 4, p. 768.

30 Multiplicarei o fruto. Estas bênçãos espirituais poderiam ter sido de Israel na época da entrada em Canaã (Dt 28:3-6). O pecado produziu seca e fome. Estas promessas não se aplicam de forma direta e literal aos cristãos. Antigamente, Deus trabalhava com uma nação geograficamente isolada. A prosperidade dessa nação devia ser uma lição objetiva para outras nações. Na nova aliança, os cristãos estão espalhados em todas as terras, e partilham das calamidades que sobrevêm a seus respectivos países. Contudo, Deus não Se esquece de Seu povo durante a calamidade. ele frequentemente intervém para oferecer proteção e bênção. CBASD, vol. 4, p. 768.

31 Tereis nojo de vós mesmos. Ver com.[CBASD] de Ez 20:43. Quando os portões celestes se abrirem para deixar entrar o povo que guardou a verdade, haverá novamente um sentimento de grande indignidade (ver PE, 289). Quando contemplarem as glórias que ultrapassam a imaginação humana, os redimidos lançarão suas coroas aos pés do redentor e atribuirão a Ele toda a honra (ver PE, 289). CBASD, vol. 4, p. 768.

35 Como o jardim do Éden. A Palestina seria tão abençoada que se assemelharia em excelência e prosperidade ao jardim do Éden. Esta promessa também dependia de fidelidade e obediência. A apostasia de Israel impediu seu cumprimento. CBASD, vol. 4, p. 768.

36 Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão. Ezequiel descreve as condições que poderiam ter existido. Era plano de Deus que pela restauração de Israel, fosse dada ao mundo uma demonstração da bondade e benevolência do verdadeiro Deus, de forma que todas as nações pudessem ser atraídas e receber a oportunidade de fazer parte de um novo sistema de governo espiritual. Infelizmente, os judeus que retornaram após o exílio criaram uma impressão inteiramente oposta. As outra nações, em vez de atraídas, foram levadas a blasfemar o Deus a quem judeus obstinados afirmavam adorar (ver p. 18, 19).

Na nova aliança, … Em vez de ter uma nação isolada para demonstrar as vantagens de Seu plano, Deus chama pessoas individualmente a tornarem sua vida tão atrativa que outros sejam levados a buscar o Deus a quem elas adoram. CBASD, vol. 4, p. 768.

37 Que Eu seja solicitado. Anteriormente, Deus havia Se recusado a ouvir (ver Ez 14:3, 4; 20:3). No entanto, chegaria o momento em que a “casa de Israel”, humilhada física e espiritualmente, perceberia sua dependência de Deus e buscaria orientação e conselho divinos sem os quais lhe seria impossível, como nação, compreender o elevado destino que a aguardava (ver p. 13-17 [vol. 4, CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 768, 769.