Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 16 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 16 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 16- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 16 by Luís Uehara
15 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/16

Hoje à tarde, meu filho pequeno veio até mim e disse: “Mamãe, vamos brincar?” Ou seja, ele queria um pouco de atenção e queria que eu brincasse com ele. Senti a necessidade de continuar avaliando as provas, porque o prazo estava quase acabando. No entanto, olhando para o seu rostinho de 2 anos obtive uma perspectiva mais ampla das coisas: eu podia dar notas nas provas durante o seu sono à tarde! Muitas vezes, eu perco esses momentos maravilhosos porque estou presa em coisas que podem ser feitas mais tarde.

Jesus estava tentando explicar o incrível dom da salvação aos discípulos. Eles estavam escutando, mas não estavam ouvindo o que o Mestre estava dizendo. Era um conhecimento essencial, mas não era o que eles queriam ouvir dele, de forma que eles deixaram de perceber a importância daquele momento. Eles estavam tão focados em suas necessidades imediatas que não viram que o Cordeiro de Deus estava prestes a ser colocado no altar do Calvário. Aquele era o momento áureo em que o mundo seria liberto da maldição eterna do pecado.

É tudo uma questão de perspectiva. O que estamos enxergando? Estamos vendo o quadro mais amplo? Estamos percebendo o que é mais importante? Estamos abertos aos ensinamentos do Espírito Santo? Meu objetivo é manter o foco em Jesus. Qual é o seu?

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2024, 0:50
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1840 palavras

1 e os saduceus. Pela primeira vez, os saduceus se uniram aos fariseus na tentativa de silenciar Jesus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 447.

sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.

Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.

4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.

5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.

6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.

13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, “santuário do deus Pan”. Bíblia Shedd.

O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas … brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.

16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento.  Bíblia de Genebra.

o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o Pai. Bíblia de Genebra.

17 carne … que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.

18 Pedro … rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.

Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeçoBíblia de Genebra.

Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.

A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a “rocha” de quem Jesus falou se referia a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente que o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como “uma grande rocha em terra sedenta” (ver com. de Is 32:2) e como uma “pedra preciosa, angular, solidamente assentada” (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a “Pedra” que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). … Jesus Cristo é a “rocha da nossa salvação” (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois “ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11), … Jesus é sempre, e apenas Ele, a “Rocha” sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como “a rocha” (Retraciones, i.21.1). … Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era “esta pedra”. Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. … É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). … Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a “rocha” sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião – nem mesmo Pedro – interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles “parecia ser o maior” (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). … Petra é uma “rocha” grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena “pedra”. CBASD, vol. 5, p. 454.

portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as “portas do inferno”, mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.

inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As “portas dos hades” mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.

não prevalecerão. Figurativamente, as “portas do inferno” prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). … O pleno significado do que Cristo quis dizer que “as portas do inferno não prevalecerão” pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria “ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.

A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.

19 as chaves. As palavras de Cristo são as “chaves” para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). … As palavras de Jesus são “espírito e vida” a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). … Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as “chaves” do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo “resistiu” a Pedro “face a face”, por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455

ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a “guardar todas as coisas que” Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de “ligar” e desligar” à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456.

20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.

21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus … Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.

23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.

24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.

28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a “vinda” do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.



MATEUS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de agosto de 2024, 0:45
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Os líderes judeus estavam constantemente incomodados com a atração do povo por Jesus. A oratória impecável daqueles homens nunca havia reunido tão grandes multidões quanto as que disputavam um lugar mais favorável próximo a Cristo. Era ali, em meio a todos, que eles tentavam arruinar o ministério de Jesus com perguntas maliciosas ou pedidos extravagantes. Suas intenções, no entanto, eram cada vez mais conhecidas do povo através da sabedoria de Cristo, cujas respostas tornavam evidente o objetivo comum dos mestres da Lei. Aqueles que julgavam conhecer as Escrituras não sabiam “discernir os sinais dos tempos” (v.3). Sabiam a letra da Lei e as profecias relativas ao Messias, mas não souberam reconhecê-Lo quando Ele enfim chegou.

O mais incrível de tudo isso é que sinais e milagres nunca foram suficientes para manter a fé de Israel. Desde os prodígios no Egito até os grandes sinais no deserto e a forma sobrenatural com que tantas vezes o Senhor agiu em defesa de Seu povo, não garantiram a perpetuação de gerações de uma “gente sábia e inteligente” (Dt.4:6). Pelo contrário, a fidelidade do povo durava o tempo de vida de um líder fiel, então, tornavam a misturar-se com práticas pagãs e davam as costas ao Senhor. Deus não chamou um povo apenas para se dizer a nação escolhida, mas para que revelasse o Deus que o escolheu. Como as palavras de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (v.16), não foram ditas por motivação própria, mas divina (v.17), assim deve a igreja de Deus na Terra confessar a Jesus pela revelação do alto, sendo um instrumento edificado sobre este firme fundamento: “E a pedra era Cristo” (1Co.10:4).

Pedro, do grego “petros” significa “pedra pequena”, enquanto a pedra a que Jesus se referiu sobre a qual edificaria a Sua igreja é a palavra grega “petra”, que quer dizer “uma pedra maciça”. Portanto, Cristo não edificaria Sua igreja sobre o fundamento arenoso de um ser humano, mas dEle mesmo, a quem o próprio Pedro se referiu como sendo “a pedra angular” (At.4:11; 1Pe.2:7). E da mesma forma com que Pedro foi usado por Deus, sua frágil natureza carnal foi exposta a serviço do inimigo: “Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens” (v.23). Eis o “fermento dos fariseus e dos saduceus” (v.6) sobre o qual Jesus advertiu os Seus discípulos a não tomar parte; doutrinas enganadoras, aparentemente inocentes e revestidas de boas intenções, mas que são contrárias à vontade de Deus com vistas a agradar a vaidade humana.

A religião que muitos têm apresentado como um cristianismo facilitado não condiz com o evangelho de Cristo, que diz: “tome a sua cruz e siga-Me” (v.24). Esconder-se atrás de uma capa de santidade ou se expor como um cristão descolado são extremos que em nada se alinham à Palavra do Senhor. Jesus não foi perseguido por transgredir as Escrituras, mas por não compactuar com as leis e tradições humanas que dificultavam a nação de ter seus olhos abertos para o verdadeiro evangelho. Há um conflito virtual acontecendo enquanto milhares têm descido à sepultura para a morte eterna. Chega, meus irmãos! É hora de despertar! Como Jesus, necessitamos da sabedoria do Espírito Santo para não nos determos em “discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a Lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tt.3:9). Se tivermos de falar, falemos o que for necessário, mas, como Cristo, sem perder tempo: “E, deixando-os, retirou-Se” (v.4).

É tempo de olhar para Jesus e entender qual será o povo a quem Ele virá buscar: “Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e Me visitastes; preso, e fostes ver-Me” (Mt.25:35-36). Obras que não foram realizadas por aplausos ou reconhecimento, nem tampouco para mérito próprio, mas aquelas que estão tão ligadas à vontade divina que a vida nesta Terra já não representa mais viver para si mesmo.

Oremos uns pelos outros, amados, “e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18). “Porque o Filho do Homem há de vir na glória de Seu Pai, com os Seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras” (v.27).

Pai de amor e de bondade, guia-nos em Teu caminho eterno, firmando nossos pés na rocha inabalável que é Cristo. Ilumina a nossa mente com a luz que provém da Tua Palavra e enche-nos do Espírito Santo, de modo que possamos morrer para o mundo e viver para o Senhor. Transforma o nosso caráter edificando-o segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 16 – Este capítulo oferece uma visão profunda sobre a identidade de Jesus e o papel de Sua igreja.

Mais uma vez, Jesus Se retira dentre os fariseus e saduceus que O colocavam à prova, declarando que “uma geração perversa e adúltera pede um sinal miraculoso, mas nenhum sinal será dado… a não ser o sinal de Jonas” (Mateus 16:1-4; 12:38-45).

Então, no treinamento de Seus discípulos, o Mestre soberano alerta contra os ensinos dos fariseus e saduceus. Ainda hoje, essa recomendação é extremamente importante (Mateus 16:5-12).

Na sequência, há uma confissão de Pedro sobre Sua compreensão de Jesus: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Essa confissão é essencial, contudo, ela só nos vem de forma sobrenatural (Mateus 16:13-17). A confissão não é meramente um ato individual de fé, mas um ponto de unificação da comunidade. A afirmação de Pedro representa uma base comum de crença que serve para unir os seguidores de Cristo. A implicação é que a igreja é formada não apenas pela liderança, mas pela consciência compartilhada da identidade de Cristo (Mateus 16:18-20).

As chaves do Reino dos Céus entregues a Pedro é um simbolismo carregado de significado. Em contextos judaicos, as “chaves” frequentemente simbolizam autoridade e controle. No entanto, o conceito de “chave” aqui pode ser visto como símbolo de acesso à verdade e à revelação espiritual. A “chave” representa o poder de revelar e de entender os mistérios do Reino Celestial.

A partir de Mateus 16:21, Jesus começa a revelar aos discípulos que deve ir a Jerusalém, sofrer, ser morto e ressuscitar. A resistência de Pedro a essa ideia oferece um insight sobre a expectativa messiânica da época. Muitos judeus esperavam um Messias que libertaria Israel do domínio romano e restauraria um reino terreno. A ideia de um Messias sofrendo e morrendo era contra-intuitiva e desafiava as expectativas tradicionais. Esta resistência de Pedro reflete a dificuldade de aceitar uma redefinição radical do papel do Messias.

Ao repreender Pedro, Jesus mostra que a Sua identidade como O Messias não é meramente um ponto de fé, mas um chamado para um caminho de sofrimento e compromisso (Mateus 16:22-28). Contudo, as portas do Inferno não conseguirão vencer à Igreja (Mateus 16:18).

Unidos à Igreja de Cristo, seremos vencedores! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 15 by Luís Uehara
14 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/15

Quem você se sente livre para rejeitar? Os discípulos sentiram-se livres para rejeitar a mulher cananéia cuja filha estava doente. Quando ela veio até Jesus em busca de ajuda, Ele permaneceu em silêncio aguardando a reação dos discípulos. Eles presumiram que Seu silêncio era uma aprovação tácita para que pedissem a Jesus que “a mandasse embora” (Mateus 15:23) como indigna.

Jesus respondeu com uma resposta destinada a testar ainda mais os preconceitos dos Seus discípulos e a fé da mulher. Ela enfrentou esse desafio com fé, adorando-O (v. 25). Sua próxima rejeição novamente deu voz aos pensamentos do discípulo, mas ela permaneceu implacável – mesmo que tivesse que ser comparada a um cachorro. Sua única preocupação era sua filha.

Jesus é como a mulher cananéia. Ele estava disposto a ser “desprezado e rejeitado pelos homens” ao se tornar um humano e dar Sua vida para nossa salvação e cura (Isaías 53:3). Ele permitiu que outros O ignorassem, falassem mal Dele e O rejeitassem e ainda assim Ele persistiu em pedir ao Seu Pai que nos salvasse. Ele não nos rejeitou.

Se li corretamente Mateus 25:45, quando rejeitamos os outros (como os discípulos queriam rejeitar a mulher cananeia), rejeitamos Cristo. Cuidado com quem você rejeita.

Karen D. Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de agosto de 2024, 0:50
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861 palavras

1 Escribas e fariseus chegaram de Jerusalém para reforçar o rol dos inimigos de Jesus, que já estavam se consolidando, como foi o caso dos fariseus com os herodianos (Mc 3.6). Mais tarde, até os saduceus, tradicionais rivais dos fariseus, seriam acrescentados. Bíblia Shedd.

tradição dos anciãos. Após o exílio babilônico, os judeus, numa tentativa de observar perfeitamente a Torah (para que a experiência do exílio não se repetisse), começaram a desenvolver meticulosas regras e regulamentos que eram expansões das 613 leis encontradas nos livros de Moisés. Foram transmitidos oralmente de geração em geração até aproximadamente  ano 200 d.C., quando foram escritas em um livro chamado MishnahAndrews Study Bible.

não lavam as mãos. Esta não era uma questão sobre higiene pessoal, mas sobre pureza ritual e cerimonial. O propósito de lavar as mãos era remover a contaminação trazida aos piedosos judeus pelo contato com pessoas ou coisas cerimonialmente impuras. Os criadores destas tradições se baseavam em Êx 30:17-21, onde Deus ordenava que os sacerdotes lavassem suas mãos e pés antes de entrarem no tabernáculo. Isto foi expandido para a vida do dia-a-dia. Andrews Study Bible.

4-6 Se alguém queria livrar-se da responsabilidade de cuidar de seus pais em idade avançada, era só fazer a falsa declaração de que seus bens pertenciam ao templo, de que era korban (que significa “oferenda”). Seus bens seriam registrados em nome do templo até a morte de seus pais, quando então se passaria a “combinar” algo com os escribas, no intuito de reavê-los. Parece que para o gozo de tais benefícios legais não era necessário grande oferta. Talvez alguns dos que assim faziam estivessem presentes na hora. Bíblia Shedd.

invalidastes a Palavra de Deus. Devemos estar sempre atentos para os métodos que se usam para invalidar a Palavra: 1) Esquecimento; 2) Reinterpretação; 3) Racionalização; 4) Ignorância; e 5) Simples desobediência. Bíblia Shedd.

11 contamina. Ao dizer que não é o que entra em uma pessoa que a contamina, Jesus não está tornando todas as comidas permissíveis ou saudáveis. … Jesus inverteu o foco dos mestres da lei: eles estavam obcecados com o exterior, enquanto Jesus enfatizava as ações morais e internas. Para Ele, o pecado estava enraizado dentro do ser – o coração. Andrews Study Bible.

21 Partindo Jesus dali. O incidente seguinte provavelmente aconteceu no fim da primavera de 30 d.C., possivelmente no mês de maio. Com a alimentação dos 5 mil e o sermão sobre o Pão da Vida, na sinagoga de Cafarnaum (ver com. de Jo 6:1, 25), o ministério de Jesus atingiu seu clímax. A maré da popularidade começou a se voltar contra Jesus, como havia acontecido no ano anterior na Judeia (DTN, 393), e a maioria dos que se consideravam Seus seguidores O rejeitaram (ver com. de Jo 6:60-66). Isso ocorreu poucos dias antes da Páscoa desse ano, da qual Jesus não participou (ver com. de Mc 7:1). A terceira jornada pela Galileia alarmou muito os líderes judeus … Após a Páscoa, uma delegação de Jerusalém confrontou Jesus com a acusação de que Ele estava transgredindo as exigências religiosas (Mc 7:1-23). Mas Ele os silenciou revelando sua hipocrisia, e eles foram embora encolerizados … A atitude e as ameaças deles deixaram claro que Sua vida estava em perigo… Assim, em harmonia com o conselho que já havia dado aos discípulos, Ele Se retirou da Galileia por um tempo …, como havia feito na Judeia no ano anterior, quando foi rejeitado pelos líderes de lá. Essa retirada para o norte marca o início de um novo período no ministério de Cristo e o fim de Seu ministério na Galileia, ao qual ele dedicou cerca de um ano, aproximadamente da Páscoa de 29 d.C. à de 30 d.C. Isso foi menos de um ano antes de Sua morte. … Claramente, no entanto, essa visita não foi uma viagem missionária no sentido que tiveram as três jornadas pela Galileia, pois, ali chegando, Jesus procurou Se manter incógnito (Mc 7:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 440.

22 uma mulher cananeia. Os fenícios pertenciam a uma antiga etnia cananeia. CBASD, vol. 5, p. 441.

26 cachorrinhos. Gr kunarion, um diminutivo afetuoso, empregado para os cachorrinhos de estimação, “de colo”. … Devia ter sido, para Jesus, um grande alívio testemunhar uma fé tão grande, e ao mesmo tempo singela e humilde, em pleno funcionamento, depois de tantas lutas com fariseus que, a despeito de sua fidelidade à letra da Lei, pouco ou nada sabiam da verdadeira comunhão com Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.

O contexto indica que estão em vista os animais de estimação, e não os de rua. A expressão não é equivalente ao insulto comum “cão gentio”. Bíblia de Genebra.

Jesus queria ressaltar que o evangelho devia ser primeiro oferecido aos judeus. A mulher compreendeu o que Jesus dera a entender e se dispôs a aceitar “migalhas”. Jesus recompensou-lhe a fé. Bíblia Shedd.

27 Sim, Senhor. Por trás da aparente indiferença de Jesus ao apelo sincero da mulher … , ela aparentemente detectou a terna compaixão de Seu grande coração de amor. CBASD, vol. 5, p. 442.

30 Esta lista de doentes pende para o lado das grandes incapacidades físicas, as quais oferecem base para não apoiar a teoria das “curas psicológicas”. Bíblia Shedd.

32 três dias. As pessoas tinham levado comida para pelo menos um dia, até dois, pois Jesus não teve preocupação até o terceiro dia. CBASD, vol. 5, p. 443.



MATEUS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de agosto de 2024, 0:45
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Os escribas e fariseus eram mestres em subverter a Palavra de Deus a fim de seguir suas próprias tradições, e isso, sob a capa de uma religião piedosa e rígida. Eram rápidos em acusar Jesus e Seus discípulos em transgredir a Lei, enquanto invalidavam as Escrituras “ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (v.9). O evangelho segundo Mateus corrobora a verdade absoluta de que “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16), contendo cerca de 60 citações do Antigo Testamento. Apontando para o quinto mandamento do Decálogo, Jesus exemplificou o perigo em oferecer a Deus uma adoração vã baseada em ensinamentos que em nada confirmam o que está escrito.

Com ávido empenho, os fariseus erguiam o estandarte de suas tradições enquanto “pisavam” os Pergaminhos que diziam tutelar. Seus lábios estavam sempre aguçados para erguer a voz em acusações enquanto mantinham-se afastados daqueles que consideravam impuros e indignos. Orgulhavam-se de sua condição “sagrada”, mas eram “cegos, guias de cegos” (v.14), e seu coração, um compartimento lacrado para o Mestre divino. Muitos ainda hoje insistem em repetir o mesmo erro, fazendo da Palavra de Deus ou um artifício para o fanatismo, ou mesmo apenas um livro de consulta aleatória para o relativismo. Fazem de Jesus o argumento principal de suas teorias, quando, na verdade, não estão dispostos a imitar-Lhe na senda da humildade.

A atitude da “mulher cananeia” (v.22) ilustra a fé humilde daqueles que entendem que seguir a Jesus nem sempre significa ter a Sua atenção imediata, mas que a provação da fé, “uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:3). Afinal, ao proeminente apóstolo Pedro foi dito: “Homem de pequena fé” (Mt.14:31), mas àquela mulher estrangeira, “disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé” (v.28). Percebem, amados?

Tem sido assustadora a maneira com que muitos professos cristãos, até mesmo adventistas, têm profanado a Palavra de Deus com discursos muito bem elaborados a fim de tentar validar pecados que o Senhor condena e abomina. Mais assustador ainda é pensar na quantidade de pessoas, principalmente adolescentes e jovens, que estão sendo doutrinados por essas ideias tão intimamente ligadas com a cobiça que há no mundo. Jesus não aboliu uma das leis de saúde instituídas por Deus antes mesmo do dilúvio (Gn.7:2), mas confirmou o que já havia dito por intermédio de Isaías e de tantos outros profetas: que se a Sua Lei não estiver gravada em nosso coração, nossas ações e palavras jamais serão validadas pelo Céu. E Deus está levantando homens e mulheres de coragem a fim de falar a verdade com o poder do Espírito Santo; servos de Deus que não estão preocupados como os discípulos se hão de escandalizar os de coração endurecido (v.12), mas que se preocupam sim em levar os enfermos espirituais “junto aos pés de Jesus” (v.30) a fim de obterem a cura.

Amados, o Espírito Santo clama para que perseveremos em estudar a Bíblia todos os dias! Que nos alimentemos da Palavra antes de buscar o alimento mastigado por outros. Não examinemos a Bíblia para justificar nossos pecados, mas para sermos revestidos da justiça de Cristo. Percebam que o primeiro milagre da multiplicação dos pães e dos peixes não foi suficiente para que os discípulos reconhecessem em Jesus o Pão da vida (v.33). Assim também não podemos nos apegar à experiência espiritual de ontem negligenciando o alimento diário de que tanto necessitamos. Eu gosto de pensar que assim como os doze cestos que sobraram da primeira multiplicação representam os doze apóstolos, estes sete cestos da segunda multiplicação (v.37) representam os sete primeiros diáconos instituídos na igreja primitiva, “homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria” (At.6:3). Isso significa que nós só podemos oferecer se antes tivermos de onde tirar.

Precisamos, hoje, ser homens e mulheres cheios do Espírito Santo! “Pois haverá tempo”, e ouso afirmar que já chegou, “em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:3-5). Está você disposto a aceitar essas ordens divinas? Oremos juntos, então:

Pai nosso que está nos céus, o Teu nome seja santificado em nossa vida e através de nossa vida. Concede-nos a sobriedade, a perseverança, a sabedoria e a capacitação do Espírito para o Teu serviço. Enche-nos do Espírito Santo para que com nossas lâmpadas acesas, possamos proclamar o Teu evangelho eterno com poder. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, cheios do Espírito Santo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Mateus15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 15 – Nos capítulos 14 e 15 de Mateus, nota-se uma transição geográfica e ministerial significativa de Jesus. Em Mateus 14:19-21 e 34-36, o Messias ministra predominantemente no território judaico, onde Ele alimenta 5.000 pessoas e realiza curas em Genesaré. A resposta do povo judeu, embora expressiva, muitas vezes demonstra-se superficial, focada mais em milagres do que na compreensão espiritual de Quem é Jesus.

Em contraste, em Mateus 15:29-39, após Seu encontro com a mulher cananeia, Jesus avança em território gentílico, onde Ele cura multidões e alimenta 4.000 pessoas. Aqui Jesus mostra compaixão e a extensão de Seu ministério aos não-judeus, indicando a universalidade de Sua missão redentora (ver Gênesis 12:1-3). Enquanto os judeus frequentemente apegavam-se a tradições e esperavam um Messias conforme seus próprios moldes, os gentios, representados pela mulher cananeia e as multidões curadas, demonstram uma receptividade aberta e uma fé impressionante.

Este relato revela a expansão do evangelho além das fronteiras de Israel, preparando o caminho para a missão global que os discípulos de Jesus levariam adiante. Todavia, eles tinham muito que aprender, assim como nós hoje. Reflita:

• Em Mateus 15:21-28, o encontro de Jesus com a mulher cananeia demonstra uma fé extraordinária ao buscar a cura de sua filha possuída por demônio. Ela chama Jesus de Filho de Davi e faz seu apelo em prol da filha. Inicialmente Jesus responde com silêncio e depois testa a fé dela, referindo-se à missão prioritária aos filhos de Israel. Entretanto, a mulher gentia persiste com humildade e determinação, reconhecendo Jesus como Senhor e contentando-se com as “migalhas” da graça divina. Jesus elogiou sua grande fé e concedeu-lhe o desejo de seu coração.

• A fé desta mulher contrasta com a pequena fé de Pedro (Mateus 14:31), quando duvida ao andar sobre as águas; e, com a dos discípulos, quando temem a tempestade, apesar de estarem na presente de Jesus (Mateus 8:26).

• Outro ponto importante é o confronto entre Jesus e os fariseus/escribas (Mateus 15:1-20), revelando um contraste entre a tradição humana e a verdadeira intenção da Lei divina. A verdadeira impureza vai além de comer sem lavar as mãos, é algo interno que sai do coração – como pensamentos malignos, assassinatos, adultérios, etc. Jesus não aprova a interpretação legalista e perfeccionista dos fariseus.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 14 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 14 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 14- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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