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Texto bíblico: MATEUS 9 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 9- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/9
A sucessão de curas relacionadas à fé em Mateus 9 sugere que a fé é muitas vezes a precursora da cura.
Em primeiro lugar, a cura é atribuída à fé dos amigos do paralítico, e não à sua. Às vezes, a fé dos outros efetua a nossa cura quando nós mesmos estamos arrasados demais para ter fé.
À mulher com hemorragia e aos homens surdos e mudos, Jesus afirma diretamente que foi a fé deles que operou a cura. A fé cria a perspectiva de cura.
No entanto, a fé não garante uma solução rápida ou uma intervenção rápida. A mulher estava sangrando há 12 miseráveis e solitários anos; os outros provavelmente também sofriam há anos. A fé deve perdurar sem resolução imediata, sem prazo de validade.
É digno de nota que duas vezes Jesus ordena aos sofredores: “Tenham ânimo!” Ele quer ressuscitar sua coragem. Os corações ficam desgastados pelo sofrimento sem fim, tanto emocional quanto físico; a desesperança e o desamparo muitas vezes se insinuam. A cura sempre requer um coração rejuvenescido.
Você está sofrendo há muito tempo? Tenha coragem, meu amigo. Um dia, Jesus lhe dirá: “Sua fé te curou!”
Lori Engel
Capelão, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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775 palavras
3 blasfemando. aqui o termo abarca a ideia de usurpar a prerrogativa de Deus de perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 No Sermão do Monte, Jesus mostra Sua autoridade sobre a Lei; no cap. 8, Ele demonstra autoridade sobre doenças físicas, demônios e sobre a criação; aqui, Sua autoridade se estende ao pecado. A visão judaica sobre a doença era que ela era causada porque algum pecado tinha sido cometido (Jo 9:2). Para que os espectadores e antagonistas acreditassem que Jesus tinha autoridade para perdoar pecados, o ato da cura teria que seguir ao pronunciamento do perdão. Andrews Study Bible.
9-10 A aceitação de Mateus do chamado de Jesus ao discipulado abriu a porta para que outros publicanos [coletores de impostos], excluídos e pecadores (i. e., todos aqueles que não seguiam os escrúpulos e tradições dos fariseus) se tornassem parte do círculo de Jesus. Isto, porém, levou a duras críticas a Jesus. Para os fariseus, um judeu respeitável – e um líder, muito mais ainda – deveria se preocupar com sua aparência e imagem. Aqueles com quem nos associamos dizem muito do que somos. Mas para Jesus a vida do “reino” não se baseava ma imagem, mas em ajudar e salvar. Andrews Study Bible.
10 em casa. Era a casa do próprio Mateus, escritor deste evangelho, conforme se vê em Lc 5.27 (onde aparece seu nome israelita, Levi). Publicanos e pecadores. O costume israelita destacava as duas palavras, talvez para fazer dos publicanos uma classe especial de pecadores. Bíblia Shedd.
11 porque come. Os empedernidos judeus quiseram insinuar que esta prova de misericórdia de Cristo era sinal que se sentia em boa companhia com os pecadores. Eles, com tanto medo de se deixar contaminar, julgaram estas pessoas como que sendo desprezadas por Deus. Jesus, a Luz do Mundo, ilumina sem medo de que as trevas prevaleçam. Bíblia Shedd.
13 misericórdia quero. Nesse sentido, “misericórdia” representa justiça pela fé e “sacrifício”, justiça pelas obras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 386.
14-15 Jesus suporta a disciplina do jejum. Contudo, Ele nega que ele seja necessário aos Seus seguidores naquele momento. O princípio a se observar aqui é que a disciplina espiritual, apesar de bíblica e necessária, tem seu tempo e lugar. Andrews Study Bible.
17 odres. Na Palestina antiga, o vinho era guardado em recipientes feitos de pele de cabra. O suco de uva fresco se fermentaria com o tempo e esticaria os recipientes. Um odre velho não conseguiria suportar a pressão e se romperia; portanto, novos recipientes eram necessários para novos sucos. Jesus usou essa ilustração para enfatizar que o Seu caminho era novo e não se ajustava aos velhos e desacreditados caminhos dos fariseus ou mesmo algumas limitações das leis mosaicas. Andrews Study Bible.
18 um dos dirigentes da sinagoga. Marcos e Lucas informam que seu nome era Jairo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Marcos menciona ainda um pormenor, o de que os médicos tiraram-lhe todo o dinheiro que ela possuía, sem contudo curá-la. Bíblia Shedd.
22 ficou sã. A mesma palavra grega para “salvou”. Quando Jesus cura fisicamente Ele também salva holisticamente [como um todo]. Andrews Study Bible.
O verbo grego sõzein significa tanto salvar como curar. É restaurar e restabelecer totalmente. Bíblia Shedd.
23 tocadores de flauta. Estes, juntamente com as carpideiras, eram profissionais que acompanhavam os enterros; essas lamentações não eram senão mercenárias, o que se revela pelo tom de zombaria que adotaram para com Jesus. Ele ressuscitou a menina com a mesma ternura com a qual sua mãe a despertaria cada manhã (Mc 5.41). Bíblia Shedd.
24 dorme. Uma metáfora bíblica para a morte (Dan 12:2; Jo 11:11; 1Ts 4:13-14). Andrews Study Bible.
25 tomou a menina pela mão. Quem quer que tocasse um cadáver ou estivesse com ele num aposento se tornava ritualmente impuro (Nm 19:14-16). Jesus quebrou estas leis para trazer restauração. Andrews Study Bible.
27 cegos. Isaías predisse a cura dos cegos na era messiânica (Is 35.5) [O mesmo para os mudos, Is 35.6, verso 32]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 foi-Lhe trazido. Quando uma pessoa é impedida de ir até Jesus por falta de habilidade ou de fé para a cura física ou espiritual, é bem-aventurada se tem alguém que se preocupa com ela o suficiente para levá-la a Jesus (cf. Mc 2:2, 3). CBASD, vol. 5, p. 387.
33 falou o mudo. Esta era a evidência tangível da cura. Este foi o último milagre registrado em vários meses, sendo que o próximo foi o de alimentar 5 mil na primavera seguinte. Não se diz se Jesus se retirou a algum lugar no inverno, após a segunda viagem pela Galileia. A agitação popular provocada pelos muitos milagres tendia a obscurecer o principal objetivo de Cristo ao realizá-los: a propagação do reino dos céus no coração e na vida do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 387.
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“Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (v.36).
O ministério de Cristo consistia em três ações: ensinar, pregar e curar. Ele estava sempre rodeado de multidões que O seguiam por toda a parte em busca de ouvir e ver o Mestre que não Se importava em comer “com publicanos e pecadores” (v.11). Todos eram igualmente importantes para Jesus, e esse tratamento uniforme foi demasiadamente ofensivo para os “piedosos” escribas e fariseus. Não podiam tolerar a verdade de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (v. 11). A cura do paralítico em Cafarnaum foi o limiar de uma acirrada perseguição contra Jesus. O pensamento de que a enfermidade era um castigo divino atribuído ao pecador foi um pesado fardo retirado do coração do paralítico ao ouvir as ternas palavras de libertação: “Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados” (v.2).
A triste realidade das curas relatadas neste capítulo é que haviam poucos para ajudar e muitos para atrapalhar. Mas a grande e feliz notícia é que nenhuma multidão pode impedir aqueles que creem no Filho de Deus, a Quem as limitações físicas não podem resistir e as diferenças sociais e étnicas não podem limitar. Quando um pecador se encontra com Cristo só podem haver dois resultados: conversão ou rejeição. O breve relato do chamado do evangelista Mateus revela a grandeza de caráter que o Senhor viu naquele coletor de impostos. De tudo o que Mateus escreveu, este foi o único registro de seu discipulado, ocupando-se tão-somente em deixar escritas as obras de seu soberano Mestre.
De fato, Jesus anunciou o reino dos céus mediante um ministério para todos. Contudo, em nenhum momento o Salvador foi conivente com o pecado. Muito pelo contrário. Sua obra consistia em chamar os “pecadores [ao arrependimento]” (v. 13), mostrando-lhes assim “um caminho sobremodo excelente”, do amor e da misericórdia. (1Co.12:31). O pedido do chefe de uma sinagoga e o esforço de uma mulher cerimonialmente impura foram semelhantemente considerados por Jesus como dignos de Sua preciosa atenção. Esses milagres ilustram, respectivamente, a nossa necessidade de uma vida purificada e renascida em Cristo. Oh, como anseia Cristo nos dizer: “Tem bom ânimo […], a tua fé te salvou” (v.22)! E quanto deseja o nosso Salvador nos tomar pela mão e nos levantar como novas criaturas para Ele (v.25)!
Muitos ainda estão como os dois cegos e como o mudo endemoninhado, com uma visão espiritual deficiente e uma audição impedida pelo diabo. Quando, porém, se deparam com Jesus ou são levados até Ele, e seus olhos são abertos e seus ouvidos desobstruídos, fica difícil guardar para si o que dá vontade de contar para toda a Terra (v.31). Jesus chegou em um momento em que o mundo padecia de terrível sofrimento e angústia. E, dirigindo-Se aos Seus discípulos, Ele deixou bem definida a nossa missão, que é cuidar de Sua seara mediante o Seu exemplo: ensinando, pregando e curando (v.35). Nos momentos finais desta Terra, quando o pecado atingir o limite da maldade, Jesus Se manifestará segunda vez para buscar o que plantamos e regamos, mas que Ele fez crescer. Portanto, plantemos e reguemos, pois a colheita só pertence a Cristo.
Pai misericordioso, como é maravilhoso conhecer o Teu caráter na vida de Teu Filho amado! Mas as mazelas deste mundo têm impedido a muitos de Te conhecer, de ouvir a Tua voz. Senhor, cura-nos não somente de enfermidades físicas, mas, acima de tudo, daquelas que ameaçam nos tirar a vida eterna! Rogamos que o Senhor mande trabalhadores para a Sua seara; homens e mulheres que, cheios do Espírito Santo, iluminem a Terra com a Tua glória. Queremos fazer parte deste Teu exército de salvação, Pai. Por isso, Te pedimos que nos perdoe os pecados, nos cure e nos capacite. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, trabalhadores na seara do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Mateus9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 9 – Jesus, o Emanuel, Deus Conosco, alterou o curso da história de degradação do pecado ao demonstrar Seu poder criador na restauração integral da humanidade chafurdada no pecado. Em Mateus 8 e 9, Ele demonstra ser capaz de restaurar a humanidade no nível físico, emocional, social e espiritual.
Jesus é Quem fala e tudo Se faz (Salmo 33:6, 9); Ele tem autoridade sobre as forças da natureza (Salmo 89:9) como se nota em Mateus 8. Em Mateus 9, esse poder continua através da cura de um paralítico (vs. 1-8) e na cura de várias doenças; entretanto, aqui Seu poder vai além de restaurar doentes: Ele revela ter capacidade de reverter o poder da morte, trazendo mortos à vida (vs. 18-34).
Em tudo isso, Jesus está numa batalha de proporções cósmica. “Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hebreus 2:14-15). Jesus invadiu o Império das Trevas para tomar “sobre Si as nossas enfermidades e sobre Si [levar] as nossas doenças” (Isaías 53:4).
A libertação dos endemoniados na região dos gadarenos demonstra o poder absoluto de Jesus sobre o reino das trevas; intrigantemente, os demônios reconheceram o Messias ao gritarem: “Que queres conosco, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do devido tempo?” (Mateus 8:29). A autoridade de Cristo sobre as forças diabólicas reafirma Seu papel como Redentor que veio para destruir as obras do diabo (I João 3:8).
Diante destas revelações, temos de tomar a decisão de seguir ao Messias, o Salvador, ou permanecer junto aos poderes do mal. Em Mateus 8:18-22, Jesus deixa claro que é preciso largar tudo para segui-lO. Em Mateus 9:9, Jesus chama Mateus, o qual aceita segui-lO; porém, outros duvidavam dEle e O questionavam (Mateus 9:10-17). Mas, depois da ressurreição de um morto e a expulsão de mais um demônio, alguns líderes religiosos “diziam: ‘É pelo príncipe dos demônios que Ele expulsa demônios” (Mateus 9:34).
O problema de não entender a natureza do Messias e Sua missão pode induzir-nos à rejeição de Sua pessoa. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.