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Texto bíblico: MATEUS 18 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 18- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/18
Se pudermos abraçar uma visão descomplicada, organizada e infantil das prioridades da vida, seremos muito mais capazes de abraçar as coisas de Deus. Este não é um chamado à infantilidade, mas um convite a uma simplicidade semelhante à de Cristo frequentemente vista em crianças pequenas. Para muitos de nós, a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Jesus nos exorta a retornar a uma vida muito mais simples e não afetada de confiança, inocência, obediência e contentamento.
Você está encorajando seu cônjuge, filhos, amigos, outros membros da igreja a misturar lealdade a Deus com os prazeres deste mundo? Que coisa terrível será no dia do julgamento se você contribuiu para a perda espiritual de uma pessoa. Se você está em uma posição de liderança, os riscos e a responsabilidade de enganar os outros são ainda maiores.
Um querido amigo me disse que quando Jesus falou sobre perdoar os outros “setenta vezes sete”, Ele estava falando de uma atitude contínua de disposição para perdoar. Quando consideramos o número de vezes que Deus está disposto a perdoar, devemos apresentar espírito de perdão para com os outros.
Leo Van Dolson, Jr.
Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1704 palavras
[Nota: O Comentário Bíblico Adventista deixa muito claro que em todo o capítulo 18, Jesus responde à pergunta: “Quem é o maior?” Em resumo, a resposta é: aquele que é capaz de perdoar de coração, como uma criança…]
1-35 Este capítulo é o quarto dos cinco grandes discursos, em Mateus. Bíblia de Genebra.
1 Naquela hora. Esta instrução foi dada no mesmo dia em que ocorreu o incidente sobre o tributo no templo. … A discussão entre os discípulos … atingiu o clímax no momento em que o grupo entrou em Cafarnaum. A referência de Jesus sobre ir novamente a Jerusalém (ver Mt 16:21), de onde Ele tinha estado ausente por quase um ano e meio (ver com. de Jo 7:2), tinha reavivado no coração dos discípulos esperanças equivocadas … de que havia chegado o tempo de Jesus estabelecer Seu reino. … Todo o discurso [cap 18] pode muito bem ser intitulado: “Como lidar com as diferenças de opinião e conflitos que surgem na igreja”. O grande problema que tornou necessário o discurso foi um grave choque de personalidades entre os doze. Era necessário resolver isso para que a unidade do grupo fosse preservada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 469.
Quem … é o maior? Os discípulos se consideravam os mais altos oficiais do reino. No reino da própria imaginação, a posição ocupava o primeiro lugar, fazendo-os esquecer o que Jesus lhes dissera sobre o sofrimento e a morte. A opinião preconcebida efetivamente isolava a mente contra a verdade. CBASD, vol. 5, p. 470.
3 Este não é um chamado para ser “infantil”. Era deste modo que os discípulos estavam agindo em sua disputa para ser o maior. O chamado de Jesus é para ser “como uma criança” – desenvolver a humildade, inocência e dependência que é facilmente encontrada nas crianças. Andrews Study Bible.
6 fizer tropeçar. Aqui, Jesus Se refere principalmente a qualquer coisa que possa causar desunião entre os irmãos. Paulo admoesta os cristãos maduros a não fazer nada que leve um cristão imaturo a tropeçar (1Co 8:9-13). CBASD, vol. 5, p. 470.
pedra de moinho. Do gr. mulos onikus, literalmente, “uma pedra de moinho de jumento”, isto é, uma pedra tão grande que era necessário um jumento para movê-la. CBASD, vol. 5, p. 470.
Isto é, pedra de moinho girada por jumento – bem maior e mais pesada que as pequenas (24.41), manipuladas pelas mulheres todas as manhãs em casa [24.41]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 corta-o. Jesus não está sendo literal aqui. Ele está enfatizando a seriedade de fazer com que um irmão fraco se extravie. Infelizmente, alguns cristãos através dos séculos entenderam literalmente este ensino de Jesus e se mutilaram, no que consideraram ser uma obediência à instrução de Jesus neste verso e em outros similares (5:29; 19:12). O exemplo mais famoso foi Orígenes, o pai da igreja do terceiro século, que se castrou por causa de seus pensamentos lascivos [de forte desejo sexual]. Andrews Study Bible.
10 A referência aos pequeninos pode ser tanto à criança quanto aos neófitos da fé. O escândalo e o desprezo a estes novos teria efeito negativo no exemplo ou ensino, afastando-os da fé. Bíblia Shedd.
12-14 A parábola da ovelha perdida também se acha em Lc 15.3-7. Ali se aplica aos incrédulos, mas aqui aos crentes. Jesus usou a mesma parábola para ensinar verdades diferentes em situações diferentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 indo procurar. A salvação consiste não na busca do homem por Deus, mas na busca de Deus pelo homem. O raciocínio humano vê na religião nada mais do que tentativas humanas de encontrar paz e resolver o mistério da existência, encontrar uma solução para as dificuldades e incertezas da vida. É verdade que no fundo do coração humano há um desejo dessas coisas, mas o ser humano, por si só, nunca pode encontrar a Deus. A glória da religião cristã é que ela conhece um Deus que tanto Se preocupa com o ser humano que deixou tudo a fim de “buscar e salvar o perdido” (Lc 19:10). CBASD, vol. 5, p. 472.
a que se extraviou. Do gr. planao, “desviar-se”, “vagar” ou “levar ao erro”. Nossa palavra “planeta” vem da palavra grega relacionada planetes, que significa “errantes” (ver Jd 13). Os planetas do sistema solar receberam esse nome porque parecem vagar sem rumo [em suas órbitas em torno do Sol], entre as estrelas aparentemente “fixas”. CBASD, vol. 5, p. 472.
15 pecar. Evidentemente, o “irmão” que “erra” é o mesmo que a “ovelha” que “se extraviou”. CBASD, vol. 5, p. 472.
mostre-lhe o erro (NVI). Esta é mais do que uma advertência sábia, é um mandamento. “Somos tão responsáveis pelos males que poderíamos haver reprimido, como se fôssemos nós mesmos culpados da ação” (DTN, 441). CBASD, vol. 5, p. 472.
entre ti e ele só. Fazer circular relatos sobre o que “teu irmão” possa ter feito tornará mais difícil, talvez mesmo impossível, chegar até ele. Aqui, talvez mais do que em qualquer outro aspecto das relações interpessoais, é nosso privilégio aplicar a regra de ouro … Quanto menos publicidade for dada a um ato errôneo, melhor. CBASD, vol. 5, p. 472.
ganhaste teu irmão. Alguém já disse que a melhor forma de nos desfazer de nossos inimigos é fazer deles nossos amigos. CBASD, vol. 5, p. 472.
Estes três estágios para tratar com o cristão em pecado constituem o coração de toda disciplina eclesiástica. O objetivo é levar ao arrependimento, enquanto procura reduzir a consciência pública do referido pecado ao mínimo. Em hipótese alguma deve este assunto ser propagado ao mundo em geral. Bíblia de Genebra.
16 uma ou duas pessoas. Estas “mais uma ou duas pessoas” não estão pessoalmente envolvidas, portanto estão em posição melhor para expressar uma opinião imparcial e aconselhar o irmão ofensor. CBASD, vol. 5, p. 472.
17 considera-o como gentio ou publicano. Caso haja desrespeito à igreja, o culpado deve ser excluído da comunhão e tratado como a um pagão (o que não deixa de estar dentro do objetivo do amor). Bíblia Shedd.
pagão (NVI). Para os judeus, significava qualquer tipo de gentio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A sociedade judaica geralmente não se socializava com gentios ou coletores de impostos. A remoção do corpo de membros da igreja é o primeiro passo no processo que visa trazer pessoas ao arrependimento e reconciliação. … Contudo, os termos usados por Jesus nos lembram do Seu exemplo ao tratar com pecadores e coletores de impostos (9:9-11; 11:19). Seu cuidado amoroso e perdão demonstram como a igreja deveria tratar aqueles que estão desligados, buscando a restauração definitiva de todos os pecadores. Andrews Study Bible.
19-20 Estes versículos devem ser tomados no seu contexto mais amplo, como tratando ainda da disciplina na igreja. Bíblia de Genebra.
20 A declaração de Mt 18:20, é claro, é verdadeira em sentido geral, embora, no contexto do capítulo (v. 16-19) se refira principalmente à igreja em sua capacidade oficial de lidar com um membro ofensor. CBASD, vol. 5, p. 473.
A congregação que se reúne em nome de Cristo é a que O tem em seu meio. Bíblia Shedd.
21 até sete vezes? Pedro quis ser generoso, pois as tradições dos rabinos falavam em perdoar até três vezes. A resposta de Jesus, tomando-se em consideração o que Pedro disse, significa que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos. Bíblia Shedd.
O perdão, seja da parte de Deus, seja da parte do homem, é muito mais do que um ato judicial, é a restauração da paz onde havia conflito (cf. Rm 5:1). mas o perdão vai além e envolve o esforço de restaurar o próprio irmão que erra. CBASD, vol. 5, p. 474.
22 até setenta vezes sete. Se o espírito de perdão age no coração, a pessoa está tão pronta a perdoar aquele que se arrepende pela oitava vez como na primeira vez, tão pronta a perdoar na 491ª vez como na oitava. O verdadeiro perdão não se limita a números; além disso, não é o ato [do perdão] que importa, mas o espírito que precede o ato. CBASD, vol. 5, p. 474.
23-25 A parábola do credor sem compaixão ensina a Pedro o motivo pelo qual deve-se perdoar sem limites. Deus perdoou-nos tanta coisa ao nos conceder o dom gratuito da Salvação em Cristo, que qualquer ofensa que outro ser humano possa praticar contra nós é irrisória em comparação a isto. Perdoá-lo seria o mínimo que poderíamos fazer, refletindo, assim, algo da bondade divina que tem sido derramada em nossas vidas (6.14, 15). Bíblia Shedd.
24 dez mil talentos. Um talento era a mais alta medida monetária da moeda corrente, e era equivalente a seis mil denários ou dracmas. … Uma tal soma de dinheiro era praticamente incontável e ilustra a enorme dívida do pecado em que todos temos incorrido diante de Deus. Bíblia de Genebra.
Cerca de 215 toneladas de prata, o suficiente para contratar 10 mil trabalhadores por 18 anos. CBASD, vol. 5, p. 474.
Cerca de 60 milhões de vezes o salário de um dia de um trabalhador. Andrews Study Bible.
O verdadeiro perdão: 1) Cristo ensinou-nos a perdoar sempre; 2) Isto refere-se especialmente a ofensas praticadas contra nós mesmos; 3) Pelo fato de também sermos pecadores, não nos compete julgar com demasiado rigor às faltas do nosso próximo; 4) Deus, finalmente, julgará a todos segundo Sua reta justiça: que será de nós se não praticarmos misericórdia? (Tg 2.13). Bíblia Shedd.
28 cem denários. Cerca de 100 vezes o salário de um dia de um trabalhador. Andrews Study Bible.
35 perdoar. O ensino principal da parábola. Bíblia de Estudo NVI Vida.
do íntimo. O problema na pergunta de Pedro … foi que o tipo de perdão a que ele se referia não era do coração, mas, sim, um tipo mecânico e legalista de “perdão”, com base no conceito de obtenção de justiça pelas obras. Como foi difícil para Pedro entender o novo conceito de obediência do coração, motivada pelo amor a Deus e aos seus semelhantes! Isso completa a resposta de Jesus à pergunta de Pedro (v. 21), resposta que também trata indiretamente da pergunta: “Quem é o maior no reino dos céus? (v. 1). O “maior” é simplesmente aquele que, “de coração”, reflete sobre a misericórdia do Pai celestial e que faz “o mesmo” em relação a seus semelhantes. … As palavras de perdão, por mais importantes que sejam, não são de primordial importância aos olhos de Deus. Pelo contrário, é a atitude de coração que dá às palavras a plenitude de sentido que, de outra forma, lhes faltaria. A aparência de perdão, motivada por circunstâncias ou por objetivos escusos, pode enganar aquele a quem é atribuída, mas não Aquele que vê o coração (1Sm 16:7). O perdão sincero é um aspecto importante da perfeição cristã. CBASD, vol. 5, p. 475, 476.
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“Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (v.3).
Após quinze anos de igreja, minha vida passou por uma mudança de 180°. Através de uma jornada espiritual e do projeto Reavivados Por Sua Palavra, meus olhos foram abertos para a beleza do conhecimento de Deus e de Cristo. Entre as muitas formas que Jesus usou para Se apresentar, uma delas foi marcante para mim. Através de cartas diárias minhas para Ele e dEle para mim, uma delas me foi apresentada pelo Espírito Santo como uma mensagem especial e muito importante para os nossos dias. Ela diz assim:
“A Minha obra de intercessão no santuário celestial ainda não está completa. Tenho intercedido junto ao Pai por todos os crentes e como tem sido difícil para Mim o veredito de alguns!
Filhinha, a Minha luta tem sido para que vocês não Me louvem apenas com os lábios, porque para estes, quando Eu voltar, com o coração partido, terei que dizer: ‘Nunca vos conheci’!
Vocês precisam Me buscar e Me louvar com todo o vosso coração! Se vocês Me louvam com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentem por alguém, esse louvor é maldito, e para Mim não tem valor algum!
O Meu povo necessita compreender que precisa buscar o coração de uma criança, precisa almejar ser como criança. Precisa buscar um coração puro, rápido para amar, rápido para perdoar!
Assim como um dia Eu disse: ‘Deixai vir a Mim os pequeninos’, Eu direi naquele Grande Dia: ‘Vinde, benditos de Meu Pai’! Não será diferente, pois virão a Mim todos aqueles que aceitaram tornar-se como criança!
Por isso, filhinha, busque este ideal e leve esta mensagem para quantos Eu colocar em seu caminho!
Eu te amo! Volto logo!
Com lágrimas de amor, Jesus”.
A pergunta que não calava no coração dos discípulos era esta: “Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?” (v.1). O desejo por assumir um lugar de destaque no reino de Cristo, certamente inquietava-os e foi o principal motivo de discussão entre eles durante os três anos e meio em que andaram com Jesus, mesmo diante da resposta que deveria ter sido suficiente para encerrar este assunto. “Chamando uma criança” (v.2), Jesus declarou, em outras palavras, a Sua primeira fala no sermão da montanha: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt.5:3). Jesus não se referiu à imaturidade de uma criança, mas a humildade em reconhecer que necessita de ajuda, que não consegue andar sozinha.
Mas Cristo foi além, e despertou Seus discípulos à responsabilidade de jamais servirem de pedra de tropeço aos Seus pequeninos. Como crianças de Jesus, Ele espera que vivamos em conformidade com os Seus ensinos e busquemos a comunhão do Espírito. Como pecadores, não estamos livres de falhar, contudo, Ele nos deixou escrito o caminho por onde devemos andar e espera que estejamos sempre dispostos a dEle aprender, com humildade e inteireza de coração. Aquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9), espera que vivamos de forma digna ao nosso chamado. E isso só pode acontecer se permitirmos que o Espírito Santo realize a Sua boa obra em nós.
Os anjos que assistem à presença de Deus face a face, são os que têm cuidado e guardado os pequeninos de Deus para a salvação, como está escrito: “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” (Hb.1:14). Deus não deseja perder um pequenino sequer de Seu redil e vai em busca daquele que porventura tenha se extraviado. Mas Ele também nos chamou à responsabilidade de cuidarmos uns dos outros e de como devemos agir em situações de conflito. Vejamos a ordem estabelecida por Jesus para tentar sanar um conflito entre irmãos:
1. “Vai argui-lo entre ti e ele só” (v.15). Ou seja, não divulgue o pecado do seu irmão, mas procura primeiro resolver o problema com ele;
2. Se caso ele “não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas” (v.16) para que fique provado o seu desejo pela paz;
3. “Se ele não os atender, dize-o à igreja” (v.17).
Quando eu era criança, lembro-me do costume que havia em estar “de bem” ou “de mal” de algum coleguinha. Mas também me lembro de como era curto o intervalo entre um “tô de mal” e uma nova brincadeira. As crianças são rápidas para perdoar e resolvem seus atritos com facilidade, enquanto nós adultos, considerados “maduros”, estabelecemos uma linha divisória entre nós e aqueles que não perdoamos. O nosso maior problema não é ter que conviver com eles, mas com os maus sentimentos que permitimos tomar conta de nosso coração. Observem que o verso que todos usamos para afirmar que Jesus está no meio de nós, está dentro do contexto do perdão: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, ali estou no meio deles” (v.20).
Muitos há que pensam estar reunidos em nome de Jesus, enquanto conservam um coração governado pelo orgulho e pela vaidade. A pergunta de Pedro e sua tentativa de parecer mais misericordioso do que os outros com a “perfeita” quantidade de perdões, foi subjugada pelo Matemático do amor com “setenta vezes sete” (v.22). Não há como ser levado a sério como cristão se o amor e o perdão não fizerem parte de nossa caminhada. Ambos são dons de Deus que precisamos pedir todos os dias. “Se do íntimo” (v.35), não vivermos o perdão, estamos nós mesmos amarrando ao nosso pescoço “uma grande pedra de moinho” (v.6).
Amados, todos temos uma conta que, por nossos próprios esforços, seria impossível de pagar. Mas Jesus assumiu a nossa dívida e decidiu nos perdoar. Qual será, pois, a nossa reação diante de tão grande sacrifício de amor? Sufocar aqueles que nos fizeram mal pelo ódio? Ou conceder-lhes um lindo sorriso de perdão da criança que permitimos que Jesus nos transformasse? Raiva ou compaixão? Ódio ou amor? A escolha é nossa.
Por isso que o nosso relacionamento com Cristo é imprescindível. Podemos até achar que estamos muito distantes de ter o caráter de Jesus, mas se Ele prometeu estar conosco todos os dias e a perseverança é uma das características dos salvos, então não desista e não desanime. Porque estou plenamente certa “de que Aquele que começou boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6). Mas, lembre-se: aquele que não se tornar como criança, jamais entrará no reino dos céus (v.3).
Nosso Pai de amor, como é difícil termos que lidar com nossa natureza má e tendenciosa a pecar. Muitas situações mancham o nosso coração com mágoa, raiva e orgulho. Tem misericórdia de nós, Pai! Purifica o nosso coração! Pedimos pelo Espírito Santo como nosso companheiro e instrutor constante, para que sempre olhemos para nosso próximo tendo em vista que cada um tem uma história de vida que muitas vezes não conhecemos. Dá-nos o coração de compaixão e o olhar sensível do nosso Salvador para que, qual crianças, sejamos rápidos para amar e rápidos para perdoar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, crianças de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Mateus18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 18 – No Reino de Cristo, os valores são diferentes dos reinos deste mundo pervertido. Considere com atenção e oração:
O Reino dos Céus não é para aqueles que buscam grandeza por orgulho e vaidade, mas para os que se humilham como crianças (Mateus 18:1-4).
No Reino dos Céus é condenado quem causa tropeço a um dos pequeninos – aqui não se refere apenas a crianças, mas a todos os vulneráveis como ovelhas perdidas da sociedade (Mateus 18:5-14). Cada indivíduo tem importância no reino de Cristo.
No reino de Deus, o processo de lidar com quem erra é diferente da busca por vingança natural no coração de quem não é convertido.
“As palavras de Jesus registradas em Mateus 18:15-17 esboçam o procedimento a ser seguido no trato com o pecado na igreja. Primeiramente, dirija-se à pessoa e trate do assunto diretamente com ela. Se isso não resolver, faça-se acompanhar de uma ou duas testemunhas. Se o problema persistir, leve o assunto à igreja. Se o culpado não ouvir a igreja, considere-o como excluído da igreja” (Guia para Ministros, 157).
A mente humana tem dificuldade para entender os princípios do Reino de Deus. Por isso, a pergunta de Pedro: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” (Mateus 18:21). Jesus mostra que o incrédulo é quem não perdoa (Mateus 18:17-20), mas o cristão de verdade nunca se vinga, sempre perdoa quem erra contra ele.
Para reforçar Seu argumento, Jesus conta a parábola apresentando o contraste entre o perdão do rei e a falta de misericórdia do servo. E deixa uma pergunta no ar: Como podemos não perdoar os outros quando fomos tão grandemente perdoados por Jesus? Aquele que não perdoa também não terá o perdão de Deus, e não participará do Reino dos Céus (Mateus 18:22-35).
Enfim,
• No Reino Divino, a verdadeira grandeza é medida pela humildade, nunca pelo orgulho.
• No Reino Celestial, negligenciar ou ferir alguém implica ferir o coração de Cristo.
• No Reino Eterno, a justiça não é se vingar, mas reconciliar-se e perdoar.
Perdoar é liberar a si mesmo para viver o verdadeiro propósito do nobre Reino que Jesus veio implantar. Se não perdoamos, trancamos as portas do Reino dos Céus para nós mesmos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MATEUS 17 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 17- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/17
Ao verem Moisés e Elias vivos, os discípulos tiveram uma representação visual da certeza da vida eterna. Moisés representava aqueles que seriam ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo e Elias aqueles que seriam trasladados. Enquanto na terra, Moisés e Elias tinham sido colaboradores de Cristo e depois de levados para o Céu, continuaram a compartilhar Seu anseio pela salvação dos seres humanos. Agora eles tinham vindo, não para anunciar o reinado de Jesus como Rei dos reis, mas para incentivá-lo e consolá-lo.
Mais adiante neste capítulo vemos os discípulos na parte inferior da montanha tentando, sem sucesso, curar um menino possuído pelo demônio. Quando Jesus e os três discípulos se aproximaram, o pai do menino implorou a Jesus para curar seu filho, o que Jesus fez facilmente. Chama-nos a atenção nesta seção do capítulo o questionamento dos discípulos a Jesus do porquê não terem conseguido expulsar o demônio.
Jesus explicou que não era só por causa de sua falta de fé, mas pela falta de cuidado com o que consideravam a sagrada obra a eles confiada. Ao invés de fortalecer a sua fé por meio da oração, quando Jesus e os três discípulos companheiros estavam na montanha, eles estavam cheios de inveja e se demorando em suas queixas pessoais. Para ter sucesso no conflito com os maus espíritos, eles devem vir para o trabalho de Deus com uma disposição diferente. Sua fé deve ser fortalecida por meio de oração, jejum e humilhação de coração. Que lição para nós, hoje! Precisamos ser esvaziados de nós mesmos e nos tornarmos totalmente dependentes de Deus (ver O Desejado de Todas as Nações p. 302-303).
Jack J. Blanco, Th.D.
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1161palavras
1 um monte alto. O local da transfiguração não é conhecido. O monte Tabor (588 m de altitude), 19 km a sudoeste do lago da Galileia e 8,8 km a leste de Nazaré, é considerado ser este local, segundo a tradição. Contudo, a descoberta de que, no tempo de Cristo, uma fortaleza e um pequeno povoado coroavam seu cume parece tornar impossível que Jesus tivesse encontrado ali a solidão descrita em Mateus e Marcos (cf DTN, 419). … Ao pé do monte da transfiguração, os escribas e rabinos se misturavam com uma multidão, provavelmente de judeus, e tentaram humilhar Jesus e Seus discípulos. Isso parece indicar que a transfiguração ocorreu na Galileia, não no distrito gentio de Cesareia de Filipe. … No intervalo da semana entre a grande confissão e a transfiguração, em seguida, Jesus voltou para a Galileia. Assim, parece que os montes Hermon e Tabor não foram o monte da transfiguração. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 462.
1-13 A aparição de Moisés e Elias tem significância em vários níveis: 1) Representam a Lei e os Profetas, respectivamente. Jesus havia dito que não viera abolir a Lei e os Profetas, mas cumpri-los (5:17). 2) Moisés e Elias, como Jesus, realizaram milagres, foram rejeitados e se encontraram com Deus em uma montanha (Sinai e Horebe/Sinai [Êx 24:12-18, 1Rs 19:8-19], respectivamente). 3) No judaísmo, estes homens tinham significância escatológica. Em Dt 18:15-18, Moisés profetizou que Deus levantaria um profeta como ele mesmo. Acreditava-se que isto aconteceria nos últimos dias. Em Ml 4:5-6 foi profetizado que Elias apareceria “antes da vinda do grande e terrível dia do Senhor.” 4) Finalmente, ambos se acreditavam estar no Céu, tendo sido ressuscitado (Moisés, Judas 9) ou transladado (Elias, 2Rs 2:11-12). Eles se tornaram representativos daqueles que serão salvos na Segunda Vinda quando Jesus retornar (1Ts 4:16-17). Andrews Study Bible.
6 caíram de bruços. Comparar com Ez 1:28; Dn 10:9. Homens como Ezequiel e Daniel receberam visões, mas Pedro, Tiago e João viram com a visão natural. CBASD, vol. 5, p. 464
10 A escatologia [teologia dos últimos acontecimentos] tradicional dos mestres da lei, tendo por base Ml 4.5, 6, sustentava que Elias devia aparecer antes da vinda do Messias. Segundo o raciocínio dos discípulos, se Jesus realmente fosse o Messias, fato esse comprovado pela transfiguração, por que Elias não aparecera? Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 restaurará todas as coisas. Na dramática experiência do monte Carmelo, Elias foi bem-sucedido em conduzir de volta o coração de muitos em Israel ao Deus de seus pais (ver com. de 1Rs 18:37-40) e, consequentemente, em refrear os terríveis avanços da apostasia. Da mesma forma, João Batista proclamou o batismo de arrependimento do pecado e o retorno ao verdadeiro espírito de adoração (ver com. de Ml 3:1, 7; 4:6; Lc 1:17). Evidentemente, João não era Elias em pessoa (vem com. de Jo 1:21), mas ele foi adiante do Messias “no espírito e poder de Elias” (Lc 1:17). CBASD, vol. 5, p. 464.
17 Jesus, como Moisés, desceu do monte da glória, para encontrar a incredulidade (Êx 32.15-21). Bíblia de Genebra.
20 fé. A deficiência da fé que tinham os discípulos não está no fato de eles revelarem falta de confiança, ou que não esperassem sucesso – eles ficaram aparentemente surpresos por falharem – mas porque sua expectação não estava devidamente baseada num relacionamento com Deus. Uma leve porção de fé verdadeira, enraizada numa submissão a Deus, é eficaz. Mc 9.29 torna este ponto ainda mais claro, quando fala da oração como a chave. Bíblia de Genebra.
Com uma pequena quantidade de fé os seguidores de Jesus seriam capazes de fazer o que parecia impossível, como mover uma montanha. Anteriormente a eles, as pessoas pensavam que as montanhas eram pilares que sustinham o céu e mantinham no lugar o disco da Terra em cima das águas subterrâneas. Mover estes montes do lugar seria um trabalho dos deuses. Na teologia de Jesus, mesmo a menor fé poderia levar à concretização do que seria geralmente aceito como impossível. Este ensino de Jesus, obviamente, deve ser entendido à luz do resto da Escritura e não ser tomado sem entendimento. A fé deve estar de acordo com a vontade de Deus e com a Sua glória. Andrews Study Bible.
22 A segunda predição da morte de Cristo. A primeira acha-se em 16.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24. os que cobravam. Literalmente “que recebiam a dupla dracma” [gr didrachmon]. Estes não eram os publicanos, ou cobradores de impostos (ver com. de Lc 3:12), que cobravam pedágios e impostos para as autoridades civis, mas os homens designados em cada distrito para recolher o imposto do templo, o meio siclo [shekel] exigido de todo homem judeu livre, com 20 anos de idade ou mais para a manutenção do templo. Esse imposto não era obrigatório no mesmo sentido que era o dízimo, mas seu pagamento era considerado um dever religioso. CBASD, vol. 5, p. 466
não paga vosso Mestre? Aparentemente, a ideia de desafiar Jesus a esse respeito havia chegado havia pouco à mente deles; era parte de um plano bem elaborado. CBASD, vol. 5, p. 466.
taxa do templo. Somente Mateus menciona este incidente, provavelmente porque havia sido coletor de impostos antes de ter aceitado o chamado de Jesus para ser discípulo. Andrews Study Bible.
25 Sim, respondeu Ele. Pedro reconheceu imediatamente a natureza incomum e inesperada (ver com. do v. 24) do questionamento e sentiu o desafio implícito à fidelidade de Jesus ao templo que a suposta inadimplência indicava. Aparentemente, Pedro e seus condiscípulos ainda eram totalmente fiéis em espírito aos líderes judeus (cf DTN, 398), e a primeira reação de Pedro foi de evitar a todo custo qualquer coisa que tendesse a piorar as relações com eles. Porém, como em ocasiões anteriores (ver Mt 22:15-22), os escribas e fariseus procuravam confrontar Jesus com um dilema inescapável. Os levitas, sacerdotes e profetas estavam isentos (DTN, 433). Recusar-se a pagar o imposto significaria deslealdade ao templo, mas pagá-lo implicaria que Jesus não se considerava um profeta, que estaria isento dele. CBASD, vol. 5, p. 466.
26 isentos os filhos. Jesus poderia ter reivindicado a isenção como um mestre ou rabino. No entanto, ele deixou de lado essa afirmação válida. CBASD, vol. 5, p. 467.
27 Mas. O coletor de impostos do templo não tinha o direito legal de exigir o meio siclo de Jesus. Ele pagou por conveniência, não por obrigação. Ele renunciou a Seu direito a fim de evitar controvérsia e fez o que não podia legitimamente ser obrigado a fazer, a fim de estar em paz com Seus inimigos. Evidentemente, ele não queria que Sua lealdade ao templo fosse contestada, por mais que a acusação fosse injusta. O modo de ação de Cristo se destaca como lição para todos os cristãos. Devemos nos esforçar para viver em paz com todos e, quando necessário, fazer mais do que o exigido, a fim de evitar conflitos desnecessários com os adversários da verdade (cf. Rm 12:18; Hb 12:14; 1Pe 2:12-15, 19, 20). No entanto, sob nenhuma circunstância devemos comprometer o princípio cristão no esforço para agradar os outros (ver DTN, 356). CBASD, vol. 5, p. 467
por Mim e por ti. O milagre tinha a intenção de ensinar a Pedro uma lição e silenciar os cobradores de impostos críticos, que tinham procurado colocar Cristo na categoria de um israelita comum e, assim, desafiar Seu direito de ensinar. CBASD, vol. 5, p. 467.
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“Então, Jesus respondeu: De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas” (v.11).
A menção de que alguns dos discípulos veriam Jesus no Seu reino antes de passar pela morte (Mt.16:28) se concretizou “[seis] dias depois” (v.1), quando Jesus “foi transfigurado diante deles” (v.2). O “Seu rosto resplandecia como o sol, e as Suas vestes tornaram-se brancas como a luz” (v.2). Pedro, Tiago e João tiveram um vislumbre do reino dos céus na pessoa de Cristo glorificado, e de Moisés e Elias, que representam, respectivamente, os mortos justos que serão ressuscitados e os fiéis que estarão vivos na ocasião do retorno de Cristo. Extasiado com o que via, Pedro propôs montarem ali mesmo um acampamento, o que reforça o fato de que Moisés e Elias foram levados ao Céu de forma corpórea, assim como acontecerá com os salvos no grande Dia do Senhor (1Co.15:51-54).
Que momento solene e sagrado aqueles três discípulos puderam testemunhar! Envolvidos por “uma nuvem luminosa” (v.5), “caíram de bruços, tomados de grande medo” (v.6). Daquela nuvem, o Pai declarou as mesmas palavras ditas no batismo de Jesus (v.5). Diante da presença de Deus toda a conjuntura humana perde as forças. Isaías, Daniel, João são exemplos de pessoas que foram tomadas de grande temor diante das visões divinas. Mas assim como o anjo do Senhor os tocou restaurando-lhes a força, Jesus tocou em Seus discípulos, “dizendo: Erguei-vos e não temais” (v.7). Por mais emocionante e marcante que fosse aquela experiência, ela só poderia ser compartilhada após a ressurreição de Cristo. O relato do que ali aconteceu seria bem mais impactante e eficaz após a vitória de Jesus sobre a morte, confirmando a bendita recompensa já desfrutada por “Moisés e Elias” (v.3).
A profecia acerca de Elias e a forma como os escribas acreditavam que aconteceria também explica a atitude de Pedro em se oferecer para armar tendas. É bem provável que ele tivesse ligado aquele momento à profecia, julgando que Elias havia chegado. Jesus desvendou, então, o verdadeiro sentido profético, de que a vinda de Elias não se tratava do próprio Elias vindo à Terra, mas da representação de dois ministérios: um que antecederia a primeira vinda de Cristo, que foi o de João Batista (v.13), e outro que antecede o Seu segundo advento. Por isso que Jesus usou uma aplicação no passado: “Eu, porém, vos declaro que Elias já veio” (v.12), e outra no futuro: “De fato, Elias virá” (v.11). Como João Batista, Deus separou um povo peculiar nos últimos dias a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado”; um povo que vai “adiante do Senhor no espírito e poder de Elias” (Lc.1:17).
Enquanto Jesus estava no monte, na presença do Pai, Satanás se manifestava na vida de um menino, o qual não pôde ser curado pelos discípulos. Estamos lidando constantemente com um inimigo de forças superiores. Seria impossível vencê-lo não fosse a intervenção de Cristo. Mas para que isso aconteça, é preciso ter fé. É necessário habitar “no esconderijo do Altíssimo” (Sl.91:1), “por meio de oração e jejum” (v.21). Quem assim o faz, torna-se parte do último Elias, que irá restaurar “o altar do Senhor, que estava em ruínas” (1Rs.18:30) e que através de uma vida de oração, receberá o refrigério do Espírito Santo. Até lá, continuaremos como foi com Pedro ao pagar o imposto, tendo que lidar com as questões corriqueiras deste mundo, mas o Senhor até nesses assuntos promete cuidar de Seus filhos até que Ele volte.
Amados, a Bíblia diz que “os discípulos se entristeceram grandemente” com a notícia da morte de Cristo (v.23). Nós, porém, temos uma notícia tão maravilhosa para dar ao mundo, que o apóstolo Paulo escreveu: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp.4:4). Precisamos sair no espírito e poder de Elias para anunciar a bendita esperança de que muito em breve não apenas três discípulos verão Jesus em toda a Sua glória, mas “todo olho O verá” (Ap.1:7). Sua morte não foi o fim e Sua ressurreição não foi exclusivista. Em Seu plano consumado e perfeito, “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras […] e foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Co.15:3, 4), “para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co.5:21). “Erguei-vos” Elias do Senhor “e não temais” (v.7), pois, muito em breve, “levantando os olhos, a ninguém [veremos], senão Jesus” (v.8).
Grandioso Pai Celestial, nós Te louvamos pela preciosa promessa contida no capítulo de hoje! A promessa de que os mortos em Cristo serão ressuscitados, os Teus fiéis vivos serão trasladados e que veremos a Tua linda face. Repreende o inimigo e seus agentes para que eles não tenham poder algum sobre a nossa vida e a nossa família. Que enquanto aqui estivermos, andemos como cidadãos do Céu, cumprindo nossos deveres perante as autoridades, pagando o que seja devido e cumprindo a missão como o último Elias nesta Terra. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, último Elias!
Rosana Garcia Barros
#Mateus17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 17 – Jesus já era Rei e estava no Seu Reino junto ao Pai; Ele veio ao mundo para restaurar o reino que Satanás usurpara das mãos de Adão. Essa verdade devia ficar clara aos discípulos e deve ficar clara para nós também.
“Seis dias depois do incidente em Cesareia de Felipe, Jesus levou Pedro, Tiago e João a um alto monte, na Galileia. [Eles] que parecem ter ocupado um lugar de proximidade especial ao Salvador, foram privilegiados em vê-lO transfigurado. Até agora Sua glória fora encoberta em um corpo de carne. Mas agora Seu rosto e vestes resplandecem como o sol e são brancos como a luz, uma manifestação visível da Sua deidade, como a nuvem de glória ou shekinah, no AT, simbolizava a presença de Deus. A cena foi uma antecipação do que o Senhor Jesus será quando voltar para estabelecer Seu reino. Ele não mais aparecerá como o Cordeiro sacrifical, mas como o Leão da tribo de Judá. Todos os que O virem hão de reconhecê-lO imediatamente como Deus, o Filho, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (William MacDonald).
Moisés, nesse contexto, refere-se aos que vão ressuscitar no dia da volta de Jesus; Elias, representa aqueles que subirão ao Céu sem passar pela morte. Ambos foram a motivação de Jesus para avançar rumo ao propósito de salvar à humanidade. Contudo, Pedro não havia entendido ainda, por isso deu uma sugestão ingênua: Construir três tabernáculos, para Jesus, para Moisés e para Elias (Mateus 17:1-11).
Ao descer, Jesus cura um menino endemoninhado, mostrando que Seu Reino e poder são espirituais e Seus discípulos devem crer piamente para participar dEle. Todavia, Jesus teria que vencer o inimigo e pagar o preço do pecado através de Sua morte, como Ele revela logo após a pergunta dos apóstolos (Mateus 17:14-23).
Em Mateus 17:24-27 preciosas verdades sobressaem sobre Jesus:
Jesus coloca-Se na posição de Filho do Rei Supremo, Deus, e como tal, está isento de tributo. Ele não é apenas um Profeta ou Mestre; Ele é o legítimo herdeiro do Reino Celestial.
Jesus, humildemente, opta por pagar o imposto do templo, para mostrar Sua grandeza e domínio sobre a situação. Sua divindade é revelada no milagre do dinheiro no peixe.
Ele é nosso Rei! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.