Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 22 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 22 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 22 by Luís Uehara
21 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/22

“Deus é bom”, ele me disse enquanto conversávamos na triagem. Desgrenhado e de aparência maníaca, essas palavras me pegaram de surpresa. Então ele acrescentou, “ou qualquer coisa em que você acredita. Eu realmente nem sei o que isso significa…” ele sussurrou enquanto olhava para suas mãos. Com lágrimas escorrendo pelo rosto. ele perguntou: “Você oraria por mim?”

Estamos tão envolvidos com a nossa vida confortável que nos falta um vasto campo missionário mesmo à nossa porta, nos nossos locais de trabalho e nas nossas comunidades?

Há pessoas feridas esperando para ouvir sobre um Deus que se importa para que elas passem pela desintoxicação e fiquem limpas; que Deus os ouve chorar em sua dor e angústia. Essas pessoas chegaram ao fundo do poço e estão abertas a um Deus que muda vidas e que as ama independentemente de suas escolhas de vida.

Somos chamados em Mateus 22:37-39 a amar a Deus e ao próximo. Ore diariamente para que Deus lhe mostre quem você deve amar hoje. Peça a Ele para abrir seus olhos para ver os outros através de Sua visão. Deus lhe trará oportunidades quando você pedir. Um bônus maravilhoso é que Ele também lhe dará as palavras que tocarão aquele coração específico.

Cheri Holmes
Enfermeira registrada no Departamento de Emergência, Lynden, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/22
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2024, 0:50
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808 palavras

1-16 Esta parábola dos trabalhadores da vinha vira os valores tradicionais de cabeça para baixo. Também é um claro ensino de que a entrada no reino se dá pela boa vontade em aceitar a graça de Deus somente e não por mérito ou pela quantidade ou qualidade de obras. A parábola também ensina que é Deus quem determina quem entra no reino. Alguns que não esperamos estarão lá. Andrews Study Bible.

Esta parábola só é difícil de entender para aqueles que falham em reconhecer sua absoluta dependência da graça diante de qualquer coisa boa que vem da mão de Deus. Não há espaço para o cristão ter ciúme das boas dádivas de Deus dadas aos outros. Bíblia de Genebra.

A divisão [inapropriada] entre o fim do cap. 19 e o início do 20 obscurece a íntima relação cronológica e temática entre ambos. Foi a conversa de Jesus com o jovem rico (Mt 19:16-22) e Sua subsequente discussão com os discípulos que levou à narração da parábola dos trabalhadores da vinha. De fato, a parábola ilustra especificamente a verdade declarada em Mateus 19:30, que é repetida no final como recurso de ênfase (Mt 20:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 489.

4 o que for justo. Isto é, correto. Seria um pagamento proporcional às horas trabalhadas. Nesse exemplo, não houve negociação com nenhum dos últimos homens contratados. Não fizeram perguntas, mas aceitaram a oferta do empregador, confiando em sua promessa e em seu senso de justiça. CBASD, vol. 5, p. 490.

5-6 hora sextahora undécima, O dia, em Israel, estava dividido em quatro partes iguais, convencionalmente chamadas “terceira hora”, 9 horas da manhã; “a sexta hora”, meio dia; “a nona hora”, 15 horas; “o pôr do Sol” [a duodécima hora], 18 horas. Cada dia não era igual no verão e no inverno, por isso era raríssimo, senão difícil, especificar precisamente as horas; daí a necessidade da expressão “undécima hora”, v. 9, que, atualmente, num mundo de precisão mecânica, equivaleria a “cinco para as seis”. Bíblia Shedd.

8 Ao cair da tarde (NVI). Como os lavradores eram pobres, a lei de Moisés exigia que fossem pagos no fim de cada dia (cf. Lv 19.13; Dt 24.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 os primeiros. Estes representam aqueles que esperam e reivindicam um tratamento preferencial, pois julgavam ter se sacrificado mais e trabalhado mais diligentemente do que seus colegas. Também representam os judeus, que haviam sido os primeiros a aceitar o chamado do Senhor para trabalhar na Sua vinha (ver PJ 400; vol. 4, p. 13-19). CBASD, vol. 5, p. 491.

15 não me é lícito […]? O proprietário não se refere a qualquer estatuto legal, mas simplesmente pergunta: “Não é admissível que eu faça o meu desejo?”. CBASD, vol. 5, p. 491.

porque eu sou bom? Eles haviam acusado o proprietário de parcialidade e, por implicação, de injustiça. O proprietário explica que não é uma questão de justiça ou injustiça, mas de generosidade. Tratou todos os diaristas com justiça e, caso quisesse, não poderia fazer melhor que isso? Jesus deixa claro que não se ganha o favor divino, como os rabis ensinavam. Os obreiros cristãos não negociam com Deus. Se Deus lidasse com os seres humanos com base na estrita justiça, ninguém se qualificaria para a infinita generosidade do Céu e da eternidade. CBASD, vol. 5, p. 492.

18 Eles O condenarão à morte. Os líderes judaicos estavam planejando assassinar Jesus desde a cura do paralítico no tanque de Betesda, dois anos antes, e haviam designado espiões para segui-Lo aonde fosse … O sucesso da missão de Cristo na Galileia os levou a intensificar esses esforços … Depois disso, eles se tornaram mais agressivos em seus frequentes ataques públicos … Nos últimos meses, durante o ministério na Pereia, eles haviam feito várias tentativas de prendê-Lo e matá-Lo … Seus planos, por fim, tomavam uma forma mais definida, particularmente depois da ressurreição de Lázaro, poucas semanas antes. CBASD, vol. 5, p. 493.

19 e O entregarão. Pela primeira vez Jesus menciona o fato de que os gentios, as autoridades romanas, serviriam de instrumento em Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 493.

22 ser batizados (ARC). Do gr baptizo. … Aqui é óbvio que a palavra é usada figurativamente. Assim como o cálice representa os sofrimentos de Jesus, o “batismo” representa Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 494.

23 cálice. No Antigo Testamento, o “cálice” normalmente significa o derramamento da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17, 22; Jr 25.15-16). Que os discípulos beberiam este cálice significa que eles passariam por sofrimentos, porém note-se que Jesus o chama “meu cálice”. Pelo fato de Jesus ter bebido o cálice da ira de Deus sozinho, os crentes não bebem a ira que merecem. Bíblia de Genebra.

26 sirva. Do gr. diakonos, “mordomo, “servo”, ou “diácono” (ver com. de Mc 9:35). CBASD, vol. 5, p. 494.

28 resgate. Do gr. lutron, “resgate”, “expiação”, ou “recompensa”. CBASD, vol. 5, p. 494.

Este termo se refere ao preço pago para livrar alguém da escravidão ou da prisão. O preço para a libertação do pecado e da condenação é a vida de Jesus, oferecida por nós. Bíblia de Genebra.



MATEUS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de agosto de 2024, 0:45
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Em todo o tempo de Seu ministério terrestre, Jesus apontava para o “reino dos céus” (v.1). Suas parábolas e Seus ensinamentos reforçavam o papel das Escrituras, de como a verdadeira compreensão da Palavra de Deus é imprescindível a fim de que estejamos devidamente preparados e trajados para as bodas do Cordeiro. Naquele tempo, houve uma grande rejeição do cumprimento das profecias do Antigo Testamento em Jesus. Hoje, há uma grande rejeição quanto ao Antigo Testamento, validando apenas o Novo como sendo a porção suficiente para os nossos dias; havendo ainda uma outra linha, que descaracteriza as partes da Bíblia (até mesmo do Novo Testamento) que entram em confronto com pecados que muitos insistem em praticar como se Deus não fizesse caso deles.

Quando meu irmão e eu éramos crianças, todos os anos minha mãe organizava nossas festinhas de aniversário. Mas, certa vez, para a surpresa de minha mãe e minha tristeza, ninguém de minha família compareceu à minha festa, a não ser uns poucos vizinhos, que, na maioria, nem eram pessoas tão próximas de nós. Agora imaginem a grande festa que o Rei do Universo está preparando: “as bodas de Seu Filho” (v.2)! Contudo, Seus convidados, aqueles que fazem parte de Seu povo escolhido e que até pregam e dizem aguardar com ansiedade pela festa, simplesmente rejeitam o convite. Não Se conformando, o Rei insiste: “Eis que já preparei o Meu banquete […] tudo está pronto; vinde para as bodas” (v.4), “porém, não se importaram e se foram” (v.5). O Seu convite, então, foi transferido para todos quantos o aceitarem. Mas dentre “os que estavam à mesa” (v.11) havia “um homem que não trazia veste nupcial” (v.11) e, emudecido, foi lançado “para fora, nas trevas” (v.13).

Às vésperas do término do toque da “sétima trombeta” (Ap.11:15), o Senhor nos diz: “Está pronta a festa” (v.8). Mas a que grupo pertencemos, amados? Muitos se autodenominam filhos do reino enquanto estão ocupados demais para buscar o reino de Deus, ou ainda “maltratando e matando” a palavra profética tal qual os filhos de Israel “maltrataram e mataram” (v.6) os profetas do Senhor. Professam crer na Bíblia, mas “assassinam” seus ensinos a fim de exaltar as filosofias e ideias humanas. Contudo, a ira final de Deus será manifesta contra estes “assassinos” (v.7) da verdade.

Outros há que julgam poder entrar nas bodas trajando as suas vestes de “folhas de figueira” (Gn.3:7). Recusam as vestiduras da justiça de Cristo confundindo liberdade com libertinagem. E enquanto exaltam o amor como seu principal argumento, não conseguem compreender o verdadeiro amor, aquele que foi revelado na cruz do Calvário justamente para lhes conceder o galardão de ser “vestido de vestiduras brancas” (Ap.3:5), as vestes do puro caráter de Cristo.

Amados, muitos estão por aí manifestando fazer parte da família de Deus enquanto não passam de destruidores da verdade. Estão cheios de malícia e hipocrisia, apenas inquirindo a Palavra de Deus com a finalidade de defender seus próprios conceitos e interesses egoístas. Como os fariseus e saduceus não aceitaram a Jesus como o Cristo prometido, há um conglomerado de professos cristãos “criando” o seu próprio cristo de acordo com os seus gostos e desejos pessoais. O amor a Deus e ao próximo (v.37-39) é claramente revelado nos dez mandamentos, a perfeita e imutável transcrição do caráter divino (Êx.20:3-17). E toda a Escritura depende desta verdade incontestável (v.40).

Como povo de Deus, ainda estamos sendo experimentados verbalmente, e, louvado seja Deus, pelos Seus fiéis servos que permanecem firmes pela verdade, de forma que tem se aproximado o tempo em que como foi dito a respeito de Cristo, do remanescente se dirá: “E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir daquele dia, fazer-lhe perguntas” (v.46). Cheios do poder do Espírito Santo, seus argumentos não se fundem com ideologias humanas, mas contém um puro e suficientemente claro “assim diz o Senhor”.

Semelhante a Estêvão, o qual “não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” (At.6:10), não haverá argumentos diante do fiel testemunho dos verdadeiros adoradores. Com convicção absoluta, discorrerão acerca das Escrituras como Estêvão no Sinédrio, com a face iluminada pelo Espírito Santo. E como foi com Jesus e com Estêvão, despertarão a ira dos emudecidos, que sem ter o que falar, usarão da força para silenciar aqueles que contrariam a sua religião barata. Logo o Senhor virá e levará os Seus escolhidos, que serão “como os anjos no Céu” (v.30). A nossa espera consiste em vivermos a cada dia como nos rogou o apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

Se, pela fé, fizermos a vontade de Deus, dando “a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (v.21), certamente seremos perseguidos “por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Ap.1:9), mas seremos guardados “da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” (Ap.3:10). A festa está pronta, amados! “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Busquemos “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14); pela qual Jesus orou em nosso favor: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17).

Pai Eterno, a Tua Palavra é a verdade que nos santifica e Jesus Cristo é a verdade. Isso significa que se permanecemos fiéis à Tua verdade, é porque permitimos que Cristo habite em nós mediante o Seu Espírito. Senhor, Te conhecer é tudo de que mais necessitamos. Porque aquele que Te conhece não entra em discussão com a verdade, mas a aceita ainda que implique em renúncias pessoais. Não queremos mais viver a nossa vontade, mas a Tua Pai. Que o Teu Espírito realize a obra que precisa realizar em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, preparados para as bodas de Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Mateus22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 21 – O Rei do Universo veio quebrar paradigmas. O Majestoso Messias entrou na cidade de Jerusalém não com o brilho de um conquistador, mas montado num jumentinho, símbolo de humildade e paz.

• Além de um evento histórico, esta entrada triunfal é uma declaração cósmica de que o Reino de Deus subverte as expectativas humanas.

Jesus escolhe um jumento, não um cavalo de guerra. Aqui, o poder é redefinido – a verdadeira realeza manifesta-se na simplicidade (Mateus 21:1-11). Zacarias 9:9 encontra seu cumprimento aqui, onde o Messias é revelado não como um orgulhoso e prepotente guerreiro, mas como o Príncipe da Paz (Isaías 9:6). O silêncio é rompido pelos sons das palmas e gritos de “Hosana!” – um prelúdio ao conflito que se aproxima!

A cena muda do aplauso à ação profética. Jesus purifica o Templo de seu comércio corrupto. Ele não apenas limpa o edifício físico, mas aponta para a purificação necessária do coração humano das imundícies deste mundo imundo com o pecado e perversões religiosas (Mateus 21:12-17). A reação de Jesus não é uma explosão de raiva; é uma indignação e demonstração de justiça divina – o Templo, destinado a ser casa de oração, tornara-se covil de ladrões.

• A verdadeira adoração é uma questão de coração e integridade, não de formalidades.

Em seguida, Jesus amaldiçoa uma figueira sem frutos, símbolo vivo da esterilidade espiritual de Israel (Mateus 21:18-22). Ao amaldiçoá-la, Jesus emite alerta severo: A aparência de vida sem frutos é inútil.

• O Reino de Deus requer autenticidade e produtividade espiritual.
• O crente é chamado a viver uma vida de fé frutífera, onde as palavras e as ações são coesas.

Os ensinos de Jesus levaram as autoridades eclesiásticas a questioná-lO. Jesus escolhe não respondê-los diretamente. Seu silêncio ecoa como uma pergunta não respondida, que exige reflexão e autocrítica por parte dos ouvintes (Mateus 21:23-27). Que sabedoria!

A parábola dos dois filhos demonstra que, aqueles que inicialmente resistem, mas depois obedecem, são os que realmente pertencem ao Reino. Certamente, a obediência verdadeira não está nas palavras, mas nas ações (Mateus 21:28-32).

Embora os judeus fossem os primeiros a se beneficiarem com a chegada do Reino, a rejeição deles faz com que o Reino fosse transferido aos que produzem frutos (Mateus 21:33-46).

As lições são impactantes, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 21 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 21 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 21 by Luís Uehara
20 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/21

Não havia muito tempo pela frente! Jesus terminaria Seu ministério no final da semana e Seus discípulos tinham tanto a aprender. Você e eu também podemos nos considerar discípulos. Todos os dias, quando escolho passar tempo de qualidade com Jesus, quero conhecê-Lo melhor e Seu plano para minha vida. Meu desejo é segui-lo porque Ele me escolheu e me ama.

Aqui em Mateus 21, Jesus faz Sua entrada triunfal em Jerusalém, purifica o templo novamente, amaldiçoa a figueira, usa duas grandes parábolas para explicar Sua missão e tem que lidar com os fariseus questionando tudo.

Agrada-me muito que no meio deste longo capítulo lemos no versículo 22, “E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão (NVI).” Que afirmação tremenda Jesus compartilhou com Seus discípulos! Ele sabia o que aconteceria nos dias seguintes. Seria uma semana muito estressante. Mesmo assim, Jesus mostrou a Seus discípulos como é a fé. Jesus quer que saibamos que “Se crerem, receberão tudo o que pedirem em oração.” (NTLH). Quando Jesus orou por Seus discípulos, Ele sabia que Deus os amava e os ajudaria (João 17).

Sei que Deus me ouve e confio Nele em momentos de estresse, porque sei que Ele me ama. Eu pertenço a Ele.

Jarmila Van Arsdell
Esposa, mãe, professora e guerreira da oração

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/21
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2024, 0:50
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1702 palavras

1 Betfagé. Significa “Casa do figo”. Começa aqui o relatório da última semana da vida humana de Jesus. Bíblia Shedd.

Era o domingo … antes da Páscoa, que caiu na sexta-feira em 31 d.C. … Jesus havia chegado a Betânia, a cerca de três quilômetros de Jerusalém, na sexta-feira precedente e havia descansado no sábado. Foi durante essa visita que Simão recebeu Jesus e Lázaro. … O relato de João apresenta essa sequência de eventos (ver Jo 12:1-19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 497.

1-11 Dos Evangelhos Sinóticos [“semelhantes”, Mateus, Marcos e Lucas], só Mateus menciona a mãe do jumentinho, provavelmente para dar ênfase ao fato de que o jumento era um animal jovem e ainda não desmamado e, portanto, nunca montado (cf. Mc 11.12) e por causa da citação de Zc 9.9, que profetiza que o rei virá “montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta”. Jesus faz o cumprimento da profecia ser inequívoco. A Entrada Triunfal é claramente um ato simbólico. Zc 9.9 era reconhecido pelos judeus como messiânico, e o clamor “Hosana ao Filho de Davi” (v. 9), assim como o estender dos mantos pelo caminho (cf 2Rs 9.13), indica que a multidão reconhece a reivindicação de Jesus ser o Messias. Notemos que Davi proclamou Salomão como seu herdeiro quando o fez entrar na cidade montado na sua mula (1Rs 1.33, 38, 44). Bíblia de Genebra.

jumenta. Animal que simbolizava a humildade, a paz e a realeza davídica (Zc 9.9n; Lc 19.30n). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma personalidade política ou imperial do tempo de Jesus faria esta entrada não em um jumento, mas em um cavalo de guerra, demonstrando grandeza, intimidação, dominação e poder. Andrews Study Bible.

Eis aí te vem o teu Rei. Jesus estava seguindo o costume de uma entrada real na cidade, como se fazia no passado (ver DTN, 570). … Jesus não estava, naquela circunstância, assumindo Seu papel como Rei do reino da glória (ver Mt 25:31), mas como Rei do reino espiritual da graça … As memórias sagradas e as visões futuras devem ter impressionado Sua mente quando Cristo passou pelo caminho que levou ao cume do monte das Oliveiras e ao descer a encosta … em direção a Jerusalém. O shekinah sagrado, momentos antes de deixar o primeiro templo, pouco antes da destruição por Nabucodonosor, havia pousado brevemente no alto do monte (ver DTN, 829; ver com. de Ez 11:23). A entrada triunfal foi um “pálido prenúncio” do retorno de Jesus nas nuvens do céu (ver DTN, 580). CBASD, vol. 5, p. 499.

estendeu seus mantos pelo caminho. Ato de homenagem régia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Hosana. Gr hõsanna, que translitera o heb hôshi ‘ â nã’, “salva, por favor”, que por fim veio a ser uma simples expressão do júbilo religioso. Bíblia Shedd.

12 Tendo Jesus entrado no templo. A primeira purificação do templo é registrada apenas em João (ver Jo 2:13-25), que, por sua vez, não relata a segunda purificação. A primeira purificação ocorreu na primavera de 18 d.C., bem como no início do ministério na Judeia. CBASD, vol. 5, p. 500.

Na manhã da segunda-feira (Mc 11.12), Jesus continuou Sua obra de moralização do templo, que havia dado início ao Seu ministério em Jerusalém, três anos antes (Jo 2.14). A profanação passou a invadir novamente o recinto sagrado. Era necessário haver certa transação financeira para se poderem vender sacrifícios e cambiar moedas do templo com os que vinham de longe. Não era, porém, correto ocupar o recinto inteiro com extorsionários que roubavam o dinheiro dos peregrinos. O culto estava se tornando apenas uma desculpa para o comércio fraudulento: a venda dos animais cultualmente aceitáveis se realizava a preços bastante elevados. As moedas estrangeiras não eram aceitáveis nas urnas (caixas das ofertas), por serem cunhadas com imagens do imperador (que era tido por um deus) ou de várias divindades. Bíblia Shedd.

Isto, contudo, era utilizado como uma oportunidade de cobrar preços extremamente altos e oprimir o pobre. Andrews Study Bible.

O átrio exterior, ou pátio dos gentios, era o cenário desse negócio profano. CBASD, vol. 5, p. 501.

pombas. Ou “pombos”. As pombas eram a oferta dos pobres (ver Lev 12:8; ver com. de 1:14; Lc 2:24). CBASD, vol. 5, p. 501.

13 covil de salteadores. Ou, “antro de ladrões”. … Ao fazerem dos símbolos sagrados do Cordeiro de Deus uma fonte de lucro pessoal, os líderes estavam tornando comuns as coisas sagradas e roubando a Deus Sua honra e glória. Também roubavam de todos os adoradores o conhecimento do caráter e dos requisitos de Deus e, aos adoradores gentios, roubavam a oportunidade de conhecer a Deus como Ele é. CBASD, vol. 5, p. 501.

14 cegos e coxos  os curou. Pessoas com enfermidades não eram admitidas no templo. … Jesus não apenas aceitou e saudou os inaceitáveis no templo, mas os curou. Andrews Study Bible.

16 Ouves […]? A situação estava fora do controle dos “principais sacerdotes e escribas”. As multidões que se reuniram na área do templo para ver Jesus, aclamavam a Ele como o Rei-Messias, e isso despertou nos líderes judeus o mesmo misto de medo e raiva que haviam sentido no final da tarde do dia anterior (ver com. de Lc 19:39). Então, fizeram um apelo frenético a Jesus, como no dia anterior, para silenciar as aclamações de louvor. CBASD, vol. 5, p. 502.

17 Betânia. Aldeia na encosta leste do monte das Oliveiras, quase 4 km de Jerusalém, e última parada na estrada de Jericó a Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-27 Jesus recusa este tipo de pergunta que não é feita com humildade e fé, mas como em um desafio, pois tinha, já, feito tudo para revelar a presença do Reino de Deus entre os homens. Uma revelação mais dramática não produziria a conversão, mas só a obediência provocada pelo terror. Jesus passa a vencer os sacerdotes com o mesmo tipo de lógica que estes praticavam. Bíblia Shedd.

24 Eu também vos farei uma pergunta. Responder uma pergunta propondo outra era um procedimento aprovado nos debates rabínicos. A segunda pergunta era supostamente designada para apontar o caminho para responder à questão original. … Na realidade, Jesus não estava Se evadindo da questão, pois a resposta deles à Sua pergunta proveria, em princípio, parte da resposta. A sabedoria e a habilidade com a qual Jesus enfrentava os desafios era uma evidência adicional de Sua divindade. CBASD, vol. 5, p. 502.

25 Por que não acreditastes nele? A pergunta foi feita a Jesus com o intuito de provocá-Lo a declarar que era o próprio Messias (e os sacerdotes poderiam, então, prendê-lO e entregá-lO aos romanos), ou a negar que tivesse autoridade sobrenatural, passando, então a perder o apoio popular. Jesus, por Sua vez, os convocou a fazer uma declaração semelhante, acerca de João Batista, o que não ousaram fazer (27). Bíblia Shedd.

Se eles reconhecessem as credenciais divinas de João deviam necessariamente aceitar sua mensagem, e o clímax de sua mensagem era a identificação de Jesus de Nazaré como o Messias (ver Jo 1:26, 27, 29). Desse modo, reconhecer a autoridade de João era equivalente a reconhecer a de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 503.

26 temer o povo. O temor da violência física parece ter controlado a mente dos líderes (ver Lc 20:6). Se a opinião popular se voltasse contra eles, sua influência sobre o povo se perderia. Para eles, posição e influência significavam mais do que a verdade. CBASD, vol. 5, p. 503.

21:28 – 22:14 A medida que o conflito que os líderes religiosos e Jesus se intensificava, Jesus conta uma série de parábolas que ataca sua arrogância, ganância e justiça própria. Estas parábolas de confrontação ilustram a grande inversão ao Messias: os líderes de Israel o rejeitaram; e os excluídos e rejeitados O aceitaram. Este é o grande tema da reversão e inversão que perpassa através dos Evangelhos: aqueles que se esperavam que se salvassem, se perdem, e os “pecadores” são salvos. Andrews Study Bible.

28 dois filhos. Desde a entrada do pecado, as duas classes aqui representadas estão presentes no mundo: os que obedecem e os que desobedecem. Assim será até o fim do mundo. CBASD, vol. 5, p. 503.

31 publicanos e meretrizes. Esta é uma frase generalizadora que designa todos os párias da sociedade e da religião que, geralmente, evitavam o templo e a sinagoga porque não eram bem recebidos quando compareciam. … O fato de que coletores de impostos e prostitutas reespondiam tão prontamente à pregação de João e de Jesus ofendia os líderes judeus … Estes não estavam dispostos a trabalhar na mesma vinha em que coletores de impostos convertidos, como Zaqueu (ver Lc 19:1-10), e prostitutas restauradas, como Maria (ver com. de Lc 7:36, 37) eram aceitos como trabalhadores. CBASD, vol. 5, p. 503, 504.

33 uma vinha. A vinha era um dos símbolos nacionais de Israel. Bem perto do lugar onde Cristo estava, naquela ocasião, na entrada do templo, havia uma grande e magnífica videira esculpida em ouro e prata que representava Israel. CBASD, vol. 5, p. 504.

Cercou-a. A cerca representa os preceitos da lei divina e obediência àqueles princípios da verdade que protegem contra a prática do erro. CBASD, vol. 5, p. 504.

34 os frutos que lhe tocavam. Israel devia mostrar o fruto do caráter e revelar ao mundo os princípios do reino dos céus. O fruto do caráter devia se manifestar primeiramente em sua vida e, então, na vida dos povos ao redor. Do mesmo modo, Deus espera que Sua igreja hoje partilhe as grandes bênçãos que Ele tem derramado sobre ela (ver PJ, 296). CBASD, vol. 5, p. 504.

37 E, por último. Quando os judeus rejeitaram Jesus como o messias, desprezaram a última oferta de misericórdia a eles como nação. Aqui, Jesus não prevê tempo algum no futuro em que os judeus deviam recuperar o favor divino, como nação (ver vol. 4, p. 19, 20). CBASD, vol. 5, p. 505.

38 Sua herança. Seria loucura que os mordomos de uma vinha pudessem imaginar que, ao assassinar o herdeiro da mesma, pudessem passar a possui-la. Loucura maior seria a dos sacerdotes que agiam como se a crucificação do Filho de Deus lhes deixaria a herança de Israel por conta deles. Bíblia Shedd.

42-44 Jesus é a pedra fundamental para os que confessam o Seu nome, e edificam suas vidas nEle, passando então a fazer parte do edifício de Cristo, pedras vivas da Igreja (cf 16,18n; At 4.11n); para quem se recusa crer em Cristo, Ele deixa de ser a pedra que alicerça esta vida. Torna-se-lhe pedra de tropeço e condenação no julgamento (Is 8.14-15; Lc 20.17n; Rm 9.32; 1Pe 2.8). Mais tarde, Pedro mostrou que Cristo era sua pedra fundamental para operar milagres, pedra de cuja aceitação depende a salvação de cada um (At 4.11-12). Bíblia Shedd.



MATEUS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de agosto de 2024, 0:45
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Outro dia, ouvindo um programa de rádio no carro, certo pregador usou o texto da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém tão fora de contexto que chegou a ser hilário. Ele dizia que a jumenta representava o dízimo e o jumentinho, a oferta. Ao instigar seus ouvintes a doar usando tal argumento, aquele homem tornou o relato bíblico um meio de angariar dinheiro, impedindo a muitos de entender a real beleza e verdade contidas no texto sagrado.

Até aquele momento, Jesus havia guardado discrição em Seu ministério. Tudo o que fazia procurava ocultar e não permitia que o Seu nome fosse ovacionado como o Messias prometido. Em certas ocasiões, permitiu que alguns O adorassem ou se dirigissem a Ele como Salvador, mas nunca tinha permitido que as multidões O aclamassem como Rei. Entretanto, o grande momento havia chegado. A profecia de Zacarias foi cumprida e o Cordeiro pascal recepcionado por multidões em festa, que “clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito O que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!” (v.9).

Mas aquela festa logo tornou-se em cenário de inconformidade quando o Dono da Casa deparou-Se com Seu lugar santo sendo profanado pelo comércio. Haviam transformado a “casa de oração” (v.13) em casa de extorsão. O apóstolo Pedro nos adverte quanto a esta heresia destruidora: “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias […]” (2Pe.2:2-3).

Hoje o engano tem se alastrado no meio cristão de uma forma assustadora! Homens e mulheres têm se autodenominado como ministros do Senhor, e usado a Bíblia para alcançar seus gananciosos objetivos. A Palavra que sai da boca de Deus tem sido distorcida por estes falsos “ministros de justiça” (2Co.11:15), que com os seus altares ao deus dinheiro (1Tm.6:10) têm desviado multidões da verdade para a mentira, transformando-as em figueiras que logo secam (v.19).

Na verdade, Jesus não revela todas as Suas verdades a todos. À semelhança dos “principais sacerdotes e os anciãos do povo” (v.23), muitos há que não desejam conhecer a verdade para serem libertos por ela, mas apenas para criarem seus próprios contra-argumentos. A esses, Jesus não Se revela, simplesmente pelo fato de não ter como revelar-Se para quem não possui a humildade de reconhecer que necessita de um Salvador pessoal. E a maior prova de que o amor de Jesus foi aceito por um filho é quando este o vive na prática. Entre a palavra e a ação há um espaço chamado escolha. O chamado de Deus para nós é exatamente o mesmo, todos os dias: “Filho, vai hoje trabalhar na vinha” (v.28). A que filho da parábola temos nos assemelhado, amados?

Deus enviou os Seus profetas para anunciarem as Suas verdades eternas, e muitos foram rejeitados, torturados e mortos. Então, Ele enviou o Seu Filho, que também foi rejeitado, torturado e morto. Não sejamos, pois, como “aqueles lavradores” (v.40) tolos, mas façamos parte do povo que produza para Deus “os respectivos frutos” (v.43), “fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus” (Fp.1:11).

Adoradores ou salteadores? Primeiro filho ou segundo filho? Lavradores maus ou povo que produz frutos de justiça? A escolha é minha. A escolha sua. Que o Espírito Santo realize a Sua maravilhosa obra em nosso coração e possamos dar ouvidos à Sua voz a nos indicar o caminho: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).

Pai amado, o Senhor sempre teve um povo para chamar de Seu. Infelizmente, nem todos têm compreendido que o Teu chamado não é exclusivista, mas que nos torna instrumentos em Tuas mãos para estender esse chamado a todo o mundo. Querido Pai, faze de nós Teus servos fiéis, filhos obedientes que fazem a Tua vontade porque Te amamos. Expulsa de nossa vida tudo aquilo que Te desagrada e purifica-nos para que sejamos cheios do Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos.

Bom dia, cidadãos do reino de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Mateus21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 21 – O Rei do Universo veio quebrar paradigmas. O Majestoso Messias entrou na cidade de Jerusalém não com o brilho de um conquistador, mas montado num jumentinho, símbolo de humildade e paz.

• Além de um evento histórico, esta entrada triunfal é uma declaração cósmica de que o Reino de Deus subverte as expectativas humanas.

Jesus escolhe um jumento, não um cavalo de guerra. Aqui, o poder é redefinido – a verdadeira realeza manifesta-se na simplicidade (Mateus 21:1-11). Zacarias 9:9 encontra seu cumprimento aqui, onde o Messias é revelado não como um orgulhoso e prepotente guerreiro, mas como o Príncipe da Paz (Isaías 9:6). O silêncio é rompido pelos sons das palmas e gritos de “Hosana!” – um prelúdio ao conflito que se aproxima!

A cena muda do aplauso à ação profética. Jesus purifica o Templo de seu comércio corrupto. Ele não apenas limpa o edifício físico, mas aponta para a purificação necessária do coração humano das imundícies deste mundo imundo com o pecado e perversões religiosas (Mateus 21:12-17). A reação de Jesus não é uma explosão de raiva; é uma indignação e demonstração de justiça divina – o Templo, destinado a ser casa de oração, tornara-se covil de ladrões.

• A verdadeira adoração é uma questão de coração e integridade, não de formalidades.

Em seguida, Jesus amaldiçoa uma figueira sem frutos, símbolo vivo da esterilidade espiritual de Israel (Mateus 21:18-22). Ao amaldiçoá-la, Jesus emite alerta severo: A aparência de vida sem frutos é inútil.

• O Reino de Deus requer autenticidade e produtividade espiritual.
• O crente é chamado a viver uma vida de fé frutífera, onde as palavras e as ações são coesas.

Os ensinos de Jesus levaram as autoridades eclesiásticas a questioná-lO. Jesus escolhe não respondê-los diretamente. Seu silêncio ecoa como uma pergunta não respondida, que exige reflexão e autocrítica por parte dos ouvintes (Mateus 21:23-27). Que sabedoria!

A parábola dos dois filhos demonstra que, aqueles que inicialmente resistem, mas depois obedecem, são os que realmente pertencem ao Reino. Certamente, a obediência verdadeira não está nas palavras, mas nas ações (Mateus 21:28-32).

Embora os judeus fossem os primeiros a se beneficiarem com a chegada do Reino, a rejeição deles faz com que o Reino fosse transferido aos que produzem frutos (Mateus 21:33-46).

As lições são impactantes, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.