Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 2 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 2 by Luís Uehara
29 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/2

Às vezes, vemos pessoas na igreja que não se sentem “parte do grupo”. Mais de uma vez, vi alguém deixar claro para um desses “desajustados” que há algo errado com eles o qual precisa ser consertado antes deles poderem ser aceitos.

Os líderes religiosos nos dias de Jesus eram especialistas em detectar desajustados entre os santos e pareciam ansiosos por apontar seus problemas. Em Marcos 2, vemos três histórias diferentes de desajustados em uma ordem crescente de gravidade aos olhos dos líderes religiosos.

Um homem paralítico foi baixado através de um telhado. Discípulos que não jejuam como deveriam. E discípulos quebrando as leis do sábado. Esses desajustados, do ponto de vista dos líderes religiosos, nunca poderiam se encaixar corretamente na família espiritual deles.

Jesus conhece as maneiras como cada um de nós pode ser visto como desajustado. A boa notícia é que Ele não desvia o olhar por causa de nossa condição imperfeita. Em vez de concordar com os líderes religiosos, Jesus diz: “Não são os sãos que precisam de médico, mas os doentes; Eu não vim chamar justos, mas pecadores.” Jesus vê o potencial de quem podemos ser por Sua graça quando respondemos ao Seu convite “Segue-me”. Com todas as nossas falhas, Jesus nos recebe em Sua família.

Façamos o mesmo em nossas igrejas e comunidades espirituais na terra.

Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2024, 0:50
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564 palavras

4 descobriram o eirado. Literalmente, “destelharam o telhado”. Lucas 5:19 registra que eles “por entre as telhas, o baixaram” (ARC). Como é comum no Oriente Médio, a casa tinha um terraço plano e uma escada externa no pátio lhe dava acesso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 630

6 alguns dos escribas. …esses líderes religiosos eram exatamente das regiões em que Jesus havia trabalhado até então, … eles estavam em Cafarnaum para investigar Aquele que havia se tornado o centro desse intenso interesse público. A situação lembra a delegação que os líderes em Jerusalém enviaram ao Jordão para investigar a obra de João Batista (Jo 1:19-28). CBASD, vol. 5, p. 630, 631.

7 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus? (NVI). Na teologia judaica, nem sequer o Messias podia perdoar pecados, e o perdão dos pecados por Jesus oferecido era uma reivindicação da Sua própria divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 Para Jesus, era infinitamente mais fácil curar ao doente do que absolver os seus pecadores, pois que Seu perdão dependeria do sacrifício de Si mesmo. Bíblia Shedd.

14 coletoria. A coletoria em que Jesus encontrou Levi era provavelmente um guichê de pedágios na estrada internacional mais importante que ia de Damasco por meio de Cafarnaum até o litoral do Mediterrâneo [Ptolemaida/Aco], de onde seguia para o Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 pecadores. O termo “pecadores” incluía mais do que os moralmente imperfeitos. Qualquer um que não aderisse ao rígido padrão ou pureza ritual era um pecador. Portanto, todos os pobres e o povo comum eram classificados como “pecadores”. Andrews Study Bible.

18 jejuando. Nos tempos de Jesus, os fariseus jejuavam duas vezes por semana. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto este está com eles? Jesus comparou seus discípulos aos convidados de um noivo. O casamento judaico era uma ocasião de especial regozijo, e a sua celebração durava uma semana em muitos casos. Era impensável jejuar durante essas festividades, porque o jejum está relacionado à tristeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Ele lhes respondeu: Nunca lestes … ? A pergunta de Jesus sugere uma crítica irônica ao conhecimento que os fariseus tinham das Escrituras (Jo 3.10; 5.39,47). Jesus não se justifica deixando as Escrituras de lado, mas revela conhecer sua profundidade e sua adequação às necessidades humanas. Bíblia de Genebra.

27 O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. A tradição judaica tinha multiplicado de tal maneira as exigências e restrições para a guarda do sábado, que o fardo se tornara intolerável. Jesus deixava de lado essas tradições e realçava o propósito que Deus tinha no sábado – um dia planejado para o bem do homem (para a restauração espiritual, mental e física). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Senhordo sábado. Ao se proclamar como o Senhor do sábado, Jesus está também afirmando que este é o Seu dia. Portanto, o sábado do sétimo dia é o único “Dia do Senhor”. Ver também Mt 12:8; Apoc. 1:10. Andrews Study Bible.

Outra vez (cf. v. 10) Jesus declara Sua autoridade como Filho do Homem que traz bênçãos, esta vez como Mediador da lei do Antigo Testamento referente ao sábado. Esta reivindicação é feita contra tradições que tinham tornado em peso o quarto mandamento que é estimulador da vida (Êx 20.8-11). Desde que o sábado foi instituído na criação e não apenas sob Moisés, o Senhor do sábado é também Senhor da criação. Bíblia de Genebra.



MARCOS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de agosto de 2024, 0:45
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A religião farisaica era predominante dentre os judeus e seus discursos sempre legalistas eram um fardo demasiadamente pesado para aqueles que eles julgavam indignos de sua atenção. As classes marginalizadas eram consideradas impuras, por isso, eram praticamente excluídas do convívio religioso. O ministério de Cristo, portanto, tornou-se para eles uma afronta, já que Seu público-alvo incluía “publicanos e pecadores […] em grande número” (v.15). Enquanto eles rejeitavam essas pessoas, Jesus as acolhia; uma atitude que, na concepção dos escribas e fariseus, seria inconcebível para o Messias.

Acuados por um sentimento controverso que afetava suas convicções religiosas, os líderes judeus ficavam extremamente confusos e impacientes diante das atitudes do Rabi de Nazaré. Era como se estivessem sempre na defensiva, criando uma barreira que os impedia de serem transformados pelo poder das palavras do Salvador. Diante de Cristo, pela primeira vez, eles se depararam com uma espécie de espelho que revelava quem eles realmente eram e não gostaram nem um pouco do que viram, ou melhor, do que Cristo os revelou. Contudo, ao perceberem que Jesus conseguia ler os seus pensamentos e desvendar-lhes as intenções, ao invés de entregarem o coração para uma mudança, permitiram que a inveja e o orgulho os cegassem cada vez mais para compreenderem que dentre todos aqueles que acusavam como pecadores, eles eram os que mais precisavam da cura do Médico dos médicos.

Percebam que o texto diz que “dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum” (v.1), e que “de novo, saiu Jesus para junto do mar” (v.13). O Deus da segunda chance retornava para determinados lugares com o fim de ir em busca de corações que haviam resistido antes, mas que não resistiriam ao segundo toque, ao segundo olhar, ao segundo chamado do Único que provou amá-los apesar de seus erros passados, apesar de suas vidas promíscuas, apesar de seus corações corruptos. Em Jesus eles não encontraram acusações, olhares de desprezo ou rejeição, mas o irrecusável convite do amor a lhes dizer: “Segue-Me” (v.14).

Os rabinos judeus ensinavam a cultuar, não a adorar. Em sua letargia espiritual e frieza para com os desfavorecidos, foram obrigados a contemplar a alegria e a admiração de um povo que dizia: “Jamais vimos coisa assim!” (v.12). Eles jamais tinham visto semelhante obra no meio daqueles que afirmavam ser representantes de Deus na Terra. A obra singular de Cristo ofuscava qualquer tentativa de ostentar santidade, e o Seu modo de falar os perturbava. As suas rígidas regras quanto ao jejum, mas principalmente quanto ao sábado, foram abatidas pelo Senhor que nos deu estes dois benefícios sagrados como bênçãos para o homem. O jejum nos aproxima de Deus, nos fortalece contra as tentações e aumenta o nosso senso de dependência do Senhor. Já “o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (v.27). Instituído após a criação do mundo, este dia permanece como “um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9).

Cristo sabe exatamente onde encontrar aqueles que aceitarão o Seu chamado e O seguirão. Ele conhece as Suas ovelhas e, com amor e paciência, tem buscado por cada uma delas. Todos nós fomos criados para sermos Suas ovelhas, mas nem todos aceitam os cuidados do bom Pastor. Ele respeita a nossa decisão, mas como Pastor zeloso e compassivo, está sempre à espera de ouvir o “balido” de socorro das desgarradas. O senso de justiça própria dos líderes judeus os impediu de enxergar a sua real condição: fora do aprisco do Senhor.

De todos os perigos que existem, eu creio que o pior deles seja aquele que convivemos como se fosse algo inofensivo. Fazer parte de uma igreja, afirmar ser cristão e deixar de fazer algumas coisas que o mundo faz não nos asseguram a salvação. A salvação está na pessoa de Jesus Cristo e obedecer a Sua Palavra torna-se uma resposta de amor e um deleite para aqueles que O amam. A prática do jejum não deve ser um meio de recriminar aqueles que não o praticam. Assim como a observância do sábado como dia santo do Senhor não deve ser motivo de dissensões. Que você e eu possamos reconhecer a nossa verdadeira condição de pecadores que carecem da graça de Jesus e que a nossa vida seja um crescente jornadear com Ele, até que se torne em “dia perfeito” (Pv.4:18).

Pai de amor e de bondade, a Tua Palavra tem sido anunciada pelos Teus mensageiros. Dá-nos ouvidos sensíveis e humildes para Te ouvir e obedecer. Perdoa os nossos pecados e nos cura da paralisia espiritual para que a Tua obra em nós glorifique o Teu nome. Como os publicanos e pecadores, confessamos que somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus. Dependemos completamente da Tua graça e do poder do Teu Espírito em nós. Ó, Deus eterno, livra-nos de uma religião em que Tu não estás! Faz-nos Te conhecer, nosso bom Pastor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Marcos2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2024, 0:40
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MARCOS 2 – Embora Jesus fosse o Filho de Deus (Marcos 1:1), apontado pelas profecias divinamente reveladas aos profetas (Marcos 1:2-3, 15) e por Suas obras divinamente poderosas (Marcos 1:21-45), Jesus foi considerado herege em Marcos 2.

Logo no segundo capítulo de Marcos, notamos um conflito crescente entre Jesus e os líderes religiosos de Sua época, especialmente em relação às Suas ações e declarações que desafiam as tradições estabelecidas no judaísmo – sem bases bíblicas. Escribas e fariseus demonstraram forte resistência a mudanças. Eles estavam profundamente enraizados nas tradições e interpretações legalistas das Sagradas Escrituras.

Quando Jesus apresentou a interpretação correta da Lei, mais voltada para a graça e o amor do que para a rigidez e o legalismo, ameaçou a estabilidade de suas crenças; o que provocou uma reação de defesa, atacando Jesus. Eles viram a interpretação de Jesus como uma ameaça ao status quo, ao poder e à influência que detinham sobre o povo.

Por isso, esses religiosos negaram a possibilidade de Jesus ser o Messias prometido, mesmo diante de sinais evidentes (Marcos 2:1-12). Além disso, eles projetaram seus medos e inseguranças em Jesus, acusando-O de blasfêmia quando Ele perdoou pecados (Marcos 2:7) – uma acusação que revela mais sobre o estado do coração deles do que sobre a verdade acerca de Cristo.

A pressão para manter o poder e a uniformidade nas crenças e práticas religiosas tradicionais levou os líderes religiosos do passado a rejeitar qualquer coisa que se desviasse da norma por eles estabelecida, mesmo que isso significasse opor-se à verdade divina (Marcos 2:23-28). Muitos hoje seguem seus passos.

• A verdade do sábado é deturpada e corrompida por muito líderes religiosos ainda hoje.

Em meio aos questionamentos dos líderes eclesiásticos, Jesus os confronta com evidências de Ser Ele o Filho de Deus; mas essa ideia é tão conflitante com suas crenças estabelecidas que preferem rejeitá-la, mantendo sua visão de mundo intacta. Essa cegueira impediu-os de reconhecer a verdade, mesmo Jesus utilizando recursos didáticos para ajudá-los (Marcos 2:15-22).

Jesus chamou Levi Mateus – desprezado coletor de impostos – para segui-lO (Marcos 2:13-14). Ele nos chama hoje também da mesma forma. Para segui-lO, precisamos:

• Deixar tradições, ideologias e visões de mundo que impedem de aceitá-lO.
• Estar abertos à verdade, mesmo que ela desafie nossas crenças estabelecidas.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 1 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 1 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 1 by Luís Uehara
28 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/1

Você já pegou seu telefone ao sair de casa e percebeu que esqueceu de carregá-lo na noite anterior? Você verifica a bateria e ela está com 2%.

O que isso tem a ver com nossa vida espiritual? Voltemos a aproximadamente 2.000 anos atrás:

O livro de Marcos começa com um estrondo. No primeiro capítulo, Jesus é batizado, passa um tempo no deserto, chama seus discípulos e começa a virar o mundo de cabeça para baixo — curando os intocáveis, expulsando espíritos imundos e chamando as pessoas ao arrependimento.

Há um versículo poderoso que é fácil de ignorar, mas importante demais para ignorar:

Marcos 1:35 – “De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando.”

Jesus estava ocupado! Todos os dias, Ele pregava, curava e interagia com pessoas de todas as esferas da vida. No final do dia, Ele provavelmente estava exausto e dormia profundamente. No entanto, Ele ainda se levantava cedo e ia para um lugar tranquilo para orar.

Assim como nossos telefones precisam de carregamento regular para continuar funcionando, nossa conexão espiritual com Deus precisa de tempo consistente gasto em oração para permanecer forte. Vamos nos comprometer a reservar esse tempo todas as manhãs, a partir de amanhã.

Lisa Ward
Country Life SDA Church Clerk, Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MARCOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 0:50
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597 palavras

1 Evangelho. No grego mais antigo significa “um galardão oferecido para se levar as boas novas”. Depois o termo foi usado como as próprias “boas novas”. Aqui se refere ao anúncio das boas novas por Jesus Cristo e também ao conteúdo desse evangelho trazido por Cristo. Bíblia Shedd.

As boas novas são que Deus providenciou a salvação mediante a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Princípio indica a introdução ao evangelho, da proclamação de João Batista. É muito provável que Marcos tenha sido o primeiro evangelho a ser composto e serviu de base aos evangelhos de Mateus e Lucas, sendo os três, conhecidos como os “Sinóticos” (termo originário de uma palavra grega que significa “ver de um ponto de vista”. Bíblia Shedd.

3 do Senhor. Fica claro, no contexto, que o Jeová do AT é identificado com Jesus Cristo no NT (cf Rm 10.13). Bíblia Shedd.

4 João. Forma simplificada de Johanen (“dom de Jeová”). Era parente de Jesus, uma vez que suas mães eram primas (cf Lc 1.36). Bíblia Shedd.

7 correias. O calçado em realidade eram sandálias que protegiam a sola dos pés. … Os cordões, ou “correias” prendiam as sandálias aos pés. CBASD – Comentário Bíblico Adventistas do Sétimo Dia, vol. 5, p. 615.

12 Logo. Característica inconfundível do estilo de Marcos é o uso (umas 47 vezes) de uma palavra grega traduzida de várias maneiras: “Logo”, “imediatamente”, “justamente naquela hora”, “rapidamente”, “em seguida”, “então”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 o tempo está cumprido. O anúncio de Jesus de que “o tempo está cumprido” se referia à profecia das 70 semanas em Daniel 9:24 a 27, próximo ao fim do qual “o Ungido, o Príncipe” “fará firme aliança com muitos” e “será morto”. CBASD, vol. 5, p. 616.

o reino de Deus está proximo (“está à mão”, NKJV).  O tempo do verbo em grego usado neste verso enfatiza o fato de que o reino, significando a presença real de Deus, havia chegado no ministério de Jesus. Andrews Study Bible.

17-18 A vocação do evangelista implica: 1) No discipulado (“vinde após mim”); 2) Em ser treinado por Cristo (“Eu vos farei”); 3) Esforço de ganhar homens (pescar); 4) Pôr os interesses seculares em segundo plano (“deixaram … as redes”). Bíblia Shedd.

21 sinagoga. Durante o cativeiro babilônico, os judeus instituíram a sinagoga como o centro do judaísmo na comunidade local. Andrews Study Bible.

A sinagoga podia ser estabelecida em qualquer cidade em que houvesse pelo menos dez homens judeus casados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 escribas. Os intérpretes autorizados das tradições orais e das leis bíblicas. Eram mais advogados do que secretários. Andrews Study Bible.

25 Cala-te. Esta forte expressão dá ênfase ao poder de Jesus para estabelecer o seu reino em face da presença do mal. Bíblia de Genebra.

29 casa de Simão. Segundo uma tradição muito antiga, Marcos nos fornece um relatório da pregação e memórias de Pedro. Bíblia Shedd.

32 o povo levou. Esperaram até acabar o sábado (depois do pôr-do-sol) para carregar peso (v. Jr 17.22, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

35, 36 madrugada … procuravam-no Simão. Pedro, evidentemente, acha que “ação” é mais importante que a meditação e oração. Muitos, hoje, infelizmente seguem esta linha de pensamento. Bíblia Shedd.

40 lepra. Não necessariamente a hanseníase moderna; a palavra se aplicava a uma variedade de desordens da pele. Andrews Study Bible.

43 veemente. Uma palavra muito forte (cf Jo 11.33, 38), frisando a importância de guardar o segredo sobre Sua pessoa e missão messiânica até após a ressurreição (cf Jo 6.15). Bíblia Shedd.

… Ele não queria criar a reputação de ser tão somente um operador de milagres. Os evangelhos deixam claro que Ele considerava os milagres como secundários. CBASD, vol. 5, p. 623.

Leia mais sobre o Evangelho de Marcos em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/30/o-livro-de-marcos/



MARCOS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de agosto de 2024, 0:45
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O evangelho segundo Marcos, atribuído a um possível seguidor de Jesus, é introduzido pela percepção do autor: “Jesus Cristo, Filho de Deus”. A vida e ministério de Cristo são relatados por Marcos explorando as emoções e reações dAquele que possuía a filiação divina. Desde João Batista, o evangelista deixou escrito detalhes que nos ajudam a montar o “quebra-cabeça” dos evangelhos a fim de que tenhamos um quadro límpido e vívido da vida terrestre do Filho de Deus. Primeiro, “apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.4). A obra do Batista foi um preâmbulo da nova aliança, tornando o batismo o símbolo do primeiro passo do homem na direção de Cristo: o arrependimento.

O batismo nas águas, contudo, precisa ser confirmado a cada dia pelo batismo “com o Espírito Santo” (v.8). Jesus foi ungido pelo Espírito em Seu batismo, aceito pelo Pai e levado ao deserto onde foi “tentado por Satanás” (v.13). Muitos passam pelas águas batismais dispostos a receber o Espírito Santo e serem aceitos pelo Pai, mas não estão dispostos a enfrentar o deserto. Na primeira dificuldade, logo se escandalizam, perdendo o privilégio de, mesmo entre “as feras”, serem servidos e cuidados pelos anjos (v.13). Foi após o deserto que Jesus partiu “para a Galileia, pregando o evangelho de Deus” (v.14). E o fundamento de Sua pregação está em Suas primeiras palavras: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (v.15).

A vida de abnegação de Cristo nos diz que as dificuldades têm mais a nos ensinar do que a tranquilidade. Deus não tem prazer em ver o sofrimento de Seus filhos, mas é na escola do sofrimento que nossa vida se liga à vida do nosso Salvador. A experiência do endemoninhado, da sogra de Pedro, do leproso e de tantos outros que foram curados foi o que os ligou a Jesus e lhes deu uma nova percepção de quem de fato Deus é. Porque Satanás vem para “matar, roubar e destruir”, mas Jesus vem até nós para nos dar vida em abundância (Jo.10:10), e nos reconciliar com o Pai (Rm.5:10). E quando essa mudança acontece em nossa vida, ela se torna gradual e constante, de forma que, em Cristo, nos tornamos novas criaturas e Seus embaixadores, “como se Deus exortasse por nosso intermédio” (2Co.5:20).

Mas enquanto os próprios demônios “sabiam quem Ele era” (v.34), aqueles que foram criados no princípio à Sua imagem e semelhança (Gn.1:26), tinham dúvidas quanto à natureza de Jesus. “Maravilhavam-se da Sua doutrina” (v.22) e todos O buscavam (v.37) a fim de serem atendidas as suas necessidades físicas e espirituais, mas poucos foram os que deixaram tudo “e O seguiram” (v.18). Da mesma forma, Satanás tem agido hoje com grande ira, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Ou seja, até os demônios sabem que se aproxima o tempo da segunda visitação de Cristo. Como Seu último povo, o Senhor nos apela através do apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

A ira do inimigo se avoluma contra um pequeno povo que ousa conhecer as profecias e buscar o único conhecimento que ele não mais pode ter: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Um povo que tem buscado a devida preparação à semelhança do leproso: “Se quiseres, podes purificar-me” (v.40); que veem em Jesus, em Seu sangue remidor e purificador, em Sua graça e poder, a Fonte do conhecimento que purifica e que salva da lepra do pecado. Portanto, apenas declarar conhecê-Lo não é suficiente, amados, pois isto até os demônios fazem (v.24). Conhecer a Deus, consiste em um relacionamento pessoal com Ele, como Jesus nos deixou o exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (v.35).

Pela experiência de uma vida de comunhão, para Marcos Jesus era o Filho de Deus. Quem é Jesus para você? Marcos nos deixou o legado de sua experiência em um livro de registros sagrados. Deus deseja que sejamos Sua carta, “conhecida e lida por todos os homens” (2Co.3:2). Que o nosso testemunho aponte para Jesus pela clara evidência de uma vida coerente com nossa pregação. E ainda que por vezes venhamos a falhar, lembremos dos pescadores rudes que Jesus chamou como discípulos, nos mostrando que a nossa parte é confiar e permitir que Ele nos purifique e nos salve, “porque todas as nossas obras [Ele as faz] por nós” (Is.26:12).

Pai Bondoso, Tu enviaste Teu Filho ao mundo para nos salvar e nos revelar o Teu caráter. Opera em nosso coração a mudança de que tanto necessitamos, para que o Teu caráter em nós nos santifique em tudo. Não queremos simplesmente saber quem Tu és, mas ter o conhecimento que salva, um relacionamento pessoal e crescente Contigo. Batiza-nos com Teu Espírito hoje, e cada dia até aquele grande Dia. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados por Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Marcos1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 0:40
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MARCOS 1 – Marcos não apresenta a genealogia de Jesus. Ele também não trata da infância de Jesus, nem do que Ele fez até os 30 anos. Aborda rapidamente sobre Seu batismo (Marcos 1:9-11), cita brevemente que esteve no deserto por “quarenta dias, sendo tentado por Satanás”, com “animais selvagens, e os anjos O serviam” (Marcos 1:12-13).

A pressa de Marcos é revelar que, em Jesus “o tempo é chegado” (Marcos 1:14-15). Antes, já havia apresentado o cumprimento profético de Isaías ao destacar João Batista e Sua missão de preparar o caminho para o cumprimento da vinda do Messias (Marcos 1:1-8).

Deus enviou Seu Filho ao mundo no tempo certo (Gálatas 4:4). Assim, Cristo iniciou Seu ministério afirmando que “o tempo é chegado” e, “o Reino de Deus está próximo” (Marcos 1:15), indicando que Sua missão seguia um plano profético detalhado:

• Mais de cinco séculos antes, Daniel havia profetizado o tempo exato do início do ministério de Cristo. Durante o cativeiro dos judeus na Babilônia, Deus informou Daniel que Ele havia designado um período probatório de setenta semanas à nação judaica e Jerusalém, durante o qual deveriam preparar-se para a vinda do Messias, culminando na expiação da “transgressão” e trazendo a “justiça eterna” (Daniel 9:24). Após a sexagésima-nona semana, o Messias seria morto, uma referência à Sua morte vicária, e isso ocorreria no meio da septuagésima semana, cessando os sacrifícios (Daniel 9:26-27).

• As setenta semanas – ou 490 dias proféticos – representam 490 anos literais (Números 14:34; Ezequiel 4:6). Daniel afirmou que esse período começaria com o decreto para restaurar Jerusalém, emitido no sétimo ano de Artaxerxes, rei da Pérsia, no ano 457 a.C. (Esdras 7:8, 12-26; 9:9). 483 anos após o decreto, no outono de 27 d.C., Jesus foi batizado e iniciou Seu ministério. Esse cumprimento profético demonstra a precisão divina.

• Durante Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo e reconhecido como o “Messias” ou “Cristo”, e Sua declaração “o tempo é chegado” (Marcos 1:15), refere-se ao cumprimento do tempo profético previsto.

Para provar esta realidade, Jesus demonstrou Seu poder sobre as poderosas forças demoníacas e as doenças que afligem a humanidade (Marcos 1:21-45). Neste contexto, Ele chamou Seus primeiros discípulos (Marcos 1:16-20), e continua chamando-nos ainda hoje para largar tudo a fim de segui-lO! – Heber Toth Armí.