Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 4 by Luís Uehara
3 de agosto de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/4

Depois de ser tentado por Lúcifer no deserto, Jesus ouviu que João, seu primo, foi preso. João proclamou que “o reino dos céus está próximo”. Este não era um contexto favorável para Jesus iniciar Seu ministério, então Ele se retirou para a Galiléia e começou a pregar a mesma mensagem.

A profecia de Isaías era específica: Galiléia dos GENTIOS. Durante séculos, os gentios foram mantidos distantes do templo e de seus sacrifícios. Israel pensava que a misericórdia de Deus pertencia exclusivamente a eles e proibiu todas as outras nações de entrar no tribunal dos gentios fora do pátio principal do templo em Jerusalém. Eles fizeram o mesmo com as mulheres. Tais classes de pessoas eram consideradas impuras, inadequadas para se aproximarem da santidade de Deus. Mas Jesus começou a pregar sobre o reino primeiro aos gentios. Pessoas da Síria, de Decápolis e de além do rio Jordão vieram para ser curadas por Ele, e Ele curou “cada um deles”. Ele se recusou a realizar milagres entre os judeus – eles tinham o conhecimento do reino. Mas sendo curados, os GENTIOS o seguiram.

Com quem você está compartilhando as boas novas do reino? Você notou os imigrantes e os refugiados ao seu redor, aqueles que são diferentes ou marginalizados? Certifique-se de que essas pessoas “que vivem nas trevas tenham visto uma grande luz”.

Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de agosto de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1776 palavras

1-11 A importância das tentações de Jesus, ainda mais por terem ocorrido no início do Seu ministério público, pode ser mais bem entendida se levarmos em conta o tipo de Messias que Ele haveria de ser. Não levaria a efeito a Sua missão usando Seu poder sobrenatural para necessidades próprias (primeira tentação), usando-o para conquistar muitos seguidores mediante milagres ou magias (segunda tentação) ou fazendo concessões a Satanás (a terceira tentação). Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 tentado. A tradição aponta o Monte da tentação no sul da Judeia. Diabo. Gr diabolos, “maldizente”, o que lança uma pessoa contra a outra. Na mesma narrativa, Marcos emprega a palavra Satanás (Mc 1.13), que é uma transliteração da palavra hebraica sãtãn, “adversário”, “acusador”. Bíblia Shedd.

Foi das alturas do monte Nebo que “O Senhor lhe mostrou [ a Moisés] toda a terra” Dt 31:1-4; PP, 471-477), e pode ter sido do mesmo ponto, “um monte muito alto”, que o diabo apresentou a Cristo “todos os reinos do mundo” (Mt 4:8); CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 316.

Ainda que Deus mesmo não tente ninguém (Tg 1.13), as tentações que sofremos estão incluídas no plano soberano de Deus para nosso bem. Se vencermos, seremos fortalecidos; se sucumbirmos, reconheceremos mais claramente a necessidade que temos de mais santificação e graça. Bíblia de Genebra.

Jesus assumiu a natureza humana e, com ela, a possibilidade de ceder ao pecado (DTN, 117). … Só assim poderia ser dito que “foi Ele tentado em todas as coisas, mas sem pecado” (Hb 4:15). De outro modo, se, como afirmam alguns, por ser divino, Jesus não pudesse ser tentado, então Sua tentação teria sido uma farsa. CBASD, vol. 5, p. 317.

2 jejuar quarenta dias e quarenta noites. Somente Mateus menciona o jejum. Ele traça um paralelo com o jejum de Moisés de 40 dias e noites no Monte Sinai (Dt 9:9-18). E também com os 40 anos que os israelitas vaguearam no deserto acossados por tentações e testes (Dt 8:2-3). Andrews Study Bible.

O ministério de Jesus começou com jejum, uma preparação espiritual para a luta com o diabo: destacam-se também as 40 noites, por causa do costume árabe de observar o jejum durante o dia. … A arma usada por Jesus nesta batalha de três etapas, era a Palavra de Deus. “Está escrito”; através dessa arma o diabo foi golpeado e vencido. Bíblia Shedd.

3 Se és o Filho de Deus. Um claro eco das palavras do Pai no Jordão, 40 dias antes. … Com insolente desprezo, Satanás se dirigiu Àquele contra quem tinha falado tão desafiadoramente no Céu antes de ser expulso. … As palavras de Satanás nessa ocasião foram, mas tarde, ecoadas pelo líderes judeus ao zombarem de Cristo na cruz (Mt 27:40). CBASD, vol. 5, p. 318.

pedras se transformem em pães. O tentador primeiramente ataca Jesus no ponto de Sua maior necessidade. De modo similar, somos tentados em nossas maiores vulnerabilidades – por exemplo, materialismo no mundo desenvolvido e poder (religioso e politico) no mundo em desenvolvimento. As tentações de materialismo e poder foram as duas grandes tentações de Jesus de acordo com Mateus. Andrews Study Bible.

4 Está escrito. A fé de Cristo em Deus e o conhecimento de Sua vontade estavam fundamentados nas Escrituras. … Cristo afirma que obedecer à Palavra escrita de Deus tem mais valor e importância até mesmo do que realizar milagres. As citações que Cristo fez das Escrituras nessa ocasião foram todas extraídas de Deuteronômio [Dt 6:13; 6:16 e 8:3]. … As palavras usadas por Cristo para frustrar o tentador foram originalmente ditas por Moisés com referência à primeira ocasião no deserto quando os filhos de Israel murmuravam por causa da falta de água (ver Êx 17:1-7). CBASD, vol. 5, p. 319, 321.

Toda Palavra. …é de vital importância considerar toda a Palavra de Deus. O homem não tem a liberdade de escolher partes da Palavra de Deus que lhe agradam e rejeitar outras. CBASD, vol. 5, p. 320.

5 Então. Em Lucas, a ordem da segunda e terceira tentações é diferente. Não se sabe qual foi a real ordem cronológica, mas há razão para se crer que as três tentações ocorreram na ordem dada por Mateus. … A sequência de eventos apresentada em um dos evangelhos sinóticos [Mateus, Marcos e Lucas] com frequência difere da ordem dada nos outros. Deve-se observar que nenhum dos evangelistas afirma ter disposto a narrativa numa sequência estritamente cronológica,. CBASD, vol. 5, p. 320.

6 Satanás cita as Escrituras, mas usa o Sl 91.11-12 de um modo exatamente oposto ao do sentido original. O Sl é uma exortação para se confiar em Deus; Satanás tenta substituir a confiança por um teste, lançando dúvida sobre a fidelidade de Deus. Não há lugar para a presunção em uma grande fé. Fé e presunção são incompatíveis. Bíblia de Genebra.

Jamais devemos nos colocar desnecessária ou descuidadamente numa posição em que Deus tenha que fazer um milagre a fim de nos salvar dos resultados adversos de uma conduta tola. Não devemos esperar que Deus nos resgate quando sem necessidade nos precipitamos para o perigo. A maturidade da fé nos levará a viver em harmonia com o que Deus já nos revelou e, então, confiar nEle quanto ao restante.  CBASD, vol. 5, p. 322.

8 reinos do mundo. Mateus coloca esta tentação por último. No grego, o mais importante é colocado por último ou em primeiro. Para Mateus, o reinado de Jesus é a chave de seu evangelho.  Andrews Study Bible.

Satanás afirmou ter substituído a Adão como governante legítimo deste mundo (ver Gn 1:28; Jó 1:6,  7), mas governava como usurpador. Contudo, Cristo não contestou diretamente a reivindicação de Satanás, apenas negou que ele tivesse qualquer direito de ser adorado.  CBASD, vol. 5, p. 322.

9 Tudo isto. Satanás de forma eficiente exercia controle sobre os assuntos religiosos e políticos do mundo (Lc 4:6). … [porém] O controle de Satanás da raça humana não era completo. Ainda havia alguns que não lhe eram fiéis. Ele percebeu o desafio implícito na natureza perfeita de Cristo.  CBASD, vol. 5, p. 322.

10 Ao Senhor, teu Deus, adorarás. A crença de que alguém pode servir a dois senhores é um engano do diabo (ver Mt 6:24). Qualquer filosofia de vida que ofereça “tudo isto” e também o céu faz parte da doutrina do próprio diabo. CBASD, vol. 5, p. 323.

12 A prisão de João Batista encerra o ministério de Jesus na Judeia, passando então a exercer Seu ministério na Galileia, estabelecendo o centro das Suas atividades messiânicas em Cafarnaum, importante cidade da Galileia. Bíblia Shedd.

A despeito da aparente popularidade e êxito de Cristo (ver DTN, 181), Seu ministério na Judeia deu poucos frutos (DTN, 194, 245). Embora os breves comentários de João sejam toda a informação que se tem do que ocorreu durante esse período, fica claro que transcorreu um tempo considerável (cf. DTN, 214, 231). … A rejeição de Jesus pelo Sinédrio após a cura em Betesda (Jo 5:16, 18) resultou no término de Sua obra na Judeia e fez com que partisse para a Galileia, quando se deu o início formal de Seu ministério ali. Outro fator contribuinte foi a prisão de João Batista (Mt 4:12; Mc 1:14; vem com. de Jo 4:1).  CBASD, vol. 5, p. 324.

Retirou-se. Isto é, transferiu Seu campo de ministério para aquela região. Isso aconteceu na primavera de 29 d.C., após a Páscoa, e foi pelo menos a terceira vez, desde Seu batismo, que Jesus saiu da Judeia para a Galileia. A primeira vez em que partiu para Galileia foi no inverno de 27-18 d.C. (ver Jo 1:43) e a segunda, um ano depois, no inverno de 28-29 d.C. (ver com. de Jo 4:1-4). Após deixar a Judeia, depois da Páscoa de 29 d.C., Jesus não retornou para lá até a Festa dos Tabernáculos, no outono de 30. d.C (DTN, 393, 395, 450-452). … Ao conduzir Sua obra primeiramente na Judeia, Jesus propôs dar aos líderes judeus a oportunidade de aceitá-Lo como o Messias. Se tivessem feito isso, sem dúvida a nação judaica teria se unido a Ele e tido o privilégio de representá-Lo diante das nações do mundo, conforme o plano original previsto nos profetas (ver vol. 4, p. 12-15). CBASD, vol. 5, p. 324, 325.

15 Galileia dos gentios! Depois da deportação das dez tribos para a Assíria, em 722 a.C., a região conhecida como Galileia (ver Is 9:1) foi habitada quase que exclusivamente por não judeus. Na época de Cristo muitos judeus tinham se estabelecido ali, resultando numa população mista de judeus e gentios.  CBASD, vol. 5, p. 326.

Mateus realça o enfoque de Jesus sobre a nação de Israel, durante o Seu ministério terreno (10.5-6). Contudo sua observação de que o ministério de Jesus cumpre Is 9.2 mostra que o mandato de ir aos gentios, em Mt 28.19, não é uma reflexão posterior; o propósito último sempre incluiu as nações. Bíblia de Genebra.

16 O povo que jazia em trevas. Sua situação é descrita por “trevas”, sem iluminação espiritual, e só na expectativa da morte. A vida, por mais movimentada que seja, é apenas o prelúdio da morte, quando se desconhece o gozo das realidade espirituais que Cristo veio oferecer. Bíblia Shedd.

17 Daí por diante passou Jesus a pregar.Isto é, na Galileia. A frase não implica necessariamente que essa tenha sido a primeira ocasião em que Jesus pregou. Seu ministério público já tinha um ano e meio (ver com. do v. 12).  CBASD, vol. 5, p. 326.

Arrependam-se. Jesus começou Seu ministério público com a mesma mensagem de João Batista (3.2). O povo devia arrepender-se porque o reino de Deus se aproximava na pessoa e ministério de Jesus Cristo. O arrependimento é mais que uma mudança de opinião ou sentir tristeza pelos pecados. É uma reviravolta radical e deliberada, um retorno a Deus, que resulta em mudanças e ações morais e éticas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Próximo. Gr eggiken, “chegou”, “aproximou-se”, “está perto” no tempo ou espaço. Era o ponto vital da história da redenção, o cumprimento de tudo aquilo que é o reino de Deus. Agora forma-se um povo especialmente de Deus pela obra de Cristo. Bíblia Shedd.

19 vinde a Mim. No sentido de se tornar um discípulo em tempo integral.  CBASD, vol. 5, p. 329.

23. Percorria Jesus toda a Galileia. Mateus nem sempre segue uma sequência cronológica estrita de eventos. … Ele tende a reunir os incidentes de acordo com a natureza deles, em vez de o tempo em que ocorreram. A narrativa de Mateus da cura da sogra de Pedro e dos doentes e aflitos que se reuniram à porta da casa de Pedro no findar do sábado em Mateus 8:4 a 17 deveria ser inserida entre os v. 22 e 23 do cap. 4, a fim de apresentar uma sequência cronológica. CBASD, vol. 5, p. 330.

ensinando … pregando … curando. A missão e o evangelismo de Jesus era holístico – englobava proclamação, assim como preocupação social e física.  Andrews Study Bible.

24. lunáticos [ARA; epiléticos, NVI]. A palavra grega assim traduzida … reflete a superstição antiga de que as crises era provocadas pelas mudanças da lua. Bíblia de Genebra.

25 Decápolis. Liga de cidades livres caracterizadas por alto nível de cultura grega. Todas, exceto uma – Citópolis (Bete-Seã) – , ficavam a leste do mar da Galileia e do rio Jordão.  Bíblia de Estudo NVI Vida.



MATEUS 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de agosto de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Após o Seu batismo, “foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (v.1). Ao sair das águas, as palavras do Pai e a presença do Espírito Santo O fortaleceram para o que estava por vir. Era necessário que o Filho do Homem fosse provado e vencesse exatamente onde o primeiro homem havia falhado. Ninguém na Terra acompanhou tão de perto a vida e o crescimento do Salvador do que Satanás. Ao perceber que chegada era a hora de Sua revelação, as primeiras palavras do inimigo a Jesus visavam lançar dúvida sobre Sua origem divina. Disse o tentador: “Se és Filho de Deus” (v.3). O período de “quarenta dias e quarenta noites” (v.2) sem comer parecia ser uma vantagem, de forma que não somente o apetite foi posto à prova, como também a tentativa de fazer com que Jesus usasse o Seu poder para benefício próprio.

Em Sua humanidade, Cristo havia aprendido a ser completamente dependente do Pai. Desde a infância, Seus pais terrenos O ensinaram a manter essa comunhão pessoal diária e constante. O sol nunca encontrava o nosso Salvador dormindo, mas a entreter com Deus um relacionamento que se fortalecia a cada dia. As Escrituras tinham sido sempre o primeiro alimento da manhã em Seus trinta anos de anonimato, de forma que Sua privação de alimento material não pôde superar a Sua nutrição espiritual: “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (v.4). A aparição de Satanás não foi manifestada em sua ira e indignação, mas como nos advertiu o apóstolo Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2Co.11:14).

A sutileza do maligno foi seguida por outro engano que há tantos tem seduzido: a mistura da verdade com a mentira. Conhecedor exímio das Escrituras, Satanás ousou usar o Texto Sagrado para enganar Aquele que era a própria encarnação da Palavra: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14). A vitória de Cristo neste sentido torna-se a vitória de todo sincero e fiel estudante das Escrituras. Muitos, porém, têm se contentado apenas com a simples citação de porções bíblicas aplicadas de forma a aplacar a consciência culpada. Buscam um evangelho fácil que se amolde aos seus gostos pessoais e são vencidos exatamente onde Cristo lhes deu o poder para vencer. Precisamos estudar a Bíblia pedindo ao Espírito Santo que a possamos compreender em sua verdadeira luz. Somente assim, podemos obter o verdadeiro conhecimento, aquele que transforma e enobrece o caráter: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste” (Jo.17:3).

A oferta “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (v.9), revela a origem da idolatria. As glórias deste mundo, suas riquezas, o desejo por fama e poder, as diversões insanas e projetos que visam engrandecer a criatura em lugar do Criador, são os artifícios de Satanás para aprisionar a muitos como seus súditos e adoradores, ainda que estes não façam ideia disso. Na verdade, a maior estratégia do inimigo é fazer com que o mundo acredite que ele não existe, que não passa de uma lenda e invenção da mente humana. Assim, ele tem o caminho mais livre para destruir vidas enquanto estas estiverem alheias ao conflito espiritual em que todos estamos envolvidos. Mas através do trio espiritual — oração, jejum e conhecimento das Escrituras — pela vitória de Cristo, somos também habilitados a vencer e com a autoridade dada pelo Céu declarar: “Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (v.10).

Como foi com Jesus, todo aquele que resiste ao diabo recebe do Céu o auxílio dos anjos, que são “enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14); tornando-se verdadeiras testemunhas dAquele que os “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Em Cristo, irrompeu grande luz na Galileia, “e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz” (v.16). “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (v.17). O arrependimento é o primeiro passo do homem em direção à vitória. É pelo reconhecimento de nossa degradante condição que nos achegamos Àquele que “é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9).

Amados, como Jesus chamou os discípulos e, “no mesmo instante” (v.22), eles O seguiram, Ele nos faz o mesmo convite agora: “Vinde após Mim” (v.19). Foi ensinando, pregando e curando, que nosso Mestre, Pastor e Médico nos deixou o perfeito legado da obra redentora. É olhando para Ele, observando a Sua vida e Sua íntima comunhão com o Pai que “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Perseveremos em contemplar as obras do nosso Redentor e meditar em Suas palavras até que sejamos “dia perfeito” (Pv.4:18).

Se nos sujeitarmos a esta santa modelagem, certamente o diabo fugirá de nós (Tg.4:7).

Pai de amor e de bondade, nós Te louvamos por ter-nos enviado Teu Filho amado para morrer em nosso lugar e nos deixar exemplo de como viver nesta Terra andando Contigo. Pai, o caminho está ficando cada vez mais estreito. Necessitamos como nunca antes do poder do Espírito Santo nos fortalecendo, santificando e capacitando para a última missão. Ajuda-nos a enfrentar esses últimos dias no poder de Cristo em nós! No nome e pelos méritos dEle nós Te oramos. Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, transformados à imagem de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de agosto de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MATEUS 4 – No capítulo anterior, a narrativa inspirada do batismo de Jesus foi um evento especial e crucial na revelação da atuação da Divindade na salvação da humanidade.

Ao aproximar-Se de João no rio Jordão, Jesus submete-Se ao batismo, não por necessidade de purificação, mas para cumprir toda a justiça (Mateus 3:15). Este ato simboliza Sua identificação com a humanidade e a inauguração de Seu ministério terrestre.

Durante o batismo, a presença da Trindade é manifestada de forma clara e explícita. Jesus, o Filho, está nas águas; o Espírito Santo desce em forma de pomba; e a voz do Pai se ouve do Céu (Mateus 3:16-17). Esta cena oferece uma rara e preciosa visão da comunhão entre as três pessoas da Divindade, cooperando em perfeita harmonia.

• A presença visível e auditiva da Trindade não só autentica o ministério de Cristo, mas também enfatiza a missão unificada do Pai, do Filho e do Espírito Santo na obra da redenção humana.

Após Seu batismo, Jesus “foi levado pelo Espírito ao deserto” (Mateus 4:1), para ser tentado pelo Diabo. Esta passagem não apenas sublinha a liderança do Espírito Santo na vida de Jesus, mas também trata da batalha espiritual que Ele enfrentou em favor da humanidade.

• A tentação do deserto destaca a natureza humana de Jesus e Sua total dependência do Espírito Santo para resistir às artimanhas diabólicas.

Cada tentação enfrentada por Jesus serve para demonstrar Sua fidelidade ao Pai e Sua confiança na Palavra de Deus. A recusa de Jesus em transformar pedras em pão, pular do pináculo do templo e adorar a Satanás, todas fundamentadas nas Escrituras, reflete Sua total submissão à vontade do Pai (Mateus 4:1-11).

• Esta experiência de Jesus no deserto prefigura Sua vitória final sobre Satanás na cruz e serve como modelo aos crentes, demonstrando a necessidade de dependência do Espírito Santo e da Palavra de Deus para resistir às tentações.

Após a prisão de João Batista, Jesus chama discípulos para participar da missão divina, para expandir o reino celestial pescando homens (Mateus 4:12-22). O ministério de Cristo consiste em pregação e cura, os quais são evidências tangíveis do Reino de Deus invadindo a Terra, uma obra conjunta da Trindade que restaura a integridade física, emocional e espiritual da humanidade.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de agosto de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: MATEUS 3 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 3 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 3- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 3 by Luís Uehara
2 de agosto de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/3

Deus disse a Jesus: “Tu és meu Filho. Eu te amo e estou satisfeito com você” uma vez no batismo de Cristo e depois novamente no Monte da Transfiguração, pouco antes de Sua crucificação.

Enquanto Jesus enfrentava anos de ódio e perseguição, seguidos de sofrimento e morte insuportáveis, deve ter sido imensamente reconfortante ter a Sua identidade proclamada publicamente, ter a certeza de que Ele era profundamente amado e saber que a Sua vida agradou ao Seu pai. Ter a aprovação de Deus – não uma, mas duas vezes – certamente deu-Lhe uma maior determinação e resiliência, não importando o quanto Ele foi mal compreendido e abusado pelas pessoas.

Nós, seres humanos, também precisamos ouvir Deus dizer: “Você é meu filho. Eu te amo e estou satisfeito com você.”

Saber que você é filho de Deus pode lhe dar uma identidade segura e um sentimento de pertencimento. Se acreditarmos que Deus nos ama profundamente, desenvolvemos uma melhor estabilidade emocional; O amor de Deus regula o nosso sistema nervoso, mesmo quando os humanos nos rejeitam. Se sabemos que Ele está satisfeito conosco, internalizamos a confiança, evitando assim o perfeccionismo e o agradar às pessoas.

Você acredita de todo o coração que Deus o ama e que Ele está satisfeito com você? Se não, por que não?

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de agosto de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1178 palavras

1 João Batista. “João”, heb Yohãnãn, “Deus teve misericórdia”. A palavra “Batista” refere-se à sua vocação especial de batizar, assinalando arrependimento em preparação para a aceitação de Cristo. Bíblia Shedd.

A influência que João exercia sobre o povo se tornou tão grande que Herodes Antipas, em princípio, hesitou em fazer-lhe dano (Mt 14:1, 5; Mc 11:32), e os líderes judeus não ousavam falar abertamente sobre ele (Mt 21:26; Lc 20:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 300.

Deserto da Judéia. Esta expressão em geral se refere aos montes áridos e escarpados entre o mar Morto e as montanhas do centro da Palestina, uma região de pouca chuva e de poucos habitantes. CBASD, vol. 5, p. 301.

2 Arrependei-vos. Operar uma mudança radical na vida como um todo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Do gr metanoeo, literalmente, “pensar de forma diferente depois”, “mudar de idéia”, “mudar de propósito”. Inclui muito mais que a confissão de pecados, embora isso certamente estivesse incluído na pregação de João (v. 6). No sentido teológico, a palavra envolve não só mudança de pensamento, mas nova direção da vontade, uma mudança de propósito e atitude. CBASD, vol. 5, p. 301.

O reino dos céus. Mateus prefere usar “céus” ao invés de “Deus”, em deferência à prática judaica de evitar dizer o nome divino. Marcos e Lucas, que estavam escrevendo para uma audiência majoritariamente não judia, usam “reino de Deus” mais frequentemente. CBASD, vol. 5, p. 301.

A expressão significa a maneira de vida dos que se deixam dirigir por Deus em tudo. É o reino dos céus porque sua origem, seus propósitos, e seu rei, são celestiais. Bíblia Shedd.

O reino dos céus é a soberania de Deus, tanto uma realidade presente quanto uma esperança futura. A ideia do reino de Deus é fundamental nos ensinos de Jesus, sendo mencionada 50 vezes só em Mt. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 Voz. Mateus cita Is 40:3. Assim como João Batista foi a voz que conclamava a “preparar o caminho ao Senhor” na primeira vinda de Jesus, os seguidores de Deus, hoje, devem trabalhar para preparar Sua Segunda Vinda (ver Mat 28:19-20). Andrews Study Bible.

João representava apenas uma voz, mas ela ecoou através dos séculos, até os nossos dias. Como profeta, João foi a voz de Deus à sua geração. CBASD, vol. 5, p. 301.

A figura de linguagem usada representa os preparativos que devem ser feitos antes da vinda do rei. Quando um monarca oriental queria visitar partes de seu reino ele enviava mensageiros aos lugares a serem visitados, anunciando sua visita e ordenando aos habitantes a se prepararem para sua chegada. Os habitantes de cada distrito deviam preparar o caminho pelo qual ele passaria, visto que pouco se fazia para conservar as estradas. CBASD, vol. 5, p. 301, 302.

A preparação deveria ser moral e espiritual. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 vestes … cinto … mel silvestre. Os alimentos, as roupas e o modo de vida singelos de João eram um protesto visual conta a vida regalada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

João era nazireu de nascimento (DTN, 102), e sua vida simples e sóbria estava de acordo com as exigências desse voto sagrado. … Contudo, não se deve concluir que ele era essênio. … Os essênios se separaram da sociedade e se tornaram ascetas. João passou tempo considerável sozinho no deserto, mas ele não era um asceta, pois de tempos em tempos se misturava com o povo, mesmo antes do início de seu período oficial de ministério (ver DTN, 102). … não há evidência histórica de que João estivesse associado a essa seita rígida. Entretanto, observam-se notáveis semelhanças entre João e os essênios. CBASD, vol. 5, p. 302.

pelos de camelo. Não pele de camelo, como imaginavam alguns, mas uma vestimenta de pelo tecida em tear. CBASD, vol. 5, p. 302.

5 Saíam a ter com ele. João se estabelece num vau natural do Jordão conhecido como “Betabara” ou “Betânia do outro lado do Jordão” (Jo 1.28), por onde tinha de passar todo israelita que demandava Jerusalém. Bíblia Shedd.

A forma do verbo grego [saíam] indica ação continuada: o povo continuava saindo. As multidões continuavam indo ao Jordão para ver e ouvir João e para serem batizadas por ele. … O fato de eles estarem dispostos a deixar seu trabalho e caminharem quilômetros pelo deserto testemunha do poderoso magnetismo da mensagem que João proclamava. CBASD, vol. 5, p. 302, 303.

7 fariseus e saduceus. Os fariseus eram um grupo legalista e separatista que guardava de modo rigoroso, porém de modo também hipócrita, a lei de Moisés e a “tradição dos anciãos” não registrada por escrito (15.2). Os saduceus eram mais mundanos e dados à política e, além disso, não eram teologicamente ortodoxos – entre outras coisas, negavam a ressurreição, os anjos e os espíritos (At 23.8) [influências helenizantes, do tempo da ocupação greco-macedônica]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 por pai a Abrão. João adverte à sua audiência e Mateus aos seus leitores que passado familiar religioso não assegura salvação. Não é um direito de nascimento. Andrews Study Bible.

A salvação não ocorre por direito de nascença (nem sequer para os judeus), mas mediante a fé em Cristo (Rm 2.28, 29; Gl 3.7,9,29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Já está posto o machado à raiz das árvores. O juízo está próximo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 batizo com água. Também traduzido “batizo na água”. O batismo por imersão era uma prática comum no judaísmo para não-judeus que se convertiam à religião judaica. Os Essênios, uma seita judaica, praticavam este rito como um ato simbólico através do qual as impurezas eram lavadas. Andrews Study Bible.

mais poderoso do que eu. A pregação de João era tão cheia de poder que muitos criam que ele era o Messias. Até mesmo os líderes da nação foram forçados a considerar seriamente essa possibilidade (Jo 1:19, 20). CBASD, vol. 5, p. 306.

12 A sua pá. Do gr. ptuon, uma “peneira” com a qual se levantava o grão da eira e o lançava contra o vento para tirar a palha (ver com. de Rt 3:2). O grão caía no chão e a palha era levada pelo vento e, depois, queimada. CBASD, vol. 5, p. 307.

Essa pá é para joeirar. Aqui serve de figura do dia do juízo, na segunda vinda de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

fogo inextinguível. Um fogo que não se apaga até que queime todo o combustível. Para mais sobre inferno e o fogo do inferno, ver 13:42; 25:41; Mc 9:43; Judas 7. Andrews Study Bible.

13-17 O batismo de Jesus não era para arrependimento. Era apenas um sinal de que Jesus se colocava do lado da minoria dos fiéis e que dava apoio à obra de João. Além disso, era a unção sacerdotal de Jesus, o cumprimento da cerimônia descrita em Ex 29.4-7. Bíblia Shedd.

15. Assim, nos convém. Isto é, “é adequado”, “é apropriado”. CBASD, vol. 5, p. 309.

16,17 saiu logo da água. Note que todas as pessoas da Trindade estão presentes no batismo (Jesus, sendo batizado; o Pai fala; o Espírito desce). Mateus conclui o seu evangelho com uma ênfase similar na presença dos três membros da Trindade no batismo de todos os crentes (ver 28:19). Andrews Study Bible.

17 me comprazo (ARA; me agrado, NVI). A forma verbal grega aqui empregada passa a ideia de algo interminável. Deus sempre Se agradou do Seu Filho e sempre Se agradará. Bíblia de Estudo NVI Vida.



MATEUS 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de agosto de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Após a visita dos magos em Jerusalém e a morte dos inocentes em Belém, era difícil ignorar o fato de que algo novo estava acontecendo. Apesar da indiferença dos sacerdotes e escribas e da ignorância do povo, entre muitos houve um despertamento, uma necessidade de algo maior e mais profundo; uma fome e sede daquilo que ainda não conheciam, mas que no íntimo sabiam que precisavam. Surge, então, João Batista. Um pregador “no deserto da Judeia” (v.1). Um homem diferente no que falava (v.1), no que vestia e no que comia (v.4). Sua pregação era consistente e corajosa. Havia a mais firme convicção em suas palavras, de forma que “saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judeia e toda a circunvizinhança do Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados” (v.5-6).

O ministério de João consistia em preparar os corações para o ministério de Cristo. Sua obra antecedeu a revelação pública do Messias. E ainda que não revelasse isso de forma clara, sua vida era uma constante declaração de que algo grandioso estava para acontecer, mas só estariam preparados aqueles que, arrependidos, confessassem seus pecados sendo lavados pelo batismo, passando a produzir “frutos dignos de arrependimento” (v.8). Por isso que ao avistar os fariseus e saduceus, homens orgulhosos por sua posição e aparência de santidade, João não os poupou da necessária repreensão. O batista havia se tornado para eles uma nota dissonante em Israel e uma ameaça à autoridade que impunham sobre os leigos. A trama tecida em seus corações endurecidos não era outra senão calar aquela incômoda voz.

Mas o pregador messiânico sabia que ninguém poderia interferir em sua obra até que ela fosse completada. E ninguém mais do que ele desejava ver cumprido o objetivo final de sua vida na Terra. Não foram suas vestes e sua alimentação diferentes que atraíram as multidões. Mas a coerência de suas palavras com sua vida. Havia fervor e amor no que dizia e fazia. Ele olhava para o alto sempre com grande expectativa. Ele esperava Alguém divino, mas que sabia se tratar também de Alguém que calçaria as “sandálias” (v.11) da humanidade. Ao avistar Jesus, ao deparar-Se com Sua perfeita dignidade, João sentiu o peso de sua própria indignidade: “Eu é que preciso ser batizado por Ti, e Tu vens a mim?” (v.14). E as primeiras palavras de Jesus nas Escrituras revelam a base sólida do governo de Deus: “assim nos convém cumprir toda a justiça” (v.15).

O batismo de Jesus, e registro do que ali aconteceu, revela o objetivo deste símbolo: a salvação mediante a justiça de Cristo, o amor de Deus e a descida do Espírito Santo na vida. O “Espírito Santo descendo como pomba” (v.16) aponta para a Sua obra que purifica como a prata e prova como o ouro, como escreveu o salmista: “As asas da pomba são cobertas de prata, cujas penas maiores têm o brilho flavo do ouro” (Sl.68:13). No batismo, Jesus confirmou a Sua nova aliança como sinal da presença “do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:20), com todo aquele que aceita ser Seu discípulo. E Ele está reunindo um povo, hoje, diferente não somente pelo que veste e pelo que come, mas por viver o evangelho em sua essência. Pessoas que, qual Filipe, são guiadas pelo Espírito Santo (At.8:29) e, qual o eunuco etíope, entendem que não podem adiar a sua entrega a Cristo: “Eis aqui água; que impede que seja eu batizado?” (At.8:36).

Amados, andar com Jesus não significa apenas pregar o evangelho e mostrar piedade. João se considerou indigno de levar as sandálias de Cristo (v.11), mas descobriria mais a frente que não apenas as levaria, mas as experimentaria. Muitos têm indagado acerca da validade e importância do batismo por imersão. Não há nada de especial nas águas do batismo. Não há uma mudança instantânea do caráter daquele que é batizado. Mas uma coisa é certa: Jesus, que não tinha pecado, foi batizado e ordenou que sejamos batizados também. Essa já deveria ser razão mais do que suficiente para todo Aquele que O ama e deseja segui-Lo.

Olhemos para as multidões no Jordão, para o eunuco etíope, para os milhares batizados no Pentecostes, para Cornélio, que foi tido por “piedoso e temente a Deus” mesmo antes de ser batizado (At.10:2). O batismo, portanto, não é um atestado de piedade, mas deve ser a confirmação de nosso compromisso com Jesus porque Ele assim nos ordenou; bem como a circuncisão na antiga aliança não era garantia de salvação, mas um símbolo de pertencimento e identidade. O batismo é a nossa certidão de nascimento no reino de Deus, que devemos conservar a cada dia mediante “o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que Ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador” (Tt.3:5). Todo aquele que se batiza, “confessando os seus pecados” (v.6), por meio da justiça de Jesus Deus lhe confere a sagrada filiação: “Este é Meu filho amado, em quem Me alegro” (v.17).

Pai Querido, como o Senhor levantou uma voz profética a fim de habilitar um povo preparado para a primeira visitação de Cristo, hoje tens uma igreja na Terra, um movimento profético, a fim de proclamar ao mundo o Teu evangelho eterno preparando o Teu remanescente para a segunda vinda de Cristo. Queremos fazer parte da Tua obra e do Teu povo. Enche-nos do Espírito Santo e capacita-nos para a missão nestes últimos dias de oportunidade. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhos amados do Pai!

Rosana Garcia Barros

#Mateus3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de agosto de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MATEUS 3 – O livro de Mateus é distintamente judaico em seu enfoque; o escritor tinha os judeus como público-alvo. Isso se reflete nas muitas referências e menções da Torá, estabelecendo uma conexão com as Escrituras Hebraicas que os leitores tinham familiaridade.

Mateus 1 inicia com a genealogia de Jesus, prática comum no Antigo Testamento. Esta genealogia, que traça a linhagem de Jesus desde Abraão até Davi, e de Davi até o exílio na Babilônia e, finalmente, até José, o esposo de Maria, é uma forma de estabelecer a legitimidade messiânica de Jesus. Ao conectar Jesus diretamente a Abraão e Davi, Mateus está fazendo uma declaração teológica poderosa sobre a identidade de Jesus como cumprimento das promessas feitas a Abraão (Genesis 12:3) e Davi (II Samuel 7:12-16).

• Há um propósito duplo em Mateus 1: primeiro, estabelecer a conexão de Jesus com a história e a fé judaica; segundo, demonstrar que Jesus é o herdeiro legítimo das promessas messiânicas.

Mateus 2 continua a estabelecer a identidade messiânica de Jesus, agora através de eventos que cumprem profecias específicas da Torá. A narrativa do Seu nascimento em Belém ecoa a profecia de Miquéias 5:2, que Mateus cita diretamente (Mateus 2:6). A fuga ao Egito e o subsequente retorno após ouvir sobre a morte de Herodes também são apresentados como cumprimento das Escrituras, referenciando Oseias 11:1 – “Do Egito chamei o Meu Filho”. Além disso, Mateus relaciona a matança dos inocentes por Herodes, a Raquel chorando por seus filhos (Mateus 2:18; Jeremias 31:15).

• Com estas conexões, Mateus está revelando aos judeus que os eventos ao redor do nascimento de Jesus não são apenas históricos, eles estão enraizados na revelação divina.

Mateus 3 introduz João Batista, cuja missão é preparar o caminho ao Messias. Ele é apresentado como cumprimento de Isaías 40:3 – “Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor…” (Mateus 3:3). Tal citação valida a autoridade do Batista, como também contextualiza o ministério de Cristo profetizado. Além disso, a voz dos Céus, no batismo de Jesus, declarando: “Este é o Meu Filho Amado, de Quem Me agrado” ecoa Salmo 2:7 e Isaías 42:1, garantido que Jesus é o Messias prometido.

Mateus estabelece um fundamento sólido que une a Antiga e a Nova Aliança. Reavivemo-nos nas Escrituras! – Heber Toth Armí.



MATEUS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de agosto de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: MATEUS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 2 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 2- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)