Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 8 by Luís Uehara
7 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/8

Multidões se aglomeravam ao redor de Jesus onde quer que Ele fosse – multidões de indivíduos cada um com suas próprias razões para estar lá. Alguns estavam famintos pelos ensinamentos de Jesus, alguns precisavam de cura, alguns estavam curiosos e muitos provavelmente foram até lá motivados pela mesma mentalidade que faz com que alguns, hoje em dia, gastem centenas de dólares com um ingresso para assistir a um artista favorito. (Imagine se tal artista se oferecesse para visitar um deles em casa?)

O centurião, como uma pessoa de autoridade e autoconfiança, tinha fé que Jesus poderia curar seu servo, mas além disso, ele respeitava Jesus como tendo maior autoridade. Quantos naquela multidão pagariam salários de vários dias para que Jesus fosse às suas casas? No entanto, o centurião recusou Sua visita por humildade e respeito. O centurião estava ciente de que não era permitido a um judeu visitar um gentio em sua casa.

De que modo uma fé semelhante à do Centurião se expressaria em minha vida? Passei vários dias pensando e orando sobre isso. A fé não é estagnada – ela cresce à medida que a exercitamos. Tenho muito mais fé do que no passado, mas sei que preciso de muito mais do que tenho.

Não posso responder por mais ninguém, mas espero que você pondere em espírito de oração como seria ter uma fé semelhante à do centurião em sua vida também.

Cathy Robertson Kabanuk
Assistente Social para bebês e crianças pequenas
Fall River Mills, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de agosto de 2024, 0:45
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Quando Jesus desceu do monte, “grandes multidões O seguiram” (v.1). Imagino que houve um tumulto e agitação quando notaram “um leproso” (v.2) se aproximando. Com sua carne consumida pelas chagas, aquele homem rompeu todos os protocolos sanitários da época a fim de se consultar com o único Médico que poderia curá-lo. Por outro lado, Jesus quebrou o protocolo religioso, pois tocou em alguém cerimonialmente impuro. Ao curar aquele leproso, Jesus não queria amortecer o impacto de Suas palavras no sermão do monte e nem atrair as multidões simplesmente pelas curas. Por isso ordenou que o homem não contasse nada a ninguém, mas que se mostrasse ao sacerdote e fizesse a devida oferta, “para servir de testemunho ao povo” (v.4). Ou seja, em obedecer a Jesus e às Escrituras, o seu testemunho seria bem mais eficaz e poderoso.

O relato do evangelho segundo Marcos, contudo, revela que aquele leproso não fez conforme Jesus lhe ordenou, mas saiu “a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos” (Mc.1:45). Jesus passou por uma espécie de quarentena até que pudesse novamente entrar nas cidades. E, depois de alguns dias, ao entrar em Cafarnaum, foi abordado por um centurião que intercedia em favor de seu criado que sofria de paralisia. A atitude daquele gentio foi bem diferente do leproso judeu. O registro da fé do centurião romano foi usado por Cristo como uma ilustração acerca da salvação para todos os povos. Enquanto Israel desprezava o seu Resgatador, aquele estrangeiro reconheceu o poder que há no Verbo da Vida (v.8). Uma só palavra, uma única ordem de cura, e, “naquela mesma hora, o servo foi curado” (v.13).

Chegando à casa de Pedro, Jesus se deparou com outra enfermidade. Desta vez, era a sogra de Pedro que estava “acamada e ardendo em febre” (v.14). “Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou” (v.15). A sequência de curas relatadas neste capítulo não foi ao acaso. Um leproso, um estrangeiro e uma mulher. Os grupos de pessoas mais rejeitados por Israel. Mas Jesus tocou no leproso, exaltou a fé de um estrangeiro e Se compadeceu de uma mulher tomando-a pela mão. Eis o Deus da Bíblia! Eis Aquele que mostrou a verdadeira face do Pai (Jo.14:9-10) e que cumpriu fielmente a profecia: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (v.17; Is.53:4).

Seguir a Jesus quando tudo se revela em bênçãos é fácil, difícil é continuar O seguindo quando surgem as dificuldades e as tempestades da vida. São nesses momentos que nos é dada a oportunidade de clamar: “Senhor, salva-nos! Perecemos!” (v.25). O fato de Jesus estar dormindo em um momento de tanta turbulência para os discípulos não mudava o fato de que Ele estava no barco. Há uma frase que aprecio muito. Ela diz: “Quando o aluno está fazendo prova, o professor fica em silêncio”. As provas não surgem para nos destruir, mas são permitidas a fim de nos fortalecer. E quando clamamos ainda que com “pequena fé” (v.26), em Sua bondade e misericórdia Jesus repreende os ventos e o mar da vida, e faz-se “grande bonança” (v.26).

De um mar em fúria, Jesus e Seus discípulos se depararam com endemoninhados furiosos (v.28). Ele poderia tê-los ignorado, afinal não tinha quem apelasse por eles. Mas Aquele que lê corações assistiu a angústia de alma daquelas vítimas do inimigo. Reconhecendo que diante deles estava o Filho de Deus, os demônios rogaram para que Jesus os enviasse a uma manada de porcos. Assim foi feito e a manada precipitou-se “despenhadeiro abaixo” (v.32). A notícia alarmou a todos na cidade que, indo ao encontro de Jesus, não se maravilharam ao ver os que antes eram furiosos algozes transformados em homens serenos, mas rogaram para que Jesus fosse embora dali.

Hoje vimos exemplos de pessoas que foram ao encontro de Jesus e de Jesus indo ao encontro de pessoas. No toque, na palavra, Ele oferecia muito mais do que a cura, mas um amor que promovia a verdadeira alegria. Infelizmente, muitos têm ido ao encontro de Jesus simplesmente para dizer que Ele vá embora. Enxergam suas frustrações e dificuldades como sendo Sua culpa, perdendo o sublime privilégio de Sua companhia. Jesus, “meramente com a palavra” (v.16), deseja realizar em nossa vida a perfeita cura do coração.

Vá ao encontro de Jesus Cristo, agora, assim como você está e, certamente, você não permanecerá do mesmo jeito.

Querido Pai do Céu, o Senhor ainda deseja realizar milagres em nossa vida. O Senhor deseja nos curar de nossas enfermidades, acalmar a tempestade da vida, nos libertar das correntes do maligno, mas, acima de tudo, o Senhor deseja nos tirar das trevas para a Sua maravilhosa luz. “Segue-Me”, é o chamado de Jesus a cada um de nós. Concede-nos, ó Deus, o Teu Espírito e que não façamos oposição à obra de transformação que o Senhor deseja realizar em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, curados por Cristo Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Mateus8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 8 – Jesus como “O Soberano da criação de Deus” (Apocalipse 3:14), identificado como “O Primogênito da criação” (Colossenses 1:15), significa que “nEle foram criadas todas as coisas, nos Céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos sejam soberanias, poderes ou autoridades” que “todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, e nEle tudo subsiste” (Colossenses 1:16-16).

Jesus é o agente através de Quem “Deus fez o Universo”; Jesus sustenta “todas as coisas por Sua palavra poderosa” (Hebreus 1:2-3). João inicia seu livro dizendo: “No princípio era Aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito… Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:1-3, 14).

Desta forma, em Mateus 8, nota-se o Criador em forma humana, cheio de graça e verdade, restaurando a humanidade sofredora, devido à deterioração do pecado.

Desde o início do Evangelho, Mateus se empenha em apresentar Jesus como o Messias prometido, o Emanuel (Deus conosco). Em Mateus 8, o Messias entrou em ação, restaurando vidas e demonstrando Seu poder divino. Cada milagre registrado nesse capítulo evidencia fortemente a presença do Criador entre nós.

A sequência de milagres de Mateus 8 revela a divindade de Jesus e Sua missão redentora. Este capítulo é essencial para a compreensão da natureza de Cristo e Seu papel na restauração dos sofredores deteriorados pelo pecado.

  • Ao curar o leproso instantaneamente, Jesus não demonstrou simplesmente Seu poder sobre a doença, mas Sua autoridade para purificar e restaurar (Mateus 8:1-4).
  • Ao curar através das palavras ao servo do Centurião, não sendo ele judeu, além de revelar a universalidade de Sua missão, Jesus demonstrou que Suas palavras são as mesmas proferidas no princípio, na criação (Mateus 8:5-13; Gênesis 1:1-31).
  • Ao curar vários enfermos (Mateus 8:14-17), acalmar a tempestade (Mateus 8:23-27) e libertar endemoninhados (Mateus 8:28-34), Jesus está invadindo o reino das trevas para implantar Seu Reino.

Jesus tem poder para restaurar o estrago feito pelo pecado. Por isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2024, 0:40
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628 palavras

1 descendo. Encerrou-se um dos cinco grandes grupos de ensinamentos que Mateus ajuntou, nos cap 5-7; os outros encontram-se nos cap. 10, 13, 18 e 24-25. Bíblia Shedd.

2,3 leproso. Ninguém poderia por em perigo a sua pureza ritual ou física entrando em contato com eles, muito menos tocá-los. Mas Jesus não apenas o curou. Jesus o tocouAndrews Study Bible.

4 não o digas a ninguém. Talvez por várias razões: 1) Jesus não queria ser considerado somente operador de milagres, 2) não queria que seu ministério de ensino fosse prejudicado pela publicidade exagerada de seus milagres de cura e 3) não queria que sua morte fosse precipitada, i. e., ocorresse antes de Ele ter terminado o Seu ministério. V. 9.30. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés ordenou. As leis sobre a lepra (V. cap 13 e 14) eram pormenorizadas, e o conceito da quarentena teve seu início naquela época. A palavra traduzida por “lepra” (heb çãra’ath) é uma definição genérica de várias desordens na pele, havendo rara coincidência com o tipo mais comumente conhecido. Para os hebreus, simbolizava o pecado, por ser nojento, contagioso e incurável. Jesus, ao curá-la, revela parte da natureza do Seu ministério. Bíblia Shedd.

5 um centurião. Oficial do império Romano, comandante de uma centúria ou destacamento de 100 soldados. Bíblia Shedd.

11 tomarão lugares à mesa com Abraão. Era assombroso e escandaloso Jesus retratar gentios impuros comendo com os santos patriarcas. … Comer junto demonstrava companheirismo, amizade e solidariedade. Andrews Study Bible.

tomarão lugares. Do gr. anaklino, “reclinar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.

14, 15 Esta passagem dos evangelhos indica que Pedro era casado e que possuía casa, como se vê em Mc 1.29. Paulo menciona que Pedro levava a esposa nas viagens missionárias. Bíblia Shedd.

17 para que se cumprisse. Mateus mostra a Jesus Cristo como o Rei prometido pelas profecias do AT. Por isso há tantos textos que vinculam Jesus com as profecias (93 citações). Bíblia Shedd.

18 muita gente. Multidões seguiam Jesus por onde quer que fosse (ver Mt 4:25; Mc 3:7; 4:1) e, como resultado disso, Ele frequentemente tinha pouco ou nenhum tempo para comer (ver Mc 3:20; DTN 333). Enquanto atravessava o mar, vencido pela fraqueza e fome, logo adormeceu (DTN, 334). Ministrar às necessidades físicas e espirituais do povo exigia, mesmo dEle, o desgaste de forças que deviam ser restauradas com descanso e alimento. Foi por essa razão que o Salvador buscou algumas horas de descanso de Seu trabalho incessante. CBASD, vol. 5, p. 380.

19-22 O chamado de Jesus, “segue-Me” tem precedência sobre todas as obrigações e responsabilidades. Andrews Study Bible.

19 um escriba. Como um homem culto, instruído e de elevada posição social, sem dúvida, seria mais difícil para um escriba se acostumar às privações da vida de um discípulo do que para um pescador, por exemplo. … Alguém acostumado ao conforto de um lar, como provavelmente era o caso desse escriba, talvez achasse a vida itinerante difícil e desagradável. Testemunhas do evangelho devem estar sempre dispostas a enfrentar dificuldades como bons soldados de Jesus Cristo (ver 2Tm 2:3).  CBASD, vol. 5, p. 381.

22 sepultar meu pai. Com toda probabilidade, o pai ainda gozava de boa saúde e o tempo de sua morte estava num futuro indeterminado. … Se o pai já estivesse morto, é pouco provável que Cristo tivesse ordenado que ele negligenciasse o que, nos países orientais, até hoje se considera um dos deveres mais sagrados de um filho dedicado. … Era como se dissesse a Cristo: “Eu gostaria de Te seguir, mas não posso fazer isso enquanto meu pai viver.” Em resposta, Cristo disse: “Reconheço teu dever para com teus pais, contudo, teu dever para com o reino dos Céus tem prioridade.” CBASD, vol. 5, p. 382.

deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Que os espiritualmente mortos sepultem os fisicamente mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-27 Jesus ia atravessando o lago da Galiléia, saindo de Cafarnaum e indo para Gadara, uma travessia de 10 km. Bíblia Shedd.



MATEUS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 7 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 7 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 7- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 7 by Luís Uehara
6 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/7

O capítulo sete termina com os construtores sábios e tolos que tiveram resultados diferentes com base nos alicerces utilizados na construção de suas casas. Os materiais utilizados para construir as casas podem ter sido semelhantes e, segundo todas as observações, as casas pareciam boas. No sentido espiritual, ambos se passariam por cristãos porque não havia muita diferença entre os dois, mas havia um problema muito real, revelado apenas com o aparecimento de uma tempestade.

Relacionando isso com o nosso contexto, as tempestades podem vir na forma de provações financeiras, relacionais e espirituais que testam a força do caráter e dos fundamentos de uma pessoa. O lado positivo da tempestade da parábola é que ela revelou as falhas de uma das casas que tinha areia como alicerce e acabou caindo, ao mesmo tempo que revelou a sabedoria da outra casa construída sobre a Rocha. As palavras que Jesus compartilhou no monte foram um aviso de que construir sobre qualquer outra coisa levaria à morte.

É fácil mostrar uma aparência de Cristianismo, mas sem a presença de Cristo e Seus ensinamentos como verdadeiro fundamento, suas armadilhas são como uma casa de palha. Sobre tal fundamento, Jesus dirá: Nunca te conheci; Eu nunca estive nos alicerces da sua vida.

Pastor Shaun Brooks
Coordenador de Ministérios para Deficientes, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 0:50
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783 palavras

1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.

Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.

3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.

5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.

6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.

7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.

12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.

Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.

esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.

13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.

15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.

22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si evidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.

25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.

edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.

26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.

sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.

29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375



MATEUS 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de agosto de 2024, 0:45
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Desde o seu surgimento, a arqueologia tem contribuído como uma forte aliada da História a fim de confirmar diversos registros escritos. A arqueologia bíblica, um ramo que se dedica a reforçar a veracidade das Escrituras, também tem sido de fundamental importância. Desde o achado dos escritos do Mar Morto, de objetos e até de ruínas de cidades antigas citadas na Bíblia, muitos céticos têm despertado para a Palavra de Deus como o Livro mais sério e confiável que existe. Em 2021, foi divulgado um achado arqueológico no deserto da Judeia, que incluía porções dos pergaminhos dos profetas Zacarias e Naum, exatamente como está escrito na Bíblia atualmente.

No capítulo de hoje, Jesus fez referência a duas atitudes que não podem e não devem compor a conduta cristã; Ele também reforçou a importância da oração insistente, da porta e do “caminho que conduz para a vida” (v.14), nos advertiu acerca dos falsos profetas e do verdadeiro preparo para a vida eterna, que inclui ouvir e praticar as Suas palavras. A começar pelo julgamento precipitado, Jesus advogou contra o que havia se tornado um hábito em Israel. Samaritanos e judeus, fariseus e saduceus, religiosos e publicanos; Israel havia se transformado em um verdadeiro campo de conflitos civis e religiosos. Todos, porém, necessitavam entender o que está escrito em Zacarias 8:16-17, o texto encontrado no pergaminho antigo pelos arqueólogos, que diz: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor”.

O procedimento cristão não é revelado pelo que fazemos em nome de Jesus, e sim pelo que Ele faz em nós quando assim pedimos e permitimos (v.21-22). Percebam que Jesus repreendeu com veemência o julgarmos uns aos outros, e logo em seguida, nos advertiu a não darmos “aos cães o que é santo” (v.6) e nem nossas pérolas aos porcos; uma metáfora bem pesada considerando que não somos juízes de nossos semelhantes. Todo aquele, porém, que tem sua vida “edificada sobre a rocha” (v.24), que busca primeiro tirar a trave de seu próprio olho, recebe do Espírito Santo a clara visão espiritual a fim de “tirar o argueiro do olho” do outro (v.5). E isso não com acusações e críticas infundadas, motivadas por maus sentimentos ou ruins suspeitas, mas canalizada a ira para o pecado e o amor para o pecador; tendo sempre a guia do Espírito a fim de não ter a fé prejudicada pelos que se recusam a abandonar o pecado.

Nosso chamado, portanto, amados, não inclui separar ou definir quem seja bom ou ruim, mas em ajudarmos uns aos outros respeitando o limite do livre arbítrio. O texto de Zacarias encontrado na Judeia reclama um povo que pratique tudo o que Jesus declarou de uma forma tão clara e detalhada no sermão do monte. Pelo conhecimento e prática da verdade, nossa vida se torna uma edificação inabalável, capaz de suportar o “dia mau” (Ef.6:13). Aquele, porém, “que ouve estas Minhas palavras e não as pratica”, disse Jesus, “é comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia” (v.26). Esta diferença será claramente percebida no juízo final. E é este cenário profético, encontrado pelos arqueólogos, que aparece no livro de Naum 1:5-6: “Os montes tremem perante Ele, e os outeiros se derretem; e a Terra se levanta diante dEle, sim, o mundo e todos os que nele habitam. Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”.

“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina” (28). Suas palavras tiveram um grande impacto na visão espiritual das pessoas, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (v.29). Seu discurso ecoava a perfeita combinação das palavras com as atitudes, de forma que Jesus foi logo diferenciado dos mestres da Lei em Israel. O que mais falta para o povo de Deus hoje perceber que é tempo de vivermos Zacarias 8:16-17 a fim de não temermos Naum 1:5-6? Eu vejo essa descoberta arqueológica como mais um atalaia da misericórdia divina a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ter a boca cheia do nome do Senhor enquanto ignora a Sua vontade revelada em Sua Palavra é como construir uma bela “casa sobre a areia” (v.26). Aparentemente é igual à casa sobre a rocha, mas os momentos finais revelarão a fragilidade de seu alicerce.

Seja a nossa vida, pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, o achado raro que reflete o brilho que emana “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4). Entremos “pela porta estreita” (v.13), meus irmãos. Cristo em nós, a esperança da glória!

Pai Santo e Bendito, nós Te louvamos e Te agradecemos pelo precioso sermão do monte! As palavras de Jesus Cristo precisam entrar em nosso coração e realizar a sua maravilhosa obra de alicerçar a nossa fé sobre sólido fundamento. Mas essa obra só pode ser realizada se Ele habitar em nós mediante o dom do Espírito Santo. Habita em nós mediante o Teu Espírito, Senhor! Opera em nós o Teu querer e o Teu efetuar segundo a Tua boa vontade. E que Cristo em nós revele ao mundo a glória que emana da Tua Palavra. Conduz o Teu povo a orar, se humilhar, se arrepender e buscar a Tua face, Senhor! Bênçãos que Te pedimos e Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, prudentes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Mateus7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 7 – Observe que o Evangelho escrito por Mateus moldura sua teologia com a presença da Trindade, quando o profeta João Batista batiza o Messias (Mateus 3:17-18), e termina com a Grande Comissão (Mateus 28:19-20), quando os convertidos são batizados, que explicitamente menciona o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esse arcabouço sugere uma teologia trinitária subjacente ao evangelho.

• Jesus frequentemente refere-Se a Deus como “Pai” durante o Sermão da Montanha. Em Mateus 6:4, 6, 8-9, 14-15, 18, 26 e 32, Ele enfatiza a proximidade e a acessibilidade de Deus como Pai.

• Embora o Espírito Santo não seja mencionado no sermão descrito por Mateus, Sua presença não foi ignorada por Cristo. Em Mateus 7:7-11, Jesus fala sobre dar boas dádivas aos filhos, e em Lucas 11:13, um paralelo a este texto, Ele menciona especificamente que o Pai dá o Espírito Santo aos que pedirem.

• A conclusão do primeiro sermão de Jesus destaca Sua autoridade única. O povo se maravilhava com Seu ensino porque Ele ensina com autoridade (Mateus 7:28-29), diferente dos escribas e fariseus. Esta autoridade divina implica na divindade de Jesus.

Nota-se então, o empenho da Trindade na implantação do Reino dos Céus no Planeta Terra: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo operam juntos na salvação e na vida do pecador que aceita tornar-se súdito do governo divino. A compreensão da ação Trinitária no Evangelho bíblico é essencial para a fé cristã e para a transformação da vida do crente. “A verdade contida nesta profunda doutrina forma a base essencial para o próprio âmago do que representa o cristianismo”, destaca Woodrow Whidden.

Com autoridade divina, Jesus chama Seus seguidores em Mateus 7 para viverem os princípios essenciais para uma vida cristã autêntica e para a preparação para o juízo divino – o qual distinguirá os súditos dos não-súditos.

Deste modo, Mateus 7:1-28 é rico em ensinamentos práticos e espirituais que conclui o Sermão da Montanha com poderosas exortações e advertências. Ele chama os crentes a viverem uma vida de discernimento, oração, obediência e fidelidade, fundamentada nos ensinos de Jesus. Através de Suas palavras, somos desafiados a examinar nosso próprio coração, a buscar a verdade e a viver de maneira que reflita o amor e a justiça de Deus.

Enfim, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 6 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 6 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 6- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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