Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2024, 1:00
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Texto bíblico: DANIEL 11 – Primeiro leia a Bíblia

DANIEL 11 – BLOG MUNDIAL

DANIEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



DANIEL 11 by Luís Uehara
23 de maio de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dn/11

Daniel descreveu a eventual ascendência dos EUA (como a Segunda Besta descrita por João em Apocalipse 13) como “se exaltará acima de todos os deuses”, honrando o deus das forças ou da força militar e fazendo muitos amigos ou aliados (vv. 36-39). ). Os EUA teriam muitos navios, entrariam na terra de Israel com amizade e estenderiam a mão para apertar a mão do Egito (vv. 40-43).

Estamos agora nesse ponto da história e da profecia e teremos que esperar e ver o que o futuro reserva. As nações hoje seguirão os EUA como espera o versículo 43? Os EUA mudaram a sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, como o versículo 45 parece indicar que aconteceria. (“Armará suas tendas reais entre os mares” entre o Mar Morto e o Monte do Templo.) Podemos estar à beira de uma nova ordem mundial com muitas tribulações antes de Jesus voltar, conforme mencionado em Daniel 12:1.

Uma nota de cautela: nossa denominação não possui uma interpretação oficial dos versículos 36-45. Precisamos lembrar que algumas dessas profecias ainda não se cumpriram.

Querido Deus,
Serão estes os grandes momentos que esperávamos? Dê-nos entendimento assim como destes a Daniel para que ele entendesse a profecia de Jeremias sobre os 70 anos. Oramos humildemente. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



DANIEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2024, 0:50
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[Nota: Postamos aqui somente uma seleção dos comentários da Bíblia de Estudo Andrews e indicamos ao final o link com a seleção de textos do Comentário Adventista (+ de 7 mil palavras), material muito relevante àqueles que gostariam de conhecer mais detalhes deste tão significativo capítulo profético. Bom estudo!]

Daniel 11 é um dos capítulos mais difíceis de se interpretar. Os acontecimentos descritos são, com frequência, condensados e vagos, levando às mais diversas interpretações. Existe uma concordância majoritária quanto à primeira parte; contudo, à medida que o capítulo avança, as divergências se multiplicam inclusive entre os que compartilham a mesma visão teológica. Embora nem todos os detalhes fiquem claros, a mensagem básica é que Deus é o Senhor da história e, a despeito dos governantes terrenos e de suas ações, ele vencerá o mal e salvará seu povo. Daniel 11 apresenta muitos paralelos com os cap. 8 e 9 (ver tabela de semelhanças na p. 1124 ). Os intérpretes que se pautam pela abordagem histórica contínua, como esta Bíblia de estudo, costumam considerar que o capítulo tem início com o império persa, seguido pela Grécia, em particular, com duas das grandes divisões do império grego após a morte de Alexandre, o Grande. Estas duas divisões, os selêucidas (“rei do Norte”, v. 6-15, com sede na Síria) e os ptolomeus (“rei do Sul”, v. 5-15, com sede no Egito), interagiam uma com a outra e com a terra de Israel. A Grécia foi sucedida por Roma imperial, depois Roma eclesiática e, por fim, por um poder político/religioso apóstata. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Mas eu. Este versículo é uma continuação da declaração do anjo, em Daniel 10:21. A divisão do capítulo neste ponto foi imprópria. Dá a impressão de que uma nova parte do livro começa aqui, quando a narrativa é claramente contínua. Gabriel informa a Daniel que Dario, o medo, foi [no passado] honrado pelo Céu (ver PR, 556). A visão foi dada no terceiro ano de Ciro (Dn 10:1). O anjo está contando a Daniel sobre o evento ocorrido no primeiro ano de Dario [anterior a Ciro]. Naquele ano, Dario, o medo, foi honrado pelo Céu com uma visita do anjo Gabriel “para o animar e fortalecer” (PR, 556). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 951.

2 ainda três reis se levantarão. Diferentemente da apresentação dos cap. 2, 7 e 8, esta profecia é narrada em linguagem literal acerca da história futura em grandes detalhes, sem representação simbólica dos poderes por meio de estátuas, animais e outros itens semelhantes. … Em Daniel 11 fala-se dos governantes sem citar nomes, por isso devemos identificá-los pelas descrições. embora a primeira parte do capítulo seja relativamente clara, à medida que ele avança, torna-se cada vez mais difícil identificar as as pessoas exatas e os acontecimentos a que o texto se refere. Bíblia de Estudo Andrews.

empregará tudo contra o reino da Grécia. O quarto rei depois de Ciro foi Xerxes (486-465 a.C.). Ele planejou uma grande invasão à Grécia, que acabou falhando. Bíblia de Estudo Andrews.

3 Depois, se levantará um rei poderoso. Este é Alexandre, o Grande (336-323 a.C.), cujo império foi dividido em quatro reis gregos (v. 4; comparar com 8:8, 21, 22). Observe que, após a Pércia, sob a liderança de Xerxes , perder a batalha para a Grécia 11:2), o cap. 11 ignora todos os outros reis persas (de 465 a.C. em diante) e parte diretamente para o império grego (a partir de 330 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.

5 rei do Sul. Ptolomeu I Sóter (305-285 a.C.), da dinastia grega ptolomaica que governou o Egito, no sul da Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

um de seus príncipes. Seleuco l Nicator (305-281 a.C.), general de Alexandre que se tornou governante de Babilônia. Ele foi expulso e fugiu para o Egito, mas Ptolomeu o ajudou a reconquistar Babilônia. Seleuco expandiu muito seu domínio e fundou a dinastia selêucida, com capital na Síria, no norte da Palestina. Portanto, os reis de a dinastia são os reis do Norte do cap. 11. O fato de Seleuco ter se subordinado a Ptolomeu por um tempo explica por que ele é chamado de “um de seus príncipes”. Bíblia de Estudo Andrews.

6 rei do Norte. Referência ao território de Seleuco, localizado no  norte de Israel. Observe que o povo de Deus ficou preso no meio, entre o Norte e o Sul.Bíblia de Estudo Andrews.

9 avançará contra o reino do rei do Sul e tornará para sua terra. Em 242 a.C, Seleuco II Calínico (246-225 a.C.) tentou se vingar da invasão de Ptolomeu III, mas fracassou. Bíblia de Estudo Andrews.

11:10 Os seus filhos farão guerra. Os filhos de Seleuco II que guerrearam contra o Egito foram Seleuco III (225-223 a.C.) e Antíoco III, o Grande (223-187 a .C.). Bíblia de Estudo Andrews.

11:13 porá em campo multidão maior do que a primeira. Antíoco III se recuperou e fez preparativos para atacar novamente o Egito, naquele momento, sob o controle de Ptolomeu V
(205-180 a.C.), um menino de apenas seis anos de idade. Bíblia de Estudo Andrews.

11:14 se levantarão muitos contra o rei do Sul. Durante o reinado do jovem Ptolomeu V, muitos egípcios se rebelaram contra os senhores gregos. A Pedra de Roseta registra as concessões que os regentes de Ptolomeu fizeram a eles. Bíblia de Estudo Andrews.

11:15 O rei do Norte virá. Antíoco III derrotou um exército egípcio bem capacitado e cercou as forças egípcias restantes em Tiro. Bíblia de Estudo Andrews.

11:16 estará na terra gloriosa. Antíoco III tomou a Palestina (comparar com v. 41, 45; 8:9), antes sob domínio do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.

11:17 e lhe dará uma jovem em casamento, para destruir o seu reino. Após se apropriar de mais territórios, Antíoco III selou um tratado de paz com Ptolomeu V, dando sua filha, Cleópatra, em casamento a ele. Bíblia de Estudo Andrews.

11:19 tropeçará, e cairá. Antíoco III foi assassinado em 187 a.C., enquanto tentava saquear o tesouro de um templo, aparentemente para pagar tributos a Roma. Bíblia de Estudo Andrews.

11:20 Levantar-se-á, depois, em lugar dele, um que fará passar um exator pela terra mais gloriosa do seu reino. Ou, “E se levantará em sua função um que fará um opressor passar pelo esplendor do reino.” … Antíoco IV Epifânio (175-164 a.C.) se enquadra na descrição: ele ficou conhecido por oprimir os judeus a partir de 167 a.C., mas eles derrotaram seus exércitos e assumiram o controle da Judeia (ver 1 e 2 Macabeus [livro judeu histórico apócrifo/não reconhecido como divinamente inspirado]). Logo depois disso, ele morreu doente (164 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.

11:21-39 Esta longa passagem sobre o governante “vil” e blasfemo combina com a descrição do caráter e das atividades do chifre pequeno encontrada nos cap. 7 e 8 de Daniel. A pessoa “vil” não é explicitamente chamada de “rei do Norte” nesta parte do cap. 11. Bíblia de Estudo Andrews.

11:40 – 45 Este texto retrata as tentativas do inimigo de Deus no tempo do fim de estabelecer um controle duradouro sobre todo o mundo. Os acontecimentos futuros precisos são conhecidos somente pelo Senhor. A Bíblia não faz predições proféticas para que as pessoas especulem acerca do futuro, mas para lhes fortalecer a fé após as profecias se tornarem realidade (ver as palavras de Jesus em Jo 14:29) Bíblia de Estudo Andrews.

11:41 Edom, e Moabe, e … Amom. Nações vizinhas, localizados no leste e no sul da terra de Judá. Eram ligadas a Israel por laços familiares patriarcais. Bíblia de Estudo Andrews.

11:45 o glorioso monte santo. Esta expressão designa o monte do templo, localizado na cidade de Jerusalém, chegará ao seu fim. Por causa da ascensão de Miguel (12:1). Este poder será destruído na segunda vinda de Cristo (2Ts 2:8; Ap 19:19,20). Bíblia de Estudo Andrews.

Mais textos do Comentário Bíblico Adventista em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/11/18/daniel-11-comentarios-selecionados-comentario-adventista-e-outro/



DANIEL 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de maio de 2024, 0:45
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Gosto muito do episódio narrado em Atos 8:26-31, onde um dos diáconos da igreja primitiva, Filipe, é enviado a falar a um etíope eunuco, um importante oficial da rainha da Etiópia, com o fim de lhe explicar uma porção das Escrituras. Guiado pelo Espírito Santo, Filipe se aproximou daquele homem e lhe fez a seguinte pergunta: “Compreendes o que vens lendo?” (At.8:30). E a resposta do eunuco, com um rolo do livro do profeta Isaías em mãos, retornou com outro questionamento: “Como poderei entender se alguém não me explicar?” (At.8:31). Então, Filipe o ensinou, o homem entendeu e aceitou a verdade e, sem perder mais tempo, pediu para ser batizado.

Com surpreendente precisão, cada detalhe narrado no capítulo de hoje foi cumprido no curso da história. Mas, para que eu pudesse afirmar isso, homens de Deus, guiados pelo Espírito Santo, se debruçaram sobre a Bíblia e, examinando a história secular, descobriram que a Palavra Inspirada estava narrando eventos já ocorridos e apontando para a gloriosa vitória final. O Senhor tem usado “Filipes” modernos para, à semelhança daquele diácono e de Daniel, proclamar “a verdade” (v.2) ao mundo.

Com relação a parte histórica, podemos resumir da seguinte forma, com a ajuda do Guia de Estudos Bíblia Fácil:

1. Os quatro reis que sucederam o reinado de Ciro (v.2): “Cambises (530-522 a.C.), Falso Smerdis ou Gaumata (522 a.C.), que ficou poucos meses no trono e Dario I (522-486 a.C.). O quarto rei é Xerxes (486-465 a.C.)”;
2. Rei poderoso (v.3), representando Alexandre, o Grande.
3. “Quatro ventos” (v.4): Os quatro generais que sucederam Alexandre: Cassandro (Oeste), Lisímaco (Norte), Selêuco (Leste), Ptolomeu (Sul).
4. “A filha do rei do Sul casará com o rei do Norte” (v.6): “Antíoco II deveria se casar com Berenice, filha de Ptolomeu II, mas teve que divorciar-se de sua esposa Laodice. Esta tentativa de cimentar as relações entre o Egito e a Síria não teve êxito. Depois que seu sogro (o rei Ptolomeu) morreu, ele se divorciou de Berenice e retomou Laodice como sua esposa”;

Observem que, novamente, estamos diante de uma explicação mais detalhada dos reinos apresentados nas visões dos capítulos anteriores. Apesar de não se referir a Babilônia, há uma abordagem quanto aos sucessivos impérios: Medo-Pérsia, Grécia e, por fim, Roma (v.21 em diante). O “homem vil” (v.21) ou “chifre pequeno” (Dn.7:8), continua a nos elucidar o Guia de Estudos: “se refere tanto a Roma Pagã como a Papal […] O profeta viu que o verdadeiro povo de Deus, que sempre esteve determinado a contar aos outros sobre a gloriosa verdade do evangelho, enfrentaria perseguições e dificuldades impostas por Roma. Esta igreja apóstata utilizaria a força, a tortura e a inquisição para eliminar qualquer um que ensinasse de maneira diferente o que ela ensinava. A Bíblia descreve que esse poder continuará sua guerra contra os santos até o fim e, então, seu domínio será retirado para sempre, e será consumido quando Jesus se manifestar em Sua Segunda Vinda (2Ts.2:8)” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p.52).

Jesus afirmou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Daniel profetizou que aqueles que violam a aliança do Senhor se perverterão, “mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (v.32). Será que, de fato, conhecemos a Deus? Tanto Filipe quanto Daniel foram atalaias das verdades do Senhor. Eles não viviam segundo as suas vontades e desejos, mas conheciam a voz do seu bom Pastor e, guiados pelo Espírito Santo, seguiam Seus passos. E embora tenham padecido perseguições, caíram “para serem provados, purificados e embranquecidos” (v.35). Ao lado deles estava o Senhor Deus, “como um poderoso guerreiro” (Jr.20:11). E, semelhante ao eunuco etíope, “escaparão estes: Edom e Moabe, e as primícias dos filhos de Amom” (v.41). Ou seja, Deus possui filhos em todas as nações e tribos e os está convidando e ajuntando ao Seu aprisco.

Os acontecimentos proféticos descritos no livro de Daniel não são apenas registros do passado, mas também nos servem de alerta de que precisamos despertar quanto ao que estamos fazendo de nossa vida hoje, a fim de assegurar o nosso futuro, “porque aquilo que está determinado será feito” (v.36). Afirmar que estamos “no tempo do fim” (v.40) não é uma mensagem sensacionalista, e sim o grito de um Pai que deseja salvar os Seus filhos da morte eterna. Ele apresenta a Sua Palavra não apenas como um livro de eventos passados, mas como a bússola que nos indica um futuro glorioso de “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44). “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

Que assim como Filipe e Daniel, a nossa vida seja uma revelação do Deus que conhecemos.

Senhor, até para nossas orações provestes um meio de que elas sejam ouvidas e aceitas no Amado. Graças Te damos pelo Espírito Santo que ora por nós com gemidos inexprimíveis e pela mediação do nosso Salvador! Ainda que algumas coisas sejam difíceis de entender, cremos que não deixas os Teus fiéis sem preparo e sem aviso. Logo Jesus voltará e queremos estar prontos para com Ele subir. Ajuda-nos, Senhor! Dá-nos o Teu ouro refinado, as vestes brancas de Tua justiça e o Teu colírio! Dá-nos o caráter de Cristo, a fim de pregarmos o Teu evangelho com amor e com poder. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Daniel11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DANIEL 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de maio de 2024, 0:40
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DANIEL 11 – Apesar dos conflitos/guerras entre nações/impérios, e da supremacia e ascensão de tiranos, Deus mantém o controle soberano sobre a história dos seres humanos.

Daniel 11 serve como uma ponte entre a história e a escatologia, fornecendo uma visão detalhada dos conflitos humanos e a esperança final da intervenção divina. É uma das passagens mais detalhadas e complexas do livro de Daniel, oferecendo uma visão profética que abrange vários séculos de história, onde a resistência dos fiéis é destacada, refletindo um chamado à perseverança em meio à tribulação.

Conforme revelado em Daniel 9:26 haverá guerras e desolações até o fim; Daniel 11:19-20, 44-45 expande essa informação.

• Os primeiros versículos descrevem os reis da Pérsia e o surgimento de um poderoso rei grego que teria seu reino dividido pelos seus quatro generais após sua morte, identificado por Alexandre, o Grande.
• Depois, a profecia revelou a ascensão de Roma como Império secular/pagão (Daniel 11:14-22), e como Império Eclesiástico assumindo a religião cristã (Daniel 11:23-44).
• Os últimos versículos são puramente escatológicos – eventos conflitivos do tempo do fim, antecedendo ao advento de Cristo (Daniel 11:40-45).

“O tempo presente é de dominante interesse para todo vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. Na Bíblia, e na Bíblia só, permite uma visão correta dessas coisas” (EGW, PR, 537).

Apesar dos conflitos, Deus está atuando em nossa história caótica. “Nos anais da História humana o crescimento das nações e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade” (EGW, Educação, 173).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DANIEL 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2024, 1:00
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Texto bíblico: DANIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia

DANIEL 10 – BLOG MUNDIAL

DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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DANIEL 10 by Luís Uehara
22 de maio de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dn/10

Daniel 10, provavelmente mais do que qualquer outra passagem das Escrituras, expõe os poderes invisíveis que governam e influenciam as nações. Nas Escrituras lemos que os seres espirituais realizam o propósito de Deus no mundo físico (Êxodo 12:23; 2 Sam. 24:16;) e no mundo moral (Lucas 15:10), bem como no mundo político. Neste capítulo, porém, aprendemos não apenas que Israel tinha um campeão espiritual para protegê-lo como nação e zelar pelos seus interesses (Dan. 10:21), mas também que as nações que se opunham a Israel tinham os seus príncipes que eram antagônicos. para com aqueles que vigiavam Israel. De acordo com Efésios 6:12, os “príncipes” dos poderes pagãos são “os governantes das trevas deste século”.

“Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade.” Educação, p. 173

Gerhard Pfandl
de seu livro Daniel: O Profeta de Babilônia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/10
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2024, 0:50
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426 palavras

10:1-12:13 A última grande visão de Daniel conta a história do povo de Deus até o fim dos tempos. Não devemos nos perder nos detalhes (como [também em] o cap. 11), mas lembrar que o propósito era incentivar o povo do Senhor com o fato de que Deus o estava conduzindo e de que a salvação final era certa. Bíblia de Estudo Andrews.

10:2 pranteei. Daniel lamentou e se humilhou, praticando a autonegação (comparar com o v. 12; Lv 16:29; Ed 8:21; SI 35:13, 14) por meio de um jejum parcial e se abstendo de colocar óleo como loção na pele. Ele fez isso porque procurava mais compreensão junto a Deus (Dn 1012) quanto ao destino de seu povo (comparar com v. 14; cap. 9). Bíblia de Estudo Andrews.

10:5 homem vestido de linho. Um ser celestial maravilhoso (comparar com Ap 1:13-16 acerca do Cristo glorificado) apareceu em forma humana e chegou para esclarecer Daniel, como Gabriel havia feito anteriormente (Dn 9:20-27). Em Ez 9;2,3,11; 10:2,6.7, um servo de Deus, ao que parece, um anjo, também se vestia de linho. Bíblia de Estudo Andrews.

10:13 príncipe do reino da Pérsia. Existe a hipótese de ser uma referência a Cambisses, filho de Ciro (559-530 a.C), que pode ter resistido à decisão divina de restaurar o povo. No entanto, o fato de um anjo de Deus precisar lutar contra este “príncipe” (v. 20) sugere uma batalha espiritual contra um ser sobrenatural perverso (comparar com Ef 6:12). Se este for o caso, deve haver demônios (anjos maus) lutando para influenciar e controlar governos humanos (comparar com Dn 10:20 – “príncipe da Grécia”; Jo 12:31 – “o seu príncipe [deste mundo]”) a fim de contrariar os propósitos divinos. O Senhor revelou esta batalha entre o bem e o mal perto do início do reinado dos persas, cuja religião zoroástrica enfatizava o conflito entre forças sobrenaturais boas e más.  Bíblia de Estudo Andrews.

Miguel, um dos primeiros príncipes. Miguel (que significa “Quem é como Deus?”) foi o nome de vários homens do AT (“Micael” – Nm 13:13; 1Cr 5:13, etc). Contudo, é também o nome de uma pessoa celestial exaltada, o Príncipe-Chefe (Dn 10:13). Em outros textos, ele é apresentado como o grande guardião de Daniel e de seu povo (v. 21; 12:1), “o arcanjo” que disputou com o diabo (Jd 9) e o comandante dos anjos do Senhor, que derrotou Satanás e seus anjos, expulsando-os do Céu (Ap 12:7-9). Portanto, parece que este Miguel é o “príncipe do exército”, ou seja, Cristo (ver nota sobre Dn 8:11). O próprio Cristo poderia atuar como mensageiro, não necessariamente um ser criado (comparar com nota sobre Jz 6:11 – “o Anjo do SENHOR” é o próprio Senhor). Bíblia de Estudo Andrews.

10:14 últimos dias. A revelação prestes a ser dada (cap. 11-12) chega até o futuro distante (comparar com nota sobre 2:29), assim como as profecias dos cap. 2,7-9. Bíblia de Estudo Andrews.

10:16 me tocou os lábios. Comparar com Is 6:5-7. Bíblia de Estudo Andrews.



DANIEL 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de maio de 2024, 0:45
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A jornada espiritual de vinte e um dias feita por Daniel vai muito além de ter sido apenas uma restrição alimentar. Ela nos revela a sabedoria que obteve aquele servo de Deus quanto à verdade de que as visões que teve “envolvia grande conflito” (v.1). E, em tempos de guerra, meus irmãos, precisamos estar munidos das armas corretas (Ef.6:10-18), ou, do contrário, corremos o sério risco de perecer.

Daniel entrou em um período de profunda angústia de alma, e, tomando posse do que já lhe era um costume, as três orações especiais do dia tornaram-se em “três semanas inteiras” (v.3) de reavivamento espiritual. Abstendo-se de “manjar desejável” (v.3) e de tudo aquilo que pudesse lhe embotar a mente ou distraí-la, Daniel provou, mais uma vez, que o que nós consumimos tem uma íntima relação com o nosso todo. Ou, “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo […] ?” (1Co.6:19).

O mérito da questão, contudo, não se trata de comida ou de bebida, mas da escolha de um servo de Deus de buscar na Fonte de toda a sabedoria as respostas para os anseios de sua alma. A abstinência de certos tipos de alimento foi a consequência e não a causa. A profunda comunhão que estabeleceu nesses dias o levou a uma intimidade tal que, desta vez, Deus não Se contentou em enviar o Seu anjo, mas Ele mesmo Se manifestou. Comparem a descrição feita nos versos cinco e seis com a visão de João em Apocalipse 1:13-15, e percebam que trata-se da mesma Pessoa: o próprio Jesus Cristo.

Semelhante ao que aconteceria com o apóstolo Paulo centenas de anos depois (At.9:7), os homens que estavam na companhia de Daniel foram tomados de “grande temor, e fugiram e se esconderam” (v.7). Duas coisas ficam bem evidentes aqui: Primeira, que, diferente de Daniel, Paulo não teve aquela visão após um período de reavivamento espiritual, mas enquanto perseguia severamente os cristãos; o que comprova a veracidade das palavras do Senhor ao profeta Samuel: “[…] porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7). Segunda, que todo aquele que não possui um coração sincero e pronto a ouvir a voz de Deus, foge e se esconde de Sua presença. Portanto, não foi o que Daniel fez que o levou a ver Jesus, mas o que ele permitiu que o Espírito Santo fizesse nele.

Contemplando tão sublime visão e ouvindo tão poderosa voz, o profeta perdeu as forças e sofreu um desmaio (v.8, 9). Mas “certa mão” (v.10) o tocou e colocou Daniel na posição de submissão, e também de vigor espiritual (v.10). Gosto muito de uma frase de um autor desconhecido, que diz: “Quando você se curva diante de Deus, você anda reto diante dos homens”. Daniel não foi colocado em pé imediatamente, e sim na posição que lhe daria forças para se levantar. Notem que as orações daquele “homem muito amado” (v.11) não somente moveram o coração de Deus, ao lhe enviar Miguel, mas também a ira de Satanás.

Sobre este conflito entre o bem e o mal, escreveu o pastor Henry Feyerabend: “O nome Miguel significa ‘Quem é como Deus?’. O Novo Testamento descreve Jesus como um ser ‘na forma de Deus’ (Filipenses 2:6), ‘a imagem do Deus invisível’ (Colossenses 1:15), ‘a expressa imagem da Sua pessoa’ (Hebreus 1:3). Os melhores escritores judeus estão de acordo, ao ensinarem que o nome ‘Miguel’ é o mesmo que o título de ‘Messias’. Nenhum ser criado pode preencher essas qualificações”(CPB, Daniel Verso por Verso, p.174).

Enquanto no livro de Daniel Ele é identificado como um príncipe, no livro de Judas é chamado de arcanjo, que não pode ser confundido com um anjo. Contribuindo para o nosso entendimento, o pastor Henry continua: “a palavra grega archaggelos é composta de archi, um prefixo que denota ‘chefe’ e a palavra aggelos, ‘mensageiro’. Ele é o Mensageiro-Chefe. Ele não é um anjo, mas o Comandante dos anjos” (CPB, Daniel Verso por Verso, p. 177).

No findar dos setenta anos para ver cumprida a promessa de Deus e o povo de Israel poder voltar à sua terra, houve profunda resistência do rei da Pérsia, que, julgando o enredo ali envolvido devido ao personagem “Miguel”, é certo de que aquele rei estava sendo persuadido pelo próprio Satanás. Este título para Jesus, “Miguel”, só aparece mais duas vezes na Bíblia, e em todas elas, há um cenário de guerra contra o inimigo de Deus (Jd.9 e Ap.12:7). Portanto, é certo de que, enquanto Daniel lutava em oração, Miguel guerreava “contra o dragão” (Ap.12:7).

No findar da história terrestre, o Espírito do Senhor tem trabalhado com grande urgência a fim de que apliquemos o coração a compreender a verdade presente e a humilharmos o coração perante Deus (v.12). Deus não escolhe a quem salvar, mas nos dá a liberdade de escolher a quem servir. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito […]” (Jo.3:16), isto é, Ele amou a toda humanidade desde Adão. Ele não faz acepção de pessoas (Rm.2:11). O Seu dom gratuito de amor é uma oferta para todos. Porém, a salvação implica na condição contida no final do mesmo verso: “[…] para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Estamos todos inseridos no “grande conflito” (v.1) que envolve o meu e o seu destino eterno. Assim como Daniel despertou a ira de Satanás, o inimigo de Deus está irado contra um pequeno povo (Ap.12:17) que tem sido uma “pedra no seu sapato”. Perseverando em viver de acordo com a luz dada ao profeta Daniel, este povo despertará a cólera final do inimigo, que usará governantes e autoridades para dispersá-lo e impedir que avance para a Canaã celeste. Mas, todo aquele que, semelhante ao “homem muito amado” (v.19), permitir que o Espírito Santo o conduza, não terá o que temer, pois ainda que tenha que passar por um período em que sentirá lhe fugir as forças e até a própria vida (v.17), será fortalecido pelo Príncipe da Paz (v.19).

O Espírito do Senhor deseja realizar em nós uma maravilhosa obra de reavivamento e reforma. Tão perto como estamos do cumprimento profético do retorno de Jesus, necessitamos da experiência de Daniel em proporção ainda maior. Daniel orava e chorava para que o povo de Deus pudesse retornar à Jerusalém terrestre. Como o povo que aguarda a bendita esperança de subir à Jerusalém celeste, quão intensa deve ser a nossa experiência, tal qual a noite de luta de Jacó (Gn.32:26)!

Em nossos lugares de oração, quer seja num bosque ou numa montanha, quer num canto do quarto ou num cômodo solitário, sejam expostas as nossas fraquezas e debilidades e ouvida a voz de Deus a nos dizer: “[…] como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (Gn.32:28). Que façamos parte do seleto grupo dos amados de Deus que estão, como escreveu Ellen White, “esperando somente serem recolhidos” (CPB, Atos dos Apóstolos, p.109).

Pai Celestial, nós Te louvamos por Teu grande amor para conosco em teres enviado Teu Filho ao mundo para vencer a batalha que jamais poderíamos vencer sozinhos! É pela maravilhosa graça de Cristo que podemos ser chamados de Teus filhos amados! Antes da fundação do mundo o Senhor nos amou e nos proveu perfeito livramento. Pai, por Tuas muitas misericórdias, socorre-nos nestes dias finais! Envia-nos Teu Espírito a fim de nos convencer do pecado, da justiça e do juízo e nos guiar a toda a verdade. Prepara o Teu povo para Te encontrar e volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Daniel10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DANIEL 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2024, 0:40
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DANIEL 10 – Mesmo sendo um capítulo de conteúdo histórico em meio a importantes capítulos proféticos, Daniel 10 transcende a narrativa histórica ao abrir uma janela para a realidade espiritual invisível à natural percepção humana.

Em Daniel 10 somos incentivados a refletir em nossa própria jornada espiritual e a compreender a importância da oração, da humildade e da confiança no plano estabelecido por Deus. Considere sua estrutura:

• A preparação de Daniel (10:1-3) – A preocupação aplicada à oração chega até os ouvidos de Deus.
• A visão de Daniel (10:4-9) – O grande conflito cósmico entre o bem e o mal é absolutamente real, não imaginário, teórico ou filosófico.
• A conversa com o mensageiro celestial (10:10-21) – Cristo vencerá sobre todos os poderes opositores visíveis e invisíveis.

Esta narrativa inspirada revela que embora os poderes políticos e impérios humanos e até orquestrações diabólicas intentem impedir a implantação do reino de Deus, o Senhor instituirá Seu Reino eterno.

Daniel 10 destaca a realidade da batalha espiritual nas regiões celestiais, um tema que aparece no Novo Testamento, particularmente em Efésios 6:12, onde Paulo escreve sobre a luta “contra os dominadores deste mundo de trevas, contras as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”.

A descrição do Ser celestial que Daniel vê tem semelhanças com as visões de João na Ilha de Patmos, (Apocalipse 1), apontando para Cristo, que derrotou Satanás e seus anjos demoníacos no Céu (Apocalipse 12:7-12). Apocalipse 12 descreve uma batalha celestial entre Miguel e Seus anjos contra o Dragão (o Diabo) e seus anjos, ecoando a luta espiritual descrita em Daniel 10:13, onde Miguel, um dos Príncipes principais, vem ajudar na batalha contra os principados malignos.

No Calvário foi onde Jesus travou ferozmente a batalha cruel entre os poderes sobrenaturais do mal, e “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz” (Colossenses 2:15). “Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hebreus 2:14-15).

Evidentemente, Daniel revela que Cristo entra na batalha real em prol da humanidade. Por isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.