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Texto bíblico: OSEIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/5
Gostamos de ser apreciados, de ouvir palavras bonitas. Gostamos de ser parabenizados por nossas conquistas e produtividade. Mas na vida nem sempre são tudo rosas, especialmente quando se ouve o profeta. O dever de um profeta é transmitir a mensagem divina usando as melhores metáforas e seus similares. Às vezes o profeta tem que pintar o quadro usando palavras dolorosas. “Você tem sido uma armadilha… você tem um espírito de prostituição em seu coração… você se corrompeu… você muda os marcos dos limites… está oprimido, esmagado pelo juízo, porque decidiu ir atrás de ídolos… você foi infiel ao Senhor.”
Esta é uma vergonhosa ladainha de pecados cometidos por sacerdotes, israelitas e pela casa real como um todo. Tal como a mensagem contra Nínive, Deus anuncia o Seu julgamento contra Judá e Efraim: “Derramarei sobre eles a minha ira… Sou como uma traça para Efraim, como podridão para o povo de Judá. Eu os despedaçarei”. e irei embora. ATÉ…” Nesta mensagem de julgamento, há uma palavra-chave, um vislumbre de esperança. Uma segunda chance. Um ponto de viragem. “…que eles admitam sua culpa. E eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente.” Deus é justo e misericordioso. Ele está esperando ATÉ!
É hora de voltar para casa! Seus braços estão abertos.
Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/5
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1. Ouvi isto. No reino imperial de Deus, com suas exigências morais e espirituais, todos são livres e iguais para obedecer ou desobedecer à lei divina da justiça. Não há acepção de pessoas, todos são colocados no mesmo nível e serão julgados pelo mesmo padrão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 993.
Este juízo é contra vós. O anúncio do “julgamento” cumpre a ameaça implícita no nome simbólico de “Lo-Ruama” (Os 1:6, ARC; ver com. ali). Aqui, o “julgamento” é equivalente a Lo-Ruhamah, “sem piedade” ou “nenhuma misericórdia” (ver com. de Os 2:23). CBASD, vol. 4, p. 993.
2. Eu castigarei. Homens voluntariosos e desesperadamente pecaminosos podem abandonar todos os critérios de justiça, mas Deus não pode ser expulso da consciência e da experiência humanas (ver At 26:14). O pecador não precisa de nenhuma outra testemunha a não ser sua própria consciência. CBASD, vol. 4, p. 993.
3. Ó Efraim. Esta tribo poderosa e líder aparentemente também era líder na adoração ao bezerro e em outros tipos de idolatria. Por meio desta influência maligna, todo o Israel foi contaminado. CBASD, vol. 4, p. 993.
5:3 prostituído. 0 termo geralmente descreve uma pessoa inapta para adorar a Deus. É o contrário da palavra hebraica que significa “limpo” ou “puro”. No contexto de Oseias, refere-se à impureza moral. Bíblia de Estudo Andrews.
4. O seu proceder não lhes permite voltar. Quão poderosamente isso indica a força do hábito na experiência humana (ver Jr 13:23; 2Pe 2:12-14). As ações externas do povo indicam que eles se tornaram tão corruptos que o “homem interior” não poderia ser alcançado pelo Espírito (ver Ef 3:16). CBASD, vol. 4, p. 993.
5. A soberba de Israel. A riqueza engendrou a arrogância que indispôs o povo
a fazer a vontade de Deus; CBASD, vol. 4, p. 994.
Judá cairá juntamente. O ônus da mensagem do profeta foi dirigido a Israel, mas, ocasionalmente, o reino de Judá também era incluído. CBASD, vol. 4, p. 994.
O v. 8 menciona Benjamim, que costumava se aliara Judá. Bíblia de Estudo Andrews.
6. Porém não O acharão. O povo de Israel não era movido pelo verdadeiro arrependimento, mas por medo da aflição que se aproximava. O amor a Deus, que produz obediência, não estava em seus corações (ver Hb 12:16, 17; ver com. de Gn 27:38). CBASD, vol. 4, p. 994.
8. Trombeta. Do heb. shofar (ver vol. 3, p. 24). Oseias apresenta um quadro dos inimigos de Israel como que já em marcha para executar o juízo divino. CBASD, vol. 4, p. 994.
O chifre de carneiro era um instrumento usado para sinalizar aos soldados a hora de iniciar um ataque ou uma conquista (ver J z 3:27; 7:20). Bíblia de Estudo Andrews.
Gibeá. Gibeá e Ramá se localizavam em Benjamim, perto da sua fronteira norte e dentro do reino do sul. Eram locais adequados para dar avisos de perigo iminente, por se situarem em terras altas. CBASD, vol. 4, p. 994.
Bete-Áven. Significa “casa da perversidade”. 0 termo é usado para substituir o nome Betel, que significa “casa de Deus”. Portanto, Bete-Áven é uma designação depreciativa, mostrando um destino fracassado. A casa de Deus,
que deveria demonstrar justiça e retidão, havia se transformado num lugar de maldade. Bíblia de Estudo Andrews.
10. Os que mudam os marcos. Aquele que se atrevesse a remover os marcos [limites de terra] do seu próximo estaria violando um dos preceitos de Yahweh (ver Dt 19:14; 27:17). Em seu desprezo totalmente irresponsável e egoísta pelos direitos dos outros, os líderes de Judá não hesitaram em se inclinar para males como a remoção desses limites. CBASD, vol. 4, p. 994.
Derramarei, pois, o Meu furor. Significa um enfático e vigoroso transbordamento da ira divina que oprimiria totalmente esses líderes quebrantadores da lei. CBASD, vol. 4, p. 994.
11. Andar após a vaidade. Literalmente, “uma ordem”. Ao invés de seguir os mandamentos de Deus, o povo obedeceu aos dos homens (ver Mt 15:7-9). E provável que isto se refira especificamente à ordem de Jeroboão 1 para adorar os bezerros, quando ele se revoltou contra Judá (ver l Rs 12:25-33). CBASD, vol. 4, p. 994.
13. Sua enfermidade. Israel e Judá sentiram seu declínio nacional. No entanto,
em vez de se voltar para Deus e pedir ajuda, Efraim virou-se para a Assíria. Só Efraim é mencionado em busca dessa ajuda, porque o reino do norte foi o primeiro a se envolver com a Assíria (2Rs 15-18). CBASD, vol. 4, p. 995.
A aliança e as manobras políticas de Israel, como as denunciadas no livro de Isaías, também surgem em Oseias. O profeta é claro: o resgate e cura só poderiam vir de Deus, não da Assíria. Bíblia de Estudo Andrews.
14. Como um leão. Um símbolo do conquistador que destrói. Como um leão que primeiro despedaça sua presa e depois a leva embora, o povo de Deus seria primeiro feito em pedaços, e depois levado ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 995.
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“O seu proceder não lhes permite voltar para o seu Deus, porque um espírito de prostituição está no meio deles, e não conhecem ao Senhor” (v.4).
Uma dura repreensão foi dirigida aos sacerdotes e líderes do povo. Sobre estes pesava a grande responsabilidade de liderar a nação sob o governo divino. Contudo, desconsiderando os princípios exigidos pela Lei, se afundaram na “prática de excessos” (v.2), através de uma liderança permissiva e licenciosa. Começando pelos sacerdotes, príncipes e principais autoridades do povo, o Senhor derramaria o Seu juízo: “Eu castigarei a todos eles” (v.2). Todos haviam se corrompido de tal maneira que a sua conduta havia criado uma barreira entre eles e Deus, “porque um espírito de prostituição” estava “no meio deles, e não” conheciam “ao Senhor” (v.4).
Um sentimento de grandeza e superioridade agia em direta oposição à santidade e simplicidade que deveriam manifestar. Israel tornou-se uma nação arrogante, tomando para si os louros da verdade que eles mesmos desprezavam e desconheciam. Enquanto menosprezavam as demais nações, adotavam seus costumes pagãos e tomavam para si mulheres estrangeiras que geravam “filhos bastardos” (v.7), filhos que não eram instruídos na Palavra do Senhor, e sim conforme a idolatria de sua família materna. O toque da trombeta era um claro aviso de que o “dia do castigo” (v.9) viria e, “porque foi do seu agrado andar após a vaidade” (v.11), não haveria livramento (v.14).
Escrevendo acerca do sofrimento na vida do cristão, Pedro deixou registrada a ordem dos fatores na aplicação do juízo divino: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (1Pe.4:17). Ao apóstolo João também foi dada semelhante revelação: “Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que nele adoram” (Ap.11:1). Até mesmo os sofrimentos que resultavam dos juízos aplicados a Israel eram oportunidades de conversão aos impenitentes: “até que se reconheçam culpados e busquem a Minha face” (v.15). Essa conversão deveria partir do maior para o menor. Se os líderes da nação não experimentassem genuíno arrependimento e confissão, sua influência continuaria a ser uma pedra de tropeço para seus liderados.
Na primeira pregação de Cristo, encontramos o toque de trombeta que deve nos despertar a cada dia: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). Esta é uma mensagem dirigida a todos nós, pastores e leigos. Quantos ministros, guiados pela soberba, têm hoje se dirigido “com os seus rebanhos […] à procura do Senhor, porém não O acharão” porque o Senhor “Se retirou deles” (v.6). Eles “não conhecem ao Senhor” (v.4), embora professem conhecê-Lo. E uma terrível lacuna tem se interposto entre Deus e o Seu povo devido à má gestão de líderes que ainda não passaram pela escola de Cristo. Ainda não foram até Ele para aprender de Sua humildade e mansidão (Mt.11:28-30), carregando sobre si o pesado fardo da vaidade de apresentar perante todos o relatório de seu “sucesso” ministerial.
Meus amados irmãos e amados pastores, “ouvi isto”, “escutai” e “dai ouvidos” (v.1), pois o Senhor, nosso Deus, nos tornou “conhecido o que se cumprirá” (v.9). Não somos ignorantes quanto às profecias do tempo do fim. E se “Israel está contaminado” (v.3); se como Israel espiritual de Deus temos procedido de maneira a repelir a presença do Senhor, é tempo de arrependimento e contrição; é tempo de confessarmos os nossos pecados e buscarmos um verdadeiro reavivamento do Espírito. Só conseguiremos suportar os eventos finais que diante de nós estão se, hoje, como Cristo, subirmos ao Getsêmani da comunhão (Mt.26:36). Portanto, todos, ministros do evangelho e membros, despertai enquanto há graça, “porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1).
Santo Deus, desperta-nos e nos une a Ti pelos laços de Teu amor incomparável! Enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós! Liberta-nos das prostituições deste mundo! Faz-nos limpos de mãos e puros de coração, por Teu poder e graça! Queremos andar Contigo. Que nossos pensamentos estejam a cada momento voltados para Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Israel de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Oseias5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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OSEIAS 5 – A infidelidade dos líderes reflete-se em toda uma nação. Líderes religiosos e políticos de Israel são condenados por serem como armadilhas, levando o povo à devassidão e idolatria, traição e adultério espiritual – prostituição da pior espécie.
Em Oseias 5:4 diz que “um espírito de prostituição está no coração” do povo, por isso, “não reconhecem o Senhor”. É triste saber que Deus pode estar amando-nos, chamando-nos e apelando-nos, e nossas “ações não [nos] permitem voltar para o [nosso] Deus”. Não há pior sentença do que Deus dizer: “Efraim aliou-se a ídolos; deixem-no só” (Oseias 4:17).
• Deus não é vingativo; Ele apenas permite que colhamos as consequências de nossas escolhas. Ele não é cruel, Ele é misericordioso e gracioso, e… respeitoso, pois não coage nossas decisões.
As dores, aflições e angústias são consequências de nossas atitudes: “Efraim está oprimido, esmagado pelo juízo, porque decidiu ir atrás dos ídolos” (Oseias 5:11), por mais que os transgressores foquem em Deus como culpado das consequências de suas atitudes (Oseias 5:12-14).
Sim, certamente Deus disciplina, e sempre visando correção (Oseias 5:2). Quando não há mais o que fazer, o juízo visa erradicar ao mal antes que o mal suplante ao bem (Oseias 5:3-10).
Idolatria não é apenas curvar-se diante de ídolos. Alianças políticas também se enquadram neste pecado (Oseias 5:13). A confiança colocada noutras instituições e poderes humanos em vez de em Deus, realça a culpa dos hipócritas religiosos que cobrem-se com uma capa de espiritualidade vazia.
• Quando não há transformação de vida, a religião perde sua essência, servindo para condenar os hipócritas religiosos que intentam maquiar suas práticas pervertidas.
• Jesus advertiu a liderança religiosa quanto ao perigo da hipocrisia (Mateus 23:27-28) comparando os fraudulentos líderes a sepulcros caiados: Bonitos por fora, mas cheios de impurezas por dentro.
• Além disso, Paulo adverte aos crentes contra a idolatria, que é tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus no coração (Colossenses 3:5).
Contudo, em Oseias 5:15, Deus promete retirar-Se até que Seu povo reconheça a própria culpa e O busque com sinceridade de coração; desta forma, destaca-se a necessidade de verdadeiro arrependimento para que haja restauração divina.
• Pedro afirma que Deus não quer que ninguém se perca, Ele é paciente esperando nosso arrependimento (II Pedro 3:9).
Arrependimento produz reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: OSEIAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/4
Desde o início da história da salvação, encontramos a imagem de Deus como Aquele que é incansável em Sua busca pela humanidade. Quando Adão e Eva pecaram, Deus não os ignorou; Ele veio em busca deles. Ele também foi em busca de Caim, apesar de seus pecados hediondos. Os filhos de Israel também testemunhariam essa graça de Deus em Sua busca incansável por eles.
Neste capítulo, entretanto, algumas das palavras mais tristes nas escrituras são registradas. “Efraim aliou-se a ídolos; deixem-no só!” (4:17, NVI).
A prática rebelde da adoração de ídolos eventualmente entorpece os sentidos. A pessoa fica surda à voz suplicante do Espírito Santo; ela se torna cega ao trilhar o caminho da autodestruição e ignora os avisos razoáveis de Deus. Isso é o que mais tarde levou Jesus a dizer para os fariseus que eles também deveriam ser deixados em paz, pois haviam ido longe demais (Mateus 15:14).
Como podemos evitar que isso aconteça conosco? Permitindo que Jesus examine nossos corações e nos resgate da ilusão do pecado. Ele chamará à nossa atenção modos pelas quais podemos estar nos unindo a ídolos que amortecem a nossa sensibilidade ao Espírito Santo. Deste modo podemos cooperar com Deus a fim de nos livrarmos destes ídolos.
Você, consciente ou inconscientemente, tem se aliado a algum ídolo?
Moses Njuguna
Pastor, Associação do leste de Allegheny, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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818 palavras
1 Ouvi a palavra. Parece evidente, a partir de seu conteúdo, que as mensagens dos cap. 4 a 14 ocorreram muito mais tarde que o tempo de Jeroboão II (ver Os 1:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 988.
O Senhor tem uma contenda. Oseias apresenta o caso contra Israel, vindicando a justiça divina ao lidar com a nação. CBASD, vol. 4, p. 988.
3 Com os animais do campo. Devido ao seu pecado, o homem trouxe sofrimento ao mundo animal. CBASD, vol. 4, p. 989.
4-10 Esta seção mostra a profundidade do problema que Deus abordou por meio do profeta Oseias. As instituições que ele havia estabelecido em meio a seu povo com o objetivo de mediar sua liderança careciam do componente essencial que justificava sua existência: o conhecimento de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
4 Como os sacerdotes. Aqueles que se recusam a obedecer e reverenciar os verdadeiros sacerdotes de Deus merecem a severa condenação de Oseias. CBASD, vol. 4, p. 989.
5 Destruirei a tua mãe. Ou seja, a nação de Israel. CBASD, vol. 4, p. 989.
6 Porque lhe falta o entendimento. O conhecimento específico que lhes faltava era o de Deus, o mais essencial de todos os saberes. Isaías atribuiu o cativeiro a essa falta (ver com. de Is 5:13). Embora Deus possa relevar certos tipos de ignorância (ver At 17:30), Ele não tolera em Seu povo eleito a ignorância das coisas espirituais (ver com de Êx 4:21). … Os homens são responsáveis não só pelo que eles sabem (Jo 9:41; 15:22, 24; Tg 4:17), mas também por aquilo que poderiam ter conhecido se tivessem se aplicado a conhecer os conhecimentos essenciais (cf. 2Pe 3:5). Muitos temem um investigação mais profunda da verdade porque isso pode exigir uma mudança de conduta, algo que o coração amante do pecado não está disposto a realizar. … Deus não pode desculpar essa ignorância voluntária. CBASD, vol. 4, p. 989.
Não sejas sacerdote. Isso indica que, possivelmente, a causa principal dessa ignorância por parte das pessoas estava na porta dos sacerdotes infiéis, que rejeitaram o conhecimento do verdadeiro Deus e de Sua lei, que deveriam ter ensinado ao povo (Dt 33:10; Ml 2:1-9, ver com. de 2Cr 15:3). CBASD, vol. 4, p. 989.
Diante de Mim. Ou seja, para Deus. Os sacerdotes que Jeroboão nomeou quando ele separou o reino de Israel de Judá (ver 1Rs 12:25-33) não eram servos do Senhor, mas dos bezerros de ouro. CBASD, vol. 4, p. 989.
8 Pecado. Esta passagem descreve provavelmente os sacerdotes gananciosos que incentivavam o pecado, exortando o povo a fazer mais e mais ofertas pelo pecado, já que comiam a carne desses sacrifícios (Lv 6:26) e, sem dúvida, montaram um esquema de tráfico de carnes (ver com. de 1Sm 2:12). Mais pecados, mais sacrifícios e, assim, mais lucro e prazer. CBASD, vol. 4, p. 990.
9 Assim é o povo, assim é o sacerdote. O povo e seus sacerdotes se uniram em pecado. Os sacerdotes apóstatas se envolveram nas próprias iniquidades que deveriam ter repreendido. Por sua vez, o povo, observando o mundanismo e a autoindulgência dos sacerdotes, se escondeu atrás de seu exemplo. CBASD, vol. 4, p. 990.
10 Não se multiplicarão. Apesar da adoração à deusa da fertilidade, a população não iria aumentar, pois a bênção do Céu havia sido removida de Israel. CBASD, vol. 4, p. 990.
12, 13 Estes versículos especificam ritos idólatras. O espírito de prostituição fizera o povo se voltar para adivinhação e sacrifícios nos altos. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Pedaço de madeira. isto é, imagens de madeira. CBASD, vol. 4, p. 990.
A sua vara lhe dá resposta. Provavelmente, uma haste empregada para adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 990.
Espírito de prostituição. Oseias compara ao adultério espiritual esse irreprimível e enfeitiçante desejo de adorar ídolos. CBASD, vol. 4, p. 990.
13 A sua sombra. Nesses locais, as vítimas de sacrifício eram mortas e o incenso era queimado em honra aos deuses (ver com. de Jr 7:31). CBASD, vol. 4, p. 991.
14 Meretrizes. Isto é, prostitutas cultuais. Eram mulheres que se dedicavam à prática de sexo no culto aos deuses. CBASD, vol. 4, p. 991.
15 Não se faça culpado Judá. Oseias, como que sem esperança por mudança na atitude ímpia de Israel, faz apelos de advertência ao reino de Judá, no sul (v. 15-17). CBASD, vol. 4, p. 991.
Nem venhais. Aqui temos uma acusação específica proibindo peregrinações aos centros de idolatria, como Gilgal e Bete-Áven. CBASD, vol. 4, p. 991.
Nem jureis. A confissão hipócrita de adoração ao Senhor não deve ser feita por aqueles envolvidos em idolatria (ver 1Rs 12:28). CBASD, vol. 4, p. 991.
17 Efraim. Efraim era a principal tribo do reino do norte, e seu nome era frequentemente aplicado a todo o reino (ver com. de Jr 7:15). Da mesma forma, o nome de Judá era aplicado ao reino do sul. CBASD, vol. 4, p. 991.
É deixá-lo. As dez tribos [do norte] foram tão longe na idolatria que não lhes foi feita nenhuma promessa de restauração completa (ver PR, 298). Evidentemente apenas alguns membros dispersos das dez tribos no exílio, mais tarde, se juntaram a Judá para voltar à Palestina depois do cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 992.
19 O vento os envolveu. Talvez uma metáfora, referindo-se à tempestade do juízo divino que dispersaria Efraim, varrendo-o para o cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 992.
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“O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque, tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também Eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de Mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também Eu Me esquecerei de teus filhos” (v.6).
O relacionamento entre Oseias e Gômer tornou-se um símbolo do que Deus desejava realizar no meio do Seu povo. O procedimento do profeta em receber de volta sua esposa e preservá-la em um tempo de purificação de sua prostituição era exatamente o que o Senhor desejava operar na nação apóstata. A verdade, o amor e o conhecimento de Deus foram apresentados como inexistentes em Israel, “porque ao Senhor deixaram de adorar” (v.10). A verdade representa a liberdade que há no relacionamento com Deus. “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). O amor é símbolo de uma aliança eterna: “Com amor eterno Eu te amei” (Jr.31:3). E o conhecimento de Deus é a intimidade que nos aproxima dEle e que nos faz desejar prosseguir em conhecê-Lo cada vez mais, ansiando por Sua vinda (Os.6:3).
Foi dentro do contexto de líderes e liderados destituídos desta tríplice comunhão, que Deus levantou Oseias com uma mensagem muito clara e direta. Os sacerdotes viviam uma espécie de sacerdócio de fachada. Sua função ainda era mantida, mas haviam perdido o respeito do povo que os acusava, mas que também refletia a insensatez da liderança. E nessa troca de ofensas e acusações, seus corações estavam tão distantes do Senhor e de Sua Palavra, que pela sensualidade e pela prostituição espiritual e física, “abandonaram o seu Deus” (v.12). Enganados por “um espírito de prostituição” (v.12), deixaram de ouvir o Espírito Santo, que é Quem dá o entendimento, e “o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (v.14).
A ausência do conhecimento que resulta em corrupção e destruição não se trata do conhecimento intelectual apenas. Nunca houve um tempo de tanto esclarecimento bíblico como o que vivemos hoje. Com as facilidades da tecnologia, estamos a um “clique” de um vasto leque de informações, e nossa igreja vai além, com inúmeros materiais de conteúdos riquíssimos. Mas nem tudo isso junto é capaz de preencher o vazio da alma se não compreendermos o real objetivo de examinarmos as Escrituras: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Se não buscarmos o conhecimento da Bíblia a fim de conhecermos a Deus e Seu caráter na pessoa de Jesus Cristo, então o nosso conhecimento é vão e não menos insignificante quanto o de Satanás, que também conhece bem as Escrituras (Mt.4:6).
Deus desejava comungar uma amizade genuína com os sacerdotes e com o povo, e isto implicava viver a verdade presente através de um conhecimento prático. Mas eles rejeitaram o conhecimento. Ou seja, sabiam o que deviam fazer, mas não faziam. E essa negligência implicaria em consequências inevitáveis sobre a sua descendência (v.6). Seus filhos sofreriam não porque pagariam pelos pecados de seus pais, e sim porque seriam frutos de lares nominalmente religiosos, mas fatalmente apostatados. Será que o “pedaço de madeira” e “a vara” (v.12) não mudaram apenas de cenário, e prosseguimos hoje consultando o que nos é conveniente e não o que sabemos ser a vontade de Deus? Creio que Satanás tem dado risadas de um povo que julga ter tudo o que precisa (Ap.3:17), mas que não passa de escravo da própria razão pervertida.
Mas a realidade da igreja hoje não deveria ser uma surpresa para nós e nem deveria nos causar espanto. Através de Sua Palavra, o Senhor já havia nos advertido quanto ao que aconteceria no tempo do fim. Ou nos apegamos à Palavra de Deus com genuíno interesse em conhecer a Sua vontade; ou nos entregamos à oração como quem caminha com um amigo; ou permitimos que o Espírito Santo opere em nós o que mais necessitamos, que é um reavivamento e reforma, ou seremos facilmente enredados pelos enganos desses últimos dias, que inclui os enganos sutis de Satanás sendo pregados até mesmo dos púlpitos de nossas igrejas por líderes que não conhecem a Deus, mas que bem conhecem as melhores técnicas de oratória e convencimento. Notem bem a seguinte advertência: “Muitos se levantarão em nossos púlpitos tendo nas mãos a tocha da falsa profecia, acesa na infernal tocha de Satanás” (EGW, Testemunhos Para Ministros, CPB, p.409).
Temos todo o conhecimento necessário para este tempo do fim. Mas será que isso basta, amados? Para quê uma mensagem de saúde, um apelo claro para que as famílias com crianças busquem uma vida simples no campo e se envolvam no trabalho missionário ou que os pais assumam suas funções na educação do lar, se nossa vida não reflete nenhuma dessas mensagens? Somos detentores de uma verdade presente repleta de orientações práticas, enquanto o “que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar” (v.2). Muitos têm acusado seus líderes, mas a realidade é que “como é o povo, assim é o sacerdote” (v.9). Eis aqui uma serva de Deus que deseja ardentemente viver tudo o que o Senhor nos deixou revelado como sendo Sua vontade para o Seu povo nos últimos dias. Mas aqui também está quem enfrenta uma grande luta diária para caminhar nesse sentido.
Não é uma jornada fácil, meus irmãos! Então, lutemos juntos em oração até que o Senhor nos abençoe! Também não são palavras fáceis de se falar, visto que nunca foi o objetivo deste ministério causar nenhum tipo de polêmica. Muito pelo contrário. O meu coração anseia que todos nós possamos viver a vontade do Senhor em meio a uma terra que “está de luto” (v.3), assim como viveram os patriarcas, “confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a Terra” (Hb.11:13). Há um propósito glorioso e grandioso por trás de manter uma vida saudável, simples e tranquila. Mas tudo isso deve ser buscado mediante muita oração e comunhão, pois o inimigo sempre se levanta para atacar aqueles que resolvem firmemente fazer a vontade de Deus. Portanto, o convite do Senhor para nós a cada dia é o mesmo: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Em aceitá-lo, está a nossa segurança e o caminho do verdadeiro conhecimento.
Querido Pai Celestial, nós Te louvamos porque o Senhor repreende e disciplina a quantos ama! E se as advertências deste livro foram preservadas através dos tempos e chegaram até nós hoje, é porque necessitamos dar ouvidos a elas, de forma que o Teu Espírito possa alcançar o nosso coração de pedra e substituí-lo por um coração de carne que não endureça diante da repreensão, mas que seja modelável à mansidão e humildade de Cristo. Sê com os pastores e líderes da Tua igreja, Senhor! Reaviva-os por Tua Palavra e conduze-os com Teu Espírito a fim de que eles sejam instrumentos Teus para conduzir Teu povo na obra final da pregação do evangelho. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Oseias4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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OSEIAS 4 – Pelo fato do profeta Oseias ter experimentado traição em seu casamento, tornou-se um mensageiro mais convincente ao falar da traição de Israel a Deus.
O casamento de Oseias e Gomer é uma metáfora viva para a aliança entre Deus e Seu povo. O sofrimento pessoal de Oseias em seu matrimônio (Oseias 1:1-3:5) serviu para dar autenticidade e profundidade à sua mensagem profética. Oseias 4 fala da corrupção dos sacerdotes, da falta de conhecimento e do julgamento iminente.
A principal ligação entre o casamento disfuncional de Oseias e o capítulo em pauta está na maneira como ambos representam a quebra da aliança e a infidelidade. Dois principais pontos refletem a infidelidade de Gomer:
• Idolatria: Assim como Gomer foi infiel a Oseias, Israel foi infiel a Deus, envolvendo-se com outros deuses e práticas idólatras, quebrando os dois primeiros dos Dez Mandamentos (Oseias 4:1, 12-13; Êxodo 20:3-6).
• A quebra desses mandamentos resulta na quebra dos outros oito mandamentos: Oseias 2:11 demonstrou a questão do sábado (Êxodo 20:8-11); além disso, Oseias 4 trata do pecado da mentira, roubo, adultério e violência que desonram a Deus e trazem destruição à terra e ao povo (Oseias 4:2-3; Êxodo 20:7-17) – da mesma forma que a infidelidade de Gomer trouxe dor e desordem ao casamento com Oseias.
A dor pessoal de Oseias reflete a dor de Deus pelo afastamento de Seu povo. Dói no coração de Deus quando nos afastamos dEle e abraçamos ao pecado. Isso é infidelidade espiritual gravíssima!
Os líderes espirituais no passado foram responsáveis por guiar o povo aos caminhos pervertidos da religião e foram eles que contribuíram para a infidelidade espiritual coletiva (Oseias 4:4-9). Todos sofreram as dores das horrendas consequências (Oseias 4:10-19).
A prostituição espiritual, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, é uma poderosa metáfora para a idolatria e a infidelidade. Em vez de permanecerem fiéis a Deus, Israel e a Igreja se voltam para outras formas de adoração e alianças que são espiritualmente adultério.
• Em Apocalipse 17 João vê uma mulher descrita como “a mãe das prostitutas” representando a Igreja infiel aliando-se aos poderes corruptos da Terra.
• Em Apocalipse 18 a queda de Babilônia tem a ver com prostituição espiritual e outros pecados condenados nos Dez Mandamentos.
Cuide-se com a prostituição espiritual! Reaviva-te! – Heber Toth Armí