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Texto bíblico: EZEQUIEL 47 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/47
Por causa da desobediência e da infidelidade, Israel experimentou o exílio. O santuário e a presença de Deus são temas importantes de Ezequiel e apresentam esperança, mesmo quando o templo ainda está em ruínas no coração de Israel e Seu povo ainda está no exílio. Neste momento de perigo e desespero, Ezequiel recebe uma visão do Senhor.
Há água saindo do templo da presença de Deus e fluindo até se tornar um rio caudaloso. Existem fontes de água sem fim, bênçãos abundantes. O rio, as árvores e as folhas são imagens que também encontramos em Apocalipse 22. Lembra-nos o paraíso de Deus. E de um Deus que concede cura, vida, restauração, recriação e reconciliação.
Há também uma conexão com a aliança entre Deus e Abraão, Isaque e Jacó. Deus prometeu terras, filhos e que Ele estaria com Seu povo (Gênesis 17). Há uma estreita congruência com Números 34. As fronteiras ao sul, leste e oeste são semelhantes. Somente no norte há mais território incluído. O que há de especial nesta descrição é que o povo de Israel e pessoas de outras origens internacionais se unem na adoração a Deus. Todos têm o direito de participar das promessas da aliança de Deus.
Lidia Fabricius
Pastora, Igrejas Adventistas de Moenchengladbach, Moenchengladbach-Rheydt e Grevenbroich, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/47
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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493 palavras
47:1 – 48:35 descrevem a nova terra ao redor do templo. Existem muitos paralelos entre esta seção e a descrição da Nova Jerusalém em Apoc. 21-22. Andrews Study Bible.
1-12 A descrição implica numa visão dos futuros últimos dias da inteira visão, com uma transformação sobrenatural na natureza que excede as possibilidades históricas. Cumpre-se espiritualmente em Cristo e na igreja do NT com as bênçãos do novo concerto fluindo para o mundo (Jo 7:37-38); Cumpre-se literalmente na Nova Terra (Apoc 22:1-2). Andrews Study Bible.
1 homem. O guia angelical (40.3) que aqui aparece pela última vez, terminou a visita ao templo novo que Ezequiel fez em visões. Bíblia de Estudo NVI Vida.
à entrada do templo. Ezequiel estava em pé no pátio interno. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Água. O restante desta seção (v. 1-12) deixa claro que há referência à água que cura e nutre a vida (v. Sl 36.8; 46.4; v. tb Jl 3.18; Zc 13.1; 14.8; Ap 22.1,2). No contexto global, havia o rio que fluía do Jardim do Éden (Gn 2.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 me levou para fora, pela entrada norte. Provavelmente, porque a porta leste interior era reservada para o príncipe (Ez 46:1-8) e a porta leste exterior era fechada (Ez 44:1,2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 810
4 mediu mais mil [côvados. Aprox. 500 m]. O profeta está sendo levado rio abaixo, parando de meio em meio quilômetro para sondar sua profundidade. Bíblia Shedd.
8 campina. Do heb ‘aravah, que incluía a depressão do rio Jordão, o mar Morto e o vale que se estende do mar Morto até o golfo de Áqaba. O moderno termo Arabá designa apenas o vale ao sul do mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 810
saudáveis. O mar Morto é uma lagoa de sal, o ponto mais baixo da terra, cujas exalações chegam a matar os pássaros que o sobrevoam. Recebe as águas do Jordão, mas não tem saída para as mesmas. O seu sal é útil (11) mas o local é uma chaga. Bíblia Shedd.
10 En-Gedi. Significa “fonte do bode”; uma fonte forte a meio caminho ao longo do lado ocidental do mar Morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 duas porções para José. Como a tribo de Levi não recebeu nenhuma [porção] (44.28], Efraim e Manassés – os dois filhos de José adotados por Jacó (Gn 48.17-20) – receberam uma porção para cada um (Ez 48.4,5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 águas da contenda. O lugar no deserto do Sinai onde o povo se rebelou pela primeira falta de água, e Deus concedeu a Moisés a autoridade de fazer jorrar a água da rocha (Êx 17.1-7). Bíblia Shedd.
22 A Lei ofereceu generosidade aos estrangeiros (Lv 19.10; Dt 10.19). A cidadania israelita, entretanto, só se lhes oferece nesta nova ordem. Num sentido foi cumprido nas pessoas dos prosélitos do tempo do Pentecostes (At 2) e na conversão dos gentios, que em Cristo se tornam o verdadeiro Israel de Deus (cf Gl 3.14, 16; 6.16). Bíblia Shedd.
Note a inclusão dos estrangeiros na herança, em harmonia com a universalidade proclamada pelos profetas como Isaías (Is 56:3-8) e cumprida no NT (Ef 2:12-14; Col 3.11). Andrews Study Bible.
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“[…] não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e a sua folha, de remédio” (v.12).
Ainda em visão, Ezequiel foi levado a contemplar algo que vinha “debaixo do limiar do templo” (v.1) e se estendia para além dos seus limites. Era como se houvesse uma nascente que saía à direita do santuário e formava um rio caudaloso. Às margens deste rio “havia grande abundância de árvores” (v.7), cujos frutos e folhas serviam de alimento e “de remédio” (v.12). O profeta entrou nas águas até ao ponto de perceber que tratava-se de um “rio pelo qual não se podia passar” (v.5).
Quando João descreveu a cidade santa, em determinado momento ele viu “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). Percebam que as águas do rio vinham do lado direito do templo (v.2). Jesus mesmo afirmou: “Desde agora, estará sentado o Filho do Homem à direita do Todo-Poderoso Deus” (Lc.22:69). O que Ezequiel viu, portanto, foi o que Jesus afirmou à mulher samaritana: “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14).
Cristo, a água da vida, deseja nos lavar, purificar e reavivar. Direto do trono da graça emana um rio cujas águas promovem fartura e cura espirituais. Pois o justo “é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl.1:3). Comparado a uma árvore frutífera, todo justo tem uma coisa em comum: a Fonte. “Viste isto, filho do homem?” (v.6). Estamos no limiar de entrar “em herança” (v.14) na terra onde gozaremos de eterna felicidade. Bem como na visão de Ezequiel, João também viu “de uma e outra margem do rio […] a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos” (Ap.22:2).
Preparem-se, amados, pois eis que Jesus está prestes a reunir os Seus filhos e a dizer “ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas, das extremidades da terra” (Is.43:6). Permitamos que o Espírito Santo nos purifique com o lavar regenerador de Cristo, pois que “tudo viverá por onde quer que passe este rio” (v.9).
Senhor, lava-nos e ficaremos limpos. Alveja as nossas vestes no sangue do Cordeiro. Oh, Senhor, volta logo! E, até lá, guarda-nos como a menina dos Teus olhos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, lavados e saciados pela água da vida!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 47 – A prioridade de Deus sempre foi estar entre os humanos, embora os pecadores sempre tentassem esquivar-se de Sua presença.
Ezequiel já profetizara a respeito do desejo divino de restaurar física, emocional e espiritualmente a nação de Israel após o exílio em Babilônia, através de Sua Palavra (Ezequiel 37).
Agora, o profeta expande o assunto. “Israel receberá vida a partir do templo, pois este constitui o verdadeiro foco e atenção na terra (47:1-48:35). Ezequiel deseja que o templo seja tão central na vida da nova comunidade na terra rejuvenescida assim como o tabernáculo outrora foi quando Israel se acampava ao seu redor” (Paul R. House).
Tudo no Santuário/Templo apontava para Cristo. Ali estava tipificado o plano da salvação. O significado de cada emblema e ações orientados por Deus deveria reavivar os judeus disciplinados com o castigo do cativeiro, assim como águas que saem do templo, desde o altar até o oriente.
Se as águas não saem do templo não sairão de nenhum outro lugar. Caso esta não seja a fonte, a aridez espiritual tomará conta e jamais existirá vida (Ezequiel 47:1-12). Deus é a fonte da vida – este é o sentido da água sair do templo (Joel 3:18; Zacarias 14:8). A Palavra de Deus deve ser pregada. Quanto mais água/Palavra, mais vida.
A água que flui do santuário de Deus, que é a mensagem do evangelho, restaura o deserto, faz crescer bonitas e frondosas árvores, forma rios, produz grandes quantidades de peixes. Assim, a igreja, ao pregar toda a mensagem do santuário, produzirá cura, vida, crescimento, frutos certamente avançará onde o pecado havia produzido morte.
Embora literalmente a profecia de Ezequiel não tenha se cumprido com os judeus (Ezequiel 47:13-23), ela foi projetada para se cumprir para todos os crentes, culminando no Céu.
* Tudo isso está relacionado com o derramamento do Espírito Santo profetizado por Cristo (João 7:37-39).
* “A obra é do Senhor, e não é Sua vontade que a força e eficiência seja centralizada em um lugar”, diz Ellen G. White.
* Em Apocalipse 22:1-2 João tem a visão do “rio da água da vida” que fluía “do trono de Deus e do Cordeiro” pela nova Jerusalém, que mantinha a árvore da vida cujas folhas “servem para a cura das nações”.
Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 46 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/46
Senhor, minha vida tome
E a Ti consagrada a torne
Transforme meus dias e momentos,
Em um constante fluir de enaltecimentos.
Deus forneceu instruções explícitas a Moisés sobre a adoração e o sistema sacrificial. Todo o plano de redenção foi delineado no Santuário e predito da vinda do Cordeiro perfeito de Deus. Todas as manhãs Deus pedia que um sacrifício fosse trazido diante dele.
Posso honrar a Deus entregando-me diariamente a Ele. Passar um tempo lendo Sua Palavra e orando com meu Melhor Amigo é a parte mais importante do meu dia. Coloco-me sob Sua proteção e também oro pelas pessoas que encontrarei. Dou permissão a Deus para me usar naquele dia conforme Ele precise. Orar pelas pessoas que encontro no trabalho tem um efeito poderoso. Gosto especialmente de orar silenciosamente por meu paciente enquanto inicio a administração intravenosa.
Que honra é trabalhar para Deus em todos os aspectos do meu dia. Acho que isso evita o esgotamento e traz uma nova alegria a cada turno. Não sei o que o dia trará, mas posso lidar com isso tendo Jesus como meu companheiro.
“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.” Romanos 12:1
Cheri Holmes
Enfermeira registrada, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/46
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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598 palavras
1-15 Ezequiel continua a descrever vários aspectos da adoração diária. Enquanto permitia diversidade na adoração, Deus prescreve aqui ordem e continuidade. Esta continuidade visava um ritmo saudável à vida espiritual de Seu povo. Life Application Study Bible Kingsway.
1 porta do pátio interno (NVI). Uma santidade especial era atribuída à porta leste interior (p. 789, H; ver os regulamentos concernentes à porta leste exterior, em Ez 44:1-3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 808.
Enquanto a porta leste do pátio externo ficava fechada de modo permanente (44.2), a porta leste do pátio interno podia ser aberta nos dias de festa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
lua nova. a lua nova inicia um mês novo, cujo primeiro dia é festa. Bíblia Shedd.
2 ficará junto ao batente. A partir daí, o príncipe podia observar os sacrifícios sendo oferecidos no grande altar no pátio interno, mas não lhe era permitido entrar no pátio interno propriamente dito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 Na entrada. As pessoas que estivessem presentes nos sábados e nas luas novas deviam prestar adoração no pátio exterior [letra C, no diagrama], próximo à porta interior. Não podiam entrar na estrutura da porta, como o príncipe, mas eram obrigadas a ficar só na entrada. CBASD, vol. 4, p. 808.
7 um him de azeite. É a sexta parte do bato, e dá 3,66 litros. Não há equivalente para as medidas secas, de maneira que a medida de 3,66 kg chama-se “a sexta parte de um efa”, v. 14. Bíblia Shedd.
9 o povo da terra. A expressão refere-se [aqui] a todos os que não eram sacerdotes, levitas, profetas ou anciãos. Só mais tarde [o termo] veio a indicar os judeus que tinham permanecido no território nacional, misturando-se com os pagãos, enquanto Ezequiel estava pastoreando os cativos na Babilônia (Ed 9.1-2). Bíblia Shedd.
todo aquele que entrar pela porta norte … sairá pela porta sul. Parece tratar-se de medidas para o controle das multidões. Nesse caso, nessa era futura haveria o povo em massa apinhado no santuário no dia festivo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Provavelmente para manter a ordem e também para evitar que as pessoas tivessem que se virar, pois elas foram instruídas a entrar pela porta norte ou sul, mas a sair pela porta do lado oposto ao que haviam entrado. CBASD, vol. 4, p. 808.
10 no meio deles. O significado parece ser que, nas festividades anuais, o príncipe devia se misturar com o povo, unindo-se a este no culto. CBASD, vol. 4, p. 808.
12 oferta voluntária. Uma dádiva não exigida pela lei. O ato de dar graciosamente é algo que Deus ensina pelo exemplo supremo de conceder-nos com Cristo todas as coisas (Rm 8.32). Bíblia Shedd.
16 Der um presente. Os v. 6 e 18 apresentam regulamentos quanto às terras que pertenciam ao príncipe. Duas seções seriam designadas, uma de cada lado da santa porção (Ez 45:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 808.
17 até o ano da liberdade. É o ano do jubileu descrito em Lv 25.8-34. A terra e suas riquezas pertencem irrevogavelmente a Deus, e quem fizer uso destas, fá-lo-á como peregrino e hóspede na terra. Os homens, mordomos das bênçãos divinas, poderão fazer contratos de empréstimo dos terrenos, por um período máximo de 50 anos, mas nunca haveria um latifundiário, pois que tudo volta à tribo e à família beneficiária, a quem o proprietário, Deus, o cedeu. Bíblia Shedd.
19 Nos cantos do átrio interior estão os cômodos para serem queimadas as ofertas prescritas pela lei, e os cantos do átrio exterior (ver diagrama, p. 789, U] são as “cozinhas” para as ofertas do povo (21-24), as quais o próprio povo consome numa solenidade também festiva (Dt 112.27). Bíblia Shedd.
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“O povo da terra adorará na entrada da mesma porta, nos sábados e nas Festas da Lua Nova, diante do Senhor” (v.3).
As orientações dadas por Deus ao profeta não eram inéditas, mas a descrição dos procedimentos que envolviam o funcionamento do santuário, conforme descreve o pastor Alberto R. Timm: “No cerimonial religioso hebreu, a Festa da Lua Nova ocorria no início de cada mês, sendo celebrada ‘todos os meses do ano’ (Nm.28:11 e 14). Como ocasião especial de adoração (Ez.46:1-8), nesse dia tocavam-se as trombetas sagradas e ofereciam-se holocaustos e ofertas de manjares ao Senhor (Nm.10:10; 28:11-15; Sl.81:3); o povo abstinha-se de atividades comerciais e seculares (Am.8:5); realizavam-se também banquetes especiais (1Sm.20:5, 18, 24, 27 e 34); e pelo menos algumas pessoas costumavam visitar os profetas (2Rs.4:22 e 23)”.
Diante de Ezequiel foi apresentada a importância da contínua adoração. Mês a mês, sábado a sábado e “manhã após manhã” (v.13, 14 e 15), o povo deveria preparar a sua oferta e “holocausto ao Senhor” (v.13). E isto “é estatuto perpétuo e contínuo” (v.14). A perpetuidade não está no ritual, já que não há mais necessidade de sacrifícios desde que “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29) realizou o sacrifício único e perfeito (Hb.10:14). A perpetuidade está na adoração, como revelado ao profeta Isaías, referindo-se aos remidos na Nova Terra: “E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda carne a adorar perante Mim, diz o Senhor” (Is.66:23).
A verdadeira adoração deve ser o constante caminhar do cristão. Todos os meses, todos os sábados e todos os dias do ano representam um contínuo processo de avanço para habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6). Corremos o sério risco de perder este privilégio quando negligenciamos o processo “manhã após manhã”. Vivemos no tempo em que ser cristão virou moda. Não obstante, temos estudado e aprendido nas Escrituras que apenas o título de cristão não basta. Mas, “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23).
Percebam que Jesus utilizou a expressão “Pai” para Se referir a Deus nesta passagem. Porque todo verdadeiro adorador torna-se um filho de Deus. E, “a seus filhos, somente a eles, pertencerá a herança” (v.17). “Manhã após manhã” o Pai procura os filhos que O buscam com inteireza de coração, e renova as suas forças na abundância diária de Suas misericórdias (Lm.3:23). São estes que herdarão “os novos céus e a nova terra” (Is.66:22; Ap.21:1), porque, à semelhança de Elias, restauraram “o altar do Senhor, que estava em ruínas” (1Rs.18:30).
Amados, o mesmo amor que o Senhor tem colocado em meu coração por Sua Palavra é o que eu desejo e oro que vocês também estejam desfrutando. O Reavivados e todos os recursos disponíveis têm o objetivo de nos auxiliar neste processo, mas não pode e não deve, de maneira alguma, substituir o nosso encontro pessoal com Deus através das Escrituras. “Manhã após manhã”, o Senhor nos chama para uma audiência particular com Ele. Se O buscarmos “em espírito e em verdade”, Ele falará direto ao nosso coração por Seu Espírito a partir do momento em que os nossos olhos repousarem sobre a Sua Palavra.
Há, portanto, um apelo pessoal a cada manhã: Não perca as bênçãos deste privilégio contínuo. Clame ao Espírito Santo que te conduza à verdadeira adoração e, como filho(a) de Deus, muito em breve, pela graça de Deus, você receberá a possessão eterna.
Pai de amor, que privilégio o nosso de chamá-Lo assim! Um privilégio que não merecemos, mas que pelos méritos de Cristo possuímos. Sabemos que tens um lugar preparado para nós, que não será mais como o santuário terrestre, pois não mais haverá espaços separados, mas um único grande banquete junto a Cristo. Queremos estar lá, Senhor, e Te adorar para sempre de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro! Batiza-nos com Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos do Pai Celeste!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel46 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 46 – A filosofia do servo de Deus não faz da vida um móvel com gavetas, uma para o trabalho, outra para a família, outra para o lazer, etc.
Na vida do cristão, tudo deve estar consagrado a Deus, a família, os estudos, o trabalho, o lazer, inclusive … o comer e beber (1Cor 10:31)!
Tudo pertence a Deus. Portanto, nada deve estar desvinculado dEle – absolutamente!
Desde o capítulo 45 versículo 9 o profeta vem especificando as atribuições dos príncipes. Em Ezequiel 46:1-18 o profeta apresenta mais responsabilidades que caberiam aos príncipes:
• Quando e como o príncipe deveria entrar pelas portas do Novo Templo, para apresentar as ofertas no sábado e na lua nova, no início do mês;
• Havia limites para a entrada e atuação do príncipe. O povo permanecerá atrás do príncipe para adorar enquanto o sacerdote oferece os sacrifícios;
• O príncipe ofereceria sacrifícios como representante legal do povo, entregando-os aos sacerdotes para serem oferecidos no altar;
• Assim como a entrada e saída do povo no átrio exterior, seriam também as do príncipe: Uma porta para entrar e outra para sair, sempre opostas (v. 10);
• O príncipe deveria oferecer ofertas voluntárias;
• Os sacrifícios deveriam ser diários.
• A legislação sobre propriedade evita que o príncipe a perca em caráter permanente ou a expanda injustamente.
O final do capítulo revela que o novo Templo deveria conter cozinhas para os sacerdotes e também para o povo (vs. 19-24).
Tewoldemedhin Habtu comenta: “A presença dessas cozinhas nos lembra que o templo não era apenas um lugar de oração, mas também um local onde se preparavam e se consumiam refeições comunitárias. Observamos, portanto, no templo de Ezequiel, uma fusão de atividades espirituais e sociais. ‘A igreja cristã sofreu uma grande perda quando traçou uma linha divisória entre a vida espiritual e as atividades sociais’ (TOT)”.
Aplicações:
1. A despeito da negligência do povo, para Deus o sábado sempre foi considerado especial.
2. A dedicação total a Deus se nota naquilo que fazemos voluntariamente seguindo a Sua vontade e revelação.
3. A dedicação de um indivíduo a Deus se nota em suas ofertas de gratidão. Sua filosofia é: Conforme as possibilidades são as suas responsabilidades.
4. A adoração e a vida cotidiana estão intimamente ligadas no entendimento daquele que pensa biblicamente.
Senhor, molda nossa mente! – Heber Toth Armí.