Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 65 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2024, 0:50
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Fui buscado. Visto que Paulo cita a passagem e a aplica aos gentios (Rm 10:20), muitos consideram sua interpretação como o objetivo principal da declaração de Isaías. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p 351.

Estendi as mãos. Em petição e protesto, ou, possivelmente, como convite. CBASD, vol. 4, p 351.

Segundo os seus próprios pensamentos. Os males do mundo resultam da atitude humana de colocar as próprias ideias à frente dos planos e propósitos de Deus. CBASD, vol. 4, p 351.

De contínuo Me irrita. Os v. 3 a 5 alistam várias provocações pelas quais os judeus causaram a própria queda. CBASD, vol. 4, p 351.

Entre as sepulturas …. lugares misteriosos.  Provavelmente para se comunicar com os mortos (Is 8:19, 20; cf. Dt 18:10-12). … Aqui parece condenar-se a necromancia, praticada nesses lugares. CBASD, vol. 4, p 352.

Está escrito. Os atos de todos, bons e maus, são registrados no Céu pelos anjos, onde são testemunhas a favor ou contra eles (ver Sl 56:8; Dn 7:10; 12:1; Ml 3:16; GC, 481). CBASD, vol. 4, p 352.

Carne de porco. Era proibido comer desta carne (Lv 11:7; Dt 14:8). É provável que a referência seja a refeições sacrificais. Oferecer carne de porco fazia parte de uma cerimônia sacrílega por meio da qual um judeu renunciava solenemente sua religião no período macabeu. CBASD, vol. 4, p 352.

Como quando se acha vinho. A metáfora é a de uma vinha cuja produção é na maior parte de uvas bravas (ver Is 5:4). Mas os vindimadores logo encontram um cacho de uvas boas capazes de produzir bom vinho e dizem: “Não o destrua”. Isso ilustra a atitude de Deus para com Seu povo. Eles pecaram, e decretou-se juízo sobre eles, mas nem todos eram ímpios, por isso e nem todos seriam destruídos. Os justos seriam poupados e restabelecidos em seu país. CBASD, vol. 4, p 352.

Meus eleitos. Ou, “meus escolhidos”. Os eleitos de Deus não são feitos de forma arbitrária pelo Senhor. Incluem todos os que escolhem seguir os caminhos retos de Deus (ver Is 43:20; 45;4; Mt 24:22). CBASD, vol. 4, p 353.

10 Sarom. Uma planície fértil ao longo da costa que se estende do Carmelo até Jope. CBASD, vol. 4, p 353.

O vale de Acor. Vale da planície de Jericó. … Toda a Palestina … deva ser uma região próspera e pacifica. CBASD, vol. 4, p 353.

11 Que se apartais do SENHOR. Aqueles que se esqueciam do monte santo de Deus eram os que esqueciam do Senhor e adoravam outras divindades. CBASD, vol. 4, p 353.

17 Eu crio. Nos v. 17 a 25, Isaías descreve novos céus e nova Terra que seriam criados se Israel ouvisse as mensagens dos profetas e cumprisse o propósito divino após retornar do cativeiro. Israel  falhou; por isso, como aplicação secundária, esses versículos apontam para novos céus e nova Terra no final do milênio. Porém a descrição se refere primariamente à situação de Israel, e sua aplicação secundária deve ser feita apenas à luz do que os escritores do NT e o Espírito de Profecia têm a dizer a respeito da vida futura (ver p. 21-25). Quando se segue este princípio de interpretação, a passagem não apresenta problemas. … O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias segundo o objetivo original. Contudo, os propósitos de Yahweh se cumprirão plenamente (ver PR, 705, 706). Haverá novos céus e nova Terra, mas a maneira como surgirão é um pouco diferente, visto que os propósitos de Deus, em vez de se cumprirem por meio do Israel nacional, serão cumpridos por meio do Israel da nova aliança (ver PR, 713, 714). CBASD, vol. 4, p 354.

Coisas passadas. A memória de coisas passadas não mais angustiará ou perturbará a mente nem causará algum sentimento ou remorso. CBASD, vol. 4, p 355.

20 Criança para viver poucos dias. Isto é, uma criança que morre em idade tenra … A linguagem é poética, mas o significado geral é claro. … Crianças não morreriam. CBASD, vol. 4, p 355.

Nem velho que não cumpra seus dias. Isto é, não haveria mortes prematuras. Nenhum ancião morreria até que tivesse vivido seu período designado. CBASD, vol. 4, p 355.

Jovem. Os jovens também não morreriam até terem cumprido seu período de vida. Aqui se estabelece o período de 100 anos…. Sem dúvida se trata de um número redondo, que, na época de Isaías, representava uma cifra bem acima da expectativa média de vida. CBASD, vol. 4, p 355, 356.

Amaldiçoado. Em contraste com as bênçãos que os justos desfrutariam, o pecador, mesmo que chegasse aos cem anos, seria amaldiçoado. CBASD, vol. 4, p 356.

23 Calamidade. As mulheres não terão filhos que serão levados por enfermidades, desastre ou guerra. CBASD, vol. 4, p 357.

24 Antes que clamem. No pecado e na angústia, os israelitas clamavam a Deus, mas criam que Ele estava longe, e indiferente aos clamores e necessidades (Is 40:27; 49:14; 63:15; 64:12). Deus, no entanto, lhes havia dito claramente que era por causa de seus pecados que Ele não podia ouvir suas orações (Is 1:15; 59:1-3). CBASD, vol. 4, p 357.

[Para mais comentários detalhados, recomenda-se consultar a obra referenciada.]



ISAÍAS 65 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de janeiro de 2024, 0:45
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A resposta de Deus à oração de Seu servo anuncia verdades nas quais precisamos nos debruçar e buscar entender com todo o nosso coração. Existe uma batalha sendo travada em nossa vida. Uma guerra cujo propósito é definido por nossas escolhas. Os que são guiados por “seus próprios pensamentos” (v.2) são classificados como rebeldes. Sua vontade, seus gostos e apetite regem-lhes a conduta e, mortos em seus pecados, são como o “que mora entre as sepulturas” (v.4). Ostentando aparência de santidade (v.5), andam “por caminho que não é bom” (v.2) acrescendo maldição à hipocrisia que insistem em manter.

Em cada período da história deste mundo, ninguém desceu à sepultura sem ter ouvido as palavras da vida: “Eis-Me aqui, eis-Me aqui” (v.1). Como um eco que atravessa as cortinas do tempo, o Espírito do Senhor apela a cada coração a fim de reunir os Seus eleitos (v.9). Por outro lado, através de interpretações distorcidas das Escrituras, Satanás tem prosperado no intento de reforçar no professo mundo cristão teorias que fortaleçam os desejos carnais. Desprovido de humildade e espírito de oração, o estudo da Bíblia torna-se mais um meio satânico de interpretá-la de modo a obter sobre o homem o que não conseguiu de Cristo no deserto da tentação. Pois “os que estão indispostos a aceitar as verdades claras e incisivas da Bíblia”, diz Ellen White, “procuram continuamente fábulas agradáveis, que acalmem a consciência” (CPB, O Grande Conflito, p.528).

Por mais que o inimigo aflija a Terra com terríveis maldições enquanto tenta mascarar a sua atuação como uma fantasia da mente humana, ainda que seus planos pareçam prosperar, não passam de tentativas desesperadas de quem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Ao povo de Deus cumpre avançar na oração e no exame das Escrituras com sinceridade e singeleza de coração, e em cada passo clamar: “Não nos deixes cair em tentação”. O “Deus da verdade” (v.16) anseia nos levar para Sua casa! Aos Seus servos, Ele diz: “os Meus servos comerão […], os Meus servos beberão […], os Meus servos se alegrarão […], os Meus servos cantarão por terem o coração alegre” (v.13 e 14). “Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto” (v.21). “A longevidade do Meu povo será como a da árvore, e os Meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos […], porque são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles” (v.22 e 23). Amém! Louvado seja o nome do Senhor, nosso Deus misericordioso!

O discípulo amado teve o privilégio de contemplar a Nova Terra, e diante da vislumbrante visão, escreveu: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe” (Ap.21:1). Naquela ilha, o mar que separava João da liberdade e do convívio com os irmãos, representava o seu sofrimento na Terra. Qual tem sido o “mar” que tem lhe afligido? Saiba que por imenso que pareça, maior é o amor do Pai por você e o Seu desejo de te levar para casa. Por isso, busque ao Senhor (v.10). Abandone as “suas obras antigas” (v.7) e procure abster-se de tudo aquilo que corrompe o seu corpo e, consequentemente, a sua mente, que é o canal para que possas ouvir a voz do Espírito Santo. E muito em breve, entrarás nos átrios do Senhor cantando “por [teres] o coração alegre” (v.14). Aleluia!

Pai Santo e Bendito, como agradecer por tão preciosa e fiel promessa? A promessa de que muito em breve o Senhor nos levará para habitar Contigo nas moradas celestiais e fará para nós novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça! Só podemos nos prostrar diante da Tua face e entregar a Ti o nosso enganoso coração para que o Espírito Santo o transforme em um coração segundo o Teu! Somos Teus, Senhor! Salva-nos! Concede-nos um sábado deleitoso em Tua doce presença. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, servos do Deus da verdade!

Rosana Garcia Barros

#Isaías65 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 65 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 65 – Antes da recriação do Novo Céu e Nova Terra, Deus erradicará ao mal. Assim, a vitória total sobre o bem implicará na aniquilação total do mal.

Visando um despertamento que leve ao arrependimento e mudança de vida, o texto deixa bem claro que Deus pune àqueles que ignoram Seus planos e apegam-se veementemente ao mal (Isaías 65:11-12). “O Soberano, o Senhor, matará vocês, mas aos Seus servos dará outro nome…” (Isaías 65:15).

• Isaías 65:1-16 trata de juízo e, Isaías 65:17-25 trata de redenção. É esse o tema geral do livro de Isaías.
• Deus é Juiz e Salvador, Ele julga para proteger Seu povo e restaurar o planeta dos efeitos destrutivos e corrosivos do mal.

“Deus assume a responsabilidade pela destruição dos ímpios. Em algumas ocasiões, Ele mesmo age, como aconteceu no Dilúvio (Gn 7), na destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19), no massacre dos primogênitos do Egito (Êx 12), na morte de Corá, Datã, Abirão (Nm 16), e como ocorrerá na aniquilação final após o milênio (Ap 20). Outras vezes, o Senhor usa Seus agentes, como um anjo destruidor (Is 37:36) ou os israelitas, quando os encarregou de exterminar os cananeus (Dt 7:1-2; 20:16-17; Js 6:21; 10:28; etc.)” expande Roy Gane.

Deus dará fim ao mal para que exista somente o bem, como foi seu plano originalmente. A nova criação da qual fala o profeta apontava para um plano especial que Deus intencionava para os judeus antes da vinda do Messias – como o povo de Deus não viveu o ideal divino, não se cumpriu (Isaías 65:17-25). “Embora essa profecia não possa se cumprir na era atual, ela terá um cumprimento mais grandioso após a segunda vinda de Cristo. Nesse momento, Deus literalmente recriará os céus e a terra. Todas as criaturas finalmente viverão em paz, e então não haverá mais morte”, explica Gane.

Nesse novo lugar, os que cultivaram a arrogância, comeram carnes imundas em rituais pagãos, praticaram o ocultismo, e os falsos religiosos… não terão acesso – serão exterminados por Deus, para purificar o planeta (Isaías 65:2-7; Apocalipse 21:8, 27; 22:15).

Deus tem tudo registrado (Isaías 65:6); deste modo, no dia do juízo, abrem-se os livros (Apocalipse 20:12). Nada será feito ao léu, a salvação será apenas para o fiel. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 64 by Luís Uehara
26 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/64

Este capítulo de Isaías me lembra muitos Salmos que li. O capítulo começa com coragem positiva e depois, perto do fim, transforma-se em tristeza e frustração. Isaías começa contando a Deus quão poderoso Ele é. Isaías quer que a glória de Deus seja mostrada a todos! No versículo 5 (de um total de 12 versículos), Isaías começa a mudar de tom, como dizemos nos Estados Unidos. Seu tom mudou, explicando as razões de quão pecador e inadequado é o povo de Israel. No final do capítulo, tudo o que resta é escombros e desolação (versículos 10-12).

Em nossa caminhada diária com Jesus, muitas vezes nos sentimos vivendo no mesmo padrão visto neste capítulo? Temos uma elevação espiritual (versículos 1-4) e então atingimos um nível baixo (versículos 5-12). Talvez a nossa vida como um todo siga esse padrão. O que causa tal flutuação?

Em vez de focar no negativo, falo com Jesus. O que está me impedindo de ser continuamente positivo? O inimigo adoraria me manter por baixo, mas com a ajuda de Deus, posso estar “em cima”.

“Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. Josué 1:9

Kirsten Machado
Calexico, Califórnia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/64
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 64 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2024, 0:50
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507 palavras

Se fendesses os céus. Este capítulo dá continuidade à oração iniciada em Isaías 63:5. … Em nome do povo, Isaías pede ao senhor para Se manifestar em favor deles (ver com. de Is 63:19). O contexto da oração é apresentado anteriormente. O santuário está desolado, e o povo, em terra estranha (ver com. de Is 63:18). CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 348.

Como quando o fogo inflama. A metáfora parece indicar que os montes não poderiam resistir à descida de Yahweh assim como os gravetos secos não podem evitar ser inflamados quando em contato com o fogo, ou como a água é incapaz de evitar a ebulição quando aquecida. CBASD, vol. 4, p. 348.

Coisas terríveis. Israel roga a Deus que repita os maravilhosos feitos do passado. CBASD, vol. 4, p. 348.

desde a antiguidade não se ouviu. Enfatiza-se a disposição de Deus para interferir em crises. CBASD, vol. 4, p. 348.

Sais ao encontro. Os céus não estão distantes da Terra. Deus sai ao encontro dos que estão dispostos a encontrá-Lo. … Ele mantém íntima comunhão somente com aqueles que buscam a retidão. CBASD, vol. 4, p. 349.

Que se lembram. Eles não s[o mantém Deus na memória, mas agem conforme o conhecimento de Deus e da vontade divina. CBASD, vol. 4, p. 349.

Imundo. Por si só, o ser humano não pode lavar a impureza do pecado. Assim, permanece imundo. CBASD, vol. 4, p. 349.

Trapo da imundícia. Literalmente, “veste de menstruação”. CBASD, vol. 4, p. 349.

Murchamos como a folha. Uma folha separada da árvore logo murcha e morre. O mesmo se dá com o ser humano sem Cristo. CBASD, vol. 4, p. 349.

Como um vento. O pecado leva o ser humano para longe de Deus e o conduz para a morte e destruição. CBASD, vol. 4, p. 349.

E nos consomes. Com respeito ao tempo, o profeta se refere ao cativeiro babilônico (ver v. 10; cf Is 63:18; ver com. de Is 40:1). CBASD, vol. 4, p. 349.

8 Mas agora, ó SENHOR. Este é um clamor fervoroso por misericórdia. Apesar da prevalecente indiferença para com a religião (v. 7) e o estado desesperador a que chegou a nação, Deus ainda era o Pai de Seu povo e podia ajudá-lo.  CBASD,vol. 4, p. 349.

Somos o barro. Essa oração de Isaías em favor do povo indica penitência e entrega. CBASD, vol. 4, p. 349.

Não Te enfureças. O penitente reconhece a transgressão e o direito do Senhor de punir, mas roga que o castigo de Deus não dure tanto e que não seja severo demais (ver Sl 79:8; 103:8-10). CBASD,vol. 4, p. 350.

10 Sião, em ermo. Os vs. 10 e 11 dão mais detalhes da desolação prestes a cair sobre Judá e Jerusalém, na época das invasões babilônicas (ver 2Rs 25:2-10). Nos dias de Isaías, esse evento ainda estava no futuro, mas o profeta o descreveu como se já tivesse acontecido  (ver vol. 1, p. 3; para mais informações, ver com. de Is 40:1). CBASD,vol. 4, p. 350.

12 Conter-Te-ias …? O profeta na verdade estava dizendo: “Não Te preocupas com Teu templo e com Teu povo? nenhuma dessas coisas O comove? Nossos (e Teus) inimigos prevalecerão? A justiça prevalecerá e a iniquidade triunfará? As forças do mal serão vitoriosas sobre a causa de Deus? CBASD,vol. 4, p. 350.



ISAÍAS 64 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de janeiro de 2024, 0:45
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A conclusão da oração de Isaías reflete duas vertentes: a natureza humana e a natureza divina. A nossa natureza revela a nossa condição, que “todos nós somos como o imundo” (v.6); sem esquecer da nossa origem, pois que “nós somos o barro”, obra das mãos de Deus (v.8); e o sublime objetivo do plano da salvação na afirmação do profeta: “todos nós somos o Teu povo” (v.9). Oh, amados, se todos nos submetêssemos ao perfeito plano de Deus e confiássemos sem reservas em Seu poder salvador! Se cada manhã nosso coração fosse aberto aos oráculos do Céu e nossa vida depositada nos lugares celestiais! Então, como Isaías, nossos lábios se abririam para exclamar com profundo e real desejo: “Oh! Se fendesses os céus e descesses!” (v.1).

No dia 22 de outubro deste ano, completarão 180 anos do desapontamento daqueles que doaram tudo o que eram e tinham para proclamar com alegria celeste o que acreditavam ser o dia da volta de Jesus. Seus corações estavam repletos de amor a Deus e uns pelos outros. Ainda que perseguidos e zombados pelos céticos e descrentes, e severamente provados pela apatia e ira daqueles que não souberam lidar com a decepção e tiveram seus corações endurecidos pela resistência à obra do Espírito Santo, os fiéis servos de Deus perseveraram em oração e no estudo das Escrituras a fim de obter resposta divina à sua frustração.

O livro de Daniel foi aberto e reveladas as verdades que haviam sido seladas “até ao tempo do fim” (Dn.12:4). Aquela geração de cristãos foi iluminada pela esperança que na “boca, era doce como mel” (Ap.10:10). O retorno do Salvador se tornou o tema de suas mais fervorosas orações e de seus estudos mais diligentes. Tudo foi empregado na obra de anunciar tão doce e maravilhosa notícia. Mas o findar do dia tão aguardado revelou mui amarga decepção. O Senhor, porém, saiu “ao encontro daquele que com alegria” (v.5) buscou a prática da justiça independente das circunstâncias adversas e iluminou a mente dos pioneiros com a luz de verdades que ainda precisavam profetizar “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11).

Temos a necessidade ainda maior de firmar a nossa vida no fundamento que é eterno e todo-suficiente. Tão perto como estamos do segundo advento do nosso Senhor e Salvador, mais do que nunca precisamos reconhecer a nossa real condição, “todas as nossas justiças, como trapo da imundícia” (v.6), e confiar na justiça de Deus, “que trabalha para aquele que nEle espera” (v.4). Como adventistas do sétimo dia, há mais de 170 anos anunciamos que Jesus vai voltar. Semelhante a Noé, que aparelhou uma arca e alertou o mundo antigo por 120 anos acerca da destruição da Terra pelo dilúvio, devemos trabalhar com vistas ao que declarou o apóstolo Paulo: “Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns” (1Co.9:22).

Como o profeta, podemos indagar: “por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos?” (v.5). Mas, se, de fato, nos colocarmos nas mãos do Pai como barro, para que Ele seja o nosso Oleiro (v.8), somos alcançados pela consoladora e fiel promessa: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). Louvado seja o Senhor Jesus Cristo que nos ama com amor eterno e que tem preparado para nós o que “nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu” (v.4)!

Não sabemos o dia e nem a hora de nossa redenção, mas esta data está marcada no calendário do Céu com a precisão de um Deus que “é longânimo […] não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Temos, porém, o dever de saber o quão perto estamos do grande Dia de Deus. Que nossas orações, nossa vida e nossa pregação revelem o maior desejo de nosso coração: estar para sempre com o nosso Redentor e Amigo Jesus!

Querido Pai que habita no mais alto dos Céus, nós Te louvamos por Tua graça e bondade, que nos conduz ao arrependimento! Não podemos ser justos e nem praticar atos de justiça por nós mesmos. Dependemos completamente da graça do nosso Redentor. Por isso, clamamos a Ti pelo batismo do Espírito Santo! Batiza-nos com Teu Espírito e faz-nos Te conhecer, pois só contemplando a Tua face podemos ter o nosso coração transformado e ser atraídos a Ti, em obediência pela fé que atua pelo amor. Oh, Senhor, ensina-nos a Te amar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, barro nas mãos do Oleiro!

Rosana Garcia Barros

#Isaías64 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 64 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 64 – A oração deste capítulo inicia em Isaías 63:7. É a “oração da aliança. Assim como a oração em Dn 9, ela começa falando sobre o relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo. A lealdade do Senhor à aliança é mencionada em primeiro lugar e, logo em seguida, os louvores a Ele devidos. A oração propriamente dita, em forma de pedidos, entra em foco” de Isaías 63:15 em diante (Bíblia Andrews).

Warren Wiersbe nota que…

• “Em Isaías 63:1-6, o profeta olha o futuro e vê Jesus Cristo voltando da Batalha do Armagedom, o auge do Dia do Senhor (Ap 19:11-21)”.

• “Em seguida, o profeta olha para trás, para o que Deus havia feito por Israel (Is 63:7-14). Glorifica a Deus por Seus ternos afetos de misericórdia e bondade, pela compaixão e o amor concedidos a Israel”.

• Então, “o profeta olha para o alto e clama ao Senhor para que mostre Sua força (Is 63:15-64:12)… O profeta pede a Deus: ‘Atenta do Céu’ (Is 63:15) e exclama ‘Oh! Se […] descesses!’ (Is 64:1). Trata-se de uma das maiores ‘orações de reavivamento’ das Escrituras”.

• Mas, “por que Deus não estava operando maravilhas? Os judeus haviam pecado (Is 64:5-6) e precisavam confessar e deixar suas transgressões… De acordo com o versículo 4, Deus havia planejado para Seu povo maravilhas além da imaginação, porém o pecado o impediu de compartilhar Suas bênçãos”.

Temos muito a refletir sobre o conteúdo de Isaías 64, especialmente quanto à nossa condição.

No versículo 6 diz que nossa justiça é como trapo de imundícia. O contexto aqui não se refere aos pagãos, incrédulos e ateus, mas ao povo de Deus. “Esta é uma provável referência aos panos usados pela mulher durante a menstruação. Observe que não são os pecados que se comparam a trapos da imundícia mas as tentativas humanas de praticar justiça” (Bíblia Andrews). “Se nossa justiça é imunda”, exclama Wiersbe, “imagine como nossos pecados são diante de Deus!”

Diante destas revelações, torna-se assustador saber que compareceremos ao tribunal de Cristo (II Coríntios 5:10). Contudo, mesmo que nossas ações sejam como trapos de imundícia, Deus nos oferece perdão e reconciliação por meio de Jesus. Por isso, é possível reconhecer nossa situação e submeter-se a Deus Pai suplicando-Lhe misericórdia (Isaías 64:8-12) – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 63 by Luís Uehara
25 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/63

Justiça e misericórdia. Duas faces da mesma moeda chamada Amor. Isaías fala muito a respeito dessas virtudes. Neste mundo pecaminoso, muitas vezes passamos por um ciclo: Amamos a Deus e somos muito felizes. Ficamos maravilhados com o Seu poder e abençoados por Sua paz. Não conseguimos pensar em nada melhor do que estar com Deus e O louvamos continuamente por Suas bênçãos.

Mas então vem o desastre. Começamos a não dar valor às coisas e achamos que nada irá mudar. Negligenciamos a devoção diária. Antes costumávamos louvar a Deus pelas bênçãos, mas agora começamos a achar que o mérito é nosso. Começamos a pensar que nossa paz é resultado de um excelente autocontrole. Que as bênçãos que nos cercam são certamente o resultado de nosso próprio trabalho árduo. Quando surgem problemas, decidimos que podemos lidar com eles – certamente isso não é algo grande o suficiente para incomodarmos a Deus!

Em pouco tempo, a rebelião aberta se instala. Decidimos que somos autossuficientes. Em momentos como estes, Deus freqüentemente permite que colhamos os resultados do nosso egoísmo. Então percebemos que a falsa paz e a falsa “liberdade” não produzem a verdadeira felicidade e alegria que tínhamos quando sob os Seus cuidados.

Vamos começar agora mesmo a lembrar as coisas incríveis que Deus tem feito. Com a ajuda dEle, podemos retornar àquela paz que excede todo o entendimento.

Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life, Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/63
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
25 de janeiro de 2024, 0:50
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Edom. Neste versículo, Edom representa os inimigos de Deus e de Seu povo… Os edomitas eram descendentes de Esaú. … Adotaram atitude de persistente hostilidade para com Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 344.

Bozra. Cidade importante de Edom. CBASD, vol. 4, p. 344.

Lagar. Antigamente colocavam-se as uvas em grande tanques, onde pessoas as pisavam para extrair o suco. CBASD, vol. 4, p. 344.

Sozinho. Quando o Messias veio, passou sozinho pela amarga agonia do Getsêmani. … Na cruz, rodeado por multidão sobrenatural, sentiu-Se ainda mais sozinho (Mt 27:46; DTN, 754). CBASD, vol. 4, p. 344.

Admirei-Me. Do heb shamam, traduzido por “espantava-me”, em Daniel 8:27. CBASD, vol. 4, p. 345.

Pisei. Os ímpios são representados como uvas a serem pisadas no lagar da ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 345.

Embriaguei-os. …bebendo o cálice da ira derramado pelo Senhor. CBASD, vol. 4, p. 345.

Celebrarei. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o fim do cap. 64. Trata-se de uma oração de louvor e gratidão. Sião se lembra do eterno amor e das misericórdias de Deus recebidos apesar da ingratidão e da rebelião. O poema se inicia com a atitude de se meditar na bondade de Deus e tornar conhecida a outras Sua misericórdia (cf. Sl 89). CBASD, vol. 4, p. 345.

Mentirão. Certamente Israel desejaria manter a aliança com Deus. Seria pouco provável que o povo fosse tão tolo a ponto de quebrar finalmente os termos de tal aliança, perdendo assim as bênçãos prometidas. CBASD, vol. 4, p. 345.

Salvador. Cristo é o Salvador de Seu povo tanto no AT quanto no NT (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

O Anjo da Sua presença. Este era o anjo pelo qual se manifestava a presença de Deus [citações omitidas], e era o próprio Cristo (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

10 Pelo que Se lhes tornou em inimigo. Isto é, parecia ser um inimigo. De fato, os juízos que caíram sobre o povo tinham um objetivo misericordioso. Deus tinha em mente a salvação final deles. CBASD, vol. 4, p. 346.

11 Onde está aquele … ? Moisés, Arão e outros líderes importantes. CBASD, vol. 4, p. 346.

15 Atenta para o ceú e olha. Esta é uma oração de  clamor e ajuda. CBASD, vol. 4, p. 346.

16 Mas. Do heb. ki, “pois”. Visto que Deus era o Pai de Israel, o povo poderia estar certo de Sua ajuda e orientação. CBASD, vol. 4, p. 346.

17 Por que nos fazes desviar … ? Na linguagem bíblica, Deus é representado como autor daquilo que Ele não impede. … A pergunta deve ser interpretada da seguinte forma: “Senhor, por que permitistes que nos desviássemos?” CBASD, vol. 4, p. 346, 347.

18 Só por breve tempo. Deus prometeu a Abraão que a terra de Canaã seria dada a ele e à sua descendência como herança eterna (Gn 13:14, 15; 17:8). em comparação com a eternidade, o período entre Josué e Isaías não passava de  “breve tempo”. CBASD, vol. 4, p. 347.

Pisaram o Teu santuário. O templo ainda estava em pé quando Isaías proferiu estas palavras. Contudo, ele vislumbrava profeticamente o dia em que o edifício não mais existiria (ver Is 64:11; ver vol. 1, p.3). … Um século depois, os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, puseram fim à nação de Judá e destruíram Jerusalém, bem como o templo e os muros (2Rs 25:8-16). CBASD, vol. 4, p. 347.

19 Tornamo-nos como aqueles. O clamor dos judeus se baseia no fato de que tinham se rebaixado ao nível dos pagãos, que não conheciam a Deus. … A confissão de Isaías em favor do povo (ver com. de Is 59:12, 13) alcança a mais profunda angústia. Eles se sentiam profundamente humilhados com o fato de que Deus aparentemente os tivesse rejeitado, e com humildade rogaram que não fossem de todo abandonados. É esse espírito de completo desalento e desespero que faz com que levantem os olhos aos céus com a oração que introduz o capítulo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 347.



ISAÍAS 63 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de janeiro de 2024, 0:45
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Irmão gêmeo de Jacó, Esaú tomou um caminho totalmente contrário ao de seu irmão. Ainda que igualmente amado por Deus e tendo como direito a primogenitura, Esaú escolheu o caminho da desobediência unindo-se aos impenitentes e dando origem a um povo (Edom) que simboliza a inimizade para com Deus e Seus redimidos. Numa linguagem simbólica e cheia de significado, o capítulo de hoje oferece um vislumbre do juízo final: dia de destruição para os ímpios e dia de salvação para os remidos do Senhor. Mas também nos dá a exata compreensão acerca de como Jesus espera encontrar o Seu povo: em constante oração e vigilância.

A figura do Senhor com vestes tingidas de vermelho pisando “uvas no lagar” (v.2) era bastante familiar para Israel. Comparada a uma videira bem cuidada e amada por Deus, tudo cooperava para que Israel “desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is.5:2). A história de Israel simboliza a história da humanidade e o desejo do Criador em salvar Suas criaturas. Mas onde a Sua Lei é pisada não pode haver salvação. Enquanto há relutante oposição ao santo regimento que revela o Seu caráter e amor imaculados, há uma inevitável repetição dos dias da antiguidade: “Mas eles foram rebeldes e contristaram o Seu Espírito Santo” (v.10).

A figura do Senhor pisando sozinho o lagar (v.3) é tão única em direito adquirido quanto o ato da cruz. Assim como o plano da redenção é “sem auxílio de mãos” (Dn.2:45), “o dia da vingança” (v.4) também será exercido somente por Cristo, “no grande lagar da cólera de Deus” (Ap.14:19). Como a Bíblia relata a última oração de Isaías, haverá na Terra a última oração do remanescente de Deus, a última intercessão e o último apelo. Diante de um mundo em ebulição, pelo desprezo aberto à vontade divina e ao apelo final do Espírito Santo, os redimidos pelo sangue do Cordeiro, assaltados pela derradeira fúria de um inimigo derrotado, erguerão o seu último clamor: “Volta, por amor dos Teus servos e das tribos da Tua herança” (v.17).

Assim como Asafe olhou para o santuário e viu o perfeito exercício do juízo de Deus (Sl.73:17), com fé viva, olhemos para o Santíssimo e contemplemos Aquele que “pelo Seu amor e pela Sua compaixão” (v.9) nos remiu e nos prometeu a vida eterna. Foi olhando o resultado final da obra do santuário, que Isaías ergueu ao Céu uma oração de adoração e louvor, confissão e súplica. É no momento mais escuro da Terra, que ficará evidente a luz do conhecimento de Deus e de Jesus na vida dos redimidos.

“A dispensação em que vivemos”, reforça Ellen White, “deve ser, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo. Pedi-Lhe a bênção. É tempo de sermos mais dedicados em nossa devoção. É-nos confiado o trabalho árduo, mas feliz e glorioso, de revelar Cristo aos que se acham em trevas. Somos chamados para proclamar as verdades especiais para este tempo. Para tudo isto, é essencial o derramamento do Espírito Santo” (CPB, E Recebereis Poder, p.304).

Clamemos pelo batismo do Espírito Santo! Façamos disso um compromisso diário e indispensável, confiando nas fiéis e infalíveis promessas de Deus. Pois, “Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc.18:7). “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (Lc.21:36).

Senhor, sustém-nos em Tuas bondosas mãos e volta logo! Até quando, Pai, continuaremos neste mundo tão escuro? Ilumina a nossa mente para que pela fé possamos Te ver e reconhecer o quão perto estamos de vê-Lo voltar. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, redimidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Isaías63 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100