Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 45 by Luís Uehara
7 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/45

Ciro foi nomeado antes mesmo de nascer. Deus disse que o guiaria à vitória sobre as nações do mundo. “a Ciro, cuja mão direita seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele…” Isaías 45:1.

Adventistas são muito parecidos com Ciro. Deus também falou de nós antes de existirmos (aqueles que estão “esperando” que as profecias da vinda de Cristo sejam cumpridas em Daniel 12 e Habacuque 2). Deus nos conhecia e tinha um plano para nós. E Ele também nos pega pela mão e nos leva à vitória.

Que tipo de vitória? Como povo de Deus, somos chamados e escolhidos para viver segundo a Sua vontade e para proclamar a Sua bondade. Somos especiais aos Seus olhos. Ele cuida de nós e quer um futuro melhor para cada um de nós. A única coisa que precisamos ter como Seu povo é confiar totalmente Nele, não importa o que aconteça.

Ele quer que sejamos fortes Nele, pois Ele é o nosso Deus e aquele que nos ajuda nas dificuldades. Ele nos sustenta quando estamos em falta e nos fortalece quando estamos desanimados. Ele nos encoraja quando estamos com medo e nos dá esperança quando estamos desesperados.

Ele pega a nossa mão como pegou a mão de Ciro e nos leva à vitória.

Mariano
Diretor de Jovens, Missão dos Adventistas do Sétimo Dia em Timor Leste

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/45
Tradução: Luís Uehara/Quimelli



ISAÍAS 45 – COMENTARIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2024, 0:50
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780 palavras

Ao Seu ungido, a Ciro. A mensagem de Isaias 44 continua no cap. 45 sem interrupção (ver 44:28). … Escritores antigos falam de Ciro como um homem de nobreza singular e carater reto. CBASD – Comentario Biblico Adventista do Setimo Dia, vol. 4, p. 278.

As portas. Herodoto, historiador grego, relata que na noite em que Ciro conquistou Babilonia, as portas da cidade ao longo do Eufrates nao estavam fechadas. Um banquete estava sendo realizado, e permitiu-se que o povo cruzasse o rio livremente. CBASD, vol. 4, p. 278.

Os tesouros. Ciro se apoderou de enormes tesouros quando tomou Sardes, na Asia Menor , capital de Creso, o riquíssimo rei da Lidia. O mesmo aconteceu quando conquistou Babilonia. CBASD, vol. 4, p. 279.

Por amor do Meu servo Jacó. Era a vontade de Deus que os judeus voltassem à sua terra apos 70 anos, mas e evidente que Babilonia nao estava disposta a liberta-los. Portanto, Deus suscitou os persas e fez de Ciro Seu instrumento para libertar os judeus. CBASD, vol. 4, p. 279.

Para que se saiba. Por meio da influencia de Ciro, pessoas de todas as nacionalidades ouviriam falar do Senhor, que o tinha designado. CBASD, vol. 4, p. 279.

Eu … crio o mal. Deus é o autor da “luz” e da “paz”. Ele permite o “mal”, tanto moral como material, para que a humanidade e os anjos testemunhem o resultado de se desviar dos principios eternos da justiça (ver com. de Dn 4:17). Na Biblia, com frequencia representa-se a Deus como causador daquilo que Ele nao impede (ver com. de 2Cr 18:18). CBASD, vol. 4, p. 279.

10 Por que geras?  Ciro nao deveria se ressentir ou se rebelar contra o papel designado a ele. É interessante imaginar a reacao de Ciro a esse conselho, caso estas palavras de Isaias tenham sido lidas a ele por Daniel (ver PR, 557). CBASD, vol. 4, p. 279.

13 Suscitei a Ciro. Ate aqui (v. 1-12), Deus se dirige a Ciro de forma direta, na segunda pessoa. Nesta passagem, ao falar como Seu proprio povo sobre o plano de retorno à Judeia, Deus se refere a Ciro na terceira pessoa. CBASD, vol. 4, p. 280.

14 A riqueza [do Egito, … Etiopia, … sabeus, … serao teus]. Isto e, o produto do trabalho. … Assim como os v. 1 a 12 esbocam a vontade de Deus para Ciro, os v. 13 a 25 constituem uma declaracao do proposito divino de restabelecer os judeus em sua terra natal. CBASD, vol. 4, p. 280.

15 Deus misterioso. Embora os caminhos de Deus nao sejam sempre evidentes ao ser humano (as vezes podem parecer escondidos), ele se manifestará no devido tempo com misericordia e bencao. CBASD, vol. 4, p. 280.

17 Israel, porem, será salvo. Era proposito divino que, depois do retorno de Babilonia, Israel fosse leal a Deus, tornando possivel o cumprimento de todas as antigas promessas (ver p. 16-19). Porem, com o passar do tempo, Israel outra vez abandonou o Senhor, perdeu Sua bencao e foi substituido no plano divino pelos crentes em Cristo (ver p. 21-23). Do mesmo modo, todas as promessas feitas ao Israel nacional pertencem à igreja. CBASD, vol. 4, p. 280.

18  CBASD, vol. 4, p. 280. A terra … foi designada para ser o lar do ser humano. … A criacao teve um proposito; nao meramente um fim em si mesma. O pecado adiou o cumprimento desse proposito, mas embora adiado por um tempo, ele se cumprira finalmente. Os propositos infinitos de Deus nao conhecem pausa, nem pressa (ver DTN, 32).

20 Escapastes das nacoes. Os judeus, libertados por Ciro para voltar às suas casas, deviam se reunir e agradecer a Deus a libertacao, reconhecendo as evidencias de Seu amor e poder. Tambem deviam reconhecer a tolice da idolatria. A historia revela que o cativeiro babilonico curou os judeus da idolatria, muito embora apenas um numero relativamente limitado deles tenha voltado para a Palestina. CBASD, vol. 4, p. 281.

21 Declarai. Este desafio se dirige aos que adoram idolos. Deixe-os, se puderem, apresentar provas convincentes de sua divindade. CBASD, vol. 4, p. 281.

Deus justo e Salvador. Justiça e misericórdia sao os principios que determinam todas as relacoes de Deus com a humanidade. Satanas defende que essas qualidades sao incompativeis e que Deus nao é misericordioso com Suas criaturas, nem é justo no exercicio da misericordia. O plano de salvacao mostra que essa acusacao é falsa (ver com. de Sl 85:10). CBASD, vol. 4, p. 281.

23 Todo joelho. Todos finalmente reconhecerão a justiça e a misericórdia divinas (ver com. do v. 21; sobre o cumprimento destas palavras, ver com. de Rm 14:11; Fp 2:10, 11; Ap 5:13; cf Ap 15:3; 19:1-6). CBASD, vol. 4, p. 281.

24 No Senhor. Ninguém pode ser justo sem Cristo, pois não há justiça em nos mesmos (Is 64:6; Rm 7:18). Para ter carater justo, o ser humano depende completamente de Cristo (ver com. de de Rm 8:1-4; Gl 2:20). CBASD, vol. 4, p. 281.

25 Será justificada. Ser justificado significa ser absolvido, ou declarado inocente (ver com. de Rm 5:1). Cristo morreu para tornar isso possível à humanidade. CBASD, vol. 4, p. 281.



ISAÍAS 45 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de janeiro de 2024, 0:45
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Babilônia, em seu apogeu, havia conquistado o mundo antigo e fazia 70 anos que Jerusalém fora reduzida a ruínas e seu povo levado cativo. Dentre os exilados, a Bíblia destaca a experiência de Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Jovens hebreus que guardaram com fidelidade o “assim diz o Senhor”. Tinham tudo em seu favor para ceder às condescendências de um país idólatra e completamente alheio ao temor de Deus. Longe de seus pais e diante de uma verdadeira lavagem cerebral palaciana, aqueles quatro jovens permaneceram fiéis e foram agraciados com dons especiais e uma fé bem fundamentada nas Escrituras.

Passado o período do exílio (Jr.29:10), o profeta Daniel passou a orar e almejar pelo cumprimento profético. Oh, quão maior deve ser o nosso desejo e quão maior o quebrantamento do nosso coração pelo retorno do Senhor à Terra! Aos filhos de Israel foi-lhes dado um libertador, o qual Deus chamou pelo nome: “Ciro” (v.1). Após a derrocada da “cabeça de ouro” do sonho de Nabucodonosor (Dn.2:38), “despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (Ed.1:1), para dar liberdade ao Seu povo de retornar à sua terra, bem como de reconstruir as cidades e o templo. Mesmo sem conhecer o Senhor, Ciro foi usado por Ele e logo descobriu que a sua vida e tudo o que fazia obedecia fielmente ao propósito grandioso dos oráculos de Deus.

O decreto de Ciro abriu as portas de Babilônia. Sua nobreza e boa consciência lhe renderam o favor do Senhor. Contudo, sua obra foi limitada a devolver a Israel uma liberdade provisória num reino terreno. O “Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra […] não a criou para ser um caos” (v.18). Há milênios a raça humana tem sofrido no cativeiro do pecado. Sob a influência de Satanás, a Terra criada “para ser habitada” (v.18), está imersa em um verdadeiro caos. O exílio do príncipe das trevas tem nos maltratado e, muitos, como na antiga Babilônia, têm se recusado a atender ao chamado de Deus pela conformação com os padrões deste século.

“Ai daquele que contende com o seu Criador!” (v.9); que diz adorar o Oleiro enquanto vive para fazer a própria vontade! Como Daniel, precisamos orar e confiar em Deus até que do alto venha a resposta. Jesus veio primeira vez e pagou o preço para nos libertar do cativeiro maligno. Todo aquele que perseverar em olhar para Ele (v.22), “será salvo pelo Senhor com salvação eterna” (v.17). Aquele que forma a luz e faz a paz (v.7) também permite que o mal revele os seus mais terríveis resultados a fim de que, diante de todo o Universo, não restem dúvidas de que “tão somente no Senhor há justiça e força” (v.24).

Logo, “ao nome de Jesus se [dobrará] todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua [confessará] que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp.2:10-11). Que façamos parte daqueles que assim o farão “em toda a eternidade” (v.17).

Nosso Deus e Pai, a terra geme e a humanidade afunda cada vez mais no lamaçal do pecado. Faz-nos Tuas testemunhas, como Daniel e seus amigos, declarando ao mundo, com a nossa vida, de que servimos ao Deus único e verdadeiro que logo voltará! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, adoradores do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Isaías45 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 45 – Numa sociedade marcada por incertezas políticas, sociais e individuais, a mensagem deste capítulo ressoa como lembrete poderoso de que Deus é soberano.

• A confiança na presciência divina oferece um alicerce seguro para enfrentar os dilemas e desafios pessoais e coletivos.

Observe que Isaías 45 é um testemunho fascinante da soberania e onisciência de Deus; ele é peculiarmente marcado pela predição do nascimento e ascensão de Ciro, o Grande, como rei da Pérsia. A primeira menção a Ciro surge surpreendentemente no final do capítulo anterior, destacando a precisão da profecia ao citar Seu nome 150 anos antes de seu surgimento.

• Este fato, por si só, é uma manifestação da presciência divina, desafiando as noções humanas de tempo e causalidade.

A profecia vai além, delineando o papel crucial que Ciro desempenharia na política externa, evidenciando que Deus não apenas conhecia o futuro monarca, mas também suas ações específicas. Todavia, a profecia não se limita ao âmbito político, ela penetra nos detalhes íntimos da linhagem de Ciro sabendo que ele existiria apesar de seus ancestrais terem enfrentado grandes desafios como várias guerras.

• Isso destaca a atenção de Deus com o desdobramento da história das famílias e de cada indivíduo.

Na disputa pelo poder da Pérsia, a profecia revela a vitória de Ciro sobre Seus oponentes.

• A precisão de Deus ao antecipar eventos políticos revela Sua compreensão profunda das maquinações humanas, destacando Sua autoridade sobre todas as nações do mundo.

Um aspecto notável da profecia de Isaías 45 é a previsão de que os judeus se tornariam estrangeiros e posteriormente seriam libertos por Ciro. Esse aspecto sublinha que além da fidelidade de Deus à Sua promessa, Ele tem capacidade de usar líderes pagãos para realizar Seus desígnios, transcendendo fronteiras étnicas e religiosas.

A capacidade de Deus prever líderes mesmo antes de seu nascimento destaca a importância de reconhecer a influência divina nos assuntos mundiais. Isso desafia os paradigmas seculares, destrona ídolos, e lembra aos crentes de que a história está sendo moldada por um plano maior, além das limitações humanas.

Assim, as lições extraídas desta profecia ecoam na sociedade atual, instigando-nos a confiar na providência divina e encorajando-nos a uma compreensão mais profunda da intercessão entre a vontade de Deus e os eventos humanos! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 44 by Luís Uehara
6 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/44

“Como pastor ele cuida de seu rebanho. . .”

Certa noite, fui convencido da minha culpa durante uma visita a uma faculdade bíblica que frequentei. Não gostei porque pensei que era apenas uma resposta emocional e não queria ser guiado pelos meus sentimentos. Mas esses sentimentos incômodos ficaram cada vez mais fortes e… O apelo acabou. Subi para o meu quarto e tive o horrível pensamento de que tinha acabado de pecar e acabar com meu dia de graça, que tinha acabado de afastar o Espírito de Deus para minha vergonha eterna. Eu cometi o pecado imperdoável durante uma semana de oração com a tenra idade de 18 anos!

Orei para que Deus, em Sua bondade, me apagasse da existência, em vez de me deixar viver uma existência miserável de ferir e arruinar os outros.

Abri minha Bíblia em Isaías 44. Pois derramei água na terra sedenta, e torrentes na terra seca.”

Não, eu não tinha pecado no meu dia de graça. Minha sede era a prova do meu potencial para ser saciado. E espero que todos com sede sintam o mesmo.

Eugene Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em desenvolvimento em Bangladesh
Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/44
Tradução: Luís Uehara/Quimelli



ISAÍAS 44 – COMENTARIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2024, 0:50
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523 palavras

Israel, a quem escolhi. Depois de repreender o povo por seus pecados(Is 43:22-28), o Senhor pronuncia palavras de conforto e coragem. eles devem se se lembrar de que Deus os escolheu e os ama; tem compaixão por eles e os salva. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 275.

Sobre o sedento. A primeira parte do texto é simbólica; sua explicação se encontra na segunda parte. O derramamento do Espírito de Deus é comparado às chuvas refrescante (Jl 2:23, 28, 29). O “sedento” é o que tem sede de Deus e de justiça (Sl. 42:1, 2; Mt 5:6; Jo 4:113, 14). CBASD, vol. 4, p. 275.

Quem há, como Eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? (ARA). A AA traduz: “Quem tem anunciado desde os tempos antigos  as coisas vindouras?”, sem alteração da ideia fundamental. CBASD, vol. 4, p. 275.

As suas coisas preferidas. Isto é, coisas nas quais se comprazem, especialmente relacionadas com a adoração aos ídolos. CBASD, vol. 4, p. 275.

Eles mesmos são testemunhas. Os ídolos cegos e insensíveis dão testemunho eloquente de que são cegos e nada sabem. CBASD, vol. 4, p. 276.

15 Faz um deus. É mero acaso qual pedaço de madeira será usado para o fogo qual será usado para se fazer um ídolo! CBASD, vol. 4, p. 276.

20 Tal homem se apascenta de cinza. Quão tolo seria alguém que se alimentasse de cinzas, esperando nutrir-se delas. Da mesma forma é tolice pensar que um ídolo pode beneficiar o ser humano. CBASD, vol. 4, p. 276.

21 Lembra-te destas coisas. Deus ordena a Israel atentar para o que Ele disse sobre a tolice de se adorar ídolos. Israel pertence a Deus e deve servi-Lo. CBASD, vol. 4, p. 276.

22 Como a nuvem. Assim como o sol e o vento dispersam as nuvens, Deus faz desaparecer as transgressões de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 276.

25 Enlouqueço os adivinhos. Não no sentido de insanidade, mas de torná-los tolos. Quando dessem em nada, suas previsões manifestariam sua tolice. CBASD, vol. 4, p. 276.

26 Meu servo. Neste caso, provavelmente, o profeta Isaías (ver com. de Is 41:8). CBASD, vol. 4, p. 276.

27 digo à profundeza das águas: Seca-te, e eu secarei os teus rios. Esta predição se cumpriu quando Ciro desviou as águas do Eufrates para que os soldados pudessem entrar em Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 276, 277.

28 Ciro. Esta profecia é surpreendente por mencionar Ciro pelo nome, um século e meio antes de seu tempo, e predizer o papel notável que desempenharia na libertação dos judeus (ver 1Rs 13:32, sobre uma profecia com respeito à reforma de Josias). Sem dúvida, Ciro deve ter ficado muito surpreso ao saber que uma profecia judaica o citava pelo nome, descrevia a conquista de Babilônia e predizia sua política com relação aos judeus cativos, um século e meio antes de seu nascimento (ver PR, 557). CBASD, vol. 4, p. 277.

Meu pastor. Ao derrotar Babilônia e libertar os judeus, Ciro fez pelo Israel nacional o que Cristo fará por todos os escolhidos ao derrotar a Babilônia espiritual e libertar Seu povo do domínio dela (Ap 18:2-4, 20; 19:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 276.

Digo também de Jerusalém: Será edificada; e do templo: Será fundado. Logo após conquistar Babilônia, Ciro promulgou o decreto que permitiu aos judeus cativos retornar à sua terra natal e reconstruir o templo (2Cr 36:22, 23; ver com. de Ed 1:1-4).



ISAÍAS 44 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de janeiro de 2024, 0:45
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A idolatria havia atingido o povo de Deus de tal forma, que seus sentidos foram embotados e seu coração não mais entendia a razão de tal abominação (v.18-19). De uma forma terrivelmente pessimista, o profeta descreveu a situação dos seguidores de imagens de escultura como uma ilusão que não lhes permite ver e nem entender que estão seguindo uma prática mentirosa (v.20). Conforme os dois primeiros mandamentos do Decálogo (Êx.20:3-6), além do Senhor não há Deus (v.6). À pergunta: “Há outro Deus além de Mim?”, a resposta é enfática e inquestionável: “Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (v.8).

O uso da rocha como ilustração do poder divino vem desde que Israel foi dessedentado por Deus no deserto. Moisés feriu a rocha, e dela fluiu um manancial de águas. Então, pela segunda vez, o povo teve sede, e a ordem do Senhor a Moisés não mais foi para ferir, mas para falar à rocha. Porém, o povo havia, numa linguagem contemporânea, enchido a paciência do velho líder, que, com ira, feriu a rocha duas vezes (Êx.20:7-12).

Então, quando vamos ao Novo Testamento, no final do sermão da montanha, Cristo conta uma parábola acerca de dois homens. Um constrói a sua casa sobre a rocha e esta permanece firme, mesmo em meio à forte tempestade. Porém, outro homem que constrói a sua casa sobre a areia, sobrevindo a tempestade, sua casa transforma-se em ruínas (Mt.7:24-27). Cristo é a Rocha, amados! O Antigo e o Novo Testamento se fundem para testemunho de um só Senhor (Jo.5:39), uma só Rocha: Jesus Cristo. O apóstolo Pedro confirmou esta verdade: “Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa” (1Pe.2:4). Paulo declarou: “E a pedra era Cristo” (1Co.10:4).

Tudo o que o Senhor fazia pelo Seu povo no deserto, além de ser uma prova de Seu cuidado e amor, era também com o lindo propósito de desvendar-lhes o plano da redenção. A rocha representava a Cristo, que seria ferido uma vez, para que então pudéssemos falar com Ele sem reservas. Quando Moisés e Arão foram ferir a rocha pela segunda vez, o povo perdeu de entender tal sabedoria: a rocha representa o nosso Redentor, que foi ferido uma vez por todas (Hb.7:27). Diante deste precioso conhecimento, “ajoelhar-me-ia eu diante de um pedaço de árvore” (v.19), quando eu sirvo a Rocha que me remiu dos meus pecados (v.22)? Faz algum sentido me deter diante de “uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo?” (v.10). O Senhor mais uma vez nos diz: “Vós sois as Minhas testemunhas” (v.8) e perante tal privilégio, nossa vida deve ser uma intensa e constante declaração: “Eu sou do Senhor”! “Eu sou do Senhor”! (v.5).

“Agora, pois, ouve” (v.1), Israel de Deus: não deposite a sua confiança em nada além do Senhor. A promessa do derramamento do Espírito Santo (v.3) não ficou no passado e nem está em um futuro distante. Ela é uma promessa para hoje. Deus nos convida agora a abandonar os “deuses estranhos” que têm desvirtuado o nosso coração da verdadeira adoração. Eles podem ser em forma de uma televisão, de um celular, de um computador, ou até mesmo de alguém que você odeia ou inveja. Temos duas escolhas a fazer: ou ferimos a Rocha, ou falamos com ela. Aquele que “te formou desde o ventre materno” (v.24) ainda permanece com a destra estendida para te remir e fazer de tua vida glória ao Seu nome (v.23).

Oh, amados, não temos mais tempo a perder ferindo Aquele que deseja ter uma relação de amizade conosco! Falar com Deus, ter uma vida de oração e ir em busca de Seu auxílio com sinceras súplicas, abre a porta do nosso coração para que o Espírito seja derramado e estejamos alicerçados sobre o firme fundamento da Palavra do Senhor. Lembre-se de que também foi sobre a rocha que Deus escreveu os Seus mandamentos (Êx.31:18). Que a minha e a sua vida cumpram o propósito de glorificar a Deus pela “perseverança dos santos” (Ap.14:12)! Que nossos atos e palavras revelem a Quem pertencemos: “Eu sou do Senhor”!

Pai Celeste, o Senhor falou comigo de uma forma muito íntima no capítulo de hoje, consolando o meu coração! Que o mesmo consolo alcance o coração de cada um de meus irmãos também. Santifica-nos e consola-nos por meio de Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, testemunhas da única Rocha!

Rosana Garcia Barros

#Isaías44 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 44 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 44 – Deus é incomparável, Seu amor é imensurável, Sua ação em prol de Seu povo é indescritível. Infelizmente muitos O ignoram substituindo a devoção a Ele por qualquer outra coisa; inclusive na época de Isaías, pessoas de Seu próprio povo recorria a ídolos.

Vamos refletir detidamente no capítulo em análise. Leia-o várias vezes com oração e atenção. Faça anotações; depois, retorne e leia este comentário!

• Note que nos primeiros versículos, Deus fala sobre Seu povo como Seu escolhido, prometendo bênçãos e derramamento do Espírito Santo ele. Assim, Ele encoraja Seu povo a não ter medo, pois Ele é Seu Redentor. (Considere este capítulo como parte do conjunto de profecias sobre o retorno dos judeus do exílio babilônico, para compreensão de seu significado).

• Em Isaías 44:6-8 Deus mesmo proclama Sua singularidade como o único Deus verdadeiro, contrastando com a futilidade de quaisquer outros deuses/ídolos.

• Nos versículos seguintes, o próprio Deus tece uma repreensão à prática idolátrica, destacando a irracionalidade de fazer e adorar ídolos. Ele descreve o absurdo das pessoas criarem imagens com as próprias mãos e devotar-lhes o coração como se fossem deuses que mereçam adoração.

• Isaías 44:21-28 encerra com o Deus verdadeiro falando sobre o perdão dos pecados de Seu povo, lembrando Sua escolha e prometendo a restauração de Jerusalém. Ele menciona um cidadão que ainda nem existia, indica Seu nome: Ciro, um gentio, que seria Seu instrumento em Suas mãos para libertar os judeus do cativeiro babilônico.

É significativo que Isaías enfatize a irracionalidade de criar imagens esculturais com as próprias mãos e, então, venerá-las como deuses merecedores de adoração, e destaque a falta de sentido em confiar em objetos feitos por humanos como se fossem divindades. Embora as práticas culturais mudaram, os princípios fundamentais contra a idolatria e a exortação para colocar a confiança totalmente em Deus continuam sendo relevantes!

A mensagem central deste texto sagrado é a importância da confiança absoluta em Deus, e não em quaisquer outras coisas! Isaías apresenta a singularidade de Deus, relacionada à vaidade da idolatria e a promessa graciosa de restauração. Aqui há uma mistura de repreensão, advertência, consolo e esperança de um Deus que cria, age e interage com Sua criação e, especialmente, com as pessoas.

Diante disso, respondamos reavivando nossa confiança nEle! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 43 by Luís Uehara
5 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/43

“…não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará” (Isaías 43:1, 2, NVI).

Mas… e se acontecer?

Uma promessa maior é que “as tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus dará forças a vocês para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela (1 Cor 10:13, NTLH).”

Deus não permite nada, exceto aquelas coisas nas quais Ele vai te ajudar.

Ele não tem intenção de que algo ruim nos aconteça, mas a dificuldade que nos sobrevir Ele promete estar conosco – e qualquer coisa que esteja errada Ele promete consertar um dia.

Romanos 8:28 não afirma que “todas as coisas” são boas. Mas que Deus está trabalhando com você, a favor de você e para que algo bom seja o resultado final. Tudo o que Ele permite, são peças que vão formar uma realidade gloriosa que um dia compreenderemos e que teríamos escolhido, se pudéssemos ver o fim desde o princípio como Ele pode.

Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Igreja Adventista de Spokane, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/43
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 43 – COMENTARIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
5 de janeiro de 2024, 0:50
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657 palavras

Que te criou. Deus tinha criado Israel, como uma nação, para honrar Seu nome (v. 7, 21). Até, então, tinham falhado nisso. No entanto, Deus tentava fazer com que vissem que ainda eram Seu povo, chamado por Seu nome, e ordenados a serem Seus representantes especiais e Suas testemunhas entre as nações (Is 43:10; 44:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 270.

Pelas águas. Não lhes foi prometida ausência de dificuldades e aflições, mas consolo e livramento final. … Muitas vezes, Israel passou “pelo fogo e pela água”, mas Deus o salvou (Sl 22:12; cf. Is 8:7, 8). … Na Bíblia, com frequência, água e fogo simbolizam agentes purificadores (Nm 8:7; Jó 23:10; cf. 2Pe 3:5-7). CBASD, vol. 4, p. 270.

Dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti. Ver com. de Gn 10:6, 7. Alguns sugerem que este versículo se refere à queda do Egito, Etiópia e Sebá pelas mãos da Pérsia, em trocada libertação dos judeus do cativeiro babilônico. Ciro promulgou o primeiro decreto permitindo que os judeus deixassem Babilônia e reconstruíssem o templo (2Cr 36:22; Ed 1:2-4), e seu filho Cambises conquistou o Egito (ver vol. 3, p. 350). A ideia dominante aqui é o elevado valor de Israel aos olhos do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 270.

trarei a tua descendência desde o Oriente e a ajuntarei desde o Ocidente. Estas palavras tiveram um cumprimento parcial no retorno dos judeus do cativeiro babilônico. elas teriam outro cumprimento na reunião dos fiéis de todas as partes do mundo durante a era cristã (ver p. 21-23). O cumprimento completo se dará apenas quando os justos forem reunidos desde os quatro cantos da Terra por ocasião da volta de Cristo (Mt 8:11; 24:31; Lc 13:29). CBASD, vol. 4, p. 271.

Não retenhas. Com linguagem poética, Isaías continua a descrever a conversão de pessoas de todas as nações. CBASD, vol. 4, p. 271.

Todas as nações. As nações da terra são exortadas a apresentar seu caso diante do tribunal do universo. Elas terão a oportunidade de se vindicar. Mas, senão puderem fazer isso, serão chamadas que o Senhor é Deus e que Seus caminhos são verdade. CBASD, vol. 4, p. 271.

10 Vós sois as Minhas testemunhas. Todos os que reconhecem a Deus (v. 9) são chamados a serem Suas testemunhas perante o mundo. … De forma especial, no passado, os judeus deviam testemunhar de Deus. Como nação, deviam ser testemunho vivo que que o Senhor é Deus. O remanescente em Jerusalém, depois da invasão de Senaqueribe, era, para o mundo daqueles dias, um testemunho do amor de Deus por Seu povo e de Seu poder para livrá-lo. Mesmo hoje, embora não seja mais o povo escolhido de Deus, a nação judaica é um notável testemunho de que a palavra de Deus é verdadeira. A igreja atualmente tem um papel similar ao de Israel na Antiguidade (ver 1Pe 2:9). CBASD, vol. 4, p. 271.

11 Fora de mim. Quando veio ao mundo, Jesus tinha o propósito de salvar “Seu poco dos pecados deles” (Mt 1:21). Não há outro meio de salvação (At 4:12). CBASD, vol. 4, p. 271.

12 Deus estranho não houve entre vós. Isto é, nenhum ídolo (Dt 32:16; Is 42:8; 44:10; Jr 3:13). Quando Israel servia os deuses estranhos, o Senhor não podia manifestar Seu poder em favor do povo. CBASD, vol. 4, p. 271.

16 Um caminho no mar. Alusão à travessia do Mar Vermelho (Êx 14:16; Sl 77:19). CBASD, vol. 4, p. 272.

18 Não vos lembreis. Deus fez grandes coisas por Seu povo no passado, mas aquelas eram pequenas em comparação com o que faria no futuro. CBASD, vol. 4, p. 272, 273.

24 E Me cansaste com as tuas iniquidades. Os requisitos divinos são razoáveis e para o bem do ser humano, mas este não estava disposto a fazer sua parte. Deus estava cansado da hipocrisia de sua pretensa adoração (Is 1:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 273.

26 Entremos juntos em juízo. Na linguagem jurídica de seu tempo, Isaías convoca o povo de Israel a se apresentar perante o tribunal divino.  CBASD, vol. 4, p. 273.

28 Pelo que profanarei os príncipes do santuário. O juízo caiu sobre o povo de Judá por causa de suas transgressões. Os pagãos os insultaram quando os exércitos de Senaqueribe cercaram Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 273.