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“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deve andar” (v.17).
Desconfiando da promessa divina de que nunca mais o mundo seria destruído pelo dilúvio (Gn.9:15), homens vis decidiram fundar uma cidade e construir uma torre cujo topo atingisse os céus (Gn.11:4), havendo assim a necessidade da intervenção de Deus para dar um fim àquele despropósito. Divididos em grupos conforme o idioma de cada um, os descendentes de Noé foram dispersados por toda a Terra (Gn.11:9). Somente várias gerações depois, da descendência de Sem, surgiu Abrão, a quem Deus chamou para ser o pai de “uma grande nação” e por meio de quem seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:2 e 3). A mudança de seu nome para Abraão (pai de uma multidão) e o milagroso nascimento de Isaque fortaleceu lhe a fé, pela qual foi justificado (Gn.15:6).
Ao separar um povo para Si, e passar a ser conhecido como o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Senhor desejava ensinar a Israel e às demais nações que o Deus Todo-Poderoso, que “fundou a terra” e “estendeu os céus” (v.13) também é Deus pessoal, que ama e chama Suas criaturas para um relacionamento de intimidade com Ele. Não foi sem razão que de Abraão Ele declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). E esse relacionamento de amizade deve estar fundamentado na fidelidade e na confiança. Foi por acreditar que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb.11:19), que, “pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque” e “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). Foi por fé e obediência que Abraão conheceu o Senhor e a alegria em servi-Lo.
Vendo a necessidade vital de que Seus discípulos compreendessem o que Abraão compreendeu, Jesus declarou: “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (Jo.15:14). Aquele que nos ensinou por preceito e por exemplo a obediência que provém da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), reforçou o apelo dado a Israel: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar” (v.18). Os mandamentos de Deus e os princípios celestes contidos em Sua Palavra permanecem “para sempre” (Sl.119:152). O Senhor declara: “Eu sou O mesmo, sou o primeiro e também o último” (v.12).
Amados, antes da volta de Jesus, será “revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição […] ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts.2:3 e 4), e este tempo está bem diante de nós. Satanás imitará o retorno de Cristo, operando sinais e maravilhas à vista de todos, se declarando como sendo o próprio Senhor e apresentando muitos de seus anjos caídos como pessoas que foram ressuscitadas. Estamos prontos para resistir a este engano final? Lembremos da advertência de Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Lembremos de que o apóstolo João, mesmo tendo contemplado Jesus em Sua glória, curvou-se diante de um anjo por duas vezes e por duas vezes foi repreendido (Ap.19:10 e 22:9).
A nossa segurança está em perseverar e crescer em nosso relacionamento com Deus, fortalecendo a fé pela Sua Palavra, que nos ensina o que é útil e nos guia pelo caminho em que devemos andar. E o Caminho é Cristo (Jo.14:6)! Ele é o nosso porto seguro, a nossa torre forte e fortaleza na qual estaremos amparados no “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). O Senhor não nos falou “em segredo desde o princípio” (v.16). Tudo o que necessitamos saber nos está revelado. Como amigos de Deus, precisamos confiar em Sua Palavra, proclamando-a “até ao fim da Terra” (v.20). “Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v.14): “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus e anunciai isto com voz de júbilo” (v.20). “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará; todavia, o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:37-38).
Oh, Senhor, quão perto estamos de vivenciar os últimos instantes deste mundo de pecado! Livra-nos dos enganos do mal e capacita-nos, pelo poder do Teu Santo Espírito, a proclamar a Tua Palavra com fé e intrepidez e a viver nossos dias com sabedoria e confiança em Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías48 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 48 – Comentando sobre o conteúdo deste capítulo, Siegfried Schwantes faz algumas importantes colocações: “Logo no exórdio os ouvintes são lembrados de sua nobre origem, a fim de mostrar porque sua fidelidade para com o Senhor era tanto mais grave. Orgulhavam-se de pertencer à casa de Jacó e de se chamar Israel, e mais particularmente de pertencer à linhagem de Judá”.
• A razão do orgulho deles deveria ser motivação à responsabilidade – a mesma mensagem deve ser para nós hoje que, muitas vezes, orgulhamo-nos de pertencer à Igreja de Deus
“‘Jurar pelo nome do Senhor’, implicava num reconhecimento de Jeová como o único Deus a quem deviam lealdade. Mas o profeta se queixa que esta lealdade estava eivada de hipocrisia. A vida que viviam desmentia sua profissão de fidelidade. Sua religião no fundo era destituída de verdade e de justiça. O v. 2 reformula a queixa anterior. Orgulhavam-se de ser moradores de Jerusalém, a cidade que era santificada pela presença do Templo… Nada há condenável em firmar-se sobre o Deus de Israel. Condenável é, porém, fazer da religião um mero arrimo em momentos difíceis e negar sua validade na vida quotidiana”, declara Schwantes.
Isso explica a motivação divina para a exposição de Isaías 48. Considere o esboço abaixo, reflita em cada tópico e subtópico extraídos desse capítulo:
- Desobediência do povo de Deus (Isaías 48:1-8).
• Deus repreende à hipocrisia.
• Deus evidencia a persistência na idolatria e desobediência.
• Deus revela as consequências da rebeldia.
- Chamado de Deus à obediência (Isaías 48:9-15).
• Deus revela Sua fidelidade e propósito.
• Deus exorta à obediência como resposta ao Seu amor.
• Deus convida ao arrependimento e à transformação.
- Deus revela Seu precioso plano (Isaías 48:16-22).
• Deus sempre revelou Seu plano.
• Deus revela soberania e conhecimento através de Seus planos.
• Deus incentiva Seu povo a viver alinhado com Seus grandiosos propósitos.
Há uma maravilhosa aula do caráter gracioso de Deus em Isaías 48, em paralelo com o caráter odioso até mesmo dos religiosos. Deus sempre revelou Seu misericordioso caráter ao longo do tempo, demonstrando paciência e amor inabaláveis mesmo diante da obstinada transgressão do povo.
• Diante disso, podemos afirmar hoje que Deus busca restaurar Seu relacionamento conosco, apesar de nossa rebeldia!
Deus quer corrigir nossa visão distorcida da religião, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/47
Babilônia, o instrumento que Deus usou para disciplinar Israel, não demonstrou misericórdia, nem mesmo para com os idosos. Consequentemente, Deus os informa que não poupará ninguém. Deus não tem misericórdia daqueles que não mostram misericórdia.
Os babilônios viviam pelo lema “Eu sou, e não há outro além de mim”. Acostumados a não prestarem contas a ninguém, eles acreditavam que poderiam escapar impunes mesmo continuando com sua injustiça e maldade, destruição e assassinato. Eles estavam fatalmente errados.
Nosso Deus que tudo vê está ciente de todos os motivos, pensamentos e sentimentos humanos. Ele vê as razões por trás de cada ação. Ele desvenda o que está escondido e desenterra o que está enterrado. Ele expõe para curar. Não há nada que você tenha feito, pensado ou sentido que Deus não esteja ciente.
O conceito de um Deus que tudo vê é assustador para os impiedosos, assassinos e autoindulgentes. Um dia, expostos diante do Soberano do Céu, eles implorarão às pedras para cobri-los, assim como Adão e Eva envergonhados se esconderam nos arbustos do Éden.
No entanto, para aqueles de coração transformado, o olhar onisciente de Deus não é angustiante. Em vez disso, é o olhar íntimo de um Pai compassivo, que vê, mas ama. O conhecimento absoluto que Deus possui do nosso coração, é o maior presente que já recebemos. Aquele que nos conhece muito bem nos ama mais do que ninguém!
Lori Engel
Capelã, atualmente com necessidades especiais
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/47
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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Leitores atentos observam a surpreendente semelhança entre parte do simbolismo e da linguagem do Apocalipse e passagens de Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Fica claro que João, sob inspiração divina, usou muito da linguagem dos profetas antigos, a fim de apresentar as experiências da igreja numa terminologia familiar e significativa ao leitor do AT. A opressão causada pela Babilônia histórica e sua subsequente desolação ofereceram a João uma descrição vívida da opressão do povo remanescente de Deus pela Babilônia espiritual e da final desolação da mesma. O simbolismo e a linguagem do Apocalipse se tornam mais claros e significativos quando estudados à luz do que os profetas antigos escreveram com respeito aos acontecimentos de seus dias. Vários aspectos do castigo de Babilônia histórica ajudam a entender o castigo da Babilônia espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 284, 285. [Ver quadro comparativo entre Isaias 47 e Apocalipse 16 a 19 nesta referência, à p. 285.]
1 Virgem filha. Babilônia era prostituta (cf. Ap 17:1, 5). As prostitutas ligadas aos antigos templos orientais eram chamadas de “virgens santas”, mas não eram nem virgens nem santas. Babilônia se jactava de sua religião, que aparentemente tinha glória e beleza, mas na verdade era abominação. O profeta desmascara a “virgem filha” e revela sua vergonha. em vez de se sentar num trono, ela assumiria seu lugar, no pós da terra, símbolo de luto e desolação (cf. Is 3:26; comparar com Ap 17:4). CBASD, vol. 4. p. 284.
2 Mói a farinha. Tarefa braçal realizada pelas mulheres [em especial, as escravas]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Babilônia se considerava uma senhora (Is 47:7; cf. Ap 18:7), mas se tornaria uma escrava (cf. Êx 11:5;Jó 31:10). Seria privada dos ornamentos e das roupas finas com que se enfeitava, e todos veriam a figura de uma escrava, deformada por anos de trabalho pesado. CBASD, vol. 4. p. 285.
Desnuda a perna. Literalmente, “tira a saia”. Assim as imagens assírias retratam as mulheres cativas. CBASD, vol. 4. p. 285. [Nota: Não necessariamente retratando as escravas babilônicas. Esta arte da época, imagens em artefatos e inscrições assírias, retratava o tratamento dado às escravas naquela época. Possivelmente escravas do próprio império assírio, feitas muito antes da queda de Babilônia, frente aos persas. na época da queda de Babilônia, a Assíria já não existia como nação dominante do Oriente.]
Atravessa. O quadro é de um grupo de escravas tristes, despojadas de suas vestes, de pés descalços e nuas atravessando um riacho a caminho da terra do cativeiro. CBASD, vol. 4. p. 285.
5 Assenta-te calada. Em vez de alegria e regozijo, haveria silêncio de desolação e morte (ver Jr 50:12, 13, 39; 51:26, 29, 43, 62). CBASD, vol. 4. p. 286
rainha dos reinos. Babilônia era cidade belíssima (ver 13.19 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Muito me agastei. Deus permitiu que Babilônia punisse o povo ímpio de Judá (ver Jr 5:15; Hb 1:6), mas não sancionou as crueldades que Babilônia lhe infligiu. Por causa da crueldade e voracidade, Deus destruiria Babilônia, a destruidora (Jr 50:10, 11; 51:25). Deus lidou com a Assíria d forma semelhante (Is 10:5-15). CBASD, vol. 4. p. 286.
profanei a minha herança. Deus permitiu a invasão de Samaria e de Jerusalém. Bíblia Shedd.
7 Eu serei senhora para sempre! Com jactanciosa confiança, Babilônia pensava que seria sempre a principal cidade e senhora do mundo. Da mesma forma, Roma se considerava a “cidade eterna”. Nos últimos dias, a Babilônia espiritual também se considerará uma rainha destinada a jamais prantear (Ap 18:7). CBASD, vol. 4. p. 286.
Nem te lembraste do teu fim. Em sua prosperidade e glória, Babilônia não ponderou o resultado de sua conduta ímpia e de sua arrogância. Felizes os que se lembram de que “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7), e que os caminhos do mal são sempre “caminhos de morte” (Pv 14:12). CBASD, vol. 4. p. 286.
8 Além de mim não há outra. Só Deus pode afirmar isso (Dt 4:35, 39; Is 44:8; 45:5), mas Babilônia logo declarou isso de si mesma. Nínive também havia se vangloriado de forma semelhante (Sf 2:15). CBASD, vol. 4. p. 286.
Não ficarei viúva. Comparar com Ap 18:7. CBASD, vol. 4. p. 286.
Tuas feitiçarias. O misticismo de Babilônia não a salvaria da destruição. Na última noite da história de Babilônia, os astrólogos e videntes chamados diante de Belsazar foram incapazes até de ler a escrita na parede, sem falar na incapacidade de salvar a cidade de sua sorte (Dn 5:7, 26-31). É por meio da feitiçaria que a Babilônia espiritual consegue enganar e desviar as nações da terra (Ap 18:23). Pela prática do ocultismo, os feiticeiros babilônicos professavam ter contato com os deuses. Contudo, quando suas declarações foram postas à prova puderam apenas admitir vergonhosamente que não possuíam tal poder. CBASD, vol. 4. p. 286.
11 Por encantamentos não saberás conjurar. Deus predisse a queda de Babilônia um século e meio antes, de fato antes de surgir o império neobabilônico. Mesmo assim, todos os sábios da Babilônia ficaram surpresos quando essa hora chegou (Dn 5:4-9; cf Mt 24:39). Os feiticeiro não tinham encantamentos contra o decretos dos céus e o poder de Ciro. CBASD, vol. 4. p. 286.
12 Tirar proveito. As palavras de Isaías tinham um tom irônico. Como sabia que Babilônia recorreria à feitiçaria a despeito de qualquer advertência, Isaías propôs, com evidente ironia, que continuasse com sua tolice. CBASD, vol. 4. p. 286.
13 Os que dissecam os céus. Literalmente, “os que dividem os céus”. A astrologia … era forte na antiga Babilônia. Estudava-se o céu com atenção bem como sinais de eventos futuros. Mas de nada valeriam os esforços dos astrólogos babilônios. CBASD, vol. 4. p. 286, 287.
Os que em cada luz nova te predizem. Literalmente, “os que fazem saber [o tempo das] luas novas”, um campo da antiga ciência da astronomia. CBASD, vol. 4. p. 287.
14 Aqui não existem brasas para aquecer ninguém. Referência sutil à lenha, material do qual os pagãos às vezes faziam ídolos (ver 44.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aqueles com quem negociaste. Babilônia era “terra de comerciantes” e “cidade de mercadores” (Ez 17:4). A Babilônia espiritual também está intimamente ligada aos “mercadores da terra” (Ap 18:11-19). O grande interesse da Babilônia antiga estava em coisas materiais e em ganho financeiro. O uso ilegítimo de bênçãos materiais sempre prova ser uma maldição para aqueles que as acumulam (ver Dt 8:10-18; Os 2:5-9; Lc 12:13-21; ver p. 19-20). CBASD, vol. 4. p. 287.
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“Assenta-te calada e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos” (v.5).
Os juízos de Deus têm sido derramados sobre a Terra desde que a mancha do pecado a corrompeu. A expulsão de Adão e Eva do Éden, a exclusão de Caim, o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, as pragas no Egito, a morte de Nadabe e Abiú, os quarenta anos de peregrinação israelita no deserto, o cativeiro babilônico, a queda de reinos, tudo aponta para o fim do pecado de uma vez por todas pelo reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44), um reino que “jamais será destruído” (Dn.7:14). Mas antes de cada juízo, houve um apelo, um tempo de oportunidade e uma orientação segura; sendo alguns desses juízos mais uma forma divina de alcançar os impenitentes.
A nossos primeiros pais foi dada clara advertência: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). A Caim foi feito o apelo: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn.4:7). Aos antediluvianos foi-lhes dada uma voz profética por 120 anos. A Sodoma e Gomorra, séculos de oportunidade foram dados para que se arrependessem de sua “soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade”, pois que nunca amparavam “o pobre e o necessitado” (Ez.16:49). A Nadabe e Abiú foi-lhes conferida a responsabilidade sacerdotal e o privilégio de contemplar os objetos que apontavam para a redenção do mundo, mas levaram “fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara” (Lv.10:1).
Também, antes mesmo da primeira praga, Faraó foi advertido quanto ao desfecho de sua rebeldia: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). A Israel foram dadas provas mais do que suficientes de que o Senhor cumpriria a Sua promessa de fazê-los entrar e possuir Canaã, mas preferiram se unir aos espias murmuradores, de forma que diziam: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Nm.14:4).
O profeta Jeremias percorreu o reino de Judá com o apelo do Céu para livrar o povo do jugo babilônico: “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4). Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, as nações da Europa e todas as demais nações foram e têm sido igualmente advertidas por profecias que se cumprem com incrível precisão. E aproxima-se o dia em que o Senhor tomará “vingança e não poupará homem algum” (v.3), que não se apartou dos pecados da Babilônia espiritual.
Examinai e dai ouvidos à voz profética de Apocalipse 14:6-12! Logo os juízos de Deus cairão sobre os ímpios, “num momento, no mesmo dia” (v.9)! “Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (v.4). Ele virá “com poder e muita glória” para reunir “os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:30-31). De que lado estaremos? Se “até agora não tomaste a sério estas coisas” (v.7), agora é o tempo de entender que “ninguém te salvará” (v.15) se não atenderes ao apelo final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). “Ouve isto” (v.8), “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5).
Consideremos com temor e tremor o que escreveu Ellen White: “Meus irmãos, lede o livro do Apocalipse do começo ao fim, e perguntai a vós mesmos se não seria melhor gastar menos tempo em discussões e contendas, e começar a pensar em quão depressa estamos nos aproximando da última grande crise. Aqueles que procuram dar a impressão de que não há nenhuma significação especial nos juízos que o Senhor agora está enviando sobre a Terra, logo se verão obrigados a reconhecer o que agora eles preferem não perceber” (E Recebereis Poder, CPB, p.288).
Deus Eterno, opera o milagre da transformação do nosso caráter! Que não percamos os últimos momentos preciosos que temos com dissensões e contendas sem sentido, mas em constante vigilância, fervente oração e diligente trabalho, vislumbrando, pela fé, a nossa eterna redenção. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos da misericórdia divina!
Rosana Garcia Barros
#Isaías47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 47 – Ao ler e estudar com atenção este texto, pode-se extrair um memorandum para ser enviado a cada nação que se enveredou pelo caminho da antiga Babilônia. Algo assim:
Cara nação _:
Isaías 47 contém uma mensagem profética, uma advertência ecoando através dos séculos. Ele fala de uma cidade orgulhosa, Babilônia, que confiava na própria força, sabedoria e poder. Contudo, foi confrontada com a ira divina devido à sua arrogância e exploração do povo.
Assim como a Babilônia no passado, é importante que as nações atuais reflitam sobre suas ações e atitudes. A mensagem ressoa com a advertência de que a confiança em forças humanas e o abuso de poder levarão à queda. Não há escapatória quando a justiça divina se manifesta.
Nenhuma nação, por mais poderosa, é imune à responsabilidade; e, a confiança em sua própria grandeza é ilusória. A busca desenfreada por poder, a exploração dos fracos e a negligência em relação à justiça e misericórdia têm suas consequências inevitáveis. A história da Babilônia serve como aviso solene a toda nação que confia em sua grandiosidade e poder. A queda da soberana dos reinos é uma lição contundente sobre a fragilidade da confiança na política, nas riquezas, na magia e no orgulho. Nenhuma nação está acima da possibilidade de colapso, e a prepotência é uma estrada que leva à destruição.
Portanto, que estas palavras sirvam como um lembrete humilde a todas as nações: O poder verdadeiro reside na justiça, na compaixão e na equidade. Que a busca por grandeza seja acompanhada pela responsabilidade, cuidado dos vulneráveis e uma atenção constante aos princípios éticos.
Que o orgulho e a arrogância sejam substituídos pela humildade e sabedoria, para que todas as nações possam construir um futuro baseado na justiça, paz e cooperação mútua.
Que essas palavras ressoem como um chamado à reflexão e ação, guiando todas as nações para um caminho de equidade e compaixão, de responsabilidade ética e comprometida com os princípios da vida. Que a sabedoria guie as decisões dos grandes poderes de cada nação e que a compreensão dessa mensagem prevaleça sobre a arrogância pautada sobre a ignorância!
Atenciosamente,
A voz da advertência e esperança.
Se esta “carta” chegasse a cada nação e fosse atendida, viveríamos um reavivamento mundial! Compartilhe-a! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/46
O que acontece quando você olha para uma fotografia sua? Você automaticamente examina a imagem cuidadosamente para ver se a foto retrata o melhor de sua aparência? Você compara tal foto mentalmente com fotos tiradas de você quando era mais jovem e mentalmente toma a decisão de ligar para o seu cabeleireiro para marcar uma hora a fim de disfarçar aqueles cabelos grisalhos irritantes ou pensa em voltar à academia para trabalhar sua forma física?
Muitos de nós parecemos sentir que devemos manter uma aparência jovem o tempo todo. E embora seja bom manter-nos arrumados e limpos para ter a melhor aparência (e de fato DEVEMOS cuidar de nossa saúde), cada dia de vida que nos foi concedido é um presente, e não algo para ser escondido como se estivéssemos com vergonha de quantos anos temos.
“Serei o seu Deus por toda a sua vida, até que seus cabelos fiquem brancos.” (v. 4a NVT)
Seu Criador não sabe quantos anos você tem? Ele não concedeu a você cada dia, Ele não prometeu carregá-lo? Nenhum de nós decidiu que nasceria. Mas alguém tomou essa decisão. . .
“Eu os criei e cuidarei de vocês, Eu os carregarei e os salvarei.” (v. 4b NVT)
Você tem um Criador que prometeu lhe carregar no colo, sustentar e salvar. Não temos nada a temer!
Susan Menzmer
Dona de casa / Professora de educação domiciliar
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/46
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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715 palavras
1 Bel se encurva. Em Isaías 40:19, 20; 41:23, 24; 44:9-20; 45:16, o profeta enfatiza a tolice de se adorar ídolos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 282.
Bel era um dos principais deuses dos babilônios. Bel, assim como Baal, significa “senhor”, e era também o título aplicado ao principal deus deles, Marduk (Jer. 50:2 ), e a seu filho Nebo, o deus do conhecimento e da literatura. Os babilônios costumavam peregrinar até à cidade de Bel, no início de cada ano, levando as imagens em carroças puxadas por animais (v. 1). Mas esses deuses e todo esse esforço não conseguiriam evitar a queda de Babilônia. Pr Ron M E Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/11/.
O nome Bel ocorre nos nomes de Beltessazar (Dn 1:7) e Belsazar (Dn 5:1). CBASD, vol. 4, p. 282.
Nebo. Ou, Nabu, o deus babilônico do conhecimento e da literatura. Seu centro de adoração era em Borsipa, próximo a Babilônia. Depois de Marduque, este era o mais importante dos deuses, e era considerado seu filho. Nebo honrava seu pai com uma visita anual a Babilônia, durante a celebração do Ano Novo. Em retribuição, Marduque acompanhava Nebo em parte do caminho de volta para Borsipa. O nome Nebo faz parte dos nomes de Nabucodonosor (ver com. de Dn 1:1) e Nabopolassar. CBASD, vol. 4, p. 282.
2. Entram em cativeiro. A história revela que quando o rei assírio Senaqueribe destruiu Babilônia cerca de um século antes, levou o ídolo Marduk como despojo de guerra. Deus estava dizendo através de Isaías que o mesmo que acontecera no passado aconteceria de novo com os deuses de babilônia: “eles mesmos vão para o cativeiro” (v. 2b NVI). Pr Ron M E Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/11/.
Sobre os animais. Nas viagens mencionadas, Bel e Nebo eram levados por homens ou nos lombos de animais. Em contraste, o Deus de Israel tinha levado e libertado Seu povo (v. 3). Enquanto Bel e Nebo precisavam da ajuda de seus devotos, o verdadeiro Deus ajudava aqueles que O adoravam. CBASD, vol. 4, p. 282.
4 Até à vossa velhice. O Senhor jamais deixaria de cuidar dos Seus. Enquanto houvesse vida, Ele os protegeria como pais amorosos protegem seus filhos. CBASD, vol. 4, p. 282.
Você já ouviu falar do Poema das Pegadas? Certamente já. “Uma noite eu sonhei que estava andando na praia com o Senhor…” Às vezes, o autor (quem quer que seja), ao olhar para trás, só podia discernir um par de pegadas na areia, e isso o incomodava, porque ele imaginava que o Senhor o tinha deixado a andar sozinho durante o período mais difícil de sua vida. Finalmente, o Senhor lhe sussurrou: “Quando você viu apenas um par de pegadas, foram os momentos em que Eu te carreguei no colo.” Pr Ron M E Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/11/.
7 Nenhuma resposta. Quando a madeira ou o ouro assume forma de um ídolo, ela continua sendo um material inanimado, incapaz de ouvir o clamor de uma alma. Nas horas de desespero, o ser humano procura um deus que possa ouvir o clamor de seu coração e que possa suprir sua necessidade (ver Sl 107:9). Ídolos deixam apenas um doloroso vazio na alma de que os adora. CBASD, vol. 4, p. 283.
8-11 Quando somos tentados a seguir atrás de qualquer coisa que nos promete prazer, conforto, paz ou segurança à parte de Deus, devemos lembrar do compromisso que fizemos com Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
8 Lembrai-vos disto. Deus advertiu Israel dos males da transgressão …, contudo, não foi ouvido … Isaías reitera essa mensagem … , na esperança de salvar a nação da tragédia. CBASD, vol. 4, p. 283.
O Meu conselho permanecerá de pé. Deus tem um propósito para o mundo, e esse propósito prevalecerá. CBASD, vol. 4, p. 283.
11 A ave de rapina desde o Oriente. Esta expressão representa Ciro … . Ciro foi um “pastor” para o rebanho disperso de Israel, mas uma ave de rapina para Babilônia, a inimiga do povo de Deus. CBASD, vol. 4, p. 283.
12 Vós, os que sois de obstinado coração. O professo povo de Deus se mostrou teimoso e voluntarioso. Não ouvia a Deus nem à razão. a teimosia é o arqui-inimigo da justiça, ao passo que a mansidão leva à bondade (ver com. de Mt 5:5). CBASD, vol. 4, p. 283.
13 Faço chegar a Minha justiça. Isto é, Deus libertaria Seu povo de Babilônia, por meio de Ciro (Is 45:3). A libertação do cativeiro babilônico é um símbolo da grandiosa libertação dos grilhões do pecado por meio de Criso. CBASD, vol. 4, p. 283.
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“Até à vossa velhice, Eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, Eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (v.4).
A invasão persa promoveu terrível perturbação entre os babilônios e muitos, fugindo, colocaram tudo quanto podiam em cima de seus animais de carga, inclusive seus ídolos (v.1), e até sobre os ombros (v.7) levaram consigo os seus deuses. Mas nenhum deles pôde livrá-los da disciplina do Deus vivo. A invasão que julgaram ser uma maldição, para o povo de Deus foi a resposta de seu livramento. O contraste apresentado por Isaías apresenta clara distinção entre os deuses que são carregados e o Deus que carrega: “Esses deuses juntamente se abaixam e se encurvam, não podem salvar a carga; eles mesmos entram em cativeiro” (v.2); “vós, a quem desde o nascimento carrego e levo nos braços desde o ventre materno” (v.3), diz o Senhor.
Deus é o único pai de que se tem notícia que carrega os filhos no colo até à velhice. O Deus que de tal maneira considera os Seus filhos não deveria jamais ter Seu amor questionado. Quando Belsazar e “os seus grandes e as suas mulheres e concubinas” beberam nas taças do vinho de sua prostituição dando “louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra” (Dn.5:3-4), seus pecados encheram a taça do vinho da ira de Deus. Contudo, o sacrilégio cometido com os utensílios da Casa de Deus não foi maior do que a apostasia de seus corações. “Naquela mesma noite, foi morto Belsazar, rei dos caldeus” (Dn.5:30).
Certa vez, “Jesus viu um homem cego de nascença. E os Seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus. É necessário que façamos as obras dAquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo.9:1-4). Sabemos que o pecado trouxe consigo inúmeras sequelas, dentre elas as enfermidades e a morte. Mas até mesmo estas coisas o Pai deseja usar para revelar a Sua glória. Ele é o único poderoso para curar as enfermidades do corpo e da alma. “Lembrai-vos disto e tende ânimo” (v.8).
Tão perto como estamos de viver os momentos mais escuros desta Terra, o Espírito Santo tem clamado com grande voz: “Ouvi-Me vós, os que sois de obstinado coração, que estais longe da justiça. Faço chegar a Minha justiça, e não está longe; a Minha salvação não tardará” (v.12-13). Amados, não é hora de tombar do posto de nosso dever! Nem tampouco de ver o cumprimento dos sinais a se avolumar e apegar-nos ao que não pode nos livrar da tribulação (v.7). “Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (Tg.4:9-10). Supliquemos ao Senhor por nossa vida, nossa casa e nossos irmãos! Acenda-se em nosso meio a ardente chama do Espírito e saiamos para declarar ao mundo que há um Deus no Céu que os ama com amor eterno. Em nome de Jesus, amados, não desanimemos!
O Senhor nos declara nestes últimos dias: “Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que Eu sou Deus, e não há outro […] que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o Meu conselho permanecerá de pé, farei toda a Minha vontade” (v.9-10). Portanto, nos apeguemos à Palavra de Deus, que é fiel e verdadeira e Àquele que prometeu: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20). Que a noite não traga sobre nós a morte, mas a firme certeza de que a manhã da nossa redenção se aproxima.
Senhor, tem sido muito difícil não desanimar diante das dificuldades que se avolumam. Mas queremos clamar hoje por uma renovação da alegria em nosso coração. Dá-nos a alegria, que é fruto do Teu Espírito, e livra-nos de nos apegarmos aos deuses deste século! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhinhos no colo do Pai do Céu!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías46 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 46 – Grandes reflexões podem ser extraídas deste texto inspirado. Leia-o com atenção e oração; depois, considere este comentário:
• Idolatria é pecado? Por quê? Porque aqueles que adoram ídolos estão, na verdade, adorando obras de mãos humanas. Embora a idolatria pagã foi banida da nossa cultura, todas as vezes que elevamos a religião e a salvação à obras de nossas mãos, caímos nos mesmos pecados de idolatria.
• O que faz os idólatras serem tão ofensivos a Deus? A adoração deles é pervertida, movida à egoísmo, orgulho e vaidade, promove o “eu/ego” para destronar a Deus. Idólatras modernos fazem de sua opinião mais que convicção, idolatram suas ideias a ponto de desprezar informações devidamente sérias e verdadeiras.
Trocar o verdadeiro Deus por um falso Deus é tão terrível quanto praticar a religião falsa acreditando ser ela verdadeira. Em Isaías 46, Deus desafia rebeldes, adorares falsos e religiosos pervertidos a agirem como seres racionais, apelando àqueles que querem crer – buscando salvar a todos. Ele almeja salvar todo incrédulo, ateu e idólatra.
Deus revela-Se como o único Deus verdadeiramente poderoso, as imagens esculpidas veneradas como deuses não protegem nem sustentam a si mesmas – como protegerá àqueles adoradores que as defendem?
Diante disso, Isaías 46 destaca a diferença entre os deuses falsos e o Deus verdadeiro; somente o Deus todo poderoso e vivo nos conhece, pode cuidar-nos e tem capacidade de fazer até o impossível para salvar-nos!
Hoje, muitos não fabricam um deus de metal precioso, mas os bens materiais ocupam o mesmo lugar no coração que aqueles deuses de materiais preciosos do passado. E, preferir tais filosofias de vida revela rebeldia e dureza de coração diante do Autor da vida. Contudo, Deus está disposto a tudo e inteiramente disponível para mudar nossa vida e oferecer a verdadeira solução que tanto precisamos: A salvação!
Enquanto obras humanas são limitadas, falhas e instáveis, o Deus onipotente controla o futuro, protege e guia não apenas uma nação, mas inclusive o Universo inteiro. É um absurdo renunciar Sua oferta de salvação!
A ignorância religiosa e o analfabetismo da fé só podem ser curados com assídua leitura das Sagradas Escrituras. Do contrário, toda religião será pautada pela imaginação humana em vez de orientada pela revelação divina!
Então, reavivemo-nos na Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.