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ISAÍAS 2 – Após rejeitar a hipocrisia e a superficialidade religiosa (Isaías 1), o profeta Isaías passa a apresentar o fim da idolatria e da idiotice religiosa visando sacudir, acordar e salvar perdidos deste mundo.
Pecados nos acorrentam, nos arrastam para baixo, nos deixam cabisbaixo, sem vigor e esperança. A vivência no pecado parece prazerosa, atraente e promotora de satisfação, porém nos torna azedos, frustrados, amargos, desprezíveis, críticos, frágeis e vazios. O pecado interrompe a espiritualidade, pois ele intercepta a intimidade com Deus. Porém Deus tem poder de reverter qualquer situação, por mais desesperadora e desafiadora que seja nossa condição!
• Deus revelou capacidade de tirar Jerusalém do fundo do poço (Isaías 1:21) e torná-la protagonista entre as nações (Isaías 2:1-3). Quando Deus Se volta para Seu povo, Seu povo torna-se referência na região, a tal ponto das nações da vizinhança afluírem em busca da Palavra Divina (Isaías 2:3-5).
• No passado, Deus permitira que o povo colhesse as consequências de tê-lO substituído por coisas insignificantes. Como preferira procurar falsos profetas e religiosos deturpados e depravados, e optara por confiar na economia e na artilharia dos pagãos, Deus retirou Sua proteção a fim de que o povo percebesse quão horrível é não ter Suas bênçãos em seu favor. Ignorar a Deus resultou na destruição de Samaria e de Judá (Isaías 2:6-11).
• Quando Deus age para revelar as idiotices dos pecadores que O ignoram, as pessoas se desfazem de seus deuses e ídolos inúteis mesmo sendo de prata ou ouro; elas têm medo de confrontar o Deus verdadeiro então percebem sua insignificância, ignorância e petulância (Isaías 2:12-22).
Aprendamos que não existe segurança fora da presença de Deus. Quando Deus julgar, nada nos dará qualquer garantia de segurança. Deus é contra nossas vaidades porque elas não nos sustentarão diante das adversidades. Ele é contra o que é atraente ao pecador impenitente devido a ele depositar sua segurança naquilo que não passa de mera ilusão.
Na realidade, só em Deus pecadores encontram proteção, restauração e salvação!
A soberba e arrogância da humanidade, representada pela pompa e ostentação, relacionadas a grandes realizações, riqueza e poder, não significam nada diante da manifestação majestosa de Deus (Apocalipse 6:12-17). Por isso, é necessário humilharmo-nos diante dEle esperando que Ele nos eleve, restaurando-nos.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Começamos a ler o livro de Isaías! Um livro de advertências, convite ao arrependimento e também de muitas promessas, como a da vinda do Messias.
Você pode conhecer mais do contexto em que Isaías viveu (e do tanto que pode sofrer um profeta) em: 2Reis 18-21 e 2Cr 29-33.
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Texto bíblico: ISAÍAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/1
Isaías (hebraico Yesha’yahu, ou seja, “a salvação de Jeová”) começa seu livro dando suas credenciais no versículo 1. Seu nome tem tudo a ver com sua missão, pois ele fala muito sobre a salvação. O que ele tem a dizer é suficientemente importante que ele conclama o céu e a terra para testemunharem e prestarem atenção.
A primeira metade do livro apresenta a necessidade de salvação; a segunda metade apresenta as profecias do Salvador. Portanto, não é de se admirar que ele convoque o céu e a terra para testemunharem o que ele está dizendo.
Primeiro, precisamos ser levados a perceber a nossa condição, pois somente então estaremos em condições adequadas de nos humilharmos diante de Deus e suplicarmos por perdão, purificação e força para resistir à tentação e viver uma vida pura.
Deus não está interessado em rituais quando o nosso coração não é dEle; Ele deseja uma adoração genuína e sincera e um relacionamento vivo e vibrante com cada um de nós.
Querido Senhor, obrigado por se importar tanto comigo a ponto de apresentar o meu pecado e depois me dar o remédio. Que eu esteja sempre disposta a seguir-Te aonde o Senhor me guiar. Em nome de Jesus, Amém.
Val Smit
Dona de casa
Kadoma, Zimbábue
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/1
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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2440 palavras
1. Visão de Isaías. Este é o título que o próprio Isaías deu ao livro. O termo “visão” indica a revelação em si, em vez de o processo pelo qual foi dada… As visões de Isaías se referiam em especial a Judá e Jerusalém, mas também às nações vizinhas e ao mundo como um todo. Por meio da “visão de Isaías”, podem-se ver as coisas como Deus as vê e como escolhe revelá-las por meio do profeta. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
É muito provável que esta expressão se aplique a todo o livro. Baseia-se na aliança divina com Israel unida aos requisitos ou às expectativas de retidão na conduta do povo de Deus. Esta visão é também Uma interpretação e um vislumbre das circunstâncias do povo do senhor na época. As pessoas estavam envolvidas em rituais religiosos, muito embora houvessem abandonado a deus, agissem com injustiça e oprimissem os pobres. Confiavam em poderes terrenos como a Assíria ou o Egito, em vez de depositar sua confiança no Senhor. Em consequência, o livro é uma visão de juízo. É também uma visão futura de esperança na determinação divina de cumprir seu propósito por intermédio do Messias e de um remanescente. A visão culmina na criação de um novo céu e uma nova terra: uma visão do fim da calamidade e do mal, de bênção, de reconciliação e paz. Bíblia de Andrews.
Nos dias. De acordo com a cronologia empregada neste Comentário, Uzias morreu em 740/739 a.C., e Ezequias, em 687/686… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
2-31 Este capítulo faz um diagnóstico do problema do povo de Deus, além de sugerir uma solução. Bíblia de Andrews.
2, 3 Os problemas identificados são a rebelião contra Deus, a falta de conhecimento e entendimento. O povo havia abandonado seu Deus. A acusação de falta de conhecimento e entendimento é frequente nos livros proféticos (ver Os 4:1). Bíblia de Andrews.
2. Ouvi, ó céus… O primeiro discurso de Isaías começa com uma acusação ao professo povo de Deus. Sua falha em não aproveitar as oportunidades dadas por Deus causa assombro. Por assim dizer, Isaías pede aos habitantes dos céus para testemunhar o espetáculo extraordinário, um recurso literário semelhante em propósito ao usado por Joel (Jl 1:2-3), designado a impressionar os sentidos embotados da transgressão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
… Deus é apresentado como Juiz, e as testemunhas são os céus e a terra. A escolha das testemunhas confere solenidade ao julgamento e aumenta a importância das acusações. Bíblia de Andrews.
3. O boi. Os animais domésticos conhecem quem os alimenta. Até os irracionais sabem onde encontrar alimento e, por conseguinte, têm certa ligação com quem os alimenta. No entanto, aquele povo não tinha isso. Desatentos e ingratos quanto ao cuidado amoroso do Pai celestial, eles eram culpados da mais ingrata insensatez. Eles sequer demonstraram ter a inteligência de animais irracionais. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Israel não tem conhecimento. … refere-se especificamente a Judá no sentido de que, como descendentes de Jacó, eram herdeiros das promessas feitas aos pais da nação (…). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
4. Ai dessa nação pecaminosa. Aqueles que Deus escolheu para ser “povo santo ao SENHOR” (Dt 14:2) se transformaram numa nação pecaminosa… apostataram abertamente e desobedeceram. O esquecimento passivo se converteu em rebelião ativa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Este versículo retrata uma perda de posição e dignidade. A comparação posterior com Sodoma e Gomorra mostra o resultado do caminho escolhido, que conduzia à alienação. Bíblia de Andrews.
Santo de Israel. A expressão favorita de Isaías. Ele a emprega 25 vezes, ao passo que todos os outros escritores do AT a usam apenas seis vezes. Quando Isaías viu a deus pela primeira vez em visão, sentado em Seu trono, também ouviu o coro angelical cantar “santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Is 6:3). O caráter santo de Deus impressionou o profeta de forma profunda… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
5-9 O julgamento chegou a Israel, incluindo a destruição e devastação da terra. A imagem de um corpo enfermo, de uma cidade destruída pela guerra e das dificuldades subsequentes intensificam a seriedade do que estava acontecendo com o povo de Deus… Bíblia de Andrews.
5. Por que […]? Ou, “onde?’ O corpo está tão coberto de feridas que o pai hesita em continuar punindo, embora seja necessário, e, por misericórdia, prefere não golpear o filho onde as feridas de punições anteriores ainda não sararam. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
7. A vossa terra está assolada. … a situação de Judá na época das invasões assírias. Com sua costumeira crueldade implacável, os assírios tinham devastado o país, queimando, saqueando e matando… Parecia que o fim havia chegado. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
8. A filha de Sião. Isto é, Jerusalém (ver Lm 2:8, 10, 13, 18; Mq 1:8, 10, 13). Antigamente, Sião era a fortaleza dos jebuseus, a cidade de Davi (2Sm 5:7; 1Rs 8:1…), no entanto, mais tarde, o nome foi usado num sentido amplo para designar toda a cidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Choça. Isto é, uma cabana onde o vigilante da vinha ou os membros de uma família viviam durante a vindima. Os que viviam nessas estruturas ficavam isolados do restante da comunidade e desprotegidos. Essa era a situação de Jerusalém durante o período em questão. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Cidade sitiada. Na época da invasão de Senaqueribe, Jerusalém estava literalmente cercada pelos exércitos assírios. Foi a única cidade que continuou resistindo quando todo o restante da terra de Judá tinha caído em mãos inimigas. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
9 … Alguns sobreviventes. Toda a Judeia, com exceção de Jerusalém, caiu em mãos inimigas, Apenas a capital permaneceu, aparentemente indefesa e em grave perigo. Não fossem “alguns sobreviventes”, a nação de Judá teria tido um fim igual ao de Sodoma e Gomorra. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
10-20 Os temas desta seção abordam a situação religiosa do povo de Deus. … Por mais paradoxal que possa parecer, não faltava religiosidade ao povo de Deus. A adoração continuava como de costume, enquanto a injustiça aumentava. Diante da injustiça gritante, havia uma multidão de sacrifícios, ofertas, incensos, festas, luas novas e sábados, além de orações sem nenhum valor. Na verdade, tais práticas são chamadas de abomináveis (ver também Am 5:21-24). Bíblia de Andrews.
10. Vós, príncipes de Sodoma… Os líderes do país tinham se distanciado tanto do Senhor que, na prática, diferiam bem pouco dos líderes das nações mais pecaminosas da terra… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
11. De que me serve [,,,]? Judá ainda tinha a aparência de uma nação religiosa. Muitos sacrifícios eram oferecidos no templo, mas havia pouca religião verdadeira… Eles conheciam as formas da religião, mas não entendiam que necessitavam de um Salvador, nem compreendiam o significado de justiça. Isaías se esforçou para despertar o povo e fazer com que percebesse a tolice de seus caminhos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
12. Para comparecer perante Mim. Comparecer perante deus era a frase comum que significava visitar o templo nas grandes festividades religiosas (Êx 34:23; Sl 42:2; 84:7)… Mas nem necessariamente todos que iam ao templo experimentavam a presença de Deus. Por meio de Isaías, o Senhor proclama que Ele habita “no alto e santo lugar, mas também com o contrito e abatido de espírito” (Is 57:15). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
13 … Festas da Lua Nova, os sábados. Os dias sagrados mencionados nesta passagem ocorrem juntos outras vezes (2Rs 4:23; 2Cr 8:13; Am 8:5). Observar esses dias era parte essencial da religião hebraica. Eles foram apontados pelo próprio Senhor, e Ele foi quem pediu a Israel que os observasse (Êx 23:12-17; Lv 23; Nm 28, 29; Dt 16: 1-17). A observância exterior dessas formas de religião, porém, não era suficiente, Rituais e cerimônias não têm significado quando falta justiça. Deus deixou claro que a observância formal dos dias sagrados que Ele mesmo ordenou era ofensiva sem obediência. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
15. Quando estendeis as mãos. Quando os hebreus oravam, com frequência estendiam as mãos em direção a Deus (ver Êx 9:29, 33; 17:11; 1Rs 8:22; Ed 9:5, Jó 11:13; Sl 88:9; 143:6). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Não as ouço. Ver Sl 66:18; Tg 4:3. Deus não ouve orações de hipócritas, apenas dos sinceros (Mt 6:5; Lc 18:14)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
16. Lavai-vos …Isaías disse a Jerusalém para vestir roupas formosas, pois estava chegando a hora em que o impuro não mais entraria ali (Is 52:1). João declarou que nada imundo entraria na cidade santa (Ap 21:27). A lição que Isaías se esforçou para ensinar a Israel era de que Deus. “o Santo de Israel”, requer santidade de Seu povo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
As purificações cerimoniais sem abrir mão do mal e sem o compromisso com a justiça não tinham valor, não passavam de hipocrisia religiosa (ver 52:11; 55:7). Bíblia de Andrews.
17. Aprendei a fazer o bem …A pessoa passivamente boa, que apenas se refreia de fazer o mal, não é suficientemente cristã… Qualquer que tenha sido a inclinação anterior, a pessoa deve não só deixar de fazer o mal, mas apresentar esforços sinceros para fazer o bem. Para atingir esse objetivo, é preciso firmeza de propósito e a ajuda do Céu… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Repreendei ao opressor. …Muitos em Israel eram oprimidos por seus irmãos. Era dever daqueles que amavam a deus corrigir isso. Os opressores deviam ser refreados, e os oprimidos precisavam de alívio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Pleiteai a causa das viúvas. O pobre e o necessitado, o desafortunado e oprimido precisava desesperadamente de alívio. Os líderes do professo povo de deus estavam tirando vantagem dessas classes desafortunadas e se enriquecendo às suas custas. Essa situação demandava um ponto final, Amor verdadeiro e simpatia deviam se manifestar nos esforços para corrigir o mal e estabelecer a justiça a todos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
18 arrazoemos. O convite para arrazoar juntos revela algo atraente acerca do caráter e dos propósitos de Deus. Ele ajuda seu povo a amadurecer. Trata-os como parceiros, em vez de se comportar como um governante que só se importa em realizar a própria vontade. A mudança que deseja ver em seu povo requer a participação do elemento humano no diagnóstico de sua verdadeira condição. O Senhor mostra disposição em perdoar e salvar seu povo. Insiste para que todos escolham a vida, ao escolher o deus da vida. A outra opção é a morte inevitável. Mais adiante, o povo é acusado de fazer uma aliança com a morte (28: 15, 18). Mesmo nessa condição, o Senhor deseja salvá-los. Isso nos dá uma ideia da profundidade do amor de Deus por seu povo. Ele não os deixa ir sem fazer tudo o que pode para salvá-los do desastre. Bíblia de Andrews.
Ainda que os vossos pecados. … Deus assegura que não importa qual tenha sido a culpa, quão grave tenha sido o pecado, é possível ser restaurado à pureza e santidade. Esta promessa tem a ver não apenas com os resultados do pecado, mas com o pecado em si, Ele pode ser erradicado e banido por completo da vida… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
19. Se quiserdes e Me ouvirdes. … As alegrias do Céu não são dons arbitrários de Deus àqueles que O seguem, mas o resultado natural de cumprir com o que Ele requer… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
20. Se recusardes. O que condena o pecador não é um decreto arbitrário de Deus. Ele apenas colhe o que ele mesmo plantou. Assim como as bênçãos acompanham o viver correto, as dores acompanham a iniquidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
21-26 Estes versículos retratam a corrupção da estrutura social. O juízo era iminente por causa da falta de justiça e retidão. Assassinatos, rebelião, roubo, a prática de aceitar subornos e fechar os olhos à causa dos oprimidos eram atos comuns. Deus intervém a fim de transformar a cidade infiel em uma cidade de justiça… Bíblia de Andrews.
21. Como se fez prostituta. Sião, outrora a cidade fiel, se tornou infiel. Outrora a esposa de Yahweh, ela se distanciou dEle e se entregou a outros. Tornou-se prostituta (ver Jr 2:20, 21; Ez16; Os 2)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Agora, homicidas. A justiça se retirou, e a corrupção e depravação se puseram em seu lugar. A cidade de santos tinha se tornado cidade de homicidas e perversos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
22. A tua prata. Com duas figuras apropriadas, Isaías contrasta o presente com o passado. O caráter do povo tinha se degenerado da prata preciosa para a escória. O vinho puro da retidão e a santidade foram diluídos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
23. Os teus príncipes. … Os principais de Israel eram teimosos e rebeldes contra o Senhor, e mestres em todo tipo de crime (Is 3:12; 9:16; Mq 3:11). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Companheiros de ladrões. … Os oficiais não detinham os criminosos que infestavam as estradas, pois repartiam com eles o lucro pelos roubos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Não defendem. Os juízes se faziam de surdos para com os órfãos e as viúvas, que em geral não tinham condições de oferecer recompensas como as oferecidas pelos opressores. Era fácil para um juiz adiar por tempo indefinido a audiência de casos de pessoas pobres (ver Lc 18: 2-5). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
25. … Escórias. Restos de fundição (ver Is 1:22; cf. Ml 3:2, 3). Deus removeria a escória acumulada da iniquidade se tão somente Israel se mostrasse disposto a que Ele o fizesse. O fogo da aflição removeria a escória, e apenas o ouro puro do caráter santo permaneceria (Jó 23:10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
27. Redimida pelo direito. … Um justo Juiz irá redimir e restaurar Sião por meio de julgamento justo. Em harmonia com decretos justos, a escória da cidade pecaminosa será eliminada por completo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
Os que se arrependem. … A justiça de Cristo será o meio e o objetivo da salvação. Sendo que Cristo é justo, todos os habitantes da cidade santa serão justos, pois serão como Ele (1Jo 3:2). A justiça de Cristo é imputada e conferida a todos os seus seguidores… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
28. Destruídos. Os que se rebelam contra Deus e permanecem no pecado perecerão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
29. carvalhos. Locais onde havia carvalhos e jardins eram usados comumente para adoração a ídolos. Bíblia de Andrews.
30. … Que não tem água. Sem água nenhum jardim pode florescer. O Senhor é fonte de vida (Sl 36:9), e os que O abandonam, deixam o manancial de águas vivas (Jr 2:13)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
31. Estopa. A estopa, parte inferior do linho ou da juta, quando pronto para tecer, é altamente inflamável. Os que se consideram fortes serão consumidos no fogo inextinguível que devorará o ímpio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
E a sua obra. Tanto o ímpio como suas obras perecerão no fogo consumidor dos últimos dias (2Pe 3:7, 10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.
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“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (v.18).
A partir de hoje, iniciamos uma jornada pelos livros dos profetas antigos, a começar pelo livro do profeta Isaías. Em quatro dinastias do reino de Judá, Isaías foi a principal voz profética, através de duras repreensões, apelos comoventes e um ministério desafiador. O significado do seu nome, “O Senhor salva”, indica a finalidade de seu ministério profético. Escolhido para declarar as palavras de Deus em tempos de grande decadência espiritual, veremos que o chamado de Isaías e seus escritos compõem um todo harmônico que inicia com uma repreensão aos que praticam uma falsa religião (v.4) e termina com o juízo que os aguarda (Is.66:4); que também inicia com um convite aos que se arrependem (v.18) e termina com a recompensa eterna aos fiéis (Is.66:22).
Há uma glória que envolve este livro em seus 66 capítulos. É uma mensagem que em todo o tempo aponta para a redenção. É uma verdade dita com a autoridade que faz tremer a frágil estrutura humana, revelando a nossa necessidade de estarmos firmados sobre alicerce inabalável da Palavra de Deus (Mt.7:24). É uma clara e severa repreensão que indica uma grave condição enferma do povo de Deus e o teor hipócrita de uma adoração baseada em rituais e cerimônias. É a voz do Senhor a todos: “Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o Senhor é quem fala” (v.2). Mais do que uma profecia dada por um profeta ao antigo Judá, este livro é a voz de Deus em uma mensagem contemporânea.
Como Laodiceia, os filhos de Judá estavam mergulhados nas águas mornas de uma religião de aparências. Frequentavam o templo, ofereciam sacrifícios, observavam as festas e os sábados, faziam orações, mas estavam completamente destituídos de poder. Enquanto ostentavam a posição de povo eleito de Deus, Deus rejeitava suas “ofertas vãs” (v.13), assim como as práticas religiosas vazias dos laodiceanos Lhe provocam náuseas (Ap.3:16). Comparada a Sodoma e Gomorra, a nação judaica permaneceria em seu estado de inércia e de torpor se o Senhor não tivesse Se manifestado por intermédio de Seus servos, os profetas. Veremos no capítulo seis deste livro que Isaías não foi escolhido por capacitação, mas pela humildade de quem se entregou a serviço de Deus.
O convite da graça é estendido a nós, hoje, com a mesma força e providência que foi oferecido a Judá. A purificação é um processo que acontece de dentro para fora. Ela acontece no coração e se manifesta nas atitudes. O povo precisava se humilhar diante de Deus, para então andar em retidão diante dos homens. As obras do bem descritas neste capítulo (v.17) também apontam para as obras mencionadas por Jesus Se referindo aos salvos em Sua segunda vinda: “Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e Me visitastes; preso, e fostes ver-Me” (Mt.25:35-36).
Amados, através do estudo deste precioso livro descobriremos os tesouros do Céu que Deus deseja nos dar. Eu creio que estamos vivendo o sublime privilégio de fazer parte da última geração deste mundo de pecado. Não demora, e o nosso Salvador virá! Examinemos este livro como se disso dependesse o nosso destino eterno. Enquanto muitos se digladiam e declaram estar com a razão, busquemos nas Escrituras o único conhecimento que nos oferece a única razão de nossa existência: a nossa eterna redenção (v.27). Enquanto a maioria insiste em oferecer sacrifícios imprestáveis (v.11), que o Espírito Santo nos ensine a oferecer a Deus o que Ele deseja: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Você aceita ser reavivado e reformado pelo Espírito Santo? Então permita que Ele fale aos seus ouvidos nestes 66 dias.
Santo Deus, não somos dignos de estar em Tua presença, mas, por Tua graça, clamamos que nos purifique de nossos pecados e nos ajude a ouvir a voz do Teu Espírito através desta porção tão especial da Tua Palavra. Promove em nossa vida um genuíno reavivamento e reforma e enche-nos do Teu poder. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “os que se arrependem” (v.27)!
Rosana Garcia Barros
#Isaías01 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 1 – O gracioso e imensurável Deus amoroso Se apresenta para convidar-nos a uma reflexão profunda. Ele tem filhos revoltados/rebeldes!
Isaías inicia seu livro com uma poderosa mensagem que destaca o amor divino e, ao mesmo tempo, faz uma advertência contundente aos religiosos hipócritas. Inspirado pelo Espírito Santo, o profeta comunica a penetrante palavra revelada, abordando a condição do povo da aliança, que estava engajado em práticas religiosas superficiais e vazias.
Isaías 1 demonstra que, apesar de sistemáticas práticas religiosas, o coração pode estar bem longe da verdadeira devoção – moribundo espiritualmente (Isaías 1:1-9). O profeta usa metáforas fortes, comparando certos religiosos a animais desprovidos de discernimento, sem maturidade e desenvolvimento espirituais.
Assim fazendo, meras práticas religiosas tornam-se meros rituais vazios. Até mesmo as mais acertadas ações e práticas eclesiásticas, sem um coração verdadeiramente voltado para Deus, não passam de mera religiosidade banal – É a banalização da religião, e Deus a trata com rejeição (Isaías 1:10-15).
Contudo, a graça não rejeita o povo, por isso Deus convida a quem quiser a purificar-se, a buscar a retidão e a justiça; a experimentar a transformação, atender as causas dos injustiçados e ajudar os oprimidos. O amor indescritível de Deus não abandona Seu povo em sua rebelião, por isso o chama à conversão. Há um poderoso apelo em Isaías 1 para uma mudança genuína de coração, uma prática correta da justiça e uma atitude de compaixão pelos seres humanos (Isaías 1:16-18).
O profeta também destaca que, embora o amor de Deus seja abundante, há consequências para a escolha contínua da rebeldia (Isaías 1:19-31). O julgamento divino paira como uma advertência, mas a promessa de restauração permanece disponível para quem decidir voltar-se sinceramente para Deus.
• Esta mensagem continua relevante para todas as épocas; ela lembra-nos atualmente do amor redentor de Deus e da importância de uma devoção verdadeira e de uma espiritualidade autêntica (Isaías 1:26-27).
• Assim como antigamente, os cristãos do tempo do fim precisam saber que Deus deseja uma devoção sincera e um relacionamento profundo da parte de Seu povo.
• O período de Laodiceia do qual fazemos parte, também recebe um forte chamado para uma paixão espiritual renovada (Apocalipse 3:14-22).
Deus anseia nossa restauração, por isso chama-nos com profundo amor e compaixão! Como responderemos: Com rebelião ou submissão? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: CANTARES 8 – Primeiro leia a Bíblia
CANTARES 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ct/8
O Cântico dos Cânticos nos apresenta um retrato poderoso da maravilhosa relação matrimonial que Deus deseja que todos os casais casados desfrutem: um verdadeiro retorno ao paraíso!
Tal relação de amor pode parecer impossível levando em conta toda a nossa bagagem pecaminosa. Então um casamento conforme descrito em Cantares é apenas um sonho? O auge de Cantares, 8:6, nos dá a resposta. Sob inspiração, a Sulamita diz que o amor descrito em Cantares é nada menos que “fogo ardente, … labaredas do SENHOR [Yahweh]” (NVI).
Podemos, eventualmente, optar por rejeitar tal amor, como Salomão fez em seus últimos anos. Mas, se estivermos dispostos, Deus continuamente encherá nossos corações e nossos lares com um amor que “nem muitas águas conseguem apagar” (v. 7 NVI)!
O amor humano santificado tipifica o divino. A relação conjugal entre marido e mulher em Cantares é, portanto, um tipo da relação de amor entre Deus e o
Seu povo. Podemos, então, ler o Cântico dos Cânticos e ver não só um retrato de Salomão e da Sulamita, mas de Jesus Cristo, o grande Salomão, e seu relacionamento com sua noiva, a Igreja.
Ao contemplar o íntimo, permanente e exclusivo relacionamento de amor descrito em Cantares, pode-se ter um vislumbre do santo amor divino que Jesus quer compartilhar conosco.
O Cântico dos Cânticos é a suprema declaração bíblica acerca da teologia do amor e do casamento. Nós realmente alcançamos o Santo dos Santos, e nos tornamos inflamados com a Chama do Senhor!
Richard M. Davidson
Professor de Interpretação do Antigo Testamento
Seminário Teológico da Andrews University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/sng/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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1 Como meu irmāo. A palavra chave aqui é “como”. Naturalmente, ela desejava que seu amado seja realmente seu irmão, mas somente que ela tivesse a liberdade de beijá-lo em público e ir na companhia dele a qualquer lugar, sem atrair comentários. Bíblia de Genebra.
No antigo Oriente Próximo era impróprio mostrar afeição pública exceto entre membros da família. A moça desejava poder mostrar livremente sua afeição a quem amava, mesmo em público. Life Application Study Bible Kingsway.
A noiva parece recordar do tempo anterior à remoção dos obstáculos de sua união. Como nāo podia se declarar a ele como uma mulher apaixonada, ela desejava que seu relacionamento fosse como de irmão e irmā. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1271.
Desprezariam. Isto é, a família e os amigos dela nāo a reprovariam. CBASD, vol. 3, p. 1271.
2 E tu me ensinarias. A esposa percebe a diferença entre o esposo nobre e ela. … Destarte, pois, está disposta a se deixar ensinar. [Ap] A Igreja recebe o ensino, e todas as instruções de Cristo mediante as Escrituras, que são Sua Palavra. Biblia Shedd.
3 Este versículo é idêntico a 2.6. Em ambos os casos, a jovem está sonhando estar nos braços de seu amado. Bíblia de Genebra.
4 Ocorrendo aqui pela terceira vez, o refrão aponta para a consumação que ainda ocorrerá (2.7; 3.5). Bíblia de Genebra.
5-14 A sulamita reflete em seu relacionamento de amor com Salomão desde o início até o presente. Suas frases de sabedoria, as quais declaram que o amor se origina do Senhor (ver nota sobre 8:6), revelam sua crença no Deus verdadeiro. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Quem é esta que sobe do deserto? Essa frase é uma repetição exata de 3.6, onde introduz a seção de casamento no sonho da jovem (3.6-11 …). Agora, o sonho cedeu à realidade. O par feliz, casado finalmente, não tem mais de ocultar seu relacionamento, mas pode andar em público de braços dados (contrastar com o v. 1 …). Bíblia de Genebra.
encostada ao seu amado. Esta declaração simples capta uma pose íntima e típica de um homem e sua mulher. Bíblia de Genebra.
Debaixo da macieira de despertei. Salomāo sugere que eles devem voltar ao local onde ele conquistou o amor de sua noiva. CBASD, vol. 3, p. 1271.
te despertei. Ou seja, “comecei a cortejar-te”. … a passagem indica que a consumação foi realizada, e os amados relembram como tudo começou. Bíblia de Genebra.
Tua māe. Eles retornaram à casa em que a noiva nasceu. CBASD, vol. 3, p. 1271.
6, 7 o amor… a sepultura. Suas brasas… labaredas. Nem muitas águas conseguem… levá-lo. Essas três declarações sapienciais… caracterizam o amor conjugal como a força mais poderosa, irresistível e invencível da experiência humana. Com essas declarações, o Cântico atinge o ápice literário e revela seu propósito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Uma série de artifícios literários converge para marcar este versículo como o ponto alto de Cântico dos Cânticos. Aqui encontramos a descrição mais plena do assunto supremo do livro: o amor. Bíblia de Estudo Andrews.
selo. O “selo”é um sinete feito de metal ou de pedra e usado em um colar sobre o coração ou como um laço no braço (Gn 38.18). Bíblia de Genebra.
Põe-me como selo. No hebraico, … fica evidente que é a noiva quem fala. A palavra hebraica para “selo”, chotham, significa sinete (ver Êxodo 28:11, 21; Jó 38:14; 41:15; Jr 22:24). Algumas vezes, os hebreus usavam o sinete pendurado sobre o peito. A noiva de Salomāo desejava que seu esposo a visse como um sinete. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Cf Jr 22.24, o selo sobre o braço é uma declaração quase que indissolúvel de um acordo. Biblia Shedd.
forte como a morte. O amor é tão forte quanto a mais poderosa e negativa experiência humana. Bíblia de Genebra.
duro como a sepultura, o ciúme. Também, “amor intenso, inexorável”. Assim como a sepultura não abre mão de seus mortos, o amor intenso nunca desiste dos amados. Biblia de Estudo Andrews.
Trata-se do amor-paixão, sentimento nobre e exigente: Deus é Deus “ciumento”(Ex 20,5; 34,14; 1Rs 19,10, etc. Biblia de Jerusalém.
Em paralelo com o “amor”, aqui, o “ciúme” é um zelo positivo, semelhante ao ciúme de Deus (Êx 20.5; Jo 2.17). Tal como o amor de Deus, o amor aqui celebrado não tolera rivais. Bíblia de Genebra.
veementes labaredas. A melhor tradução literal seria “uma chama de Yah“, isto é, “do SENHOR”. Esta expressão, reservada para o clímax temático de todo o livro, revela que Yahweh é a fonte de todo amor humano, proporcionando, dessa forma, a base para a interpretação tipológica do Cântico dos Cânticos. Biblia de Estudo Andrews.
O uso desta expressão [“brasas de fogo”/”chama de Jah“] confirma que há uma comparação implícita com o amor divino. Bíblia de Genebra.
7 Nāo poderiam apagar o amor. O Cântico não definira ainda o amor. A amada o faz aqui nos termos mais belos e fortes, falando do seu poder invencível, … do seu valor sem igual. Compreende-se que este poema tenha sido colocado como uma coroa no fim da coleção. O que segue é adicional. Biblia de Jerusalém.
Se alguém oferecesse… desprezado. Uma quarta declaração sapiencial… que declara o valor incomparável do amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O amor puro é de tal natureza que nada pode destruí-lo. Não pode ser comprado. A proposta mais alta seria totalmente desprezada. Esta passagem, que fala da regularidade, durabilidade e invencibilidade do poder do amor não possui paralelo na literatura devido à força da expressão. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Aceite o amor de seu cônjuge como um presente de Deus e lute por fazer de seu amor um reflexo do perfeito amor que vem do próprio Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
8-14 Nos últimos versos do Cântico, as palavras dos irmãos (v. 8, 9), a referência da amada à sua vinha (v. 12) e a referência final a Salomão (v. 11, 12) fazem supor um retorno ao início do Cântico (v. 1.2-7). Os versos talvez relembrem o crescimento da amada até atingir a idade do amor e do casamento e o desabrochar do relacionamento com o amado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Irmāzinha. No antigo Oriente Médio, os irmãos eram muitas vezes guardiães de suas irmãs, sobretudo nas questões relacionadas ao casamento (v. Gn 24.50-60; 34.13-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
em que for pedida. Ou seja, pedida como noiva. Bíblia de Genebra.
no dia em que for pedida em casamento. O casamento era muitas vezes contratado já na juventude. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os irmãos se preocupam com o momento em que casarão sua irmãzinha; esta replica que já é grande o bastante para guardar a si mesma. Biblia de Jerusalém.
Esta declaração parece ter sido feita pelos irmãos da Sulamita, ao recordar a infância dela. É possível que estivessem preocupados quanto à maneira de tratar sua irmãzinha quando fosse feita uma oferta de casamento a ela. CBASD, vol. 3, p. 1271.
9 Esse versículo imaginativo provavelmente expressa a resolução dos irmãos de defender a irmã mais jovem (a amada) até chegar o tempo oportuno para o amor e o casamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9, 10 muro … porta. Muro não quebrado, virgem. Biblia Shedd.
Simbolizam os dois caminhos que ela poderia escolher quando jovem: ser pura e inacessível (um muro) ou ser promíscua e “disponível” (uma porta). A sulamita deixa claro que foi moralmente pura, inconquistável aos avanços de qualquer um, exceto seu marido. Biblia de Estudo Andrews.
A garota está refletindo a respeito dos dias quando era bem jovem e sob o cuidado de seus irmãos, que se pensavam em como ajudá-la a se preparar para o casamento. Eles decidiram que se ela fosse um muro, permanecendo firme contra as tentações sexuais, eles a louvariam. Mas se ela fosse como uma porta, aberta à imoralidade, eles agiriam de modo a guardá-la de fazer algo tolo. Em 8:10 ela testifica que tinha sido persistente em sua moralidade e, portanto, havia encontrado favor aos olhos de Salomão. Life Application Study Bible Kingsway.
10 eu sou um muro, e os meus seios, como as suas torres. A jovem afirma a força de sua integridade moral, mas também a sua maturidade sexual (contrastar com o v. 8). Bíblia de Genebra.
fui tida por digna de confiança. Um completo bem-estar. No hebraico original temos aqui a palavra shalom. Por implicação, o Cântico dos Cânticos de Salomão aponta para o relacionamento do casamento como a situação em que a paz e a realização devem ser achadas. Bíblia de Genebra.
12 A vinha. A noiva renova seus votos para com seu esposo. Ela fala de si mesma como a proprietária de sua própria vinha, mas ela transfere esses direitos e privilégios a seu esposo. CBASD, vol. 3, p. 1271.
13 companheiros. Provavelmente, os convidados para a cerimônia do casamento. Bíblia de Genebra.
Faze-me, pois, também ouvi-la. Ao cair das cortinas, Salomāo pede para ouvir uma vez mais a voz de sua amada, talvez um refrão que ele a ouviu repetir no namoro. CBASD, vol. 3, p. 1272.
O noivo anela estar sozinho com a sua noiva. Bíblia de Genebra.
14. Vem depressa. A palavra hebraica neste versículo também pode significar “penetrar”. Dessa forma, Cântico dos Cânticos termina com uma provocante ambiguidade. O amor romântico e apaixonado de Salomão e da sulamita não perde a intensidade à medida que eles continuam a desfrutar juntos a vida de casados. Biblia de Estudo Andrews.
seja como uma gazela ou … um cervo novo. Demonstre suas forças e agilidade viris para o meu deleite. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Vem depressa, amado meu. O desejo é mútuo. Ela o convidou a vir com ela, usando de uma linguagem que fazia lembrar seus sonhos com o ato do amor (2.8-9; 4.6). Bíblia de Genebra.
Assim termina o poema, com dois versos curtos que compactam em si tudo que foi repetido várias vezes sob diferentes imagens: o namoro e o casamento de duas pessoas felizes. CBASD, vol. 3, p. 1271.
[Ap] Lembra-nos da ansiedade da Noiva à espera da vinda do Senhor no Apocalipse (22.17, 20). Biblia Shedd.