Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de novembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 4 – Este capítulo inicia com uma expressão profética “naquele dia”; equivale ao tempo anunciado de que as mulheres que esbanjavam sensualidade enfrentariam escassez de homens, devido ao julgamento que viria sobre Israel.

A ideia é que as mulheres dividiriam um homem sem pedir recursos financeiros, para não ficarem desprovidas de relações sexuais. O número 7 indica situação extrema (Isaías 4:1).

Apesar da independência financeira, elas reconhecem a necessidade de um relacionamento. Elas almejam ser chamadas pelo nome de um homem, indicando a importância do reconhecimento social e proteção. O desejo de ser chamada pelo nome de alguém (sobrenome) reflete uma busca por identidade e pertencimento.

• Em meio a julgamentos ou situações difíceis, as pessoas podem buscar soluções próprias para satisfazerem seus desejos; mas, afinal, precisam reconhecer que necessitam mesmo é da intervenção divina.
• Não temos habilidades suficientes para resolver nossos dilemas, nossas necessidades e carências. Contudo, toda tentativa de solução à parte de Deus não passa de paliativos que não resolvem de fato nossos problemas.
• Somente o “Renovo do Senhor” traz alegria, satisfação e solução para a culpa e vergonha da situação crítica “naquele dia” (Isaías 4:2).

Além do Renovo que representa o Messias trazendo renovação espiritual e restauração ao povo de Deus, Jesus é descrito como “uma nuvem de dia e um clarão de fogo de noite” (Isaías 4:5); essa imagem refere-se à presença divina que guiou o povo de Israel no deserto após o Êxodo, sugerindo a necessidade da presença constante e orientação divina em tempos difíceis, não paliativos humanos.

O julgamento divino visava a purificação dos pecados do povo de Deus na época de Isaías (Isaías 4:2-4). Isso deve levar-nos a refletir sobre a nossa busca por satisfação em meio às aflições e angústia de nosso coração diante das consequências dos nossos pecados. Nestas situações…

• Precisamos considerar a Deus, reconhecer nossa real necessidade de purificação e arrependimento.
• Precisamos do Renovo do Senhor renovando nossa vida!

No tempo escatológico [final dos tempos], a purificação do santuário aponta para a purificação do povo de Deus (Daniel 8:13-15). Nos eventos que antecedem a segunda vinda de Cristo, haverá tribulações e desafios (Apocalipse 7:1-17; 13:1-18); porém, temos a promessa de que Deus guiará e protegerá Seu povo (Isaías 4:6; Daniel 12:1). É disso que precisamos!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ISAÍAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 3 – BLOG MUNDIAL

ISAÍAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ISAÍAS 3 by Luís Uehara
26 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/3

Foi mostrado a Isaías o resultado da falta de confiança de Judá em Deus. As alianças com nações pagãs não conseguiram evitar as repetidas invasões que levaram cativos ou mataram muitos anciãos e príncipes (versos 2-3). Isso deixou o país sob o governo de homens jovens indisciplinados que tinham prazer em oprimir os pobres (versos 4-5). Em uma cena de tribunal, o Senhor levanta julgamento não somente contra estes homens que pecaram descaradamente (v. 9), mas também contra as suas mulheres degeneradas, as “filhas de Sião” (v. 16) – pessoas vãs, orgulhosamente vestidas e que andavam de cabeça empinada.

Quão importante é a disciplina da educação Cristã e do desenvolvimento do caráter? A serva de Deus para o tempo do fim diz: “Nenhuma verdade a Bíblia ensina mais claramente do que aquela segundo a qual o que fazemos é o resultado do que somos. Em grande medida, as experiências da vida são o fruto de nossos próprios pensamentos e ações” (Educação, p. 119).

Isaías praticamente pergunta aos homens e mulheres de hoje: Existem áreas em sua vida que estão levando você a desenvolver um caráter diferente do que Deus quer para você? (1 Ped. 3:3-4). Você confiará em Deus de todo coração?

Lloyd & Sheila Schomburg
Casal Pastoral
Associação de Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/3
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli



ISAÍAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2023, 0:50
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1700 palavras

1. De Jerusalém e de Judá. Esses nomes representam o professo povo de Deus, que, na época de Isaías, tinha se distanciado do Senhor; e, contudo, professavam, em vão, a religião. Atualmente no mundo prevalece uma situação similar, e, nestes últimos dias, o povo que adora a deus com os lábios, mas cujo coração está distante dEle, necessita da mesma mensagem. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3, p. 102.

O sustento e o apoio. O Senhor estava prestes a remover de Judá os dois principais elementos necessários à vida: o pão e a água… Sem dúvida, Isaías se refere à fome literal, mas o contexto parece aplicar as figuras da fome literal a uma escassez de líderes capazes. A nação sofreria com a falta de liderança assim como o corpo sofre com a falta de alimento…   CBASD, vol.3, p. 102.

2. O juiz; o profeta. Os v. 2 e 3 alistam os diferentes tipos de líderes que eram o apoio da nação… O Senhor não diz que iria removê-los de forma deliberada, apenas chama atenção para a lei da causa e do efeito. Ele permitiu que Israel escolhesse seus líderes, que governassem como o povo gostaria de ser governado.  CBASD, vol.3, p. 102– 103.

3. O respeitável… Este versículo prossegue com a lista de líderes hábeis que seriam tirados de Judá – oficiais do exército, funcionários civis, todas as pessoas necessárias para tornar uma nação forte e próspera. Esses homens foram levados a Babilônia por Nabucodonosor (ver 2Rs 24:14; cf. Jr 24:1; Dn 1:3, 4). CBASD, vol.3, p. 103

4. Dar-lhes-ei meninos. O manejo das questões nacionais estaria nas mãos  de pessoas com mente de meninos. Homens sem habilidade seriam escolhidos para governar a nação… “Meninos” – indivíduos caprichosos, sem clareza de pensamentos e de sabedoria para agir – tomariam as decisões e controlariam o destino da nação. Sob tais condições, a desintegração nacional seria rápida e certa. CBASD, vol.3, p. 103.

5. Oprimem uns aos outros. Nações com governantes sábios e capazes não sofrem com injustiça e opressão. Um esforço determinado da parte dos líderes de um país a fim de promover igualdade e justiça prevenirá abusos que resultem na ruína da civilização… Onde há injustiça, engano, violência e opressão, a nação vai abaixo, e o dia de acerto de contas certamente virá. Isso aconteceu em todas as eras. Ocorreu em Judá nos dias de Isaías e ocorre hoje. A corrupção prepara o caminho para o caos e a ruína. CBASD, vol.3, p. 103.

O menino se atreverá. Os jovens sem experiência rejeitariam o conselho dos mais velhos… CBASD, vol.3, p. 103.

6. Tu tens roupa. Tentativas seriam feitas de se confiar a liderança a homens ricos, ignorando o fato de que a posse de bens materiais não é evidência de habilidade para governar. CBASD, vol.3, p. 103.

7. Não sou médico. Esta é a resposta do irmão a quem se convoca a governar sobre a “ruína” (v.6)… Não é dele a tarefa de curar as feridas de outros. Se há uma obra de restauração a ser feita, que outro assuma a responsabilidade… CBASD, vol.3, p. 103.

8. Jerusalém está arruinada. Na época das invasões de Senaqueribe (…), o reino de Judá tinha sido em grande parte reduzido a ruínas. O rei Ezequias for forçado a pagar um elevado tributo imposto pelo rei assírio (…). Embora Senaqueribe não tenha conseguido invadir Jerusalém, o restante da nação estava em suas mãos. CBASD, vol.3, p. 103.

A sua língua e as suas obras. Isaías apresenta o motivo da humilhação que Israel tinha sofrido e a completa ruína que se seguiria: o povo tinha abandonado ao Senhor, e, como resultado, Ele não mais podia abençoá-lo e protegê-lo. CBASD, vol.3, p. 103.

9. O aspecto do seu rosto… isto é sua parcialidade (ver At 10:34). Esses ímpios não distinguiam entre o certo e o errado; faziam o que queriam… CBASD, vol.3, p. 103-104.

Como Sodoma, publicam o seu pecado. Os homens de Sodoma pecaram abertamente. A cidade era famosa por sua impiedade, e o povo se deleitava com sua reputação de fazer o mal. Não pretendiam fazer o bem e publicamente se jactavam da maldade. Esse tipo de pecadores estava em franca rebelião contra Deus e não se esforçava para esconder o fato… CBASD, vol.3, p. 104.

10. Dizei aos justos. O que se planta se colhe. Os justos plantam boa semente, o que produzirá boa colheita. A grande lição que o ser humano precisa aprender é que tudo aquilo que se planta se colhe… CBASD, vol.3, p. 104.

11. Ai do perverso! Este não é um decreto arbitrário da parte de Deus, mas a declaração de um fato fundamental. Nada no mundo é mais certo do que o fato de que plantar o mal produz o mal… Não há maior patriota ou cidadão de mais valor do que o pregador da retidão. Do início até o fim, Isaías fez isso diante de seu povo, e, em certa medida, seus esforços tiveram sucesso. Sua pregação influenciou uma reforma, e assim a nação se livrou da tragédia que teria, mais cedo, arruinado o país. CBASD, vol.3, p. 104.

12. Os opressores do Meu povo são crianças… O significado é que os governantes da época eram crianças em seu critério e capacidade. Faltavam líderes experientes, no trono, no lar e em toda parte. CBASD, vol.3, p. 104.

Mulheres estão à testa do seu governo… Embora as palavras “crianças” e “mulheres” não devam ser consideradas de forma literal, a influência da arrogantes e dissolutas “filhas de Sião” descritas nos v, 16 a 24 deve ter impactado de forma indireta os assuntos do estado. Em vez de ajudar seus maridos, essas mulheres foram um estorvo, e, em vez de ensinarem aos seus filhos  os caminhos da retidão, os conduziram nos caminhos do mal. CBASD, vol.3, p. 105.

Os que te guiam… O mundo atual está sob más influências que estão lenta, mas seguramente guiando os seres humanos pelos caminhos do mal, cujo fim é a destruição eterna. Assim como no tempo de Isaías, hoje se necessita de liderança capaz. CBASD, vol.3, p. 105.

14… Consumistes esta vinha. A vinha representa a nação de Israel (Is 5:7; ver 1:1, 8, 27; 2:1, 3; 3:1, 8, 16; 4:3, 4). Os líderes civis e religiosos eram os vigias da vinha. Em vez de cuidarem dela, a devoraram. Seu interesse estava em si mesmos em vez de no bem-estar do povo que governavam. CBASD, vol.3, p. 105.

O que roubastes do pobre. Os pobres eram defraudados pelos governantes, A razão para o empobrecimento do povo era a cobiça daqueles que ocupavam posições influentes e de poder. CBASD, vol.3, p. 105

15. Esmagais o meu povo. O povo de Israel era o povo de Deus. O pobre e desafortunado também era filho de Deus e tinha grande valor para o Céu, assim como os ricos… Oprimir o pobre é violar os princípios básicos do reino dos Céus. Deus não olhará com agrado os que se enriquecem à custa do pobre, e depois tentam aliviar a consciência dando ofertas ao Senhor desses ganhos adquiridos de forma imprópria. CBASD, vol.3, p. 105.

16. As filhas de Sião. Depois de ter descrito a situação dos príncipes e anciãos de Israel, Isaías se volta para suas esposas e filhas, que eram tão corrompidas quanto eles… CBASD, vol.3, p. 105.

Os ornamentos de seus pés. Em alguns países do Oriente pequenos sinos de prata eram atados aos tornozelos, os quais tilintavam quando a pessoa andava… CBASD, vol.3, p. 106.

17. Fará tinhosa a cabeça. As mulheres seriam acometidas de várias enfermidades e seriam vítimas de invasores brutais que as despiriam de suas vestes caras. CBASD, vol.3, p. 106.

18… Toucas. Do heb. shevisim, talvez “redes de cabelo”ou “faixas para cabeça”, de ouro ou prata usadas na cabeça de orelha a orelha. CBASD, vol.3, p. 106.

Ornamentos em forma de meia-lua. Do heb. saharonim, literalmente, “pequenas luas”, talvez pendentes em forma de lua crescente usados como colar… CBASD, vol.3, p. 106

19… Braceletes. Os braceletes eram, e ainda são, o enfeite preferido nos países do Oriente. Em sua maioria eram grandes e chamativos, e usavam-se muitos de uma vez so. CBASD, vol.3, p. 106

20… Cadeiazinhas para os passos… “braceletes”, provavelmente usados nas pernas, e talvez também nos braços… CBASD, vol.3, p. 106.

Amuletos… “amuletos”, que continham provavelmente palavras mágicas e eram usados para produzir um efeito mágico em quem os usasse, CBASD, vol.3, p. 106.

23. Espelhos. Do heb. gilyonim, da raiz galah, “descobrir”, “revelar”. Não se sabe ao certo se gilyonim se refere a “vestes transparentes”, como creem alguns que seguem a LXX, ou “espelhos”, como sugerem outros que seguem a Vulgata… CBASD, vol.3, p. 106.

24. Podridão. Ou, “cheiro de ranço”, Muitos que viviam no luxo seriam destituídos das riquezas terrenas e levados cativos a países estrangeiros. os assírios eram mestres cruéis. Senaqueribe afirma ter levado 200.150 do povo de Judá cativo para a Assíria, em 701a.C. Dentre os cativos, ele menciona em especial filhas da casa real, concubinas do rei e músicos, tanto homens como mulheres. Muitas das “filhas de Jerusalém” que exibiam seu luxo quando Isaías pronunciou a severa repreensão, sem dúvida, estavam entre as que, despojadas de seus enfeites, foram levadas para a Assíria em desgraça e vergonha. Em vez do perfume aromático do bálsamo havia podridão de miséria, pestilência e morte. CBASD, vol.3, p. 107.

Encrespadura de cabelos. Do heb. miqsheh, “penteado artificial”. Em vez de um cabelo bonito e bem adornado, se veria a cabeça raspada da escrava. CBASD, vol.3, p. 107.

Veste suntuosa. Do heb. pethigil, uma”veste” fina e trabalhada. Em vez dessa veste, haveria apenas cilício ou uma tira de pano de saco para cobrir os lombos. CBASD, vol.3, p. 107.

Marca de fogo em lugar de formosura… Tradutores e comentaristas modernos seguem a tradução da ARA, sugerindo que as mulheres de Jerusalém seriam marcadas como escravas (…) como o gado é marcado com ferro quente… CBASD, vol.3, p. 107.

25… Os teus valentes, na guerra. Senaqueribe menciona as tropas de elite de Ezequias caindo em suas mãos. Sem dúvida, muitos dos soldados mais valentes pereceram e muitos outros foram levados cativos à distante Assíria. CBASD, vol.3, p. 108.

26. As suas portas. Jerusalém é descrita como uma mulher sentada no chão, desolada e aflita, chorando amargamente sobre os terrores que lhe sobrevieram. A experiência do antigo Israel foi registrada “para o nosso ensino” (Rm 15:4), “para advertência nossa” (1C0 10:11), com o propósito de evitarmos cometer os mesmos erros (1Co 10:1-10) e, assim, podermos cumprir o propósito glorioso que Deus tem para o Seu povo  (ver Hb 3:7, 8, 12-15; 4:1-3, 11, 14, 15). CBASD, vol.3, p. 108.

Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.



Isaías 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de novembro de 2023, 0:45
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A cena de um julgamento é apresentada no capítulo de hoje. Diante da rebeldia e apostasia de Judá, o Senhor anunciou a Sua sentença contra os impenitentes. A escassez de alimento e de água e uma liderança fraca e despreparada seriam as primeiras consequências de sua conduta vil. Deus condenou a vida de excessos com que viviam os líderes de Seu povo enquanto oprimiam o povo e desprezavam os pobres (v.15). O luxo e a ostentação os levou a uma vida religiosa medíocre, e tanto os homens como as mulheres trocaram a beleza das virtudes divinas pela aparência do mal.

Estavam tão acostumados com o pecado, que não se importavam em torná-lo público, desafiando a gloriosa presença de Deus (v.8). Havia opressão entre o povo. Uma constante agitação com provocações e dissensões debilitava a nação, de forma que até as crianças perderam o respeito pelos mais velhos, e os que eram considerados desprezíveis eram atrevidos contra os mais nobres. Jerusalém se tornou na capital da desordem e do caos. Não fosse pela mão de Deus a intervir e pelos justos que ainda restavam ali (v.10), e a cidade poderia ter tido o mesmo fim de Sodoma e Gomorra.

“Oh! Povo Meu!” (v.12), é uma expressão que denota compaixão, mas também uma profunda tristeza. O Senhor estava profundamente triste com as atitudes daqueles que se chamavam pelo Seu nome. Aos anciãos e príncipes de Judá foi dito: “Que há convosco que esmagais o Meu povo e moeis a face dos pobres? — diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.15). Deus estava dizendo aos líderes: “O que há com vocês? Porque vocês praticam a iniquidade contra aqueles que deveriam estar cuidando?” Dois grupos estão bem destacados neste capítulo: os líderes e as mulheres.

Grande é a responsabilidade dos líderes espirituais diante de Deus e daqueles por quem Cristo morreu. Ninguém em sã consciência deveria assumir tal responsabilidade senão mediante humilde e constante entrega do coração a Deus. Um líder não consagrado se torna em uma pedra de tropeço que, a depender de seu nível de influência, pode levar milhares à perdição. Com palavras suaves e discursos agradáveis apela ao juízo dos ingênuos com a religião onde o amor é a “desculpa” para se pisar na lei que julga observar, ignorando que o Deus que é amor (1Jo.4:8) é O mesmo que estabeleceu a Sua Lei como o imutável fundamento de Seu amor e caráter.

Igualmente as mulheres possuem a sagrada e santa responsabilidade de serem as auxiliadoras do marido e educadoras dos filhos. Não foi sem razão que Salomão declarou: “A mulher sábia edifica a sua casa” (Pv.14:1). Uma mulher temente a Deus tem uma obra a desempenhar no lar que supera qualquer obra realizada na Terra. Quando bem compreendida a sua função e assumidos os deveres com a devida dedicação e consagração, a mulher recebe do alto as virtudes que a farão bem-sucedida no que fizer, ainda que não consiga ver os resultados como gostaria.

Amados, que de nós seja dito: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (v.10). Não fomos chamados para seguir pessoas, a não ser que estas revelem o caráter de Cristo. Também não fomos chamados para nos assemelharmos ao mundo. Mas fomos chamados para seguir os passos do nosso Salvador, olhando firmemente para Ele e pelo Espírito Santo sendo santificados através da Palavra. Para que, então, possamos dizer como Paulo: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co.11:1).

Senhor dos Exércitos, há um inimigo irado sabendo que pouco tempo lhe resta e que tem feito de tudo para nos destruir. Os líderes e as mulheres do Teu povo têm sido fortemente atacados com ideologias e teorias humanas que relativizam a Tua Palavra. Pai, livra-nos deste mal e ajuda-nos a vivermos a Tua vontade, ainda que mal compreendidos ou perseguidos. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Isaías03 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 3 – As pessoas têm costume de esconder sua podridão de alma atrás de coisas consideradas belas e importantes. O que não sabem é que a vaidade é um sinal forte de grande apostasia, abandono de Deus e de Seus princípios.

No início de Isaías 3, Deus revela a ruína e a miséria como consequência dos pecados abertos da parte de Seu amado povo: Falta de recursos vitais. Qual o problema para Deus permitir que Seu povo sofra desta forma?

• O povo abrigava especialistas em práticas religiosas que despertavam a ira divina; além da liderança, a sociedade como um todo estava apodrecendo espiritualmente, perceptível nas palavras, atitudes, ações e expressões faciais que confrontavam a Deus e a Seus princípios (Isaías 3:1-12, 15-16).
• O texto revela como os pecadores, que estão apodrecendo no pecado, intentam maquiar sua condição deplorável e horrorosa. As mulheres da sociedade escondem sua condição atrás da arrogância e do orgulho, seus enfeites podem até esconder suas imperfeições perante a sociedade, porém, não escondem de Deus a podridão da alma (Isaías 3:16-24).
• O juízo de Deus visa o arrependimento, a renúncia ao pecado, ao abandono da negligência espiritual de líderes religiosos, políticos e do povo como um todo. O Juiz Celestial almeja um reavivamento e uma reforma na vida. Seu propósito é restaurador, e em favor dos vulneráveis, frágeis e necessitados, que revelam o quanto carecem dEle e de Sua graça (Isaías 3:13-15).

Alguns intérpretes enxergam no texto que Deus seja contra os adornos das mulheres como pulseiras, testeiras, colares, pendentes, braceletes, correntinhas de tornozelos, talismãs, amuletos, anéis e enfeites de nariz. Se essa linha de raciocínio for seguida, o texto estaria dizendo que Deus também é contra enfeites no cabelo, cintos, roupas caras, capas, mantilhas, bolsas, espelhos, roupas de linho, tiaras, xales, perfumes e penteados (Isaías 3:18-24). Na verdade, a raiz do problema é outro: Vaidade baseada no orgulho que exclui Deus!

Esta vaidade se revela no luxo, e também nos títulos acadêmicos, na fama e também no poder (Isaías 3:2-6). Contudo, ela nunca será solução para a podridão do coração. Neste caso, o texto enfatiza que só Deus pode curar-nos e restaurar-nos.

Autoridade/poder e luxo/enfeites são meramente maquiagens que apenas aparentam prosperidade (Isaías 3:24-26). Portanto, reavivemo-nos espiritualmente! Consagremo-nos a Deus! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ISAÍAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 2 – BLOG MUNDIAL

ISAÍAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ISAÍAS 2 by Luís Uehara
25 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/2

O capítulo 2 começa com um momento no qual o propósito de Deus será cumprido. Haverá um tempo de reconciliação e adoração universal ao Deus Criador.

A frase “vontade de Deus” é usada de forma descuidada, com a consequente perda da nossa paz de espírito. Na nossa ignorância, culpamos Deus por coisas pelas quais apenas um terrorista deveria ser culpado.

Separei “a vontade de Deus” em três partes – intencional, circunstancial e última.

Quando Deus completou a criação da Terra, ela estava em plena harmonia com o Seu reino universal. Esta foi a Sua vontade intencional; que a humanidade não conhecesse o mal.

Quando a astuta serpente enganou Eva para que comesse o fruto proibido, Deus trabalhou com as circunstâncias e colocou em ação um plano para resgatar a humanidade.

A autora, artista, cantora e tetraplégica Joni Eareckson Tada afirma eloquentemente: “Já lutei com tanta dor em minha própria vida que é difícil ver as pessoas usarem as circunstâncias como motivo para acusar Deus, em vez de se aproximarem de Deus”.

Deus não permitirá que circunstâncias que derrotem Sua vontade última nos levem de volta para casa, para Ele (veja 1Co 10:13; 2Co 12:9, 10).

Jesus afirma: “Coragem, eu venci o mundo (Jo 16,33c), [não que Eu tenha explicado o mundo]”.

Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor de conferências, Selah, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2023, 0:50
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2127 palavras

2. Nos últimos dias. Do heb. ‘acharith hayyamim. ‘Acharith, ‘último”, em geral designa o final de qualquer período, seja curto ou longo… ‘Acharith é traduzido com frequência na LXX por eschatos, “último”, “final”… O uso bíblico de ‘acharith torna evidente torna evidente que o contexto deve, em cada caso, determinar quão distante  está esse “fim”. O contexto de “nos últimos dias” (Is 2:2) se refere à manifestação da “majestade de Deus” (v. 10), a “naquele dia” em que “o Senhor será exaltado (v. 11, 17), ao “Dia do Senhor”(v.12)… Portanto, os “últimos dias” de Isaías2:2 precedem imediatamente o estabelecimento do reino messiânico. Segundo claros princípios de interpretação (…), a era messiânica, no plano original de Deus para Israel, devia ter ocorrido como o clímax do período de restauração depois do cativeiro babilônico (…). No entanto, Israel fracassou cumprir as condições mediante as quais Deus poderia ter cumprido as muitas promessas de glória nacional e domínio universal para Israel; e, como resultado, a previsão de Isaías 2:1 a 4 nunca se cumpriu com o Israel literal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3, p. 91-92.

Acontecerá. Existem diferentes interpretações para a mensagem dos v. 2 a 4: (1) que se refere a um milênio, quando haverá paz na terra, quando os judeus serão restaurados a seu lar original e à sua antiga posição como povo escolhido de Deus, quando governarão a Terra e converterão o mundo; (2)que descreve um falso reavivamento religioso que se dará no final da história da terra, patrocinado pelo cristianismo apóstata e designado a converter o mundo (ver 1Ts 5:1-5; Ap 13:11-17; etc); (3) que descreve o plano original de Deus no qual o Israel literal devia se tornar Seu instrumento para salvação do mundo, mas que, devido ao fracasso e à rejeição de Israel, essa previsão será cumprida pelo povo escolhido de Deus no presente ao proclamar a mensagem do evangelho aos lugares mais remotos da terra… Há claros estudos quanto aos problemas de certas interpretações literais referentes ao retorno dos judeus para a Palestina e ao papel de Israel no plano divino (…). Deve-se notar que Miqueias 4:1 a 3 é praticamente idêntico a Isaías 2:2 a 4. Um estudo do contexto de Miqueias esclarece a passagem paralela de Isaías. Isaías e Miqueias foram contemporâneos por muitos anos. CBASD, vol.3, p. 92.

O monte da Casa do Senhor… dizer que “o monte da Casa do Senhor” seria exaltado ao “cimo dos montes” era equivalente a dizer que o Deus de Israel seria honrado acima das demais religiões e dos outros deuses… CBASD, vol.3, p. 92-93.

Para ele afluirão todos os povos. De acordo com o plano original de Deus para Israel como instrumento para a salvação do mundo, chegaria o tempo em que as nações da Terra reconheceriam a superioridade e a liderança de Israel como nação (…) Esse quadro glorioso do triunfo final da verdade nunca foi cumprido pelo Israel literal, mas será pelo Israel espiritual. Isaías 2: 1 a 5 torna-se dessa forma, um quadro do glorioso triunfo do evangelho por meio do instrumento escolhido de Deus em nossos dias, Sua igreja (…). CBASD, vol.3, p. 93.

3. Irão muitas nações e dirão… Esta promessa da reunião das nações para adorar o deus verdadeiro jamais se cumpriu com o Israel literal, devido a sua falha em cumprir as condições, mas se cumprirá, de forma espiritual, com o povo de Deus (…). CBASD, vol.3, p. 93-94.

Vinde, e subamos. Se Israel tivesse sido fiel a Deus, estas palavras teriam estado nos lábios dos gentios, quando homens de outras nações reconhecessem as vantagens de se honrar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.

Deus de Jacó… O fato de os gentios não dizerem simplesmente “subamos a Jerusalém”, e sim, “subamos ao monte do SENHOR, e à casa do Deus de Jacó”, indica verdadeira compreensão de que a grandeza de Israel se deveria à cooperação do povo com o plano divino e à escolha  de adorar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.

Sião. Referência a Jerusalém  ou ao povo de Deus. Inicialmente, aludia à parte mais antiga de Jerusalém, “a cidade de Davi”. … Em 51:16 designa os israelitas.. No cap. 2, Sião é um lugar onde se ensina a lei. É também o local em que se assenta o Juiz universal. Bíblia de Andrews.

De Sião sairá. Jerusalém devia ter permanecido de pé “no orgulho de sua prosperidade, rainha de reinos”para ser : estabelecida como a poderosa metrópole da Terra” (…). O templo (…), bem como a cidade, “teria permanecido para sempre” (…). As nações da Terra teriam honrado os judeus, e os reconhecido como depositários e expositores da lei divina a toda humanidade (Dt 4:7, 8; Rm 3:1, 2). Os princípios revelados por meio de Israel deviam ter sido “o meio de restaurarão homem a imagem moral de Deus”(…). E, “na medida em que o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que  seu reino abarcasse o mundo”(…) . CBASD, vol.3, p. 94.

4. Ele julgará. Nem todas as nações da Terra estariam dispostas a obedecer à “palavra do SENHOR, de Jerusalém”(v. 3). Aqueles que se recusassem a se submeter à autoridade de Deus, exercida por meio dos judeus como povo escolhido, se uniriam para conseguir por força das armas o que não estariam dispostos a obter harmonizando o caráter com a lei  de Deus (Jr 25:32; Ex 38:8-12; Jl 3:1, 12; Zc 12: 2-9; 14:2). Ao alcançarem e sitiarem Jerusalém, eles descobririam para seu espanto que estavam entrando em  conflito com o Deus dos céus (Jr 25: 31-33) e que Ele os julgaria (Jl 3:9-17) e os destruiria ali (Is 34:1-8; 60:12; 63:1-6; 66:15-18). Quando os gentios se reunissem nas proximidades do vale de Josafá (Jl 3:3, 12), localizado bem ao leste de Jerusalém, Deus se assentaria “para julgar todas as nações em redor” (Jl 3:12). A palavra Yehoshafat, “Josafá’, literalmente, significa “Yahweh julgará”. CBASD, vol.3, p. 94.

Corrigirá muitas nações. Contra Jerusalém “se juntarão todas as nações da terra” (Zc 12:3), mas Deus “protegerá os habitantes de Jerusalém” (Zc 12:8) e destruirá “todas as nações que vierem contra  Jerusalém”(Zc 12:9). Esses eventos nunca se cumpriram com o Israel literal, devido ao fracasso da nação em cumprir a missão que lhe fora designada. Contudo, como afirma João (Ap 20: 7-15), essa profecia se cumprira1 quando, no fim do milênio, Satanás seduzir “as nações […] da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja” (v. 8) e sitiar “o acampamento dos santos” (v. 9). Então, os ímpios estarão diante de Deus e serão “julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livro” (v. 11, 12), “julgados, um por um, segundo as suas obras”(v. 13). As nações da Terra saberão  que o senhor é Deus (Ez 38:23; ver Zc 12:4; Ap 19:19-21). CBASD, vol.3, p. 95.

Nem aprenderão mais a guerra. Comparar com Os 2:18 e Sl 46:9. Os que acreditam que um retorno literal dos judeus à Palestina anuncia sua restauração à aliança dos tempos do AT interpretam saías 2:1 a 4 e a passagem paralela de Miqueias (4:1-3) como uma previsão de mil anos de paz, quando os judeus governarão  a terra e a converterão a Deus. É evidente que essa interpretação não tem base bíblica (…) Deus deixou claro que nos últimos dias haverá um falso reavivamento religioso. Mas, ao se estudarem as evidências, conclui-se que Isaías não se refere a tal reavivamento. cristo predisse que as mensagem dos ministros do falso reavivamento religioso seriam de natureza tal que , se possível, enganariam os próprios eleitos (Mt 24:23-27). “Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas (GC, 593). Quando chegar a hora, somente o amor genuíno à verdade e uma atenção diligente às instruções contidas na Bíblia e no Espírito de Profecia poderão proteger dos enganos do inimigo, dos espíritos sedutores e das doutrinas de demônios (Os 4:6; 2Ts 2:9-12; …). CBASD, vol.3, p. 95-96.

5Andemos… A obediência ao dever é a única evidência válida de que se aceitou com sinceridade a oferta divina de misericórdia. De fato, a fé não acompanhada de obras de obediência é declarada como “morta” (Tg 2:26). Diz-se que  os que ouvem a palavra do Senhor, mas negligenciam cumpri-la são como quem constrói a casa sobre a areia (Mt 7:26, 27). CBASD, vol.3, p. 97.

Luz do Senhor. Isto é, a luz da verdade que o Senhor enviou por meio de Seus profetas… CBASD, vol.3, p. 97.

6. Desamparaste o Teu povo. Em vez de perceber o glorioso destino que Deus planejara, eles praticamente se apostataram. Os judeus já não eram verdadeiros, fiéis e obedientes ao Senhor. Estavam abandonados e deixados de lado por causa de suas grandes iniquidades. Deus não estava com eles, porque se voltaram para o pecado… CBASD, vol.3, p. 98.

Corrupção do Oriente. Babilônia ficava ao oriente da Palestina, famosa por seus astrólogos, agoureiros e feiticeiros (Dn 2;2′, 27; 4:7, 11). Por abandonar o Senhor e seguir a religião falsa do Oriente, Israel perdeu o favor divino. CBASD, vol.3, p. 98.

Alude a adivinhos como os filisteus e à adoração a ídolos (Is 2.8) dos rituais mesopotâmicos (44:25; 47:8-11). Em consequência, o juízo de Deus cairia sobre o povo para tirar dele o falso apoio às práticas estrangeiras de culto. Além disso, a queda de Judá e Jerusalém é atribuída ao fato  de que seu discurso e seus atos são contrários ao Senhor (3:8). A acusação à liderança se baseia na injustiça social; em especial, no fato de se aproveitarem dos pobres (3:13-15). Bíblia de Andrews.

Como os filisteus… Como os babilônios, os filisteus tinham seus sacerdotes e ocultistas e seus adivinhos (1Sm 6:2), e o professo povo de Deus estava seguindo seu exemplo. Em vez de ir a Deus em busca de luz, eles procuravam os líderes, associados ao príncipe das trevas.CBASD, vol.3, p. 98.

E se associam com os filhos dos estranhos… Israel tinha se associado aos estrangeiros, “dando-se as mãos”no sentido de entrar em acordo com eles e compartilhar causas comuns. Israel não era mais um povo separado e peculiar. Eram um com o mundo ao seu redor quanto a política, comércio, religião e iniquidade (comparar com 2Co 6:14). CBASD, vol.3, p. 98.

7. De prata e de ouro. Judá tinha se familiarizado com o comércio, e seu principal interesse era o lucro material. A nação possuía abundância de prata e ouro, mas carecia de justiça e fé… Com a prosperidade, houve luxo e declínio moral… CBASD, vol.3, p. 98.

Cavalos… Na época do AT, cavalos eram usados principalmente na guerra. A multiplicação de cavalos e carros faria com que o povo deixasse de confiar em Deus para confiar em coisas materiais… CBASD, vol.3, p. 98.

8. Está cheia a sua terra de ídolos. O reinado de Acaz foi caracterizado por grande declínio moral, em que rei e povo abandonaram o verdadeiro Deus e passaram a adorar ídolos. Faziam-se imagens a Baal (…), sacrifícios humanos eram oferecidos aos deuses pagãos, altares eram erigidos em toda a Jerusalém, lugares altos para queimar incenso a ídolos eram dedicados em toda a terra, e um altar pagão foi erigido no átrio do templo, onde ficava o altar de bronze de Salomão (2Rs 16:10-14; 2Cr28:2-4, 23-25). CBASD, vol.3, p. 98-99.

12. O Dia do SENHOR. “O Dia do SENHOR” é o dia da ira de Deus sobre nações individualmente e sobre o mundo. Quando uma nação se torna tão ímpia, de modo que seu destino é selado e o juízo final pronunciado contra ela pelo Senhor, esse é “o Dia do Senhor” para esse povo particular… CBASD, vol.3, p. 99.

No contexto do cap. 2, vários temas são entrelaçados para explicar o sentido da expressão “o dia do SENHOR”. Trata-se de um dia de juízo contra a idolatria, o espiritualismo e o orgulho. No NT, as expressões “Dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6) e “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”, como em 2Ts 2:1-10, capturam a essência da vitória divina sobre os inimigos e a salvação do povo de Deus. Bíblia de Andrews.

Soberbo e altivo… Isaías viu o professo povo de Deus se jactar e se gloriar de suas próprias conquistas. Também o viu humilhado no pó diante do Criador no grande dia do juízo. CBASD, vol.3, p. 99.

14. Os montes altos. Com frequência montes representam reinos na Bíblia. Assim como a ira de Deus cairá sobre o soberbo e altivo no grande Dia do Senhor, também cairá sobre as nações orgulhosas… CBASD, vol.3, p. 100.

16. Os navios de Társis. Grandes navios transportavam metais no Mediterrâneo e o Mar Vermelho, para comercializá-los em terras distantes (ver 1Rs 10:22; 22;48; 2Cr 20:36). O juízo dos céus cairia sobre todas essas empresas comerciais, motivadas pelo egoísmo e pela cobiça. CBASD, vol.3, p. 100.

20… Ídolos de prata… Estes não são necessariamente ídolos literais, mas podem ser tesouros de ouro e prata. Eles se provam inúteis e incapazes de salvar, e são rejeitados como vãos. CBASD, vol.3, p. 100.

22. Afastai-vos, pois, do homem… Vez após vez, Deus advertiu Israel a não depositar sua confiança na força humana, fosse a deles mesmos ou de nações vizinhas como Egito e Assíria, mas sim a ter confiança no que Ele faria por eles, se fossem fiéis… CBASD, vol.3, p. 101.

Cujo fôlego. Estas palavras enfatizam a fragilidade da vida humana (ver Gn 2:7; 7:22; Sl 146:3, 4). Deus deu ao ser humano fôlego e vida, e quando o fôlego falta, a vida cessa… CBASD, vol.3, p. 100.

Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.



Isaías 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de novembro de 2023, 0:45
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A visão de Isaías a respeito dos “últimos dias” (v.2), destaca a missão do Israel espiritual de Deus como hospedeiro de “todos os povos” (v.2). Como na parábola do bom samaritano, o Senhor tem um povo peculiar pronto para receber “muitas nações” (v.4) e ensiná-las a andar “pelas Suas veredas” (v.3), sob o firme alicerce de Sua Palavra. Antes que venha o juízo, Deus acrescentará ao Seu povo todos aqueles que, de coração, trocarão os instrumentos deste mundo pelos instrumentos divinos (v.4). A Bíblia será examinada com seriedade e humildade, e seu teor considerado como fonte suprema da vontade de Deus. Os mandamentos do Senhor estarão no coração de um só povo que, à semelhança dos três amigos de Daniel, permanecerão fiéis ainda que em face da fornalha da aflição.

A obra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote está prestes a ser concluída. E a Sua grande luta tem sido para que o Seu povo não O adore apenas com os lábios, porque para estes, no “Dia do Senhor dos Exércitos” (v.12), com o coração partido, terá que dizer: “Nunca vos conheci!” Precisamos buscar o conhecimento de Jesus com o coração de uma criança, rápido para amar, rápido para perdoar e totalmente dependente. O conhecimento da Palavra de Deus vai muito além de teoria, é muito mais que teologia, é conhecer e obedecer a voz que sai da boca de Deus.

Não há lugar para o “assim diz o Senhor” no coração orgulhoso. “A arrogância do homem” (v.17) cria um bloqueio para as verdades das Escrituras e sua mente torna-se privada de receber o “pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (2Pe.1:2). As verdades de Deus são negligenciadas e o engano, facilmente admitido, como declara Ellen White: “Satanás bem sabe que todos quantos ele pode levar a negligenciar a oração e o exame das Escrituras, serão vencidos por seus ataques” (CPB – O Grande Conflito, p.524).

Está chegando o dia em que “os ídolos serão de todo destruídos” (v.18), inclusive as pessoas que fizeram de si mesmas objetos de culto, porque “só o Senhor será exaltado naquele dia” (v.11 e 17). A altivez e a arrogância levarão muitos a receber o mesmo castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Precisamos urgentemente nos aproximar cada vez mais de Jesus e de Sua Palavra (v.3), que como uma bússola nos guiará ao polo celestial, e, ao mesmo tempo, devemos nos afastar “do homem cujo fôlego está no seu nariz” (v.22), pois, “quando os cristãos escolhem a sociedade dos ímpios e incrédulos”, diz a irmã White, “expõem-se à tentação […] Não podem ver que tal companhia é calculada a fazer-lhes mal” (CPB – O Grande Conflito, p.512). Assim, vão se tornando mais parecidos com o mundo e mais dessemelhantes de Cristo.

Quando Deus “Se levantar para espantar a Terra”, haverá grande terror entre os ímpios, que “se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra” (v.19), como também foi revelado ao profeta João: “se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes” (Ap.6:15). O Senhor nos convida, hoje, a andar em Sua luz (v.5), a despir-nos de nossas vontades e gostos, a provar e ver que Ele é bom (Sl.34:8) e a experimentar da maravilhosa graça que ainda está à nossa disposição. Então, faremos parte do Israel de Deus dos últimos dias que, como um agente influenciador, conduzirá muitos à justiça (Dn.12:3).

Senhor, nosso Deus, enche-nos do Teu Espírito a fim de que tenhamos a mente de Cristo e a disposição de uma criança, completamente dependentes de Ti. Só assim, estaremos capacitados para a Tua última grande obra. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, Israel espiritual de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Isaías02 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100