Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de novembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 6 – Sendo este texto bem conhecido, intentarei destacar alguns pontos que, creio eu, são menos explorados. Antes, porém, colocarei a divisão do capítulo sugerida por Siegfried Schwantes:

1. Visão da glória e da santidade divinas (Isaías 6:1-4).
2. Compenetração e confissão de pecados (Isaías 6:5).
3. Purificação (Isaías 6:6-7).
4. Vocação (Isaías 6:8).
5. Comissão (Isaías 6:9-13).

Deus está preparando o profeta para uma tarefa árdua e sem grandes resultados aparentes. Com esta experiência Deus confirma o chamado que deve ter acontecido antes deste evento. “Na condição de profeta de Deus, [Isaías] terá o apoio de Deus, mas esse apoio nunca significará trabalho menos árduo”, comenta Paul House.

Após uma profunda experiência confirmatória de graça, envolvimento e capacitação, Isaías foi comissionado a ir ao povo e proclamar a mensagem divina com poder e autoridade, porém o povo não Lhe daria ouvidos.

• Aceitaríamos esta missão?

“‘Até quando, Senhor?’, pergunta o profeta, deveria ele prosseguir neste trabalho aparentemente inútil. A perspectiva que o Senhor lhe descerra era de molde a desencorajar os mais bravos: ‘Até que a terra seja de todo desolada…’ (vv. 11-12). O futuro era dos menos prometedores. Um vislumbre de esperança é oferecido no v. 13. Se a maioria acabaria por rejeitar a mensagem do profeta, haveria, não obstante, ‘uma santa semente’ que poderia de novo popular a terra desolada”, analisa Schwantes.

O texto inspirado deixa claro que:

• Cumprir os propósitos divinos é um processo desafiador, tendo que, muitas vezes, enfrentar resistência e rejeição por parte do povo de Deus.
• Deus sabe quando a resposta do público de um mensageiro Seu será negativa; porém, nesta situação desfavorável, Deus confirma o chamado que fizera a Seu frágil servo.
• Mesmo que, aparentemente, fazer a vontade de Deus não traga resultados positivos, há sempre propósitos por traz do chamado divino (Isaías 6:11-13):

1. Os pecadores impenitentes devem saber onde seus pecados os levarão.
2. Reavivar o remanescente em meio à sociedade decadente.

A mensagem é que, ao viver os planos de Deus, devemos ter persistência diante das adversidades, conscientizarmo-nos da triste realidade espiritual de nossa sociedade, confiar na soberania divina e focar nos propósitos que Deus tem para nossa vida, independente da avaliação dos resultados do ponto de vista humano.

Diante disso, invistamos no reavivamento! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ISAÍAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 5 – BLOG MUNDIAL

ISAÍAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ISAÍAS 5 by Luís Uehara
28 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/5

Isaías tece nossa própria história por meio das promessas, anúncios de castigo, planos de redenção e metáforas acerca de Deus. Por exemplo, “Ai daqueles que são sábios a seus próprios olhos …” Esta é apenas uma pequena frase em um longo capítulo, mas quando penso sobre isso honestamente, a maioria de nós, inclusive eu, tendemos a ser sábios aos nossos próprios olhos.

Esta semana marcou o primeiro aniversário da morte do meu irmão. Sua filha ainda está sofrendo. Ao ouvi-la compartilhar acerca da sua perspectiva sobre como alguns membros da família cometeram injustiças contra ela, eu queria dizer a ela (com base em minha própria sabedoria) que em sua tristeza ela os entendeu mal. Eu queria defender a família. Quando dei um tempo para minha mente refletir e pedi sabedoria a Deus, compreendi o que estava ocorrendo. Ela apenas precisava de alguém para ouvir. Ela poderá estar pronta para ouvir o outro lado da história mais tarde, mas agora, ela simplesmente precisava saber que eu me importava com ela o suficiente para deixá-la despejar a sua dor. Tiago 1:5 nos incentiva a pedir sabedoria a Deus. Posso dizer com certeza que Ele nos dará.

Cathy Robertson Kabanuk
Professora e assistente social, Fall River Mills, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de novembro de 2023, 0:50
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1703 palavras

1-7 o cântico […] da sua vinha. Ver no cap. 27 um cântico positivo sobre a vinha. A parábola começa bem, mas prepara o clima para uma virada surpreendente. O profeta pede aos leitores a opinião deles, uma estratégia com o objetivo de levá-los a uma conclusão óbvia: o problema não estava no dono da vinha, que fizera tudo ao seu alcance. Esta parábola exime Deus da responsabilidade pelo sofrimento do povo. O sentido desta seção é bem claro. A acusação era a seguinte: o povo não vivia de acordo com as expectativas divinas. As principais virtudes que resumem aquilo que o Senhor requer são expressas em termos de justiça e retidão. Essas duas palavras são encontradas com frequência na maioria dos escritos proféticos (ver Am 5; ver um desdobramento futuro desta parábola em Mc 12:1-9). Bíblia de Estudo Andrews.

o meu amado. O “amado” é Deus, e a vinha é a nação de Israel (ver Sl 80:8-16; Mt 21:33-41). CBASDComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.

Outeiro fertilíssimo. O “outeiro fertilíssimo” era a terra de Canaã, possivelmente se referia a Jerusalém em especial. CBASD, vol 3.

2 Vides escolhidas. Elas representam o povo de Israel, cuidadosamente escolhido pelo próprio Deus (ver v. 7). CBASD, vol 3.

Uvas. A vinha foi plantada para produzir fruto… As uvas representam os frutos do caráter, o caráter divino que Israel devia exibir diante do mundo (ver p. 14-17 [CBASD]). CBASD, vol 3.

4 Que mais se podia fazer […]? …Isaías deixa claro com essa pergunta sagaz que o Senhor fez tudo o que era possível por Israel. Ele lhe proveu todos os recursos para o desenvolvimento de um caráter que se assemelhasse ao Seu, e eles eram os únicos culpados pelo fracasso (ver p. 17-20 [CBASD]). CBASD, vol 3.

6 Nem sachada [ARA; NVI: “capinada”]. A cessação da poda e da cavadura aponta para a retirada dos meios proporcionados por Deus para o cultivo moral e espiritual (Lc 13:8; Jo 15:2). CBASD, vol 3.

8-23 Ai. Seis “ais”(v. 8, 11, 18, 20, 21, 22) são introduzidos por uma mesma partícula hebraica. Eles funcionam como estratégia de advertência. Têm a intenção clara de intensificar a força da condenação ao exílio. As acusações contra o povo de Deus são as seguintes: não prestou atenção ao Senhor; rejeitou a lei do Senhor dos exércitos e desprezou a palavra do Santo de Israel; chamou o mal de bem e o bem de mal, além de se envolver em pecados. Os males julgados por Deus neste contexto são a ganância (primeiro ai); autocomplacência (segundo ai); perversão moral (terceiro ai); ilusões de grandeza (quarto ai); autocomplacência e os abusos sociais resultantes (quinto e sexto ais). Bíblia de Estudo Andrews.

8  Ai dos que. Isaías enumera uma série de “ais” que sobreviriam a Israel como resultado das ofensas especificamente mencionadas em conexão com cada desgraça. Essas ofensas são as “uvas bravas” do v. 2. Não é possível alistar todos os pecados do povo; nomeiam-se apenas os mais característicos dessa época de impiedades. CBASD, vol 3.

Ajuntam casa a casa. Esta expressão representa o pecado da cobiça e da ambição. Deus queria que Israel fosse uma nação de pequenos proprietários de terra. A fim de evitar a formação e latifúndios, criou-se o ano do jubileu (Lv 25:13; 27:24) e a lei que permitia que a mulher herdasse propriedades (Nm 27:1-11; cf. 33:54, 36). No entanto, essas leis foram desrespeitadas, e, como consequência, em vez de um grande número de pequenos proprietários de terra, houve o crescimento de uma classe de proprietários ricos, e outra, de trabalhadores pobres sem propriedades. Muito do povo foram reduzidos à escravidão, e outros eram forçados a pagar arrendamentos exorbitantes. Miqueias, contemporâneo de Isaías, também denunciou esse mal (Mq 2:2).

No meio da terra. Isto é, assegurar um monopólio. As classe ricas não tinham interesse no bem-estar do povo em geral. Preocupavam-se apenas com seus próprios interesses. Eles não se importariam caso o pobre fosse banido por completo. A situação estava chegando a um ponto em que os pobres logo perderiam o pouco que lhes restava, e somente os ricos usufruiriam dos produtos da terra. CBASD, vol 3.

10 um bato. Cerca de 22 l. um ômer. Por volta de 211 l. um efa. Aproximadamente 21 l. O montante semeado seria maior que o colhido. Bíblia de Estudo Andrews.

11-13 Estas pessoas passavam muitas horas bebendo e festejando, mas Isaías previu que muitos deles morreriam de fome e sede. Ironicamente, nossos prazeres – se eles não tem a bênção de Deus – podem nos destruir. Deixar Deus de fora de nossas vidas permite que o pecado entre nelas. Deus quer que desfrutemos a vida (1 Timóteo 6:17), mas que evitemos aquelas atividades que possam nos afastar dEle. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Harpas. Ou, lira. A música tinha um papel importante em suas orgias (ver Am 6:5, 6). Em vez de ser usada para glória de Deus, a música se tornara um instrumento poderoso nas mãos do inimigo para trazer ruína à alma. CBASD, vol 3.

Não consideram. A consciência desses glutões se havia caracterizado por causa de suas desenfreadas orgias. CBASD, vol 3.

14 cova. Do heb she’ol, a sepultura ou o reino dos mortos. Neste caso, é personificada como uma entidade pronta para tragar os transgressores da aliança. A linguagem é poética e simbólica; não deve, portanto, ser interpretada de maneira literal. Bíblia de Estudo Andrews.

Aumentou o seu apetite. Isto é, a fim de acomodar o grande número dos que chegavam da terra dos vivos. CBASD, vol 3.

A glória de Jerusalém. Os nobres de Jerusalém, o povo, todos os que se gloriavam na pompa daquele momento e tinham prazer na iniquidade seriam destruídos. CBASD, vol 3.

16 Santificado em justiça. Literalmente, “o santo Deus Se mostra santo em justiça”. A maneira justa como Deus lida com o ser humano prova que Seu caráter é santo. CBASD, vol 3.

18 Puxam para si a iniquidade. O terceiro ai é dirigido àqueles que persistem nos maus caminhos, com plena consciência do que fazem. CBASD, vol 3.

Tirantes de caro. A corda de carro é mais grossa e mais forte do que a corda comum. Representa um estágio avançado de rebelião em que os ímpios ficam presos a seus pecados com laços impossíveis de serem desfeitos. Ao persistirem no mal, selam sua própria destruição. CBASD, vol 3.

20 Ao mal chamam bem. O que resiste persistentemente às advertências enviadas pela misericórdia divina, ao final, se tornará tão perverso que será incapaz de distinguir entre o bem e o mal. Sinceramente pensa que o certo é errado e o errado, certo. Quando a perversidade chega a tal ponto, a destruição não pode mais ser adiada. CBASD, vol 3.

Quando procuramos desculpas para nossos atos, logo perderemos a distinção entre o certo e o errado. se não fazemos da palavra de Deus, a Bíblia, nosso padrão de vida, logo nossas escolhas morais se tornarão obscurecidas. Sem Deus, estamos fadados a um colapso e muito sofrimento. Life Application Study Bible Kingsway.

21 Sábios a seus próprios olhos. Confiantes de que sabem mais do que Deus, esses perversos impenitentes se tornam “nulos em seus próprios raciocínios”, e seu “coração insensato”fica encerrado em trevas (Rm 1:21; ver DTN, 213). Sua pretensa sabedoria é loucura consumada (Rm 1:22). O mundo está cheio de pessoas que olham com desdém para aqueles que creem em Deus e obedecem à Sua palavra. Encontram defeitos em tudo o que Deus fez e em tudo o que Se propõe fazer. Pessoas assim atraem pesar sobre si mesmas e sobre o mundo ao redor. O que elas precisam é atender às sublimes palavras do salmista: “Aquietai-vos  sabei que Eu sou Deus” (Sl 46:10). CBASD, vol 3.

22 Heróis para beber vinho. Este “ai”é semelhante ao pronunciado contra os beberrões de vinho nos v. 11 e 12. … Neste caso, o ai mostra a relação entre a bebida e as injustiças mencionadas no v. 23 como resultantes de seu uso. Esses homens eram “heróis”” na bebida e valentes na prática da iniquidade. CBASD, vol 3.

23 Justificam o perverso. Isto é, absolvem o culpado. … Por suborno, declaram o justo culpado e o ímpio, inocente. Eles não têm moral. O seu modo de vida é caro, e farão tudo para assegurar os meios necessários para mantê-lo. Quando pessoas assim se assentam para governar, a nação chega a um estado calamitoso. CBASD, vol 3.

24 A língua de fogo consome o restolho. Literalmente, “o pasto seco destinado para a chama é consumido”. CBASD, vol 3.

Como podridão. Esses homens são corruptos ao extremo e perecerão em sua própria corrupção. Tão rapidamente quanto o pasto seco pega fogo e é reduzido a cinzas, assim serão consumidos. CBASD, vol 3.

A lei do SENHOR. Terríveis são os resultados quando a lei do SENHOR é rejeitada (ver GC, 586), pois sem ela não há como deteerminar o certo e o errado. CBASD, vol 3.

O povo sofria porque havia rejeitado a lei de Deus. Tristemente, muitas pessoas hoje buscam um sentido para a vida enquanto rejeitam a Palavra de Deus. Podemos evitar o erro de Israel e Judá ao fazer a leitura da Bíblia uma alta prioridade em nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.

25 A ira do SENHOR. Quando a iniquidade atinge um ponto além do qual não há esperança, a paciência divina cessa e começa o ministério da ira (T5, 208; T9, 13). Na época da mensagem de Isaías, a iniquidade de Israel tinha quase atingido esse ponto. CBASD, vol 3.

26-30 Descrição assustadora do poderio invasor do exército sírio. Seus soldados eram guerreiros incansáveis, sempre prontos para agir. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Assobiará. Como um “estandarte” era um sinal para os olhos, o “assobio” seria para os ouvidos. Ambos seriam compreendidos pelas nações, as quais responderiam rapidamente ao chamado do Senhor. CBASD, vol 3.

27 Não há entre elas cansado. O quadro dos v. 27 a 30 é de um exército que avança com rapidez (ver Is 10:28-33). CBASD, vol 3.

28 As suas flechas são agudas. O exército está pronto para a batalha. Suas armas estão prontas, seus cavalos foram preparados para a longa e dura jornada, e as rodas dos carros giram como um redemoinho. CBASD, vol 3.

29 O seu rugido. Isto é, o rugido de guerra. O exército se aproxima como um leão: feroz, valente, forte e determinado. A presa não escapará. Deus deu a esse exército ordens para marchar, e o propósito divino será cumprido. CBASD, vol 3.

30 Bramam. O profeta usa outra figura de linguagem, comparando a aproximação dos assírios com as águas de uma enchente que arrasa tudo diante de si e deixa desolação e ruína por onde passa (ver Is 8:7, 8). CBASD, vol 3.

Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli



Isaías 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de novembro de 2023, 0:45
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Com a finalidade de ser ouvido, o profeta entoou um cântico. Possivelmente, as palavras do Senhor seriam rejeitadas pela força da repreensão. O acúmulo de bens, a avareza, a embriaguez, a apostasia, o orgulho, o abandono da Lei e desprezo pela Palavra de Deus, havia maculado de forma vergonhosa o chamamento pelo qual Deus fez da casa de Israel “a vinha do Senhor dos Exércitos”, e dos filhos de Judá “a planta dileta do Senhor” (v.7). Como uvas amargas, intragáveis ao paladar, eles colheriam o resultado de seu afastamento de Deus. Apesar de todo o cuidado do amado Agricultor, o solo infértil do coração tornou-se em deserto e lugar de “trevas e angústia” (v.30).

O constante apelo divino através dos profetas pouco se dava a destinatário estrangeiro. Era Seu povo o alvo de Seus mais veementes esforços. Pois Israel tinha o conhecimento que os outros povos não possuíam. Com interesse e amor paterno, o Senhor não desistia de Israel enquanto houvesse uma fagulha sequer de esperança. Como um pai apela ao coração de um filho, Deus apelava para que Seu povo Lhe desse ouvidos e se arrependesse de seus maus caminhos. As ações da nação eleita não condiziam com a fé que professavam ter, causando desonra ao nome de Jeová. A forma que Isaías usou para declarar estas verdades demonstra o amor de Deus por Seu povo, mas também a dificuldade que teria em lhes falar abertamente.

A rejeição da verdade e anuência do engano tem sido um mal a ser considerado em todas as épocas. Creio que há perigo semelhante ou pior que este, identificado pelo próprio Jesus ao declarar: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” (Mt.23:37-38). A lamentação de Cristo em linguagem comovente revela as mesmas dificuldades do passado e o mesmo resultado final declarado pelo profeta Isaías: “torná-la-ei em deserto” (v.6). Uma religião de aparências pode até crescer e frutificar, mas jamais poderá “a árvore má produzir frutos bons” (Mt.7:18).

Há um apelo atual e urgente no capítulo de hoje. Se não dedicarmos tudo o que temos e somos a serviço do Senhor e finalização de Sua obra, corremos o sério risco de ouvir a dura e definitiva sentença: “Servo mau e negligente” (Mt.25:26). Não é o que fazemos ou os nossos tolos esforços que abrirão para nós as portas de pérola, mas o Santo, que “é santificado em justiça” (v.16), Aquele que pagou o nosso resgate, Ele abrirá os portais da eternidade para todos os que aceitaram a Sua graça e viveram pela fé em Seu perfeito sacrifício. Jesus, por meio do Seu Espírito, guiará no caminho do bem todos os que O amam com o coração e O adoram em espírito e em verdade.

Fazer a vontade de Deus significa alegria e liberdade para os que conhecem o seu Redentor. Não se perca em um mundo onde “ao mal chamam bem e ao bem, mal” (v.20), onde tudo é relativo e muitos “são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conselho” (v.21). “A Lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” (Sl.19:7). “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz” (Hb.4:12). Examinemos as Escrituras que testificam do nosso Salvador (Jo.5:39). Olhemos para Cristo com o sincero desejo de dEle aprender e nEle permanecer. E o Espírito Santo produzirá em nós o Seu fruto excelente (Gl.5:22-23).

Senhor, nosso Deus, necessitamos do Teu Santo Espírito para discernir a Tua vontade. São tantos os apelos do mundo no sentido de tentar nos confundir! Mas confiantes na Tua providência, pedimos que nos livres do mal e nos guies na senda do bem. Santifica-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos para serem santos!

Rosana Garcia Barros

#Isaías05 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de novembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 5 – Neste texto sagrado “o pregador tornou-se um trovador e entoou um cântico popular ao Senhor (‘meu amado’). Quem sabe, os que haviam ignorado seus sermões ouviriam suas canções. Cantou sobre seu povo (v. 7) e ressaltou como Deus havia estado com os israelitas. Deus lhes dera uma lei santa e uma terra maravilhosa, mas eles quebraram a lei, corromperam a terra com seus pecados e deixaram de produzir frutos para a glória de Deus. O Senhor fez todo o possível por eles. Agora, só lhes restava trazer juízo para uma vinha sem frutos e transformá-la em refugo”, expõe Warren Wiersbe.

Nesta música, o profeta apresenta uma metáfora da vinha que apontava ao povo de Israel como plantação de Deus. A revelação divina descreve as razões pelas quais a vinha de Deus não produziu bons frutos e como isso atraiu o juízo divino. A concepção oriunda das frutas selvagens indicam a injustiça e a maldade na vida do povo de Deus, resultantes do pecado, das consequências morais e das negligências espirituais.

Wiersbe divide a canção com os seguintes tópicos, citando os pecados que atraíram o julgamento sobre a Terra:

• Cobiça (Isaías 5:8-10).
• Embriaguez (Isaías 5:11-17).
• Indiferença (Isaías 5:18-19).
• Dissimulação (Isaías 5:20).
• Orgulho (Isaías 5:21).
• Injustiça (Isaías 5:22-25).

“Deus condena a nação santa, tratando-a como bêbada (5:10, 22), arrogante (5:13-17), amante do mal (5:20) e objetos da ira”, observa Paul House. O final do capítulo mostra que, consequentemente, o povo escolhido seria levado ao cativeiro por adversários poderosos e inescrupulosos (Isaías 5:26-30).

I Pedro 2:9 descreve os crentes do Novo Testamento como “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, PARA anunciar as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”. Aqui também o povo de Deus do presente tem um propósito específico. A vinha plantada com a expectativa de produzir bons frutos se equipara ao chamado dos crentes para proclamar as virtudes de Deus.

Negligenciar esse propósito implica viver irresponsável e negligentemente perante Deus. Não que Deus seja cruel, mas qualquer vida sem intimidade e sem dependência divina sofre sozinha as próprias consequências.

• Frustrar a expectativa divina implica no juízo divino!

Devemos dar ouvidos ao chamado de Deus para não sermos achados em falta diante dEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



ISAÍAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ISAÍAS 4 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 4 – BLOG MUNDIAL

ISAÍAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ISAÍAS 4 by Jeferson Quimelli
27 de novembro de 2023, 0:50
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/4

As mensagens de julgamento tornam-se palavras de esperança. A esperança é poderosa. Isso nos permite dar o próximo passo. Isso nos encoraja a persistir. Sem esperança, não há nada que nos motive a seguir em frente. A esperança é a pequena luz no fim do túnel. É a centelha que fornece a energia para dar mais um passo.

As mensagens proféticas messiânicas fazem exatamente isso! Elas pintam uma imagem do amor e cuidado de Deus pelos Seus filhos perdidos, mostrando que Ele irá a todos os extremos para trazê-los de volta para casa e viver eternamente com Ele. É também uma imagem da sua proteção que nos lembra o êxodo do Egito – a nuvem durante o dia e a coluna de fogo à noite.

A última linha de “Pegadas na Areia” (leia o poema completo) revela esse amor, cuidado, proteção e esperança que o cumprimento das profecias messiânicas em Jesus nos proporciona. Ao que Ele respondeu:

“Meu filho, Eu te amo e nunca te abandonei.
Os dias em que viste só um par de pegadas na areia
são precisamente aqueles
em que Eu te levei nos meus braços.”  (Margaret Fishback Powers)

Wayne A. Wasiczko
Educador aposentado e auditor de conferências, Selah, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de novembro de 2023, 0:50
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1100 palavras

1. Sete mulheres. Por causa da grande quantidade de homens mortos na guerra, o número de mulheres excederia em muito o de homens. Bíblia de Andrews.

“Naquele dia” – o dia da guerra (ver com. de Is 3:24-26) – os jovens hebreus cairiam diante dos exércitos da Síria ou seriam levados cativos. Haveria várias mulheres para cada homem. As mulheres  apelariam aos poucos homens restantes para se casarem com elas. Muitas delas, que viviam no luxo e conforto, orgulhosas de seu esplendor, se aproximariam de um homem para lhe pedir a proteção e o conforto que o casamento lhes proporcionaria. Elas declarariam sua disposição para trabalhar por seu alimento, roupa, o que é responsabilidade dos homens em Israel (Êx 21:10). Numa época em que a poligamia já era comum, tal situação a aumentaria ainda mais. … A mensagem de Isaías 3:16 a 4:1 foi originalmente dirigida ao povo de Jerusalém que vivia na época do profeta … como torna evidente o contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3.

Naquele dia. Isto é, o dia descrito em Isaías 3:24 a 26. Não há quebra na linha de pensamento entre os cap. 3 e 4. A divisão do tema neste ponto tende a obscurecer o significado do cap. 4, que deve ser considerado uma continuação do 3 … Isaías 4 descreve o clímax do castigo divino sobre as degeneradas filhas de Sião. CBASD, vol.3.

Tira o nosso opróbrio. Para as mulheres hebreias era vergonha não ter filhos, e até um castigo por pecado (Gn 30:23; 1Sm 1:6; Lc 1:25). As mulheres de Judá desejariam ser mães e apelariam aos homens que restassem para que se tornassem seus maridos. CBASD, vol.3.

2-6 A mensagem de juízo se transforma em palavras de esperança: uma profecia messiânica e uma imagem de proteção nos lembram do êxodo do Egito (por exemplo, a nuvem de dia e o fogo de noite, v. 5). Bíblia de Andrews.

2 Naquele dia. Ao mesmo tempo que o dia do Senhor trará destruição aos ímpios, trará salvação para os justos (ver Mt 16:27; Rm 2:6-10; Ap 22:12). Os v. 2 a 6 apresentam a figura de Cristo, “o Renovo” (ver com. de Is 11:1), como redentor e libertador, e a obra gloriosa que fará por Seu povo. Originalmente essa previsão teria sido cumprida pelo Israel literal, mas por causa de sua queda como nação, ela será cumprida pelo Israel espiritual … , na segunda vinda de Jesus. CBASD, vol.3.

O Renovo. Nas profecias messiânicas, Cristo é chamado de “o Renovo”(Is 11:1; Jr 23:5, 6; 33:15; Zc 3:8; 6:12; ver também PR, 592). A nação de Israel seria desolada, como se fosse uma árvore murcha (ver Is 5:7), mas um renovo brotaria da semente de Davi e produziria frutos de justiça. O Israel literal pereceria como nação, mas Jesus, finalmente faria com que a terra florescesse com justiça. CBASD, vol.3.

Neste versículo, Isaías usa pela primeira vez a palavra “renovo”. O mesmo termo é usado em Jr 23:5, 6; 33-15, 16; Zc 3:8; 6:9-13 com relação ao futuro líder de Israel. A profecia sobre esse futuro líder revela que se trata do Messias divino (Jr 23:5, 6). Outra importante ocorrência da palavra renovo em Isaías está em 11:1. O NT começa (Mt 1:1) com uma referência a Jesus como “filho de Davi”, sinalizando que ele era o Messias aguardado, da linhagem do rei Davi, o Rei supremo (ver também o título dado a ele em Ap 19:16: “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”). Bíblia de Andrews.

O fruto da terra. A terra prometida era originalmente uma terra fértil (Êx 3:8; 33:3; Nm 13:27; Dt 8:7-10). Ela produziria seus frutos em abundância se o povo de Deus fosse fiel (Dt 28:1-12). Mas, se fosse infiel, haveria seca, desolação e morte (Lv 26:14-39; Dt 28:15-48; Os 2:1-13). CBASD, vol.3.

Para os de Israel que forem salvos. Isto é, o remanescente que sobreviver. … Isaías deixa claro que os que permanecessem fiéis ao Senhor, e pelos quais Deus abençoaria a terra, escapariam da devastação causada pela guerra descrita em Isaías 3:25 e 26 (ver Is 10:20-22; 37:31, 32). Na época das invasões por Senaqueribe, toda a terra de Judá, com exceção da cidade de Jerusalém, caiu temporariamente nas mãos dos invasores assírios. Só em Jerusalém ficou um pequeno remanescente. Não fosse esse remanescente, a destruição de Judá teria sido completa como a de Sodoma e Gomorra (Is 1:9). Para esse pequeno remanescente, Isaías transmitiu a promessa: “O que escapou da casa de Judá e ficou de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará fruto por cima; porque de Jerusalém sairá o restante, e do monte Sião, o que escapou. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto”(Is 37:31, 32). Assim como haveria um remanescente naqueles dias que não cairia nas mãos do inimigo, nestes últimos dias também haverá um remanescente que o Senhor preservará e que não cairá nas mãos do inimigo (ver p. 35-36 [CBASD vol. 3], com de Dt 18:15; GC, 37; PR, 592; PP, 283-288). CBASD, vol.3.

3-6 A presença do Deus santo só pode se materializar em meio a um povo santo; por isso apresenta-se a necessidade de o povo se lavar e eliminar qualquer coisa contrária à santidade do Senhor. Bíblia de Andrews.

3 Serão chamados santos. O grande tema da mensagem de Isaías é a santidade. Ele viu o Senhor sentado do Seu trono e ficou profundamente impressionado com o caráter santo de Deus (Is 6:3). O título que ele aplica constantemente a Deus é “o Santo de Israel”(Is 1:4; 5:19, 24; 10:20; 12:6; 17:7; 29:19; 30:11, 12, 15; 31:1; 37:23; 41:14, 16, 20; 43:3, 14; 45:11; 47:4; 48:17; 49:7; 54:5; 55:5; 60:9, 14). … O objetivo constante de Isaías era que Israel abandonasse seus pecados e se tornasse um povo santo. CBASD, vol.3.

Todos os que estão inscritos. Deus mantém um registro de cada indivíduo na terra. O nome de alguns estão registrados no livro da vida (ver Êx 32:32; Sl 69:28; Ez 13:9; Dn 12:1; Ml 3:16; Fp 4:3; Ap 3:5; 13:8; 21:27). Todos cujos nomes não forem riscados do livro da vida entrarão no reino de Deus como povo santo. CBASD, vol.3.

4 Imundícia. Todo aquele que desejar abandonar seus pecados será limpo de sua imundícia pelo sangue de Cristo. “O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1:7). “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9; cf. Sl 51:2, 10, 11). CBASD, vol.3.

Purificador. Do heb. ba’er, literalmente, “fogo”, mas, no sentido figurado, “ódio” ou “fúria”… A “nuvem de dia e fumaça” e “resplendor de fogo chamejante de noite” (v.5) se referem à manifestação visível da presença de Deus que acompanhou Seu povo na jornada do Egito a Canaã (Êx 13:21; Nm 9:15; 10:34; 14:14). Assim como Jesus esteve com Seus filhos para guiar, proteger e abençoar, Ele também, está com eles hoje na caminhada para a Canaã celestial (ver Zc 2:5). CBASD, vol.3.

5 … Sobre toda a glória. Como um pavilhão, a presença divina proverá direção, segurança, certeza e paz. CBASD, vol.3.

6 Refúgio. O pavilhão que Deus prometeu a Seu povo os protegerá de dificuldades e perigos que possam ameaçá-lo (ver Sl 27:5; 91:1; Is 26:3, 4). CBASD, vol.3.

Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.



Isaías 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de novembro de 2023, 0:45
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Continuando a última sessão do capítulo anterior, o texto de hoje inicia com o resultado do vil comportamento das mulheres de Jerusalém, uma grande proporção de mulheres que ficariam sozinhas em vista da morte e da captura da maior parte dos homens de Jerusalém. O desespero seria tão grande que elas estariam dispostas a buscar o seu próprio sustento, visto que cabia ao homem a provisão do lar. Naquela época era considerada uma grande desgraça uma mulher sem marido e sem filhos, o que explica a expressão: “[…] tira o nosso opróbrio” (v.1).

Trazendo para um contexto atual, ponderemos sobre a aplicação deste texto na situação da comunidade cristã contemporânea. Todas as igrejas cristãs, “sete mulheres”, dizem servir a Cristo, “um homem”, mas a grande maioria se recusa a “comer” do pão oferecido por Ele, buscando por si mesmas o próprio sustento espiritual, querendo apenas ser “chamadas pelo [Seu] nome”. Apesar de ser uma interpretação particular, isto não tem sido uma realidade?

O termo “cristianismo” foi banalizado a tal ponto que muitos, mesmo acreditando em Jesus Cristo, têm criado certa aversão às igrejas que professam segui-Lo. Seus cultos se resumem a apelos emocionais e extorsão de dinheiro, distorcendo o verdadeiro “culto racional” (Rm.12:1) e a verdade sobre os dízimos e as ofertas conforme a Palavra de Deus. O problema é que a Bíblia tem sido trocada por palavras de homens e a oração sincera por discursos apelativos.

Contudo, esta realidade não precisa ser a minha e nem a sua. Jesus nos chama para fazer parte dos “restantes de Sião”, os que “serão chamados santos” (v.3). Fomos chamados “para a vida” sendo guiados pelo “Espírito de justiça” e transformados, de glória em glória, pelo “Espírito purificador” (v.4). Quando o Espírito Santo tem liberdade de trabalhar no coração, o resultado é um reavivamento das intenções e uma reforma das atitudes.

Da mesma forma que Deus guiou e protegeu o Seu povo Israel no deserto (Êx.13:21-22), Ele prometeu nos guiar e proteger nestes últimos dias (v.6). Atentem às palavras seguintes: “Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça. Ele é não somente o Autor mas também o Consumador de nossa fé. É Cristo primeiro, por último e sempre. Ele deve estar conosco, não só ao princípio e ao fim de nossa carreira, mas a cada passo do caminho” (EGW, Caminho a Cristo, CPB, p.69).

Estude a Bíblia. Faça como os bereanos (At.17:11). Examine-a. Veja se, de fato, é o “assim diz o Senhor” que rege a sua vida. Permita que o Espírito Santo lhe conduza a toda a verdade (Jo.16:13). Como reforça a seguinte citação: “O conhecimento experimental de Deus e de Jesus Cristo […] faz de seu possuidor filho de Deus e herdeiro do Céu. Leva-o à comunhão com a mente do Infinito e lhe abre os ricos segredos do Universo. Esse é o conhecimento obtido pelo estudo da Palavra de Deus” (EGW, Parábolas de Jesus, CPB, p.114). Persevere neste propósito, pois todo aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).

Querido Pai Celestial, queremos ser Teus verdadeiros adoradores. Não queremos apenas ter o nome de Cristo, mas queremos que Ele habite em nós. Que a Tua graça nos motive cada vez mais a viver segundo a Tua Palavra. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, restantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Isaías04 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100