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“Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a Ti elevo a minha alma” (v.8).
Há um desejo ardente por parte do salmista em andar na presença de Deus. Em meio à acirrada perseguição de seus inimigos, Davi ergueu uma sincera súplica por auxílio divino. Seu coração anelava por Deus e pela guia do “bom Espírito”, a fim de que pudesse andar “por terreno plano” (v.10). Ainda que enfrentando momentos sobremodo difíceis, ele sabia onde encontrar fiel e justo refúgio: “Responde-me, segundo a Tua fidelidade, segundo a Tua justiça” (v.1).
Ao estudar a história dos grandes homens e mulheres de Deus do passado, suas experiências com Deus e conquistas espirituais, tendemos a criar uma expectativa alta, e algumas vezes até inalcançável, com relação à nossa própria experiência com Deus. Lembramos da vitória de Davi contra Golias, de todos os livramentos que o Senhor operou na vida dele, das promessas divinas que recebeu, e pensamos ser impossível trilhar pela vereda que o tornou um homem segundo o coração de Deus. Não podemos esquecer, porém, que a história de Davi não relata apenas suas vitórias, mas também suas quedas e fracassos.
O Senhor não omitiu as fraquezas e sofrimentos de Seus servos nas Escrituras, a fim de dar à humanidade o fiel registro de Suas misericórdias e a infalibilidade de Suas promessas. Não podemos avaliar a nossa condição espiritual por nós mesmos e nem pela experiência de outros. Devemos olhar para os fiéis servos de Deus do passado e do presente com vistas ao fortalecimento e edificação do corpo de Cristo. Mas se queremos ser vivificados e santificados, e desfrutar da genuína comunhão com Deus, como Davi, precisamos olhar na direção certa: “Pois em Ti, Senhor Deus, estão fitos os meus olhos” (Sl.141:8).
Jesus elegeu doze homens com temperamento, educação e origem diferentes, tocou em leprosos, olhou com compaixão para pessoas que há muito tempo andavam à margem da sociedade, libertou os endemoninhados, purificou as prostitutas, fez de ladrões homens honestos, comeu com os ricos, alimentou os pobres; muitos desses, pessoas anônimas, mas que provaram da mesma Fonte: Jesus Cristo. Não subestime a sua jornada com Deus. O Céu onde estará Davi é o mesmo onde estarão os trabalhadores “da hora undécima” (Mt.20:9) e é para onde o Senhor anseia nos levar também. Basta irmos a Ele cada dia em humildade e contrição.
Ninguém que, humildemente, inicia o dia clamando a Deus: “Ensina-me a fazer a Tua vontade” (v.10), fica sem resposta. Por vezes, pode até parecer que a resposta não veio, mas ela sempre vem, num processo diário de aprendizado e santificação. Podemos não saber orar tão bem quanto Davi; não ter palavras que expressem tão bem a intensidade de nossas lutas. Contudo, conhecendo a nossa estrutura, o Senhor nos concede o Seu “bom Espírito” (v.10), que intercede por nós “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), ainda que não saibamos orar como convém.
Vá até Jesus com suas imperfeições e sofrimentos. Peça a Ele para conhecê-Lo. “Provai e vede que o Senhor é bom” (Sl.34:8). Pois é justamente a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento (Rm.2:4). Olhe para o Cristo vivo! E Ele transformará você à semelhança dEle e tirará da tribulação a sua alma (v.11).
Livra-nos, Senhor, dos nossos inimigos; dentre eles o pior, que é o nosso próprio eu! Ensina-nos a fazer a Tua vontade e que o Teu Espírito nos guie por terreno plano! Volta logo, Jesus! Dá-Te pressa em responder-nos, pois a nossa alma anseia por Ti como terra sedenta! Em nome de Jesus, Amém.
Vigiemos e oremos!
Bom dia, contritos servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos143 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 143 – Inspirado por Deus, homens santos podem exprimir testemunhos de suas profundas experiências referentes ao esgotamento humano; porém, diferentemente das pessoas alheias a Deus, o piedoso sofredor extrai princípios teológicos da sua dor; aproxima-se de Deus, aprende e compartilha lições práticas de vida que guia o leitor em seus momentos críticos e desafiadores.
Davi, ao escrever o Salmo 143 ensina-nos sobre a importância de reconhecer nossa própria fraqueza. Pois, isso nos ajudará a confiar na graça divina, buscar orientação espiritual, encontrar refúgio em Deus e a praticar louvor e gratidão como elementos-chave para superar o esgotamento e desfrutar de restauração – apesar da situação!
De forma extraordinária, o Salmo 143 aborda didaticamente o tema do esgotamento físico, emocional e inclusive o espiritual. Seu conteúdo é uma joia preciosa nos Salmos. É uma poesia divinamente inspirada que revela a luta interior do salmista e oferece magníficas lições espirituais que iluminam nossa própria jornada de esgotamento.
1. Em um mundo que frequentemente demonstra valorizar a independência e a autossuficiência, admitir nossa vulnerabilidade é um poderoso princípio de vida (Salmo 143:1).
2. Ao enfrentar esgotamento, é fácil cair no desespero; porém, devemos recordar que Deus é um Juiz justo e também compassivo, podemos confiar em Sua graça para obtermos esperança (Salmo 143:2-6).
• O verso 2 revela que, quanto mais próximos de Deus estivermos, mais reconheceremos nossas mazelas, falhas e pecados. Salmo 130:3 corrobora esta verdade: “Se Tu, Soberano Senhor, registrasse os pecados, quem escaparia?”.
• Ellen White compactua desse princípio. Ela escreveu: “Quanto mais perto de Jesus você chegar, tanto mais cheio de faltas você se sentirá. Porque sua visão será mais clara e suas imperfeições poderão ser vistas em amplo e vivo contraste com Sua natureza perfeita”.
• Porém, Sua graça liberta-nos da desgraça!
3. Quando nos vemos atolados nos pântanos da vida, buscar restauração espiritual e renovação é essencial; o que é possível recorrendo à benignidade de Deus, meditando em Sua Palavra e, conhecendo através o caminho a seguir dela (Salmo 143:7-10).
4. Quando estamos esgotados, desfalecidos e desanimados e vamos a Deus, Ele nos fortalece, revigora e restaura. Podemos utilizar a oração, a súplica, o louvor e a adoração para experimentar um reavivamento espiritual em meio às situações críticas (Salmo 143:11-12).
Aproximemo-nos de Deus e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 142 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 142 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/142
Às vezes você clama a Deus durante a noite? Eu clamo. No Salmo 142, Davi sentiu-se oprimido pelas circunstâncias e sentiu como se não tivesse ninguém a quem recorrer e que o entendesse. Ele clamou a Deus por ajuda, abrindo seu coração completamente a Ele.
Em sua oração, Davi expressou sua solidão e seus medos, mas também a sua confiança em Deus. Cercado de inimigos, Davi acreditava que Deus sabia tudo sobre sua situação e que jamais o abandonaria. Ele pediu a Deus que o livrasse de seus inimigos e até mesmo o cercasse de pessoas justas. Não estamos sozinhos em nossas lutas. Deus tem uma comunidade de pessoas que nos amam e nos apoiam. Escolha encontrar força e conforto no relacionamento com outros crentes.
Davi acreditava que Deus conhecia o seu caminho, mesmo quando ele não conseguia ver o caminho a seguir. Deus conhece o nosso caminho! O Salmo 142 é um lembrete de que, ao nos aproximarmos de Deus em oração, descobriremos que Ele é nosso refúgio e nossa força. Ele sabe tudo o que nos magoou, assustou ou confundiu, e podemos confiar em nosso poderoso Guerreiro que luta por Seu povo.
Cindy Tutsch
Editora do Blog Believe His Prophets
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/142
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Textos das rodadas anteriores: https://reavivadosporsuapalavra.org/2020/06/23/salmo-142-3/
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258 palavras
Introdução. O Salmo 142 é um apelo ardente pelo auxílio de Deus em tempo de dificuldades avassaladoras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1044.
1 Clamo. Quando se chega ao fim dos recursos terrenos e se clama a Deus, Ele nunca deixa de atender. Vez por outra os filhos de Israel foram derrotados em batalha e sujeitados pelo inimigo. Logo que eles clamavam ao Senhor por auxílio, Ele levantava um libertador para resgatá-los (Jz 3:7-9, 12-15; 4:1-4; 6:1-14; etc.). CBASD, vol. 3, p. 981.
2 Queixa. Do heb. siach, significando também “preocupação”. O salmista não tinha queixa contra o relacionamento de Deus para com ele. Ele estava se queixando a Deus, não de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1044.
3 Conheces. Quando o salmista derramou sua queixa não foi com a intenção de informar a Deus, mas de compartilhar seus problemas com seu amigo celestial. CBASD, vol. 3, p. 1044.
4 Direita. O divino Protetor está prontamente disponível (ver Sl 16:8). CBASD, vol. 3, p. 1020.
Não há quem me reconheça. Parecia que ninguém estava disposto a reconhecer sua amizade com o salmista, por causa do perigo envolvido. CBASD, vol. 3, p. 1044.
5 Quinhão. Ver Sl 16:5; 73:26. A maior propriedade do cristão é seu Deus. CBASD, vol. 3, p. 1010.
7 Rodearão. Do heb. kathar. A forma aqui encontrada significa “congregar ao redor de uma pessoa”. Evidentemente, todos os que eram verdadeiros seguidores de Deus ficaram felizes quando o salmista foi libertado e se uniram a ele em ações de graças. CBASD, vol. 3, p. 1044.
Fizerem esse bem. Embora o presente fosse difícil e pressentisse um futuro infeliz, o salmista aguardava com confiança o tempo de seu livramento. CBASD, vol. 3, p. 1044.
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“Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu” (v.6).
No mais interior de uma caverna, um homem clamou quando percebeu que seu algoz estava a alguns passos de encontrá-lo. Na escuridão daquele lugar, Davi se arriscou a aproximar-se de Saul. Seu coração batia tão forte que quase quebrou o silêncio da noite. Ele não disse nada, simplesmente cortou um pedaço da veste do rei e retornou a passos vacilantes, pesaroso pelo que havia feito. (Você pode ler o relato completo em 1Samuel 24).
Davi estava refugiado no fundo de uma caverna e tinha por companhia um pequeno exército, que a Bíblia chama de os valentes de Davi. Porém, ainda assim, ele declarou: “nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse” (v.4). Ele sabia que se Saul o encontrasse não teria exército ou caverna alguma que pudesse livrá-lo de sua fúria. O seu único refúgio era o Senhor (v.5).
Sabem porquê Davi se considerou “muito fraco” (v.6), amados? Porque ele sabia que a sua luta não era contra os inimigos em si, mas contra as forças do mal que os governava (Ef.6:12). A nossa batalha não é de uns contra os outros, mas Satanás move toda a sua hoste maligna para destruir o máximo de vidas possível. Se nos consideramos fortes, grande será a nossa queda; mas mediante o reconhecimento de nossa fraqueza, é que Deus nos torna fortes (2Co.12:10).
Se fincarmos a âncora da confiança em nós mesmos, em outros, ou em coisas, mais cedo ou mais tarde descobriremos que já estamos em meio às águas turbulentas quase a naufragar. Contudo, se a nossa confiança estiver firmada no Senhor, saberemos, como Davi e como Daniel, que o Senhor dos Exércitos é Quem luta por nós: “e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe” (Dn.10:21).
Jesus já venceu a batalha no Céu (Ap.12:7-9), venceu na cruz (Jo.12:31) e voltará “vencendo e para vencer” (Ap.6:2)! Ao lado dEle “somos mais que vencedores” e “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados […] nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:37-39). Se a nossa atitude for perseverante neste sentido: “Derramo sobre Ele a minha queixa, à Sua presença exponho a minha tribulação” (v.2), Deus sempre nos livrará do cárcere do mal e a nossa vida será um constante louvor em testemunho a todos ao nosso redor (v.7).
E que grande perigo ameaça a igreja de Deus nestes últimos dias! Quantas distrações, amados! Se não estivermos atentos, vigilantes, colocaremos em risco a nossa coroa. Jesus está às portas! Não percebem? Mas antes que Ele volte, há uma porta que está prestes a ser fechada: a porta da graça. Não essa graça barata que tem sido difundida até mesmo em nosso meio. Mas a maravilhosa graça de Cristo, que é fundamentada na verdade, na justiça e na paz (Sl.85:10).
Busquemos ao Senhor enquanto podemos achá-Lo! Não ouse acordar sem que a sua primeira ação seja olhar para Cristo. Estude a Palavra. Ore a Deus. Estude o espírito de profecia. Precisamos ter a mente de Cristo, ou não suportaremos os dias ainda mais difíceis que se aproximam. Em nome de Jesus, pare de olhar a exposição da vida alheia e pare de se expor, e volte seus olhos à Palavra de Deus enquanto há tempo! Não é um apelo da Rosana. É um apelo do Espírito de Deus! Desperta, igreja do Deus vivo! Desperta! Desperta!
Nosso amado Pai, conhecer as profecias é uma coisa e vê-las acontecendo diante de nossos olhos é outra completamente diferente. E muitas vezes estamos como Davi, tendo que fugir de situações ou até mesmo de pessoas. Mas sabemos que a nossa luta é contra um inimigo que é mais forte do que nós, e nos sentimos muito fracos, Senhor. As coisas deste século estão acabando com a nossa mente e nos apegamos à Tua Palavra de que estes dias serão abreviados. Suplicamos a Ti, Senhor: Volta logo e, até lá, esconde-nos em Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, refugiados no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos142 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 142 – Devido às injustiças, indiferenças, oposições, frustrações, abandonos e traumas geralmente nossos pensamentos tornam-se disfuncionais. Contudo, pensamentos negativos podem tornar-se orações a Deus expressando o estado emocional fraco e abatido.
O salmista vivencia emoções intensas de desespero, solidão e tristeza; mas, inspirado pelo Espírito Santo expõe suas palavras com maestria e destreza. Estas emoções expressas são resultados diretos de seus pensamentos pessimistas e da situação difícil em que se encontra sem a corrupção da interpretação humana, pois estas palavras foram divinamente inspiradas.
• O Espírito Santo ajuda-nos em nossas fraquezas; enquanto estamos neste mundo de opressão, sofrimento, dor e pecado Ele nos assiste e intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Romanos 8:26). Dito isso, podemos afirmar que no Salmo 142, ao clamar inspirado por Deus em alta voz e apresentar suas queixas, o salmista demonstra um comportamento de busca de auxílio emocional. No entanto, esse comportamento é saudável, pois procura a fonte certa de apoio para lidar com suas emoções em circunstâncias desafiadoras!
Davi reconhece Deus como seu refúgio e fonte de consolo (Salmo 142:5). Isto é muito mais que meras crenças religiosas e apego a doutrinas teóricas. Religião é um relacionamento com uma pessoa, um Ser sobrenatural, transcendente, mas que não deixa de ser imanente, que Se relaciona com os seres humanos.
• Diante desse Deus, quando se sabe quem Ele é, a pessoa reconhece a própria fragilidade, avalia objetivamente sua situação e trabalha com estratégias de enfrentamento através da oração (Salmo 142:7).
Ao fazermos uma autoanálise com o auxílio divino (Salmo 139:23-24) seremos auxiliados ao examinar as emoções e angústias que sentimos, fazendo-nos compreender a profundidade das emoções humanas sem hipocrisia, mecanismos de defesa e sem tentar maquiar nossas fraquezas. Isso enriquece nossa visão teológica ao destacar a autenticidade das nossas emoções através de nossas orações (Salmo 142:1-4).
Portanto:
• Avalie-se contando com ajuda divina.
• Apresente tuas preocupações a Deus.
• Reconheça Deus como teu refúgio.
Uma espiritualidade saudável oferece ferramentas terapêuticas que levam pessoas aflitas e sofredoras a restaurarem seu bem-estar emocional; desta forma, a correta espiritualidade serve como fator de proteção contra problemas de saúde mental (Salmo 142:6-7). Pois, nossa saúde é holística, envolve o equilíbrio nos aspectos físico, mental, emocional e espiritual.
Enfim, façamos da oração uma prática regular, e reavivemo-nos integralmente! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 141 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 141 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/141
“Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca”
Põe uma guarda, Senhor, sobre a minha boca [para me impedir de falar irrefletidamente]” (Salmo 141:3, Amplificado).
São apenas palavras, alguns podem argumentar. As palavras não têm substância tangível. Deveríamos ser livres para dizer o que quisermos. Como elas poderiam ser perigosas? Mas…
… “Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo… incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno. (Tiago 3:5-6).
Existe uma maneira melhor:
“Quando você se levanta pela manhã, você sente seu desamparo e sua necessidade de força de Deus? E você humilde e sinceramente revela seus desejos ao seu Pai celestial? Nesse caso, os anjos marcam suas orações, e se essas orações não saíram de lábios fingidos, quando você corre o risco de cometer erros inconscientemente e exercer uma influência que levará outros a cometer erros, seu anjo da guarda estará ao seu lado, levando-o a um caminho melhor, escolhendo as suas palavras e influenciando suas ações.” Mensagens aos Jovens.
Virgínia Davidson
Artista – projetista e construtora vitrais, IASD de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/141
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli
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317 palavras
Introdução. O Salmo 141 é uma oração por orientação e proteção. O salmista começa com um apelo à aceitação de Deus (v. 1, 2), implora para que sua linguagem seja pura (v. 3, 4), expressa o desejo de ser censurado pelo justo e de não receber enganosa bajulação do ímpio (v. 5, 6) e termina com um pedido para ser resgatado dos cruéis planos de seus inimigos (v. 7-10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1042.
2 Como incenso.O incenso do santuário era preparado cuidadosamente (ver com. de Êx 30:34), aceso com fogo santo e apresentado a Deus. Ele era oferecido pelos sacerdotes de manhã e à tarde sobre o altar de incenso (ver Êx 30:7, 8). O incenso representava “os méritos e a intercessão de Cristo. Sua perfeita justiça, que pela fé é atribuída ao Seu povo, e que unicamente pode tornar aceitável a Deus o culto de seres pecadores” (ver PP, 353). CBASD, vol. 3, p. 1042.
3 Põe guarda. Uma ilustração retirada das sentinelas em seus postos nas portas da cidade à noite. A importância de guardar a língua é anunciada energicamente por Tiago (ver Tg 3). Aqueles que guardam continuamente seus lábios estão fazendo o que é agradável a Deus. CBASD, vol. 3, p. 1042.
4 Não permitas que meu coração se incline para o mal. O caminho para o qual o coração se inclina é o caminho que a vida logo segue. O salmista ora com sinceridade para que Deus o guarde das práticas das pessoas más. CBASD, vol. 3, p. 1042.
5 Repreenda-me. A reprovação de um amigo pode ser uma bênção, se for aceita no espírito certo. Apenas aquele que, se preciso for, está disposto a entregar a vida por seu irmão possui os meios adequados para reprovar um irmão em erro (ver MDC, 128). CBASD, vol. 3, p. 1042.
8 Em Ti confio. Literalmente, “em Ti busco refúgio”. CBASD, vol. 3, p. 1043.
10 Suas próprias redes. O culpado colherá a recompensa de suas obras injustas e Deus livrará o justo da destruição. CBASD, vol. 3, p. 1042.