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Texto bíblico: JÓ 25 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/25
Enquanto inclina-se para o dramático, Bildade nos traz algumas boas lições neste pequeno capítulo.
1 – Deus é onipotente, onisciente e amoroso.
2 – Nós não somos.
Não tenho certeza se Jó precisava ser instruído neste aspecto, mas acho que todos nós poderíamos ser lembrados disso ocasionalmente.
O fato de que o Criador do universo não apenas nos criou, mas também nos amou o suficiente para vir ao nosso pequeno mundo e ser sacrificado por nossa redenção é uma realidade além da compreensão. Aquele que põe as estrelas em movimento, estabelece a paz em Seus altos lugares e faz Sua luz brilhar sobre todos, nos ama o suficiente para cuidar do que nos acontece a cada momento.
Quantas vezes queremos dizer: “Vejam que grande coisa eu fiz!” quando na verdade deveríamos estar dizendo: “Obrigado, Deus, pelo que você fez através de mim.”
Vamos nos comprometer hoje a nos humilhar e dar glória devidamente.
A Deus seja a glória!
Lisa Ward
Escriturária na IASD Country Life , Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/25
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475 palavras
A resposta fina de Zofar é inconsistente.. Ela ignora os exemplos de Jó da prosperidade do ímpio. Ao invés de de tentar refutar a Jó, Bildade acusa Jó de orgulho por estar reivindicando que seu sofrimento não era resultado de pecado.. Jó nunca reivindicou estar sem pecado mas somente que não foi seu pecado que lhe causou seus problemas atuais. (Life Application Study Bible Kingsway.)
Esta curta resposta de Bildade encerra o que os três amigos de Jó tinham a dizer, pois Zofar não tenta responder. O discurso parece ser o esforço elaborado de alguém que sentia a necessidade de dizer algo, mas não sabia como refutar a linha argumentativa de Jó. Longe de aceitar o desafio de Jó e de lidar com a dificuldade envolvida na prosperidade dos ímpios, Bildade evita completamente o assunto e se limita a tocar brevemente em dois velhos e surrados temas: o poder de Deus e a pecaminosidade universal do ser humano. Ele não lança nova luz sobre nenhum desses temas. Repete em grande parte o que Elifaz já havia dito em discursos anteriores (ver Jó 4:17; 15:14) (CBASD, vol. 3, p. 635).
Bildade aceita a revelação inicial de Elifaz. (Andrews Study Bible.)
2 o domínio. Jó reconhecera plenamente a sabedoria de Deus (Jó 23:13). Contudo, Bildade podia fazer estas declarações facilmente porque não estava passando por uma experiência de sofrimento. Jó estava passando por um teste pessoal de sua confiança em Deus (CBASD, vol. 3, p. 635).
4-6 As novas provas pedidas por Jó (24.25) não foram alistadas (Bíblia Shedd).
4 Como, pois, seria justo[…]? Nem Bildade, nem seus amigos, nem Jó podiam responder a esta pergunta. Somente no tempo do evangelho é que os seres humanos receberam plena elucidação do princípio da justificação pela fé (ver Rm 3:23-25; Cl 1:25-27) (CBASD, vol. 3, p. 635).
5 não tem brilho. Bildade acredita que tanto a lua quanto as estrelas são imperfeitas quando contrastadas com Deus, o criador delas. Se assim é, quão pequeno deve parecer o homem! O que Bildade não sabia é que o ser humano, a despeito de sua fragilidade, é infinitamente mais precioso aos olhos de Deus do que as obras inanimadas da criação (CBASD, vol. 3, p. 635).
6 que é verme. Ver Jó 7:5. Estas palavras têm o objetivo de humilhar a Jó e de impressioná-lo com sua pequenez. Jó precisava ser encorajado, não ser conscientizado de sua fraqueza. Dessa forma, os amigos terminam sua defesa da tradição: falando de vermes! Em seu zelo por defender uma ideia, falharam em compreender a Deus e em solidarizar-se com o amigo que sofria (CBASD, vol. 3, p. 635).
É importante entender que foi Bildade, não Deus, que chamou o homem de verme. Os seres humanos são criados à imagem de Deus (Gn 1:26, 27). Sl8:5 diz que o homem é “um pouco inferior aos seres celestiais”. … Para nos achegarmos a Deus, não precisamos rastejar como vermes. Podemos nos aproximar dEle confiantemente em fé (Hb 4:16). (Life Application Study Bible Kingsway.)
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“Como, pois, seria justo o homem perante Deus, e como seria puro aquele que nasce de mulher?” (v.4).
Como advogados de Deus, os amigos de Jó insistiam em buscar discursos que refutassem as suas palavras. Apelando à justiça divina, Jó foi acusado de erguer aos Céus uma defesa inválida. Como questionar o juízo dAquele a quem “pertence o domínio e o poder” (v.2)? Para eles, o sofrimento de Jó era resultado de seus muitos pecados, e sua condição deveria ser aceita com conformidade e como uma oportunidade de arrependimento e confissão.
A busca de Jó por justiça foi interpretada por Bildade como uma tentativa de justificar-se a si mesmo. Em poucas palavras, Bildade concluiu: a natureza humana e a natureza divina são de inconcebível amálgama. Comparado a um verme, o homem jamais poderia alcançar a pureza. Davi declarou: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Mas, no mesmo Salmo, ele pediu: “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl.51:7).
O homem por si mesmo não pode justificar-se ou purificar-se, mas Jesus, por Sua misteriosa amálgama, nos comprou o direito de pedirmos, e diante de um coração humilde e contrito, Ele diz: “Quero, fica limpo!” (Lc.5:13). NEle estava a natureza humana e a natureza divina em perfeita fusão. Paulo denominou esta junção de o grande “mistério da piedade” (1Tm.3:16). O que era impossível, tornou-se realidade pelo poder de um Deus que nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3). “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a Sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros” (1Pe.1:3-4).
É certo que “todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia” (Is.64:6). Mas o Justo, o Santo, o Puro, o nosso Redentor, deseja lançar sobre nós as imaculadas vestes de Sua justiça e nos fazer participantes da natureza divina. Não fomos chamados para advogar pela causa de Deus, mas para sermos testemunhas dAquele que é “poderoso para salvar” (Is.63:1). “Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dEle” (1Jo.2:29). Eis o nascimento que ninguém pode refutar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, nascidos de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jó25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 25 – Além da vida ser injusta, a maioria das pessoas está à favor do engano, do erro teológico e, das ilusórias opiniões pessoais.
Jó não podia ver Deus em seus amigos. Elifaz, Bildade e Zofar concordavam entre si em suas teologias esdrúxulas; porém, nenhum deles se uniu a Jó que estava mais certo que todos eles. A pressão sobre Jó era desproporcional. Três pessoas saudáveis contra um deploravelmente doente. As mais rebuscadas palavras de Jó não convenciam nenhum dos seus oponentes. Jó estava em grande desvantagem!
Diante disso, fica evidente que devemos estar sempre atentos; pois, a maioria, geralmente, está trilhando o caminho errado, defendendo conceitos equivocados e, combatendo quem está mais avançado na descoberta pela verdade.
A maioria dos professos cristãos em todos os tempos esteve e ainda está iludida com seu “cristianismo”. A esmagadora maioria faz total confusão entre a verdadeira espiritualidade e a falsa religiosidade. Geralmente, a maioria segue meias verdades, ou conceitos superficiais, como se fossem verdades integrais. Infelizmente, a maioria tem ingerido a verdade com porções venenosas de mentiras perniciosas.
Em seu breve discurso, observe as meias verdades de Bildade:
• Ele fala da transcendência de Deus; mas, ignora Sua imanência: Ao apresentar apenas a transcendência de Deus, Bildade transmite uma ideia equivocado do Ser de Deus – como se Deus estivesse bem distante e, de certa forma, desconectado das questões pequenas das pessoas, neste mundo finito num universo infinito. Isso leva a uma concepção errônea de que Ele não Se importa com os dilemas humanos. Mesmo com o sacrifício de Cristo provando o contrário, ainda tem quem pensa equivocadamente de Deus como pregava Bildade!
• Ele fala da insignificância humana ignorando que Deus criou os seres humanos à Sua imagem e semelhança: Alegando que a humanidade não passa de larvas e vermes, Bildade ignora a dignidade e o valor intrínsecos oriundos da imagem e semelhança divinas. Em outras palavras, ele sugere que intrinsecamente os seres humanos são corruptos; portanto, desprovidos de valor.
Na verdade, para Deus, valemos mais que prata e ouro! Ele nos comprou com o precioso sangue de Seu amado Filho, que veio morrer em nosso lugar (I Pedro 1:18-20).
Influenciados não por Bildade, mas pela mensagem bíblica, podemos revigorar-nos frente às mensagens humilhantes de pessoas ignorantes! – Heber Toth Armí