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Feriados em Israel foram determinados por Deus. O calendário israelita era regido por Deus. Do início ao fim do ano, este calendário tem maravilhosas revelações instrutivas de Deus para Seu povo. Vale a pena prestar atenção.
O dia da expiação era a cereja do bolo da revelação do calendário instituído por Deus. Portanto, desde o início, a mensagem deste capítulo implica em solenidade, santidade e religiosidade.
• Deus fala, a ordem é dEle; Ele inicia Seu discurso relembrando a morte instantânea de Nadabe e Abiú (v. 1);
• Deus adverte Moisés que oriente Arão a não entrar em qualquer momento dentro do véu, diante do propiciatório, para que não morresse; a entrada deveria ser mediante uma oferta pelo pecado e um holocausto no dia da expiação (vs. 2-3);
• A indumentária para adentrar o lugar santíssimo deveria ser túnica, calças, cinto e mitra de linho (v. 4);
• Nesse dia se ofereciam ofertas pela congregação: Dois bodes para a expiação e um carneiro para holocausto (v. 5);
• Em seguida a estas orientações, Deus pede a expiação de Arão e sua casa (v. 6);
• Na sequência os bodes seriam apresentados perante o Senhor: Um morria como símbolo de Cristo, outro era levado ao deserto como símbolo do autor do pecado, Azazel (vs. 7-10); vislumbres do milênio (Apocalipse 20);
• Apenas neste dia Arão ministrava no Lugar Santíssimo do Santuário: O perfume cobria o propiciatório, sozinho o Sumo sacerdote fazia a expiação do altar. Com sangue do bezerro e do bode mortos faria expiação/purificação das impurezas/transgressões do santuário e da congregação (vs. 12-19);
• Após essa purificação geral, o bode Azazel/emissário era apresentado vivo perante Deus e, então, levado vivo para morrer sozinho no deserto após colocar-se as mãos sobre sua cabeça para levar a culpa por todos os pecados (vs. 20-22);
• Depois disso, Arão trocaria de roupa e lavaria seu corpo (o mesmo faria quem levasse o bode ao deserto). Em seguida, Arão ofereceria holocausto por si e pelo povo e limparia o santuário queimando fora tudo o que sobrou dos sacrifícios (vs. 23-28);
• A data estipulada por Deus para tudo isso era o décimo dia do sétimo mês para judeus e estrangeiros (22 de outubro) (vs. 22-34).
Aqui está esboçado o plano da salvação do mundo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante o SENHOR” (v.30).
Todos os dias, pela manhã e no final da tarde, dois cordeirinhos eram sacrificados no tabernáculo como oferta pelos pecados de Israel. Todos os dias, também, o sacerdote entrava no lugar santo do santuário para queimar o incenso, que representava as orações do povo. O capítulo de hoje fala sobre um dia especial, um feriado anual chamado Dia da Expiação, em hebraico, “Yom Kippur”. Neste dia acontecia o que não podia ser feito em nenhum outro: o sumo sacerdote entrava no lugar Santíssimo. Lembram? Aquele terceiro compartimento do santuário em que ficava a arca da aliança com as tábuas da lei. Era um dia de purificação. Durante todo o ano os filhos de Israel haviam levado seus pecados para o tabernáculo. Neste dia era realizada uma expiação, uma espécie de “limpeza” do santuário.
Dois bodes eram trazidos e sobre eles eram lançadas sortes. Um seria o bode expiatório, ou seja, o bode da purificação. Sobre este bode não seria lançada culpa, mas, sem culpa alguma, seria morto e seu sangue era aspergido no lugar Santíssimo representando a Cristo, o Inocente que Se ofereceu em sacrifício por nós. Já sobre o bode emissário ou Azazel, cujo significado é “demônio do deserto”, eram lançadas todas as iniquidades do povo e levado para fora do arraial, em local distante, e lá era solto vivo no deserto. Ou seja, demônio, que merecia receber toda a culpa, lançado vivo no deserto à sua própria sorte. É praticamente uma ilustração apocalíptica.
Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Mas, apesar de receber sobre Si as nossas iniquidades, Ele morreu sem culpa. Ele não merecia tal condenação. Porém, o Seu sangue tinha que ser derramado para que tivéssemos vida, para que fôssemos purificados, ou seja, o bode expiatório. Existe, porém, uma criatura na qual se originou o pecado e que, um dia, receberá a culpa merecida por todas as iniquidades (bode Azazel), sendo lançado vivo nesta terra que estará desolada como um deserto durante mil anos. A Bíblia diz que, após o retorno de Cristo, Satanás ficará aqui por um período de mil anos sem ter a quem tentar, ou seja, num verdadeiro deserto (Ap.20:1-3). O Dia da Expiação representava, portanto, algo grandioso. Era uma sombra daquilo que um dia se tornará realidade. Cristo virá e trará purificação sobre os Seus filhos e Satanás receberá a sua primeira condenação.
Um dia, todos nós compareceremos perante o tribunal de Cristo (1Co.5:10). Conforme Daniel 8:14, desde 1844 vivemos no dia da expiação profético. Jesus Se encontra, hoje, no lugar Santíssimo do santuário celeste intercedendo por cada um de nós. É tempo, pois, de afligirmos a nossa alma; de nos consagrar para encontrarmos com o nosso Deus. Hoje é o dia de buscarmos esta purificação. Nas palavras de Guilherme Müller: “Hoje, e hoje, até que Ele venha”. E semelhante à ordem estabelecida a Arão para entrar no Santíssimo três vezes, primeiro indo ao Senhor com o incensário, depois oferecendo sacrifício por ele e pela sua família, e, por último, pelos pecados de todo o povo, precisamos obedecer esta ordem em nossa jornada para o Céu:
- Deus;
- Eu e minha família;
- Todos os demais.
Em obedecermos a esta lógica divina há bênçãos sem medida. Nosso Pai do Céu tanto nos amou que entregou o Seu único Filho, o Inocente, por mim e por você (Jo.3:16). Não há maior amor do que este! Aceite, hoje, este amor incondicional que espera ansiosamente pelo Dia em que nos levará “para o Reino do Filho do Seu amor” (Cl.1:13)
Feliz sábado, amados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico16 #RPSP
Comentários em áudio:
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1877 palavras
Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.
O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:
- O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
- Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
- Entrava no Lugar Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
- Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
- Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
- Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
- Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
- Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
- Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
- O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
- O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
- Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
- Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
- A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.
Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilégio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.
1 Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.
2 que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.
dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.
propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.
Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele – o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.
3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.
5 dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.
6 expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.
8 bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel, … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.
Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel” significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico ”Azazel”. Andrews Study Bible.
Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (v. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21). CBASD, vol. 1, p. 839.
13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.
16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.
Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.
sétimo mês. Tisri, o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28). Bíblia de Genebra.
Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Importante:
Amanhã leremos Levítico 16, que trata do Dia da Expiação –Yom Kippur–, o centro da Torah (Pentateuco).
A ampla compreensão deste texto é vital para o entendimento da Doutrina do Santuário, um dos pilares doutrinários da Igreja Adventista, com seus desdobramentos em Daniel e Apocalipse.
Não perca!
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-15/
Muitos podem não conseguir ver como um capítulo sobre emissões corporais poderia gerar pensamentos devocionais espirituais. No entanto, esses escritos inspirados têm uma mensagem vital para nós hoje. Palavras com “limpo” como palavra raiz aparecem 37 vezes em um total de 33 versos. Pode haver muito pouca dúvida de que Deus está preocupado com a limpeza. E com razão.
A limpeza é uma daquelas qualidades que se originam com um Deus santo. A Terra em si é uma maravilha de autolimpeza com seus muitos ciclos ecológicos. Esse trabalho limpo poderia vir apenas de um Designer limpo. Podemos concluir, portanto, que os adoradores de Deus devem ser limpos em todos os aspectos de sua vida.
Uma premissa bem conhecida é “a pureza é próxima da piedade”. A palavra grega traduzida por “piedade” significa “santidade”, sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14). E enquanto é impossível obter santidade pela limpeza exterior, somos feitos completamente limpos diante de Deus quando somos transformados em criações completamente novas em Cristo pelo poder de Deus.
A limpeza é importante para Deus. Ele não apenas nos redime com o Seu sangue, mas também nos purifica de toda a imundícia. Isso não é apenas uma suposição segura, mas um fato maravilhoso!
Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia Denver Sul
Denver, Colorado EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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O que precisamos para viver mais e melhor? Quando Deus nos diz não, deveríamos agradecê-Lo. Um “não” de Deus é muito melhor que muito “sim” nosso. Nosso melhor pode não ser bom, mas o melhor de Deus é melhor que o nosso mais nobre melhor.
Este capítulo inspirado revela o quanto Deus está preocupado com a felicidade, bem-estar e saúde de Seu povo. Deus pensa em tudo, até em coisas que jamais pensamos que Ele pensa: Isso sim que é cuidado não exagerado, mas sob medida.
Deus se preocupa com aquilo que contamina o homem e a mulher. São procedimentos higiênicos que lá no deserto, o povo de Israel sob a liderança de Moisés, evitaria doenças e epidemias.
O corpo do filho de Deus é o templo do Espírito Santo, portanto, ele deve ser mantido puro e santo. Portanto,
1. Cuidado com as impurezas masculinas (vs. 1-18)
2. Cuidado com as impurezas femininas (vs. 19-33).
“A natureza humana é desesperadoramente contaminada e contaminadora. Este livro sustenta um espelho fiel contra a humanidade orgulhosa e não deixa à ‘carne’ nada de que se gloriar diante de um Deus santo”, declara Merril F. Unger.
Após dizer isso, Unger comenta: “As secreções corporais mencionadas, tanto voluntárias como involuntárias, tanto normais quanto patológicas, evidenciam o pecado profundamente arraigado na natureza humana e a maldição sobre ele, revelando a necessidade de uma purificação contínua com água (a Palavra) tendo por base o sangue derramado”.
Além da Palavra, a água purificadora pode ser o Cristo (Messias) apontado pelas profecias que veio a este mundo imundo para purificar quem O aceitar. Note o caso da mulher hemorrágica e a mulher samaritana (Marcos 5:24-34; João 4:1-26).
Estamos contaminados pelo pecado, tudo o que fazemos está maculado. Contudo, qualquer pessoa que Deus identifica como imundo neste mundo deve tratar-se da forma em que foi revelada neste capítulo. Seguir as regulamentações divinas evita ou limpa aqueles que vivem neste planeta.
O sangue aponta para o sacrifício de Cristo. Sem ele não haveria meio de purificar-se. Nossa vida para ser santa precisa estar ligada a Cristo até que nossos atos reflitam o Seu caráter. Ele tomou o nosso lugar na cruz para nos purificar, pois até as coisas naturais podem nos contaminar.
Reflita! – Heber Toth Armi.
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“Também a mulher, quando manar fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua menstruação… todos os dias do fluxo será imunda…” (v.25).
A lei sobre as imundícias do homem e da mulher apresentam algumas restrições que em alguns pontos podemos até entender como um exagero, mas que naquele tempo se tratava de uma proteção divina. Foi a forma que Deus encontrou para preservar tanto a saúde quanto a intimidade de Seus filhos. Provavelmente, a primeira parte do capítulo sobre o vazamento de fluxo seminal ou a retenção dele fosse referente a alguma enfermidade no homem, podendo ser até alguma doença venérea. Logo após, o capítulo trata sobre o período menstrual da mulher. O Senhor buscou ensinar o Seu povo noções importantes acerca do cuidado com a higiene e de como isto pode ser uma questão de vida ou morte.
Habitando em tendas no meio do deserto, tanto homens quanto mulheres precisavam seguir as orientações de Deus para o bem geral da nação. Além de que a mulher não possuía os recursos que temos hoje para conter “o fluxo costumado do seu corpo” (v.19). Então, por uma questão tanto de higiene como de cuidado para com a mulher neste período, Deus também estabeleceu regras para que nenhum homem a incomodasse nos dias de sua menstruação. Dada a cultura predominantemente patriarcal, se Deus não tivesse sido tão enfático com relação a isto, o homem não respeitaria este período feminino tão íntimo e incômodo. Mas, o versículo 25 revela algo ainda mais crítico: a mulher que era acometida do fluxo de sangue além do período normal.
Nos evangelhos, encontramos o relato de uma mulher que há 12 anos sofria deste mal. Conforme estudamos no capítulo de hoje, tudo o que aquela mulher tocasse tornava-se imundo. Contudo, ela rompeu todas as barreiras do preconceito e se pôs no meio de grande multidão. Imaginem quantas pessoas ela não tocou até conseguir chegar perto de Cristo. Nada mais importava para ela, a não ser tocar nas vestes dAquele que era o Único capaz de torná-la limpa, e com muita dificuldade, ela tocou na orla das vestes do Médico dos médicos! Sabem o que é mais lindo nesta história, amados? Em meio àquela multidão, Jesus perguntou: “Quem Me tocou?… porque senti que de Mim saiu poder” (Lc.8:46). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus. O toque da fé é o conduto que faz com que o poder divino possa atuar em nosso favor. Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação.
Qual tem sido a barreira que lhe tem impedido de ir ao encontro de Jesus? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões, nem a morte, nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Por isso, não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando insistentemente. Deus tem o poder de transformar maldição em bênção! Aleluia! Aquela mulher entendeu isso e sua fé em Cristo a salvou! E o sangue que era símbolo de imundícia, tornou-se símbolo de fé. Deus reverteu este conceito ao enviar o Seu único Filho em favor de nós, que éramos imundos em nossos pecados.
Aceite ser purificado pelo único sangue que tem poder para salvar, o sangue do Cordeiro de Deus. Não permita que pessoas ou situações desfavoráveis lhe impeçam de tocar nas vestes de justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam ao redor para encontrar o olhar de uma única mulher. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é esta: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc.18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (Mc.5:34).
Bom dia, salvos pela fé em Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
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