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Este é o terceiro capítulo em que Moisés descreve o fracasso do profeta Balaão. A mensagem clara é que por mais que se invista de várias formas possíveis é impossível atingir ao povo que tem a Deus como Senhor, guia e protetor.
É loucura pensar que lutar contra Deus obterá alguma vitória. Cegado pelo pecado com coração ambicioso, Balaão seguia seu destino tortuoso. O destino do caminho da ambição é a destruição! Ambição/ganância leva à independência de Deus – isto é, demência!
Percebendo a invalidez dos encantamentos (sete altares) Balaão desistiu deles; então passa a falar diante de todo o povo de Deus (vs. 1-2). “Desta vez Balaão abençoa todo o Israel (24.3-5), prediz que um dia terão um grande rei e um grande reino (24.6,7) e vincula o poderio deles à obra de Yahweh a seu favor (24.8,9). O oráculo final de Balaão prediz que Israel derrotará todos os seus adversários (vs. 15-24)” (Paul R. House).
• As promessas de Deus de enviar um Messias para erradicar o pecado do mundo poderiam sofrer oposição, mas certamente seriam cumpridas.
Intentando amaldiçoar, Balaão abençoou. Intentando enfraquecer o povo de Deus, Balaão profetizou sua total vitória com base na obra do Deus verdadeiro. “Balaão pronunciou, portanto, a palavra de Deus, e Deus disse que verdadeiramente se cumprirão as promessas de herança, aliança e terra. Essas são palavras de Deus, e elas são infalíveis mesmo apresentadas por um adivinho estrangeiro, mercenário e incapaz de enxergar como Balaão” (House).
De profeta, Balaão decaiu para adivinho (Josué 13:22).
• Para abençoar Seu povo Deus pode falar através de quem Ele quiser; Suas palavras a você podem vir de qualquer pessoa, até de alguém apostatado.
Balaão e Balaque representam a união religiosa com a política. Esta relação sempre foi perigosa. No tempo do fim o Armagedom significará união da política mudial com a religião mundial contra o remanescente de Deus. Entretanto, não tenha medo…
“Na verdade, os crentes sofrem certa oposição à medida que se dirigem à Terra Prometida por Deus. Essa oposição pode criar uma verdadeira e séria dificuldade. Mas, ‘nos últimos dias’, os nossos inimigos é que serão derrotados pelas mãos de Deus” (Lawrence O. Richards).
Para quem está com Deus, até maldição torna-se bênçãos. Portanto, agarremo-nos a Ele! – Heber Toth Armí.
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“… Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (v.9).
Diferente das duas primeiras vezes, Balaão não saiu a fim de cumprir seus agouros e rituais supersticiosos. Ao avistar as tribos de Israel e o santuário de Deus, todos em perfeita organização, seus olhos foram abertos não apenas para o que via naquele momento, mas, vindo “sobre ele o Espírito de Deus” (v.2), contemplou o futuro glorioso de um Reino que não terá fim. A “palavra do homem de olhos abertos” (v.3) foi uma profecia de inspiração divina acerca das bênçãos do Senhor sobre o Seu povo ao decorrer da história e de sua vitória “nos últimos dias” (v.14).
Irado com o que ouviu, Balaque repreendeu a Balaão e lançou sobre Deus a culpa de dispensar o adivinho sem as honras prometidas. Balaão, porém, voltou a falar em profecias, reforçando a vitória de Israel sobre todos os seus inimigos. Ao dizer: “de Israel subirá um cetro” (v.17), profetizou o reinado de Davi, mas também o reinado eterno de Cristo. Contudo, apesar de ter sido movido pelo Espírito Santo ao proferir aquelas palavras, Balaão não entregara ao Senhor o governo de sua vida, e sua contribuição para a obra de Deus se resumira àquele episódio.
A bênção trina sobre Israel representa o caminho sobremodo excelente de Deus para os Seus filhos em todos os tempos. A primeira bênção fala de perdão, de santificação e do sono (morte) dos justos. A segunda, fala do fiel cumprimento das promessas divinas, da constante presença de Deus com o Seu povo e de Seu zelo para com ele. E a terceira, da vitória do povo de Deus contra os seus inimigos, de suas moradas abençoadas e da vitória final através do reinado de Cristo.
Não sabemos até quando o nosso tempo de graça irá durar. Cada um de nós é chamado a tomar uma decisão pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, ainda que apanhados pela morte, nos guardar no descanso dos justos para a primeira ressurreição: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20) e Ele tem cuidado de nós (1Pe.5:7). E, “por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25), nos levando para as eternas moradas do Pai (Jo.14:1-3).
Ao longo das gerações, Deus tem lançado ao mundo o Seu terno convite: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Muitos têm acreditado em Sua existência e atuação, mas, como Balaão, apesar de ouvir a voz de Deus e de experimentar encontrá-Lo, não permitem que Ele realize o milagre da transformação que todos nós necessitamos. O mundo lhes é mais atrativo. Suas inclinações não são lançadas diante do Oleiro dos corações. São aqueles que ficam fascinados diante das bênçãos de Deus, mas que não desejam fazer parte do povo eleito, antes, escolhem o caminho de Balaão: “eis que vou ao meu povo” (v.14).
Que “Israel fará proezas” (v.18) é uma promessa que continua em seu cumprimento e culminará no triunfo final do “Israel de Deus” (Gl.6:16). Deus não nos chamou para vivermos com Ele apenas uma experiência passageira, mas uma vida com Ele aqui para que possamos desfrutar de uma vida eterna no porvir. Aproveite esses dias de pausa para fortalecer a sua vida com Deus e clamar pela unção diária do Espírito Santo.
Feliz sábado, Israel de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números24 #RPSP
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359 palavras
1 Não recorreu à magia, como nas outras vezes. [Os sacrifícios de Balaão em Nm 22:40; 23:2, 14, e 29 não foram…] sacrifícios ao Senhor. Os pedaços dados a Balaão teriam incluído os fígados, e Balaão, como adivinho pagão, era especialista na adivinhação por meio do fígado. Balaão depois deixou de praticar seus atos de magia quando o poder da palavra do Senhor veio sobre ele (24.1). Bíblia de Estudo NVI Vida, sobre Nm 22:40.
5 as tuas tendas. A ordem na disposição do acampamento impressionou sobremaneira o profeta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 991.
6 Como vales que se estendem. Literalmente, “se esticam”. Trata-se de uma provável referência às longas fileiras de tendas com amplos espaços entre elas. CBASD, vol. 1, p. 991.
7 Agague. É provável que o nome Agague fosse uma designação genérica dos reis dos amalequitas, como o faraó dos egípcios e Abimeleque dos filisteus (ver com. [CBASD] de Gn 20:2). CBASD, vol. 1, p. 992.
9 Benditos os que te abençoarem,… Israel faz parte da bênção dada a Abraão, Gn 12.3, e tudo se cumpre finalmente em Cristo (Gl 3.16). Bíblia Shedd.
A teologia da Bênção e da maldição nas promessas feitas a Abraão (Gn 12.2, 3) agora faz parte desse oráculo de bênção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 bateu ele as suas palmas. Uma expressão de desprezo e sinal de grande ira (ver Jó 27:33; Lm 2:15; Ez 21:17). Balaque pode ter pensado que Balaão tinha uma aliança com Israel e estava zombando dele. CBASD, vol. 1, p. 992.
17 estrela. O rei Davi conquistou Moabe e Edom (2 Sm 8). Vários intérpretes tem aplicado esta profecia a Jesus Cristo, o filho de Davi. Andrews Study Bible.
O futuro Libertador de Israel será semelhante a uma estrela (cf Ap 22.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A estrela procedente de Jacó é sempre vista como se referenciando ao Messias vindouro. Foi provavelmente esta profecia que convenceu os magos a viajarem a Israel a buscar pelo bebê Jesus (ver Mt 2:1, 2). Life Application Study Bible Kingsway.
25 voltou para a sua terra. Ver v. 11. Ao chegar a sua casa, tramou uma artimanha para produzir a queda de Israel e buscou de imediato a Moabe, a fim de revelar seu plano ao rei (PP, 451). Morreu pouco tempo depois, em batalha (Nm 31:8). CBASD, vol. 1, p. 994.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-23/
Os principais personagens em Números 23 e 24 são o rei Balaque e o profeta Balaão. Balaque é de Moabe, um rei pagão que está com medo porque os israelitas estão à sua porta, prontos para marchar em seu caminho para Canaã. Balaão é um adivinho famoso pela eficácia de suas bênçãos e maldições.
Eu quero focar especialmente em Balaão porque ele havia sido um verdadeiro profeta de Deus, mas depois apostatou devido a um espírito de cobiça (Patriarcas e Profetas, 439). Muitas vezes em nossas próprias vidas, se não estamos totalmente focados em Cristo, perdemos a conexão vital que impede nossos corações de pecar.
O caminho da apostasia de Balaão pode ter sido o sucesso em obter lucro e fama como resultado de suas adivinhações. Mais tarde acabou sendo desonesto com Balaque. Um pecado gradualmente leva a outro.
Eu atualmente dou aulas de exercícios físicos e equilíbrio para idosos. Gosto muito de ouvir elogios pelas aulas dadas, especialmente quando os alunos relatam os progressos físicos obtidos. Mas os elogios podem facilmente nos levar ao orgulho. E é exatamente isso o que o diabo quer. Eu oro diariamente para que o Senhor me mantenha humilde e dependente Dele.
Merlene Olmsted
Coordenadora de Ministérios Pessoais
Otis Orchard, Estado de Washington, EUA
Instrutora Voluntária do Programa Permanecendo Ativo e Independente para a Vida: aulas de exercícios físicos e equilíbrio para idosos (Staying Active and Independent for Life – SAIL)
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/23/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.
Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).
Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).
Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.
• Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.
Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:
1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).
Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?
Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).
• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.
A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).
Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso denunciar a quem o Senhor não denunciou?” (v.8).
Chegando ao lugar designado, Balaão orientou Balaque a construir sete altares e neles oferecer sacrifícios. Saindo da presença do rei, Balaão seguiu para um lugar solitário a fim de encontrar-se com o Senhor. Diante da presença de Deus, ele ouviu a Sua resposta e retornou ao monarca a fim de lhe expor a palavra do Senhor. Qual não foi a sua surpresa, ao invés de ouvir palavras de maldição, Balaque teve de ouvir Balaão abençoando os filhos de Israel. Apesar de frustradas as suas expectativas, não desistiria tão fácil de realizar o seu intento. Indicando outro lugar, ofereceu outros sacrifícios e aguardou que, desta vez, a resposta lhe fosse favorável.
“Encontrando-Se o Senhor com Balaão” (v.16) pela segunda vez, colocou em sua boca novas palavras de bênção para o Seu povo. Balaque foi obrigado a ouvir a confirmação da eleição divina quanto ao Seu povo Israel e a declaração de que “contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel” (v.23). Maldição alguma pode atingir aqueles a quem o Senhor abençoou. Encantamento algum tem efeito sobre aqueles no meio dos quais Deus habita. A obstinação de Balaque, no entanto, o levara ao terceiro lugar e à terceira tentativa. Todos os seus sacrifícios, porém, eram inúteis e desprezíveis aos olhos do Senhor. E quanto mais alto subia, mais o seu coração se elevava e mais o medo o aterrorizava ao avistar os estandartes de Israel.
A prática do uso de encantamentos e agouros a fim de prejudicar alguém não ficou no passado, apenas mudou de forma. É uma prática mais comum do que possamos imaginar o uso de maldições. O ocultismo ainda permanece destilando seu veneno para os que não se submetem à proteção divina. Deus mesmo abomina qualquer tipo de feitiçaria e ordena os Seus filhos a se afastarem de suas práticas: “Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Lv.19:31). “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos, se consultarão os mortos?” (Is.8:19).
Lugares estratégicos, tentativas incontáveis e sacrifícios vazios nunca terão o poder de tocar num só fio de cabelo daqueles que pertencem a Deus. “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca” (1Jo.5:18). Cristo Jesus, o Senhor dos Exércitos, assume a linha de frente da batalha de todo aquele que O aceita como Senhor e Salvador de sua vida. Os inimigos podem ir de um lugar a outro em uma sina incansável para destruir os servos de Deus, mas sob a fortaleza inabalável do Altíssimo, nada os pode abater.
Assim como Israel não fazia ideia do que acontecia acima deles, muitas vezes não temos noção das tentativas frustradas do inimigo em nos derrotar. Precisamos estar constantemente vigilantes quanto ao grande conflito em que estamos envolvidos. Eis a nossa segurança: “O Senhor, seu Deus, está com ele, no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei” (v.21). Seja a nossa vida uma oferta contínua de louvor e adoração ao nosso Rei e Ele nos guardará do mal, inclusive, e principalmente, quando estivermos em condição mais vulnerável.
Façamos da oração de Davi a nossa oração hoje:
“Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das Tuas asas, dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte. Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes; andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra… Eu, porém, na justiça contemplarei a Tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a Tua semelhança” (Sl.17:8-11 e 15).
Bom dia, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números23 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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