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Quando portas e janelas estiverem fechadas, confie e espere no Deus verdadeiro, Ele arrebentará o muro para abrir passagem para você.
Perto de introduzir na Terra Prometida, começando a ver promessas concretizarem-se e, após santificar-se, consagrar-se e orientar-se com Deus, Israel está à frente da primeira cidade do plano divino, a ser conquistada. No capítulo em estudo, nota-se que DEUS…
1. …Ensina quanto à tomada da cidade (vs. 1-7);
2. …Delineia a “batalha” contra Jericó (vs. 8-21);
3. …Prescreve como agir após a “batalha” (vs. 22-27).
As instruções visando à conquista de Jericó não tinham lógica humana: Rodear a cidade amuralhada durante seis dias sem que nada acontecesse. Uma semana fazendo a mesma coisa. Isso tudo em silêncio, exceto na sétima volta.
Na última volta, as trombetas deveriam soar com força e, todo o povo deveria gritar a todo pulmão. Então, os muros de Jericó desabariam como uma fina parede frágil de cristal – embora fossem duplos, novos, largos e fortes. Qualquer estrategista humano declararia impossível qualquer vitória seguindo tal estratégia.
• Seguir orientações de Deus parece absurdo; pessoas próximas podem alegar que você ficou enlouquecido(a) por segui-las. Entretanto, não te preocupes com falatórios, preocupe-se em depender de Deus. Assim, as portas se abrirão, ou muros ruirão ou, qualquer obstáculo será removido para você avançar!
Raabe era única moradora de Jericó que decidiu salvar-se; certamente encontrou sérias oposições ao abandonar a fé dos ancestrais para aderir à fé dos inimigos de Jericó. Sozinha entre tantos pagãos idólatras, sua casa foi a única a ficar intacta ao caírem os muros – familiares e amigos que estavam em sua casa também foram salvos.
Raabe está na genealogia de Cristo (Mateus 1:5), junto aos heróis da fé (Hebreus 11:31), equiparada a Abraão (Tiago 2:25).
MEDITE:
• Nada impedirá àquele que em tudo depender de Deus.
• Quando anjos tocarem fortemente suas trombetas anunciando o retorno do Messias, surgirão salvos de lugares e cidades que nunca imaginamos. Deus preza, protege e salva àqueles que entregam-Lhe a vida!
• Ainda que você esteja sozinho(a) na fé no verdadeiro Deus, serás lembrado(a) no dia do retorno de Cristo e, recolhido(a) pelos anjos!
• A salvação requer fé, confiança, dependência de Deus e paciência!
“Senhor, faz-me perseverante como Raabe. Dá-me fé e coragem para não retroceder!” – Heber Toth Armí.
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“Então, entraram os jovens, os espias, e tiraram Raabe, e seu pai, e sua mãe, e seus irmãos, e tudo quanto tinha; tiraram também toda a sua parentela e os acamparam fora do arraial de Israel” (v.23).
Cercado pelos exércitos de Israel, o povo de Jericó buscou fortalecer sua segurança e cerrar as portas da cidade a fim de que ninguém entrasse ou saísse de lá. Terrível sensação de incapacidade tomou conta dos corações que desmaiavam de ansiedade e de medo. Do lado de fora de seus muros podiam avistar a jovem e robusta comitiva de Israel que deixava bem clara a sua intenção de tomar a cidade.
Contudo, algo inesperado aconteceu. Ao perceberem os inimigos a aproximação dos homens armados de Israel, tremeram e temeram, mas tudo o que viram fora um desfile com direito a “fanfarra” de trombetas. De alguma forma, porém, aquela primeira ação de Israel causara grande desconfiança e perturbação ao povo de Jericó. No dia seguinte, imagino que os muros, outrora evitados, ganharam novos espectadores para assistir ao desfile marcial de Israel. E assim, se deu durante sete dias.
No sétimo dia, porém, ao notarem que o desfile que dantes era limitado a apenas uma volta ao redor da cidade, se estendeu por uma volta a mais, e outra, e de novo… até que, no final da sétima volta, o toque das trombetas soou diferente e, pela primeira vez, Jericó ouviu a voz dos filhos de Israel que gritando a plenos pulmões, testemunharam o poder de Deus derrubando os imponentes muros de Jericó como se fossem feitos de pez.
Ninguém daquela cidade seria poupado, a não ser por Raabe e sua família. “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu em paz aos espias” (Hb.11:31). E mediante a sua confiança em Deus e disposição em servi-Lo, além de ter salvado toda a sua casa e de ter sido incluída na ilustre galeria dos heróis da fé, Raabe faz parte da mais privilegiada genealogia de todos os tempos: a genealogia de Jesus Cristo (Mt.1:5).
Mas além de Raabe, gostaria de destacar também a atitude daqueles dois espias, que mesmo sendo anônimos, a Bíblia relata que se tratavam de dois jovens (v.23). Aqueles jovens certamente haviam compreendido o real significado da misericórdia divina. O ultimato de Deus de destruir as ímpias nações de Canaã poderia tê-los feito negar o pedido de Raabe, mas o relacionamento que mantinham com o Senhor não os permitira deixar de reconhecer naquela mulher uma verdadeira adoradora do Deus a Quem serviam.
Todos, adultos, jovens, velhos e crianças, podem ter participação ativa na obra do Senhor. Nossa influência pode estar a colaborar ou prejudicar no bom andamento desta obra. Quantas “Raabes” estão ao nosso redor apenas aguardando que entremos em suas casas e lhes apresentemos o cordão escarlata da salvação em Cristo Jesus. Raabe não apenas recebeu dois espias em sua casa, ela recebeu uma dupla missionária que soube identificar a necessidade daquela mulher e ajudá-la a encontrar o verdadeiro Deus.
Você ainda não possui uma dupla missionária? Ore ao Senhor e peça que lhe mostre alguém de espírito voluntário. Lembrando aos casados, que vocês já são uma dupla missionária; e aos solteiros que procurem, preferencialmente, alguém do mesmo sexo para este fim. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos, oremos e apressemos o grande Dia do Senhor!
Bom dia, missionários de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué6 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
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1518 palavras
1 Jericó. Era importante pelo tamanho, riqueza e, acima de tudo, bloqueava a entrada dos israelitas na terra. Bíblia Shedd.
Atual Tell es Sultan, sítio arqueológico de mais de duas dezenas de cidades da antiguidade, edificadas e destruídas, uma em cima da outra. … A colina (Tel, colina artificial, composta de ruínas superpostas) mede quase 400 m por 200 m. Como Jericó pode ter sido um centro para a adoração do deus-lua (Jericó significa provavelmente “cidade da lua”), Deus estava destruindo não somente as cidades de Canaã, mas também a religião cananéia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
estava rigorosamente fechada. No hebraico, esta declaração é enfática, e indica que as portas não só estavam fechadas, como também protegidas por ferrolhos e barras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 188.
2 entreguei. A predição divina era tão certa que é afirmada como se já tivesse ocorrido. … Desta maneira, a sentença d morte de Jericó estava irrevogavelmente assegurada. No que refere a seus habitantes, eles tiveram muitas oportunidades de buscar a salvação do Deus de Israel. Se assim o tivessem desejado, todos poderiam ter sido salvos, assim como Raabe e sua família. O Senhor “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4). CBASD, vol. 2, p. 188.
3 todos os homens de guerra. Isto é, todos os que marchassem em volta da cidade deviam ser homens de guerra. Isto não incluía necessariamente o exército inteiro, mas, sim, representantes de cada tribo. Parece que pessoas comuns não foram incluídas. Um número tão grande teria formado um cortejo desajeitado demais. CBASD, vol. 2, p. 188.
4 trombetas. Neste trecho há três palavras [hebraicas] usadas para especificar o tipo de trombeta: 1) Shofar, que é o nome especial para trombeta; 2) Geren indica “chifre”, i.e., “trombeta de chifre”; e 3) Yobel que significa “carneiro”, i.e., “chifre de carneiro”. Estas eram as trombetas de celebração ou jubileu, porque a entrada na Palestina era ocasião de grande celebração. Os sacerdotes usaram o sinal de celebração e não o de guerra (Lv 25.9). Bíblia Shedd.
7 rodeais a cidade. A lição era direcionada aos israelitas. … Ele desejava dar aos israelitas tempo para desenvolver fé (PP, 493). … O povo precisava compreender de maneira plena que a batalha não era dele, mas do Senhor. Deus poderia fazer grandes coisas em favor dos israelitas, se estes cooperassem com Ele. A fé nada mais é do que aceitação e completa cooperação dom o plano de Deus. CBASD, vol. 2, p. 189.
8 diante do SENHOR. Tal como se lê em 3.11 (nota), a presença da arca é identificada com a presença do próprio Senhor. Bíblia de Genebra.
10 nem fareis ouvir a vossa voz. O solene silêncio da procissão proporcionava, aos sitiadores da cidade, uma oportunidade ideal para meditar e refletir. Deus tinha o objetivo de impressionar o coração deles com uma grande lição de fé. Não é fácil aprender esse tipo de lição e, com frequência, é necessário muito tempo. Se o Senhor sempre respondesse imediatamente as orações, não haveria a oportunidade de exercitar ou de desenvolver a fé. A demora ensina a depender de Deus e a confiar nEle. Esse resultado, porém, só se obtém se o período de espera é dedicado à silenciosa meditação e ao exercício da plena submissão ao plano divino. Muitas bênçãos são perdidas por não se permanecer em silêncio perante o Senhor e esperar que Ele opere. “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (Sl 46:10). CBASD, vol. 2, p. 189.
15 rodearam a cidade sete vezes. O povo de Deus estava sendo treinado diariamente na paciência, na obediência e na humildade. Deixemos que Deus execute todas as coisas por nós! Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
Considerando que o povo usou sete dias para dar as voltas, um desses dias foi o sábado. Essa constatação levanta o seguinte questionamento: marchar em torno da cidade estava em harmonia com o espírito da verdadeira observância do sábado? É importante notar que o sábado é dedicado a Deus, e qualquer coisa que Ele ordene fazer nesse dia estará em harmonia com o espírito de sua observância. De acordo com a ordem divina, o sábado não deve ser usado para seguir os próprios caminhos, nem para fazer a própria vontade (Is 58:13). Mas, seguramente, podemos dedicar suas horas sagradas a fazer o que Deus ordena que se faça (ver Mt 12:5). CBASD, vol. 2, p. 189.
16 Gritai. A obediência implícita nesse ato foi uma demonstração notável de fé (ver Hb 11:30). Naquela hora crucial, Israel agiu com unanimidade e singularidade de coração. Se tivesse continuado com essa disposição de ânimo, o curso de sua história teria sido completamente diferente. Eles teriam cumprido o plano divino, e seu testemunho haveria se espalhado a todo mundo. Jerusalém teria se consolidado para sempre como o centro de um grande reino espiritual. CBASD, vol. 2, p. 189.
17 condenada. Do heb. herem. Este substantivo também pode ser traduzido por “um objeto ou uma pessoa consagrada”, para destruição ou para uso santo, e, portanto, excluído do uso comum (Lv 27:28, 29). … Jericó devia ser banida e nenhuma parte de sua riqueza poderia ser dedicada a uso pessoal. Todos que nela viviam estavam completamente separados para a destruição. CBASD, vol. 2, p. 190.
Esta palavra foi pronunciada contra Jericó; ela foi a primeira cidade vencida na Palestina e isso por meio de milagre. Assim, ela pertencia ao Senhor como primícia do julgamento divino. Bíblia Shedd.
18 e assim torneis malditos o arraial de Israel e o confundais (ARA; NVI: “trarão desgraça e morte ao acampamento de Israel”). Se Israel tomasse para si mesmo alguma coisa consagrada a Deus, a própria nação seria sujeita à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
somente viverá Raabe… e os que estiverem com ela. O juízo divino não exclui a graça. A misericórdia que ela buscou em 2.12 lhe seria conferida. Bíblia de Genebra.
21 destruíram totalmente. Para alguns, esse ato parece repleto de barbárie e crueldade. No entanto, uma cuidadosa investigação de todo os caminhos e das obras de Deus, de acordo com a revelação das Escrituras, leva a uma conclusão diferente. É preciso lembrar que os israelitas agiram em obediência estrita a ordens divinas (Dt 20:16, 17), e qualquer acusação contra eles consiste numa acusação direta contra a retidão dos juízos divinos. Os cananeus tinham chegado ao limite de seu tempo de graça. Deus lhes dera uma oportunidade adequada para se arrepender, assim como proporciona a cada pessoa neste mundo (1Jo 1:9; 2Pe 3:9). Chega o momento em que a misericórdia não pode prosseguir sem interferir na justiça divina. Quando chega esse momento, o Senhor precisa agir, a fim de ser fiel a Seu caráter, que inclui tanto a misericórdia como a justiça. Muitas vezes, é um ato de amor destruir os que já tiveram oportunidade, para impedir que o mau exemplo corrompa outros (ver PP, 492). Se os habitantes de Jericó assim o tivessem desejado, todos poderiam ter recebido a salvação que Raabe e sua casa alcançaram. CBASD, vol. 2, p. 190.
Os habitantes da costa oriental do Mediterrâneo [Palestina e Fenícia] eram tão corruptos e depravados quanto os mais perversos que já passaram por esta Terra. Eles criaram uma religião de luxúria. Entregavam seus filhos para serem queimados vivos em sacrifício ao deus Moloque. Levítico 18 descreve brevemente a rebelião moral dos cananeus. … De acordo com a Bíblia, os cananeus eram tão vis que a própria terra os “vomitou” (ver Lv 18:28). … Durante mais 400 anos [após Abraão e Gn 15:16] , geração após geração dos amorreus teve permissão para viver e praticar abominações cada vez maiores. Sé então, Deus ordenou a destruição. É razoável chegar à conclusão de que a aniquilação dos cananeus foi decretada porque a medida da iniquidade havia se completado, e nada mais se ganharia ao lhes estender misericórdia adicional. A destruição dos filhos junto com os pais se justificava porque a geração mais jovem seguiria exatamente o caminho de todas as gerações que a haviam precedido, pois a tendência para a corrupção, a rebelião e a depravação estavam arraigadas e dominantes em sua natureza, assim como na de seus pais. Destruir os pais e deixar viva a geração mais jovem significaria tão somente a preservação da semente da corrupção. … a destruição da geração mais jovem se torna tão razoável quanto a destruição dos mais velhos. CBASD, vol. 2, p. 193.*
23 fora do arraial. Essa expressão pode descrever um estado temporário (v. 25), devido à imundícia cerimonial(p. ex., Lv 13.46). Bíblia de Genebra.
No devido tempo, foi recebida na congregação de Israel, provavelmente depois que ela e sua parentela foram instruídas na religião de Yahweh e se purificaram de seus costumes e suas crenças pagãs. CBASD, vol. 2, p. 190.
25 e habitou no meio de Israel. A fé de Raabe é ressaltada duas vezes no NT (Hb 11.31; Tg 2.25). Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Maldito… seja o homem. No caso de Jericó, sem dúvida, a maldição tinha o propósito de manter a lembrança de destruição da cidade sempre diante dos olhos das gerações por vir. As ruínas da cidade continuariam a prestar um mudo depoimento, mas uma nova cidade construída no velho lugar apagaria qualquer vestígio de tal recordação. A maldição foi pronunciada por ordem divina (ver 1Rs 16:34). … O cumprimento desta predição se encontra registrado em 1Reis 16:34. CBASD, vol. 2, p. 191.
* Para mais sobre a questão da destruição em larga escala dos habitantes de Canaã, leia CBASD, vol. 2, p. 191-196.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-5/
Quando Josué se aproxima de Jericó, um homem aparece diante dele com uma espada desembainhada. Como não era do seu feitio fugir do conflito, Josué se aproxima e pergunta: “Você é dos nossos ou dos nossos inimigos?”
“Nem uma coisa nem outra” é a resposta. “mas venho agora como príncipe do exército do Senhor” (v. 14).
Josué cai em reverência e é instruído a tirar as sandálias porque está em solo sagrado. Aqui não é um anjo (um anjo não aceitaria adoração). Aqui é Jesus liderando os exércitos do céu em nome do Seu povo.
“Nem uma coisa nem outra”. Uma resposta surpreendente. Jesus não estava do lado de Josué? Por que não disse: “Estou do seu lado e, como comandante do exército do Senhor, vim agora”. Mas em vez disso disse: “Nem uma coisa nem outra”.
Muitas vezes me pego pedindo a Deus para estar com meus planos. É uma oração sincera. Mas talvez perca de vista o principal. Se eu perguntasse a Deus se Ele está comigo qual seria a Sua resposta? – “Nem uma coisa nem outra?”
Talvez não importe muito se Deus está comigo. Talvez a pergunta mais importante seja: estou eu com Deus?
Muito mais importante do que Deus estar colaborando com os meus planos é eu estar colaborando com os planos de Deus!
Lonnie Wibberding
Pastor da Comunidade Adventista de Turning Point e da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Glide
Roseburg, Oregon, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=438
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Sem santificar-se no início da manhã, vive-se o resto do dia sem ver as maravilhas divinas; sem santidade no início da semana, perde-se as bênçãos no restante dela; sem consagração no início do ano, corre-se o risco de perder todos os maravilhosos planos de Deus para nós no restante do ano (Josué 3).
Relembrar é preciso. Recapitular é fundamental para ativar nosso desejo de consagrar-nos ao Deus que dedica Seu precioso tempo para lidar conosco, visando restaurar-nos de nossas mazelas e libertar-nos de nossos pecados que arruínam nossa vida. Portanto, podemos avançar em harmonia com nossa família em direção à Canaã Celestial com fé e coragem (Josué 4).
Agora, na sequência, Josué capítulo 5, em seus 15 versículos, nota-se os seguintes tópicos:
• A circuncisão ilustrou a consagração total a Deus, até mesmo dos órgãos sexuais; após circuncidar a geração de israelita que não fora circuncidada, Deus disse a Josué que, agora, removera do povo o opróbrio do Egito. Por isso, o lugar onde isso ocorreu tornou-se conhecido por Gilgal (vs. 2-9).
• A páscoa que ilustrava a libertação da escravidão no Egito fora celebrada; e, nesse dia, os israelitas comeram do fruto da Terra Prometida por Deus a eles. Com isso, a indústria do Céu parou de exportar o maná para a Terra (vs. 10-12).
• O exército de Deus na Terra tem um Príncipe do Céu. Embora invisível, este Príncipe sempre está presente. Ele é invencível, apresenta-Se como Príncipe do Exército do Senhor. Há apenas dois exércitos, o de Deus e os adversários, regidos pelo diabo (vs. 13-15).
Mesmo após impactar aos adversários de Seu povo, Deus insiste que se invista em comunhão e submissão ao Príncipe do Exército do Senhor (vs. 13-15), relacionamento com os servos do Senhor nas celebrações eclesiásticas e nas confraternizações da irmandade (vs. 10-12) e, no preparo espiritual para a missão (vs. 2-9), antes de avançar na execução da missão divina (Josué 6).
As nações da Mesopotâmia ouviram o que Deus fez por Seu povo (v. 1); assim como Raabe, todos tiveram oportunidade de arrepender-se e converter-se ao verdadeiro Deus. Contudo, permitiram que o medo endurecesse o coração deles. Assim, estavam maduros no pecado para o juízo (Gênesis 15:13-16).
Existem apenas dois exércitos, dos salvos ou perdidos. Decida-se! – Heber Toth Armí.
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“No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã” (v.12).
Após a morte da geração “que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra” (v.4), uma nova geração estava diante de Canaã. A aliança do Senhor feita com Abraão, fora relembrada na ordem divina de circuncidar aqueles que, nascidos no deserto, não haviam sido circuncidados. Mais do que um símbolo, a circuncisão era uma consagração, o meio dado por Deus de estreitar os laços especiais com o Seu povo a fim de que fosse uma nação peculiar entre as demais nações.
A celebração da Páscoa também era um símbolo. Representava a libertação de Israel e como o Senhor poupara a vida dos primogênitos do Seu povo. Além de apontar para Cristo, o Cordeiro Pascal. Naquela ocasião, celebrada a Páscoa em Gilgal, no dia seguinte, podendo fartar-se “do produto da terra, cessou o maná” (v.12).
Deus cuidara da dieta de Seu povo enquanto no deserto, e deixara leis de saúde que promoveriam o seu bem-estar e qualidade de vida. Habituados às panelas de carne no Egito, certamente sem restrições quanto à gordura e ao sangue, chegaram ao ponto de chamar o maná de “pão vil” (Nm.21:5). Daí a necessidade de um tipo de “detox” do Céu para desintoxicar não somente o corpo, mas preparar a mente e o coração para estarem mais receptivos à voz de Deus.
Sem dúvida alguma, Josué foi grandemente beneficiado neste processo de mudança. Sob a forte pressão de liderar Israel no lugar de Moisés, o novato mostrou um caráter construído sobre base sólida e inabalável, de modo que teve o privilégio de, como Moisés, conversar face a face com Jesus. Ali, prostrado “com o rosto em terra” (v.14), Josué fez uma pergunta que deveria fazer parte integrante de nossos encontros diários com Deus: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?” (v.14).
Para os que creem na luz que temos da verdade presente, sabem que as nossas escolhas referentes à alimentação e cuidados de nosso corpo, tem sim impacto em nossa saúde e influência direta no funcionamento da nossa mente e construção de nosso caráter. Deus nos ama tanto, que Se preocupa em que desfrutemos de saúde em todos os aspectos da vida. Aceitar e buscar viver o estilo de vida que Ele mesmo estabeleceu, também é um ato de adoração. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Hoje, o Senhor deseja circuncidar o nosso coração e nos preparar para um dia comermos “das novidades da terra de Canaã” (v.12). Já se encontrou com Ele hoje? Não vá a fontes humanas falíveis, antes de ir à Fonte da vida. Estude a Bíblia e fale com o teu Criador antes de qualquer coisa. Em oração, tome emprestado as palavras de Josué: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?”. Que estejamos dispostos a descalçar “as sandálias dos pés” (v.15) e viveremos experiências reais e incríveis com o nosso Deus.
Bom dia, servos do Senhor Jesus!
Rosana Garcia Barros
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1186 palavras
1-12 Duas cerimônias segundo a aliança foram retomadas em Gilgal em conformidade com as leis do Sinai: o rito da circuncisão e a Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 amorreus… cananeus. Os amorreus e os cananeus eram os dois maiores grupos que viviam em Canaã ao tempo da invasão de Israel. Os cananeus adoravam uma variedade de deuses, mas Baal era seu favorito. A cultura cananita era materialista e sua religião, sensual. Life Application Study Bible Kingsway.
Esse versículo talvez conclua o relato da travessia, visto que anota o efeito que aquele acontecimento teve sobre os povos de Canaã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Evidentemente o povo de Canaã percebeu que estava entrando em luta com o Deus todo-poderoso. Isso tornou sua amarga resistência menos desculpável. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
Os israelitas passaram 39 anos no deserto desnecessariamente porque estavam aterrorizados com os cananeus. Eles subestimaram a habilidade divina. … Aqui, Israel viu que os cananeus estavam aterrorizados com o exército israelita. Os cananeus haviam escutado a respeito das grandes vitórias de Israel através de Deus (2:9-11), e eles esperavam que o rio Jordão os atrasasse ou desestimulasse de entrar em Israel. Mas as notícias de que Israel havia atravessado o Jordão em terra seca acabou com a coragem que os cananeus ainda tinham. Não subestime Deus. Se somos fiéis a Deus, ele fará desaparecer a grande oposição. Life Application Study Bible Kingsway.
2 facas de pederneira (ARA; NKJV e NVI: “facas de pedra”). Existiam facas de metal, mas a pedra de pederneira servia para fazer um instrumento cirúrgico mais eficiente, como têm comprovado demonstrações atuais. Bíblia de Estudo NVI Vida.
de novo, a circuncidar. Não se deve entender que houve aqui uma ordem de repetir a circuncisão em quem já recebera o rito. A instrução requeria apenas a renovação de um rito que fora descontinuado durante os anos de peregrinação pelo deserto (PP, 406). … Ao entrar em Canaã, os israelitas estariam renovando a aliança com Deus, e isso exigia que adotassem mais uma vez o sinal desse pacto. O rito externo deveria representar a verdadeira circuncisão do coração (Dt 30:6; Jr 4:4; Rm 2:29). O deserto tinha sido palco de desconfiança, queixas e rebelião contra Deus. em obediência às instruções divinas, o povo precisava começar de novo uma vida de fé e obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia,vol. 1, p. 182.
3 Gibeate-Aralote, ou “Outeiro dos Prepúcios”, foi o nome dado ao morro onde a circuncisão foi realizada. Bíblia Shedd.
2-8 A sedição em Cades (Nm 14) tinha praticamente anulado esse relacionamento, que agora precisava ser renovado. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
4-7 A circuncisão física tinha seu significado espiritual, a circuncisão do coração (Dt 10.16; 30.6 e notas). Bíblia de Genebra.
6 não obedeceram à voz do SENHOR. Essa é a descrição mais simples do comportamento que provocou o julgamento divino. A referência é a Nm 14 (Dt 1.32, 43). Bíblia de Genebra.
terra que mana leite e mel. É uma expressão muito usada no Pentateuco e denota a fertilidade da terra da Palestina, onde abunda capim e flores, para a subsistência de vacas e abelhas. Bíblia Shedd.
9 o opróbrio do Egito (ARA; NVI: “a humilhação sofrida no Egito”), i.e., a miséria e a humilhação dos israelitas na escravidão, no Egito. Bíblia Shedd.
A redenção da escravidão do Egito só se completou com a entrada na Terra Prometida. Ver a promessa do êxodo e seu alvo em Êx 3.8. Se esse alvo não tivesse sido atingido, o opróbrio do Egito teria permanecido (Dt 9.28). Bíblia de Genebra.
até o dia de hoje. Isto é, até o dia em que o escritor sagrado escreveu o livro de Josué. Bíblia de Genebra.
Gilgal. A palavra significa “círculo de pedras”. Este acampamento foi situado a meio caminho entre o Jordão e Jericó. Bíblia Shedd.
12 cessou o maná. O maná era o presente de Deus para a viagem no deserto; a partir de agora, ele forneceria a Israel alimentos da terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Assim que os israelitas puderam comer “do fruto da terra” (v. 11), o maná deixou de ser necessário. O Senhor não faz o que as pessoas podem fazer por si mesmas. CBASD, vol. 1, p. 185.
Cristo é o nosso maná espiritual durante nossa jornada no mundo desde o dia de nossa salvação até que o vejamos “face a face” (cf Jo 6.31-34; 1 Jo 3.2). Bíblia Shedd.
13 ao pé de Jericó. Ou, perto de Jericó. … Josué dirigiu sua atenção para a grande tarefa seguinte: a tomada de Jericó. Eles [Josué e seus mais próximos] saíram do acampamento a fim de meditar e orar, pedindo a orientação divina para realizar essa obra. CBASD,vol. 1, p. 185, 186.
14 “Não” (ARA; NKJV e NVI: “Nem uma coisa nem outra”). Em resposta ao questionamento de Josué se Ele era por Israel ou pelo adversário (Js 5:13, Ele respondeu: “Não”, isto é, “nenhum!” Ele não era meramente porIsrael. Ele era o divino Comandante de Israel! Andrews Study Bible.
Josué e Israel devem conhecer seu devido lugar – não se trata de Deus estar do lado deles; pelo contrário, são eles que devem travar as batalhas de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
príncipe (ARA; NKJV e NVI: “Comandante”) do exército do SENHOR. Este era o próprio Deus, o Cristo pré-encarnado, como evidenciado pela adoração de Josué a Ele e de Sua presença tornando o lugar santo. Este título é usado por Cristo somente aqui e em Dn 8:11. Andrews Study Bible.
Israel começaria a conquista das nações cananeias com a aprovação divina. CBASD,vol. 1, p. 186.
exército. Não se trata de uma referência, em primeiro lugar, ao exército de Israel, mas, sim, às hostes celestiais (PP, 493). … A todo instante, os anjos estão prontos para atender as necessidades da igreja e a cumprir as ordens de seu Capitão. Aqueles que, em sua experiência, precisam confrontar uma “Jericó” espiritual podem pedir ajuda dessas forças invisíveis, e obter, assim como Josué, a certeza de que os recursos do Céu estão á disposição de cada alma confiante. Josué recebeu a garantia de que não estaria só à frente do exército hebreu. O próprio Senhor, no posto de capitão, estaria com ele para supervisionar, dispor, ordenar e comandar. CBASD,vol. 1, p. 186.
e O adorou. Ao aceitar a adoração prestada por Josué, o visitante celestial mostrou ser mais do que um anjo (ver Ap 19:10). CBASD,vol. 1, p. 186.
15 Descalça as sandálias. Esta é outra evidência de que o “príncipe, do exército” era mais do que um anjo. Na verdade, não era ninguém menos que o próprio Cristo, em forma humana (ver PP, 488). Em Josué 6:2, Ele é chamado por Seu nome divino [SENHOR] (ver com. de Êx 6:3; 15:2). CBASD,vol. 1, p. 186.
Como podemos mostrar respeito por Deus? Por nossas atitudes e ações. Devemos reconhecer o poder, a autoridade e o profundo amor de Deus, e nossas ações deveriam apresentar nossas atitudes aos outros. O respeito por Deus é tão importante hoje quanto era no tempo de Josué, mesmo que descalçar as sandálias não seja mais o modo em nossa cultura de demonstrar isso. Life Application Study Bible Kingsway.
Deve-se notar que Josué 6 é uma continuação do relato de 5:13-15, e que Josué 6:1 consiste numa declaração parentética introduzida para explicar oque segue nos v. 2 a 5. CBASD,vol. 1, p. 186.