Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
21 de maio de 2019, 0:45
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Crianças precisam de cuidado, amor e tolerância; os pecadores também. É evidente no livro de Juízes o cuidado, o amor e a tolerância de Deus para com Seus filhos imaturos, rebeldes e ingratos.

Embora seja necessário ter fé, ainda é muito mais fácil admitir o caráter de Deus do que assumir quem realmente somos. É por isso que precisamos ler a Bíblia para aplicá-la bem em nossa vida. Para isso, precisamos interpretá-la bem também!

O capítulo em apreço pode ser esboçado da seguinte forma:

1. Dois novos juízes na lista dos libertadores de Israel: Tola e Jair (vs. 1-5);
2. Os canaanitas influenciam mais os israelitas do que são influenciados (v. 6);
3. Deus não cruza os braços e deixa pecados tomarem conta; pelo contrário, Ele reage à maré do mal que se levanta (vs. 7-9);
4. O povo de Deus sabe encontrar o caminho de volta quando as coisas complicam, a situação aperta ou quanto a vida se torna difícil:
a) Confessa pecados (v. 10);
b) Deus ouve e responde (vs. 11-14);
c) Deus renova compromissos arruinados (vs. 15-16);
d) Tem suas necessidades supridas por Deus (vs. 17-18).

A graça divina invade a desgraça humana. Ao tocar o coração que clama na lama da desgraça, a graça opera a fim de restaurar a situação do pecador arrependido genuinamente.

Contudo, a graça pode ser rejeitada, desprezada; consequentemente, qualquer coisa passa a ocupar o coração. A graça divina encontra limites na rejeição humana. Deus não invade onde a decisão levanta a voz dizendo-lhe: “Aqui não”!

O ser humano é complexo, suas atitudes são difíceis de serem interpretadas e suas emoções difíceis de serem analisadas corretamente. Contudo, Deus nos conhece melhor do que nós mesmos. Baseando-se neste capítulo, Ellen G. White escreveu:

“O povo lamentava porque seus pecados lhes haviam acarretado sofrimento, mas não porque tivessem desonrado a Deus”.

Aplicações:

1. Reavivamento e reforma são necessários, reconhecemos; mas, não os buscamos como de fato, deveríamos buscar.
2. Arrependimento é importante, mas o verdadeiro arrependimento nem sempre é perseguido.
3. Deveríamos aprender a buscar a Deus antes que o sofrimento batesse à nossa porta e roubasse a nossa paz.
4. Deus está sempre disposto a ouvir-nos quando clamamos com sinceridade por perdão dos pecados.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de maio de 2019, 0:30
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“E tiraram os deuses alheios do meio de si e serviram ao Senhor; então, já não pôde Ele reter a Sua compaixão por causa da desgraça de Israel” (v.16).


Novamente, “tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau perante o Senhor” (v.6), no que “acendeu-se a ira do Senhor contra Israel” e foram entregues nas mãos dos filisteus e dos filhos de Amom, cujos deuses escolheram servir. Mas a opressão destes povos sobre eles foi tão grande “de maneira que Israel se viu muito angustiado” (v.9).

E como nas situações anteriores, clamaram ao Senhor que os livrasse das mãos daqueles povos pagãos. Desta vez, porém, a resposta de Deus foi intrigante: “Ide e clamai aos deuses que escolhestes; eles que vos livrem no tempo do vosso aperto” (v.14). Então, os filhos de Israel insistiram, voltando a clamar. Só que desta vez, além de clamar, eles tomaram uma atitude, livrando-se dos deuses estranhos do meio de si e servindo somente ao Senhor. E mediante aquele reavivamento e reforma, Deus não mais pôde reter a Sua compaixão.

Você pode ter se questionado após a leitura de hoje: Quer dizer que Deus Se cansou das idas e vindas de Israel e deu as costas quando eles clamaram? Era como se dissesse: “Não escolheram servir após outros deuses? Porque eles não os livram agora?” Mas não foi esta a intenção do Senhor. Esta não é a interpretação correta do caráter de Deus, mas um julgamento conforme o caráter humano. Na verdade, Ele esperava uma entrega completa de Seu povo, e não simplesmente um pedido de socorro. Eis o que Deus espera de Seus filhos: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). A expressão “Se” exige uma condição. Deus está pronto a nos ouvir, perdoar e curar, se antes estivermos dispostos a nos humilhar, orar, buscar a Sua face e mudar a direção de nossa vida.

Ora, é muito fácil para nós lermos a história dos filhos de Israel e julgá-los por suas ações. E nós? Ainda existem “ídolos” em nossa vida que nos afastam de Deus? Pode ser a televisão, a vaidade, a internet, as redes sociais, o excesso de trabalho, a fofoca, a gula, enfim, o que você precisa “tirar do meio de si” (v.16) para que então possa servir com integridade ao Senhor? Foi quando Israel orou, se humilhou, buscou ao Senhor e se converteu, que Deus não pôde mais reter a Sua compaixão (v.16). Quando o Senhor é o único Senhor em nossa vida, não temos o que temer. “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” (Sl.33:12). Ele move céus e terra em favor de um filho que se arrepende! Porque a redenção da nossa alma “é caríssima” (Sl.49:8).

Quem foi que disse que você e eu não valemos nada? Nós valemos o que Deus tinha de mais precioso: o Seu único Filho. Nós valemos o precioso sangue do Cordeiro de Deus! E foi por Deus nos amar tanto, que Ele não pôde reter a Sua compaixão, nos dando “o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Não podemos esperar a redenção, se a trocamos pelas coisas banais deste mundo. Porque qualquer escolha que façamos ao lado de Deus, qualquer coisa que abandonemos por amor a Jesus, não se compara e nunca poderá ser comparado ao que Deus fez por nós e à eternidade que Ele nos prometeu. Foi por isso que Josué proferiu palavras de decisão ao povo: “Escolhei a quem sirvais” (Js.24:15). Porque é uma questão de escolha. Não dá para dividir o nosso coração entre Deus e os ídolos que nos levam a um caminho diferente de Sua vontade. Quando o povo não apenas clamou, mas agiu, alcançou a misericórdia de Deus.

Agora é o tempo de profundo exame do coração e de termos a nossa vida transformada pelo Espírito Santo. Como está escrito: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé” (2Co.13:5). “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). É tempo de reavivamento e reforma, que deve começar na minha e na sua vida. Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos da obediência!

Desafio da semana: Experimente fazer um jejum de suas redes sociais. Esta semana, só as utilize para fins de trabalho ou para anunciar o evangelho. Aproveite todo o tempo, que seria gasto nas redes sociais, em momentos de comunhão com Deus e para estreitar o relacionamento com sua família. Que Jesus lhe conceda uma semana de grandes vitórias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Juízes10 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2019, 0:05
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1384 palavras

1-5 Em cinco versos lemos a respeito de dois homens que julgaram Israel por um total de 45 anos. Mas tudo que sabemos deles , além do tempo em que julgaram, foi que um tinha 30 filhos que montavam 30 jumentos. O que você está fazendo por Deus que seja digno de registro? Quando sua vida se acabar, as pessoas se lembrarão por mais do que apenas o conteúdo de sua conta bancária ou o número de anos que você viveu? Life Application Study Bible.

Depois de Abimeleque, se levantou, para livrar Israel… Estas palavras sugerem que, apesar da maldade do reinado de Abimeleque, ele fez alguma coisa para livrar Israel dos inimigos estrangeiros ou pelo menos reprimi-los. CBASD, vol. 2, p. 379.

Tola [ou “Tolá”, cf NVI]. Surgindo entre os juízes menores, de quem poucos detalhes ficavam preservados. Evidentemente, estes juízes pouco se destacaram na defesa da nação ou na expulsão dos opressores. Mais provável seria que tivessem sido líderes civis, que julgavam casos importantes entre as tribos e cidades. Bíblia Shedd.

Nos dias de Davi, o clã de Tola era conhecido por formar homens de valor (1Cr 7:1, 2).  CBASD, vol. 2, p. 379.

Julgou a Israel. Além do fato de ele ter julgado a Israel por 23 anos, nada mais é relatado sobre o governo de Tola. Evidentemente não houve grande batalhas com invasões inimigas durante o período de seu governo. Administrar bem uma nação em tempos de paz não é menos louvável que acompanhar em guerras e vencer inimigos. Apesar do bom trbalho realizado enquanto julgou a Israel, nenhuma menção escrita como reconhecimento a Tola ficou registrada. A afirmação: “Depois da morte de Abimeleque, o governo dos juízes que temiam ao Senhor serviu durante algum tempo para impedir a idolatria” (PP, 557) indica que ele temia ao Senhor. CBASD, vol. 2, p. 379.

3-4 Jair… trinta filhos… trinta jumentos… trinta cidades. Sinais de riqueza e de posição. Bíblia Shedd.

Antes da época de Salomão, quando os israelitas ainda não possuíam cavalos, ter um jumento era sinal de riqueza e, assim, de honra e dignidade. Esse fato está registrado, possivelmente, para mostrar as ricas bênçãos de um homem que tinha 30 filhos e todos eles alcançaram a honra e a distinção de ser chefes ou governantes. CBASD, vol. 2, p. 379.

Jair… julgou a Israel. Estas palavras nunca foram aplicadas ao cruel Abimeleque. A respeito dele somente se afirmou que ele “reinou” sobre Israel. O governo de Jair deve ter sido equilibrado e benéfico como o de outros juízes. CBASD, vol. 2, p. 379.

trinta filhos. Provavelmente ele era polígamo como Gideão. CBASD, vol. 2, p. 379.

Havote-Jair, “as vilas de tendas de Jair” (cf Nm 32.29-42). Bíblia Shedd.

Gileade, c. 18 km ao sudeste do Mar da Galiléia. Bíblia Shedd.

Tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau. …uma grande parte da população se voltou novamente para a idolatria. São listadas sete divindades pagãs como novos objetos de adoração. Eram as divindades dos povos vizinhos a Israel. Os números e a distribuição revelam que uma multidão retornou à idolatria. CBASD, vol. 2, p. 380.

serviram… aos deuses. Baal e Astarote [ou Astarte] foram explicados nas notas em 2:11-15 e 3:7. Os deuses de Arã e Sidom são muito similares. Os deuses de Moabe e Amom eras Quemos e Moloque. Os deuses  dos filisteus eram Dagom, Astarote, Asherá e Baal-Zebul. Life Application Study Bible.

Amom. Descendente de Ló, sobrinho de Abraão, e, portanto, aparentado de Israel. Bíblia Shedd.

10-16 Esse é o único relato no Livro de Juízes em que Israel não somente clama a Deus, como também deixa de lado seus ídolos. Noutras ocasiões, eles simplesmente clamaram ao Senhor e Ele os livrou (10.10; 2.19; 3.9). Deus sabia que o arrependimento era superficial, mas mesmo assim escolheu livrar os Seus (cf Dt 32.15-38). Bíblia de Genebra.

10 clamaram ao SENHOR. Foi uma atitude louvável; no entanto, aconfissão de pecado que fizeram e o clamor por auxílio ainda não eram aceitáveis, porque não estavam acompanhados de arrependimento verdadeiro. Contudo, o Senhor reconhece a mais débil inclinação do pecador a Ele e a procura conduzi-la à verdadeira reformaCBASD, vol. 2, p. 380.

11-16 Estes versos mostram quão difícil pode ser seguir a Deus por um longo período. Os israelitas pareciam sempre esquecer Deus quando tudo estava bem. Mas a despeito de ser rejeitado pelo seu próprio povo, Deus nunca falhou em resgatá-los quando clamavam a Ele em arrependimento. A nós, também, Deus nunca falha em nos resgatar. Nós agimos exatamente como os israelitas quando colocamos Deus fora dos nossos eventos diários em vez de no centro deles. Como um pai amoroso se sente rejeitado quando um seu filho se rebela, assim Deus se sente rejeitado quando nós O ignoramos ou O rejeitamos (1 Sm 8:4-9; 10:17-19; Jo 12:44-50). Devemos lutar para permanecer perto de Deus em vez de ver quão longe poderemos ir antes que o julgamento comece. Life Application Study Bible.

12 A brevidade da informação desses incidentes mostra que o livro de Juízes não apresenta uma história exaustiva daquele período, mas relata episódios para ilustrar o comportamento dos israelitas e os esforços de Deus para auxiliá-los. CBASD, vol. 2, p. 380.

13 não vos livrarei mais. Esta ameaça deve ser entendida de modo condicional (Jr 18:7, 8), como demonstram os eventos seguintes. CBASD, vol. 2, p. 381.

14 Ide e clamai aos deuses. Todo homem que espera abrigar-se da ira de Deus, apelando para qualquer falso deus, precisa saber da inutilidade de seu refúgio, e voltar-se para Cristo (cf Is 28.14-19). Bíblia Shedd.

eles que vos livrem. Esta ironia deve ter ferido profundamente porque os ídolos aos quais Israel se voltou eram divindades das nações que os oprimiam. Deus fala aqui como um pai que arrazoa com a criança imprudente a quem somente uma firme repreensão conduzirá a reflexão séria. Apesar de Deus renegar a Israel no momento, Ele não abandonou a nação permanentemente. O Senhor enviou juízos que cresciam em severidade e extensão. Deve-se relembrar que a ameaça de rejeição nesse contexto é somente da nação de Israel, á medida que falhou em cumprir seu compromisso divino. A porta para a salvação pessoal de indivíduos israelitas continuava aberta. Durante os anos sombrios de apostasia, houve um remanescente que permaneceu fiel e não reverenciou a BaalCBASD, vol. 2, p. 381.

15 livra-nos. O desejo de ser libertado, e não o desejo de servir ao Senhor, foi o motivo do arrependimento de Israel. Bíblia de Genebra.

16 tiraram os deuses alheios. A repreensão solene, pontual e amável feita pelo profeta surtiu o efeito desejado. As pessoas se arrependeram dos maus caminhos e produziram frutos indicativos de arrependimento genuíno. CBASD, vol. 2, p. 381.

não pôde Ele reter a Sua compaixão. Quando Israel deixou de falar sobre arrependimento e passou a demonstrá-lo em ações, Deus não se demorou em acudir a Seu povo. A paciência de Deus não tem limites neste dia de graça (cf Sl 103.8-14), se, de fato, o pecador se arrepende. Bíblia Shedd.

Sempre que, pela oração e arrependimento sincero, as pessoas clamam ao Deus misericordioso, Ele ouve sua súplica como um terno pai. As pessoas nem sempre revelam esse atributo de Deus em suas relações mútuas. Embora professem caminhar nos passos de Cristo, elas continuam a nutrir ressentimento quando os outros estão buscando reconciliação. Se Deus Se moveu em compaixão para com os israelitas rebeldes, por que eles permaneceriam insensíveis às súplicas daqueles que possuem natureza semelhante à deles? O comportamento rancoroso é uma característica comum a pessoas aparentemente piedosas e cristãs. O Deus puro e santo, que tem sido infinitamente mais insultado, perdoa e continua a perdoar, enquanto professos filhos de Deus alimentam má vontade e ódio no coração durante anos. Homens e mulheres devem ponderar seriamente a oração do Senhor: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6:12). CBASD, vol. 2, p. 381.

18 Os gileaditas queriam resistir à incursão dos amonitas, mas faltava-lhes uma liderança militar corajosa para levar adiante a sua causa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Em outras crises, Deus havia escolhido o líder, mas, desta vez, possivelmente Ele não indicou ninguém. As pessoas foram forçadas a utilizar seu julgamento santificado e a selecionar alguém. Deus honrou a escolha feita, colocando Seu espírito sobre ele (Jz 11:29). Seu caráter podia não ser o melhor; mas visto que Deus decide trabalhar por meio de agentes humanos, Ele escolhe dentre as pessoas que estão disponíveis. Ainda hoje Deus dirige Sua obra por meio de canais humanos imperfeitos. Se esse fato fosse melhor compreendido, haveria menos crítica aos que foram chamados por Deus para servirCBASD, vol. 2, p. 382.



JUÍZES 9 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-9/

A história de Abimeleque e seu irmão mais novo, Jotão, é um bom exemplo de como Deus luta nossas batalhas. Abimeleque assassinou sua família a fim de progredir politicamente e os homens de Siquém o apoiaram apesar de seus métodos malignos. Depois que Abimeleque governou por três anos, o próprio Deus entrou em cena e despertou “um espírito de aversão entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém” (v. 23). Abimeleque destruiu as próprias pessoas que o apoiavam e depois foi morto. Jotão não desempenhou nenhum papel nessa vingança, mas Deus lutou por ele assim como lutara por seu pai Gideão.

Existe um inimigo em sua vida? Existe alguém que interferiu no que você acredita que Deus o chamou para fazer? Alguém feriu sua família? Embora seja impossível sem a graça de Deus, fomos convidados pelo próprio Jesus a amar nossos inimigos e a orar por aqueles que nos perseguem. Deixe que Deus seja seu defensor hoje. Seus planos e caminhos são melhores que os nossos. Ele sabe como trazer justiça, arrependimento e paz. Confie no Poderoso e Ele corrigirá as coisas e fará reparações por você.

Brandy Kirstein
Pastor, Igreja Adventista do Sétimo Dia de Kailua
Havaí, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=466
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JUÍZES 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de maio de 2019, 0:45
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Injustiça. Promiscuidade. Imoralidade. Brutalidade. Sangue. Guerra. Opressão. Humilhação. Retaliação. Sofrimento. Angústia. Clamor, etc. Tudo está presente em nossa sociedade; como esteve nos tempos dos juízes.

• Em Juízes, líderes políticos eram tão corrutos quanto os nossos. Consequentemente, o povo padece, fica sem parâmetros corretos e descamba para o mal.

Sobre o capítulo em apreço, Paul R. House destaca:

“O filho de Gideão, Abimeleque, não possui nenhum escrúpulo … Ele toma o poder e governa por três anos antes de perder a vida nas mãos de uma mulher que atira uma pedra de moinho na sua cabeça […]. Abimeleque não não é escolhido por Deus, não protege o povo, não segue a Lei e não leva a nação a servir ao Senhor […]. É igualmente verdadeiro que os constituintes de Abimeleque como rei são oportunistas interesseiros. São pessoas que, como Abimeleque, não têm qualquer vontade de servir Yahweh, de forma que tanto essas pessoas quanto o rei estão teológica e eticamente falidos. A reação divina é retribuir a impiedade de Abimeleque e de quem lhe outorgou poder”

Reflexão:

• Por que existe na Bíblia o livro de Juízes?
• Que mensagem Deus quer nos transmitir?
• Por que tantos personagens um pior que o outro?
• Que vantagem tem para nós ler sobre pessoas corruptas do passado?
• Por que o Espírito Santo dedicou-se a inspirar essas páginas de relatos tão sangrentos e depravados?
• Que graça tem ler sobre tantas desgraças?

Note o que Arthur E. Cundall observou:

“Muitos acontecimentos em Juízes entristecem ao leitor. Talvez nenhum outro livro da Bíblia demonstre tão claramente a fragilidade humana. Em contrapartida, o livro apresenta sinais inconfundíveis da compaixão e da paciência divina”.

• A Bíblia é como um manual de instrução que visa orientar-nos, repreender-nos, corrigir-nos e salvar-nos. Nela encontramos um Deus disposto a ajudar-nos, por amor, misericórdia e graça. Sendo que a realidade dos tempos dos juízes se assemelha a nossa sociedade, prova que o livro é mais atual que o jornal que ainda circulará amanhã!

“Podemos perceber, ao refletir sobre a vida desses salvadores menores, a necessidade de um Salvador supremo em nossa época atual, alguém de vida pura e capaz de libertar com perfeição, não apenas para esta vida passageira, mas para toda a eternidade” (Cundall).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2019, 0:30
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“… e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque, porque disseram: É nosso irmão” (v.3).


A atitude insensata de Gideão deu origem a um desastre familiar que se estendeu ao povo também. A fabricação da estola sacerdotal de ouro, “veio a ser um laço a Gideão e à sua casa” (Jz.8:27). Por mais que Gideão não tivesse a intenção de tornar a estola um objeto de idolatria, todo o Israel se prostituiu após ela. Ele teve 70 filhos, pois tinha muitas mulheres, além de outro filho com uma concubina, a quem chamou de Abimeleque.

A proposta que Gideão havia rejeitado, de ser o primeiro monarca de Israel, Abimeleque, filho ilegítimo, reivindicou para si. Contratando a seu serviço “homens levianos e atrevidos que o seguiram” (v.4),  Abimeleque matou os seus setenta irmãos “sobre uma pedra” (v.5), restando apenas o filho mais novo de Gideão, Jotão, que havia se escondido. E foi da boca deste que foi proferida a profecia de maldição sobre Abimeleque e sobre o povo que o havia declarado rei.

Resumindo: em cima de uma pedra havia matado seus irmãos, e por meio de uma pedra lançada do alto, Abimeleque recebeu o golpe de morte. Que história trágica, não é mesmo? Mas duas coisas me chamaram a atenção nesta narrativa: primeiro, que a linhagem familiar ou o fato de pertencer a um grupo seleto não significa que todos sejam dignos de confiança. Segundo, que o mal feito a outrem volta-se ao próprio malfeitor; é só uma questão de tempo.

Em Seu ministério terrestre, Jesus foi maltratado e rejeitado pelos Seus, por aqueles que se autodeclaravam justos. Mas sobre isso Jesus nos deixou advertência: “Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas. E acautelai-vos dos homens” (Mt.10:16-17). O conselho do Mestre aos Seus discípulos se estende a nós hoje. Jesus se relacionava com todos, e Sua pregação estava aberta a todos, mas Seus amigos se restringiam a doze. E mais restringido ainda era o grupo que O acompanhava aos Seus lugares de refúgio e oração. E, mesmo entre os doze, estava Judas, aquele que O trairia. Cristo não o rejeitou, mesmo conhecendo os desígnios de seu coração, antes o amou, demonstrando isto por preceito e por exemplo.

Passaremos a vida andando entre amigos e também entre inimigos. Mas a sabedoria que Jesus nos adverte a ter não é para nos afastarmos das pessoas, mas para nos afastarmos daqueles cujas atitudes possam nos afastar dEle. A arte da convivência requer de nós constante comunhão com o Senhor. Só a intimidade com Deus nos ajudará a termos sabedoria na escolha de nossos amigos íntimos. A Bíblia deixa bem claro de que Pedro, Tiago e João, estes três discípulos, definitivamente eram amigos íntimos de Cristo. Porque eram infalíveis? Não, amados. Porque a comunhão que Cristo tinha com o Pai O instruía a reconhecer os de coração sincero.

Abimeleque foi declarado rei simplesmente por um critério: “É nosso irmão” (v.3). Em nenhum momento Deus foi consultado. Agiram por impulso e receberam as trágicas consequências de uma escolha insensata. O apóstolo Paulo escreveu: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo” (Rm.16:17). Ou seja, não se envolvam em intrigas e maledicências, pois tais práticas provém daqueles que servem ao inimigo de Deus, que “com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos” (Rm.16:18).

Clamemos, pois, ao Senhor, por prudência e sabedoria em nossos relacionamentos, para que nenhum deles nos seja pedra de tropeço em nossa comunhão com Ele. E não deixemos de seguir o exemplo de Cristo, que nos ensinou o cumprimento da lei: “amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc.6:27-28). Que assim como Jesus, por preceito e por exemplo, o Espírito Santo nos torne sábios praticantes do amor.

Bom dia, sábios e símplices do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Juízes9 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de maio de 2019, 0:05
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