Reavivados por Sua Palavra


I SAMUEL 11 by Jobson Santos
16 de junho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-11/

A história de Saul começa bem. Ele é escolhido por Deus como o primeiro rei de Israel. Quando ele é testado em seu primeiro conflito armado em 1 Sam 11, Saul prova ser um líder militar capaz, organizando o povo sobre o que era então um grupo de tribos descentralizado e desorganizado, e conquistando uma vitória decisiva sobre seus inimigos.

O autor inspirado nos informa que “o espírito de Deus veio sobre Saul com poder” (v. 6, NRSV), e este é o segredo do sucesso inicial de seu reinado. A tragédia da história de Saul em 1Sm 11 é que sabemos o que acontece com ele em breve nos capítulos 13 e seguintes. Sua beleza, força, habilidades, etc., o levam a depender de si mesmo e de sua própria sabedoria, e não do Espírito de Deus que lhe deu poder no princípio. A história de Saul é um conto preventivo: não importa quão bem minha caminhada com Cristo comece, é somente por uma dependência contínua e diária dEle que eu poderei dizer com Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7-8).

Fernando Villegas
Pastor
Associação de Arkansas-Lousiana dos Adventistas do Sétimo Dia, EUA.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=493
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



1 SAMUEL 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de junho de 2019, 0:55
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I SAMUEL 11 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de junho de 2019, 0:45
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Deus abençoa-nos para que as pessoas vejam que Ele é bom para que O sirvam de coração. Age nos planos puramente humanos para que, quando houver fracasso, ninguém alegue que Ele nada fez. Pelo contrário, qualquer coisa fora de Sua vontade, nem com Sua ajuda dá certo.

Deus ajudou Seu povo na escolha do rei. Ajudou Saul em tudo. Contudo, por mais que Deus faça tudo, sem a decisão de depender dEle, qualquer pessoa estará fadada ao fracasso, à perdição, e, causará grandes e graves problemas, de longo alcance, na vida de muitas pessoas.

Ser habilidoso sem ser piedoso não é suficiente para a realização de um grande propósito celestial no mundo. Deus pode preparar e usar quem quiser, porém, o maior empecilho de continuarmos sendo usados por Deus chama-se ORGULHO.

Veja mais ajudas divinas a Saul. Ele não tem desculpas para dizer que Deus não O ajudou:

• Ao saber da terrível ameaça dos amonitas aos habitantes de Jabes-Gileade, Saul, que continuava incansavelmente trabalhando na fazenda do pai, foi tomado do Espírito de Deus levando-o a incentivar ao povo de Israel a segui-lo juntamente com Samuel na batalhar contra inimigos cruéis (vs. 1-7).

• Milhares aprontaram-se rapidamente para guerrear contra os amonitas; e, movido pelo Espírito Santo, Saul alcançou uma estupenda vitória para Israel (vs. 8-11).

• Consequentemente, Saul foi honrado. Seu governo fora aclamado. Teve uma atitude de perdão aos opositores e, alegrou-se pela vitória (vs. 12-15).

Saul era convertido. Seu coração estava possuído do Espírito Santo. Tornou-se um tremendo instrumento para Deus.

Neste capítulo de sua história pública, “deu Saul prova da mudança que se tinha operado em seu caráter, deu glória a Deus. Em vez de mostrar desejo de vingança, manifestou espírito de compaixão e perdão. Isso é prova inequívoca de que a graça de Deus habita no coração” (Ellen G. White).

Imagine, “se ao menos Saul houvesse mantido o espírito generoso e perdoador evidenciado nessa ocasião! Se ao menos houvesse continuado a reconhecer que a vitória vem do Senhor! Como a história do primeiro rei de Israel poderia ter sido diferente! E quão diferente poderia ter sido também a história dessa nação!” (Rosalie Haffner Lee).

E… quanto à nossa vida, quão diferente seria? Quantos/as…

• Fracassos?
• Decepções?
• Aflições?

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



1SAMUEL 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de junho de 2019, 0:30
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“Porém, Saul disse: Hoje, ninguém será morto, porque, no dia de hoje, o Senhor salvou a Israel” (v.13).


Uma das cidades de Israel, Jabes-Gileade, foi cercada pelos filhos de Amom. Com grande temor, o povo propôs fazer aliança com eles. Só que a aliança feita lhes custaria, como diz o ditado, “o olho da cara”. Então, sete dias foi o tempo que tiveram na esperança de que, ao enviar mensageiros a todo Israel, seus irmãos viessem socorrê-los. Ao tomar conhecimento do caso, “todo o povo chorou em voz alta” (v.4). Retornando Saul do campo, “perguntou: Que tem o povo que chora?” (v.5). Ao saber do ocorrido, “o Espírito de Deus se apossou de Saul” (v.6) e acendeu-se a sua ira. Cortou em pedaços uma junta de bois e as enviou por todos os territórios de Israel, ameaçando fazer o mesmo a todos os bois daqueles que não seguissem a ele e a Samuel. “Então, caiu o temor do Senhor sobre o povo, e saíram como um só homem” (v.7).

Formou-se um grande exército a favor de seus irmãos em Jabes-Gileade. Estes, ao saberem do socorro que lhes viria, muito se alegraram e enganaram os amonitas declarando que no dia seguinte se entregariam. Contudo, o exército de Israel, liderado por Saul, feriu os amonitas a ponto de não ficarem “dois deles juntos” (v.11). E diante de tamanha vitória, o povo reconheceu a liderança de Saul e quis matar todo aquele que o havia rejeitado como rei. Mas Saul interviu e não permitiu que tal coisa sucedesse diante de um dia glorioso como aquele, em que Deus os havia dado livramento. Samuel, então, conduziu o povo a Gilgal para que fosse renovado o reinado de Saul. Ali, de fato, Saul foi reconhecido por Israel como o rei ungido de Deus, e ele “muito se alegrou ali com todos os homens de Israel” (v.15).

O povo temeu perder um olho, quando na verdade já havia perdido os dois. Não enxergavam o agir de Deus, apenas a visão embaçada e enegrecida de ações humanas. Permaneciam a fazer ofertas e holocaustos, mas o coração estava bem longe de compreender o real sentido dos sacrifícios. Cristo, a respeito de tal atitude, proferiu o que está escrito no livro do profeta Isaías: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o coração está longe de Mim” (Mt.15:8). Choravam, oravam, e aparentavam piedade. Mas a situação do povo era a descrita por Cristo: “são cegos, guias de cegos” (Mt.15:14). Não enxergavam um palmo à frente do que realmente deveriam enxergar. A disposição de Deus em salvá-los não tinha nada a ver com a disposição deles em serem salvos. Será que essa disposição inconsequente ficou no passado com Israel? Será que a nossa geração não sofre do mesmo mal?

A respeito disso Cristo deu um conselho um tanto assustador em Marcos 9:42-48. Resumindo, Ele diz que, se nossa mão nos faz tropeçar, que a arranquemos fora; se nosso pé nos faz tropeçar, que o arranquemos fora; e, se nosso olho nos faz tropeçar, que o arranquemos fora. Cristo não Se referiu a uma mutilação literal, e sim a abrir mão de fazer a nossa própria vontade, rejeitando tudo o que nos leva a pecar. A lançar fora o nosso eu para que Cristo viva em nós. É uma batalha individual! O apóstolo Paulo viveu esse dilema. Ele expôs sua luta interna como a pior que já enfrentou: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto… Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm.7:15 e 24). Mas no final, o apóstolo ergue um brado de vitória: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25).

Os combates de Israel eram derramamento de sangue e tristeza. No combate que Deus nos convida a enfrentar não custa o nosso sangue e nem o sangue daqueles que nos perseguem. Não custa o nosso olho direito, ou nossas mãos e pés. Na verdade, o sangue já foi derramado, o sangue valioso, precioso de Cristo! Se teus olhos te fazem pecar, Jesus tem poder para lhe restaurar a visão. Se teus pés estão paralisados onde não devem estar, Ele tem poder para lhe fazer andar pelo caminho eterno. Se tuas mãos estão ressequidas por pecados que te afligem, Ele tem poder de fazer delas mãos abençoadoras. Se sentes que teu coração está impuro, como uma lepra incurável, Cristo tem poder para torná-lo puro. Se sentes que estás neste mundo como corpo presente, mas que, por dentro, estás morto, Cristo tem poder para ressuscitá-lo. Que, hoje, o Senhor nos dê a vitória sobre as nossas próprias fraquezas e nos salve de nós mesmos. Eis o mais árduo combate, mas, com Cristo, receberemos a eterna vitória! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos em Jesus Cristo, nosso Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel11 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



1 SAMUEL 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de junho de 2019, 0:10
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I SAMUEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2019, 0:05
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814 palavras

1  O amonita Naás avançou contra a cidade de Jabes-Gileade. No texto grego (LXX), lemos: “Passado um mês, subiu Naás…”. Bíblia Shedd.

Jabes-Gileade. Essa cidade fora o lar das 400 virgens cujos pais foram mortos por não participar da guerra civil contra Benjamim. A mão delas foi dada aos remanescentes dos benjamitas após a destruição quase total da tribo (Jz 21:8-14). CBASD, vol. 2, p. 532.

vazados os olhos direitos. Josefo explica: “Enquanto se cobria o olho esquerdo com o escudo, o olho direito mirava a direção da lança”. Sem o olho direito o guerreiro seria inútil. Bíblia Shedd.

enviemos mensageiros. Parece que, desde que Israel sofrera uma dominação amonita, Jabes havia perdido contato até mesmo com as tribos mais próximas, como Issacar, Efraim e Benjamim. … Seria possível que os habitantes de Jabes-Gileade guardassem rancor das outras tribos havia tanto tempo que não sabiam que Samuel era juiz? Ao que parece, eles não sabiam da nomeação de Saul. Eles nem tinham certeza de que as tribos responderiam à sua súplica. Em total desespero, praticamente reconheceram suas falhas e se colocaram à mercê dos compatriotas israelitas, a quem haviam negligenciado no passado. CBASD, vol. 2, p. 533.

Por que Naás daria à cidade de jabes-Gileade sete dias para encontrar um exército que ao ajudasse? Tendo em vista que a nação de Israel estava desorganizada, Naás estava apostando que ninguém viria em auxílio da cidade. Ele esperava tomar a cidade sem luta e evitar uma batalha. Ele também poderia não estar preparado para atacar a cidade, porque um cerco contra seus muros poderia durar semanas ou meses. Life Application Study Bible Kingsway.

5 O acontecimento e o rei precisavam um do outro. … Essa experiência assegura a cada crente que ele só é colocado em situações para as quais o Senhor já tem tudo preparado para o apoiar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 533.

6 A ira é uma emoção poderosa. Muitas vezes ela leva pessoas a machcarem outras com palavras ou violência física. Mas ira dirigida contra o pecado ou contra o mau tratamento de alguém não é errado. Saul irou-se com a ameaça dos amonitas de humilhar e maltratar seus companheiros israelitas. O Espírito Santo usou a ira de Saul para trazer justiça e liberdade. Quando a injustiça ou o pecado fizerem você muito irritado, pergunte a Deus como canalizar esta ira  de modos construtivos para produzir uma mudança positiva. Life Application Study Bible Kingsway.

cortou-os em pedaços. A ação de Saul toscamente forma um paralelo com a do levita em Jz 19. Bíblia de Genebra.

7,8 Foi uma resposta pronta do povo, una e resoluta. Um exército pronto em uma semana. Bíblia Shedd.

Judá, uma das doze tribos de Israel, é frequentemente mencionada separada das outras 11. Existem várias razões para isso: Judá era a maior tribo (Nm 1:20-46), e era a tribo de onde viria a maioria dos reis de Israel (Gn 49:8-12). Mais tarde, Judá seria uma das poucas tribos a retornar a Deus após quase um século de cativeiro abaixo de um poder estrangeiro hostil [Babilônia]. Judá também seria a tribo da qual o Messias viria (Mq 5:2). Life Application Study Bible Kingsway.

11 Saul não parou para perguntar por que os anciãos de Jabes não haviam se apresentado a Samuel quando o novo rei seria escolhido. Não quis saber do passado, a despeito de qual fosse. Aquelas pessoas estavam em necessidade; o Espírito de Deus se apossou de Saul e o constrangeu a ajudá-los. Deus está muito mais interessado na atitude do ser humano depois do erro do que no erro em si. CBASD, vol. 2, p. 534.

pela vigília da manhã. Entre 2h e 6h da madrugada, aproveitando a escuridão como escudo. Bíblia de Genebra.

13 Hoje, ninguém será morto. Saul interrompe uma pergunta dirigida a Samuel com uma confissão que denota o ponto alto da sua própria vida. Bíblia de Genebra.

o SENHOR salvou. O crédito é dado ao grande Libertador. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Gilgal. Era a cidade onde começou o regime teocrático de Israel (Js 5.5-15); agora, na mesma cidade, começa o regime monárquico. Bíblia Shedd.

15 Saul foi eleito em Mispa (10.17) e empossado em Gilgal, com 31 anos de idade (ver 13.1). De acordo com o costume da época, um rei se empossava definitivamente no cargo depois de ter realizado um feito heroico. O feito se deu e Saul, agora, estava confirmado no trono. Bíblia Shedd.

Ao estabelecer a sucessão governamental por hereditariedade, Israel estava abrindo as portas para muitos problemas e perigos que não enfrentavam sob o governo dos juízes. CBASD, vol. 2, p. 535.

Os israelitas ofereceram sacrifícios de gratidão a Deus ao fazerem Saul seu rei. … As ofertas de gratidão eram uma expressão de agradecimento a Deus, simbolizando a paz que vem áqueles que O conhecem e que vivem de acordo com Sua vontade. …o povo demonstrou através de suas ofertas que Ele ainda era o seu verdadeiro Rei. Infelizmente, esta atitude não durou, exatamente como Deus havia predito (8:7-19). Life Application Study Bible Kingsway.



I SAMUEL 10 by Jobson Santos
15 de junho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-10/

Deus deixou claro para Saul que ele era o rei ungido e não deixou margem para dúvidas. Samuel encontrou Saul e respondeu a sua pergunta acerca dos jumentos antes dele perguntar. Ele foi levado para uma refeição pré-organizada, onde ele era o convidado de honra. Depois de ungir Saul, Samuel descreveu exatamente o que aconteceria quando Saul voltasse para casa, e tudo aconteceu exatamente como lhe fora dito. Quando chegou a hora de sortear um rei, a sorte caía na direção de Saul todas as vezes, e ainda assim, quando ele foi chamado para receber o pronunciamento oficial, ele sentiu-se pequeno demais para a tarefa e se escondeu.

Às vezes, não nos sentimos qualificados para os trabalhos que Deus nos chamou para fazer. Nós nos escondemos (como Saul), pedimos ajuda (como Moisés) e fugimos (como Jonas). A realidade é que não somos qualificados. Se tentarmos fazer os trabalhos que Deus nos dá por conta própria, só faremos besteiras. E não há nada que possamos fazer, com nossas próprias forças, para nos tornarmos qualificados. A melhor coisa que podemos fazer quando Deus chama é dizer: “Eis-me aqui. Envia-me! ”(Como Isaías) e orar por sabedoria (como Salomão). Nossa entrega combinada com a sabedoria e força de Deus é a combinação vencedora.

Lisa Ward
Tesoureira da Igreja Adventista do Sétimo Dia Vida no Campo
Cleburne, Texas, EUA.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=492
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



1 SAMUEL 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de junho de 2019, 0:55
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I SAMUEL 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de junho de 2019, 0:45
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Vitória ou derrota: Depende de nossa atitude diante de Deus! Deus consagra (v. 1), sanciona (vs. 2-3), acompanha (v. 7), transforma (v. 9), habilita (v. 10) e oferece recursos (v. 26), porém, para vencer, é preciso permanecer dependente dEle.

1. Começar bem é importante, mas terminar bem é muito mais importante. Saul começou bem, foi ungido pelo profeta Samuel, seguiu fielmente cada uma das instruções do profeta, foi cheio do Espírito Santo e teve a vida transformada. Quem dera ele tivesse permitido que Deus continuasse fazendo nele essa obra! (vs. 1-9).

2. Ser cheio do Espírito Santo e possuir o dom de profecia não é sinônimo de perfeição, impecabilidade e infalibilidade. Saul profetizou. Alcançou o posto de profeta, contudo ocultou ao seu tio o fato de ter sido ungido para reinar em Israel (vs. 10-16).

3. Ser escolhido por Deus, apreciado pelo povo, ungido pelo profeta, não anula a vontade de Deus quando esta é contrária à vontade humana. O povo foi devidamente convocado, a cerimônia estava pronta. Mas, cadê o rei? Samuel precisou consultar a Deus sobre o paradeiro de Saul: Escondido no meio da bagagem! (vs. 17-25).

4. Problemas surgem com facilidade quando a vontade divina é desprezada. Após encerrar a coroação e o povo ter gritado “viva o rei”, “Alguns vadios saíram resmungando: ‘Esse daí, um libertador? Vocês devem estar brincando!’. Eles o desprezavam; por isso, não deram honras a Saul. Mas Saul não deu bola para eles”. (vs. 26-27).

5. Problemas incomodam. O problema para enfrentar era grave. Saul era inexperiente/jovem. Começou seu reinado tendo que lidar com grandes desafios. Essa é a vida do líder (v. 27).

Esconder-se das responsabilidades não é uma maneira correta de transmitir confiança aos liderados. Contudo, a insegurança torna o fraco em dependente de Deus. Seria importante para a função designada a nós por Deus, que todos estivéssemos sempre submetidos ao Espírito Santo, como esteve Saul, logo no começo de sua vida pública.

“Não é que Deus não possa preparar o homem, mas o homem não quer humilhar o coração perante Deus, para que Ele, em tempo oportuno, o exalte” (Francis D. Nichol).

Mensagem do capítulo: O sucesso depende de muito esforço pessoal e total dependência de Deus (v. 7). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



1SAMUEL 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de junho de 2019, 0:30
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“O Espírito do Senhor se apossará de ti, e profetizarás com eles e tu serás mudado em outro homem” (v.6).


Saul foi ungido por Samuel para ser o primeiro rei de Israel. O povo rejeitou o governo de Deus para dar início a uma monarquia que traria mais sofrimento do que vitórias. Samuel deu instruções a Saul acerca de seu retorno para casa. Seria uma viagem nada comum. Uma série de sinais provaram a Saul que Deus o estava guiando. E o Espírito Santo o mudou em outro homem, “e ele profetizou no meio [dos profetas]” (v.10).

Interrogado por seu tio, Saul omitiu a unção que havia recebido como príncipe de seu povo. E diante da expectativa de Israel em conhecer seu primeiro rei, escondeu-se entre as bagagens, até que o Senhor revelasse o seu esconderijo. Ao ser colocado no meio do povo, logo a sua imponente altura e beleza fez brilhar os olhos do povo que prontamente rompeu em gritos: “Viva o rei!” (v.24). Apenas uns filhos de Belial se insurgiram contra o reinado de Saul. “Porém Saul se fez de surdo” (v.27).

A decisão do povo em ter um rei que pudesse ver, o levou a rejeitar a Deus, o Rei Eterno. E essa necessidade de contemplação ia além de ter um rei terreno; Israel desejava um rei que estivesse acima dos padrões dos monarcas das demais nações. Após ser ungido por Samuel, Saul permitiu que o Espírito Santo tomasse conta de seu coração e lhe tornasse um novo homem. Essa mudança foi real porque ele permitiu. Saul entrou em novidade de vida. Foi contemplado com a Guia divina que seria com ele se ele continuasse a fazer tudo conforme o Senhor lhe orientasse.

Saul teve medo diante da tremenda responsabilidade de liderar Israel. Seu temor, na verdade, também o mantinha dependente de Deus, e mesmo diante do desprezo de alguns, com prudência ignorou-lhes os insultos. No decorrer da história, Deus tem manifestado sinais incontestáveis de Seu cuidado e amor pela raça caída. Foi-nos dado o Seu Unigênito, que por Sua vida, morte e ressurreição, assinou com Seu sangue a aliança eterna com os filhos da luz. Em Seu lugar, conosco está o Consolador, que “com gemidos inexprimíveis” intercede por nós (Rm.8:26). O Espírito Santo deseja nos transformar em novas criaturas segundo à imagem de Cristo.

Eis o chamado do Senhor para nós, hoje: “Agora, pois, ponde-vos perante o Senhor” (v.19). Se tão somente permitirmos que o Espírito Santo nos conduza, mesmo que por vezes como Saul tenhamos medo, o Senhor mesmo nos tirará de nosso esconderijo falível para nos colocar em pé diante do único refúgio seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, novas criaturas em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel10 #RPSP

Comentário em áudio:
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