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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-16/
Samuel ficou com muita pena de Saul. Deus também se entristeceu por Saul ter sido uma vez ungido rei sobre o seu povo. Mas agora que Saul se fizera rebelde, não havia nada a fazer a não ser ungir outro rei – como Deus disse, “um vizinho seu, melhor do que você”.
Mas quem? Samuel não sabia. Então Deus o enviou a Belém para conhecer os filhos de Jessé. Eles desfilaram diante do profeta.
“Ohhh! – esse parece bom! Alto, bonito … ele seria um ótimo substituto para Saul!” Mas Deus sussurrou no coração de Samuel: “Não preste atenção ao exterior. Este não é o homem. Eu estou observando mais fundo do que você pode ver. O coração, o ser interior, é o que mais importa. Continue procurando!”
Mais seis filhos se apresentaram diante do homem de Deus. Com cada um deles, Deus disse a Samuel: “Não, não é este… ou este… ou o próximo. Vejo elementos faltando no caráter.”
Por fim, Samuel disse a Jessé: “Por acaso você tem mais filhos?”
“Bem, sim … há o pequeno Davi, o mais novo, que está cuidando das ovelhas. Mas se esses rapazes espertos não te agradaram, eu não sei o que você veria em Davi para se agradar dele”.
“Mande chamá-lo!”
E Deus viu em Davi um homem segundo o seu próprio coração.
Virginia Davidson
Artista (projeta e constrói vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=498
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Obediência parcial é a mesma coisa que desobediência total. Desrespeitar as ordens divinas declaradamente é o mesmo que expulsar o Espírito Santo e convidar o autor do pecado para ocupar Seu lugar.
Parece melhor usar subterfúgios e arguições duvidosas (sofismas), do que responsabilizar-se pelos erros que cometemos; na verdade, agindo assim tornamo-nos mais culpados ainda diante de um Deus moral. Ao projetarmos nossa culpa nos outros revela quão perverso somos.
Depois de tanto insistir com Saul, sem obter resultados, Deus procurou outra pessoa para investir Sua vontade e planos neste mundo perverso, mal e delinquente. O alvo de Deus não era mais Saul, que não queria absolutamente nada com Ele. Agora era a vez de Davi ter oportunidade de ser Seu instrumento como rei da nação judaica.
“Davi é mencionado mais de mil vezes na Bíblia – o triplo de Abraão e mais que Moisés. O que de fato vai causar-lhe surpresa é que o nome de Davi é mais mencionado que o de Jesus. Na verdade a referência a nosso Senhor nos Evangelhos como ‘filho de Davi’ aparece pelo menos doze vezes” (Stephen F. Olford).
E, neste capítulo começa sua história. Acompanhe diariamente e assimile cada uma das lições oferecidas pelo texto sagrado, o livro de Deus a nós. Aliás, já começou em I Samuel 13:14:
Disse o profeta Samuel a Saul: “Já agora não subsistirá o teu reino. O Senhor buscou para si um homem que Lhe agrada e já Lhe ordenou que seja príncipe sobre o Seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou”.
1. O mesmo pode acontecer conosco, Deus tem planos de casamento com alguém muito especial, mas nossas atitudes desprezam o que Deus planejou; então conduzirá essa pessoa especial a outra e nos deixará com nossas ambições mesquinhas.
2. O mesmo pode ser dito de um projeto especial, um cargo importante de influência, uma missão evangelística extraordinária, mas com nossa indiferença e apego aos nossos interesses baixos dizemos a Deus para procurar outra pessoa.
Deus conhece o coração; altura, beleza, habilidades, não Lhe chamam a atenção – Ele quer pessoas dispostas à submeter-se a Ele. Ele encontrou tal característica no coração juvenil do músico pastor Davi.
• E, se Ele procurasse hoje?
• Seríamos escolhidos?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).
Após a rejeição dramática do reinado de Saul e da terrível execução do rei amalequita, Samuel estava perplexo com os últimos acontecimentos e com o descontrole daquele que outrora era guiado pelo Espírito Santo. Aos poucos, Saul permitiu que sentimentos e desejos falassem mais alto do que a voz de Deus, até selar de uma vez por todas a sua triste escolha. Diante disso, Saul não poderia mais reinar sobre Israel, e Samuel foi enviado a Belém a fim de ungir um homem segundo o coração de Deus (1Sm.13:14).
Ao contrário do procedimento de Saul, “Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor” (v.4). Ao chegar em Belém, logo foi recepcionado por um grupo de anciãos em pânico por sua visita surpresa. Samuel possuía tamanha autoridade espiritual, que sua presença infundia terror aos impenitentes. Com a justificativa de estar ali “para sacrificar ao Senhor” (v.2), a sua declaração de paz foi seguida por um momento de santificação dos anciãos, de Jessé e de seus filhos.
Na companhia de seus sete filhos, Jessé iniciou o desfile de belos homens, a começar pelo mais velho, o que aparentemente mais se assemelhava a Saul. Pensando estar diante do futuro rei, Samuel teve sua concepção interrompida pelo princípio que rege a eleição divina: “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7). E o mais jovem e preterido entre os irmãos foi indicado pelo próprio Deus com as palavras: “este é ele” (v.12).
O livre arbítrio é a chave de acesso ou de restrição à atuação divina. Pela desobediência às ordens de Deus, Saul se tornou mais e mais obstinado. A sua perda maior não foi o trono de Israel, mas em ter destronado o Senhor de seu coração, de forma que “um espírito maligno o atormentava” (v.14). O seu lenitivo seria justamente aquele que ocuparia a sua função e Saul “amou muito” a Davi “e o fez seu escudeiro” (v.21).
A genuína conversão não é obra de um momento, mas deve ser confirmada pela santificação diária. O crescimento na graça de Cristo consiste em seguir os Seus passos, buscando uma vida de integridade diante do Senhor e diante dos homens. Enquanto a fama de Saul era de um rei atormentado, Davi era conhecido como: “que sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o Senhor é com ele” (v.18).
Deus nos chama para sermos Seus fiéis representantes. Mas antes da obra exterior, deve haver uma mudança interior. Primeiro vem o reavivamento, depois a reforma. Quando esta ordem não é seguida, não há crescimento espiritual e corremos o sério risco de apenas aparentar um cristianismo que não tem essência. Mais do que os olhos humanos podem enxergar, seja a nossa vida um vaso escolhido para a glória de Deus, de modo que, pela fé, ouçamos as palavras de aprovação divina a nos dizer: “este é ele” (v.12). Para tanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, vasos de bênçãos!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Samuel16 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
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680 palavras
2 Saul […] me matará. A estrada entre Ramá (onde Samuel estava, 15.34) e Belém passava por Gibeá de Saul. Saul já sabia que o Senhor escolhera alguém para substituí-lo como rei (15.28). Samuel teme que os ciúmes incitem Saul à violência. Incidentes posteriores (18.10,11; 19.10; 20.33) demonstram que os temores de Samuel eram bem fundamentados (Bíblia de Estudo NVI Vida).
5 Santificai-vos. Consistia em mudar de roupa, lavar os corpos e preparar as mentes para a meditação e oração (Êx 19.14-15). Bíblia Shedd.
14 O Espírito do Senhor se retirou de Saul. Ver Jz 16.20. Quando o Espírito se retirou de Saul e se apoderou de Davi (v.13), as respectivas carreiras contrastantes dos dois foram determinadas (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Saul rejeitou o Espírito de Deus – cometeu o pecado imperdoável – e não havia nada mais que Deus pudesse fazer por ele. O Espírito do Senhor não se retirou de Saul de maneira arbitrária. Em vez disso, Saul se rebelou contra a orientação divina e, por vontade própria, se afastou da influência do Espírito. É preciso compreender isso em harmonia com o Salmo 139:7 e com o princípio fundamental do livre arbítrio. Se Deus, por meio do Espírito Santo, forçasse Sua presença na vida de Saul, a despeito dos desejos do monarca, estaria transformando-o numa mera máquina (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, Vol. 2, p. 569).
um espírito maligno, vindo da parte do Senhor. Enquanto o Espírito de Deus estava com Davi, Saul começava a experimentar sérias desordens mentais. Espíritos malignos estão sujeitos ao controle de Deus (1Rs 22:19-23) (Andrews Study Bible).
Às vezes, as Escrituras representam Deus fazendo algo que, na verdade, Ele não impediu. Ao dar a Satanás oportunidade de demonstrar seus princípios, na verdade, o Senhor estaria restringindo Seu próprio poder. É claro que há limites que o inimigo não pode ultrapassar (ver Jó 1:12) (CBASD, Vol. 2, p. 569).
o atormentava. As crescentes tendências de Saul à depressão, aos ciúmes e à violência eram ocasionadas, por certo, pelo conhecimento que tinha da sua rejeição como rei (13.13,14; 15.22-26; 18.9; 20.30-33; 22.16-18) e por sua consciência da crescente popularidade de Davi, mas um espírito maligno também estava em jogo nessas aberrações psicológicas (ver 18.10-12; 19.9,10) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Josefo descreve o mal da seguinte maneira: “E quanto a Saul, algumas desordens estranhas e demoníacas lhe sobrevieram, provocando-lhe a sensação de sufocamento, como se estivesse pronto a estrangulá-lo” (Antiguidades, vi8.2). Com certeza, uma grave melancolia se desenvolveu à medida que ele se preocupava com o anúncio do profeta de que a coroa fora dada a um homem “melhor” do que ele (1Sm 15:28). A possessão intermitente por um espírito maligno levou Saul a se sentir e agir como uma pessoa demente (CBASD, Vol. 2, p. 569).
16 tu te sentirás melhor. Reconhece-se geralmente o efeito calmante de certos tipos de música sobre o espírito perturbado (ver 2 Rs 3.15). Além desse efeito natural da música, no entanto, parece no presente caso que o Espírito do Senhor estava ativo na música de Davi para suprimir temporariamente o espírito maligno (cf v. 23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A musicoterapia tinha um efeito calmante sobre Saul. Mais tarde na Bíblia, Davi é descrito como um doce cantor em Israel que compunha salmos (2Sm 23:1) (Andrews Study Bible).
harpa. Ou melhor, “lira”. Saul foi aconselhado a procurar alívio na musicoterapia. O som da lira de Davi e o canto de hinos consagrados proporcionavam a Saul libertação temporária do espírito mau que o atormentava […] Por rejeitar continuamente a orientação divina, ele se tornou como o homem da parábola que Jesus contou sobre a possessão demoníaca (Lc 11:24-26) na qual o “último estado” da alma acabou sendo muito “pior do que o primeiro” (CBASD, Vol. 2, p. 569).
21 Esteve perante ele. Esta declaração não se refere à postura de Davi na presença de Saul, mas que ele entrou no serviço do rei (ver Gn 41:46; Dn 1:19) (CBASD, Vol. 2, p. 570).
23 Saul sentia alívio. Literalmente, “”Saul respirava”. O termo ruach significa “respirar”, “soprar”. O uso do verbo sugere um exalar forte e pronunciado do fôlego, como o que costuma acompanhar o relaxamento após um período de tensão, seguido de respiração normal. Os ataques de possessão demoníaca eram, ao que parece, acompanhados de tensão física e nervosa (CBASD, Vol. 2, p. 570).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-15/
Esta não é uma discussão sobre quem eram os amalequitas e do porquê Deus disse a Saul que os devotasse à destruição. O que importa é que Saul realizou essa missão … e “fez do jeito dele”. Tantos animais lindos! Lindas ovelhas! E quem mataria um rei derrotado se pudesse trazê-lo de volta como um troféu? Então Saul prosseguiu em direção a Gilgal após a batalha, parando no Carmelo para montar um monumento para si mesmo.
Entra então em cena Samuel, que havia entregue a Saul a mensagem para destruir Amaleque. Saul cumprimentou-o ansiosamente: “Deus te abençoe! Eu fiz o que você me disse para fazer!”
Uau! Então, o que são todos esses sons de animais? – o balido das ovelhas, o mugido dos bois? Por que você não obedeceu ao Senhor?
“Oh, mas eu obedeci! Nós mantivemos de lado tudo de melhor e destruímos todo o resto. Queríamos ter um bom sacrifício para oferecer ao Senhor em Gilgal.“
Mas Deus realmente se importa com sacrifícios e ofertas, quando você não se importa com o que Ele diz? A rebelião – fazer sua própria vontade – coloca você em aliança com o diabo. Presunçosamente achar que você está certo, faz da sua própria opinião um ídolo, coloca você no trono.
Isto ainda é verdade hoje.
Virginia Davidson
Artista (projeta e constrói vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=497
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Sabemos advogar nossa causa. Criamos mecanismos de defesas para anestesiar até nossas atitudes mais horrendas.
“Alguém já disse que a ‘racionalização’ é uma técnica mental que permite que sejamos injustos com os outros sem que nos sintamos culpados. Gosto dessa definição. No entanto, ela é simplista demais” – expressa Gene Getz. E, continua: “Há algo mais envolvido. A racionalização é uma maneira de nos auto-enganarmos”.
Assim, Gene Getz diz do capítulo em análise:
“Quando Saul foi ungido rei, o Senhor o instruiu a destruir os amalequitas, pois eles haviam atacado impiedosamente os filhos de Israel no deserto. Ele não deveria poupar nada, nem mesmo seus ‘bois e ovelhas, camelos e jumentos’” [v. 3].
“Infelizmente, Saul desobedeceu ao Senhor. Ele reteve ‘o melhor… tudo o que era bom’ (v. 9). O Senhor ficou insatisfeito com aquilo – assim como Samuel. Em meio a sua dor, Samuel foi ver Saul e o confrontou com sua desobediência”.
“Ele racionalizou e colocou a culpa em seus homens. Ele disse a Samuel: ‘Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao Senhor, o teu Deus’ (v. 15, NVI)”.
Percebeu? – “Teu”, não “meu/nosso” Deus!
Ousadia, atrevimento e insubordinação de Saul a Deus e às Suas orientações tornaram-no inadequado à regência do povo do qual nasceria o Messias – o Filho de Deus encarnado.
Note este esboço feito por Merril F. Unger:
1. Saul é incumbido de exterminar Amaleque (vs. 1-8);
2. Desobediência e rejeição de Saul (vs. 9-31);
3. Destruição de Agague (vs. 32-33);
4. Samuel se afasta de Saul (vs. 34-35).
Convite à reflexão:
• Pecados acabam conosco…
• Afastar culpas usando desculpas – ainda que lógicas, inteligentes e racionais –, não isenta ninguém das consequências fatais de nossos erros.
• Os orgulhosos, quando confrontados por um servo de Deus, inventam várias respostas que não coadunam com sinceridade, arrependimento e confissão, mas com racionalização.
• Coração audacioso/astuto torna a consciência do pecador impenetrável diante da repreensão, deixando o indivíduo perdido, inalcançável pelo perdão divino.
• Por mais excelente/nobre que seja a racionalização (sacrificar ao Senhor), não nos torna obedientes diante de Deus.
• Atitudes impenitentes afastam pecadores do Senhor deixando espaço livre ao tentador.
• Diante do Senhor, não adianta “o jeitinho brasileiro”.
“Senhor, reconheço meus erros. Perdoa-me” – Heber Toth Armí.
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“…Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (v.22).
A ordem dada por Deus a Saul, por intermédio do profeta Samuel, foi a de matar todos os amalequitas. No livro do profeta Jonas, veremos ali a luta do Senhor para salvar toda uma cidade ímpia, que há muitos anos perseguia e oprimia o Seu povo. Ainda assim, Deus os livrou da destruição, porque enxergou além do que Jonas podia ver. Enxergou corações dispostos ao arrependimento. “Mas, se o perverso se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os Meus estatutos, e fizer o que é reto e justo, certamente, viverá; não será morto” (Ez.18:21). Com certeza, todo o tempo em que os amalequitas ficaram sem receber o juízo de Deus, foi tempo de graça e de misericórdia para arrependimento. O que, diferente do povo de Nínive, não aconteceu.
Saul, porém, preservou a vida do rei dos amalequitas como um troféu de sua conquista. Além disso, tomou do melhor de ovelhas, bois e cordeiros daquele povo, descumprindo as ordens do Senhor. Samuel muito sofreu por Saul, pois Deus o rejeitou como Seu ungido. Em atitude de desespero, Saul agarrou-se às vestes de Samuel e lhe rasgou um pedaço do manto. Desta mesma forma, seu reino seria rasgado e dado a outro. E a Bíblia diz que “o Senhor se arrependeu de haver constituído Saul rei sobre Israel” (v.35).
Saul insistia em fazer as coisas seguindo os caprichos de seu coração. Deixando de temer a Deus, declarou a causa de seu pecado: “porque temi o povo e dei ouvidos à sua voz” (v.24). Realizar obras como para o Senhor, passando por cima do “Assim diz o Senhor” (v.2), é fazer o que Saul fez: entristecer a Deus. Deus “não é homem, para que se arrependa” (v.29). O arrependimento de Deus de ter feito Saul rei sobre Israel, se trata de uma profunda tristeza. Assim como Samuel, Deus teve pena, Se compadeceu de Saul, pois este havia se rebelado contra Ele e sua obstinação o dominava.
O nosso coração é terreno tão perigoso, que a respeito dele está escrito: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr.17:9). Saul fechou o seu coração para Deus e o escancarou para o povo. Sua obstinação tornou-se seu objeto de culto. A sua adoração parecia ao Senhor, quando na verdade não passava de um culto ao próprio eu. Reconhecimento e aplausos eram os deuses de Saul. Por mais que a sua atitude pareça sincera no verso 24, acabou sendo desmascarada no verso 30: “Pequei; honra-me, porém, agora, diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel”. Ou seja, “– Tudo bem Samuel, eu pequei, mas fica aqui entre nós. Tão somente me siga e faça de conta que aprova tudo o que eu faço, para que todos vejam que ainda estou no controle da situação”.
Se a obediência não fosse algo tão sério, o pecado não haveria entrado no mundo. Enquanto não entendermos que é uma questão de vida ou morte, continuaremos vivendo em nosso mundinho “desesperadamente corrupto”. Obedecer é melhor do que sacrificar não se refere a uma obediência cega, mas a uma adoração genuína e eficaz. Meus irmãos, Deus não nos impõe a obediência, mas tem nos mostrado que ela é uma prova de amor. Cristo foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8), e tudo em Sua vida foi em obediência ao que sobre Ele estava escrito. Todas as profecias se cumpriram em Cristo. Jesus obedeceu, e Seu sacrifício tornou-se o maior ato de amor. Lembremos de Maria Madalena, que escolheu estar no melhor lugar do mundo, enquanto Marta corria de um lado para o outro para servir a todos com maestria (Lc.10:38-42). Contudo, antes de servir vem o ouvir, senão cairemos no mesmo erro de Saul.
Como a obediência de Cristo O levou a maior prova de amor para com a humanidade, a maior prova de amor da humanidade para com Deus é a obediência. Façamos como o salmista: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos obedientes!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Samuel15 #RPSP
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