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“José era governador daquela terra; era ele quem vendia a todos os povos da terra; e os irmãos de José vieram e se prostraram rosto em terra, perante ele” (v.6).
José não mais estava sonhando ou dando a interpretação de um sonho, mas vivendo o cumprimento do que sonhara. Ouvindo falar da fartura de pão no Egito e vendo seus filhos inertes diante da fome que os assolava, Jacó os enviou para buscar mantimento. Os dez filhos de Israel seguiram viagem até que chegaram perante um imponente governador que ao avistá-los, lhes dirigiu a palavra rispidamente. Mesmo que seu discurso fosse severo e intimidante, seu coração palpitava de emoção ao rever seus irmãos. Lembrando-se “José dos sonhos” (v.9), decidiu testá-los, os lançando em uma prisão preventiva. Após três dias, lhes concedeu o habeas corpus, menos a um, que lhe seria a garantia do retorno dos demais com seu irmão Benjamim.
Qual não foi a surpresa deles quando encontraram o dinheiro que levaram para comprar o mantimento “na boca do saco de cereal” (v.28). “Desfaleceu-lhes o coração, e, atemorizados, entreolhavam-se, dizendo: Que é isto que Deus nos fez?” (v.28). Tomados de medo, seguiram viagem tentando pensar de que forma agiriam a fim de provar sua inocência. Ouvindo Jacó o relato da viagem, tomando ciência da prisão de Simeão, e vendo “as trouxinhas com o dinheiro” (v.35), firmemente decidiu não por em risco a vida de Benjamim. Não imaginava que o que aparentava ser uma maldição, seria a mais graciosa bênção do Senhor, estando prestes a reencontrar o filho que pensara não mais existir.
Ainda na prisão do Egito, aqueles irmãos, sobrecarregados de remorso, sentiram, como nunca antes, o peso da culpa. Seu cruel ato passado não os permitia ter paz. E diante daquele que não imaginavam ser o objeto de anos de angústia, confessaram a sua culpa, pensando que não podia compreendê-los. E enquanto falavam entre si, não perceberam a face enrubrecida do governador egípcio que, sem aviso, retirou-se rapidamente. José chorou ao relembrar o fatídico dia em que, entre rogos, clamava aos seus irmãos por misericórdia e nenhuma resposta obtinha. Ele chorou ao perceber a angústia que os consumia todos aqueles anos. Em suas mãos estava a cura emocional de seus irmãos.
Em um mundo atribulado por doenças de ordem emocional, aceitar o convite de Cristo é a nossa única saída: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). A prisão do Egito não se comparava à prisão da alma causada pela culpa de um pecado não confessado. Ficar olhando “uns para os outros” (v.1) não resolve nada, muito pelo contrário, apenas reforça a ideia de que os erros do outro são sempre maiores do que os nossos. E quando nos deparamos com a oportunidade de restaurar os pedaços daquilo que nossas escolhas quebraram, não a reconhecemos (v.8). Tão pronto esteja o nosso ferido coração disposto a aceitar o terno convite do Salvador, e Ele transformará as mais improváveis circunstâncias em caminhos seguros para a cura e libertação. Creia nisso e descanse em Cristo!
Bom dia, curados e libertos pelo sangue de Cristo!
Desafio do dia: Escreva uma cartinha para cada membro de sua família dizendo o quanto o ama e ore junto com ele. Encha a sua casa de amor! Encha a sua casa de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis42 #RPSP
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761 palavras
1-5 Jacó – embora velho e enlutado – ainda é o chefe de sua casa. Desde que José é o centro da história, seus irmãos são referidos em relação a ele (v. 3).Notícias dos grãos do Egito viajaram para longe e os irmãos de José não foram os únicos em busca de comida (Andrews Study Bible).
2,3 Estêvão refere-se a esse incidente (AT 7.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 desceram dez dos irmãos. Foram todos os dez ao Egito, por motivo de segurança ou porque o cereal era distribuído aos chefes de família. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 476.
4 O interesse especial demonstrado por José com relação a Benjamim provavelmente decorreria de seu desejo de verificar se os irmãos o odiavam também. Bíblia Shedd.
O irmão legítimo de José havia tomado o seu lugar nas afeições do pai (37.3 e notas). O tratamento dos irmãos para com Benjamim e para com seu pai indicaria se eles haviam mudado espiritualmente ou não. Bíblia de Genebra.
Algum desastre. Jacó não esquecera o “desastre” que alcançou a José, irmão mais velho de Benjamim. Bíblia Shedd.
6 se prostraram. Cumprimento parcial de seus sonhos (37:7-10) (Andrews Study Bible).
7-8 eles não o reconheceram. Vinte e um anos se passaram desde que eles venderam-no à escravidão. José é agora um adulto, vestido de modo estranho, falando através de um intérprete e governando em uma posição e poder que são completamente inesperados (Andrews Study Bible).
9 espiões. A acusação é razoável, considerando as frequentemente tensas relações entre Canaã/Síria e Egito. Exércitos famintos fazem perigosos e desesperados inimigos. Em sua defesa, os irmãos liberam a informação que José está ansioso para ouvir: tanto pai quanto irmão estão vivos (Andrews Study Bible).
11 A aparente crueldade no trato de José para com seus irmãos tinha em vista, principalmente, comprovar-lhes que a confissão de honestidade que asseveravam ter era falsa. O caminho de arrependimento e da reconciliação há de ser, quase sempre, muito penoso. Bíblia Shedd.
todos filhos de um mesmo homem. Eles eram uma unidade familiar e não espiões de uma nação propensa à guerra (cf. Nm 13.2). Bíblia de Genebra.
15 pela vida de faraó. Os juramentos mais solenes eram proferidos em nome do monarca reinante (como no caso aqui), ou das deidades de quem jurava (Sl 16.4; Am 8.14), ou do próprio Senhor (Jz 8.19; 1Sm 14.39, 45; 19.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 prisão. Os três dias passados na prisão servem como uma amostra do que ele sentiu enquanto prisioneiro em uma terra estranha (40:3-7) (Andrews Study Bible).
18-20 Um plano revisto: um dos irmãos deverá ficar como refém (Andrews Study Bible).
A apresentação que José fez da escolha – vida ou morte – surtiu o efeito desejado (v. 21). Bíblia de Genebra.
21-25 A conversação dos irmãos é reveladora. O tempo não fez nada à culpa, exceto aumentá-la. O leitor conhece a reação de José e em a confirmação: os irmãos nada sabem (Andrews Study Bible).
24 chorou. Com a confissão de culpa deles, era possível uma reconciliação. Bíblia de Genebra.
Humanamente se considerando, José teria razões para pagar com a mesma moeda a crueldade dos irmãos. A realidade, porém, era que ele lhes devotava tanto amor que não lhe fora possível reprimir as lágrimas (cf Jesus, pendurado na cruz, a suplicar ao Pai Celestial o perdão para os seus assassinos Lc 23.34). Uma vez que Rúben estivera ausente por ocasião da venda de José aos midianitas (37.27-29), Simeão teria assumido a responsabilidade, sendo, como era, o segundo em idade. Eis a razão por que José o tivera retido. Bíblia Shedd.
Passando por alto a Rúben que comparativamente não tinha culpa, José escolheu Simeão, o principal instigador do cruel tratamento que ele recebera (PP, 226). A insensibilidade de Simeão havia se manifestado em outras ocasiões também, como quando ele e Levi massacraram os siquemitas. CBASD, vol. 1, p. 476.
25 José não devolveu o dinheiro deles com más intenções, mas porque não podia aceitar o dinheiro de seu pai e de seus irmãos para comprar alimento. CBASD, vol. 1, p. 478.
26-28 Outro teste: os irmãos encontram todo o seu dinheiro em sacos de grãos (Andrews Study Bible).
34 negociareis na terra. Para não afligir seu velho pai ainda mais, José mudou sua ameaça de morte (vs. 18-20) par uma promessa de oportunidade econômica. Bíblia de Genebra.
36 Não seria o caso daquela exclamação de Jacó, “tendes-me privado de filhos”, indicar sua incredulidade com relação às invencionices pelas quais intentaram camuflar-lhe o desaparecimento de José? Bíblia Shedd.
29-38 Os irmãos relatam tudo a Jacó, que chora a perda de mais um filho (v. 36). A forte reação de Jacó é também uma acusação aos filhos restantes. enlutado. (Literalmente, “sem filhos”). Embora não totalmente verdade, Jacó falou parte da verdade (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-41/
Gênesis 41:16 “Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó”
Após ser transformado em escravo, falsamente acusado e jogado na prisão, José ficou diante de um faraó que o elogiou por sua capacidade de interpretar sonhos. No entanto, José se humilhou diante desse faraó admitindo que interpretar sonhos estava além de sua capacidade. Era Deus quem poderia dar ao faraó as respostas que ele desejava. Ao longo de todas as provações e dificuldades, José não se desanimou a respeito de Deus, mas ainda confiava nEle de todo o coração.
Como humanos vivendo neste mundo pecaminoso, a humildade não é natural para nós. Muitas vezes esquecemos que Deus é quem merece todo o louvor. A história de Gênesis 41 realmente me ensina que, apesar de estarmos no meio de provações, devemos depender de Deus e confiar nEle. Deus nos mostra, através da história de José, que é possível que entreguemos nossas vidas a Deus completamente, apesar de nossa natureza pecaminosa e egoísmo natural.
“Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado”. Mateus 23:12
Aini Stephens
Aluna do iEAT
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=287
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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GÊNESIS 41 – Nas mãos de Deus até fracassos mais complexos se tornam em esplêndida vitória!
• Que expectativa para o futuro tem um filho mimado pelo pai e odiado pelos irmãos?
• Que expectativa tem um jovem de 17 anos vendido como escravo pelos irmãos?
• Que expectativa profissional tem um fiel servo de Deus que foi preso como réu?
• Que expectativa tem um presidiário eficiente que foi esquecido no fundo da prisão?
Parece ser mais fácil desenvolver verdadeira fé em ambiente pagão que num ambiente onde se vive um sincretismo religioso. É possível que José não desenvolvesse sua fé junto a seus irmãos na proporção que a desenvolveu entre pagãos. Estrategicamente Deus providenciou meios (até estranhos) de conduzi-lo ao Egito.
Pode-se dizer que não é na igreja onde mais nossa fé se desenvolve, mas na rotina diária, em que desafia à prática da fé. A igreja é lugar de adoração coletiva daqueles que têm fé, distante dela é onde a fé realmente se desenvolve – a quem investir em relacionamento diário com Deus!
Deus quer nossa fé livre da influência da fé sincretista, hipócrita e vazia de conteúdo. Quando Deus permite algo acontecer a Seus servos, quer purificá-los ou libertá-los daquilo que não Lhe agrada. É mais fácil apegar-se genuinamente a Deus num ambiente pagão que num ambiente meio-cristão.
Somente após o preparo divino José estava pronto para um posto nunca imaginado: Governador do Egito. Sua atitude? Exaltar a Deus! (vs. 16, 25). Após ser fiel mordomo e fiel carcereiro, agora seria fiel governador!
Guarde estes pensamentos no coração:
1. Nossa fidelidade pode custar-nos muitas coisas, entretanto Deus ocupa-se dos resultados!
2. “O relacionamento com Deus só pode verdadeiramente acontecer no contexto do engajamento com o mundo, enquanto o engajamento com o mundo só pode verdadeiramente ocorrer no contexto do relacionamento com Deus” (Marcelo Dias).
3. “Sofrimento, aflição, tribulação e testes – estes são dons que Deus nos dá para nosso crescimento, as pedras de pavimentação necessárias no caminho que conduz a plenitude de caráter e alegria” (Bruce Ware).
4. O que Deus faz para levar-nos à vitória é de Sua total responsabilidade! Quem quiser vencer, deve permiti-lO proceder como Ele quiser!
Deus vai além de realizar sonhos, Ele surpreende-nos com o que faz em nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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“Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em que há o Espírito de Deus?” (v.38).
José logo percebeu que o seu pedido ao copeiro-chefe não fora atendido. Imaginara que aquela tinha sido a oportunidade perfeita de conseguir a sua liberdade. Apesar de frustrado, ele não perdera a fé. O Senhor ainda tinha uma obra a ser realizada em seu coração, e na data marcada pelo Céu, José sairia daquele lugar. Mas o justo Juiz jamais permitiria que o Seu servo saísse dali sem exercer a Sua justiça. Em sua integridade, José honrara o nome de Deus. Chegada era a hora do Senhor recompensá-lo. “Passados dois anos completos, Faraó teve um sonho” (v.1), e, “tornando a dormir, sonhou outra vez” (v.5). Perturbado com os sonhos, convocou todos os magos e sábios do Egito, “mas ninguém havia que lhos interpretasse” (v.8).
No tempo determinado, o copeiro-chefe se lembrou de José e relatou a Faraó a sua experiência com “um jovem hebreu” que lhe interpretou o sonho (v.12). Chamado para se apresentar perante Faraó, e devidamente asseado e trajado, aquele prisioneiro desconhecido revelava o porte de um rei e um semblante sereno e amistoso. As suas palavras soaram aos ouvidos de Faraó e de seus oficiais como as palavras de um anjo, de forma a ganhar-lhes a confiança. Humildemente, mas com autoridade e convicção, José transmitiu a mensagem de Deus sem que palavra alguma fosse dita com insegurança. E, mediante a certeza de que falara pela boca de Deus, provocou a profunda admiração do soberano do Egito: “Acharíamos, porventura, homem como este, em que há o Espírito de Deus?” (v.38).
Da administração de uma prisão ao governo de uma nação! O próprio Potifar e sua casa tiveram que se inclinar perante aquele que um dia trataram com injustiça. Aquele que se humilhou, o Senhor exaltou! E através dele, toda a Terra foi salva, “porque a fome prevaleceu em todo o mundo” (v.57). Um dia, quem não merecia também foi humilhado, preso, e até foi morto. Suas palavras eram cheias de amor e de autoridade. Seu semblante era sereno e manso. Sua presença constrangia os soberbos e confortava os humildes. Foi Ele mesmo que disse: “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt.23:12). Foi Ele que também nos orientou: “Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Mc.13:11).
Assim como Faraó reconheceu que as palavras de José eram do Espírito de Deus que nele habitava, nós fomos chamados pelo Senhor para revelar ao mundo as Suas palavras. Jesus sofreu humilhação e a pena mais cruel por amor a mim e a você. Mas como Deus O exaltou e exaltou a José, Ele deseja realizar esta grande obra em nossa vida. Ele deseja nos abençoar “além das medidas” (v.49), não apenas para o nosso benefício próprio, mas para que os celeiros de bênçãos que Ele nos deu sejam uma bênção “em todo o mundo” (v.57). Há um mundo faminto de conhecer ao Senhor através de Sua Palavra. O Senhor anseia derramar o Seu Espírito sobre todo aquele que O busca. Que para a glória de Deus, você seja morada do Espírito Santo e sejas assim reconhecido perante os homens: “Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu” (v.39).
Bom dia, habitação do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis41 #RPSP
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8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).
14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).
16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).
17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).
33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).
34 A quinta parte. O fato de que apenas um quinto da colheita devia ser recolhido cada ano implica que mesmo nos anos de fome a terra iria produzir algo. A fertilidade do Egito sempre dependeu da inundação anual ta terra pelo Nilo, uma vez que a chuva é praticamente desconhecida. … A uma altura [de inundação] de apenas 12 côvados [c. 6m], a consequência é fome. CBASD, vol. 1, p. 468.
45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50 (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday].
46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).
53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).
56 Vendia. Não foi sem motivo que José não distribuiu gratuitamente o cereal armazenado para as multidões que pereciam. As pessoas certamente haviam sido advertidas da calamidade iminente, e poderiam, com cuidado e economia, ter guardado um pouco para os dias de escassez. Uma vez que as pessoas tinham de pagar pelo cereal, eram estimuladas a exercer a moderação e a evitar o desperdício do precioso suprimento de comida, que precisava durar por sete longos anos. Esse plano também permitiu que José socorresse as populações famintas de outros países. CBASD, vol. 1, p. 474.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-40/
José, abençoado pela presença de Deus, foi fiel nas pequenas coisas. No entanto, sua fé em escolher o caminho certo pareceu ser recompensada com uma falsa acusação de uma mulher má! Salomão viu um padrão como este na vida. “O homem injusto é uma abominação para o justo; e aquele que é reto no caminho é abominável para o iníquo.” Provérbios 29:27.
A fé de José não foi imediatamente recompensada. Mais provações e aprisionamento vieram apesar de sua fidelidade, mesmo na masmorra. Tal experiência pode fazer com que você ou eu fiquemos zangados com Deus ou até mesmo O deixemos! Espero que a história de José nos salve dessa tão triste decisão.
Como muitos outros, costumo colocar minha esperança no humano e não em Deus, que detém o futuro. Os humanos podem falhar, mas Deus nunca nos faltará. Eu amo este texto: “Ele é Deus que conhece o coração do Seu povo e as suas necessidades melhor do que nós. Muitas vezes nossos planos fracassam porque os planos de Deus para nós podem ser bem-sucedidos.” EGW, Help in Daily Living, p. 12.
Deanna Bolodin
Aluna do iEAT
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=286
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli