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HABACUQUE 3 – Ao olhar à política, educação, saúde, economia, sociedade e até à religião, poderás ter grandes decepções, tristezas e angústias; porém, quando se olha além do horizonte e, pela fé, é possível contemplar ao Soberano Deus, que tem a história nas mãos. Tal visão alegra o coração em meio à corrupção.
Ainda que o mundo esteja em estado de calamidade pública total devido a tanta corrupção e imoralidade, é possível enxergar luz no fim do túnel: A glória divina.
Habacuque deixa, segundo Isaltino Filho, as seguintes aplicações:
• Uma lição estarrecedora: O povo de Deus não está isento do julgamento.
• Uma lição gloriosa: A história não está descontrolada, Deus deu-lhe destino.
• Uma lição moral: Os violentos e maldosos colherão o que plantaram.
• Uma lição espiritual: O justo viverá pela fé, não pelas circunstâncias.
• Uma lição final: Há alegria em viver pela fé.
Além dessas, o último capítulo do livro do profeta Habacuque revela-nos alguns princípios essenciais para nossa espiritualidade. Grave-as no coração:
1. O crente fiel, que confia plenamente em Deus, não reclama da situação, mas clama a Deus para agir em favor de Seu amado povo (vs. 1-2).
2. O servo de Deus não faz greve ou critica pessoas erradas, Ele ora a Deus e recorda Seus cuidados especiais (vs. 3-15).
3. O indivíduo que se submete a Deus não se vinga do inimigo, espera pela vingança divina: a justiça de céu não falha (v. 16).
4. O filho de Deus se dispõe a confiar totalmente nEle, a despeito do que os olhos carnais veem, pois a fé enxerga mais longe (vs. 17-19).
Quando contemplamos situações específicas, pode ser que não entenderemos Deus; porém, quando Ele nos desvenda os olhos, veremos as maravilhas de Suas ações; então, como Habacuque, exclamaremos:
“Mesmo que não haja figos na figueira, e as uvas da videira não amadureçam; mesmo que não se colham azeitonas, e os campos de trigo não produzam; mesmo que os apriscos estejam sem ovelhas e as estrebarias sem gado, desde já cantem louvor jubilante ao Eterno. Pulando de alegria diante de Deus, meu Salvador. Por saber que o governo do Eterno será vencedor, sinto-me fortalecido e encorajado…” (vs. 17-19).
Unamo-nos em Oração: “Aviva a tua obra, ó Senhor! Dá-nos urgentemente o reavivamento prometido!” – Heber Toth Armí.
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“Todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação” (v.18).
O livro que iniciou com uma oração em forma de lamentação, termina com uma oração “sob a forma de canto” (v.1). Alarmado diante das circunstâncias que abateriam o povo de Judá, o profeta inicia o seu louvor com dois pedidos:
- “aviva a Tua obra, ó SENHOR”
- “na Tua ira, lembra-Te da misericórdia” (v.2).
O desejo do profeta não era apenas para a sua geração, mas para as gerações que surgiriam “no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos” (v.2). De uma maneira linda e plena, Deus transformou o Habacuque perplexo em um homem de fé. Por mais que as circunstâncias pareçam ser um indicativo de fracasso, ele aprendeu que Deus é Deus independente de estarmos enfrentando boas ou más situações. Tudo está sob o controle dAquele cuja “glória cobre os céus” (v.3). De geração em geração, o Senhor revela o Seu poder “para salvamento” (v.13) do Seu povo e a Sua contínua misericórdia para com aqueles que O amam.
O avivamento da obra de que o profeta se referiu não tem a ver com obras laborais ou com rituais religiosos, mas com o verdadeiro conhecimento de Deus. Após ouvir a resposta do Senhor, ele compreendeu a parte que lhe cabia: “pois, em silêncio, devo esperar” (v.16). Habacuque aprendeu a confiar em Deus independente das circunstâncias. O inimigo poderia lhe tirar todo o sustento (v.17), “todavia” (v.18), a sua alegria no Deus em quem confiava não mudaria. Isso é viver pela fé.
Viver pela fé não é simplesmente professar um credo religioso, mas perseverar na fé “ainda que” falte o alimento; “ainda que” haja desemprego; “ainda que” morra alguém que amamos; “ainda que” pessoas nos decepcionem; “ainda que” tudo nos falte. Viver pela fé é confiar nAquele que jamais nos faltará (Sl 23:1). Quando Deus é suficiente na vida do cristão, ele não sente falta de mais nada.
Precisamos buscar viver o que Habacuque viveu e o que o apóstolo Paulo viveu e declarou: “entristecidos, mas sempre alegres… nada tendo, mas possuindo tudo” (2Co 6:10). Eis que a Bíblia nos apresenta a verdadeira alegria! Tal comunhão e intimidade com o Senhor redunda em sublime e incomparável felicidade. Quando escolhemos derramar nossas lágrimas e expor nossas aflições no altar do Senhor, Ele converte a nossa tristeza em gozo, o nosso pesar em alegria perene. Porque “os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl 126:5-6).
Permita que o Espírito Santo frutifique em seu coração a verdadeira alegria (Gl 5:22). Desprenda-se das encostas de risco deste mundo e que seja “o SENHOR Deus” a sua fortaleza (v.19). Então, ainda que as tristezas tirem o sorriso de teus lábios, jamais conseguirão tirar o sorriso do teu coração.
Bom dia, alegres no Senhor!
Desafio do dia: Compartilhe este comentário com um amigo e convide-o para estudar a Bíblia conosco.
Rosana Garcia Barros
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2031 palavras
1 faze-nos deuses. “Deuses”, nesta passagem devia ser traduzido como “um deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 716.
que vão adiante de nós. Cansados de esperar no Sinai e desejosos de continuar a jornada rumo à terra prometida, os israelitas exigiam ser liderados por um deus visível, que lhes inspirasse confiança e coragem (ver 1Sm 4:3-8). Teria sido bom se tivessem usado esse tempo de espera para meditar na lei de Deus e assim preparado o coração para receber nmais revelações dEle. Se tivessem feito isso, seriam capazes de resistir a essa tentação. Em grande medida, o espírito de apostasia foi gerado pelo “misto de gente” que se uniu aos israelitas para escapar das pragas do Egito. Essas pessoas foram um constante estorvo e uma armadilha para Israel (Êx 12:38; Nm 11:4). Podem ser comparados aos “homens maus” de Atos 17:5. CBASD, vol. 1, p. 716, 717.
2 tirai. Alarmado pela loucura desenfreada do povo e por sua atitude ameaçadora, ao mesmo tempo temendo por sua própria segurança, Arão se rendeu às exigências damultidão, em vez de defender a honra de Deus com toda nobreza e valor (ver Êx 23:2). Na esperança de que se recusassem a entregar suas apreciadas posses, ordenou que reunissem “argolas de ouro” e lhe trouxessem. ele, porém, estava equivocado. Após ter dado o primeiro passo, não pôde voltar atrás. CBASD, vol. 1, p. 717.
5 apregoou. Sentindo a aprovação popular, Arão se envolveu ainda mais com essa apostasia ao anunciar uma “festa”, a qual devia ser ao Senhor. Esse espírito de condescendência, o esforço para harmonizar o culto ao Senhor com o culto aos ídolos, não foi manifestado por Israel apenas nesse caso; também iria motivar grande parte da idolatria que acometeria Israel no futuro (1Rs 12:26-33; 2Rs 17:32, 33; Zc 1:5). CBASD, vol. 1, p. 717.
5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).
6 madrugaram. O povo estava tão entusiasmado e cheio de fervor com sua nova religião que se levantou bem cedo para começar o culto. CBASD, vol. 1, p. 717.
assentou-se para comer e beber.Em geral, eram queimadas apenas algumas porções dos sacrifícios. O restante era comido pelos ofertantes. CBASD, vol. 1, p. 717.
divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).
levantou-se para divertir-se (ARA; NVI: levantou-se para se entregar à farra). Esta diversão foi sensual. As festas religiosas pagãs terminavam em orgias (Nm 25:1-9; 1Co 10:7, 8). Este episódio ilustra a luta constante da natureza humana entre a carne e o Espírito (Rm 7:23; 8:1-13). Desde o momento em que deixaram o Egito, os israelitas tinham levado uma vida espiritual de dependência do Deus invisível e repousado sob Sua proteção. Contudo, com o tempo, quando ficaram sem a influência do exemplo e da direçã ode Moisés, o mal prevaleceu. Eles se voltaram à idolatria e à licenciosidade que estava ligada ao culto pagão. O prazer sensual se passava por religião (2Tm 3:4, 5). Tal religião é tão agradável às multidões hoje quanto nos dias de Israel. CBASD, vol. 1, p. 717.
Paulo cita essa expressão como um exemplo vívido da tendência de Israel em direção à idolatria (v. 1Co 10.7). O verbo hebraico traduzido por “entregar-se à farra” muitas vezes tem conotações sexuais (v., e.g., “acariciando”, Gn 26.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Moisés suplicou. O primeiro argumento de Moisés foi que Deus não podia fazer aquilo [destruir todo o povo] pelo bem de Seu próprio nome. … As acusações dos egípcios de que, em vez de levar o povo ao deserto para oferecer sacrifícios (Êx 5:1-3), Ele os tinha levado para serem sacrificados (10:20) se provariam verdadeiras. O segundo argumento de Moisés foi evitar o triunfo dos pagãos sobre Israel…. O terceiro argumento foi fazer com que Deus Se lembrasse das promessas a Abraão, Isaque e Jacó [citações omitidas]. Até, então, essas promessas tinham sido cumpridas apenas em parte e certamente Deus não falharia em cumprir Sua palavra. CBASD, vol. 1, p. 718.
13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).
14 Então, Se arrependeu o Senhor. Uma tentativa débil de expresar a vontade divina em linguagem humana. Na verdade, Deus não pode mudar de propósito, pois conhece o fim desde o princípio (1Sm 15:29; Is 46:9, 10; 55:11). No entanto, quando pecadores abandonam o pecado e se voltam para Ele, quando Seus filhos suplicam por misericórdia e perdão, Ele não se “arrepende”. ele muda da ira para a misericórdia, do juízo para o perdão (Sl 106:44, 45; Jr 18:5-10; 26:3; Jl 2:12-14; Jn 3:9, 10; 4:2). CBASD, vol. 1, p. 718.
19 Logo que se aproximou. As cerimônias religiosas da maioria das nações da Antiguidade incluíam danças. Entre os hebreus eram algumas vezes solenes e dignas, como as de Davi (2Sm 6:14), outras vezes festivas e alegres (ver com. de Êx 15:20). Porém, entre os pagãos, e principalmente entre as nações orientais, tais danças tinham um caráter lascivo. Os dançarinos egípcios eram profissionais do tipo mais degradante, e sua dança era sensual e indecente. Na Síria, Ásia Menor e babilônia, a dança era uma orgia selvagem. Era a esse tipo de dança que os israelitas tinham se entregado, fato que explica a grande ira de Moisés. Era idolatria do pior tipo. Não é estranho que tenha jogado as duas tábuas de forma violenta ao chão e as quebrado. Com esse ato indicava que como haviam quebrado sua aliança com Deus, Ele havia quebrado Sua aliança com eles (Dt 9:17; PP, 320). CBASD, vol. 1, p. 718.
20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).
queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).
24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).
Para justificar ainda mais sua conduta, Arão insinuou que um milagre tinha ocorrido, que um poder sobrenatural tinha convertido o ouro lançado no fogo naquele bezerro. … Arão teria sido destruído pelo pecado, se não fosse a fervorosa intercessão de Moisés em seu favor (Dt 9:20). Devido à sua posição de líder na ausência de Moisés, a iniquidade de Arão era tanto mais condenável. Àquele a quem muito foi dado, muito será exigido (Lc 12:48). CBASD, vol. 1, p. 719.
25 estava desenfreado. Isto é, o povo dava rédeas soltas às paixões desenfreadas. Todo freio moral tinha sido abandonado, os israelitas estavam praticamente amotinados, tendo chegado a um frenesi total. Tinham se tornado uma turba incontrolável. Arão foi responsável pela orgia, pois ele tinha feito o bezerro e proclamado a festa. CBASD, vol. 1, p. 719.
26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).
pôs-se em pé. Incapaz de deter o vil espetáculo e, percebendo que algo devia ser feito, Moisés pôs-se em pé “à entrada do arraial” e reuniu a todos que quisessem se unir a ele para aquietar o tumulto. Na guerra entre o bem e o mal, não há campo neutro. Ou se está do lado de Deus ou do lado de Satanás. … A determinação se revela na capacidade de resistir à influência da multidão. É preciso coragem para ser diferente (ver Dn 3:14-18). Sozinhos entre seus irmãos, os “filhos de Levi” se colocaram ao lado do Senhor. Eles não participaram do culto idólatra. CBASD, vol. 1, p. 719.
Todos os levitas. Generalização, pois Dt 33.9 subentende que alguns dos levitas também foram mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 cada um cinja a espada. Os levitas deviam matar à espada todos os que ainda persistissem em tomar parte dos ritos licenciosos, ignorando laços de família ou de amizade (Dt 33:8, 9; Ez 9:6). Necessitava-se de ação resoluta para pacificar a rebelião. … O lugar da festa se tornou lugar de mortandade. A execução sumária dos que tinham levado o povo à idolatria era necessária para mostrar às nações vizinhas o ódio com que Deus considerava o culto pagão. O Senhor tinha que mostrar a Seu próprio povo que tamanha iniquidade não seria tolerada. Se Deus deixasse a ofensa sem punição severa, no futuro os judeus teriam cedido mais facilmente às tentações da idolatria. Como o amoroso protetor de Israel, Deus removeu do meio deles os que estavam determinados a seguir em sua conduta à ruína. Algumas vezes, em Sua misericórdia Deus permite que alguns pereçam a fim de salvar a muitos. Além disso, se o pecado tivesse persistido, Deus não poderia ter continuado a protegê-los, e teriam caído, indefesos diante de seus inimigos. CBASD, vol. 1, p. 719, 720.
28 Fizeram os levitas conforme Moisés ordenou. Seu zelo pelo Senhor é posteriormente repetido pelo neto de Arão, Finéias, o que resultou numa aliança perpétua do sacerdócio (v. Nm 25.7-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 consagrai-vos. Moisés pronuncia o favor dos Céus sobre os levitas que haviam se unido a ele para punir os idólatras. A palavra heb. para “consagração” tem a ideia de ser ordenado para um serviço sagrado. Nesse caso, indica também a “bênção” especial que Deus tinha guardado aos levitas: a honra de serem escolhidos para servir no santuário (Nm 3:5-9; 18:1-7; Dt 10:8). CBASD, vol. 1, p. 720.
30 No dia seguinte disse Moisés ao povo. Isto sugere que o povo tinha por fim percebido sua grande culpa e estava aterrorizado, imaginando que todos os culpados seriam mortos. O amor e a misericórdia de Moisés para com o povo o levaram a interceder por ele novamente. Eis uma importante lição sobre a qual os ministros do evangelho deveriam refletir. Como pastores do rebanho, devem amar suas ovelhas e conduzi-las para mais perto de Deus, porém, não devem falhar em mostrar ao povo as suas transgressões (Is 58:1). Ao mesmo tempo, devem rogar a Deus pelo perdão do pecado por meio da misericórdia de Cristo. CBASD, vol. 1, p. 720.
32 risca-me. O amor de Moisés por seus irmãos pecadores era tão grande que, se não pudesse evitar a destruição deles, não queria vê-la (Nm 11:15). Ele estava disposto a não estar entre os “inscritos para a vida” (ver Is 4:3). CBASD, vol. 1, p. 720.
Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).
do livro que escreveste. Isto se refere ao “livro da vida”, no qual estão registrados os nomes de todos que professam ser filhos de Deus (Sl 69:28; Dn 12:1; Fp 4:3; Ap 3:5; 13:8; 17:8; 20:12, 15; 21:27). Aqueles que se afastam de Deus e os que devido à sua indisposição para abandonar o pecado se tornam endurecidos para a influência do Espírito Santo (Gn 6:3; Ef 4:30; Hb 10:29; 1Ts 5:19) terão seus nomes riscados do livro da vida e serão destruídos. CBASD, vol. 1, p. 720.
33 Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar. A Bíblia ensina que todos devem carregar seu próprio castigo (Dt 24:16; 2Rs 14:6; Sl 49:7, 8; Jr 31:29, 30; Ez 18:20). Há apenas uma expiação aceita pela Palavra de Deus como substitutiva, a expiação de Jesus Cristo, que, não tendo pecado, foi punido pelos pecados de outros (Js 53:5, 6; Jo 1:29; 1Co 15:3; Hb 9:28; 1Pe 2:24). Ao interceder por Israel, Moisés tipificou a intercessão de Cristo pelo pecadores. Contudo, ele não podia, como fez nosso Senhor, carregar a culpa dos transgressores. CBASD, vol. 1, p. 720, 721.
34 Agora vá, guie o povo. Foi assim que Moisés recebeu a garantia de que o Senhor continuaria sua aliança com o Israel obstinado e cumpriria a sua promessa a respeito da terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 feriu, pois, o Senhor. Após a morte de três mil (v. 28) houve uma praga no acampamento. Até mesmo isso foi uma evidência da misericórdia divina para enfatizar o perigo de ceder ao pecado. Embora Deus estivesse disposto a perdoar, se o perdão fosse obtido com facilidade, eles seriam mais ousados para pecar novamente. … No trato de Deus com o ser humano, devemos estudar e refletir a fim de entender o propósito divino e aprender as lições que Ele deseja nos ensinar. É assim que Ele opera para desenvolver e fortalecer o caráter. CBASD, vol. 1, p. 721.
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Comentário Devocional
Embora possa haver um atraso, os propósitos de Deus certamente se cumprirão. Ao abrir as cortinas e mostrar ao Seu povo como Ele está trabalhando nos bastidores, Deus convida o Seu povo a confiar nEle, a esperar com paciência e a viver pela fé. Não importa o quanto o mal predomina sobre a terra, não importa o quanto as coisas possam aparecer sem esperança aos olhos humanos, Deus sempre tem um remanescente que seguirá a Sua pura vontade.
Cada grupo de três lamentos termina com uma significativa declaração.
Os versos 14-16 confirmam que, embora Babilônia possa parecer invencível, cheia de glórias mundanas, impondo, por um tempo, seu domínio de violência e terror, será completamente destruída na plenitude do tempo de Deus. A glória de Deus encherá a terra e Babilônia e tudo o que ela representa serão apenas uma vaga lembrança.
Logo, o Senhor voltará para julgar o mundo, e todos aqueles que a Ele se opuseram nada terão a dizer, em vista de Seu poder (v. 20). A justiça de Deus encherá a terra e a fé do remanescente que confiou nEle será recompensada. Amém.
Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hab/2 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1151
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/08/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Habacuque 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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HABACUQUE 1 – Amigos, reflitam: Quem não já questionou alguma coisa na vida?
• Por que as coisas são como são?
• Por que ninguém faz nada para corrigir a imoralidade?
• Por que o mal parece prevalecer?
• Por que a injustiça toma conta da sociedade?
• Por que a corrupção está por todo lado?
• Por que a igreja está sendo influenciada pelo mundo, quando deveria influenciá-lo? Por que Deus parece não agir?
• Por que…
Se você teve tais experiências, sentiu na pele o que experimentou Habacuque ao ver a igreja em sua época trocando Deus pelo pecado. O capítulo 1 de seu livro pode ser assim dividido:
• O problema: Por que Deus não julga o pecado de Seu povo que está aumentando cada dia mais? Como um Ser todo poderoso e santo não age para combater o pecado que está no meio de Seu povo? Onde está a justiça de Deus para combater a injustiça? (vs. 1-4).
• A solução: Deus respondeu para o profeta dizendo que Ele não está de braços cruzados (Deus nunca cruzou os braços diante do pecado, tanto é que Jesus morreu de braços abertos). Deus revelou que os caldeus (Babilônia) estavam fortalecendo-se e seriam usados como instrumentos para disciplinar Seu povo (vs. 5-11).
• A solução de Deus, um problema para o ser humano: Os porquês de Habacuque voltam a aflorar. Agora que Deus deu a resposta, ele quer saber por que os ímpios caldeus, piores que os judeus, seriam usados como instrumento de Deus? (vs. 12-17).
A resposta está no próximo capítulo. Em Habacuque 1 ficamos meditando; entretanto, algumas lições podem ser extraídas. Talvez a maior lição deste capítulo seja: Quando pensamos que Deus não está agindo, devemos saber que Ele nunca é indiferente ao pecado – seja dentre Seu povo ou fora dele.
Observe as aplicações observadas por T. Whitelaw. Como Habacuque…
1. …nenhum servo de Deus pode ficar indiferente ao caráter moral e espiritual do tempo em que vive;
2. …devemos nutrir o mais alto interesse em levar os problemas de nossa nação a Deus em oração;
3. …o servo de Deus nunca deve duvidar que Deus é justo, e, ouve nossas orações.
A forma de Deus agir é muito superior a nossa forma de entender! Desta forma, precisamos confiar plenamente nEle. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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HABACUQUE 2 – Temos de ser mais interessados em admoestações divinas do que em bajulações humanas.
Infelizmente nosso orgulho fica ferido e nos fechamos quando somos confrontados com as advertências divinas; porém, nos inchamos com elogios humanos.
O profeta Habacuque não dá voltas, ele é objetivo: vai direto à ferida. Para quem almeja moldar-se com a Palavra de Deus, fique alerta. Na Bíblia “A Mensagem” diz:
1. Quem vocês pensam que são, enriquecendo por meio da extorsão e do roubo? Por quanto tempo acham que vão ficar impunes?… (v. 6-8) – Riqueza é bênção?
2. Quem vocês pensam que são, roubando e saqueando despreocupadamente, vivendo no luxo, agindo como maiorais, fazendo de conta que estão acima da lei e dos problemas? Vocês arquitetaram a ruína de sua própria casa… (vs. 9-11) – Perigo!
3. Quem vocês pensam que são, construindo uma vila sobre homicídios, uma cidade sobre crimes? […] Enquanto isso, a terra se enche da percepção da glória do Eterno, assim como as águas cobrem o mar (vs. 12-14) – Aleluia!
4. Quem vocês pensam que são, convidando os vizinhos para suas festas, com bebida à vontade, enchendo-os nas suas orgias? Acham que isso é diversão? Errado! É o chamariz da desgraça… (vs. 15-17) – Cuidado!
Agora reflita: Como respondes mensagens como estas?
Saiba que, “… o Senhor está em seu santo templo! [E, ordena:] Quietos, todos – façam silêncio santo e ouçam!” (v. 20). Deus não apenas sabe o que faz, Ele sabe o que dizer antes de fazer qualquer coisa. Ele é Deus Soberano! Honre-O! Respeite-O! Ouça-O!
Veja a seguir mais ensinamentos:
• É preferível esperar em Deus mesmo ficando sem respostas imediatas, do que ouvir palpites humanos.
• É preferível descansar esperando em Deus a agir/decidir baseando-se no desespero das circunstâncias.
• É preferível viver uma fé sincera e firme mas viva, do que viver cheio de si com a alma vazia de Deus.
• É preferível sofrer pela fé a abandoná-la para não sofrer, viver sem fé é o pior caminho a seguir.
• É preferível servir ao Deus vivo a criar deuses para nos servir…
O segredo da espiritualidade é desenvolver mais e mais fé em Deus!
Enfim, o mal parece indestrutível; a injustiça, incorrigível; e, a maldade, indescritível… Até quando? Espere para ver o que Deus responderá…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé” (v.4).
Angustiado diante da situação de Judá, Habacuque dirigiu-se a um lugar especial na certeza de que, de alguma forma, o Senhor lhe responderia. No silêncio da solidão, ele buscou ouvir a única voz que poderia saciar os anseios de seu coração. Sua “queixa” (v.1) não tinha o sentido de reclamação, mas de lamentação. No entanto, a vigília do profeta não mais tinha o objetivo de lamentar, e sim de esperar a resposta de Deus ao seu lamento.
Uma visão lhe é concedida e uma mensagem lhe é dada para que escreva e “a possa ler até quem passa correndo” (v.2). A angústia que outrora inquietava-lhe o coração solitário, tornou-se em esperança gravada “sobre tábuas” (v.2) para todo o povo. A mensagem de justificação pela fé é seguida de uma série de “ais” sobre os principais pecados de Babilônia. Fraude, roubo, extorsão, cobiça, homicídio, bebedice, luxúria, imoralidade, idolatria, eram os “alicerces” sórdidos sobre o qual aquele império fora construído e sobre os quais seria destruído.
Por mais que o mal pareça prevalecer, “no tempo determinado” (v.3) por Deus, ele cai por terra. E assim como cumpriu-se o fim da antiga Babilônia, cumprir-se-á o fim da Babilônia atual: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap 14:8). Ainda que pareça demorar, eis que “se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (v.3). A fé nesta promessa é o que move a vida do cristão. A certeza de que, “no tempo determinado”, chegará a vez do verdadeiro culpado (v.16) tomar do cálice que o Inocente bebeu (Mt 26:39).
Lutero passou por uma luta semelhante a Habacuque e foi testemunha ocular de corrupção semelhante. Ao deparar-se com o verdadeiro significado da cruz, percebeu que o seu pior inimigo habitava em sua carne e que a sua única chance de salvação estava na fé nAquele que o salvou. Aquele que encheu a terra “do conhecimento da glória do SENHOR” (v.14) passou a ser-lhe o alvo de seus mais profundos estudos. Em Jesus, tanto Lutero, como Habacuque, Isaías e tantos outros, têm descoberto o verdadeiro caminho da vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3).
No lugar Santíssimo do santuário celeste, Jesus tem cumprido o Seu ministério sacerdotal, aguardando apenas uma ordem do Pai: “Vai buscar os que são Teus!”. Aqueles que viveram pela fé no Filho de Deus e que suspiraram e gemeram “por causa de todas as abominações que se cometeram” (Ez 9:4) sobre a terra, como Habacuque, estarão vigiando, conforme a ordem do Mestre: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mt 24:42).
Que a nossa fé seja fortalecida nAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7). E que prontos estejamos todos para dizer: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o SENHOR, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is 25:9).
Feliz ano novo, justificados pela fé em Cristo!
Rosana Garcia Barros
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