Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2018, 0:45
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MALAQUIAS 2 – Precisamos aprender a ler a Bíblia. “Deus não pretende que a leitura bíblica funcione simplesmente como uma droga para a mente aflita. A finalidade da leitura da Bíblia é despertar a nossa mente, não colocá-la para dormir” (J. I. Packer).

Observe a revelação divina em Malaquias 2:

• Enquanto o crente preocupa-se com orações não respondidas (1:13), Deus Se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Quando Deus não responde tuas orações, não O questione; questione-se. O erro nunca está com Deus.

• Se o casamento está falido, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Quando falta perdão é porque sobra orgulho; deste modo, o fim de união sempre parecerá o início da solução.

• Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá posturas erradas perante Deus e atitudes impróprias diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);

O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados.

• A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos divinos: Jugo desigual (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No versículo 16 Deus disse que odeia duas coisas:

1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”.

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual multiplica-se rapidamente em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade a Deus (vs. 1-9) gera deslealdade no mais íntimo dos relacionamentos (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: Compromisso afetuoso. Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2018, 0:30
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“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do SENHOR dos Exércitos” (v.7).


Diante da realidade de uma igreja morna e sem noção de sua condição reprovável, Deus apresenta a principal causa de tamanho mal: uma liderança desprezível e indigna (v.9), desobediente às instruções divinas. Em seus corações não havia o sincero desejo de honrar o nome de Deus, mas de conquistar o apreço daqueles que poderiam satisfazer os seus próprios interesses. Contudo, tudo aquilo que recebiam julgando ser bênção, Deus tornaria em maldição. E não poderia haver linguagem mais forte e maneira mais clara de discernir a reprovação de Deus para com os sacerdotes do que a verbalização de tais palavras: “atirarei excremento ao vosso rosto, excremento dos vossos sacrifícios, e para junto deste sereis levados” (v.3).

A tribo de Levi foi escolhida para o sacerdócio e cuidados para com a Casa do Senhor. A aliança estabelecida com esta tribo “foi de vida e de paz” (v.5) e a resposta foi de temor e tremor diante dAquele cujo “nome é terrível” (Ml 1:14). A função dos sacerdotes era a de ensinar ao povo “a verdadeira instrução”, na teoria e na prática, apartando a muitos da iniquidade (v.6). Por seu exemplo de retidão, deveriam ser mensageiros do SENHOR, instruindo Israel acerca da verdadeira piedade e inspirando seus semelhantes a buscarem o caminho da obediência. No entanto, por se desviarem do caminho, por suas palavras e por suas ações faziam “tropeçar a muitos”, violando “a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.8). Com isso, Deus tornou notório o pecado deles diante do povo, porque não guardaram os mandamentos do SENHOR e foram parciais na aplicação da lei (v.9).

Dando continuidade, Deus indica o pecado que mais profanava “o santuário do SENHOR” (v.11). A apostasia que teve início no coração dos líderes religiosos culminou em “abominação” (v.11) aos olhos de Deus. Os casamentos mistos e o divórcio tornaram-se comuns dentre os filhos de Israel. O matrimônio sagrado, símbolo da união entre Cristo e Sua Igreja, era profanado constantemente. “Casavam e davam-se em casamento” (Mt 24:38) segundo suas próprias preferências, e repudiavam e eram infiéis “para com a mulher da sua mocidade” (v.15), assemelhando-se à geração antediluviana. E o mais surpreendente era a reação do povo mesmo diante de tudo isso: “cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos” (v.13). Viviam na prática da abominação, não estavam dispostos a sacrificar o eu, no entanto, suas práticas religiosas eram regadas por lágrimas e gemidos perante ofertas que Deus não olhava nem tampouco aceitava (v.13). Deus estava enfadado de tantas palavras falsas (v.17) e da distorção de Sua Palavra com o fim de encobrir pecados ou de fazer o mal ao próximo.

Porque insistimos em guardar dentro de nós sentimentos e pensamentos maus que mascaramos com falsas gentilezas ou com o politicamente correto? Como ousamos adentrar às portas da Casa do SENHOR e pisar em terra santa com um coração carregado de malícias e de rancor, quando não estamos dispostos a permitir que Deus nos conceda um novo coração? Como nos atrevemos a proferir a Palavra de Deus não com o fim de edificar o próximo, mas de acusá-lo e de fazê-lo sentir-se mal? Quem achamos que somos diante dAquele que tudo vê e que tudo conhece? Podemos enganar os outros, podemos até enganar a nós mesmos, mas “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Vivemos sob a forte tendência da geração Laodiceia, de estarmos vivendo um cristianismo morno, ou seja, relativo, pisando nas verdades que com tanto orgulho defendemos, trocando as bênçãos do Senhor pelo excremento de ofertas ofensivas a Ele.

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb 3:12-13). Ainda há tempo, amados, de nos achegarmos ao trono de Deus com a oferta de um coração quebrantado e que reconhece a sua incapacidade de andar sozinho. Deus jamais rejeitará um pecador que se arrepende. Eu não conheço o teu coração e nem sei se o seu pecado foi contra o sétimo mandamento do Decálogo (Êx 20:14). Mas de uma coisa eu sei: o mesmo Deus que amou e que não condenou a mulher adúltera, é O mesmo que te diz hoje: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo 8:11).

Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15). Não cubra mais “de violência as suas vestes” (v.16). Permita que Jesus lhe vista com as Suas brancas vestes de justiça, fazendo de sua vida um testemunho vivo de Seu grande poder e infinita graça!

Bom dia, alvos da infinita graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias2
#RPSP



Malaquias 1 by Jobson Santos
22 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: fidelidade, Malaquias

Comentário devocional:

“Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria eu aceitá-los de suas mãos?”, pergunta o Senhor. (Malaquias 1:13 NVI).

Malaquias 1 tem a ver com desistir de coisas que, com o coração natural, você deseja manter para si. Os judeus em Jerusalém deveriam trazer seus melhores animais para o sacrifício. No entanto, eles estavam oferecendo animais defeituosos ao Senhor e mantendo os animais perfeitos consigo.

Por que é que Deus se importa com o tipo de animais que as pessoas ofereciam em sacrifício? Porque, ao eles Lhe oferecerem o seu melhor, eles estavam demonstrando fé em Deus e gratidão pelo perdão dos pecados.

Aqui está a parte interessante: Quando um animal era sacrificado ao Senhor, uma parte da carne ficava para o sacerdote e o próprio adorador participava dela, juntamente com sua família. Então, o adorador comia daquilo que oferecia. Espiritualmente falando, isto quer dizer que se você oferecer a Deus o que tem de melhor, receberá o melhor em paz, alegria e clareza de propósito. Se oferecer a Deus uma adoração defeituosa, colherá também uma vida defeituosa.

Quando oferecemos a Deus o melhor do nosso tempo, de nossas emoções e de nossos recursos financeiros estamos oferecendo sacrifícios dignos da grandeza de nosso Deus e trazendo alegria ao Seu coração. Aquele que aprende a adorar a Deus corretamente não perde, mas ganha em todas as áreas de sua vida e ainda recebe a vida eterna!

Andy Nash
Professor
Southern Adventist University, USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/1 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1172   
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/29   
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Malaquias 1 NVI

Comentário em
áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de janeiro de 2018, 0:55
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MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
22 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MALAQUIAS 1 – Diante da apostasia frente à vinda do Messias, Deus levanta um profeta tomado de uma indescritível ousadia. Temos muito a aprender…

“Malaquias é a última voz do Antigo Testamento, e seu livro serve de bom prelúdio para os quatrocentos anos seguintes de silêncio bíblico. Da perspectiva dos israelitas, aqueles eram anos de poucas expectativas. Tinham retornado do cativeiro babilônico para a sua terra, mas aquela terra era uma província de fundo de quintal para os persas (depois gregos e romanos – os exércitos desses impérios faziam fila para marchar por Israel). O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

• Como animar e reavivar um povo assim?

Malaquias não se apresenta, ensinando-nos que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele mostrou que o povo deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora o templo já estivesse reconstruído, a fé do povo ainda estava em ruínas. Foi para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.

Desta forma, as verdades proclamadas por Malaquias antes da vinda do Messias servem para nos despertar de nossa letargia antes do retorno do Messias.

Fique alerta! Sendo que, nem sempre…

• …a disciplina divina resulta em mudanças de vida;
• …a restauração alcança o aspecto espiritual;
• …a reforma na igreja significa reforma na vida…

…Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que o amor de Deus…

1. …por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);
2. …jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);
3. …não é irresistível; pode ser rejeitado (vs. 11-14).

O amor é base para todo relacionamento, inclusive com Deus. Práticas espirituais sem amor promovem hipocrisia e formalismo religiosos. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.

• Pecados enfraquecem a fé, deturpam a justiça e, perverte a religião.

Quando a sonolência espiritual toma conta dos crentes, você deve acordar, não dormir junto com eles. Portanto, levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!

Busquemos mais reavivamento quanto mais a indiferença aumenta! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 1, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a Sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? – diz o SENHOR dos Exércitos” (v.9).


O último livro do Antigo Testamento. O último profeta conhecido de Israel, no Antigo Testamento. O último chamado de Deus a cada geração. Este é o livro do profeta Malaquias (heb., “meu mensageiro”). Um livro onde a vida do mensageiro se esconde atrás da sublime e solene mensagem. Apesar de não haver citação acerca da vida de Malaquias em nenhum outro lugar na Bíblia, e do significado do seu nome indicar que talvez este não fosse realmente o seu nome e sim uma espécie de título, é certo de que este homem de Deus cumpriu com fidelidade o chamado divino dizendo exatamente o que o Senhor lhe havia revelado.

E a primeira coisa que o Senhor diz a um povo rebelde, desobediente e ingrato, por intermédio de Malaquias, é: “Eu vos tenho amado” (v.2).

Qual seria a sua resposta diante de uma declaração tão tremenda? Eis o que Israel respondeu: “Em que nos tens amado?” (v.2). A missão do profeta não foi fácil. Ele estava no meio de um povo extremamente religioso, mas completamente cego. Não existe coisa pior do que tentar corrigir aquele que não reconhece o seu erro. A condição laodiceana de que “estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17), é a pior das armadilhas. Ela é sutil, possui aparência de santidade e arrebata o coração num sentimento de falsa segurança.

A comparação feita entre Jacó e Esaú não mostra uma acepção por parte de Deus, mas o resultado de diferentes escolhas. Esaú era alvo do amor de Deus assim como Jacó, mas Jacó escolheu o caminho do arrependimento, já Esaú “querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb 12:17). Quantos não estão tentando fazer o mesmo? Querem a bênção do Senhor, choram pela bênção do Senhor, buscam por ela, mas não reconhecem que precisam se arrepender de seus pecados. Chamam a Deus de Pai e de Senhor, mas não O honram e não O temem (v.6).

E nem os sacerdotes escaparam da repreensão divina. Enquanto ofereciam ofertas imundas e desprezíveis, e acendiam fogo estranho no altar do Senhor, Ele dizia: “Tomara houvesse entre vós quem feche as portas” (v.10). Ele estava dizendo ao povo: “Eu prefiro um templo fechado a um templo que Me desonre”! Você compreende a seriedade desta mensagem? Deus estava falando com um povo que dizia honrá-Lo enquanto oferecia do pior ou do resto que tinha. E a estes são dirigidas as duras palavras: “Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta” (v.10). Que coisa mais triste!

O que temos ofertado ao Senhor? O que realmente temos ofertado? E quando Ele se refere a ofertas não está falando em quantidade, mas na qualidade do que ofertamos. Também não se refere apenas a dinheiro, mas à nossa resposta quanto ao tudo que Deus nos entregou. Até quando Deus terá de suportar a nossa arrogância em pensar que somos alguma coisa? Até quando a Sua longanimidade se estenderá por um povo que insiste em rejeitar a cura da enfermidade mortal que não admite ter? “Maldito seja o enganador” (v.14), que tendo o melhor para oferecer a Deus, promete dar e Lhe oferece o pior.

Amados, não é agradável ser repreendido, porém, o Senhor nos diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap 3:19). Experimente Deus! Não vá ao Seu encontro com propósitos egoístas, porque Ele sonda o seu coração. “Suplicai o favor de Deus” (v.9) com a oferta de um coração governado pelo Espírito Santo. Esta é a oferta pura (v.11) que Ele aceita. Esta é a Sua maior alegria!

Bom dia, amados pelo Pai!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias1
#RPSP



Zacarias 14 by Jobson Santos
21 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: acontecimentos finais, Sem categoria | Tags:

Comentário devocional:

Zacarias foi profeta de Israel logo após o retorno do povo do exílio babilônico. Eles se encontravam em uma situação triste e agonizante, porque a construção do templo havia sido interrompida devido à pressão dos povos ao redor. É neste momento que Zacarias lhes traz esperança com a mensagem apresentada neste capítulo de que a restauração seria completada. Sua mensagem lhes deu grande incentivo e também para nós, que vivemos no tempo do fim.

Os dois primeiros versos parecem-nos descrever a situação pouco antes do fechamento da porta da graça. Como bem sabemos, o conflito final envolverá uma questão econômica. Nossos bens serão tomados e divididos, não importa onde vivamos no mundo. Haverá restrição de compra e venda de bens, incluindo veículos e casas, para todos os que não receberão a marca da besta (Ap 13:16-18).

No final do milênio os pés de Jesus pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então a cidade de Nova Jerusalém descerá do céu quando a montanha se dividir para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!

A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. O remanescente de todas as nações adorará o Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus pelo sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Haverá consagração completa.

Ajuda-nos, Senhor, a fazermos parte desta cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/14 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1171  
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/28  
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


ZACARIAS 14 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



ZACARIAS 14 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 14 – Antes de aprofundarmos na profecia do último capítulo de Zacarias, é fundamental entender alguns pontos importantíssimos encontrados no restante da Bíblia:

• Primeiro, o juízo investigativo iniciado em 1844 tem como objetivo classificar quem pertence a Deus e quem pertence ao diabo, antes do advento de Cristo (Daniel 8:13-14).
• Segundo, o juízo de comprovação realizado pelos salvos no Céu, durante o milênio, visa confirmar o justo, perfeito e amorável caráter do Soberano do Universo, o qual terá julgado a humanidade (I Coríntios 6:2; Apocalipse 20:4).
• Terceiro, após essas duas fases será dada sentença final, é a última fase do juízo divino. Então, o mal, seu autor e agentes serão eliminados definitivamente (Apocalipse 20:7-10).

No capítulo em análise não são nítidas estas fases, a verdade é progressiva como se nota no Novo Testamento. Claramente nota-se que Deus vencerá de vez ao mal, o qual nunca mais existirá.

Observe o seguinte esboço com atenção e oração:

1. Ao final do milênio, Satanás arrogantemente, sai com estilo de alguém triunfante, ameaçando atacar e destruir a cidade do remanescente fiel; entretanto, Deus intervirá e vencerá aos agentes do mal (vs. 1-3).

2. Ao final do milênio a cidade Santa, a Nova Jerusalém, descerá do Céu com os salvos e Jesus; é chegada a hora de dar fim aos servos do pecado (vs. 4-7).

3. Ao final da destruição da corrupção, imoralidade e perversão, será estabelecido o reino divino: Um Novo Céu e uma Nova Terra onde habitará a justiça e haverá harmonia plena com a vontade de Deus (vs. 8-21).

O verso 4 é único a dar informações sobre onde pousará a Cidade Santa que descerá dos Céus com os salvos com Cristo. Observe informações nele contidas:

• Onde pousará a cidade? No monte das Oliveiras;
• O que acontecerá quando a cidade pousar na terra? Haverá um grandioso terremoto que alterará a topografia terrestre;
• Qual a razão desse evento? Eliminar os inimigos de Deus. Estes ressuscitarão no final do milênio para receber a sentença pela persistência no pecado. Logo após, Deus restaurará o Céu e a Terra, arruinados pelos pecados.

O bem finalmente vencerá ao mal! A Terra será restaurada! Todo perigo será eliminado. Deus fará justiça e eliminará a maldade! Os salvos das nações adorarão em Jerusalém – Heber Toth Armí.

Escreva tua opinião sobre o livro do Profeta Zacarias:



ZACARIAS 14, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“O SENHOR será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o SENHOR, e um só será o Seu nome” (v.9).


O grande “Dia do SENHOR” (v.1) é anunciado pelo profeta. Jerusalém seria alvo de uma nova batalha, desta vez, definitiva. Haveria uma separação entre o povo, sobrando “o restante” (v.2), que não seria expulso da cidade. Deus mesmo pelejaria em favor de Seu povo (v.3), sendo-lhe por montanhas ao redor (v.4). Pelo vale dos montes do Senhor o restante fugiria até que viesse “o SENHOR… e todos os santos, com Ele” (v.5). Então, iria se cumprir na cidade fiel o plano original do Criador e Jerusalém se tornaria a capital de toda a terra.

Assim como Israel aguardava o cumprimento da primeira vinda do Messias, Zacarias termina a sua fala anunciando a Sua segunda vinda. Se tão-somente o povo houvesse dado ouvidos às profecias e à voz do Senhor, este evento glorioso já teria acontecido. Contudo, desde a primeira vinda de Jesus a esta terra, já se passaram mais de dois mil anos de longanimidade e misericórdia. Nestes últimos dias, o Senhor tem guiado “o restante do povo” (v.2) de Seu Israel espiritual (Gl 6:16) pelo vale dos Seus montes. E assim como Jesus travou uma terrível batalha pelo Seu povo, “sobre o monte das Oliveiras” (v.4; Mt 26:36-46), hoje, Ele luta por mim e por você, intercedendo em nosso favor como o nosso Sumo Sacerdote.

A Festa dos Tabernáculos era a última festa das celebrações anuais dos israelitas, sucedendo o Dia da Expiação. Enquanto este último deveria ser observado mediante profundo exame de coração e aflição de alma, a última festa deveria ser celebrada com alegria como lembrança da libertação de Israel, do Egito. Hoje, conforme as profecias bíblicas, Jesus atua no lugar Santíssimo do santuário celeste como nosso Sumo Sacerdote. Desde 1844, conforme estudamos no livro do profeta Daniel, vivemos o grande Dia da Expiação aguardando a celebração dos tabernáculos de Deus. Profeticamente, vivemos em um tempo de aflição de alma e diligente exame de coração. A nossa alegria deve estar depositada nos méritos dAquele que pagou o preço de nosso resgate e subiu para nos preparar lugar (Jo 14:2).

Amados, estamos em contagem regressiva para aquele “dia singular” (v.7). “Todos os que restarem de todas as nações” (v.16) são os que têm ouvido e os que ouvirão o último chamado de Deus e “subirão… para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos” (v.16). Em uma subida constante e crescente, o Espírito Santo tem sido derramado sobre o remanescente de Deus que almeja chegar na Nova Jerusalém. E o chamado para esta busca e crescimento é para as “famílias da terra” (v.17), pais, mães e filhos subindo juntos “para adorar o Rei” (v.17). Famílias restaurando o altar do Senhor em suas casas e pedindo “chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc 10:1), enquanto sobem.

O crescimento espiritual é um processo árduo e que requer total confiança em Deus. Como vimos ontem, estamos passando por um processo de purificação que requer fogo e provação (Zc 13:9). E Tiago bem define o propósito divino neste processo: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1:2-3). E Jesus afirmou: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). Você entende que antes de subir ao monte, precisamos andar no vale? O “vale da sombra da morte” (Sl 23:4) deste mundo não é lugar de destruição, é lugar de santificação, porque o bom Pastor está conosco. A fornalha ardente que o inimigo acende para nos destruir, Deus transforma em lugar de purificação para nos salvar, e lugar de passeio com a bênção de Sua presença (Dn 3:25).

Quer fazer a diferença este ano? Quer apressar o “Dia do SENHOR” (v.1)? Quer ser um missionário do exército de um só Senhor? Então, comece esta obra no seu coração e na sua casa. Porque “se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm 5:8). Ore como nunca orou! Não apenas leia a Bíblia, estude-a! Convide o Espírito Santo para ser Seu amigo e leal confidente. Pare agora de levantar “a mão contra o seu próximo” (v.13) enquanto há tempo! Permita que o bom Pastor conduza a sua vida e você nunca terá o que temer. Segure firme na destra do Onipotente e muito em breve ouvirás de Sua boca o que você buscou todos os dias:

Vamos subir!

Bom dia, peregrinos rumo ao Lar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Zacarias14
#RPSP