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MATEUS 7 – Tem gente que não dá a mínima pelas máximas divinas, vive como mundano, professando ser cristão. O cristão de verdade assimila à sua vida os ensinamentos de Cristo.
No capítulo em análise há ensinamentos que contrariam veementemente à natureza humana. Observe como começa: “Não bombardeiem de críticas as pessoas quando elas cometem um erro, a menos que queiram receber o mesmo tratamento. O espírito crítico é como um bumerangue. É fácil ver uma mancha no rosto do próximo e esquecer-se do feio riso de escárnio no próprio rosto”.
Por trás de repreensões e exortações sempre há lições que conduzem à edificação do caráter; porém, por trás de críticas, sempre há destruição. Biblicamente, a crítica não é construtiva, apenas na cabeça de quem não quer converter-se desse mal.
Tem mais:
“Tomem cuidado com pregadores muito sorridentes: a sinceridade deles é fabricada. Eles não perderão nenhuma oportunidade para depenar vocês. Não fiquem impressionados com o carisma. Procurem o caráter. […] Um líder de verdade jamais irá explorar as emoções ou as economias do povo” (vs. 15-20).
Certos pregadores são verdadeiros exploradores. Arrancam dinheiro, abusam emocionalmente e iludem os fieis. Nem todos os pastores que fazem curas, milagres e profetizam em nome de Jesus são enviados de Deus; o diabo também envia pregadores para falar de Jesus.
• Satanás usa todos os recursos para enganar, você não está em alguma de suas armadilhas?
Jesus disse ainda em seu sermão poderoso: “As palavras que vos digo não são meros adendos ao seu estilo de vida, como a reforma de uma casa, que resulta em melhora de padrão. Elas são o próprio alicerce, a base de sua vida. […] Mas, se vocês usarem minhas palavras apenas para fazerem estudo bíblico, sem nunca aplicá-las à própria vida, não passarão de pedreiros tolos, que constroem sua casa sobre a areia da praia…” (vs. 24-27).
Observe que, “quando Jesus concluiu seu [sermão], a multidão o aplaudiu. […] Foi a melhor aula que eles tinham ouvido” (vs. 28-29).
Nos dias de hoje, precisamos aprender que…
• …Sermõezinhos produzem cristãozinhos, sermões fortes nos fortalecem;
• …Sermão forte não é dar paulada na igreja (criticar tudo e todos), mas edificar;
• …Sermão forte é falar a verdade em amor.
O impacto desse sermão deve alcançar nosso coração! – Heber Toth Armí.
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“… pelos seus frutos os conhecereis” (v.20).
O julgamento no qual Jesus se referiu dando ênfase ao seu uso indevido não se referia à prática da justiça legal, mas ao juízo particular com relação às falhas alheias. Somos juízes por excelência e brilhantes comentaristas. Se tem um pecado no qual podemos fazer nossas as palavras de Paulo: “… o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19), é o julgamento temerário. Há uma diferença entre uma pessoa crítica e aquela que usa de discernimento para saber como lidar com pessoas e situações. O julgamento condenado por Cristo é aquele que é ofensivo, iracundo e que não tem nenhum interesse em contribuir de alguma forma para ajudar aquele que errou ou que simplesmente agiu de maneira que o crítico desaprova. Ele deixou esta diferença clara quando advertiu que precisamos ter cuidado com pessoas deliberadamente maldosas ou impuras, aos quais denominou “cães” e “porcos” (v.6), como também com os falsos profetas, os famosos lobos “disfarçados em ovelhas” (v.15).
Mais uma vez, a oração ganha destaque no discurso de Jesus sendo agora incentivada no sentido de confiar na provisão divina. Ele nos diz: “Peçam e vocês receberão”. A comparação feita com o pedido de um filho a seu pai ilustra o desejo de aliar a vontade humana (filhos) com o poder divino (Pai). Em Sua infinita bondade, Deus está mais disposto em nos conceder as Suas bênçãos do que nós estamos dispostos a pedi-las. Um coração egoísta, crítico e que não confia nos cuidados do Pai, jamais irá receber as bênçãos que são reservadas para aqueles que desejam as mesmas bênçãos para seus semelhantes, isto é, aqueles que praticam “a Lei e os Profetas” (v.12). Os verbos pedir, buscar e bater denotam insistência de quem confia que em algum momento receberá, encontrará e a porta “abrir-se-lhe-á” (v.8).
A nossa resposta diante dos ensinos de Cristo, é o que define a porta em que escolhemos entrar e o caminho que estamos seguindo. Jesus disse: “Eu sou a porta” (Jo 10:9). Contudo, infelizmente, “são poucos os que acertam com ela” (v.14). Porque não basta dizer: “Senhor, Senhor!” (v.21) para entrar no reino dos céus. Mas aquele que faz a vontade do Pai, “que edificou a sua casa sobre a rocha” (v.24) através de uma fé prática, que “produz bons frutos” (v.17), naquele Dia, não ouvirá: “Nunca lhe conheci” (v.23), e sim: “Vinde, bendito(a) de Meu Pai” (Mt 25:34).
As multidões ficaram maravilhadas com incomparável ensinamento (v.28). Nunca haviam sido ensinadas de tal forma e nunca haviam se sentido tão amadas. Enquanto os líderes religiosos as excluíam, Jesus as incluiu, colocando a todos num só patamar. Não existe um mau testemunho pior do que a hipocrisia e tentar desculpá-la pode ser fatal. Estamos, de fato, vivendo o amor prático? Estamos, verdadeiramente, nos alegrando com os que se alegram e chorando com os que choram (Rm 12:15)? O evangelho de Cristo não consiste em encher igrejas, mas em fazer discípulos: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt 28:19). E não existe método mais eficaz de discipular do que o exemplo. “Se já foi indispensável compreender e seguir os corretos métodos de ensino de Cristo, bem como imitar-Lhe o exemplo, este tempo é agora” (Ellen G. White, Carta 322, 1908).
Não ocupemos a nossa mente com julgamentos e críticas que em nada contribuem para o avanço da obra sagrada, mas que, pela graça de Deus, busquemos seguir com diligência o exemplo de Jesus, “com toda oração e súplica” (Ef 6:18), e o Espírito Santo nos habilitará a sermos Seus fiéis discípulos em busca de mais discípulos.
Bom dia, fiéis discípulos de Cristo!
Desafio do dia: Memorize as bem-aventuranças (Mt 5:3-12). Permita que o Espírito Santo as escreva nas tábuas do teu coração (2Co 3:3).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Mateus7
#RPSP
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1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.
Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.
3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.
5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.
6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.
7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.
12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.
Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.
esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.
13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.
15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.
22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si eidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.
25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.
edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.
26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.
sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.
29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-6/
Comentário Devocional
A língua em que foi proferida a Oração do Senhor encerra um significado profundo. O Novo Testamento foi escrito em grego. Jesus, por outro lado, falava aramaico, a língua da comunicação diária. Os estudiosos da Bíblia concordam que Jesus também apresentou esta oração na língua aramaica, o que em si já foi uma ação revolucionária.
Apesar dos judeus falarem aramaico em suas vidas diárias, eles deveriam recitar suas orações em hebraico, não em aramaico. O hebraico era considerada língua sagrada. Assim, o uso do aramaico nas orações diárias e na adoração era inaceitável naquele tempo.
Hoje, os cristãos são às vezes inclinados a usar uma versão mais antiga e erudita de sua língua [NT: “inglês antigo”, no original] pensando que seria mais santo. O mesmo aconteceu na era medieval quando os cristãos usavam o latim em orações. Na verdade, apenas a tradução latina da Bíblia era aceitável na adoração cristã naqueles dias.
Ao nos ensinar a orar Jesus transforma a visão de religiosidade do seu tempo. Para Jesus não há nenhuma língua sagrada, não existe uma cultura sagrada. Os crentes são incentivados a adentrar na presença de Deus usando a linguagem do seu coração.
Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/6 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1181
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/07
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados31-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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MATEUS 6 – Jesus veio ao mundo instalar Seu reino no coração dos escravizados no reino do pecado.
O capítulo pode ser dividido em dois tópicos, conforme sugere Merril F. Unger:
• Os herdeiros do reino e a oração (vs. 1-18);
• Os herdeiros do reino e o mundo (vs. 19-34).
É fácil parecer cristão, difícil é ser cristão. Parecer é fruto dos próprios esforços, ser é milagre divino. Assim inicia o capítulo: “Quando fizerem o bem, tenham cuidado para que seu gesto não vire peça de teatro. Pode até ser um grande espetáculo, mas Deus não vai aplaudir”.
• É fácil ser crente hipócrita! É fácil parecer cristão, praticar atitudes cristãs sem de fato morrer para o eu e os desejos pecaminosos. Como é teu cristianismo?
Jesus nos deixou um legado sobre oração em seu primeiro sermão. Pois, orar é o respirar da alma. Sem oração não há paixão espiritual. Augusto Cury, autor de dois volumes sobre o “Pai-nosso”, declarou que esta oração “rima nos extremos: é singela e complexa, inofensiva e desafiadora. Jamais palavras simples tiveram tanta profundidade. Jamais um texto tão pequeno foi tão revolucionário”.
Oração, jejum , perdão e sinceridade com Deus é a receita para o sucesso na vida cristã. A força adquirida com estas atitudes tornam possíveis os seguintes alvos:
• Tirar o foco das riquezas deste mundo para colocar nos tesouros celestiais (vs. 19-21);
• Tirar os olhos das coisas do reino das trevas para contemplar as belezas do reino da luz (vs. 22-23);
• Tirar do coração os deuses deste mundo, principalmente o dinheiro, a fim de servir dignamente ao Deus verdadeiro (v. 24).
Aquele que, verdadeiramente se rende a Deus, terá como padrão de vida estes ditos de Jesus: “Quero convencê-los a relaxar, a não se preocuparem tanto em adquirir [alimentos, bebidas, vestimentas]. Em vez disso, prefiram dar, correspondendo, assim, ao cuidado de Deus. Quem não conhece Deus e não sabe como Ele trabalha é que se prende a essas coisas…” (vs. 25-34).
• Você conhece Deus?
Mais que desafio de vida, esse sermão de Jesus é o estilo de vida dos súditos do reino divino! Pedir pela vinda do reino de Deus significa abandonar a vontade pessoal para que a vontade de Deus seja feita na Terra como é feita no céu! – Heber Toth Armí.
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“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome” (v.9).
Continuando o sermão da montanha, após elencar princípios fundamentais que devem reger a vida cristã, ampliando conceitos e reivindicando o verdadeiro caráter do Pai, neste capítulo Jesus apresenta como principal enfoque o objetivo da prática do cristianismo, iniciando com uma advertência e encerrando com outra. A publicidade que se dava aos atos religiosos era notoriamente carregada de presunção. Havia certa disputa eclesiástica quanto à quantidade e qualidade das obras realizadas. Estar em evidência era o maior objetivo a ser alcançado, julgando que isto era prova incontestável da bênção e aprovação de Deus. Então, Cristo lança por terra esta ideia distorcida e afirma que todo aquele que faz o que é justo com a finalidade de, em uma linguagem contemporânea, ganhar mais curtidas, likes, compartilhamentos e visualizações, não terá o galardão de Deus (v.1).
Em Suas muitas misericórdias, Jesus passa a ensinar a maneira correta de proceder com justiça. Ele nos ensina como ajudar as pessoas, como orar, como jejuar e nos dá incríveis lições de abnegação, coerência e confiança. Ele não lançou palavras ao ar e simplesmente disse: Vão e façam o que Eu falei. Mas Ele falou e viveu. A vida de Cristo foi uma ilustração viva de Suas palavras e, por Seu exemplo, ensinou muito mais do que o mundo tivesse capacidade de registrar em livros (Jo 21:25). Em Sua simplicidade, amor e altruísmo, portava-Se com discrição e profundo interesse de salvar. Suas ações não eram ovacionadas por Ele mesmo, mas em tudo, buscava apontar os olhos humanos para o trono do Pai. Não ajudava a fim de ser visto, Suas orações eram feitas em audiência secreta com o Pai e, ao jejuar, o fez no deserto. Sublime Exemplo!
Precisamos experimentar esta comunhão que Jesus mantinha com o Pai. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça” (v.33) não significa tentar mostrar aos outros que nós pertencemos a Ele, e sim o estilo de vida de todo aquele que não precisa mostrar que faz, porque ele simplesmente é. Chega de falar, amados! É tempo de viver! É como uma fruta bichada; mais cedo ou mais tarde alguém vai parti-la e descobrir que não presta. “Portanto, caso a luz que em [nós] há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (v.23).
Jesus nos aponta o caminho da verdadeira felicidade e descarta todas as ofertas que este mundo apresenta como sendo a solução para os nossos problemas. Comer, beber, vestir e acumular riquezas tem consumido toda a atenção do homem e desviado nossos olhos do que realmente importa. A comunhão com Deus é o antídoto contra o veneno da ansiedade e da ganância e nos protege de nós mesmos e do perigo de “servir a dois senhores” (v.24). Porque, qual de nós, por mais ansiosos que estejamos, podemos acrescentar um instante sequer à nossa vida? (v.27). Seja Deus suficiente em nossa vida, e viveremos uma experiência tão extraordinária aqui, que só a eternidade explicará.
Onde está o teu coração (v.21)? Decida, a partir de hoje, em nome de Jesus, depositá-lo todos os dias diante dAquele “que está em secreto”, e Ele, “que vê em secreto, te recompensará” (v.6). Que a oração do Pai nosso não seja por nós simplesmente falada, mas vivida!
Bom dia, filhos do Pai que está nos céus!
Desafio do dia: Coloque em prática, hoje, os dois primeiros ensinamentos de Cristo: Ajude alguém sem que ninguém saiba e tenha um momento de oração particular.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Mateus6
#RPSP
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1 justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de feito em busca de glória pessoal humana. Bíblia de Genebra.
Ele [Jesus] não está condenando a oração, jejum e caridade públicos e, sim, a natureza centrada em si mesma da religiosidade pública (em 5:14-16 temos os atos centrados em Deus). Andrews Study Bible.
…a humildade, e não o orgulho, é a base da comunhão com Deus. Bíblia Shedd.
2 hipócritas. A palavra grega significa “ator de teatro”. … Aqui, refere-se aos que fingem ser consagrados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
No Novo Testamento, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Bíblia de Genebra.
3 mão esquerda … mão direita. …a pessoa não deve chamar atenção para a sua generosidade. A autoglorificação é um risco sempre presente. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quer dizer que os cristãos não devem fazer caridade a fim de obterem louvor e honra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 358.
7 sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Estes citavam nas orações longas listas com os nomes de seus deuses, na esperança de, mediante a constante repetição, invocarem o nome daquele deus que os ajudasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 nosso. A oração do Pai Nosso é uma oração pública. Andrews Study Bible.
…embora reflita, até certo ponto, as orações do judaísmo, a oração do Senhor é, contudo, inspirada e original. Sua originalidade está na escolha das petições e no seu arranjo. Sua aceitação universal reflete o fato de que expressa mais perfeitamente do que qualquer outra oração as necessidades fundamentais do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 359.
Santificado seja o Teu nome. Santificamos Seu nome quando reconhecemos a santidade de Seu caráter e permitimos que Ele reproduza esse caráter em nós. CBASD, vol. 5, p. 360.
11 dai-nos. A oração se inicia com Deus e Seus assuntos e somente então se dirige para os nossos pedidos e desejos. Andrews Study Bible.
12 dívidas. A referência aqui é a dívidas pessoais. Os cristãos perdoam os outros em resposta ao perdão de Deus (18.32-33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos (vs 14-15). Bíblia de Genebra.
16-18 jejum. Is 58:3-9, a mais extensiva passagem da Bíblia sobre o jejum, fala do jejum, não como sendo um ritual, mas em termos de alcançar os pobres e necessitados. Andrews Study Bible.
O jejum não é condenado se tiver como alvo o aproximar-se de Deus e a negação de si mesmo. Bíblia Shedd.
17 arrume o cabelo e lave o rosto. Os judeus colocavam cinzas na cabeça ao jejuarem. Jesus manda manter a aparência regular [normal]. O jejum não deve ser realizado de modo ostensivo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Tesouros no céu ajuntam-se somente convertendo pecadores que viverão eternamente. Bíblia Shedd.
24 riquezas. Gr mamõn, transliteração da palavra aramaica que significa “riqueza”, mas que jesus aqui está dando como nome pessoal, como se fosse um ídolo pagão. Bíblia Shedd.
26 não semeiam, não colhem….os passarinhos não se preocupam com o que o futuro reserva. Bíblia de Genebra.
27 côvado. Medida de comprimento de 46 cm. Aqui é humoristicamente considerada como mais um pedacinho de vida. Bíblia Shedd.
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-5/
Comentário Devocional
Quando foi a última vez que você experimentou alegria real? O que lhe traz a verdadeira felicidade?
Jesus começa o Sermão do Monte com uma lista de como obter a felicidade. Tente ler estes versos substituindo a palavra “bem-aventurado” pela palavra “feliz”.
Agora, como alguém pode ser feliz, se está chorando? Se é pobre? Não parece fazer sentido.
O Sermão do Monte de Jesus foi verdadeiramente radical. Em Suas declarações sobre o reino Jesus apresenta conceitos que parecem contradizer a natureza humana. Mas é exatamente por isso que este sermão é tão poderoso e tão transformador. Ele toca os cantos mais profundos de nossas vidas.
Este sermão, que ocupa os capítulos cinco, seis e sete no Evangelho de Mateus, bem poderia ser chamado de “Manifesto do Reino de Jesus”, as intenções de Seu governo. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “Estas são as bases do Reino dos céus que veio a este mundo”. Em Jesus até mesmo nossas dores, tristezas e maus tratos podem ser transformados pela alegria de tê-Lo conosco. Talvez os melhores exemplos disso são as vidas dos Seus seguidores, como Paulo e Silas (At 16:23-25). A única explicação para a alegria deles era Jesus em seus corações.
Hoje, o Sermão do Monte é considerado a mais bela declaração do cristianismo, mas é muito difícil de se colocar em prática. Não é de admirar que Gandhi em sua famosa palestra no Ceilão em 1927 tenha dito: “Muito do que é apresentado como cristianismo na verdade é uma negação do Sermão do Monte.” Em outras palavras, é uma negação do que Jesus disse a respeito do modo como devemos viver.
Leia Mateus 5 novamente e pense em como você pode viver esse sermão em sua vida hoje.
Oleg Kostyuk
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/5 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=180
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados30-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/