Reavivados por Sua Palavra


JÓ 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – atualizado by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2016, 0:50
Filed under: Sem categoria

As palavras de Jó revelam várias maneiras de se tornar um melhor consolador para aqueles que sofrem: (1) não fale apenas por uma necessidade de conversar; (2) não faça sermões dando respostas prontas; (3) não acuse nem critique; (4) coloque-se no lugar da outra pessoa; e (5) ofereça ajuda e encorajamento. Tente estas sugestões de Jó, sabendo que elas foram dadas por uma pessoa que precisava de grande conforto. Os melhores consoladores são aqueles que conhecem algo sobre sofrimento pessoal (Life Application Study Bible).

3 para responderes assim. Jó estava muito cansado, não pela extensão dos discursos deles, mas porque eles nada diziam que fosse útil. (Bíblia de Genebra).

fortalecer-vos. “Se eu estivesse no lugar de vocês”, declara Jó, na verdade, “não agiria como vocês. Eu confortaria e encorajaria vocês. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 607).

despedaçou. A figura parece ser a de um animal selvagem que está atacando sua presa. Parece que Deus é seu inimigo, ao passo que, se os fatos fossem conhecidos, Satanás é que seria visto como o responsável pelo ocorrido (ver Jó 10:16; cf. Os 13:7). (CBASD, vol. 3, p. 608).

18-21 O v. 18 (cf. v. 22; 17.1) mostra que Jó não acredita viver bastante tempo para ser vindicado diante dos colegas. Sua única esperança é que tem no céu um amigo (v. 20), um ser celestial (5.1), que será “testemunha”, “advogado”, “intercessor”, pleiteando com Deus a seu favor (v. 21; 9.33 e nota). (Bíblia de Estudo NVI Vida).

19 Jó tinha medo de que Deus o houvesse abandonado. No entanto, ele apelou diretamente a Deus (o seu advogado e testemunha) e ao conhecimento que Deus tinha de sua inocência. Uma testemunha é alguém que viu algo que beneficia o requerente. Ao usar esses termos, Jó mostrou que ele tinha lançado toda a sua esperança de qualquer defesa justa sobre Deus, no Céu, porque ele provavelmente morreria antes de ser justificado na Terra. No Novo Testamento, aprendemos que Jesus Cristo intercede em nosso favor (Hebreus 7:25, 1 João 2:1) e, portanto, não temos nada a temer (Life Application Study Bible).

21 para que Ele mantenha o direito do homem. O rogo de Jó parece ser o de que Deus o declare inocente; que Deus pare de o afligir e Se coloque ao seu lado. No v. 19, Jó havia chamado a Deus de sua testemunha. O . 21 parece um apelo para que Deus realmente dê testemunho em seu favor. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 608).

22 Este versículo combina melhor co o cap.17 (cf 13.28, nota). Isso lembra que a divisão em capítulos não faz parte do original. Jó anseia a morte como uma libertação da sua dor sem fim (14.13), mesmo que ainda esperasse viver alguns “poucos anos”.(Bíblia de Genebra).



JÓ 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 16 – Dentre tantas incertezas nesta vida, algumas certezas são possíveis. Primeiramente, Deus ouve nosso clamor, atende nossas orações. Também, a Bíblia é a revelação para o pecador de um Deus cheio de amor. Finalmente, Deus, somente Deus, poderá ser fonte segura de consolo real para nossos infortúnios.

Uma das coisas que fica claro neste capítulo é que a visão humana, por mais longe que enxergue, sempre será limitada em relação à visão divina. Sim, por mais inteligentes que sejamos, certamente muitas coisas que nos acontecem serão mistérios, não teremos explicação satisfatória.

Desta forma, a Bíblia deixa explícito que, sem comunhão real e íntima com Deus e dependência absoluta do Espírito Santo, qualquer ser humano fala coisas estúpidas e demonstra insensibilidade a mudanças de pensamentos e à dor do próximo (vs. 1-6).

• A mente se cauteriza quando se acomoda encima do orgulho e do preconceito.

Assim como Jó, Jesus teve de lidar com pessoas de corações duros. Os fariseus e seus preconceitos foram contrastados por Jesus e Seus conceitos. Estes se acham no direito de machucar e humilhar aos bons como se fossem maus (v. 10).

• Nem mesmo Jesus consegue mudar mentes fechadas para novas revelações da verdade.

Todavia, assim como Jó e Jesus, precisamos apresentar claramente a verdade mesmo aos insensíveis a ela! Contudo, até mesmo religiosos como Jó podem ter opinião equivocada sobre Deus.

1. Será que Deus destrói mesmo nossas famílias? (v. 7);
2. Será que Deus age para nos prejudicar? (v. 8);
3. Será que Deus nos despedaça e ameaça com acusação ao justo? (v. 9);
4. Será que Deus entrega os justos nas mãos dos ímpios para sofrer na desgraça? (vs. 11-14).

Deus alcança propósitos positivos com tantas coisas negativas (vs. 15-17); também é possível agir corretamente quando tudo conspira contra nós (vs. 18-22) – se buscarmos a Deus.

Ao falar com Deus elevamo-nos a um patamar que nunca se alcança sem comunhão com Ele. A oração é o trampolim para a confiança no Deus da aliança. A oração nos faz enxergar mais longe do que os mais visionários ateus.

A mente sensibilizada, quando se expande com a oração, se abre para novas revelações, avança para altos picos de esperança e alcança níveis de compreensão acima do normal. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 16 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
5 de outubro de 2016, 0:19
Filed under: Sem categoria

“Já agora sabei que a minha Testemunha está no Céu, e, nas alturas, Quem advoga a minha causa” (v. 19).

Queixar-se perante Deus não tem a ver com exigir que Deus atenda aos nossos desejos, mas reclamar pelas promessas que Ele mesmo nos fez. Quando Jacó lutou com o Anjo do SENHOR, ele não estava ali requerendo que a sua vontade prevalecesse, porém estava na condição de alguém que precisava desesperadamente do perdão de Deus. Tanto que Deus perguntou qual era o nome dele. Ao responder Jacó, ele estava dizendo: — Sou eu, o enganador, o trapaceiro; lembrando de tudo o que havia feito para garantir por meios escusos a primogenitura. A vitória de Jacó não foi o fato de ter prevalecido com o SENHOR em força. A vitória de Jacó foi o fato de ter sido perdoado. Foi ter ouvido do próprio Deus que o seu nome não seria mais Jacó, enganador, mas Israel, o príncipe que luta com Deus e prevalece (Vide Gênesis 32:22-30).

Jó estava lutando com Deus. As forças já estavam em processo de exaustão (v. 7); era desprezado por todos que o avistavam (v. 10); suas roupas eram panos de saco, e cinzas cobriam o seu corpo (v. 15); seu rosto queimava de tanto chorar (v. 16). Eis o quadro de um homem que sofria tristeza sobre tristeza, e que falava a linguagem da aflição. Enquanto seus amigos dele zombavam, Jó chorava diante de Deus (v. 20), enquanto lhes faltava a compaixão que havia em Jó (v. 5), este sabia que não estava só e que tinha um fiel Advogado a seu favor (v. 19).

Podemos sofrer injustiças, perseguições e provações de duas formas: mediante um sentimento de revolta, ou sofrendo aos pés de Cristo e confiando a Ele a justiça que Ele julgue ser devida. Apesar de atribuir a Deus, equivocadamente, as suas mazelas, Jó, em nenhum momento, demonstrou revolta ou proferiu palavras contra Deus. Que as nossas súplicas sejam derramadas perante o SENHOR e que seja pura a nossa oração (v. 17), confiando que a nossa causa não será julgada por homens, mas pelo Todo-Poderoso. Um dia tudo será revelado, como está escrito: “manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará” (I Coríntios 3:13). O fogo das provações não podem destruir aqueles que crêem na Água da Vida (Vide João 7:38).

Bom dia, provados para serem aprovados!

Desafio do dia: Ore a Deus para que Ele te capacite a testemunhar de Seu amor a alguém no dia de hoje.

*Leiam #Jó16

Rosana Garcia Barros



JÓ 15 by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2016, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

O que Elifaz não entende é que alguém que está ligado a Deus e Seus planos está em contraste gritante com aquele que se limita apenas ao pensamento terreno. Pensadores cristãos corretamente concluem que quando uma pessoa se “liberta” da Bíblia o seu quadro de compreensão acerca da realidade diminui.

Ninguém pode afirmar ser puro sobre a terra, diz Elifaz: “ninguém nascido de mulher é justo” (V. 14). Mas Cristo era justo. Ele é a nossa justiça. Esta experiência de receber a justiça de Cristo, experimentada por Jó, Elifaz não consegue entender. Em certo sentido, Elifaz é um porta-voz de Lúcifer, ao dizer que Deus não confia em ninguém – a mesma acusação de Lúcifer contra Deus durante a rebelião no Céu (v. 15-16). E segue uma segunda acusação contra Deus: “E nem os céus são puros aos Seus olhos”. Esta alegação é contrária a Gênesis 1-2 e está mais próxima de Gênesis 3 e da serpente.

Querido Deus,
Ajude-nos a não depositarmos a nossa confiança apenas naquilo que vemos ao nosso redor, mas no Alto, de onde vem toda a nossa ajuda. Guarde-nos em segurança em Seu coração antes que dias de sofrimento surjam em nosso caminho. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/15 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/15
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/11/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 15
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/58 e https://credeemseusprofetas.org/



JÓ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2016, 1:00
Filed under: Sem categoria

1-16 O primeiro ciclo de debates deixou os quatro interlocutores bastante contrariados: os três amigos, pela obstinação de Jó, e este último, pela absoluta falta de compreensão de sua dificuldade da parte daqueles. Aqui começa o segundo ciclo do debate, com uma palestra de Elifaz. Este se sente profundamente ferido ao verificar que Jó espezinhou as pérolas de sabedoria que os seus amigos lhe lançaram. Aparentemente foram vãos todos os seus esforços no sentido de obrigar Jó a humilhar-se perante o Deus de toda a sabedoria e de todo o poder, e agora protesta contra as atitudes de Jó.

Nos cap 15-21, os amigos de Jó ficam cada vez mais exasperados, apegando-se às suas doutrinas, e sendo sempre mais prontos a lançar acusações contra Jó, enquanto este vai avançando em sua busca angustiante da paz de espírito, virando as costas a homens cegos e à crueldade do destino, para achar o Deus de justiça e misericórdia, que será seu Vindicador na sua luta pela verdade (Bíblia Shedd).

De acordo com Elifaz, a experiência e a sabedoria de seus ancestrais tem mais valor do que os pensamentos Jó. Elifaz assume que suas palavras são tão sábias quanto as de Deus. É fácil detectar sua arrogância. (Life Application Study Bible Kigsway).

1-35 Elifaz começa o segundo ciclo de discursos (15.1 – 21.34), afastando-se da abordagem cheia de tato que usara nos caps. 4 – 5 (Bíblia de Genebra).

Elifaz inicia o segundo ciclo de diálogos com insultos e orgulho. (Andrews Study Bible).

vento. Trata-se do vento oriental quente (v. 27.21; 38.24), o siroco, que vem soprando do deserto. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Era considerado o pior dos ventos. Era um vento seco  que soprava através do deserto com efeitos devastadores.  (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 604).

4 Os amigos de Jó receiam que, se Jó nega a doutrina de que todo pecado provoca imediato sofrimento, que que todo sofrimento pressupõe um pecado cometido, isto será um atentado contra a moralidade, além do que, isto motivará o pensamento de que se pode pecar impunemente (Bíblia Shedd).

8 Só o fato de Jó não ter concordado com seus “consoladores”, foi o suficiente para estes se desinteressarem da consolação e adotarem um tom ofensivo e sarcástico; mas Jó nunca dissera ser mestre em sabedoria (Bíblia Shedd).

10 A ironia de Jó em 12.12 foi bem percebida por Elifaz. Ele assegura a Jó que todos os anciãos estavam a favor deles, e não a favor de Jó. (Bíblia de Genebra).

11 suaves palavras. Parece que Elifaz se considera portador de inspirada consolação (cf 4.12-21), (Bíblia Shedd).

15 santos. Aqui, evidentemente, os anjos. De acordo com Elifaz, até o Céu e os anjos parecem impuros em comparação com a infinita santidade de Deus. (CBASD, vol. 3, p. 604).

19 nenhum estranho. Entre os povos orientais, desde os tempos mais remotos, a pureza da etnia era considerada um sinal da mais alta nobreza. (CBASD, vol. 3, p. 605).

27 enxúndia. Heb pmã, “gordura”, da idéia de “encher” – “abundância” (Bíblia Shedd).
v. 27 na NVI: “Apesar de ter o rosto coberto de gordura e a cintura estufada de carne”.

20-35 A caricatura que Elifaz pinta de Jó continua, usando várias figuras de linguagem: pecador beligerante que ataca a Deus (v. 24-26); ímpio gordo e rico que finalmente recebe o que merece (v. 27-32); videira despojada de frutos antes de se formar (v. 33a); “oliveira que perde a sua floração” (v. 33b). Enquanto Elifaz rejeitar a insistência de Jó, afirmando que os ímpios continuam prosperando, não precisará lidar com o corolário perturbador: o mistério de por que os inocentes às vezes sofrem. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

29-35 Acumulam-se as nuvens, preparando a tempestade que rebentará para dar fim à prosperidade do ímpio; seu destino é como o da planta que murcha e seca prematuramente. Indiretamente, tudo isto é aplicado a Jó, a quem seus amigos começam a considerar como um ímpio (Bíblia Shedd).



JÓ 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

15 – No capítulo anterior, Jó havia deixado seus amigos de lado e voltado para Deus em oração, em busca de consolo relevante, concreto e restaurador. Jó é exemplo de um ser humano de oração. Além disso, Jó é um ícone na Bíblia e na história de que, doenças, prejuízos, miséria e crises não são sinônimos de deficiências da fé em Deus ou, consequências diretas de algum pecado pessoal. Finalmente, Jó prova que, mesmo perdendo todos os recursos, inclusive família e saúde, é possível a um ser humano ser fiel a Deus.

Apesar disso, os amigos de Jó não mudavam suas opiniões. Agora, na segunda rodada de discursos, Elifaz provoca novamente a Jó por ser uma ameaça para suas crenças. Matthew Henry esboça sua fala em três tópicos, como segue:

1. Elifaz repreende a Jó por se justificar, e o responsabiliza por muitas coisas más que são, injustamente, deduzidas disto (vs. 1-13);
2. Elifaz persuade Jó a se humilhar perante Deus e se envergonhar (vs. 14-16);
3. Elifaz faz a Jó uma longa preleção a respeito do lamentável estado dos ímpios, que endurecem seus corações contra Deus e os juízos que são preparados para eles (vs. 17-35).

Elifaz prova que, sem discernimento espiritual faz até mesmo os sábios dizerem coisas equivocadas ou aplicar verdades de forma errada. Qualquer apologética baseada em fontes de sabedoria humana está fadada ao erro.

“Elifaz não apenas ouviu as palavras de Jó, mas viu para onde elas levavam [v. 4]. Se todo mundo cresse, como Jó, que Deus nem sempre castiga os perversos e recompensa os justos, então que motivo haveria para obedecer a Deus? A religião não valeria a pena! Mas essa é a teologia do diabo, justamente aquilo que Deus estava refutando por meio de Jó”, diz Warren Wiersbe.

Reflita, decore: “Se as pessoas servem a Deus pensando apenas no que irão ganhar com isso, na verdade não estão servindo a Deus coisa nenhuma, estão apenas servindo a si mesmas e colocando Deus a seu serviço” (Wiersbe).

• Quando não dependemos de Deus para elaborarmos nossos conceitos (filosofias e doutrinas), podemos distorcer o caráter de Deus e favorecer a obra do diabo. Nossa interpretação, julgamento e preconceitos podem ser os obstáculos para a aceitação da verdade.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 15 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
4 de outubro de 2016, 0:30
Filed under: Sem categoria

“A tua própria boca te condena, e não eu; os teus lábios testificam contra ti” (v. 6).

Acusações nunca tiveram o poder de corrigir. Elas simplesmente apontam situações negativas que podem ser verdade, ou não. Elifaz acusou a Jó de impiedade. E ele foi além, afirmando que Jó estava em iniquidade (v. 5), ou seja, em pecado, acusando-o de ser um transgressor da lei (Vide I João 3:4). Percebemos neste discurso a presença do orgulho (v. 9) e da presunção (v. 11), a ponto de chamar as suas palavras e de seus amigos de “consolações” e de “suaves palavras” (v. 11).

As palavras que proferimos só podem redundar em duas coisas: ou em bênção, ou em maldição. Está escrito que dos mesmos lábios que saem bênçãos, não pode haver maldição. Pois pode da mesma fonte jorrar água doce e água amarga? (Vide Tiago 3:10-11). Tampouco podemos sair falando o que não tem nada a ver com a sabedoria que vem do Alto, pois esta “é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (Tiago 3:17).

Jesus também nos deixou escrito que: “pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mateus 12:37).

O papel de Deus é o de amar para salvar. O papel de Satanás é o de acusar para destruir

De que lado da batalha estamos hoje?

Não façamos como os amigos insensatos de Jó. Que de nossa boca não saiam palavras de acusação, e sim a atitude que eles deveriam ter praticado com Jó: “E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tiago 5:15).

Escolher orar e ajudar antes de acusar, foi o exemplo que Jesus nos deixou. Sigamos as pegadas do Mestre, e nossas palavras e ações refletirão sempre verdadeiras consolações, para a nossa salvação e do nosso próximo.

Bom dia, sábios consoladores!

Desafio do dia: Separe um tempo do seu dia em que você possa clamar a Deus para que o torne a cada dia um consolador de seus semelhantes e ore em especial por alguém que esteja enfermo.

*Leiam #Jó15

Rosana Garcia Barros



JÓ 14 by Jeferson Quimelli
3 de outubro de 2016, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Jó segue comparando uma árvore e o ser humano quanto à esperança de uma nova vida:quando uma árvore é cortada, parece que ela morreu, mas voltará a brotar; (v. 7-9). Por outro lado, quando um homem forte enfraquece e morre, não mais retornará à sua vida anterior (v. 10).

Então Jó descreve a condição das pessoas após a morte: o homem se deita e não se levanta até que os céus deixem de existir. Jó não acredita na imortalidade da alma, ou que uma parte do ser humano (sua alma) continue a existir após a morte.

Jó diz: “Se tão somente me escondesses na sepultura e me ocultasses até passar a tua ira! Se tão somente me impusesses um prazo e depois [na ressurreição] Te lembrasses de mim! “(v. 13 NVI).

Querido Jesus,
As tocantes palavras de Jó ecoam o nosso próprio anseio pela ressurreição. Lembre-se de nós quando vieres no Seu reino. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/14 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/14
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 14
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/58 e https://credeemseusprofetas.org/



JÓ 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de outubro de 2016, 0:50
Filed under: Sem categoria

No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2). Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/

O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de outubro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 14 – Você já ouviu o famoso adágio popular: “Pouca oração, pouco poder; muita oração, muito poder”? Pois bem, Jó orava bastante antes de lhe sobrevir tanto sofrimento, mas não ficou blindado contra os ataques do mal. Jó intensificou suas orações desde o inicio de seus sofrimentos, mas o tempo passava e nada acontecia!

Reflita: Em Ester, o livro que antecede Jó, Deus não é mencionado; parece distante! Contudo, ficou claro que embora pareça que Ele esteja ausente, está sempre presente agindo nos bastidores de forma imperceptível. Em Jó, Deus aparece no início do livro e depois parece ausentar-se e deixar a história do mundo rolar desnorteadamente e os sofredores tateando no escuro por algum vislumbre de Sua divindade. Entretanto, Ele está observando o desenrolar de cada detalhe e interfere ativa e visivelmente no final; de forma tão impactante quanto em Ester.

Juntando a teologia dos dois livros, é possível ampliar nossa percepção de Deus. Ainda que pareça que Deus esqueceu-Se do mundo e de Seus filhos, na hora certa Ele agirá em prol deles e os libertará da aflição. Veja também Êxodo 2:23-25 e Apocalipse capítulos 13 a 19.

Por enquanto, voltemos ao clamor de Jó no capítulo em questão, onde podemos nos encontrar enquanto aguardamos a hora de Deus intervir em nosso favor. Neste capítulo Jó…

• …avalia sua debilidade, fragilidade e mortalidade como uma triste fatalidade (vs. 1-12);
• …medita na doutrina da ressurreição e cogita na possibilidade de ser melhor morrer para descansar até o dia da ressurreição (vs. 13-17);
• …perde a clareza doutrinária pela densidade da tristeza, angústia e sofrimento que está enfrentando e parece ser tomado por desesperança (vs. 18-22).

Foi dureza o sofrimento experimentado por Jó; contudo, mergulhado em incertezas, ele preza pela oração ao Deus que controla a natureza.

Reflita em oração: Ainda que…

• …falemos coisas tão infantis ou imbecis a Deus, é melhor orar do que não orar!
• …nossa oração tenha falhas doutrinárias, é melhor orar do que não orar!
• …pareça que não seremos atendidos, é melhor orar do que não orar!

Com quem desabafar abertamente se até nossos amigos nos condenam? Só Deus conhece o íntimo de nosso coração e mesmo assim nos ama e nos entende. Então, vamos desabafar com Ele?

Hoje, viva com Deus! – Heber Toth Armí.