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Comentário devocional:
O que Amazias fez “reto perante o SENHOR …”(v. 3)? Ele executou aqueles que assassinaram seu pai, mas não ordenou a morte dos filhos dos assassinos, porque isso era proibido pela lei (v. 6).
No antiguidade, os reis e aqueles em altas posições muitas vezes eram perturbados por seus inimigos. Assim, para que o seu reino tivesse longa duração, eles faziam o máximo para eliminar todas as possíveis ameaças. Ao matar os assassinos de seu pai, Amazias, de um ponto de vista humano, estava se colocando em perigo, porque os descendentes dos assassinos poderiam eventualmente se vingar dele.
E parece que foi assim mesmo que aconteceu: “Conspiraram contra ele em Jerusalém, e ele fugiu para Laquis; porém enviaram após ele homens até Laquis; e o mataram ali” (v. 19).
Qual, então, foi a vantagem de seguir a lei de Deus? Por que Deus não o guardou? O mesmo evento registrado em II Crônicas nos ajuda a entender melhor: “Depois que Amazias deixou de seguir ao SENHOR, conspiraram contra ele …” (2 Cr. 25:27).
Claramente Deus o estava protegendo, até o momento em que ele se afastou de Deus. Deus, então, respeitou a vontade de Amazias e se afastou, deixando que ele colhesse as consequências de suas escolhas. Seguir a vontade de Deus como expressa em Sua Lei é sempre coisa certa a se fazer.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/14 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/14 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/09/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 14
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/28 e https://credeemseusprofetas.org/
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II REIS 14 – A Palavra de Deus nos foi deixada para ser mais que nosso manual de instrução, ela é a luz que ilumina nosso caminho para não nos perdemos na jornada com destino ao Céu.
“Somos convidados a esquadrinhar essa Palavra em busca de auxílio para quando formos levados a situações difíceis. Se não consultarmos o Livro Guia a cada passo, perguntando: ‘É este o caminho do Senhor?’, nossas palavras e atos estarão manchados de egoísmo. Esqueceremos a Deus, e trilharemos caminhos que Ele não escolheu para nós” (Ellen G. White).
Israel deixou de lado a Palavra do Senhor; por isso está dividido. Deus não quis que Israel tivesse reis, mas o povo insistiu e está colhendo os frutos de sua péssima decisão egoísta. Os livros de Samuel contam o surgimento da monarquia israelita; os livros de Reis conta o declínio…
Samuel Ridoud observou: “A história de Reis retrata um processo de decadência; as coisas se tornam cada vez mais sombrias, até não haver mais como repará-las […]. As dez tribos são levadas para o cativeiro e, tempos depois, as outras duas tem o mesmo destino”.
Prevendo isso, Deus intentou, de todas as formas, impedir essa tragédia. O comentário da Bíblia de Estudo de Andrews destaca: “Deus estendia graça ao pecaminoso reino do norte não porque seu povo se arrependia, mas por misericórdia”.
Atente para estes pontos:
• O início de sucesso do reinado de Amazias, de Judá, despertou nele orgulho e arrogância contra a outra parte do povo de Deus, Israel, a tal ponto de desafiar uma guerra desnecessária – o que o levou à derrota humilhante. Por fim, houve uma conspiração contra ele em seu próprio reino, foi perseguido e, então, assassinado (vs. 1-22).
• Jeroboão II reinou em Samaria, na parte de Israel. Mas, ele nunca se apartou dos pecados horríveis de Jeroboão I (vs. 23-25, 28-29).
• Deus na história do mundo. Cuidado: Bênçãos nem sempre revelam aprovação divina! (vs. 26-27).
Queridos amigos…
…Sem reavivamento e reforma, bênçãos se tornam maldições. Vitórias desenvolvem orgulho. Na prosperidade e paz desenvolvem-se práticas pagãs. Graça se torna desgraça; e, pecados se alastram.
…Reavivamento e reformas parciais sempre serão superficiais; assim, o sincretismo religioso torna a verdadeira religião adulterada, recheada de engodos.
Portanto, não regrida! Avance! – Heber Toth Armí.
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"Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas" (v. 8 ).
Amazias fez "o que era reto perante o SENHOR, ainda que não como Davi" (v. 3). Ou seja, agiu como seu pai, Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome de quem escolhe ser uma bênção nas mãos de Deus JAMAIS é esquecido. E Davi tornou-se referência como monarca.
O que Amazias fez foi desafiar o reino de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
—Vem, e vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
—Meu irmão, você está se achando só porque venceu contra os edomitas. Então fique satisfeito e se aquiete. Para que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que não avisei!
Pode até parecer um diálogo engraçado visto desta forma, mas transformou-se em derramamento de sangue, Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, "como também reféns" (v. 14).
Meus amados, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar.
Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores (v. 19). Ele tinha tudo para construir um reino e deixar um legado firme. Mas trocou a retidão perante o SENHOR pela exaltação própria.
Já Jeroboão II, seguindo a mesma linha dos demais reis de Israel, "fez o que era mau perante o SENHOR; JAMAIS se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate" (v. 24).
Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão.
O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos.
Quando o usamos para medir forças (v. 8 ) com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus. Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!
Quando estudamos os evangelhos, percebemos que enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles entraram na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, dando-lhes uma das lições mais poderosas sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome em nossa vida.
Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando "todos estes perseveravam unânimes em oração" (Atos 1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (Atos 1:8 ). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que lhe testavam. Ele usava a única "arma" que tem o poder de "ferir" para curar: "a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (Efésios 6:17).
O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos, não torna o nosso nome digno de louvor. Jeroboão foi usado pelo SENHOR para livrar a Israel, e isto não fez com que ele abandonasse seus pecados, JAMAIS (v. 24).
Mas o nome de Jesus na vida de alguém torna esse alguém uma vida plena de poder.
Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para sermos semelhantes a Cristo!
E, quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda raça, tribo, língua e nação:
"Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz" (Isaías 43:6-7).
Que a tua identidade te habilite para a eternidade!
Bom dia, semelhantes a Cristo!
*Leiam #2Reis 14
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Deus tinha altas expectativas para Jeoás, rei de Israel, mas este não levou a sério as palavras de Eliseu. Em vez de bater no solo várias vezes ele só bateu três vezes.
Ele provavelmente não tinha fé suficiente nas palavras de Eliseu. Seu pai tinha sido derrotado pelo rei da Síria e ele não acreditava que o seu destino seria diferente. Deus sempre quer que vejamos além das nuvens e, assim, experimentemos recompensas pela nossa fé.
Jeoás provavelmente não considerava derrotar os sírios sua prioridade. A vida tinha sido a mesma desde o tempo de seu pai, o que ele poderia fazer? Será que ele poderia fazer alguma diferença?
Não é esta também a nossa mentalidade? Mudanças requerem dor e coragem, algo que muitas pessoas prefeririam não experimentar.
Estabeleçamos sempre altos os nossos sonhos e objetivos espirituais e mesmo “embora com esforços dolorosos, pela abnegação e sacrifício”, Deus nos motivará e capacitará a subirmos “todo o comprimento da escada do progresso” (Christ’s Object Lessons, 331, EGW).
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/13 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/13/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/08/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimell/Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 13
Comentário em áudio Pr Valdeci
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II REIS 13 – Deus é bondoso, misericordioso e gracioso mais do que muitos crentes e teólogos imaginam…
O rei Jeoacaz em Israel vivia em meio à idolatria. A qual traz nefastas consequências. Sem proteção divina o povo sofre opressão. Por conseguinte, sem afastar-se dos pecados, apenas com desejo de obter vantagens, Jeocaz buscou a Deus por libertação. Resultado?
Deus atendeu Seu clamor mesmo sabendo que não haveria mudança de vida nele, nem nos apostatados israelitas (vs. 1-9).
• Os reis de Israel não são como os de Judá. Os reis de Israel vão de mal a pior. São piores que os reis de Judá.
Sem consultar a Deus, nossas escolhas e decisões não passam de besteiras que fazemos na vida. A vida de Jeoás foi manchada e marcada pelo pecado. Jeoás fez o mal perante os olhos do Senhor sem nunca afastar-se das funestas influências de Jeroboão (vs. 10-13).
• Como teria sido se cada rei de Israel tivesse a disposição de viver o ideal e a missão de Deus como Eliseu? E, o que seria de nós caso estivéssemos tão ávidos pelas coisas certas, espirituais e morais como esteve Eliseu?
Mesmo depois de morto, Eliseu impactou as pessoas (vs. 14-20). Contudo, ainda que a ressurreição de um defunto aconteceu ao apenas encostar nos ossos de Eliseu, o que mais me impressiona é que o profeta, que tinha porção dobrada do Espírito de Elias, morreu, não de morte natural, mas de uma doença (v. 14).
• Deus não cura todas as doenças nos Seus servos, por mais consagrados que sejam.
• Morrer doente não é falta de fé! Pelo contrário, fé é permanecer fiel a Deus ainda que Ele opte por não curar doenças.
Além disso, tem algo que me chama muito mais a atenção: Deus age promovendo o bem dos que andam chafurdando-se no pecado. Inacreditável!
1. Na época de Jeoacaz, Deus enviou um libertador para livrar Israel da opressão causada pela Síria, apesar da falta de reavivamento e reforma do rei e do povo (vs. 4-6).
2. Na época de Jeoás, Deus Lhe deu vitória três vezes contra Ben-Hadade e paz a Israel, mesmo não havendo conversão nem arrependimento dele (vs. 22-25).
Queridos amigos: Não ignore a Deus! Fale mais dEle! Testemunhe dEle profusamente! Anima-te! Compartilhe! – Heber Toth Armí.
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#rpSp #2Reis13
“Porém o SENHOR teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v. 23).
Mais dois reis em Israel e mais duas vezes a mesma frase se repete: “E fez o que era mau perante o SENHOR” (v. 2 e 11).
Por reiteradas vezes a nação eleita desviava-se dos propósitos divinos e trocava a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria aos falsos deuses e postes-ídolos.
Vez após vez Israel dava as costas ao SENHOR, e vez após vez o SENHOR deles se compadecia (v. 23).
Eu acho interessante a teoria de muitos acerca do antigo testamento. Separam a Bíblia como se houvesse um Deus no antigo e outro no novo testamento. Afirmam que no antigo há um Deus tirano e no novo, um Deus amor. Quem tem acompanhado o projeto #rpSp tem percebido que esta teoria cai por terra a partir do momento em que aceitamos a proposta dada pelo próprio Jesus: “Examinais as Escrituras” (João 5:39).
Numa linguagem contemporânea podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigi-los na medida em que necessitavam.
Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria (v. 3), quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras.
E temos confirmado um capítulo após o outro das páginas sagradas que não há outro Deus além do SENHOR. E temos visto que a vida de Jesus neste mundo confirmou cada atitude do Pai. Aliás, Ele mesmo afirmou quando os discípulos pediram para que Ele lhes mostrasse o Pai: “Há tanto tempo estou convosco, e não Me tens conhecido? Quem vê a Mim vê o Pai” (João 14:9).
O SENHOR é Jesus e Jesus é o SENHOR. O mesmo SENHOR que denominou-se “EU SOU” (Êxodo 3:14) a Moisés, é o mesmo que disse: “Se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados” (João 8:24).
Bastava uma súplica, uma oração, para Deus se compadecer de Seu povo (v. 4) e mandar-lhes “um salvador” (v. 5).
Se isto não se chama AMOR, não sei do que chamar. O Deus AMOR está em TODA a Escritura! Cristo mesmo disse: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai E NO SEU AMOR PERMANEÇO” (João 15:10). Compreendem amados? DEUS É AMOR! Ele não tem amor, Ele É!
Isto quer dizer que os filhos do Reino estão livres de todo o mau que há neste mundo? Não, meus irmãos! “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo”, disse Jesus, em João 16:33.
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v. 14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá fim na primeira ressurreição (Leiam 1 Tessalonicenses 4:16).
O grande problema da humanidade é aceitar a Deus apenas como Salvador, e não como Seu SENHOR. O verso 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O SENHOR deu um salvador a Israel”. Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus (v. 4) foi que foi enviado um libertador.
Jeoás deveria ter lançado a “flecha da vitória do SENHOR” (v. 17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v. 18). Ele não perseverou.
Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do SENHOR declarando a Sua vitória mediante o AMOR! Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha da vitória (v. 16), Deus quer que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará O Salvador com poder e grande glória para a nossa eterna libertação! Bom dia, flechas da vitória do SENHOR!
*Leiam #2Reis 13
Rosana Garcia Barros