Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 13 by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2016, 1:00
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Comentário Devocional:

Uma das primeiras medidas de Davi, após ter sido escolhido rei de toda a nação, foi providenciar a transferência da Arca da Aliança do interior para a capital.

A Arca era o simbolo máximo da religião israelita. Dentro dela estavam as duas tabuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Fora dela, entre os dois querubins de ouro, sobre a tampa da Arca, Deus revelava a Sua glória.

A iniciativa de Davi foi louvável, unir o povo em torno da adoração a Deus. Pessoas de todas as partes do reino vieram e a festa foi grande. Cantando e dançando, ao som de instrumentos musicais, o rei e povo se uniram para celebrar a transferência da Arca para um lugar melhor.

Uzá e Aiô eram os responsáveis pelo transporte da Arca numa carroça nova. No entanto, quando os bois tropeçaram, Uzá estendeu a mão, tocou na Arca e morreu no mesmo instante. Davi ficou muito contrariado com Deus, por ter ferido de morte a Uzá. No entanto, esta experiência lhe ensinou que Deus não considera inocente aquele que desrespeita a Sua santidade.

Na verdade, Davi manifestou falta de reverência para com a Arca, pelo modo como o transporte foi feito. A Arca deveria ser transportada pelos levitas a pé, segurando as travessas que passavam pelas argolas e nunca sobre um carro de bois. Corremos o mesmo risco. Temos fácil acesso a Bíblia, estamos sempre na igreja, e muitas vezes nos aproximamos das coisas de Deus sem a devida reverência.

Davi ficou com medo de Deus e desistiu de levar a Arca para Jerusalém naquele momento. Algo surpreendente, no entanto, aconteceu. A família de Obede-Edom, que recebeu a Arca, foi grandemente abençoada pelo Senhor. A bênção foi tão notória que três meses depois Davi se dispôs a buscar a Arca e levá-la para Jerusalém.

Algumas vezes achamos que é preciso muito tempo para Deus nos abençoar. A experiência de Obede-Edom nos mostra o contrário. Em apenas três meses, as bênçãos de Deus sobre ele foram tantas que a notícia correu longe.

A lição é clara. Quando damos a Deus o local de destaque que Ele merece, em pouco tempo, grandes bênçãos são vistas e sentidas em nossa vida.

Jobson Santos
UNASP


I CRÔNICAS 13 – Comentário Pr. Heber Toth Armí. by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2016, 0:45
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Nunca despreze a Bíblia. Jamais rejeite sequer um versículo desse livro. “A Palavra de Deus, que, sob o Espírito Santo, gera novo nascimento, continua a ser o meio de desenvolver um caráter cristão em cada crente” (Frank B. Holbrook).

O texto trada de cruel morte de Uzá e da ira de Davi. Melhor dizendo, a mensagem revela o caráter de Deus e o valor que Ele dá a Sua Palavra. Reflita:

“A arca, mencionada 46 vezes em 1 e 2Crônicas, deveria ser transportada aos ombros dos levitas (Nm 4.5,15), e não no modo filisteu, sobre um carro […]. Só os levitas podiam tocar a arca (cf. 2Sm 5.11-25)” (Merrill F. Unger).

· Consultar pessoas sábias, buscar conselho de bons conselheiros, solicitar auxílio aos líderes políticos e ter o apoio de todo o povo, de nada adianta se Deus não for consultado (vs. 1-3);

· Ter a companhia de todo povo de Deus para fazer o que é certo será um fracasso se for feito do jeito errado (vs. 4-7);

Os filisteus transportaram a arca de Deus em carros e deu certo. “Deus podia permitir que os filisteus usassem esse método, já que não eram o Seu povo da aliança, instruído pela Palavra” (W. W. Wiersbe).

· Fazer as coisas certas, do jeito certo, mas com tristeza, mal humor e carrancudo é errado tanto quanto estar alegre por criar estratégias para alcançar objetivos nobres pelos métodos errados (vs. 8-10). É errado copiar o método dos filisteus para fazer as coisas de Deus.

Uzá fez o que sabia ser errado e foi imediatamente fulminado. “Deus teve de julgá-lo imediatamente, ou sacrificaria sua glória e permitiria que Sua Palavra fosse violada” (Wiersbe).

· Sofrer consequências dos próprios erros e ainda ficar furioso com Deus é a evidência de loucura por não fazer as coisas conforme as Sagradas Escrituras. Quem erra, geralmente pensa ter razão, até mesmo quando Deus desaprova sua atitude (vs. 11-12).

· É mais fácil esquivar-se, fugir e abandonar o que se está fazendo do que avaliar onde está a raiz do problema e arrepender-se (vs. 13-14). Quem começa um ato errado cometerá erro atrás de erro, cada vez pior que o anterior.

Deus quer nos abençoar, mas não desvie do caminho da bênção: Sua Palavra! Reavivemo-nos!



I CRÔNICAS 13 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2016, 0:30
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“Então, toda a congregação concordou em que assim se fizesse; porque isso pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v. 4)
A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo, ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz do povo, e sim que a opinião de seus liderados não era ignorada. No verso 2, ele deixa claro que a vontade de Deus prevaleceria. 

O desejo de Davi era de governar um povo de um só SENHOR; e para isso necessitava reaver tudo aquilo que o auxiliasse no cumprimento desse propósito. E a arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. 

A arca da aliança ficava no lugar santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam as tábuas do Decálogo, ou seja, dos dez mandamentos. Ali estava a confirmação da aliança do SENHOR com Israel. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êxodo 31:18).

A arca foi uma das formas do SENHOR dizer ao povo que o amava e que a obediência à Sua Lei o levaria a desfrutar da real liberdade. 

Saul não se importou em buscar a arca de Deus. Ele estava tão focado nas guerras externas e na inveja que sentia de Davi, que permitiu que a maior guerra surgisse em seu coração, aprisionando-o ao pecado. 

Retomando o cortejo, percebemos que Uzá morreu ao tocar na arca quando não poderia fazê-lo, e a sua morte entristeceu o coração de Davi de uma forma que toda a sua alegria desvaneceu e não quis continuar o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v. 14). Nossa! Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, se fosse você, você teria coragem de ter a arca em sua casa? Só que o resultado desse depósito compulsório foram três meses de bênçãos sobre o seu lar e tudo o que aquele homem tinha (v. 14).

Era na arca, no Santo dos santos, que Deus Se manifestava e só era permitida a entrada do sumo sacerdote ali uma vez por ano, no dia da expiação. Então, nem Uzá, nem Obede-Edom poderiam, de forma alguma, tocar no que nem o sumo sacerdote estava autorizado a fazer. Uzá não compreendeu isso, já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do SENHOR, que se assenta acima dos querubins” (v. 6), e a sua obediência resultou em bênção. 

Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mateus 27:51), nos dando livre acesso ao Pai. Hoje podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. E precisamos, desesperadamente, voltar “a trazer para nós a arca do nosso Deus” (v. 3). Restaurar o altar da família para que o SENHOR abençoe a nossa casa. A Lei do SENHOR “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Romanos 7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante do trono de Deus. O que Saul ignorou não podemos e não devemos ignorar. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v. 4), porque a Lei de Deus é justa e promove justiça.

A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v. 12).

A resposta está no início deste verso: “Temeu Davi a Deus”. O temor a Deus é justamente a noção em que há diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. E a Lei do SENHOR nos dá esse discernimento acerca da essência do Seu caráter. 

Está escrito que: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ageu 2:5).

O desejo de Deus é de que aceitemos a Sua aliança e que sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida, em nosso lar; então, não teremos do que ter medo. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou, mas que o SENHOR nos desperte para a observância das Escrituras e nos leve a em breve estarmos reunidos, como uma só família, nos alegrando perante o trono do Altíssimo!

Bom dia e uma feliz semana família de Deus!
*Leiam #1Crônicas13  /  #RPSP 
Rosana Garcia Barros