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Comentário devocional:
Ao começarmos a ler o livro de Crônicas podemos supor que esta é apenas uma infeliz longa lista de nomes.
Se você pensar assim, como eu também pensei, olhe de novo. Atente para o primeiro nome: Adão. Este é um livro sobre a humanidade, sobre nós e sobre o nosso Deus!
O início das Crônicas nos leva a lembrar o plano da redenção. Podemos, por este plano, reclamar nosso direito de primogenitura à justificação e através da purificação da redenção, somos lembrados dos processos de santificação que nos levam ao sacerdócio.
Ao ler esta lista de nomes, desde Adão até Aarão; e de Jessé até nosso Salvador Jesus, vemos o plano e a promessa de Deus.
Leia os nomes de novo e você verá que Deus não se esqueceu de Ismael ou de Esaú (Edom), a “ovelha negra” da nossa linhagem espiritual. Ismael foi o filho banido de Abraão e Esaú, o filho impulsivo de Isaque, mas eles estão aqui listados.
Cada um de nós está incluído no plano de Deus. Como família de Deus, podemos traçar aqui, nestes primeiros capítulos de Crônicas, as falhas de nossa família e herança sacerdotal.
Através da maravilhosa graça de Deus, reivindique hoje o seu direito de primogenitura e, como Adão, seja resgatado e feliz em Jesus.
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1ch/1 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/1
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/21/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: I Crônicas 1
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/30 e https://credeemseusprofetas.org/
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1 Adão, Sete, Enos. O livro das Crônicas se inicia de forma abrupta com uma lista de nomes, começando com o primeiro homem, Adão. … o objetivo era evidentemente traçar a história do povo de Deus desde o início até a queda de Israel e Judá e a restauração após o exílio babilônico. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 122.
5 Madai. Foi o progenitor do medos (ver com. de Gn 10:2). CBASD, vol. 3, p. 122.
Javã. Foi o progenitor dos jônicos ou gregos (ver com de Gn 10:2; Is 66:19; Ez 27:13). CBASD, vol. 3, p. 122.
7 Társis. O nome é comumente identificado com Tartessos, na Espanha. CBASD, vol. 3, p. 123.
8 Cuxe. Os cuxitas habitavam a Núbia, agora parte do Sudão, chamado de Etiópia no mundo antigo (ver com. de Gn 10:6). CBASD, vol. 3, p. 123.
Mizraim. Nome hebraico para a terra ou os povos do Egito. CBASD, vol. 3, p. 123.
12 Caftorim. Um povo que saiu de Caftor (Dt 2:23), identificada em geral com Creta. …a frase anterior: “de quem descendem os filisteus”, provavelmente, foi colocada no lugar errado e, sem dúvida deveria estar aqui, pois Caftor é mencionada repetidas vezes como o antigo lar dos filisteus (Jr 47:4; Am 9:7). CBASD, vol. 3, p. 123.
13 Sidom, seu primogênito. Sidom foi a cidade mais famosa da Fenícia. mesmo após Tiro ter se tornado a mais importante, os fenícios ainda eram chamados de sidônios (Dt 3:9; Js 13:6; 1Rs 11:5). CBASD, vol. 3, p. 123.
14 Jebuseus. Os habitantes de Jebus, ou Jerusalém (1Cr 11:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 123.
17 Filhos de Sem. Entre eles estão alistadas várias nações importantes. CBASD, vol. 3, p. 124.
Elão. Este era um país famoso da região montanhosa ao leste de Babilônia [hoje, Irã] (ver com. de Gn 10:22). Sua capital, Susã, era uma nas capitais do império persa da época de Ester (ver com. de Ester 1:2). CBASD, vol. 3, p. 124.
Arã. Os arameus, chamados algumas vezes de siros, eram um povo muito importante cuja língua foi bastante usada na Ásia ocidental (Is 36:11), tanto no comércio como na diplomacia. CBASD, vol. 3, p. 124.
32 Quetura, concubina de Abraão. Em Gênesis 25:1 é dito que Abraão casou-se com Quetura, uma observação condizente com o que é dito sobre ela em Gênesis 25:6 e neste versículo de Crônicas. Antigamente, uma concubina não era uma companheira ilegítima, mas uma esposa de classe inferior. CBASD, vol. 3, p. 124.
35 Os filhos de Esaú. Dos filhos de Isaque, Esaú precede Israel [Jacó], visto que o cronista tem o propósito de chegar até Israel como o clímax de sua apresentação. CBASD, vol. 3, p. 124.
43 São estes os reis. As listas de antigos reis e príncipes de Edom (v. 43-54) é quase a mesma da encontrada em Gênesis 36:31 a 43. CBASD, vol. 3, p. 125.
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I CRÔNICAS 1 – “Quem pensa conhecer as Escrituras Sagradas, mas ignora Crônicas, engana-se a si mesmo” declara Eusébio Sefrônio Jerônimo em sua tradução a Vulgata.
O que aprendemos desta série de nomes que aparecem citados na introdução do livro de Crônicas? Por que o Espírito Santo permitiu que esses mais de 500 nomes dos primeiros 9 capítulos deste livro entrasse nas páginas sagradas dadas por Deus à humanidade?
Os livros de Crônicas “têm sinais de ser uma revisão de livros anteriores e canônicos do Antigo Testamento, sobretudo com base em I e II Samuel e I e II Reis, de acordo com os interesses e ideias do autor. O autor exibe interesse especial pelo templo de Jerusalém, com sua adoração e ritos. Também demonstra interesse especial pela doutrina da retribuição divina” (Russell Norman Champlin).
É possível perceber o que Deus quer ensinar-nos neste primeiro capítulo dando especial atenção ao livro inteiro de Crônicas, tendo em mente todo o compêndio de Deus inspirado pelo Espírito Santo. Observe com atenção estes 54 versículos:
1. Eles tratam de personagens históricos de Adão até o patriarca Abraão, o pai da nação do povo de Deus num mundo paganizado e deteriorado pelo pecado (vs. 1-27);
2. Eles também tratam dos filhos de Abraão, de cuja linhagem viria o Messias, o Salvador do mundo caído na ruína do pecado (vs. 28-54).
Ao estudar Crônicas, tenha em mente que estas genealogias são importantes a israelitas e gentios, aos judeus e às nações do mundo inteiro, pois, “Crônicas trata do verdadeiro Povo Eleito, descendente de Abraão, destinado a ser a linhagem pela qual viria o Messias” – observa Merril F. Unger.
Tendo como referência o livro de Gênesis, o cronista cita:
• Adão, como pai de todas as nações (vs. 1-27). Verifique Gênesis 5, 10-11.
• Abraão, como pai da nação do povo de Deus, escolhido para uma missão mundial (vs. 28-54). Verifique Gênesis 25 e 36.
Abraão teve outros filhos além de Isaque. Com Agar ele teve Ismael, de onde surgem os árabes (vs. 28-31). Com Quetura/Cetura ele teve mais seis filhos, de onde surgem muitas outras nações (vs. 32-33). Mas, a ênfase está em Isaque, porque a Bíblia não é História do mundo, mas a história da salvação da humanidade.
Estude Crônicas! Reavive-se! – Heber Toth
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#rpSp #1Crônicas1
“Abraão, pois, gerou a Isaque. Os filhos de Isaque: Esaú e Israel” (v. 34).
“Adão, Sete, Enos… Os filhos de Jafé foram… Arfaxade gerou a Selá…” (v. 1, 5, 18), e assim vai um nome atrás do outro. A genealogia já não é a leitura mais apreciada, e a bíblica então, nem se fala, com tantos nomes incomuns. Pelo menos eu pensava assim antes. E confesso que já pulei muita genealogia. Mas ao compreender que a Palavra de Deus é perfeita com um todo, até a genealogia passou a me interessar.
Percebam que o que lemos no capítulo de hoje é praticamente uma repetição das genealogias que já vimos no livro de Gênesis.
A importância da genealogia vai além de mostrar quem é pai de quem, ou de uma espécie de teste de paternidade. E esta em especial, vai até às origens e confirma que, através de Adão, somos todos filhos do mesmo Pai. O relato da criação é tão real quanto o fato de estarmos vivos hoje.
Então a genealogia continua, e confirma o relato de Enoque (Gênesis 5:24), o relato do dilúvio (Gênesis 7), o chamado de Abrão, que tornou-se Abraão (Gênesis 12), o surgimento do povo de Israel (Gênesis 35), e assim por diante.
Somos todos filhos do mesmo Pai e isto é imutável. Faz parte de nossa genealogia, de nosso DNA. Tudo em nós afirma que temos um Criador inteligente que nos criou nos moldes de Sua imagem e de Sua semelhança (Gênesis 1:26).
A genealogia de hoje confirma, mais uma vez, que Deus é o nosso Criador e que não surgimos do acaso, ou de uma sopa primordial, muito menos de uma explosão, mas somos obra-prima dAquele que falou, e por Sua palavra tudo se fez (Hebreus 11:3).
A descendência bíblica não é só uma coleção de nomes estranhos, é a voz do Criador dizendo: “Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jeremias 31:3).
Desde a eternidade o SENHOR já havia estabelecido a minha e a sua existência. Olhe ao redor, e mesmo tendo o pecado destruído muita coisa, podemos ler no segundo “livro” de Deus, a natureza, todo o amor que Ele sente por nós. Em cada flor, em cada espécie de animal, no azul do céu, na chuva que cai, percebemos a excelência do poder criativo de Deus e o Seu zelo pela humanidade. Assim como Ele criou primeiro o presente e depois criou o homem para desfrutar deste presente; Ele enviou o Seu único Filho para garantir o recebimento do presente eterno a todo aquele que crê (João 3:16). E assim como o presente estava pronto para Adão, o nosso também já estava, desde a fundação do mundo (Leiam Mateus 25:34). Ou seja, antes do Criador dizer haja luz, Ele disse HAJA CRUZ!
Portanto, não deixem de acompanhar estes capítulos genealógicos. Eles não confirmam apenas quem é filho de quem, mas em que TODOS somos filhos do Criador do Universo.
Bom dia, filhos do SENHOR!
*Leiam #1Crônicas 1
Rosana Garcia Barros