Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 25 by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

“Assim, Judá foi levado cativo para fora de sua terra” (v. 21). Este foi o fim trágico do reino de Judá. Jerusalém foi sitiada por duas vezes, e na segunda vez os babilônios levaram todo o bronze e todos os móveis do templo com eles.

Judá estava destinado a ir para o exílio? Certamente que não! Desde o tempo em que Deus chamou Abraão, Ele desejava que Seu povo escolhido fosse portador de luz para o mundo. No entanto, Deus também disse a eles, desde o início, que se confiassem e obedecessem, eles iriam prosperar. Mas se eles se afastassem de Deus, Deus retiraria a Sua proteção, e eles cairiam nas mãos de seus inimigos.

A história de Judá nos lembra que Deus nunca falha em cumprir Suas promessas. Ele é sempre justo e correto. Mesmo para os israelitas em Judá, houve misericórdia. Como o profeta Jeremias profetizou, eles voltariam a Jerusalém depois de 70 anos (Jr 29:10) e assim aconteceu.

O mesmo é verdade para nós. Quando você tropeçar e cair, lembre-se de se levantar, porque Deus é a sua força.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/25 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/25
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/20/
Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli
Texto bíblico: 2 Reis 25
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/30 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 25 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 0:50
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no nono ano. Deus revelou a Ezequiel, na Babilônia, o dia em que o cerco de Jerusalém começou (Ez 24:1-4). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1088.

contra Jerusalém. O cerco não foi somente contra Jerusalém. Destacamentos do exército foram enviados “contra todas as cidades que restavam de Judá”. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sitiada. Para detalhes do terrível cerco, ver Jeremias 37 a 39. CBASD, vol. 2, p. 1089.

apertada de fome. Por esse tempo a fome tinha se tornado tão severa que já não era possível se defender. As mães comiam seus próprios filhos e a pele das pessoas se tornara negra e ressecada (Lm 2:11, 12, 19, 20; 4:3-10; 5:10). CBASD, vol. 2, p. 1089.

arrombada. Os aríetes abriram uma brecha no muro da cidade. CBASD, vol. 2, p. 1089.

os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho que está entre os dois muros. A fuga foi feita pelo vale do Tiropeon, adiante do tanque de Siloé, que estava no jardim do rei (Ne 3:15), próximo à junção dos vales de Hinom e Cedrom. Um segundo muro foi edificado a sul e sudeste do antigo muro para proteger o tanque de Siloé (ver 2Cr 32:4,5, 5; Is 22:9-11). Foi provavelmente entre esse muro e o antigo, de Sião, que a fuga ocorreu. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sentença. A acusação nesse caso era de rebelião, a quebra de um voto solene feito por Zedequias (2Rs 24:20). Nabucodonosor tinha se familiarizado com o Deus dos hebreus e exigira que Zedequias confirmasse sua fidelidade por meio de um juramento em nome do Senhor (2Cr 36:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

a ele [Zedequias] vazaram os olhos. Jeremias constantemente alertava a Zedequias de que ele seria levado para Babilônia caso persistisse na rebelião (Jr 32:4, 5; 34:3; 38:23). Ezequiel predisse que ele seria levado para essa terra, mas não a veria (Ez 12:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

E queimou a casa do SENHOR. Esta ação acabou com o templo de Salomão. Além do templo, o palácio e outras estruturas importantes em Jerusalém foram queimadas. A cidade foi deixada em ruína e desolação: uma demonstração impressionante da destruição produzida pelo pecado. A conflagração não ocorreu sem advertência (Jr 21:10; 32:39; 34:2; 37:8, 10; 38:18, 23). CBASD, vol. 2, p. 1090.

10 derribou. Os muros permaneceram em ruínas até que foram reparados por Esdras (Ed 1:1-4; 7:6-9; 9:9) e Neemias (Ne 3; 6:15), muito tempo depois de Ciro ter concedido a repatriação no seu primeiro ano (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-11). CBASD, vol. 2, p. 1090.

11 os desertores. Estas foram as pessoas que aderiram aos babilônios durante o cerco. Jeremias constantemente insistiu a favor da submissão (Jr 27:12; 38:2-4, 17-23) e foi injustamente acusado de ter passado para o lado dos babilônios (Jr 37:13, 14).  CBASD, vol. 2, p. 1090.

21 Judá foi levado cativo. A deportação de cativos para a Babilônia não ocorreu num único ano [605 a.C., 598, 597, 586 e 582 a.C. Um período de 23-24 anos]. CBASD, vol. 2, p. 1090 e 1091.

22 Gedalias. Nabucodonosor diplomaticamente apontou um judeu para ser o governador da terra na administração babilônica. Gedalias vinha de uma família nobre. Seu pai, Aicão, fora um oficial de confiança de Josias (2Rs 22:12) e influenciara Jeoaquim a poupar Jeremias da morte (Jr 26:24). Gedalias apoiou a mesma política de moderação de Jeremias (ver Jr 40:9). CBASD, vol. 2, p. 1091.

23 Joanã. Ver Jr 40:8. Joanã alertou Gedalias que Ismael pretendia traí-lo e se ofereceu para matar Ismael, mas Gedalias não permitiu (Jr 40:13-16). Mais tarde Joanã se voltou contra Ismael e se tornou líder de um grupo de judeus que fugiram para o Egito, forçando Jeremias a acompanhá-lo (Jr 41:14, 15; 42:1, 2. 43:2-7). CBASD, vol. 2, p. 1091.

27 feriram Gedalias. Ismael foi contratado por Baalis, rei de Amom, para assassinar Gedalias(Jr 40:14). O assassinato poderia ter sido evitado se Gedalias tivesse dado atenção ao aviso de Joanã (Jr 40:13-16). Gedalias foi assassinado traiçoeiramente depois de acolher Ismael e seus homens com uma refeição amigável (Jr 41:1-3).

30 subsistência vitalícia [a Joaquim]. O escritor de Reis termina seu livro com a imagem de um antigo rei de Judá, depois de um cativeiro longo e tedioso, terminando a vida em relativo conforto e honra. Na aflição extrema, a semente de Davi não foi totalmente destruída. CBASD, vol. 2, p. 1092.



2 Reis 25 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 25 – A teimosia mata. Negar a mensagem de Deus é suicídio. A rebeldia causa muitos sofrimentos. O orgulho é pai de todos esses pecados, os quais castram qualquer futuro promissor.

Os reis de Israel foram líderes que influenciaram para o mal. O povo de Israel preferiu ter reis como as nações pagãs; para tanto, Deus foi desprezado como governador da nação. Deus cedeu aos caprichos de Seu povo, mas não os livrou das consequências de suas próprias decisões.

“O cativeiro assírio do reino do norte (Israel) marcou o fim da nação em 722 A.C. Não houve a volta de nenhum restante. O reino do sul (Judá) durou até 597 A.C. Quando sua história quase acabou em matanças e uma séria de cativeiros na Babilônia. Um pequeno fragmento permaneceu na Babilônia por 70 anos. Depois, um pequeno número de cativos voltou a Jerusalém. Judá tornou-se o novo Israel. A velha glória nunca foi recuperada” (Russell Norman Champlin).

Neste último capítulo de Reis, o autor mostra o fim da nação israelita:

• Babilônia cerca Jerusalém (vs. 1-3);
• O rei foge com seus homens de guerra, mas são alcançados (vs. 4-5);
• Nabucodonosor envia sentença contra Zedequias (vs. 6-7);
• Ateou-se fogo à casa de Deus e à do rei (vs. 8-10);
• Jovens da nobreza foram levados cativos à Babilônia (vs. 11-12);
• O templo foi saqueado (vs. 13-17);
• Nabucodonosor matou a liderança política de Judá (vs. 18-21);
• Babilônia instituiu Gedalias como governador do remanescente judeu (vs. 22-23);
• Gedalias submeteu-se à Babilônia (v. 24);
• Ismaelitas assassinaram Gedalias (v. 25);
• O remanescente fraco fogiu ao Egito temendo Babilônia (v. 26);
• Conclusão positiva do livro: Joaquim, rei de Judá, foi bem tratado em Babilônia (vs. 27-30).

O comentarista africano Musa Gotom declara: “O autor de Reis não encerra seu livro em tom de desespero. Ainda havia esperança para Israel. A promessa de um messias continuava a vigorar”.

Cuidado com…

• A apostasia;
• A rebeldia;
• A idolatria;
• O orgulho;
• A rejeição de Deus e Sua Palavra;
• A teimosia.

Tudo isso são atitudes que roubam um destino bom, traçado por Deus! Seria tão diferente a história humana se cada pessoa substituísse o orgulho que leva à arrogância por humildade que leva à dependência de Deus.

Seja humilde e submisso ao Rei do Universo! Consagre-se! – Heber Toth Armí.



2Reis 25 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
13 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis25

“Todo o exército dos caldeus que estava com o chefe da guarda derribou os muros em redor de Jerusalém” (v. 10).

Último capítulo do relato dos Reis de Israel e percebemos os resultados desastrosos provenientes de más escolhas. Zedequias vai preso e tem seus olhos vazados; o povo é levado cativo; Jerusalém é praticamente toda destruída, inclusive os seus muros; o templo do SENHOR é profanado, sendo tudo levado pelos caldeus; Babilônia assume total poder sobre a terra.
As consequências de um povo distante de Deus são aterradoras. A demolição dos muros de Jerusalém foi muito além dos muros físicos. O povo havia rejeitado a proteção do SENHOR. Então não adiantavam muros e nem exércitos, pois não há segurança fora do aprisco de Deus.
Gedalias também sofreu a consequência de depositar a sua confiança em homens, não em Deus: “Não temais da parte dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei da Babilônia, e bem vos irá” (v. 24). E com pouco tempo ele foi morto, assim como todos aqueles que confiaram em suas palavras néscias.
Não há abrigo, não há segurança, não há refúgio fora da presença de Deus. Nesta peleja, Daniel e seus amigos foram levados cativos, mas escolheram permanecer fiéis ao SENHOR mesmo estando em Babilônia.
Hoje, meus amados, o Eterno nos convida para nEle descansar. Ele nos convida a adentrarmos em Seu refúgio, e estaremos seguros.
Babilônia hoje representa tudo aquilo que é uma contrafação às coisas de Deus. Tudo aquilo que nos afasta do plano original do SENHOR para Seus filhos. E o conselho prudente não tem semelhança com o de Gedalias, mas assim diz o SENHOR: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (Jeremias 51:6).
Tudo aquilo que aparenta segurança, mas que não tem nada a ver com os propósitos do SENHOR para a humanidade representa ruína. Uma falsa segurança paira sobre este mundo e multidões têm caído no mesmo erro que caiu Eva ao acreditar nas palavras sagazes de Satanás, a antiga serpente: “Certamente, não morrereis” (Gênesis 3:4).
As palavras que lemos do profeta Jeremias foram enviadas pelo SENHOR ao povo daquele período, mas eles rejeitaram as admoestações de Deus. Daí você pode pensar: —ah, essas palavras eram para aquele tempo, não tenho com o que me preocupar!
Vejamos o que está escrito no livro de Apocalipse: “Ouvi outra voz do Céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap. 18:4).
Há uma Babilônia nestes últimos dias, e para manter-nos longe dela e de suas práticas necessitamos dar ouvidos à Palavra de Deus.
Persevere em examinar as Escrituras. Continue sendo reavivado pela Palavra,então o SENHOR lhe firmará sobre a Rocha e nada poderá abalar as estruturas de sua fé (Mateus 7:24-25). Bom dia, firmados sobre a Rocha!

*Leiam #2Reis 25

Rosana Garcia Barros