Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 24 by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

A invasão do rei Nabucodonosor foi o resultado de uma visita feita pelos babilônios, muitos anos antes, durante os últimos 15 anos do rei Ezequias.

Quando Ezequias recebeu mais 15 anos de vida, ele pediu como sinal de Deus que a sombra no relógio de Acaz voltasse 10 graus (2Rs 20:10, 11). Este fenômeno intrigante trouxe visitantes de Babilônia a Jerusalém. Mas em vez de proclamar o nome de Deus, Ezequias mostrou todo seu tesouro para os visitantes da Babilônia.

A semente da ganância foi semeada entre os babilônios. Isaías declarou que tudo que Ezequias tinha seria levado para a Babilônia.

E foi exatamente isto que aconteceu: todos os tesouros e ouro foram removidos para a Babilônia e os habitantes de Jerusalém foram levados para o exílio (v. 13).

O que podemos aprender com isso? O mais importante é que se alguma vez tivermos qualquer tipo de sucesso neste mundo, devemos nos lembrar de dar crédito e glória a Deus. Quando as pessoas veem a glória de Deus, elas serão atraídas a Ele e o desejo mundano será subjugado.

Além disso, nada neste mundo nos pertence, até mesmo o nosso dinheiro e o que mais possuirmos. A atitude e perspectiva correta seria garantir sermos sempre humildes o suficiente para sermos servos do Senhor.

 

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/24https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/24

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/19/

Tradução: Jeferson Quimelli /Gisele Quimelli

Texto bíblico: 2 Reis 24

Comentário em áudio Pr Valdeci

Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:

http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/30 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 24 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2016, 0:50
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1 subiu Nabucodonosor, rei da Babilônia, contra ele [Jeoaquim]. De acordo com Daniel 1:1, Nabucodonosor foi contra Jerusalém no terceiro ano de Jeoaquim. … Jeoaquim se tornou vassalo de Babilônia e entregou reféns a Nabucodonosor, entre eles, Daniel. Três anos depois, ele parece ter se ligado ao Egito novamente. A intenção de renovar as forças parecia bem-sucedida, uma vez que os egípcios infligiram pesadas perdas ao exército de Nabucodonosor em 601 a.C. No entanto, a rebelião de Joaquim exibia falta de visão política, pois os babilônios rapidamente se recuperaram do contratempo e retornaram para punir os vassalos desleais. CBASD, vol. 2, p. 1083.

3 por causa dos pecados cometidos por Manassés. Repetidamente os pecados de Manassés são notados como a causa primária para a queda de Judá (ver 2Rs 21:11, 12; 23;26; Jr 15:4). CBASD, vol. 2, p. 1083.

4 sangue inocente. Inclusive o de Isaías (PR, 382). Isaías não olhou para as abominações de Manassés em silêncio e complacência, mas ergueu a voz em severa repreensão aos delitos do rei. CBASD, vol. 2, p. 1083.

por isso, o SENHOR não o quis perdoar. As atrocidades de Manassés foram o clímax da longa história de maldade de Judá. … O bom reinado de Josias adiou, mas não revogou a sentença de destruição. Eles chegaram ao limite, e Deus não perdoou a nação culpada, por não haver mudança. No entanto, a culpa nacional sempre deve ser distinguida da culpa pessoal (ver com. De 2Rs 17:20). CBASD, vol. 2, p. 1084.

6 Joaquim, seu filho reinou. [Joaquim (tb em 2Cr 36:9), é também chamado por Jeconias (1Cr 3:16,
17; Ester 2:6; Jr 22:24, 28; 24:1; 27:20; 28:4; 29:2) e por Conias (Jr 37:1).] Em Jeconias e Joaquim, a ordem dos dois componentes é invertida; mas ambos significam “Yahweh estabelecerá”. CBASD, vol. 2, p. 1084.

8 Elnatã. Este [o pai de Neústa, vô de Joaquim] foi um dos mensageiros enviados ao Egito por Jeoaquim [pai de Joaquim], a fim de tomar de volta o profeta Urias (Jr 26:22, 23). Também foi um dos príncipes que insistiram para que Jeoaquim não queimasse o rolo de Jeremias (Jr 36:12, 25) [provavelmente, um dos responsáveis por que
tivéssemos em nossos dias o livro bíblico de Jeremias]. CBASD, vol. 2, p. 1085.

10 subiram os servos de Nabucodonosor. Ou seja, os generais. Esse foi o segundo ataque de Nabucodonosor a Jerusalém. CBASD, vol. 2, p. 1084.

12 Então, subiu Joaquim. Desesperado, Joaquim, se rendeu [foi encarcerado e, 37 anos depois,
foi libertado e tratado com complacência, 2Rs 25:27-30]. CBASD, vol. 2, p. 1084.

13 levou dali todos os tesouros da Casa do SENHOR. Alguns dos utensílios do templo já tinham sido levados para Babilônia em 605 a.C., no primeiro ataque de Nabucodonosor a Jerusalém (Dn 1:2; 2Cr 36:7). [Ver tb 2Rs 25:13-16; Jr 27:18-20, sobre os utensílios que
restaram e Ed 1:7-11, sobre a quantidade]. CBASD, vol. 2, p. 1085.

segundo tinha dito o SENHOR. Isaías havia predito isso quando os embaixadores babilônios visitaram Ezequias (2Rs 20:17; Is 39:6). CBASD, vol. 2, p. 1085.

14 toda a Jerusalém. Isto é, as classes mais elevadas. Com os ”figos bons” (Jr 24:1-7), Jeremias simbolizou os que foram levados naquela ocasião. O profeta Ezequiel estava entre os levados para Babilônia. … Levar de Jerusalém os seus trabalhadores qualificados privaria a cidade conquistada desse tipo de cidadão que seria útil na guerra, e forneceria valiosos auxiliares para amplos empreendimentos de construção dos conquistadores. CBASD, vol. 2, p. 1085.

15 a mãe do rei. A menção da mãe [ver v. 8] logo depois do rei e antes das esposas dele é um indicativo da importância dela. CBASD, vol. 2, p. 1085.

os homens principais da terra. O chefe civil e os funcionários eclesiásticos: o príncipe, os eunucos, nobres, cortesãos, anciãos, sacerdotes, profetas e levitas (ver Jr 29:2, 2). CBASD, vol. 2, p. 1085.

16 Todos os homens valentes. Os “homens valorosos” (v. 14, ARC), os líderes da aristocracia da região treinados para a guerra e que, como os cavaleiros da Europa medieval, lideravam o povo na batalha. CBASD, vol. 2, p. 1085.

17 Matanias [Zedequias]. Ele foi o terceiro filho de Josias a governar sobre o trono de Judá (ver 1Cr 3:15). CBASD, vol. 2, p. 1085.

Zedequias. Literalmente, “justiça de Yahweh” ou “Yahweh é justiça”. [Nome provavelmente dado por seus
pais ou parentes] … porque Nabucodonosor dificilmente teria escolhido este nome. CBASD, vol. 2, p. 1085.

19 Fez ele o que era mau. Zedequias tinha moral fraca (ver 2Cr 36:12-16; Jr 37:1, 2; 38:5; 52:2;Ez 17:13-19; 21:25). CBASD, vol. 2, p. 1085.

20 Zedequias rebelou-se. Esta frase introduz os eventos do cap. 25 e deveria iniciá-lo. O cap. 24 termina com a palavra “presença”. CBASD, vol. 2, p. 1085.

rebelou-se. A rebelião de Zedequias contra Babilônia causou a investida de Nabucodonosor contra Judá e arruinou a nação. No início do reinado de Zedequias, houve uma expectativa geral, fomentada pelos falsos profetas, de que haveria um rápido regresso dos exilados de Babilônia com o fim do cativeiro (Jr 27:16; 28:1-4; 10, 11). Por causa dessa expectativa, Zedequias enviou embaixadores a Babilônia (Jr 29:3) e depois ele mesmo foi lá, no quarto ano de seu reinado (Jr 51:59). Constantemente Jeremias tentava corrigir essa impressão e aconselhava que não se revoltassem (Jr 27:5-22; 28:5-17; 29:1-32). Zedequias, no entanto, continuou suas atividade para acabar com o jugo babilônico e buscou auxílio do Egito (Ez 17:15; cf Jr 37:5; 44:30). CBASD, vol. 2, p. 1085, 1087.



2 Reis – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2016, 0:45
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II REIS 24 – Quanto mais se lê a Bíblia, mais se apaixona por ela; consequentemente mais prazer terá a vida. Só quem bebe abundantemente desta fonte divina neste mundo perverso, entende o que isso significa.

Estamos quase concluindo a leitura de um grande compêndio da monarquia do povo escolhido graciosamente por Deus. Os livros de I e II Reis originalmente são apenas um, chamado em hebraico de Melaquim. Estes livros inspirados destacou somente aquilo que realmente o Espírito Santo quis incluir, muitas outras informações se perderam porque a descrição de fatos detalhados estavam em outros livros, tais como o livro…

• …das crônicas de Salomão (I Reis 11:41);
• …das crônicas dos reis de Judá (I Reis 14:29; 15:7, 23);
• …das crônicas dos reis de Israel (I Reis 14:19; 15:31).

O autor é desconhecido, mas certamente foi um observador da terrível queda de Jerusalém, como se pode perceber nos detalhes do livro podendo ter sido escrito logo após a desgraça que acometeu o povo por ignorar a graça divina.

Há muita teologia nesse livro. Muito material para reflexão espiritual. Só foi selecionado o essencial para não deixar uma história política antiga, mas orientação religiosa para os súditos do reino de Deus de todos os tempos. Neste penúltimo capítulo encontram-se os seguintes pontos:

• Reinado de Jeoaquim (vs. 1-7);
• Reinado de Joaquim (vs. 8-9);
• Nabucodonozor, rei da Babilônia, saqueou Jerusalém e levou jovens nobres ao cativeiro (vs. 10-16);
• Reinado de Zedequias (vs. 17-20).

“O nome de Matanias foi mudado para ‘Zedequias’, que significa ‘O Senhor é justo’. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. As Crônicas Babilônicas oficiais dizem que Nabucodonosor o nomeou rei de Judá ‘conforme a própria vontade’” (Bíblia de Estudo Andrews).

Reflita:

1. Deus usa profetas para alertar o perigo dos caminhos tortuosos; ignorá-los significa ignorá-lO.
2. O resultado de ignorar avisos da Palavra de Deus nunca será agradável; acatá-los é a melhor atitude para não ter um fim lamentável.
3. A preocupação de Deus por Israel é tão real a nós hoje como foi naquele tempo; só não vê quem não quer.
4. Seguir caminhos errados jamais nos levará ao destino certo, o qual só alcançaremos mediante os recursos divinos apontados nas páginas da Bíblia.

Reavivemo-nos hoje! – Heber Toth Armí.



2Reis 24 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
12 de junho de 2016, 0:30
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#rpSp #2Reis24

“como também por causa do sangue inocente que ele derramou, com o qual encheu a cidade de Jerusalém; por isso, o SENHOR não o quis perdoar” (v. 4).

A sequência de reis tanto em Israel, quanto em Judá é desesperadora. É inconcebível à mente humana o tamanho da misericórdia do Pai para com Seu filho rebelde. Mas no capítulo de hoje aparentemente parece que o quadro muda e encontramos uma frase um tanto chocante: “o SENHOR não o quis perdoar”. Dentre tudo o que Deus nos oferece, o perdão, sem dúvidas, é o mais importante e essencial para que possamos ter paz e certeza da salvação. Deus não rejeita um filho que se arrepende e volta aos Seus caminhos. A parábola do filho pródigo deixa isso bem claro (Vejam Lucas 15:11-32). Então porque a Bíblia diz que Deus não quis perdoar?
Cristo também contou uma outra parábola a respeito disso. Acompanhem comigo:
Um homem devia muito dinheiro a um rei. Vamos dar um valor atual. Digamos que ele devesse cem milhões de reais. Como o homem não podia pagar, a lei dizia que ele e sua família seriam vendidos como escravos. Então aquele homem implorou pela misericórdia do rei. O rei se compadeceu dele e perdoou a sua dívida. Só que ao sair da presença do rei, o homem se deparou com outro que lhe devia mil reais, e o apertou contra a parede para que pagasse a sua dívida, e o encerrou na prisão. Quando o rei soube de sua atitude o mandou chamar e lhe disse: “Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também Eu me compadeci de ti?” (Mateus 18:32-33).
O contexto dessa parábola se refere ao perdão que devemos ofertar ao nosso semelhante, mas também nos diz que Deus não pode perdoar aquele que verdadeiramente não se arrepende. Porque aquele que verdadeiramente se arrepende e recebe o perdão dos Céus, abre o seu coração para perdoar aos outros.
Mas Jeoaquim nem se arrependia de seus pecados, nem tampouco tinha compaixão de seus conservos, pois derramava sangue inocente (v. 4). E o que Deus havia dito que Seus filhos não fizessem, se tornou em grandes trevas em Judá. Eles não deveriam voltar ao Egito, mas, pela dureza de coração, “o rei do Egito nunca mais saiu de sua terra” (v. 7).
E, no reinado de Joaquim, Deus manifesta a Sua ira, ou seja, o Seu juízo contra Seu povo rebelde. Porque um pai vai até ao limite para resgatar um filho. E “o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12). Nabucodonosor foi instrumento de Deus para punir Judá. Mas dentre esses tantos que foram por ele levados cativos à Babilônia, encontravam-se quatro jovens tementes a Deus: “Daniel, Hananias, Misael e Azarias” (Daniel 1:6). E quando estudarmos o livro de Daniel, veremos que Deus não abandonou o Seu povo, mas usou esses filhos fiéis como prova de que não havia desistido dele.
O SENHOR rejeita de Sua presença todo aquele que deliberadamente O rejeita (v. 20). Não há como perdoar quem não quer o Seu perdão. Ele nos deu como uma das maiores provas do Seu amor o livre arbítrio. Temos a livre escolha de segui-Lo e amá-Lo, ou de dar-Lhe as costas e rejeitá-Lo. Ainda assim, Deus, sendo conhecedor de nosso íntimo, mais do que nós mesmos, vai até o limite para salvar um pecador. Enquanto há fôlego, há chance. Enquanto há fôlego, o Espírito Santo não cessa a Sua obra de conduzir à salvação. Mas quanto mais rejeitamos aos apelos divinos, mais e mais longe vamos ficando de Deus, e Sua voz vai perdendo o volume. O filho pródigo foi ao “Egito”, porém teve a chance de se arrepender e voltar para a casa do Pai. Porém, Judá tanto se rebelou, que o Egito não mais saiu de sua terra. Percebem o perigo? Enquanto estamos no “Egito” da vida ainda há oportunidade, mas se permitirmos que o “Egito” entre em nossa vida, corremos o sério risco de nunca mais sair dele!
O SENHOR tem prazer em perdoar, se não o fosse, não teria enviado o Seu único Filho para remissão dos nossos pecados (João 3:16). O perdão de Deus está estendido para todos, mas nem todos o aceitam. A aceitação não encontra-se no fato de chorarmos e nos humilharmos apenas, mas de que o perdão deve passar a ser um dom prático em nossa vida, por isso Cristo contou a parábola do credor incompassivo (Mateus 18:23-35).
Não espere ser levado cativo pelo pecado para se arrepender, pois este é um caminho extremamente perigoso. Hoje Deus nos diz: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e SE CONVERTER (ARREPENDER) DOS SEUS MAUS CAMINHOS, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os Seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14). Esses são os passos na direção de Deus e na contramão do Egito. Hoje o SENHOR ergue uma placa de “trânsito” onde o letreiro diz: ATENÇÃO, DEIXE DEUS DIRIGIR A TUA VIDA COM SEGURANÇA!
Você aceita?

Bom dia, alvos do perdão divino!

*Leiam #2Reis 24
Rosana Garcia Barros