Reavivados por Sua Palavra


2 Reis 20 by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Ezequias enfrenta outro desafio: a sua vida estava prestes a acabar! Dado o fato de que a vida neste mundo é curta, era natural que Ezequias chorasse pelo seu destino.

Isaías, por outro lado, foi o encarregado de entregar as mensagens divinas ao rei. Primeiro, de que ele iria morrer em breve e, a seguir, que ele não iria morrer tão cedo.

Será que Deus não estava totalmente seguro de Sua decisão quando enviou Isaías a Ezequias pela primeira vez? O que levou Deus a mudar de idéia? Novamente, isso está relacionado à liberdade de escolha que Deus nos concede. No plano infinito de Deus, era melhor para a vida de Ezequias que ela acabasse naquele momento, mas Deus concordou com a escolha do rei concedendo-lhe mais 15 anos de vida. Estes anos finais se provaram ser infrutíferos para Ezequias e abriram a porta para a invasão babilônica, mais à frente.

A lição mais difícil de aprender na vida é a da obediência. Ezequias não quis se submeter à vontade de Deus e Deus permitiu-lhe ver o resultado de sua má escolha.

Devemos aprender com Jesus, que demonstrou a total obediência em que viveu quando orou ao Pai para retirar dEle o amargo cálice: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mateus 26:39).

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/20 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/20 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/20/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/15/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 20
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/



2 Reis 20 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 0:50
Filed under: Sem categoria

porque morrerás. A doença era fatal. A profecia previa os resultados que seguiriam as circunstâncias do momento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1065.

orou. Ezequias não achou que fosse inútil orar, como se a mensagem profética tivesse tornado a morte inevitável. Quando a pessoa ora, Deus poderia fazer o que Ele não poderia se ela não orasse. Pedidos de cura, no entanto, devem ser feitos em espírito de submissão. Somente Deus sabe se a resposta a um pedido contribuirá para o bem da pessoa interessada e se redundará em Sua glória. … A extensão da vida de Ezequias o levou a um grande erro (v. 12-19). Se tivesse acrescentado à sua oração: “Todavia, não seja como eu quero, e si como Tu queres” (Mt 26:39), ele poderia ter morrido com o registro de dua vida imaculado. CBASD, vol. 2, p. 1065.

11 retroceder dez graus. Não há benefício em especular como Deus executa os milagres. O sinal veio como interferência direta de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1066.

12 enviou cartas. Astrônomos babilônicos notaram que havia ocorrido um milagre do relógio de sol (ver 2Cr 32:31). Quando Merodaque-Baladã ouviu o que havia ocorrido, enviou mensageiros para felicitar a Ezequias e aprender mais sobre o Deus que podia operar esse tipo de milagre (ver PR, 344).  CBASD, vol. 2, p. 1067.

13 toda a casa do seu tesouro. Ezequias se sentiu lisonjeado com essa atenção por parte do “rei e Babilônia”. Ao mostrar seus tesouros aos embaixadores e revelar seus recursos, ele estava oferecendo uma isca aos gananciosos caldeus, que voltariam para tomar esses tesouros e levá-los para a Babilônia menos de um século depois dessa visita. CBASD, vol. 2, p. 1067.

14 Então, Isaías, o profeta, veio. Ezequias cometera um grave erro que punha em perigo a segurança de sua nação, e o profeta foi enviado para repreendê-lo. … Por meio de Isaías, o Senhor instou com Seu povo para não se associar com poderes estrangeiros, mas a confiar em Deus (Is 8:9-13; 30:1-7; 31:1-5). CBASD, vol. 2, p. 1067.

Babilônia. Nessa época, Babilônia, sujeita à Assíria, era considerada uma nação fraca, insignificante e tão distante que nunca seria uma ameaça. No entanto, já se tornava objeto de atenção profética (Is 13; 14:1-23; 43:14; 46:1, 2; 47:1-15; Mq 4:10). Em breve Babilônia, e não a Assíria, seria o grande inimigo e o poder que promoveria a queda de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1067.

15 Que viram em tua casa? Eles viram o que Ezequias lhes mostrou. Era uma grande oportunidade de testemunhar para o Senhor. Deus o curara de uma doença mortal. O impressionante milagre da sombra do sol despertou interesse generalizado. Ezequias deveria ter testemunhado da maravilhosa misericórdia e do poder de Deus e deveria ter enviado os mensageiros de Merodaque-Baladã de volta bem instruídos a respeito do que Deus pode fazer e faz por Seus filhos em toda a Terra. Porém, ele falhou. A pergunta a Ezequias é feita às pessoas do século 21. O Senhor pergunta: o que as pessoas veem em nosso lar e em nossa vida?

 

nos meus tesouros. Ezequias estava muito preocupado com seus tesouros terrenos. Teria sido melhor se ele tivesse valorizado o tesouro celestial e dado um vislumbre da Pérola de grande preço aos mensageiros babilônios. CBASD, vol. 2, p. 1067.

17 levado para a Babilônia. Esta predição foi cumprida quase um século depois. Os exércitos de Nabucodonosor levaram os tesouros de Judá para Babilônia (2Rs 24:25). CBASD, vol. 2, p. 1067.

18 teus próprios filhos. “Filhos”, em hebraico, geralmente representa a posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1067.

19 Boa é a palavra. Ezequias reconheceu que as palavras de Isaías eram as palavras doSenhor e que eram boas. Ele sabia que merecia a reprovação. CBASD, vol. 2, p. 1068.

haverá paz e segurança. Ezequias estava satisfeito com o fato de que o juízo não ocorreria em seus dias e que haveria paz e prosperidade em seu reinado. Esta foi uma reação natural, mas egoísta. Ele deveria se preocupar com os problemas que seu ato imprudente acarretaria sobre sua posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1068.



2 Reis 20 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

II REIS 20 – Dias difíceis são normais enquanto vivermos neste mundo imoral, injusto e corrupto. Os desafios são infinitos e as dificuldades são incalculáveis. Os problemas nos assolam, e nossas crises revelam-nos que somos limitados, fracos e sofredores.

Se formos sábios o suficiente para erguer nossos olhos ao alto para buscar a Deus, nossas lutas neste mundo serão momentâneas, passageiras; elas, logo se tornarão em vitórias e histórias. Nossa oração e ação hoje serão nossos testemunhos amanhã.

• Nossos desafios do presente nos abrem portas para termos histórias do poder e ação de Deus para serem contadas às próximas gerações.

Os entraves da vida são oportunidades para Deus operar milagres em nossa existência. Pena que muitos nunca levantam os olhos da fé ao céu; poucos buscam intensamente ao Deus que pode tudo. Por isso, a oportunidade de milagre se torna calamidade e motivos para reclamação, quando deveria ser uma motivação para a oração.

• Bem-aventurados os que oram porque serão atendidos!

Por trás de uma vida estagnada tem uma Bíblia fechada, e por trás de cada reclamação revela falta de oração. Jesus chorou, mas não reclamou. Ezequias orou, assim ele alcançou a vitória (capítulo 19). Adoeceu, mas após ouvir a mensagem do profeta Isaías e orar, ele foi curado (capítulo 20).

Atenção:

• Deus não fez o profeta de bobo, mas deu uma mensagem, depois de transmitida, pediu que ele voltasse e desse outra, contrária à primeira (vs. 1-6).

• Embora Ezequias fosse um homem consagrado, e Isaías um profeta renomado, a orientação profética não indicou realizar oração poderosa sobre o doente, mas a preparação de uma pasta de figos para colocar sobre o tumor (v. 7).

• Deus age em Seus servos visando à salvação dos incrédulos. Deus impactou aos pagãos adoradores do deus sol, fazendo o astro-rei retroceder durante 40 minutos (vs. 8-11).

• Movidos de curiosidade, após o milagre da cura e do retrocesso do sol, os babilônicos visitaram o rei do povo de Deus. Contudo, Ezequias desperdiçou a oportunidade de testemunhar, ao perder tempo mostrando as bênçãos recebidas (prosperidade) sem comentar a fonte das bênçãos (vs. 12-13).

• Isaías reprovou Ezequias e apregoou sofrimentos para o futuro (vs. 14-21). Bênçãos sem testemunhos resultam em maldições!

Ignorar o testemunhar dos atos de Deus afetará a próxima geração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2Reis 20 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2016, 0:30
Filed under: Sem categoria

#rpSp #2Reis20

“Então, disse Ezequias a Isaías: Boa é a palavra do SENHOR que disseste. Pois pensava: Haverá paz e segurança em meus dias” (v. 19).

Não fomos planejados e criados para morrer. A morte tem sido uma intrusa depois que o homem trocou o planejamento divino pelo pecado. É por isso que em toda a história da humanidade, por mais que a morte esteja presente em tudo o que um dia teve vida; numa folha que cai, numa flor que murcha, numa planta que seca, no luto por alguém amado… tudo o que vive corre para o triste e fatídico final: a morte. Somos obrigados a conviver com ela, já aceitá-la não é possível, pois que Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Eclesiastes 3:11).
Como todos que prezam pela vida, Ezequias não estava pronto para morrer, e clamou ao SENHOR pela cura. Em prantos, apelou à fidelidade divina em face de sua própria fidelidade, e sua súplica foi ouvida e atendida. Quinze anos a mais lhe foram concedidos e o retrocesso da sombra no relógio foi a sua garantia. No relógio de Deus os ponteiros sempre marcam a mesma hora: ETERNIDADE. O que era, pois, para Ele, acrescentar tempo, ou retroceder? Nada.
Curado e devidamente garantido, Ezequias recebeu outras cartas. Desta vez, do rei da Babilônia. Mas então Ezequias não tem a mesma postura que teve com as cartas de Senaqueribe. Ao invés de estender as cartas perante Deus, como estas tinham uma conotação completamente diferente da do rei da Assíria, não havia com o que se preocupar. Afinal, as consequências só viriam depois de sua morte! Para que se preocupar?
E lá se foi o rei “milagre” colocando diante dos olhos dos mensageiros babilônios tudo o que havia em seu reino, “nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio que Ezequias não lhes mostrasse” (v. 13).
Ele mostrou tudo realmente? Sim. Tudo o que era material. Contudo, esqueceu do principal: o SENHOR. Ezequias teve a oportunidade ímpar de mostrar aqueles pagãos o poder do Deus que é o único capaz de curar enfermidades mortais e de fazer o sol retroceder. Trocou o testemunho pelo testamento. Tudo o que deixaria por herança a seus filhos seria destruído e espalhado. Mas parece que essa desgraça não o afetou, pois não aconteceria com ele. Porque pensou: —Ah, que bom então! Pelo menos isto só vai acontecer depois dos meus acréscimos de vida.
Meus amados, precisamos estar atentos nestes últimos dias. Estamos vivendo na prorrogação deste mundo caído. E o inimigo de Deus nem sempre se apresenta como um inimigo voraz como Senaqueribe. Mas também se manifesta como o rei da Babilônia, com cartas amistosas e “presentes” cuja embalagem encanta, mas cujo conteúdo mostra seus efeitos destrutivos à partir do momento em que os aceitamos.
A pergunta é: “Que viram em tua casa?” (v. 15). A nossa casa não deve ser um espetáculo para ser divulgado, mas um cenário do poder operante de Deus. A oportunidade desperdiçada por Ezequias pode não ter lhe trazido danos pessoais, entretanto, abriu as portas para o futuro caos entre o povo que como rei procurava defender.
O SENHOR está disposto a curar nossas enfermidades e a mexer na ordem natural das coisas por amor a todo aquele que com inteireza de coração anda diante dEle (v. 3). O SENHOR ouve suas orações e vê as suas lágrimas e concede a realização de seus pedidos.
Só que nem sempre a cura ou o sobrenatural correspondem ao verdadeiro milagre que Deus deseja realizar. O verdadeiro milagre não nasce no nosso coração, mas no coração de Deus. Entendem? Nem sempre o que considero milagre o é na essência. A essência do milagre está no fato de confiarmos em Deus na cura ou à beira da morte. Está em confiar em Deus empregado ou na falta de um emprego. Está em confiar nEle ainda que o sobrenatural não aconteça. Não está em dizer apenas: “Lembra-te, SENHOR” (v. 3) nos momentos difíceis, mas em lembrar dEle em todos os momentos.
O maior desejo do SENHOR não é o de nos conceder curas e glórias terrenas, mas curas e glórias eternas. Deus não nos chamou para servirmos de exposição de bênçãos, mas de cooperadores do SENHOR das bênçãos. Só assim tudo o que temos e somos agirá em nosso favor e em favor dos nossos semelhantes, não o contrário.
Enquanto o tempo no relógio de nossa vida avança, Deus tem retrocedido o tempo do Universo por amor a todos os que ainda não encontram-se prontos para conhecer a Sua casa.
Que o maior dos milagres muito em breve aconteça em minha e em sua vida: o fim da morte e a contemplação de tudo quanto há na casa que o SENHOR nos preparou!

Bom dia, criados para a VIDA!

*Leiam #2Reis 20
Rosana Garcia Barros