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Comentário devocional:
“Mesmo quando esses povos adoravam o SENHOR, também prestavam culto aos seus ídolos” (v. 41 NVI).
Este capítulo é um resumo da vida dos israelitas. O princípio fundamental de Deus ao criar os seres humanos incluía a concessão de liberdade de escolha, mas com essa escolha vêm responsabilidades. A instrução de Deus foi clara: se os israelitas O adorassem, eles prosperariam, mas se eles seguissem os deuses dos gentios, eles colheriam as consequências de sua rebelião, o exílio [NT: o que, infelizmente, foi o que aconteceu].
É impossível adorar a Deus e servir aos ídolos ao mesmo tempo. A história de Israel nos diz que a natureza humana irá sempre falhar por ceder ao mal. Jesus nos disse a mesma verdade: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6:24 NVI). Podemos não ter ídolos como os israelitas tinham, mas qualquer coisa que toma o lugar de Deus se torna um ídolo.
Quais são os ídolos em sua vida? Você está disposto a renunciar a eles e só servir a Deus?
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ki/17 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ki/17/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/03/11/
Tradução: Jeferson Quimelli /Cindy Tutsch
Texto bíblico: 2 Reis 17
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/29 e https://credeemseusprofetas.org/
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13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).
14 de dura cerviz [de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).
23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33) (CBASD, vol. 2, p. 1049)
26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,) (Bíblia Shedd).
29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim (CBASD, vol. 2, p. 1045).
41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33). Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria. (CBASD, vol. 2, p. 1049).
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II REIS 17 – Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.
A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:
“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.
Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.
W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:
1. A captura de Samaria (vs. 1-6).
2. As causas que trouxeram o cativeiro:
· A nação esqueceu de Deus (v. 7);
· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);
· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);
· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);
· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).
3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).
A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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#rpSp #2Reis17
“Da aliança que fiz convosco não esquecereis; nem temereis outros deuses” (v. 38 ).
Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, quanto mais esquecidas.
Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o SENHOR, Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó (“a quem deu o nome de Israel”, v. 34).
Tornaram-se desobedientes e envolveram-se com a idolatria e com os costumes perversos das nações vizinhas quando “o SENHOR lhes havia ordenado que não as imitassem” (v. 15).
Deus, em todos os tempos, tem um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira forma de adorá-lO. Assim como o sacerdote enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria (v. 28), Deus preserva um sacerdócio real (1 Pedro 2:9) que ensina o ASSIM DIZ O SENHOR. Isto é fundamentalismo? Não, amados. Isto se chama VERDADE!
Quando a nação eleita deu as costas ao SENHOR, tornaram-se escravos não somente dos inimigos, mas de suas próprias paixões e condescendências.
Ou seja, eles acordavam com o mal, além de promoverem a idolatria e o culto pagão com suas práticas abomináveis (v. 17).
O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de um jeito que transmitiam de geração em geração (v. 41).
E a mensagem central deste capítulo é justamente sobre a infidelidade de pai para filho.
Quando transformamos a adoração ao SENHOR em uma tradição, perdemos o foco do que realmente significa temê-lO.
É por isso que a mensagem central dos últimos dias é: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).
Existe algo de maravilhoso nesta mensagem. A de que Deus não muda (Malaquias 3:6 e Tiago 1:17). Portanto, o mesmo Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a temer, dar glórias e adorar Aquele que tudo fez (Gênesis 1).
Ontem eu tive a oportunidade de ouvir um dos sermões mais lindos e inteligentes sobre a criação do mundo. Conforme as palavras do pastor Erton Köhler, a maior estratégia de Satanás nestes últimos dias não tem sido a de falsear a mensagem da cruz ou da volta de Cristo. Mas sim, em tornar a criação do Gênesis um conto da carochinha.
Porque Deus insistiu tanto em que Israel não se desviasse dos Seus mandamentos? Porque eles fazem parte da essência moral de Deus e são eternos (Salmo 119:144). Porque a essência deles é VIDA! Quando o homem dá as costas ao relato da criação para seguir teorias, se envereda no caminho onde só há leões (v. 25) e despojadores (v. 20).
Acompanhem comigo a mais terrível das estratégias do inimigo para nos tornar semelhantes aos povos do capítulo de hoje: não houve criação, e se não houve criação, não houve Adão e Eva; e se não houve Adão e Eva, não houve pecado dos nossos primeiros pais; e se não houve pecado, a arca de Noé também foi uma lenda e pior… para quê Cristo teria vindo morrer pelos nossos pecados, se pecado não existe?; e se Ele não morreu pelos nossos pecados, então não há salvação!
Percebem a gravidade? Anular o relato do Gênesis é anular toda a Bíblia! A aliança de Deus com a humanidade foi estabelecida antes da fundação do mundo e confirmada uma geração após outra. Mas a humanidade tem dado mais valor a transmitir de geração a geração “as suas próprias imagens de escultura” (v. 41) do que a adoração ao único Deus, que é bendito de eternidade em eternidade (Salmo 41:13).
Meus irmãos, Israel e Judá preferiram seguir as tradições e teorias. Se até hoje você tem adorado a Deus da forma que aprendeu de seus pais ou conforme as tradições, Deus lhe convida a continuar estudando a Sua Palavra e dEle aprender. A causa do cativeiro e do culto misto do povo foi porque escolheram andar conforme todo o mundo da época andava (v. 7).
Andar na direção da maioria não é sinônimo de estar no caminho certo. Mas ainda há chance de voltar: “Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os Meus mandamentos e os Meus estatutos, segundo TODA a Lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos Meus servos, os profetas” (v. 13).
De Gênesis (início) a Apocalipse (revelação), Deus nos deixou escrito a mesma Palavra que do nada fez tudo (Hebreus 11:3). A Palavra de Deus é eterna (Isaías 40:8) como Ele é eterno (1 Timóteo 1:17), e deseja nos conceder a vida eterna (Apocalipse 21:7).
Não permita ser guiado pelos enganos transmitidos pelo mundo por gerações. Permaneça sendo REAVIVADO e guiado pela Palavra de Deus, que é a verdade (João 17:17) que liberta (João 8:32) e que o livra de andar pelo caminho errado (v. 08).
Destrua os “outros deuses” (v. 7, 37, 38) e dê ouvidos ao único SENHOR que te criou para te amar, e te amar para sempre!
Bom dia, criação divina!
*Leiam #2Reis 17
Rosana Garcia Barros