Filed under: Cartas de Paulo, Jesus, Sumo Sacerdote | Tags: Certeza da Salvação, Consumação do Seculo, juízo, sacrifício
1 Sombra. Uma sombra mostra apenas as linhas gerais do original. Assim, não se deve esperar completa semelhança entre a sombra e o objeto que a molda. A palavra é aqui contrastada com “imagem” (eikõn), que indica uma representação mais próxima (Ap 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 498.
5 Sacrifício e oferta. A afirmação de que Deus não desejava isso é referente ao oferecimento desses sacrifícios apenas como cumprimento de um ritual, sem a verdadeira devoção. Foi Cristo que instituiu o sistema sacrificial. Usado corretamente, era uma bênção ao adorador. Mas Deus não tinha prazer nos sacrifícios do adorador formal (Os 6:6). CBASD, vol. 7, p. 498.
14 Aperfeiçoou. O sacrifício único de Cristo realizou o que os sacrifícios contínuos dos sacerdotes não podiam realizar, pois estes não poderiam purificar a consciência. Quando o pecador aceita pela fé os benefícios desse único sacrifício, ele é aceito no Amado, sendo considerado perfeito, porque Cristo, o substituto, assume seu lugar (Rm 5:1). CBASD, vol. 7, p. 500.
22 Plena certeza. Aqueles que “se aproximam” devem fazê-lo com fé no poder de Cristo em purificar do pecado e conceder graça para viver acima do pecado. A dúvida e a incredulidade restringem a capacidade de se apropriar dos méritos do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 502.
25 O Dia. A referência é ao dia de “juízo e fogo vingador” (v. 27), o dia em que “Aquele que vem virá” (v. 37). A expressão “vedes que o dia se aproxima” aponta para a antiga admoestação do Senhor, em resposta à indagação dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). A indagação e a resposta abrangem igualmente tanto a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quanto o fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 503.
26 Já não resta sacrifício. A lei mosaica prescrevia a morte, não sacrifícios, para os apóstatas obstinados (v. 28). Foi assim com Nadabe e Abiú (Lv 10:1-5), Coré, Datã, Abirão e seus 250 apoiadores (Nm 16:1-35). Sacrifícios por essas pessoas teriam sido inaceitáveis ao Senhor, pois tinham valor apenas como representação de corações arrependidos. CBASD, vol. 7, p. 504.
37 Aquele que vem. Ou seja, aquele que prometeu voltar (Jo 14:1-3). CBASD, vol. 7, p. 507.
Tardará. Do gr. chronizõ, “passar o tempo”, “atrasar”. As promessas de Deus podem parecer demoradas, mas, a seu tempo, se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 507.
39 Somos dos que. Diplomaticamente, o autor inclui todos os leitores no grupo que “viverá pela fé” (v. 38). A admoestação dos v. 23 a 36 sugere que alguns deles estavam em perigo de retornar “para a perdição”. Mas o escritor afasta o pensamento de que qualquer deles pudesse fazê-lo. CBASD, vol. 7, p. 507.
1 Comentário so far
Deixe um comentário
“Quebrantando alguem a lei de Moisés, morre sem misericórdia, pela palavra de duas ou três testemunhas”. Hebreus: 10: 28. Jesus disse: “Não cuideis que vim ab-rogar a lei. Não vim revogar, mas cumprir”. Mateus: 5: 17. E agora, como fica isso? É Novo Testamento. “Os que me amam guardam os meus mandamentos” João 14:15. “E, entrando num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume…..” Lucas 4:16. Jesus era judeu (Maria era de tribo de Judá), e tinha o costume de guardar o sábado. Todos os escritores da Bíblia (com exceção de Lucas) eram judeus. Disse Jesus: “A salvação vem do judeu”. João: 4: 22. E o judeu guarda a lei (sábado) de Deus, até os dias de hoje. “Aquele que diz, eu o conheço, e não guarda da lei de Deus, é mentiroso, e nele não está verdade”. I João 2:3 e 4. A questão de guardar ou não a lei de Deus, veio após o apostolo Paulo haver dito que somos salvos pela graça e não pelas obras da lei. Sim, é verdade. Paulo era judeu e fariseu (doutor da lei). Paulo está dizendo que não temos que guardar a lei de Deus??? Nunca. O que Paulo esta dizendo é que, guardamos a lei de Deus como prova de amor, e somos salvos pelos méritos (misericórdia) de Cristo. Nada mais que isso. Não devemos confundir graça com lei. Nada tem a haver uma com a outra. A Lei condena, a graça salva.
Comentário por CARLOS ALBERTO 28 de agosto de 2015 @ 22:31A lei condena quem?? O pecador (transgressor da lei). A graça não salva o pecador no pecado, mas do pecado. Portanto, graça não é manto para acobertar pecado. Simples não???