Reavivados por Sua Palavra


Efesios 2 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.

2 O príncipe. Isto é, o diabo. Jesus o chama de príncipe deste mundo (Jo 12:31). Os racionalistas creem que Satanás seja apenas uma figura mitológica. O diabo está muito desejoso de que as pessoas creiam que ele não existe. Porém, as Escrituras o apresentam claramente como um ser real (Mt 4:3). CBASD, vol. 6, p. 1115.

Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.

8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.

12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.

14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.

Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava  o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.

15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.

Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.

22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.


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Avatar de Luiz Carlos

🎯 | Efésios 2 | Todos estamos condicionados a natureza do pecado, não cometemos erros para ser pecadores, nossa natureza em si já é. O pecado exige um único preço diante de um Deus que é perfeito, a morte, porém seres humanos imperfeitos jamais poderiam pagar com sua própria vida sendo eles imperfeitos, uma lei perfeita vindo de um Deus perfeito exigia sacrifício perfeito, assim uma pessoa não poderia morrer por si mesma, muito menos por toda a humanidade. Em sua onisciência o próprio Deus, antes da fundação do mundo, como diz Paulo no capitulo um, já havia traçado um plano perfeito, para que andassemos diante dEle de modo irrepreensível. Nossa condição como pecadores era a morte eterna, porém “por ser Deus rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou nos deu vida juntamente com Cristo”. Somente Cristo, o que é perfeito, poderia pagar o preço por mim e por você. Aceitemos mediante a fé, o que Cristo fez por todos nos.#rpSp

Comentário por Luiz Carlos

Avatar de Janai Padilha Pessoa

Amém. Que todos creiam nas palavras do Bom Deus para terem a salvação.

Comentário por Janai Padilha Pessoa




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