Filed under: liderança | Tags: administradores, Juízes, serviço, tesoureiros
Comentário Devocional:
As funções mais importantes do reino de Israel eram desempenhadas pelos levitas. Alguns atuavam como porteiros, outros como tesoureiros e outros ainda como administradores e juízes da nação.
Os porteiros eram os vigias, os guardas do templo. A presença deles era muito necessária a fim de preservar a integridade dos adoradores e também para proteger o edifício em si. O templo de Salomão era revestido de ouro e abrigava os mais valiosos tesouros da nação. Cabia aos porteiros garantir a segurança de toda esta riqueza.
Zacarias, um dos porteiros, era também um conselheiro muito sábio. Isto ilustra que não precisamos ficar restritos a nossa atividade básica de sobrevivência, mas podemos ampliar a nossa área de atuação a fim de dar a melhor contribuição possível à sociedade.
Alguns levitas atuavam como tesoureiros. Eles zelavam pela correta utilização das dádivas do povo e dos espólios de guerras que haviam sido consagrados ao Senhor. Aqueles que ocupavam esta função eram descendentes de Gérson e Eliézer, filhos de Moisés.
Seis mil levitas foram separados para atuar como administradores e juízes. Eles cuidavam de questões religiosas ligadas ao templo e de assuntos seculares ligados a administração civil. Ao redor do país, eles eram os encarregados pelo ensino religioso e pela sábia condução do reino como um todo.
O sucesso de qualquer empreendimento depende da atuação dedicada e fiel de alguns colaboradores chaves. Davi encontrou nos levitas homens capazes e consagrados, que lhe ajudaram a fazer da nação de Israel um reino próspero e justo. Hoje, também, Deus está procurando por pessoas de confiança a quem Ele possa usar para abençoar a humanidade.
Rei celestial, use-me para dar uma importante contribuição para o Seu reino.
Filed under: Estudo devocional da Bíblia | Tags: biblia, Confiança, Juízes, Submissão
Texto bíblico –> Juízes 3
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Juízes 3 é um lembrete da complexa e plena soberania de Deus. Neste capítulo, vemos um Deus que não fica de braços cruzados, distante, sem envolvimento, passivamente desinteressado das decisões de seu povo. Ele não permite simplesmente que as leis de causa e efeito das decisões de Israel sigam seu curso natural. Em vez disso, vemos um Deus ativamente envolvido tanto na disciplina quanto na libertação do Seu povo. Além de levantar libertadores improváveis como Otniel, Eúde e Sangar, é Deus quem disciplina Israel ao “colocá-los” nas mãos de Cusã-Risataim, rei da Mesopotâmia (v. 8). Também é Deus quem ativamente fortalece a mão de Eglom depois de Israel novamente praticar o mal aos olhos do Senhor.
Perceber que Deus intencionalmente reforçou esses inimigos de Seu povo com o objetivo final de trazer esta nação rebelde para junto de Si me mostra como nosso Deus é não manipulável. Nós não podemos colocá-lo em uma “caixa” e restringir o que ele pode ou não fazer. Atos impensáveis à mente humana estão sendo mostrados aqui como estando perfeitamente de acordo com Seus propósitos e caminhos.
Lendo esses relatos, eu me sinto novamente convidado a submeter-me confiantemente, em silente admiração, à direção daquEle cujas estratégias e ações estão além de minha compreensão.
Como Deus está agindo em sua vida hoje? Será que Ele está testando, disciplinando ou livrando você através de maneiras que você não entende no momento? Você confia nEle independente do que possa acontecer?
Brennon Kirstein
Capelão da Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ-Rev GASQ/JDS