Comentário devocional:
A rainha de Sabá ficou fortemente impressionada por sua visita ao rei Salomão. Em especial pela sabedoria dele e a maravilhosa visão da casa do Senhor. O que Salomão compartilhou com ela a motivou a dizer: “Bendito seja o Senhor teu Deus!” (v.8). A honra foi transferida de Salomão a Deus.
O que teria acontecido se Salomão tivesse permanecido humilde? Quantas nações poderiam ter vindo a conhecer a Deus se isto tivesse acontecido? Em vez disso, ele agiu de forma contrária à clara exigência de Deus aos reis para que não multiplicassem para si muito ouro ou cavalos (v. 13-22, 25; Deut. 17:16,17).
666 talentos de ouro entravam para o tesouro de Salomão a cada ano. Este número pode não ter nada a ver com o simbólico número 666 de Apocalipse 13. Mas o amor de Salomão pelo ouro e a glória que este lhe dava lembra muito a besta do Apocalipse que fala grandes coisas e gosta de receber grande honra.
O deslize gradual de Salomão para longe de Deus traz um aviso para todos nós: você não pode amar ao mesmo tempo a Deus e ao dinheiro.
Conforme avançamos para o final do conflito entre o bem e o mal, chegará um momento em que não poderemos comprar ou vender (Apoc. 13:17), se quisermos adorar a Deus como Ele ordenou em Seus Mandamentos (Apoc. 12:17).
Somos constantemente bombardeados por propagandas que criam em nós um desejo por algo que ainda não temos. Nós freqüentemente gastamos dinheiro com coisas que não precisamos enquanto nossos irmãos e irmãs ao redor do mundo morrem por falta de comida e de acesso à educação e cuidados médicos. O que você fará hoje para abençoar a outros e não apenas a si mesmo?
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Trad JAQ/GASQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 9
Fonte: Blog da Bíblia
Comentário Devocional:
A liderança é um valioso dom, recebido de Deus, cuja utilização exige muito cuidado, pois é um canal de benção ou maldição. No começo de sua carreira ou nova função, o líder, em geral, é prudente e escuta conselhos. Depois que o poder está firmemente estabelecido, o líder passa a achar que suas idéias sempre são as melhores e tem dificuldades de lidar com opiniões contrárias às suas.
Davi havia sido bem sucedido em suas campanhas militares. Os opositores internos e externos estavam dominados. Enfraquecido pelo senso de culpa pelo seu pecado com Bate-Seba, falta ao rei o bom senso e este ordena a contagem de todos os homens hábeis para a guerra.
Joabe, o comandante geral das tropas de Israel, explicou ao rei que discordava dessa decisão. Por experiência própria ele sabia que era Deus quem guerreava a favor do seu povo. Inúmeras vezes um soldado havia conseguido vencer dez ou mais oponentes. Contar o exército seria falta de confiança em Deus! Os argumentos de Joabe não foram ouvidos pelo rei e o censo foi efetuado.
Deus avaliou o que foi feito como algo mau. Ele enviou o profeta Gade para dizer ao rei que sofrimento e morte aconteceriam entre o povo. O próprio Anjo do Senhor encarregou-se da punição.
Ao contemplar os resultados de sua má escolha como líder, fruto de um coração doente espiritual e emocionalmente, Davi reconhece “Eu, o pastor, pequei” (1 Crônicas 21:17, NVI) . Após o seu arrependimento sincero, a praga cessa.
A experiência de Davi revela que as decisões de um líder tem sérias consequências para a felicidade e o bem-estar dos que o seguem. Esta compreensão deveria levar os líderes a vigiarem o coração e a serem muito cuidadosos em suas decisões.
Querido Deus, abençoe a cada líder para que use a sua influência para servir e proteger ao próximo e não para a exaltação própria.