Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2025, 0:30
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A Bíblia responde nossas maiores inquietações; porém, pecadores têm medo da verdade. A verdade divina revelada expõe a ruindade humana; consequentemente, muitos desprezam a Bíblia, outros fogem da igreja.

Moisés e Arão tiveram que lidar com a verdade da parte de Deus: Eles não entrariam na Terra Prometida. Deus, graciosamente, deu satisfação, explicando-lhes a razão: “Já que vocês não confiaram em mim, não me trataram com reverência diante do povo de Israel, os dois estarão impedidos de conduzir a comunidade para a terra que estou dando a eles” (v. 12).

Que triste! Moisés que deixara o sossego do trabalho pastoril, família; que enfrentara o irredutível Faraó; guiara o povo; sofrera rebelião do povo; permanecera manso frente à acusação infundada sobre sua esposa…

Nesse contexto Moisés estava muito indignado pela atitude do povo pela falta de água (vs. 2-13), triste pela morte de sua irmã (v. 1). Em seguida recebeu resposta negativa à solicitação para passar nas terras de Edom (vs. 14-21). Logo depois lidou com a morte de seu irmão Arão (vs. 22-29). No mesmo capítulo, seus dois irmãos morrem. Parece injusto?

Embora Moisés, Arão e Miriã tenham ocupado posição elevada na história sagrada (Miqueias 6:4) nenhum deles era perfeito moral nem emocionalmente.

• Não há qualquer ser humano que seja impecável (Miqueis 7:1-6; Romanos 3:9-19). Nem os melhores e mais elevados indivíduos espirituais são perfeitos. A Bíblia é contundentemente clara: “Não há um só justo na Terra, ninguém que pratique o bem e nunca peque” (Eclesiastes 7:20).

• Portanto, “se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós… se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a Sua Palavra não está em nós” (1 João 1:8, 10).

• Somos todos frágeis, falhos… inclusive destacados líderes espirituais. Precisamos da liderança do sumo “Pastor e bispo de suas almas” (1 Pedro 2:25), que deixou Seus sub-pastores para conduzir Seu rebanho, os quais “receberão a imperecível coroa da glória” “quando se manifestar o Supremo Pastor” (1 Pedro 5:1-4).

Portanto, líderes e liderados, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 19 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 19 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 19 by Luís Uehara
30 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/19

“Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” Romanos 5:8 (NVI).

Sempre que lemos nas Escrituras que uma criatura inocente não agressiva (como um cordeiro ou uma vaca) é morta por causa de nossa agressão e nossas próprias falhas, meditamos profundamente na justiça e no amor de Deus. Por que Deus permitiria que uma criatura inocente assumisse a culpa que é devida a você e a mim?

Bem, amigos, Deus não queria que essas criaturas morressem. Essas criaturas têm suas próprias vidas, separadas da louca mentalidade dos seres humanos que as cercam. No entanto, o Criador não está à parte da nossa situação, separado. Quando a humanidade caiu, o amor não teve escolha a não ser se sacrificar. Amor exige sacrifício. Essas criaturas eram a realidade mais próxima da inocência encontrada em Deus.

O Messias, que se tornou Deus na carne, viu nossa condição – capturou em Si o mal e o desviou de nós. O Inocente se humilhou para tornar-se não-inocente para que, por nossa causa, pudéssemos ser trazidos de volta à inocência, contemplando o último sacrifício feito pelo Cordeiro de YAHWEH.

Nicholas Arroyave Howling-Crane
Auxiliar dos Ministérios da Saúde e Evangelista de Literatura
Beaufort, Carolina do Sul, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2025, 0:50
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634 palavras

1-22 Este trecho descreve o rito da purificação de todo aquele que tocar em coisa imunda, animal ou homem morto (Bíblia Shedd).

Os vs. 1-10 destacam o ritual para produzir um suprimento da substância purificante: cinzas de uma novilha. Os vs. 11-22 explicam como usar as cinzas para purificação da impureza de um cadáver (Andrews Study Bible).

novilha vermelha. Simbolicamente, a cor vermelha sugere sangue, instrumento de purificação, e também fogo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

A novilha vermelha tipifica Jesus Cristo, segundo a interpretação notável em Hb 9.13-15. Assim como a novilha era sacrificada fora da porta da cidade, para com seu sangue purificar os fiéis, assim foi com Cristo (1 Jo 1.7-9; Hb 13.12-13; 9.11-14) (Bíblia Shedd).

Uma novilha era uma vaca jovem que nunca havia tido bezerro. […] A novilha deveria ser avermelhada e deveria ser queimada com tecido vermelho e madeira de cedro, também avermelhada (v. 6). As cinzas seriam como sangue desidratado, que combinado com água produziria ‘água de purificação’, que deveria ser aspergida (vs. 17-20) (Andrews Study Bible).

não tenha ainda levado jugo. Uma vez que era escolhido para um propósito especial, esse animal não deveria ter sido usado para o trabalho doméstico comum (ver Dt 21:3; 1Sm 6:7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Eleazar. Já que o sacrifício da novilha era uma questão importantíssima, nenhum sacerdote comum deveria realizá-lo. Eleazar era o segundo na hierarquia, atrás somente de Arão, a quem um dia substituiria no ofício. Não era bom que Arão, o sumo sacerdote, se contaminasse, ficando temporariamente inapto para exercer os deveres sagrados (v. 7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

aspergirá para a frente da tenda da congregação. Aspergir na direção do santuário fazia deste ritual um sacrifício, consagrado a Deus (Andrews Study Bible).

sete vezes. O número da perfeição (ver Lv 4:17); portanto, denota simbolicamente a perfeição da expiação (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

9 A cinza da novilha, com água, purificava os que pecavam, não à semelhança de Corá, mas dos que se arrependiam por alguma contaminação. Nosso meio de purificação é a confissão diante de Cristo (1 Jo 1.9) (Bíblia Shedd).

Cedro, hissopo e estofo carmesim. Jogados sobre a novilha ainda em chamas, misturavam-se com as cinzas do cadáver para formar ingredientes da purificação. […] Nos três elementos havia uma referência típica ao derramamento do sangue de Cristo (ver Hb 9:13,14) [Cedro e hissopo: propriedades medicinais; cedro: símbolo de fragrância e ausência de corrupção; hissopo: símbolo de purificação; estofo carmesim: cor da novilha, representava o pecado (Is 1:18) e o sangue];  (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

11 cadáver. Contaminação por cadáver era a máxima impureza ritual, refletindo o estado humano de mortalidade que resulta do pecado (Gên. 3; Rom. 5:12; 6:23) (Andrews Study Bible).

13 contamina o tabernáculo do Senhor. A negligência intencional de se purificar desta severa impureza causaria automática profanação do santuário, que poderia ocorrer á distância, sem que a pessoa adentrasse o recinto sagrado (ver tb. v. 20; Lev. 20:3). Em caso de pecado tão grave, o ofensor era “cortado”. Esta punição, administrada pessoalmente por Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem. Poderia significar que a linha de descendentes do ofensor morreria, de forma que a pessoa não seria nem mesmo lembrada na história porque não haveria ninguém que prosseguisse com seu nome. O fato de que o castigo continuaria após a morte explica porque alguém poderia ser apedrejado até a morte e “cortado” (Lev. 20:2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” ao ser “cortado” (Dan. 9:26). Mas porque Ele era inocente e levou sobre Si o pecado de outros, Ele retornou da morte da qual não há retorno e viu os Seus descendentes (“semente”, “posteridade”, Is. 53:10)  (Andrews Study Bible).

16 ou numa sepultura. Daí o costume de caiar o exterior das sepulturas, para torná-las visíveis (ver Mt 23:27; Lc 11:44) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

17 Água corrente. Literalmente, “água de vidas”, ou água viva (ver Lv 14:5; Jo 4:10) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).



Números 19 – Rosana Barros by Ivan Barros
30 de agosto de 2025, 0:45
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“Um homem limpo ajuntará a cinza da novilha e a depositará fora do arraial, num lugar limpo, e será ela guardada para a congregação dos filhos de Israel, para a água purificadora; é oferta pelo pecado” (v.9).

Diferentemente dos demais rituais, o da água purificadora era derivado do sacrifício de um animal específico: “uma novilha vermelha” (v.2). Como todos os demais, incluía procedimentos específicos para serem realizados e tinha um objetivo específico: purificar. Em alguns casos, o homem tornava-se imundo e necessitava de uma cerimônia que pudesse purificá-lo. No primeiro capítulo das Escrituras, está escrito: “E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). E em seu último capítulo, Jesus nos oferece a água viva: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Ou seja, a água é símbolo da criação e também da redenção.

Em sua jornada pelo deserto, por duas vezes, Israel recebeu por fonte de água uma rocha. No livro do profeta Isaías, encontramos a seguinte palavra do Senhor: “Há outro Deus além de Mim? Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (Is.44:8). O salmista escreveu e o apóstolo Pedro ratificou: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular” (Sl.118:22; 1Pe.2:7). Cristo é a Fonte da água viva, o Doador da pureza, a Rocha da salvação. Na gênese da Terra, o Seu Espírito estava por sobre as águas (Gn.1:2); no início de Seu ministério terrestre, Ele foi batizado nas águas (Mt 3:16); certa feita, foi encontrar Seus discípulos andando sobre as águas (Mt.14:25); foi com água que lavou os pés dos discípulos ensinando-lhes a preciosa lição da humildade (Jo.13:5); Seu último pedido à humanidade foi por água (Jo.19:28); Seu último chamado ao homem consiste em uma oferta de água (Ap.22:17).

Creio que o encontro de Jesus com a mulher samaritana seja o episódio mais conhecido e mais esclarecedor acerca do simbolismo da água. Considerada uma mulher imunda e desprezada por sua condição de vida, aquela mulher teve o sublime privilégio de experimentar a água purificadora direto da Fonte. Através daquele episódio, Cristo deixou claro que ninguém é tão imundo que não possa ser limpo. Pecado algum é tão grande que não possa ser perdoado. Hoje, não há mais aquela cerimônia da água purificadora. Na verdade, há uma real oportunidade de cura e de restauração através de Cristo Jesus. Aquele ritual apontava para Cristo e Sua missão de resgate: “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14).

A suprema Fonte deseja nos tornar Suas fontes intermediárias no mundo. Aquela mulher junto ao poço não só bebeu da rica Fonte, mas, compreendendo a mensagem, tornou-se uma fonte a jorrar para a vida eterna na vida de seus compatriotas, inclusive aqueles que antes a perseguiam e rejeitavam. Assim como Cristo aproximou-se dela sem levar em conta os seus muitos pecados, imediatamente ela decidiu fazer o bem sem olhar a quem. A morte do Unigênito de Deus deu ao mundo o livre acesso à água purificadora. Todos que desejam viver piedosamente em Cristo necessitam ser lavados por Ele. E o batismo é o símbolo que sela esse desejo de assumir um compromisso com Cristo e a inauguração de uma nova vida com Ele.

Instituído na nova aliança, o batismo por imersão representa a linda decisão do pecador em ter sua vida renovada e o primeiro passo na direção do reino dos Céus. Jesus mesmo afirmou: “Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo.3:5). O batismo não é segurança de salvação, amados, mas é o meio que Deus usa para criar o primeiro vínculo do pecador com a pureza de Cristo. Não há poder algum nas águas batismais, mas nAquele que se faz presente por sobre as águas. O Espírito Santo pairava por sobre as águas na criação, pairou sobre Jesus em Seu batismo e paira sobre as águas do batismo de cada pessoa que, sinceramente, decide dar este passo de fé.

Se você ainda não se decidiu pelo batismo, continue estudando a Bíblia, ore ao Senhor, e Ele certamente o guiará para a melhor decisão de sua vida. A água purificadora o espera. Se você tem a oportunidade de tomar uma decisão hoje, “não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Aceite o chamado de Deus: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At.2:38).

Ó Senhor, nosso Deus, Tu que tens a água purificadora, a refrigerante água da vida, lava-nos, purifica-nos, limpa-nos de nossos pecados e impurezas! Como necessitamos desta obra de purificação, Senhor! Muitos de nós já fomos batizados, mas precisamos beber da água da vida e ser lavados por ela todos os dias, através de um relacionamento real e salvífico com Jesus. Por isso, Pai, reaviva-nos! E que o Teu Santo Espírito ajude os meus amados irmãos que ainda precisam tomar a decisão de descer às águas do batismo. Que eles ouçam o Teu chamado e se entreguem ao sublime privilégio de seguir os passos de Jesus. Obrigada por Tua paciência em nos esperar e em nos amar, Pai querido! Por Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, purificados pela Água da Vida!

Rosana Garcia Barros

#Números19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2025, 0:30
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Quanto vale teu tempo? A avaliação depende de como você vive. “Se você está tão ocupado que não tem tempo para estar em comunhão com Deus, saiba que estás mais ocupado do que Deus deseja” (D. L. Moody). Então, valorize-se; pare um pouquinho e reflita…

Este pequeno capítulo oferece-nos grandes verdades…

1. Revolta e rebelião contra Deus e Seus líderes alcança um resultado “terrível de miséria e morte” (Paul R. House). Durante os 40 anos que o povo passaria no deserto como consequência de seu pecado, 40 pessoas morreriam em média por dia.
2. Com objetivo de conscientizar pecadores com relação ao caminho da vida, Deus providenciou um meio de purificação do pecado. O pecado tem o antídoto da vida, e Deus tem o antídoto da morte; para viver, é preciso confiar nEle.
3. O ritual da morte da novilha vermelha, a utilização de suas cinzas com água e o aspergir sangue sete vezes quando morresse alguém, tornou-se obsoleto, foi necessário para o povo durante seu jornadear no deserto. Contudo, precisamos considerar suas aplicações espirituais: Purificar-nos do pecado que nos mata!

Celular sem bateria não tem utilidade, assim como o ser humano sem Deus está desligado da fonte da vida. Jesus é o condutor que religa-nos a Deus quando estamos separados/desligados pelo pecado. Ele é o Salvador – nossa única esperança diante da lambança que causamos com nossos atos.

O simbolismo da novilha:

• Sua cor avermelhada: Reconhecimento de nossa condição pecaminosa que leva-nos à morte (vs. 1-2; Isaías 1:18).
• Suas características: Perfeita, sem ter sido coagida ao trabalho pesado; apontava para Jesus que nunca pecou, mas submeteu-se voluntariamente à morte por nossos pecados (v. 2);
• Seu sacrifício: Fora do acampamento, como Cristo morreu fora da cidade de Jerusalém (v. 3; Hebreus 13:12);
• Seu sangue: Aspergido sete vezes em direção ao tabernáculo pelo sacerdote vestido de vestes brancas e puras; apontava para a ministração de Cristo no Céu pelos pecadores após Sua morte no Calvário (v. 4);
• Suas cinzas: Utilizadas com água para purificar os impuros por lidaram com a morte de entes queridos. Jesus nos purifica do pecado dando-nos acesso à vida (vs. 5-22).

Conecte-se a Cristo, purifica-te do pecado; assim terás tua bateria da vida recarregada!

Jesus morreu para dar-nos vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 18 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 18 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 18 by Luís Uehara
29 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/18

Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.

Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).

O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.

John Beckett
Professor de Computação
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2025, 0:50
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1414 palavras

1-32 Este trecho descreve a responsabilidade sacerdotal da família de Arão acima daquela dos demais levitas . Bíblia Shedd.

1-17 Arão e sua família, escolhidos pelo Senhor para ser os sacerdotes verdadeiros da adoração santa, tinham diante deles uma tarefa pesada. A lamentação do povo em 17.12, 13 [“aquele que se aproximar do tabernáculo morrerá; acaso, morreremos todos?”] era real; pecados lastimáveis contra o santo lugar de encontro entre o Senhor e o Seu povo seriam julgados pela morte. A misericórdia entre o Senhor e o Seu povo ao prover um sacerdócio legítimo era, na realidade, um aspecto da Sua graça (cf. Sl 99.5-8), porque era a única esperança do povo de ser liberto da condenação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 Disse o Senhor a Arão. Este raro discurso direto a Arão (veja também Lev. 10:8), ao invés de através de Moisés, enfatiza que o Senhor o escolheu como sumo sacerdote (compare cap. 17). Andrews Study Bible.

Levareis sobre vós a iniquidade relativamente ao santuário. O Senhor anuncia aqui Sua solução para o temor do povo (continuando o tema do cap. 17). Os sacerdotes e levitas coatitas (da casa dos pais de Arão, que levavam os objetos sagrados; 4:1-20; 7:9), em lugar da comunidade como um todo, seriam os responsáveis pelas violações à santidade do santuário por qualquer israelita. Isto dava aos sacerdotes e à guarda levita sério incentivo a prevenir qualquer violação, imediatamente matando o ofensor, se necessário (v. 7; 1:51). Somente os sacerdotes seriam responsáveis se alguém, incluindo qualquer sacerdote não qualificado para o ofício (alcoolizado, amaldiçoado, impropriamente purificado ou vestido, etc), tentasse realizar os deveres sacerdotais indevidamente, como Corá e seus associados fizeram (cap. 16). Andrews Study Bible.

Traga também os seus irmãos levitas (NVI). Os sacerdotes arônicos deviam ser ajudados pelos demais membros da tribo de Levi, mas os ajudantes não deviam ir além do seu papel de serventes. Se o fizessem, não somente eles morreriam, mas também os sacerdotes responsáveis (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não se aproximarão. A ordem não se referia aos coatitas (Nm 4.15), mas só aos outros levitas. Os coatitas não deviam manejar os utensílios quando estavam descobertos, nem mesmo olhar para eles (Nm 4:19, 20). Essa proibição também incluía o altar de bronze (Êx 29:37), assim como o de incenso, pois ambos eram “santos”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 959.

atendereis ao vosso sacerdócio. Os obreiros de Deus devem ter orgulho do seu ofício na causa do Senhor e sempre se manter imaculados perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 960.

em tudo concernente ao altar, e ao que estiver para dentro do véu. A palavra hebraica para “véu” se refere tanto ao “véu interno” (ver Ex. 26:31 para a fabricação deste objeto) quanto ao santuário como um todo (Num 18:7) […] Num. 18:7 não se refere explicitamente ao serviço sacerdotal no lugar santo do tabernáculo, mas é implícita que seria a área circundante pela menção das áreas ao lado. Andrews Study Bible.

Por ofício como dádiva. O serviço religioso, longe de ser uma servidão imposta aos crentes, é um galardão, é uma alegria, é um dom gracioso. O estudo das coisas de Deus, a meditação que se faz em torno da Sua Palavra, longe de ser um dever religioso, é um alívio que torna tudo na vida mais fácil de aguentar e de vencer poderosamente pela presença real de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

o estranho que se aproximar morrerá. Ou seja, qualquer um que não fosse sacerdote. Este não poderia ousar se aproximar do tabernáculo com a intenção de realizar qualquer dever sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 960.

porção a você (NVI). Os sacerdotes deviam ser sustentados no seu ministério (v. Lv 6.14-7.36). Como os levitas em geral e os sacerdotes em especial, não tinham parte nem porção da terra que Deus estava pra lhes dar, era necessário definir com clareza o modo de seu sustento. Não possuiriam nenhuma parte da terra; sua porção era o próprio Senhor (v. 20). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não dadas ao fogo. Isto é, do altar dos holocaustos. Os sacerdotes recebiam algumas coisas que não provinham do altar, como os 12 pães da proposição (ver com de Êx 25:30; Lv 24:5-8). CBASD, vol. 1, p. 960.

10 No lugar santíssimo. A expressão hebraica é igual àquela usada para o Santo dos Santos, onde ninguém podia penetrar, a não ser o Sumo Sacerdote uma vez por ano. Aqui quer dizer “num lugar muito santo”, e, portanto, só dentro do tabernáculo. Bíblia Shedd.

11 Isto será teu. “Isto” é uma referência às coisas menos santas. CBASD, vol. 1, p. 960.

e a tuas filhas. Essas dádivas não eram exclusivamente para uso dos homens (Lv 10:14; 22:13). Era necessário, porém, comê-las num lugar limpo (Lv 10:14), dentro do arraial(Dt 12:6, 7, 17, 18), e nenhuma pessoa imunda podia participar delas (Lv 7:20, 21, 22:4). CBASD, vol. 1, p. 960.

12 Todo o melhor. Literalmente “a gordura”, pois ela simbolizava a riqueza tanto em alimentos como em sacrifícios (Dt 32:14; Sl 63:5; Êx 23:18; 29:13, 22; 1Sm 2:15, 16). O termo também era usado para se referir aos melhores produtos da terra (Gn 45:18). CBASD, vol. 1, p. 960.

14 Aqui estamos percebendo qual é a fonte de renda da tribo de Levi. Os sacrifícios ofertados são também para alimentar os sacerdotes, as primícias dedicadas à casa de Deus são para os servos da casa, e qualquer objeto separado para ser propriedade do tabernáculo também passa a pertencer a essa tribo. Se o próprio Deus é a porção e herança dos seus servos (20), é claro que Deus não os desamparará nas suas necessidades físicas e terrestres. Bíblia Shedd.

15 o que abrir a madre. Aquele que nascia primeiro, se fosse do sexo masculino, pertencia aos sacerdotes. Se nascia primeiro uma fêmea, o macho que vinha depois não devia ser dos sacerdotes, já que nesse caso, ele não abrira a madre (Êx 13:2). CBASD, vol. 1, p. 961.

16 Cinco ciclos [shekels] de dinheiro. Sessenta gramas de prata. O ciclo do santuário, que é de vinte geras. Um gera equivalia a 0,6 gramas (Nota Bíblia NVI).

Preço estabelecido para a troca dos primogênitos pelos levitas (Nm 3:46, 47). Os judeus de hoje têm uma cerimônia derivada desse resgate, quando o filho primogênito completa um mês de vida. CBASD, vol. 1, p. 961.

17 não resgatarás. Isto é, não se aceitava uma soma de dinheiro como resgate, mas o animal em si devia ser sacrificado. Isso no caso de animais limpos; só os imundos, que não podiam ser sacrificados, deveriam ser resgatados (v. 15). CBASD, vol. 1, p. 961.

19 Aliança perpétua de sal. Isto é, um pacto inviolável e indissolúvel (Jr 33.18-22). Bíblia Shedd.

O sal, um conservante, é um símbolo apropriado do que é incorruptível. CBASD, vol. 1, p. 961.

Portanto, esta expressão enfatiza a permanência da promessa de Deus em prover sustento aos sacerdotes. Andrews Study Bible.

22 nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação. Isto não significa que os israelitas não pudessem se chegar ao tabernáculo com propósitos legítimos, como para oferecer seus sacrifícios. Andrews Study Bible.

24 em oferta. Para que o povo se sentisse disposto a dar seus dízimos aos levitas, eles são representados como uma “oferta” a Yahweh. …os dízimos deviam ser oferecidos a Deus, e … Ele, por Sua vez, os daria aos levitas. CBASD, vol. 1, p. 962.

26-32 Emboras os levitas fossem os beneficiários do dízimo dedicado ao Senhor, eles mesmos não estavam isentos de prestar culto a Deus mediante o pagamento do dízimo. Eles, por sua vez, deviam dar a Arão a décima parte do que recebiam (v. 28), além de certificar-se de que a melhor parte fosse entregue como a porção do Senhor (v. 29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Arão, o sacerdote. Os que não eram levitas eram muito mais numerosos do que os levitas, numa proporção de quase 30 por 1 (ver Nm 2:32; 3:39). Isso significa que os levitas estavam bem providos. Portanto, era adequado que, assim como os levitas recebiam dízimos do povo, devolvessem, por sua vez, seu dízimo aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 962.

30 Como se fosse produto. Será contado por renda normal da tribo, tão merecida como no caso das tribos que mantém fazendas e territórios, e ganham despojos de guerra, e lucros do comércio e da indústria, das exportações e da mão-de-obra. Bíblia Shedd.

31 o restante deles [dos dízimos] é vossa recompensa. Estava sob controle deles, para ser usado em casa, dividida com toda a família ou vendida para comprar outras coisas (ver Mt 10:10; Lc 10:7; 1Co 9:4; 1Tm 5:18). CBASD, vol. 1, p. 9612

32 Não profanareis as coisas sagradas. Dinheiro e bens oferecidos para a Causa de Deus têm que ser usados dentro daquilo que o próprio Deus ensinou, senão, dá-se o caso de roubar ao Senhor. O ministro, cujo salário vem das ofertas do povo, pode e deve cuidar da sua saúde e do seu lar, mas sempre lembrando que é mordomo dos bens consagrados a Deus. Bíblia Shedd.



Números 18 – Rosana Barros by Ivan Barros
29 de agosto de 2025, 0:45
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“Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra, herança nenhuma terás e, no meio deles, nenhuma porção terás. Eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (v.20).

Confirmado o sacerdócio de Arão e sua descendência, o Senhor cuidou de confirmar os seus direitos e deveres no santo ofício. Como representantes do povo diante de Deus, Arão e seus filhos carregavam sobre si o peso da responsabilidade pelas iniquidades do povo. Também necessitavam de mediação e deveriam ser exemplo perante Israel, por meio de uma vida de santa consagração e serviço. Seus “irmãos, os levitas” (v.6), também foram separados pelo Senhor para servirem na tenda da congregação, segundo as orientações e limites estabelecidos por Ele.

A parte devida aos sacerdotes, como uma espécie de salário por seu serviço, consistia nas ofertas e nas “coisas consagradas dos filhos de Israel” (v.8). Tudo seria dado a eles, exceto o que deveria ser consumido no fogo do altar. Também lhes cabia tomar para si “o melhor do azeite” (v.12), as primícias da terra e o valor dado pelo resgate dos primogênitos. Deus reservou para os sacerdotes praticamente tudo o que Israel levava ao santuário. Apesar de terem sido destituídos de possuir terras, o Senhor lhes proveu porção de valor inestimável, ao declarar: “Eu sou a tua porção e a tua herança” (v.20). Já os dízimos, ou seja, a décima parte das rendas do povo, eram revertidos aos levitas, que também não teriam parte na “herança no meio dos filhos de Israel” (v.23).

O santo ofício sacerdotal era uma figura do sacerdócio de Cristo, que levou sobre Si as nossas iniquidades e nos proveu um sacrifício aceitável a Deus para a nossa redenção. Os sacerdotes de Israel eram apenas uma representação do que Cristo fez e faz pela humanidade caída. Ele comprou para nós o direito de estarmos diante de Deus sem precisarmos mais de mediadores humanos, pois há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Em Seu ministério terrestre, Jesus cumpriu fielmente a obra que o Pai Lhe designou, “tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). E em Seu ministério celeste, oficia hoje diante do Pai como o nosso Sumo Sacerdote, intercedendo em nosso favor, até que sejam selados todos os servos de Deus (Ap.7:3).

Há uma exortação divina em cada porção das Escrituras de que a nossa única segurança está em seguir os passos de Jesus Cristo. Todo o serviço do santuário apontava para Cristo, Sua vida e obras. E Sua perfeita obediência nos permitiu participar com Ele da Sua vitória. NEle recebemos poder para obedecer. Contudo, sendo incapazes de cumprir a lei sem o peso de nossos pecados, somente por Cristo e Sua justiça perfeita podemos ser coparticipantes de Sua natureza. Portanto, se não fizermos de Cristo Jesus a nossa porção aqui, não teremos parte alguma na herança futura.

Como “sacerdócio real” de Deus nos últimos dias (1Pe.2:9), cumpre-nos viver de modo digno do nosso chamado; como quem não espera recompensas nesta Terra, mas o galardão eterno que Cristo nos comprou. Enquanto aqui estivermos, depositemos diante do altar do Senhor as primícias de tudo o que temos e somos, e que, pela fé, aceitemos o resgate que foi pago em nosso favor. Se Deus for a nossa porção, “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).

Seja Deus a nossa porção e teremos lugar na herança que Jesus nos garantiu: “voltarei e vos levarei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).

Nosso Deus e Mantenedor, graças Te damos pois Tu és a nossa porção! Graças Te damos por suprir as nossas necessidades e, principalmente, pela provisão celestial ao enviares Teu Filho amado para pagar o preço do nosso resgate! Graças Te damos pelo Teu Espírito, o maravilhoso Consolador que nos mantém em Teu caminho eterno! Ó, Pai, ajuda-nos a viver a Tua vontade a cada dia e a estarmos sempre satisfeitos com as bênçãos que nos dás! Santifica-nos, Senhor! E volta logo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, herdeiros da promessa!

Rosana Garcia Barros

#Números18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100