Reavivados por Sua Palavra


OSÉIAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



OSÉIAS 13 by Jobson Santos
5 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/13

Efraim era poderoso entre as tribos do norte. Por causa da perseguição contínua contra aqueles que não dobraram seus joelhos a Baal, Israel morreu espiritualmente (13:1). E na época do profeta Oséias, eles se afundaram ainda mais no pecado ao fazer imagens adicionais e adorá-las. Portanto, Deus não permitiria que esses israelitas ficassem na terra.

Deus havia tirado Israel da escravidão no Egito, e eles fizeram do Deus vivo o seu Deus. Nenhum outro deus poderia tê-los salvado (13:4). O Deus do céu mostrou Seu amor e intimidade com eles no deserto por 40 anos (13:5).

No entanto, quando Deus lhes deu prosperidade e comida suficiente para comer, eles se afastaram Dele. A única solução para melhorar a situação era permitir a deportação de Israel de Canaã para a terra de sua escravidão na Assíria (13:11). Foi necessário que Israel experimentasse a dor em um país estrangeiro (13:13). Esse tipo de punição foi a única maneira de fazer o Norte de Israel perceber sua trágica situação. Sua rebelião espiritual contra Deus foi a razão de perderem seu país em Canaã e sua capital Samaria (13:16).

Reconheçamos que todas as boas dádivas vem de Deus e o obedeçamos como fruto de nosso amor e gratidão!

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1121
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de março de 2021, 0:50
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1339 palavras

1 Culpado. Isto, evidentemente, refere-se ao culto de Baal (para o qual, sem dúvida, a adoração do bezerro havia preparado o caminho), que havia sido introduzido em Israel por Acabe, por influência da rainha Jezabel (ver IRs 16:29-33). Graças aos esforços de Elias (IRs 18) e do rei Jeú (2Rs 9, 10) esse mal recebeu um revés, mas não foi erradicado e irrompeu novamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1025.

Morreu. A idolatria de Efraim resultou em degradação nacional e morte política. 0 reino perdeu a posição alta e exaltada, e sua honra foi lançada ao pó. Efraim se tornou espiritualmente morto, pronto para o enterro que viria em breve (ver Ef 2:1). Abandonar o Senhor e se divertir com o pecado sempre traz um resultado certo: a morte (ver Ez 33:10, 11;
Rm 6.23).CBASD, vol. 4, p. 1025.

O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/.

2. Agora. A palavra marca significativamente a transição a partir da introdução do culto a Baal (ver com. do v. 1) às condições dos dias de Oseias. Era uma coisa abominável fazer e adorar uma imagem de escultura como uma representação material do verdadeiro Deus, como fez Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33), violando assim o segundo mandamento e negligenciando a instrução solene de que a adoração a Deus deve ser espiritual, não material (ver Ex 20:4-6; Jo 4:24). Mas foi duplamente hediondo introduzir outros deuses, como o fenício Baal, em violação direta ao primeiro mandamento, que requer a adoração exclusiva ao Senhor (ver Ex 20:3). E, então, nos dias de Oseias, todas as formas de idolatria continuavam “mais e mais”, até que a nação ficou infestada com essas falsas religiões. CBASD, vol. 4, p. 1025.

Beijam bezerros. Era costume dos adoradores de ídolos beijar o objeto de adoração (ver IRs 19:18). Se não fosse possível se aproximar da imagem (como a Lua), o sinal era enviado pelo adorador, beijando sua própria mão (ver com. de Jó 31:27). CBASD, vol. 4, p. 1025.

3. Como nuvem de manhã. A prosperidade de Efraim seria de curta duração (ver Sl 37:35, 36). A apostasia traria sobre ele a punição certa e rápida. Estas quatro figuras: a nuvem da manhã, o orvalho da madrugada, a palha e a fumaça muito expressivamente denotam a natureza transitória da existência nacional de Israel. A Bíblia está cheia de figuras que representam a transitoriedade da vida humana (ver Is 40:6-8; Tg 4:14, etc). CBASD, vol. 4, p. 1026.

4. Não há salvador. Oseias aqui se refere ao Senhor como o único Deus verdadeiro, ao passo que todos os outros deuses eram fraudes (ver Is 43:10-12; Is 45:20, 21). A libertação de Israel do Egito foi uma prova incontestável do poder de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1026.

6. Eles se fartaram. Nas ricas pastagens do amor e da bondade de Deus, o Seu povo se fartou. Efraim é como um animal de trabalho doméstico (ver com. de Os 10:11) que, em um pasto demasiadamente luxuriante, torna-se teimoso e incontrolável. CBASD, vol. 4, p. 1026.

Ensoberbeceu-se-lhes o coração. Literalmente, “o invólucro do seu coração”, isto é, o pericárdio, a membrana que envolve o coração. Israel havia fechado seu coração a Deus. O castigo divino é retratado como o rasgar do coração fechado, por um leão. O profeta apresenta um impressionante paralelo com o dia do juízo, quando os corações serão abertos diante de Deus (ver Hb 4:13; 10:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Esqueceram. Em vez de se lembrar de Deus com gratidão e moldar a vida de acordo com Sua graça abundante, o povo se encheu de orgulho e se esqueceu do Criador. Quanto mais os bens deste mundo são procurados e valorizados, mais Deus, o grande doador de todos os bens, é esquecido. Este foi o grave pecado de Israel para o qual o profeta tantas vezes chama a atenção da nação (ver Os 2-5; 4:7; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 1026.

7. Como leão. Uma figura que apropriadamente descreve a destruição que inevitavelmente se segue ao pecado de Israel. As bestas vorazes mencionadas aqui, o leão com sua ferocidade e o leopardo com a sua agilidade, simbolizam a breve invasão dos assírios, que traria fim ao reino do norte (ver 2Rs 17:1-6). CBASD, vol. 4, p. 1026.

8. Como ursa. Poucos animais são mais ferozes do que a ursa quando roubada de seus filhotes ou quando está faminta. A LXX, para esta frase de abertura traz: “Vou encontrá-los pelo caminho da Assíria, como uma ursa feroz.” As três feras mencionadas: o leão, o leopardo e o urso adequadamente exibem o poder de Deus e o furor de Sua ira. Se o pecador escapar do leão, o leopardo o alcança; se ele fugir do leopardo, a ursa selvagem o encontra. Parece que Oseias está se esforçando para demonstrar ao povo a realidade do que significa a visitação da ira divina. O profeta aqui emprega as mesmas figuras aterradoras do mundo animal que, muitas vezes, são utilizadas em outras passagens para simbolizar as nações que Satanás emprega para se opor e devorar o povo de Deus (ver Jr 4:7; 50:17, 44; Ez 32:2; Dn 7:4-7). CBASD, vol. 4, p. 1026.

9. A tua ruína. Israel se destruiu com as armas do orgulho, idolatria, sensualidade e anarquia. O pecado é sempre suicida (Pv 8:36; Ez 18:20; 33:10, 11; T5, 120). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Teu socorro. A crise extrema de Israel poderia ser, se o povo quisesse, a oportunidade de Deus (ver Is 49:14-16; Hb 13:5). 0 versículo é ao mesmo tempo um fim trágico e um começo confortador, uma garantia de que por um lado, se a ruína de Israel foi causada por suas decisões, por outro, ainda estava aberta para eles uma oportunidade de voltar ao Senhor. Enquanto por toda a história humana ira e ruína são o deserto do pecador, a bondade e a misericórdia são a dispensação de um Deus amoroso e justo. CBASD, vol. 4, p. 1027.

10. 0 teu rei. As perguntas, neste versículo, mostram claramente que os reis da própria escolha de Israel (ver com. de Os 8:4) não poderiam ajudar a nação. A razão pela qual os israelitas pediram um rei era para que ele pudesse julgá-los e sair diante deles para lutar suas batalhas (ISm 8:19, 20). Seu medo do que as nações hostis poderiam fazer-lhes provocou uma crise que, como julgavam, apenas um rei poderia resolver adequadamente. Na crise que estava diante deles — frente à ] ameaça da invasão assíria — o Senhor pergunta: “Onde está agora o rei que vai levá-los para defender todas as suas cidades e as suas fortalezas, e dar-lhes a vitória? Onde estão os juizes e os príncipes que os livrarão do perigo?” Naturalmente, a resposta é que auxiliares tão poderosos não podem ser encontrados. CBASD, vol. 4, p. 1027.

11. Dei-te um rei. Este rei, sem dúvida, é Saul (ver ISm 8:4-7; 9:22-10:1). … E um pensamento sóbrio afirmar que Deus pode punir as pessoas, concedendo-lhes o que desejam. CBASD, vol. 4, p. 1027.

12. Atadas juntas. Como um homem, segundo o costume, guarda o dinheiro em um saco e deposita em algum lugar secreto a fim de que possa ser preservado, do mesmo modo, Deus havia guardado cuidadosamente os pecados de Efraim (ver Dt 32:34, 35; Jó 14:17). O dia do acerto de contas de Efraim havia chegado. CBASD, vol. 4, p. 1027.

14. Meus olhos não vêem em Mim arrependimento algum. O que de fato Ele faz é chamar a morte e o sheol para fazer o trabalho deles, e, nesse momento, a compaixão vai estar ausente enquanto faz o que é para Ele uma “obra estranha” (Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 1028.

15. Aquele que ele viceja. Trata-se um jogo de palavras. O nome de Efraim, por derivação comum, é derivado de um radical que significa “ser frutífero” (ver Gn 49:22). CBASD, vol. 4, p. 1028.

Vento leste. Ventos do leste na Palestina, vindos do deserto, tendem a ser quentes e escaldantes (ver com. de Jr 18:17). Os exércitos poderosos da Assíria são representados por esta imagem. CBASD, vol. 4, p. 1028.

Serão despedaçados. Sobre os costumes bárbaros nas guerras antigas ver com. de Jz 1:6; 2Rs 8:12, cf. 2Cr 25:12. CBASD, vol. 4, p. 1028.



OSEIAS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de março de 2021, 0:45
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“A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim o teu socorro” (v.9).

Mediante a apostasia e a idolatria, Israel se afastou de Deus e levantou para si “ídolos segundo o seu conceito” (v.2). Ignorando os mandamentos inaugurais – “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura” (Êx.20:3-4) – sacrificavam a seus ídolos e até beijavam bezerros (v.2). Cegos para enxergar a sua condição miserável e fatalmente destinada à destruição, os filhos de Israel insistiam em permanecer distantes do Senhor e alheios à voz profética. Como presas fáceis rapidamente caminhando em direção às “feras do campo” (v.8), logo colheriam o resultado de sua insensatez.

Enquanto pecavam “mais e mais” (v.2), transgredindo abertamente a lei divina, Deus Se revelava a eles como “o Senhor, teu Deus” (v.4). Em cada advertência havia uma extraordinária medida de bondade e misericórdia. Que não havia “outro deus” e que não havia outro Salvador (v.4), era a verdade que libertaria Seu povo da escravidão do pecado, caso dessem ouvidos a Ele. Do deserto a Canaã, o Senhor trouxe à lembrança a fidelidade de Sua aliança e a facilidade com que Seu povo dEle se esquecia (v.6). Quando em apuros, clamavam a Deus por livramento, mas, “uma vez fartos”, eram vencidos pela soberba (v.6) e voltavam ao seu estado de trevas anterior. O Salmo 107 reflete bem a condição de Israel e a misericórdia divina:

“Andaram errantes pelo deserto, por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem. Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma. Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações. Conduziu-os ao caminho direito, para que fossem à cidade em que habitassem. […] Os que se assentam nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em ferros, por se terem rebelado contra a Palavra de Deus e haverem desprezado o conselho do Altíssimo, de modo que lhes abateu com trabalhos o coração – caíram, e não houve quem os socorresse. Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações” (Sl.107:4-7, 10-13).

Através de Jesus Cristo, Deus proveu ao homem o livramento de suas tribulações. O Filho de Deus tomou sobre Si o nosso “pecado […] armazenado” (v.12) e nos “chamou das trevas” e das sombras da morte “para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Israel não precisava testemunhar mais milagres no céu e na terra, e sim que o maior milagre de todos fosse realizado nos corações: a genuína conversão. “Eu os remirei do poder do inferno”, disse o Senhor, “e os resgatarei da morte; onde está, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição?” (v.14). Essa era a obra que Deus desejava operar no meio do Seu povo. Essa é a obra que Ele está realizando no meio do Seu último povo.

Todo aquele que houver rejeitado a Cristo e Sua obra substitutiva, “levará sobre si a sua culpa” (v.16) e, sobrevindo o “vento do Senhor” (v.15) com as sete últimas pragas (Ap.7:1; Ap.16), sentirá dores como a “de parturiente” (v.13). Rejeitaram a Palavra de Deus e não deram ouvidos aos testemunhos inspirados, portanto, serão “como palha que se lança da eira e como fumaça que sai por uma janela” (v.3). Ainda assim, antecedendo esse tempo, pouco antes de se fechar a porta da graça, muitos que haviam empregado grandes esforços em lançar por terra as verdades das Escrituras e difamado os escritos de Ellen White, terão seus olhos abertos ao contemplar as cenas finais e o testemunho fiel e verdadeiro do remanescente de Deus, unindo-se a ele como última força combativa.

Como últimos soldados de Cristo Jesus, “a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso” (Ef.6:12), isto é, contra Satanás e seus anjos. Uma luta que se desferida pela força do braço humano já teria nos esmagado desde o primeiro pecado no Éden. Mas porque o nosso Redentor pisou na cabeça do nosso adversário, “nem a morte […] poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38, 39). “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Co.15:54-55). Logo as profecias de Isaías e Oseias se cumprirão. Que, pela graça de Deus, façamos parte do seleto grupo, dos que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap.12:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, redimidos pelo sangue do Cordeiro!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de março de 2021, 0:40
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Ser escolhido por Deus não é garantia de salvação. Saul foi escolhido por Deus, e se perdeu. Do mesmo modo, o povo de Israel, caso não perseverasse no caminho do Senhor, estaria irremediavelmente perdido.

O mesmo pode ser dito dos cristãos: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 24:13). “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, fortalecei-vos” (I Coríntios 16:13). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (I Coríntios 10:12).

Israel foi o povo escolhido por Deus. Entretanto, não perseverou nos caminhos do Senhor. Sua condição não era das melhores. Talvez muitos de nós estejamos exatamente assim.

• Pelos acontecimentos descritos em 1 Reis 11:1-40, Israel do Norte se sobressaia como nação (v. 1). Como quase sempre acontece, a prosperidade prepara a humanidade para a pecaminosidade; assim, o povo de Deus estava em queda livre por causa da atração pela idolatria (vs. 2-3). E ainda está.

• A religião adaptada ao gosto do freguês e não ao gosto de Deus, a igreja que “fabrica deuses”, e os profissionais da religião que promovem seus próprios produtos visando cada vez mais lucros, dão ao povo uma religião vazia e oca, uma espiritualidade desprovida de conteúdo sólido, deixando as pessoas áridas na fé. Mas Deus continua revelando Seu terno e eterno amor desejando salvar pelo menos alguns dos pecadores que fingem conhecê-lO (vs. 4-6).

• Deus é rejeitado; e, Seu amor, desprezado pelos pecadores condenados. Que miséria! Quanta insensatez! Tamanha loucura não tem igual! Ficamos horrorizados com Israel, mas não somos tão diferentes. É possível que muitos de nós estejamos tão iludidos espiritualmente quanto o antigo povo de Deus. O aviso divino através de profetas é uma forma de despertar corações iludidos para um reavivamento e uma reforma (vs. 7-15).

• Quando a solução ofertada por Deus é rejeitada, não resta outra coisa senão deixar que cada um colha o tipo de sementes que plantou. O juízo é o momento de acertos de contas com quem não tem juízo. Nesse dia, os que foram loucos não serão poucos (vs. 15-16).

No dia do julgamento divino as pessoas ficarão com raiva de si mesmas por todas as atitudes negligentes que tiveram (Apocalipse 6:12-17).

Portanto, permaneça firme, não na rebelião, mas no caminho da salvação. Não seja teimoso, mas fiel e piedoso.

“Senhor, renova-nos, fortaleça-nos!”– Heber Toth Armí.



OSÉIAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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OSÉIAS 12 by Jobson Santos
4 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/12

Sou a filha do meio. Não tive os privilégios de ser a mais velha e não fui mimada como a mais jovem. Sinto que tive que lutar por tudo. Isso pode ter parecido funcionar em alguns aspectos enquanto filha, mas também teve seu preço – aprendi a ver os outros como adversários. Quando me tornei cristã, percebi que existe outra maneira de viver: em companheirismo e em cooperação com Deus.

Oséias 12:3, NVI, referindo-se a Jacó, nos diz, “No ventre da mãe segurou o calcanhar de seu irmão; como homem lutou com Deus.”

Conhecemos a história. Só depois que Jacó soube que não tinha como vencer é que ele deixou de lutar contra o Senhor e se apegou ao Senhor. Minha pergunta é: Por que temos que chegar a esse ponto? Por que nossa primeira reação a Deus é de antagonismo em vez de cooperação? Essa atitude ruim faz parte da natureza humana pecaminosa. Deus deixa claro que deseja nos salvar e nos abençoar. Jesus diz: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Mateus 11:28.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1120
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de março de 2021, 0:50
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548 palavras

1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019

2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos  que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.

3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.

4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021

10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.

11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.

12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024

13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024

14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024

Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024

Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024



OSEIAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de março de 2021, 0:45
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“No ventre, pegou do calcanhar de seu irmão; no vigor da sua idade, lutou com Deus” (v.3).

Desde o seu nascimento, Jacó revelou um caráter dúbio. Agarrado ao calcanhar de seu irmão gêmeo, ele saiu do ventre de sua mãe já lutando pela primazia. Cresceu ouvindo de Rebeca a promessa divina de que governaria sobre o seu irmão e isso lhe era um constante incentivo a buscar a oportunidade que confirmasse a profecia. Como o enganador no Éden, ele usou o apetite como meio de conquistar o direito da primogenitura (Gn.25:33-34). Aproveitando-se da cegueira de Isaque, se passou por Esaú, recebendo o que julgava ser a garantia da promessa. Como num filme, Jacó viu toda a sua vida envolta em mentiras e sua mente foi terrivelmente perturbada pela culpa enquanto vagava como fugitivo de seu próprio lar.

Foi no deserto, dormindo o sono da tristeza e da angústia, que Jacó teve o sonho que mudaria para sempre a sua vida e a história de sua descendência. Naquela escada mística (Gn.28:12), ele viu o caminho da salvação através da graça de um Deus que vai em busca do pecador. Pela primeira vez, Jacó “achou a Deus” (v.4). Logo após, apesar dos muitos anos de trabalho útil e bênçãos na casa de seu tio Labão, também foram anos de duras provas até que seu orgulho fosse transformado em humildade. Finalmente, Jacó estava pronto para voltar a Canaã, mas ainda precisava de uma última experiência; aquela que definiria o seu futuro e seria um símile da experiência do tempo de angústia nos dias finais.

O profeta Oseias resgatou a experiência de Jacó como um modelo para Israel. Ainda que Seu povo estivesse em situação de letargia, “o Deus dos Exércitos” (v.5) que lutou com Jacó estava em posição de batalha a fim de confirmá-lo como Israel, aquele que luta com Deus e com os homens e prevalece (Gn.32:28). Em vão lutou Jacó no ventre de sua mãe por uma posição terrena, mas foi “no vigor da sua idade” (v.3) que desferiu a luta que definiu o seu destino eterno. Em seu discurso laodiceano: “me tenho enriquecido e adquirido grandes bens; em todos esses meus esforços, não acharão em mim iniquidade alguma, nada que seja pecado” (v.8), Israel vivia o primeiro estado de Jacó, cego em seus próprios esforços inúteis. Necessitava da última luta vivificante e da conversão que levara Jacó a chorar e suplicar o favor divino (v.4).

O mundo grita as dores do parto como prestes a dar à luz. A Terra geme os resultados de milênios de pecado e o coração humano acompanha essa involução. Enquanto Jacó dormia, “ali falou Deus conosco” (v.4). De semelhante modo, há esperança aos que ainda estão em sonolência espiritual. O Senhor deseja despertar os Seus filhos a fim de que sejam Suas testemunhas; para, como Jacó, a experiência de seu encontro com Deus sirva como modelo para os que ainda dormem. Há uma luta à nossa frente prestes a começar. Eu ouso afirmar que ela já começou a revelar os primeiros sinais de sua intensidade. E só estaremos prontos para entrar na Canaã celeste se sairmos vitoriosos com Cristo do conflito final.

O Espírito Santo está a apelar: “converte-te a teu Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre” (v.6). Como temos nós respondido ao Seu comovente e urgente apelo? Só teremos forças para prevalecer na última grande luta se, como Jacó, o nosso eu estiver escondido em Deus. Certamente, encontraremos resistência nessa árdua jornada, pois nem todos entenderão e aceitarão a nossa entrega genuína a Deus. Porém, somos chamados a guardar o amor e orar até mesmo por nossos inimigos e pelos que nos perseguem, revelando o caráter do nosso Pai (Mt.5:44). Mas se, dia após dia, confirmarmos a nossa perseverança, o Espírito nos conservará “íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5:23). Busquemos ao Senhor enquanto podemos achá-Lo, porque Ele “cumprirá a Sua palavra sobre a Terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28). Vigiemos e oremos!

Bom dia, aqueles que lutam com Deus e prevalecem!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de março de 2021, 0:40
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Enquanto a natureza de Deus é inclinada a procurar pelo pecador, a nossa natureza é inclinada a se afastar de Deus. É por isso que precisamos da educação, repreensão e correção divina desde a infância. O pior, é que a maioria nunca aprende.

Perversão religiosa, ignorância espiritual e corrupção moral não ficarão sem punição. Deus quer livrar a humanidade de Sua ira contra o pecado, por isso Seu amor é revelado intensamente intentando alertar e atrair ao pecador. Caso o homem não queira seguir os planos divinos, terá de seguir o destino estipulado pelo pecado.

• Deuses de fantoches ou religião “fake fazem as pessoas brincarem de adoração como se fosse consagração verdadeira. Assim vivia Efraim, e assim vivem muitos crentes do século 21. Entretanto, Deus, almejando salvar ao pecador, reportou à história do início de Israel (vs. 1-6) quando Jacó, no ventre materno, lutou com seu irmão (Gênesis 25:26). Depois, já adulto, lutou com Deus (Gênesis 32:24-28); e, em Betel, se humilhou, chorou e orou, e então, encontrou-se com Deus. Houve, então, reavivamento e reforma (Gênesis 28:12-22; 35:1-15). A mesma atitude deveria ter manifestado Efraim e cada um de nós caso precisamos manifestar caso queiramos ser abençoados e salvos.

• Conquistas mundanas, sucesso material, fama secular e grandeza financeira não significam bênçãos nem segurança reais; o escândalo religioso, a moralidade em decadência, espiritualidade tola e lixo místico levam a sociedade à decadência, e muitos pensam que ela está se aperfeiçoando. Apesar dos pecadores não enxergarem a triste realidade, Deus desperta Seus agentes para revelar a podridão da alma e alertar do juízo vindouro contra o mal (vs. 7-11).

• Fraudulentos, hipócritas, traiçoeiros, trapaceiros, inconsequentes e perversos como Jacó podem se converter, se humilhar e se entregar ao Salvador antes que venha a desgraça por causa da rejeição aberta ao plano divino. Esperar pelo arrependimento é especialidade de Deus ligada ao perdão e Seu poder de reverter o quatro fatídico resultante do pecado (vs. 12-14; II Pedro 2:1-3; 3:7-13).

A prosperidade material cria paz e seguranças ilusórias nos indivíduos que “vegetam” neste mundo incerto, injusto, idólatra e imoral. A teologia da prosperidade prepara a humanidade para ir à perdição com tranquilidade (I Tessalonicenses 5:3).

O evangelho da prosperidade é perversão da verdade bíblica; portanto, devemos conhecer pessoalmente a Cristo e o evangelho descrito na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.