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SOFONIAS 2 – Se você concorda com Sofonias, então, está na hora de confrontarmos o pecado; de falar mais do juízo e da única forma de livrar-se da condenação.
Tem muita gente enganada indo em direção do inferno. Fique alerta: Ou você serve a Deus, ou é escravo do pecado. Não há meio termo – não tem como servir a Deus permanecendo escravo do pecado.
Os profetas não brincavam com coisa séria, não faziam shows de suas mensagens. Preste atenção em Sofonias:
“Busquem o Eterno, todos vocês, que promovem paz com disciplina, que vivem segundo a justiça do Eterno. Busquem as estradas retas do Eterno. Busquem uma vida pacífica e disciplinada. Talvez assim sejam poupados no dia da ira do Eterno” (vs. 2-3).
Embora o tema da ira divina não atraia a atenção de pregadores que desejam popularidade, J. L. Packer observa que “uma das coisas mais impressionantes sobre a Bíblia é o vigor com que os dois Testamentos destacam a realidade e o terror da ira de Deus”.
• Ainda mais impressionante é continuarmos vivos mesmo sendo objetos da ira divina, devido a nossa rebeldia.
O restante do capítulo refere-se à condenação da parte de Deus aos…
• …Filisteus (vs. 4-7);
• …Moabitas e amonitas (vs. 8-11);
• …Etíopes (v. 12);
• …Assírios, principalmente ninivitas (vs. 13-15).
Sofonias é abrangente na mensagem, contudo, sucinto nas palavras. Martin Bucer afirma: “Quem deseja todos os oráculos secretos dos profetas resumidos em um único compêndio deve ler o breve livro de Sofonias”. Ele foi direto ao ponto. Veja o que ele havia dito no capítulo anterior representando a voz de Deus (1:12-13):
“Vou achar e castigar os gordos e preguiçosos, que estão sentados, divertindo-se e relaxando. Eles pensam: ‘O Eterno não faz nada, nem bem nem mal…’. Mas esperem para ver. Eles vão perder tudo o que possuem: dinheiro, casa e terra”.
Agora, ao iniciar o capítulo dois, o profeta expõe: “Portanto, preparem-se. Aprumem-se! Vocês são uma nação que não sabe o que quer. Façam isso antes de serem soprados para longe, como folhas na tempestade, antes que a ira do juízo do Eterno caia sobre vocês, antes que a ira do juízo do Eterno desça com força total”.
O caminho da vida é arrepender-se. Portanto, refugiemo-nos em Deus através de Jesus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO SOFONIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
SOFONIAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
SOFONIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sf/1
Um ateu não acredita na existência de Deus e por isso vive sua vida sem achar que precisa prestar contas a Deus. Um “ateu prático”, por outro lado, acredita que Deus existe, mas vive como se Deus não existisse. Muitos cristãos, infelizmente, se enquadram na categoria de ateus práticos.
Em sua mensagem ao povo de Judá, o Profeta Sofonias os informa que Deus está vindo para limpar a casa! Deus declara que Ele vai “destruir tudo … tanto o homem como os animais … pássaros no céu, peixes no mar e os que causam tropeço junto com os ímpios” (v. 2,3, NVI).
Entre a categoria especial de pessoas que enfrentarão a ira de Deus estão os chamados ateus práticos que “não procuram a Sua ajuda, nem querem obedecer às Suas leis” (v. 6, NLT). Deus promete procurá-los usando uma lâmpada porque eles se tornaram complacentes em seus pecados; eles têm o conhecimento a respeito de Deus, mas declaram que “O SENHOR Deus não vai fazer nada; não vai salvar, nem castigar” (v.12, NTLH).
Será possível que as bênçãos da prosperidade financeira o tenham tornado complacente (v. 13)? Será que o engano do pecado o deixou confortável, pois, embora não negue a existência de Deus, você praticamente O ignora? Será que você confundiu a longanimidade de Deus com inércia da parte dEle? Sofonias está convidando você a acordar agora! Deus está a caminho para destruir todos os que permanecerem indiferentes e desobedientes!
Moses Njuguna
Pastor, Associação do Leste de Allegheny, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1153
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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874 palavras
1 Palavra de Sofonias. A mensagem não era de Sofonias, mas de Deus (ver 2Sm 23:1, 2; 2Tm 3:16, 17; 2Pe 1:21).
Ezequias. O fato de se nomearem os ancestrais de Sofonias até a quarta geração, ao passo que em geral só se menciona o pai de um profeta, isso quando é mencionado um antepassado, confere peso ao ponto de vista de que esse “Ezequias”eera alguém notável, muito provavelmente o rei de Judá que teve esse nome. Além disso, o intervalo entre esses dois personagens torna possível que Sofonias fosse um trineto do rei Ezequias.
2 Sobre a face da terra. Esta expressão, especialmente quando considerada com a primeira parte do versículo, indica a severidade dos juízos então iminentes.
3 Os homens e os animais. A maldição resultante do pecado repousa não só sobre o ser humano, mas também sobre o restante da criação (Gn 3:17; Rm 8:19-22).
Ofensas. Todos os ídolos, todas as maquinações ímpias, os erros, os enganos e os “frutos”da iniquidade serão destruídos juntamente com os próprios pecadores (ver Jr 17:10; Mt 7:17-19; Rm 6:21).
4 A mão. Esta é símbolo de poder, pois é o instrumento pelo qual a pessoa exerce poder (ver Js 4:24).
O resto. Tudo o que resta de Baal. A LXX diz nesta frase: “Removerei os nomes de Baal” (ver com. de Os 2:17).
Ministrantes dos ídolos. Oficiantes idólatras nomeados pelos reis de Judá para conduzir a adoração nos lugares altos (ver com. de Os 10:5).
5 Eirados. Nos telhados planos, as famílias faziam altares para adorar os corpos celestes, ofereciam sacrifícios de animais e queimavam incenso (ver com. de Jr 19:13).
Exército do céu. Desde os tempos antigos, o Sol, A Lua e as estrelas têm sido adorados como representantes dos poderes da natureza e principais causadores dos eventos terrestres (ver Jr 8:2; 19:13; ver com. de Dt 4:19).
Milcom. O deus amonita mencionado em vários documentos antigos (ver com. de 1Rs 11:7).
6 Deixam de seguir. Aqui o profeta denuncia os apóstatas consumados, que rejeitaram a adoração ao Deus verdadeiro.
7 Dia do SENHOR. O profeta se refere à punição iminente que acompanharia a invasão babilônica (ver com. de Is 13:6). Contudo, é preciso lembrar que as “profecias de juízo impendente sobre Judá [pronunciadas por Sofonias] se aplicam com igual força aos juízos a sobrevirem ao mundo impenitente por ocasião da segunda vinda de Cristo” (PR, 389; sobre os princípios ao se fazerem aplicações para os últimos dias, ver p. 17-25).
Santificou os Seus convidados. Isto é, os babilônios são apresentados como se tivessem sido separados, de acordo com o propósito de Deus, para executar a punição dos transgressores (ver com. de Is 13:3).
8 Os filhos do rei. Os membros da família real. É muito provável que o rei Josias não tenha sido mencionado aqui porque fora leal ao Senhor (ver 2Cr 34:1, 2, 26-28).
Estrangeiras. Do heb. nakri. Talves as vestes estrangeiras indicassem a presença de hábitos e costumes pagãos entre o povo (ver Is 3:16-24). Os filhos de Israel deviam ser lembrados, por meio de seu vestuário, de que eram um povo especial, dedicado ao serviço de Deus (ver Nm 15:37-41).
10 Grito. Os babilônios são então retratados como se estivessem invadindo os lugares onde ficavam os mercadores e os agiotas.
Porta do Peixe. Esta porta provavelmente ficava na metade do muro norte da cidade. Tinha este nome porque havia ali um mercado de peixes onde os tírios vendiam essa mercadoria (ver com. de Ne 3:3).
11 Mactés. Literalmente, “o pilão”, “o moedor”, ou “o [dente]”. Muitos eruditos creem que maktesh é aqui o nome de um setor de Jerusalém. O contexto (ver v. 10) parece favorecer este ponto de vista.
12 Jerusalém. A capital e a representante de toda a nação.
Com lanternas. Uma figura que mostra a intensidade da busca que os inimigos de Judá fariam para matar ou capturar o maior número possível de pessoas.
À borra do vinho. Isto é, o povo estava endurecido em seus caminhos iníquos. os professos seguidores do Senhor nos dias de Sofonias não perceberam, como muitos cristãos não percebem hoje, que não pode haver descanso na luta espiritual neste mundo. Ninguém deve ficar satisfeito com suas atuais conquistas espirituais. Somente mostrando contínuo progresso é que se vive à altura das oportunidades concedidas por Deus. A complacência é o maior inimigo de uma viva experiência cristã.
Dizem no seu coração: O SENHOR não faz bem, nem faz mal. Um falso conceito de Deus sempre resulta em padrão errado de conduta. As pessoas aqui mencionadas era praticamente deístas. Concordavam que havia um Deus, mas O concebiam como um governante ausente que pouco se importava com Seus filhos e que prestava pouca atenção a eles. Para elas, as promessas de bênçãos e as advertências quanto a punições eram igualmente sem sentido; e Deus não era diferente dos deuses dos pagãos.
13 Mas não habitarão. Os que eram contínuos agressores da lei de Deus receberiam uma punição que seria o posto da recompensa aos fiéis ao Senhor (ver Is 65:21).
15 Aquele dia. O profeta descreve vividamente os terríveis efeitos deste dia: a ardência da “ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia da ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia e alvoroço” por parte dos seres humanos (ver Jó 15:23, 24) e dia de “escuridão e negrume” (ver Jl 2:2; Am 5:18, 20).
18 Nem a sua prata nem o seu ouro. A riqueza das pessoas não poderia comprar segurança contra a destruição (ver Is 13:17; Ez 7:19). De pouco valor são as riquezas em momentos de profunda angústia.
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“Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do Senhor é amargo, e nele clama até o homem poderoso” (v.14).
Em um tempo consideravelmente próspero, quando o rei Josias promovia uma significativa reforma espiritual em Judá, Deus levantou Sofonias após um período de silêncio profético. Da linhagem real de Ezequias (v.1), o profeta estava familiarizado com a apostasia dentre aqueles que deveriam liderar a nação com o temor do Senhor. Vestindo-se da cultura pagã e idólatra dos povos vizinhos, Judá havia perdido sua identidade assemelhando-se a eles. A reforma nos dias de Josias “purificou a Judá e a Jerusalém” (2Cr.34:5). E, encontrado “o Livro da Lei na Casa do Senhor” (2Cr.34:15), Josias cuidou em lê-lo perante todo o povo e renovar a “aliança ante o Senhor” (2Cr.34:31).
Tal reavivamento e reforma causou um grande impacto na nação e deu início a um período de paz. No entanto, a fidelidade do povo só durou o tempo de vida de Josias, e era dever de Sofonias indicar-lhes o futuro tempestivo que os aguardava. Com linguagem apocalíptica, suas palavras apontavam para o cativeiro babilônico e possuem uma íntima relação com o juízo final: “De fato, consumirei todas as coisas sobre a face da Terra, diz o Senhor” (v.2). Primariamente, quanto ao reino de Judá, a profecia era uma ameaça contra os idólatras, contra os adoradores divididos (v.5) e contra os indiferentes (v.6). O que não deixa de ser uma clara advertência de Deus quanto à aplicação de Seu derradeiro juízo.
A Bíblia apresenta o Dia do Senhor sob dois pontos de vista: o dos perdidos e o dos salvos. Para os salvos representa libertação e salvação. Dia de alegria e de encontro com o seu Deus (Is.25:9). Para os perdidos “é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas” (v.15). É certo que “o grande Dia do Senhor” (v.14), portanto, revelará o maior contraste que este mundo já viu, quando a maturação do mal terá seus efeitos aniquilados enquanto os salvos serão como um troféu perante o Universo dAquele que os comprou a preço de sangue.
Nesses últimos dias muitos falsos “profetas” têm se levantado alegando ser detentores de revelações divinas e usando da mídia para supervalorizar seus pontos de vista. Muitos destes são responsáveis pela instalação do pânico e do medo no coração “dos que não buscam o Senhor” (v.6), alardeando mensagens totalmente divergentes do assim “diz o Senhor” (v.2). As palavras de Sofonias não tinham a intenção de causar pavor, mas de promover a perseverança necessária a fim de que os fiéis soubessem que haveriam de enfrentar um tempo sobremodo difícil e os ímpios fossem avisados e tivessem a oportunidade de se arrepender.
Há um juízo iminente que precisa ser anunciado tanto quanto um amor que precisa ser revelado. O amor de Deus não vela a Sua justiça, e vice e versa. Ambos são igualmente manifestados na pessoa de Jesus Cristo, que, por Sua justiça, foi o protagonista do maior ato de amor de todos os tempos. Diante de uma época de incertezas, quando a vida está ameaçada por um inimigo microscópico, precisamos definir de que lado estamos independente da força espiritual alheia. A morte de Josias marcou uma nova fase de apostasia entre o povo. Não podemos apoiar a nossa fé na fé de outros. As virgens néscias farão isso (Mt.25:8) e descobrirão tarde demais que o Espírito Santo não é dado no último momento, mas outorgado é a todos os que O tem buscado diariamente.
Que, cheios do Espírito Santo, proclamemos ao mundo “o evangelho eterno” (Ap.14:6). Que temperada com amor, a mensagem do juízo divino abale toda a Terra: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!”. Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Sofonias1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SOFONIAS 1 – Corrupções, maldades, imoralidades, despudor, torpor sexual, infidelidades e injustiças te incomodam demais? Você não aguenta mais ter de sobreviver às mazelas da sociedade atual?
Veja no capítulo em pauta a boa notícia: “O grande dia do juízo do Eterno está quase aí. É hora de contagem regressiva: ‘…sete, seis, cinco, quatro…’ […] Esse é o dia do juízo do Eterno – da minha ira! Eu me importo com o pecado, e meu zelo é um fogo para consumir o mundo corrompido, um incêndio incontrolável sobre os que se corrompem” (vs. 14-18).
Deus falou com Sofonias e através dele: • “Vou fazer uma limpeza na terra; uma faxina geral na casa”. • “Homens, mulheres e animais, incluindo as aves e os peixes; qualquer coisa que cause o pecado será destruída, mas especialmente as pessoas” (vs. 1-3). • “Gritos amargos e estridentes se ouvirão no dia do juízo, até homens fortes gritarão por socorro” (v. 14).
Se as pessoas soubessem como Deus abomina o pecado, não dariam atenção a nenhuma tentação. Todavia, a maioria perdeu a noção de santidade, e o que significa a ira de Deus (sendo esse assunto, conforme diz Geoffrey Bromiley, um aspecto essencial da mensagem do Antigo Testamento).
É importante que tenhamos uma visão abrangente do livro de Sofonias a fim de que compreendamos a grandiosidade das suas aplicações: 1. A filosofia do juízo divino: Deus adverte (1:1-2:3); 2. A aplicabilidade do juízo celestial: Deus admira-Se (2:4-3:7); 3. A consequência do juízo universal: Deus regozija-Se (3:8-30).
O primeiro capítulo revela que Deus aniquilará pagãos, sincretistas religiosos e apóstatas (vs. 4-6). Falsos líderes religiosos, líderes políticos indiferentes, gananciosos, materialistas, relaxados, preguiçosos (vs. 7-13) sofrerão as consequências de suas escolhas insanas.
• Só contrastando nossa sociedade com a santidade de Deus é possível mensurar a malignidade do pecado.
Atualmente muitos pregam meias-verdades: graça sem juízo; amor a Deus sem compromisso; tradições humanas, não o pleno/puro evangelho bíblico. Consequentemente, tem muita gente na estrada do inferno crendo piamente que chegará ao Céu.
Há algo positivo neste capítulo? Claro! Deus fará “uma limpeza na terra, uma faxina geral…”. Quando o Planeta for purificado, estará seguro somente quem estiver firmado nAquele que sofreu as consequências do juízo sem ter pecado: Jesus!
O juízo divino é positivo para o pecador arrependido! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO HABACUQUE 3 – Primeiro leia a Bíblia
HABACUQUE 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
HABACUQUE 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hc/3
A passagem de hoje mostra Habacuque agindo em parte como salmista de louvor e em parte como amigo de Jó. Suas primeiras palavras são de louvor. Ele relembra atos poderosos de Seu Deus do passado: “Sua glória cobriu os céus e seu louvor encheu a terra. Seu esplendor era como a luz do sol…” (vv. 3-4 NVI). Verdadeiramente, o profeta não pode deixar de reconhecer: seu Deus é incrível. Grande e poderoso é o seu nome. Aleluia!
Mas então as perguntas do profeta vão direto ao centro da questão: Por que o Senhor ficou com raiva do rio? Por que o Senhor se enfureceu com o mar? Por que o Senhor parou o sol e a lua… ? Habacuque não ouve resposta. Finalmente, ele deixa escapar: “O Senhor não vai repetir esses atos poderosos, uma vez mais, em nosso favor?”
Mas as coisas nem sempre acontecem como esperamos. “Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras, mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegra reino Deus da minha salvação. O Senhor, o Soberano, é a minha força.” (Hc 3:17-19, NVI)
Uma fé tão pura, tão enraizada, raramente é experimentada pelos filhos de Deus, mas aqui é expressada livremente.
Joe Galusha
Professor Emérito de Biologia, Walla Walla University, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1152
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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551 palavras
2 Alarmado. O profeta que, anteriormente questionava, reconhece ser sábia a maneira de Deus tratar os seres humanos (ver com. de Hc 1:2, 12; 2:1) e humildemente admite seu erro.
Aviva. O profeta sabe que o Deus, embora fosse punir seu próprio povo por causa da apostasia, haveria de exercer seguros juízos sobre os inimigos deles. Também compreende que, no fim, Israel será redimido e toda a Terra “se encherá do conhecimento da glória do SENHOR” (Hc 2:14). Por isso, ele solicita fervorosamente a Deus que essa boa “obra”de restauração seja avivada. Com o espírito corrigido, ele não deseja de maneira menos fervorosa o sucesso do plano de Deus para Israel (ver p. 13-17) do que desejava a princípio (ver com. de Hc 1:2).
3 Deus vem. Os v. 3 a 16 apresentam um quadro sublime da vinda do Senhor em juízo para o livramento de Seu povo. O quadro é apresentado no contexto do livramento do Israel literal, mas descreve também a vinda de Cristo para inaugurar o reino de justiça (ver GC, 300; …). Numa figura impressionante, ele descreve o efeit odessa vinda sobre a natureza e sobre os ímpios. Habacuque usa exemplos do trato passado de Deus para com Seu povo a fim de ilustrar esses eventos finais da história (ver com. do v. 11).
4 Ali está velado o Seu poder. Quando o Salvador Se manifestar, as feridas do Calvário, os sinais de Sua humilhação, serão vistos como Sua mais elevada honra; ali estará Sua glória, “o esconderijo de Sua força”(ARC; ver GC, 674; ver com. do v. 3).
8 Irado. Para enfatizar o poder divino sobre toda a criação. Habacuque pergunta retoricamente se Deus estava irado com a natureza inanimada quando exibiu Seu poder.
9 Tiras a descoberto. O significado é deixar pronto para a ação. O profeta retrata o Senhor como um guerreiro (ver Êx 15:3), que prepara Seu arco para usá-lo.
10 E se contorcem. Literalmente, “se contorcem de dor”; a linguagem figurada indica um terremoto (ver Êx 19:18; Sl 114:6, 7; ver com. de Sl 114).
11 O sol e a lua. Aqui o profeta usa o evento de quando o sol e a lua se detiveram nos dias de Josué (Js 10:11-14; ver PP, 508) como ilustração da vinda do Senhor (ver com. de Hc 3:3).
13 Tu sais. O propósito da vinda do Senhor é salvar Seu povo, Seu “ungido”(ver Sl 20:5, 6; 28:8, 9).
17 Figueira. Neste versículo são previstos os efeitos da invasão babilônica: a destruição da “figueira” e da “oliveira”, tão prezadas na Palestina , junto com o igualmente necessária “vide”, com os cereais e o gado. O mesmo ocorrerá durante as cenas finais da história da Terra, quando esta será igualmente desolada (ver DTN, 122; GC, 629).
18 Eu me alegro. Por mais terríveis que sejam os eventos que este capítulo prenuncia, ele se encerra com uma consoladora e reconfortante nota de alegria e de esperança da salvação “no SENHOR”. O profeta assegura a si mesmo que, no fim, tudo ficará bem, por causa da fidelidade de Deus (ver Sl 13:5, 6; 31:19, 20; Mq 7:7). Uma vez resolvido o problema (ver p. 1153, o profeta alegremente submete sua própria vontade à de Deus.
19 Altaneiramente. O povo de Deus triunfará sobre toda oposição e habitará seguro sobre os altos da salvação (ver Dt 32:13; 33:29; Is 58:13, 14; Am 4:13). Todas as perguntas do profeta são respondidas pela fé em Deus, e Habacuque descansa satisfeito, sabendo que, por fim, o direito e a verdade triunfarão para sempre.
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1163-1165
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“Tenho ouvido, ó Senhor, as Tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a Tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na Tua ira, lembra-te da misericórdia” (v.2).
O livro que iniciou com uma oração em forma de lamentação, termina com uma oração “sob a forma de canto” (v.1). Alarmado diante das circunstâncias que abateriam o povo de Judá, o profeta iniciou o seu louvor com dois pedidos: 1º “aviva a Tua obra, ó Senhor” e 2º “na Tua ira, lembra-Te da misericórdia”.
O desejo do profeta não era apenas para a sua geração, mas para as gerações que surgiriam “no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos” (v.2). De uma maneira linda e plena, Deus transformou o Habacuque perplexo em um homem de fé. Por mais que as circunstâncias pareçam ser um indicativo de fracasso, ele aprendeu que Deus é Deus independente de estarmos enfrentando boas ou más situações. Tudo está sob o controle dAquele cuja “glória cobre os céus” (v.3). De geração em geração, o Senhor revela o Seu poder “para salvamento” (v.13) do Seu povo e a Sua contínua misericórdia para com aqueles que O amam.
O avivamento da obra de que o profeta se referiu não tem que ver com obras laborais ou com rituais religiosos, mas com o verdadeiro conhecimento de Deus. Após ouvir a resposta do Senhor, ele compreendeu a parte que lhe cabia: “pois, em silêncio, devo esperar” (v.16). Habacuque aprendeu a confiar em Deus apesar das circunstâncias. O inimigo poderia lhe tirar todo o sustento (v.17), “todavia” (v.18), a sua alegria no Deus em quem confiava não mudaria. Isso é viver pela fé, uma fé viva e inteligente.
Viver pela fé não é simplesmente professar um credo religioso, mas perseverar na fé em Cristo “ainda que” falte o alimento; “ainda que” haja desemprego; “ainda que” morra alguém que amamos; “ainda que” pessoas nos decepcionem; “ainda que” tudo nos falte. Viver pela fé é confiar nAquele que jamais nos faltará (Sl.23:1). Quando Deus é suficiente em nossa vida, aprendemos a viver contentes “em toda e qualquer situação” (Fp.4:11).
Precisamos buscar viver o que Habacuque viveu e o que o apóstolo Paulo viveu e declarou: “entristecidos, mas sempre alegres; […] nada tendo, mas possuindo tudo” (2Co.6:10). Eis que a Bíblia nos apresenta a verdadeira alegria! Tal comunhão e intimidade com o Senhor redunda em sublime e incomparável felicidade. Quando escolhemos derramar nossas lágrimas e expor nossas aflições no altar do Senhor, Ele converte a nossa tristeza em gozo, o nosso pesar em alegria perene. Porque “os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:5-6).
Permita que o Espírito Santo frutifique em seu coração a verdadeira alegria (Gl.5:22). Desprenda-se das encostas de risco deste mundo e que seja “o Senhor Deus” a sua fortaleza (v.19). Então, ainda que as dificuldades deste mundo de pecado tirem o sorriso de seus lábios, jamais conseguirão tirar a alegria do seu coração. Vigiemos e oremos!
Bom dia, alegres no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Habacuque3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/watch?v=sKDYw2gzj0A