Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2025, 0:30
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NÚMEROS 26 – A revelação apresentada neste capítulo rende preciosas lições que devem chamar nossa atenção.

A primeira e mais impactante é que Israel diminuiu em tamanho após 40 anos de libertação do Egito. Em vez de crescer, a nação decresceu; em relação ao senso do início da jornada, havia 1.820 a menos. Note as razões:

• A geração que saiu do Egito apresentou ingratidão, falta de fé e atitude de rebelião frente às promessas e direção de Deus; consequentemente, sobraram apenas Josué e Calebe, os únicos que preservaram sua fidelidade frente à infidelidade generalizada do povo que havia saído do Egito, atravessado o Mar Vermelho, e experimentado a revelação graciosa e miraculosa de Deus no Sinai (Números 26:63-65). Devemos atentar para nossa vida e atitudes, para que tais pecados não nos tirem o privilégio do Novo Céu e da Nova Terra (Apocalipse 21).

• A irreverência dos sacerdotes Nadabe e Abiú os levou à morte instantânea, sem deixar descendência. A geração de sacerdotes continuou através dos outros dois filhos de Arão: Eleazar e Itamar (Números 26:57-62). Deus continua o mesmo no início da igreja cristã mostrando que não devemos brincar com coisas sagradas sem sofrer as consequências (Atos 5:1-11). Deus espera reverência no tempo do fim tanto quanto esperou durante a trajetória de Seu povo no passado.

• A rebeldia dos líderes Corá, Datão e Abirão que desembocou em rebelião, a qual gerou destruição para eles e seus seguidores, sofreram consequências semelhantes às de Lúcifer e seus anjos quando se rebelaram lá no Céu (Números 26:8-11; Apocalipse 12:4, 7-9). Mostrando que Deus nunca tolera àqueles que se opõem a Seus líderes e não tolerará os rebeldes contra a organização de Sua igreja no tempo do fim (veja Judas 1:3-22).

• O sincretismo religioso é um pecado extremamente perigoso. A praga resultante do adultério físico e espiritual, da mistura da religião verdadeira com a falsa, levou catastroficamente 24.000 pessoas à morte no fim da caminhada rumo à Terra Prometida (Números 26:1-4; conf. Números 25:9). Tal fatalidade serve de advertência para nós que estamos prestes a ver Jesus retornar para levar-nos ao Céu.

Querer a plenitude das bênçãos de Deus não é suficiente. Precisamos moldar nossa atitude com a vontade dAquele que promete o Céu aos fieis.

Portanto, reavivemo-nos! Consagremo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 25 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 25 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 25 by Luís Uehara
5 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/25

Disciplinar uma criança talvez seja a coisa mais difícil que um pai amoroso precise fazer. Às vezes, a disciplina, a intervenção para a mudança de um mau comportamento, pode ser alcançada pelo ensino ou pela negociação, mas às vezes o mau comportamento é tão notório e enraizado que é necessário um castigo.

Na maioria das vezes em que minha filha precisava ser corrigida (uma menina muito sensível e colaborativa), eu geralmente o fazia através de uma conversa firme, mas gentil. Em uma ocasião, quando eu gentilmente falava com ela, ela começou a chorar. Eu a abracei e beijei sua bochecha. Ela me prometeu que nunca faria isso de novo e nunca mais o fez.

Isaías chamou a disciplina aplicada por Deus de “ato estranho”. Isaías 28:21. Um pai amoroso nunca sente prazer em disciplinar com castigo seus amados filhos.

No caso de Zimri (o homem israelita) e Cosbi (a mulher midianita), a fim de disciplinar adequadamente e proteger o povo de Deus, foi necessário aplicar um castigo muito severo. Foi difícil para Deus. Eles eram seus filhos amados. Foi difícil para Moisés. Ele era parente dos midianitas através de sua esposa (Êxodo 18:1-2).

Disciplinar alguém é algo bem difícil, mas, quando feita no Espírito de Cristo, é uma expressão de amor; é o que mais pode beneficiar aquela pessoa.

Kevin Wilfley
Diretor do Ministério de Oração
União do Pacífico Norte dos Adventistas do Sétimo Dia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de setembro de 2025, 0:50
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857 palavras

1-3 A combinação de pecado sexual e idolatria foi ideia de Balaão (ver 31:16; Ap 2:14), o mesmo Balaão que havia abençoado Israel e parecia estar do seu lado. … Devemos ser cuidadosos em pesar as palavras e atos daqueles que dizem oferecer auxílio espiritual. Life Application Study Bible Kingsway.

Sitim. Outro nome para a região onde Israel se mobilizou para a conquista de Canaã; ficava no outro lado do rio Jordão, oposto à antiga cidade de Jericó (v. Js 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Foi a partir deste lugar que Josué enviou, posteriormente, alguns homens para espiar a terra de Canaã nas proximidades de Jericó (Js 2:1; 3:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 995.

prostituir-se. Ordinariamente esta terminologia é usada para designar imoralidade sexual (não necessariamente paga), cometida por mulheres (Gên. 38:24; Lev. 21:9; Deut. 22:21, etc.). Aqui ela se refere a homens israelitas se envolvendo em sexo pecaminoso mais a imoralidade espiritual da interação com seres sobrenaturais que não o Deus do concerto (desconsiderando as advertências de Êx. 34:15) (Andrews Study Bible).

Estas convidaram o povo. O astuto Balaão encorajou mulheres moabitas a seduzir os israelitas (31:16). Ele voltou para casa após falhar em amaldiçoar Israel (24:25). Contudo, retornou para conseguir fortuna por salvar Moabe, quando retornou com a brilhante idéia de usar mulheres para convidar israelitas para festas sacrificais pecaminosas (que incluíam carne, como benvinda mudança do maná; comparar com Prov. 7:6-27), para que eles participassem de idolatria, perdessem suas bênçãos e Deus mesmo os destruísse. Assim a nova geração cairia na mesma cilada que quase destruiu seus pais (Êx. 32). Infelizmente, a muito bem sucedida e diabólica estratégia de seduzir o povo de Deus à apostasia através de comida e sexo sobreviveu neles (Apoc. 2:14) (Andrews Study Bible).

juntando-se Israel a Baal-Peor. Desafiando abertamente a aliança estabelecida entre o Senhor e Israel, os israelitas uniram-se ao deus falso através de sua adoração idólatra. Bíblia de Genebra.

Baal era o mais popular deus de Canaã, a terra na qual Israel estava para entrar. Representado por um touro, símbolo da força e fertilidade, ele era o deus das chuvas e da colheita. Os israelitas foram continuamente atraídos à adoração de Baal, no qual a prostituição desempenhava papel importante, através de seus anos em Canaã. Life Application Study Bible Kingsway.

enforca-os. Os israelitas deveriam executar, empalar e expor em vez de enterrar os cadáveres (comparar com 1 Sam. 31:10; 2 Sam. 21:3-14) dos líderes dos que haviam levados outros a apostasia. Este duro tratamento mostrava a ira de Deus contra eles (ver Deut. 21:22-23; Gál. 3:13) e deveria desarraigar o mal (Deut. 1:3) para que a nação inteira não fosse destruída (Andrews Study Bible).

6 A frase “trouxe a seus irmãos” [ARA] se refere ao aposento mais íntimo da tenda de uma pessoa. Claramente a mulher foi trazida para dentro de sua tenda para sexo. Life Application Study Bible Kingsway.

uma mulher midianita. Os midianitas, que eram aparentados dos israelitas (Gên. 25:1-2) e especialmente de Moisés (Êx. 2:16-22), eram parceiros com Moabe contra Israel (Núm. 22:4,7) (Andrews Study Bible).

Finéas. Sendo filho de Eleazar, o atual sumo sacerdote (Arão havia morrido, 20:28), Finéias havia herdado a posição de líder dos levitas, que cuidavam e guardavam o santuário (3:32). Portanto tinha acesso a armas e sabia usá-las para livrar o sagrado acampamento do mal (Andrews Study Bible).

a praga cessou. A retidão de Finéias, futuro sacerdote de Israel, executou a justiça, Sl 106.30, e fez cessar a maldição que, causada pela idolatria do povo, se atribui ao conselho de Balaão que, segundo as tradições israelitas, foi a causa dessa prostituição com as filhas dos moabitas, v 1; Ap. 2:14, 20; Nm 31:16. A retidão perfeita de Cristo afasta o julgamento merecido por nós, os que nEle cremos (Bíblia Shedd).

Os 24.000 mortos (v.9) foi a maior quantidade de israelitas que morreram pela retribuição divina em qualquer período da jornada entre o Egito e Canaã (comparar com os 14.700 em 16:49 [rebelião de Corá/Coré]) (Andrews Study Bible).

11 Meu zelo. Note o leitor que Finéias é aqui destacado como quem incorporava o próprio zelo de Deus pela pureza de Seu povo. Tal zelo mereceu para Finéias a recomendação divina e a promessa de um sacerdócio perpétuo (v. 13). Bíblia de Genebra.

Este ato de Finéias revelou que ainda havia entre o povo quem mostrasse zelo pelas coisas de Deus, zelo em vindicar a retidão. Por isso, Deus reconheceu seu ato, ao ponto de o considerar um ato de expiação (v 13), aliás, a única ocasião descrita do Antigo Testamento na qual um ato, individual, não prescrito pela Lei, foi aceito como uma expiação, que escudou o povo contra a ira de Deus (Sl 106.31) (Bíblia Shedd).

Esse filho de Eleazar contrasta com a impiedade e descaso dos seus tios, Nadabe e Abiú. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 afligireis os midianitas. A conspiração midianita equivaleu a uma declaração de guerra. Para mostrar Sua justiça e proteger Seu povo, Deus instruiu que os midianitas deveriam ser punidos (cf. cap. 31). Os israelitas nunca estariam seguros se Deus permitisse que seus vizinhos os atacassem (Andrews Study Bible).

18 O paganismo ao redor de Israel sempre levava ao povo de Deus à idolatria. O mundanismo ao redor da igreja sempre quer levá-la ao caso de Peor e ao caso de Cosbi, ou seja, à impureza da carne e do espírito, 2 Co 7.1 (Bíblia Shedd).



Números 25 — Rosana Barros by Ivan Barros
5 de setembro de 2025, 0:45
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“Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas” (v.1).

Ao chegarem a Sitim, lugar agradável, após uma fase de vitórias e de tranquilidade, Israel caiu no perigo do comodismo. Começaram a ceder aos encantos das mulheres moabitas de forma sutil, até que o seu pecado se tornou público e ousado. Unindo-se à luxúria e idolatria daquelas mulheres, os homens do povo permitiram que a razão fosse apagada e o governo do próprio eu tomasse posse total de sua existência. Completamente obscurecidas as entradas da alma, “o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas” (v.2), desafiando a autoridade de Deus e trazendo maldição para dentro do acampamento.

Estava em risco a segurança e a posteridade de Israel. Não alcançando o seu intento por encantamentos e maldições, Balaque, orientado pelo próprio Balaão, lançou no meio de Israel a terrível semente da licenciosidade e da idolatria. Suas mulheres eram as iscas, e os filhos de Israel as presas. Tão degradante é a quebra do sétimo mandamento, e tão ampla em suas consequências, que o Senhor compara a idolatria ao adultério. Entregue as faculdades do homem aos enganos de seu coração, e a sedução logo trata de corromper o intelecto às mais baixas paixões. A sanidade é comprometida e todo o corpo é contaminado pelos desejos de consumir o que não lhe convém.

Quando o jovem José esquivou-se e fugiu da sugestão sedutora da mulher de Potifar (Gn.39:12), unindo seu esforço pessoal à bênção divina, o jovem hebreu tornou-se uma fortaleza impenetrável e Satanás não mais poderia corrompê-lo. “Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do Senhor se acendeu contra Israel” (v.3), porque seu pecado fez do povo de Deus uma cidade sem muros, completamente vulnerável às ciladas inimigas, passível de ser dizimado pelo mal que eles mesmos acolheram. E a maldição que o Senhor não permitiu ser lançada dos montes, Israel recepcionou pela porta da frente.

A imagem esmagadora e deprimente dos corpos sem vida dos homens israelitas, e principalmente de seus líderes, causou uma comoção sem precedentes. “Moisés e toda a congregação dos filhos de Israel […] choravam diante da tenda da congregação” (v.6). Mulheres perderam seus maridos, mães lamentavam por seus filhos, filhos choravam e buscavam compreender o que significava tão grande terror. Mas enquanto os juízes de Israel prosseguiam em executar a ordem divina e Israel lamentava tão grande ruína, “um homem dos filhos de Israel” (v.6), “príncipe da casa paterna dos simeonitas” (v.14), ousada e publicamente, desafiou a ira de Deus entrando no arraial a fim de fornicar com uma princesa midianita.

Aterrado pelo horror que tinha de contemplar e com um senso de profundo temor e reverência diante do Senhor, Fineias, neto de Arão, sentindo seu coração arder pelo zelo de Deus, “levantou-se do meio da congregação, e, pegando uma lança” (v.7) matou Zinri e Cosbi; “então a praga cessou de sobre os filhos de Israel” (v.8). A este zeloso descendente de Arão, foi feita a promessa “do sacerdócio perpétuo; porquanto teve zelo pelo seu Deus e fez expiação pelos filhos de Israel” (v.13). Percebam que a linhagem real dos pecadores não foi levada em conta na hora da punição. Pelo contrário, o título de líder de Zinri lhe conferia uma responsabilidade superior aos comuns do povo. Sua posição privilegiada deveria ser de igual forma honrada e admirada através de uma vida de santa consagração diante de Deus. Mas, infelizmente, suas escolhas o levaram à ruína. Pois “o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17).

Amados, quanto mais o tempo passa, costumes e tradições que antes faziam parte da cultura de um povo, sofrem mudanças e adaptações. Algumas se fazem necessárias e não implicam em quebra de princípios. Outras, contudo, são verdadeiras “mulherinhas” que, no princípio, não aparentam ser uma ameaça, mas cuja concessão cumulativa vai moldando o caráter a condescender com o mal, até que este seja considerado aceitável. Quanto a isto, a Palavra de Deus é muito clara: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is.5:20). A igreja de Deus ganharia muito em levar em grande conta esta solene advertência e princípio eterno. Mas àqueles sobre os quais Deus investiu no cargo da liderança de Seu povo, recai tal palavra com peso maior.

Meus irmãos e líderes ungidos de Deus, o propósito do Senhor em todo tempo tem sido o de zelar pela identidade de um povo santo, sacerdócio real, que receberá Seu galardão no último Dia. Não tropeçamos em montes, mas em pequenas pedras. É pelo uso da sutileza e de “inocentes” concessões, que Satanás vai degradando a mente humana e tornando-a insensível aos apelos do Espírito Santo. A porta da misericórdia está prestes a fechar, amados. Semelhante a José, que vivendo em integridade diante de Deus, as tentações não encontrem uma só brecha em nossa vida. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7).

Senhor, nosso Deus, que relato mais triste! Tantos milagres o Senhor realizou no meio do Teu povo. Tantas foram as provas do Teu cuidado e amor. Ainda assim, foram rebeldes e se entregaram à sensualidade e à idolatria. Pai de misericórdia, há uma sacudidura sendo feita hoje. Como no antigo Israel, o Senhor também está limpando o Teu arraial nesses últimos dias e habilitando um povo preparado para a Tua volta. Santifica-nos, Paizinho querido! Livra-nos da promiscuidade e da idolatria! Purifica nosso coração, pois nós queremos Te ver! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, sacerdócio real de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Números25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de setembro de 2025, 0:30
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NÚMEROS 25 – Embora Deus seja o Todo-poderoso protetor de Seu amado povo (Josué 24:9-10; Neemias 13:2; Miquéias 6:5; I João 5:18), há uma forma de fazer o povo perder a proteção divina. Após retornar os mais de 600 km para sua casa, Balaão arquitetou um plano ousada que frustraria temporariamente os planos divinos.

Agindo como profeta mercenário, Balaão dispôs-se fazer qualquer coisa para obter a generosa recompensa (2 Pedro 2:14-16; Judas 11).

Embora não fora possível amaldiçoar o povo abençoado, sabia que seria possível criar iscas que afastaria o povo da proteção divina; assim, orquestrou dupla tentação coletiva: Prostituição e idolatria. Num banquete sedutor levaria Israel afastar-se de Seu Protetor. Prepararam belíssimas mulheres atraentes dentre moabitas e midianitas para fisgar fieis israelitas (Números 31:8, 16; Apocalipse 2:14). Deveriam usar chantagem sexual para conduzi-los à idolatria; assim, o povo seria vulnerável presa fácil do inimigo. Para alegria do inimigo, foi um sucesso!

Promiscuidade sexual tem sido o meio mais eficaz de afastar cristãos dos caminhos de Deus. Longe de Cristo significa perto do perigo. Implica viver sem abrigo neste mundo de alta periculosidade. O povo pecou contra Deus e acarretou sua própria destruição; pois, quando se prefere maldição do pecado em detrimento à bênção da santidade, a desgraça vem com intensidade. Mesmo com estratégia magnífica para moabitas e midianitas, Balaão colheu o que plantou: Perdeu a vida desgraçadamente numa guerra não como profeta, mas como adivinho (Josué 13:22).

Não temamos maldições, feitiços, pragas e macumbas contra nós caso estejamos com Deus. Mas, temamos as seduções do pecado e suas trágicas consequências. Os tropeços do inimigo podem fazer-nos cair desgraçadamente. Embora Fineias, da linhagem dos sacerdotes, tenha reagido rapidamente, 24.000 israelitas morreram por consequência da promiscuidade e depravação sexual.

O insulto descarado aos princípios divinos deve receber rápida resposta radical dos fieis líderes espirituais. Nossa sociedade carece de Fineias atuais que reagem energicamente em benefício do bem social (Salmo 109:30). Se Deus falasse sobre nós, teceria elogios como fez sobre Fineias em Números 25:10-13? Deus abençoa aos que zelam por Seus princípios de santidade combatendo a imoralidade (Números 31:6; Josué 22:13-14, 30-31; Juízes 20:28).

Dedicação e zelo de Fineias tornaram-se “modelo de como todos os israelitas, especialmente seus líderes, deveriam viver” (Paul Gardner). Reflitamos, consagremo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 24 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 24– BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 24 by Luís Uehara
4 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/24

Antes de Balaão profetizar, ele pediu a Balaque que construísse sete altares e preparasse sete touros e sete carneiros para sacrifícios ao Deus dos israelitas. Esse mesmo procedimento foi feito em quatro locais diferentes com vista para o acampamento dos israelitas. Ao fazer isso, Balaque esperava que Deus pudesse ser aplacado pelos sacrifícios caros e extravagantes. Em cada um dos quatro lugares selecionados por Balaque para as ofertas de sacrifício, Balaão novamente informava a Balaque que após ele buscar ao Senhor, Balaão teria que dizer exatamente o que o Senhor lhe dissesse.

A maldição que Balaque esperava que saísse da boca de Balaão foi qualquer coisa menos uma maldição. Quatro vezes Balaão profetizou, e toda vez a profecia proferida era de bênção aos israelitas.

Querido Senhor, mantenha-nos sempre fiéis a Ti. Que nossas palavras representem corretamente a Tua Palavra e sejam bênçãos a todos. Que sejamos obedientes, humildes e honestos em qualquer situação, não importa as consequências. Que compartilhemos o conhecimento do Teu reino celestial e breve retorno.

Merlene Olmsted
Coordenadora de Ministérios Pessoais
Promove demonstrações culinárias mensais para beneficiários do Banco de Alimentos
IASD de Otis Orchards, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2025, 0:50
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359 palavras

1 Não recorreu à magia, como nas outras vezes. [Os sacrifícios de Balaão em Nm 22:40; 23:2, 14, e 29 não foram…] sacrifícios ao Senhor. Os pedaços dados a Balaão teriam incluído os fígados, e Balaão, como adivinho pagão, era especialista na adivinhação por meio do fígado. Balaão depois deixou de praticar seus atos de magia quando o poder da palavra do Senhor veio sobre ele (24.1). Bíblia de Estudo NVI Vida, sobre Nm 22:40.

as tuas tendas. A ordem na disposição do acampamento impressionou sobremaneira o profeta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 991.

Como vales que se estendem. Literalmente, “se esticam”. Trata-se de uma provável referência às longas fileiras de tendas com amplos espaços entre elas. CBASD, vol. 1, p. 991.

Agague. É provável que o nome Agague fosse uma designação genérica dos reis dos amalequitas, como o faraó dos egípcios e Abimeleque dos filisteus (ver com. [CBASD] de Gn 20:2). CBASD, vol. 1, p. 992.

Benditos os que te abençoarem,… Israel faz parte da bênção dada a Abraão, Gn 12.3, e tudo se cumpre finalmente em Cristo (Gl 3.16). Bíblia Shedd.

A teologia da bênção e da maldição nas promessas feitas a Abraão (Gn 12.2, 3) agora faz parte desse oráculo de bênção. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 bateu ele as suas palmas. Uma expressão de desprezo e sinal de grande ira (ver Jó 27:33; Lm 2:15; Ez 21:17). Balaque pode ter pensado que Balaão tinha uma aliança com Israel e estava zombando dele. CBASD, vol. 1, p. 992.

17 estrela. O rei Davi conquistou Moabe e Edom (2 Sm 8). Vários intérpretes tem aplicado esta profecia a Jesus Cristo, o filho de Davi. Andrews Study Bible.

O futuro Libertador de Israel será semelhante a uma estrela (cf Ap 22.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A estrela procedente de Jacó é sempre vista como se referenciando ao Messias vindouro. Foi provavelmente esta profecia que convenceu os magos a viajarem a Israel a buscar pelo bebê Jesus (ver Mt 2:1, 2). Life Application Study Bible Kingsway.

25 voltou para a sua terra. Ver v. 11. Ao chegar a sua casa, tramou uma artimanha para produzir a queda de Israel e buscou de imediato a Moabe, a fim de revelar seu plano ao rei (PP, 451). Morreu pouco tempo depois, em batalha (Nm 31:8). CBASD, vol. 1, p. 994.



Números 24 – Rosana Barros by Ivan Barros
4 de setembro de 2025, 0:45
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“[…] Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (v.9).

Diferentemente das duas primeiras vezes, Balaão não saiu a fim de cumprir seus agouros e rituais supersticiosos. Ao contemplar as tribos de Israel acampadas em perfeita ordem ao redor do santuário de Deus, seus olhos foram abertos não apenas para o que via naquele momento, mas, vindo “sobre ele o Espírito de Deus” (v.2), contemplou o futuro glorioso de um reino que não terá fim (Lc.1:33). A “palavra do homem de olhos abertos” (v.3) foi uma profecia de inspiração divina acerca das bênçãos do Senhor sobre o Seu povo ao decorrer da história e de sua vitória final “nos últimos dias” (v.14). Ele viu o Leão da tribo de Judá e a promessa de Seu reino eterno.

Furioso com as palavras de Balaão, Balaque o repreendeu e culpou Deus por não conceder ao adivinho as honras prometidas. Balaão, porém, continuou a profetizar, reafirmando a vitória de Israel sobre todos os seus inimigos. Ao declarar: “de Israel subirá um cetro” (v.17), ele profetizou tanto o reinado de Davi quanto o reinado eterno de Cristo. Contudo, embora movido pelo Espírito Santo ao proferir essas palavras, Balaão não entregou sua vida ao Senhor, e sua contribuição para a obra de Deus limitou-se àquele momento. Ele retornou para casa, mas seu coração permaneceu preso ao desejo de obter as riquezas que Deus lhe negara.

As três bênçãos pronunciadas por Balaão sobre Israel revelam o caminho perfeito de Deus para Seus filhos em todos os tempos. A primeira bênção aponta para o perdão, a santificação e o descanso dos justos na morte. A segunda destaca o fiel cumprimento das promessas divinas, a constante presença de Deus com Seu povo e Seu zelo por ele. A terceira proclama a vitória de Israel sobre seus inimigos, a bênção de suas moradas e o triunfo final por meio do reinado de Cristo. Essas promessas demonstram claramente o cuidado de Deus por Seu povo, desde o início até a consumação de todas as coisas.

Não sabemos até quando o nosso tempo de graça irá durar. Cada um de nós é chamado a tomar uma decisão pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, ainda que apanhados pela morte, nos guardar no descanso dos justos para a primeira ressurreição, como está escrito: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Ele tem cuidado de nós (1Pe.5:7). E, “por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25), nos levando para as eternas moradas do Pai (Jo.14:1-3).

Não sabemos por quanto tempo o período da graça se estenderá. Cada um de nós é chamado a fazer uma escolha pessoal e definitiva. Deus deseja nos perdoar, nos santificar e, mesmo que enfrentemos a morte, nos preservar no descanso dos justos até a primeira ressurreição, como está escrito: “Pois o Senhor mesmo descerá dos céus com voz de comando, com a voz do arcanjo e com o som da trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). O Senhor é fiel, e nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45). Ele prometeu estar conosco “todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt.28:20), cuidando de nós (1Pe.5:7) e, por fim, se levantará sobre a terra (Jó 19:25), conduzindo-nos às moradas eternas do Pai (Jo.14:1-3).

Ao longo das gerações, o Senhor tem estendido ao mundo Seu amoroso convite: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Muitos reconhecem Sua existência e poder, mas, como Balaão, embora ouçam Sua voz, não permitem que Ele transforme seus corações. O mundo os atrai mais. Eles não se rendem ao Oleiro, que deseja moldar seus corações. Fascinados pelas bênçãos de Deus, não desejam, contudo, fazer parte de Seu povo eleito, escolhendo o caminho de Balaão: “Eis que vou ao meu povo” (v.14). Assim, retrocedem, retornando ao caminho de onde vieram.

A promessa de que “Israel fará proezas” (v.18) continua se cumprindo e alcançará seu ápice no triunfo final do “Israel de Deus” (Gl.6:16). Jesus não nos chamou para uma experiência passageira, mas para a vida eterna com Ele, que começa aqui para todo aquele que nEle crê. Não perca a oportunidade de fortalecer sua comunhão com Deus, buscando diariamente a unção do Espírito Santo. Que a oração seja seu respirar e a Bíblia, seu alimento. Que se cumpram em nós as palavras de Ezequiel: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis” (Ez.36:26-27).

Ó Senhor, nosso Deus, assim como a salvação é um dom do Céu, assim também é a fidelidade e obediência a Ti. Tira de nós, Pai, o coração de pedra e dá-nos um coração de carne, um coração modelável pelo Teu Espírito! Que sejamos o Teu último Israel, sob o vitorioso estandarte do Príncipe Emanuel. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Números24 #RPSP

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