Reavivados por Sua Palavra


ATOS 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de agosto de 2021, 0:45
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“Tomai, pois, conhecimento de que esta salvação de Deus foi enviada aos gentios. E eles a ouvirão” (v.28).

Conforme a promessa do Senhor a Paulo, nenhum dos que com ele estavam naquela embarcação pereceu. Todos conseguiram chegar a salvo na ilha de Malta. Hoje, Malta é o menor país do bloco da União Europeia e um dos países mais religiosos do mundo. Mas, naquele tempo, Malta era habitada pelo que a Bíblia denominou de bárbaros, que, ao contrário do sentido pejorativo da palavra, foram pessoas que trataram os náufragos “com singular humanidade, porque, acendendo uma fogueira, acolheram-nos a todos por causa da chuva que caía e por causa do frio” (v.2). Deus conduziu aquela tripulação tão sofrida pelas intempéries do mar e da tempestade a um lugar de descanso e alívio.

O milagre na vida de Paulo ao sobreviver ao ataque da víbora foi uma porta de entrada para que aquele povo lhe desse ouvidos e nutrisse por ele um grande sentimento de respeito. Públio, o “homem principal da ilha” (v.7), não imaginava que sua benignidade seria retribuída pela cura de seu pai e de todos “os demais enfermos da ilha” (v.9). Aquele povo agiu com piedade cristã mesmo sem nunca ter ouvido falar de Cristo. E Cristo, que os amou até à cruz, conduziu o Seu servo àquela ilha revelando que Ele é a única fonte do genuíno amor, bondade e cura. A influência deixada ali por Paulo certamente contribuiu para que, hoje, a ilha de Malta seja um dos países com maior presença de cristãos do mundo.

Ali, muitas curas foram realizadas e formados muitos laços de amizade. Observem que a Bíblia não relata que Paulo pregou naquele lugar, nem que houveram conversões. Simplesmente diz que muitos foram curados por intermédio de Paulo e que este e os demais foram recompensados “com muitas honrarias” (v.10). Naquele lugar, Paulo usou a linguagem que eles conseguiriam compreender. Atendendo-lhes as necessidades, refletiu o caráter de Cristo e com as mãos pregou mais do que o faria com os lábios. Instruído pelo Espírito Santo, Paulo usou de sabedoria e bom senso. E muitos, como Paulo, em lugares isolados ou austeros, iluminados pelo Espírito, têm irradiado a luz de Cristo através de uma vida altruísta, ainda que não profiram palavra alguma.

Já em Roma, a realidade era outra. Perante um povo instruído acerca da Palavra, Paulo precisou usar de incisivo discurso a fim de por alguma forma despertar-lhes da decadência espiritual. A mesma linguagem usada entre os bárbaros de Malta não seria compreendida pelos judeus de Roma, assim como o seu discurso em Roma não seria compreendido em Malta. Em prisão domiciliar, Paulo recebeu “os principais dos judeus” (v.17), e durante todo o dia procurou “persuadi-los a respeito de Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas” (v.23). Alguns foram convencidos, outros, porém, permaneceram incrédulos. E diante de grande discordância, cumpriu-se, novamente, a profecia de Isaías (Is.6:9-10).

O mesmo acontece em nossos dias. Nunca na história as Escrituras foram tão acessíveis e, ao mesmo tempo, tão ignoradas ou mal compreendidas. Na verdade, há uma terrível contrafação onde a criatura manda e o Criador obedece. O “Assim diz o Senhor” tem sido substituído pelo “não é bem assim”. E nesse sentido muitos têm vagado neste mundo como escravos de suas paixões enquanto reivindicam uma liberdade que, fora de Cristo, não existe. Sabem, amados, Deus deseja trocar as reticências do tempo neste mundo pelo ponto final. Estamos preparados para este grandioso momento? Estamos de mãos dadas com Deus na obra de preparar outros para a vinda do Senhor?

Recebendo “todos que o procuravam” (v.30), Paulo, apesar de limitado entre quatro paredes, não teve limitada a sua voz e nem o seu desejo de servir, pois continuou “pregando o reino de Deus, e, com toda a intrepidez, sem impedimento algum, ensinava as coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo” (v.31). E é assim que termina o livro de Atos (do Espírito Santo). Em que nem cadeias humanas e nem estratégias satânicas podem impedir a perfeita obra que Deus planejou desde a fundação do mundo e que há de completar quando fizer “novo céu e nova terra” (Ap.21:1).

Que o testemunho de Paulo e dos demais apóstolos não tenha sido apenas a biografia de homens e mulheres da antiguidade, mas o chamado do Espírito Santo para que façamos a diferença como discípulos de Cristo hoje, como derradeiros trabalhadores da vinha do Senhor. Com sabedoria e bom senso, avancemos com fé nAquele que em breve voltará, “e não tardará” (Hb.10:37). Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos28 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2021, 0:40
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ATOS 28 – Nada põe limites ao evangelho. Nada.

A missão de Cristo avança poderosamente apesar dos inúmeros obstáculos. Observe isso no último capítulo de Atos:
• Após o naufrágio e o salvamento, a tripulação passou o inverno em Malta. Paulo foi picado por uma cobra venenosa, mas, ao invés de morrer, ele viveu para ser instrumento de Deus para curar doentes da ilha (vs. 1-10).
• Paulo chegou a Roma, onde ficou como prisioneiro numa casa alugada, na qual atraiu muitos para conhecer ao evangelho, que estava sendo pregado livremente (vs. 11-31).
Há mais informações nas cartas de Paulo escritas na prisão (Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom) do que no relato de Lucas;

Daí, Hernandes Dias Lopes pontua:
1) A prisão de Paulo levou a igreja de Roma a pregar com mais ousadia.
2) Nesses dois anos Paulo evangelizou toda a guarda pretoriana, bem como outros membros da casa imperial.
3) Não podendo visitar as igrejas, Paulo lhes escreveu cartas, as quais fazem parte do cânon sagrado.
4) Dessa primeira prisão Paulo orou para ser libertado e pediu oração nesse sentido às igrejas.
5) Paulo continuou seu trabalho após ser solto, fazendo uma espécie de quarta viagem missionária.
6) Paulo foi capturado novamente e colocado numa masmorra romana, de onde saiu para o martírio no ano 67 d.C.

“Do ponto de vista de missão da igreja, no entanto, pode-se dizer que o livro de Atos (ou a história da propagação do evangelho) ainda não foi concluído, e é aqui que cada um de nós entra em cena. Muitos outros capítulos emocionantes e dramáticos já foram escritos ao longo dos séculos, às vezes com o próprio sangue das fieis testemunhas de Deus. Agora é nossa vez de acrescentar mais um capítulo – talvez o último – e concluir a missão que Jesus deixou aos discípulos, e ‘então, virá o fim’ (Mt 24:14)” (Wilson Paroschi).
“Os Atos dos Apóstolos terminaram há muito tempo. Mas os atos dos seguidores de Jesus continuarão até o fim do mundo, e a palavra deles vai se espalhar até os confins do mundo” (John Stott).

O tempo de pregar o evangelho bíblico ainda não terminou. Precisamos nos unir e utilizar todos os meios e recursos para fazer avançar a mensagem de salvação cada vez mais. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Dê teu parecer sobre o livro de Atos dos Apóstolos…



ATOS 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 27 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 27 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 27 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 27 by Jobson Santos
22 de agosto de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/27

Imagino que Júlio, o centurião encarregado de levar Paulo a Roma, estava acostumado a lidar com criminosos empedernidos. Você não se torna um centurião encarregado de prisioneiros sem ver muitas pessoas do lado errado da lei. Tenho certeza de que sua principal prioridade era garantir que ninguém sob sua responsabilidade escapasse.

Considere então quão estranhas são estas palavras em Atos 27:3: “Júlio demonstrou bondade a Paulo permitindo-lhe que desembarcasse para visitar amigos e receber ajuda material deles.” Isso soa como se Júlio não tenha concedido a Paulo uma folga como prisioneiro, mas também que ele teve a iniciativa de conceder-lhe saída temporária do navio. Júlio estava convencido de que Paulo era totalmente confiável e voltaria ao navio. Júlio arriscou a própria vida por Paulo.

Como sua reputação afeta os descrentes? Se você fosse acusado de um crime, eles o deixariam em liberdade confiando em sua palavra de comparecer ao julgamento a tempo? Ou eles o considerariam tão perigoso que você precisaria ser trancado e monitorado o tempo todo? Se você algum dia enfrentar tal situação, oro para que sua reputação como seguidor de Cristo seja tal que até mesmo os encarregados da prisão o tratem com cortesia.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações, Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1291
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2021, 0:50
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1472 palavras

A viagem e naufrágio de Paulo neste capítulo nos fornecem um dos melhores exemplos de narrativa descritiva no NT. Bíblia Shedd.

1 Navegássemos para a Itália. Finalmente, embora em circunstâncias bem distintas das que ele havia pretendido, Paulo estava prestes a realizar seu antigo desejo de “ver […] Roma”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 479.

2 navio adramitino [de Adramitio, NVI]. Adramítio era um porto na costa noroeste da Mísia, na Asia Menor. Era um centro comercial com alguma importância. Seu nome atual é Edremit [Turquia]. Parece que era o porto de origem do navio e seu destino nesta viagem. CBASD, vol. 6, p. 479.

Um porto na costa oeste da Ásia Menor [atual Turquia], mais de 160 km ao norte de Éfeso [ao sul de Trôade]. Andrews Study Bible.

de partida para costear a Ásia [ARA; NVI: para alguns lugares da Ásia]. Em algum desses portos, Júlio planejava transferir-se para um navio que navegaria até Roma. Bíblia de Estudo NVI Vida.

conosco Aristarco. Pelo menos dois amigos de Paulo o acompanharam na viagem: Lucas e Aristarco, um dos delegados que levou a contribuição aos crentes pobres de Jerusalém (20.4; Cl 4.10 [“prisioneiro comigo”] indica que foi preso com Paulo ou viajou como seu companheiro). Bíblia Shedd.

Indo conosco. As palavras subentendem que tanto Aristarco quanto Lucas, o autor da narrativa, estavam na companhia de Paulo. A lei romana estabelecia que os cidadãos romanos viajando como prisioneiros podiam ser acompanhados por um escravo e um médico pessoal. Talvez Aristarco atuasse como servo de Paulo, e Lucas, como seu médico. CBASD, vol. 6, p. 479.

3 Tratando. Paulo deixava uma impressão favorável sobre todos os que entravam em contato com ele.CBASD, vol. 6, p. 479.

4 sob a proteção de Chipre [ARA; NVI: ao norte de Chipre]. Buscavam o lado protetor da ilha ao navegar para o norte no lado leste da ilha e depois para o oeste, ao longo do lado norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

por serem contrários os ventos. [Na época] os ventos dominantes provinham do oeste [para onde eles pretendiam navegar]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 um navio de Alexandria. Navio egípcio (com carregamento de cereais, v. 38) em viagem para Roma. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nos fins do verão o vento costumeiro sopra do oeste tornando necessário prosseguir até a Ásia (Mirra) antes de voltar para o oeste. Bíblia Shedd.

Alexandria. Porto principal de exportação de trigo (v. 38) para Roma. Bíblia Shedd.

A maior cidade do Egito, desempenhou papel chave no suprimento de grãos para Roma, um desafio sempre presente para o império. Andrews Study Bible.

7 Navegando vagarosamente. Certamente por causa dos fortes ventos contrários. CBASD, vol. 6, p. 481.

8 Bons Portos. Uma baía aberta para o mar, mal protegida. Bíblia Shedd.

9 Dia do Jejum. Refere-se à festa judaica da Expiação, celebrada no dia 10 de Tisri (em 2021, dias 15-16 de setembro). Bíblia Shedd.

tendo-se tornado a navegação perigosa e já passado o Dia do Jejum. O Dia da Expiação [Yom Kippur] caía em fins de setembro ou em outubro. … Os romanos consideravam a navegação após o dia 15 de setembro duvidosa e, após o dia 11 de novembro, suicida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tendo-se tornado a navegação perigosa. O inverno se aproximava. Só se tentava navegar pelo Mediterrâneo em clima favorável. CBASD, vol. 6, p. 481.

10 vejo. Ou por visão profética ou por sua longa experiência. Bíblia Shedd.

11 O centurião ficou com a decisão por ser o comércio de trigo egípcio monopólio do governo romano. Bíblia Shedd.

Dava mais crédito. Literalmente, “era persuadido”. Nestas questões, o centurião confiava mais no capitão e no mestre do navio do que em Paulo. Por ser oficial da guarda imperial, o centurião exerceria influência sobre os homens do mar. CBASD, vol. 6, p. 482.

14 Eroaquilão [ARA; NVI: nordeste]. Euro – vento do leste; aquilo – vento do norte. Bíblia Shedd.

15 Deixando levar. Literalmente, “abrimos caminho e fomos arrastados”. Era impossível conduzir o navio. Não havia nada a fazer, a não ser se deixar levar pelo vento, na direção sudoeste. CBASD, vol. 6, p. 483.

16 sob a proteção de uma ilhota chamada Clauda. A uma distância de 32 km de Creta. Esta ilha forneceu abrigo suficiente para fazer preparativos contra a tempestade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

recolher o bote [ARA; NVI: barco salva-vidas]. Esse barco pequeno estava sendo rebocado atrás do navio. Estava atrapalhando o andamento do navio e o aparelho do leme. É possível que também corresse o risco de ser esmagado contra o navio no vento e nas ondas. Teve de ser recolhido a bordo (v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 cingir. Amarrava-se o navio com os cabos para evitar desintegração. Bíblia Shedd.

18 já aliviavam o navio [ARA; NVI: começaram a lançar fora a carga]. Ainda conservaram alguns sacos de trigo, entretanto (cf. v. 38). Bíblia de Estudo NVI Vida.

aliviavam. A frase é citada em Jn 1.5. Bíblia Shedd.

19 armação. O mastro principal com a vela quadrada maior. Bíblia Shedd.

20 Sem Sol ou estrelas era impossível determinar a direção. Bíblia Shedd.

A ausência de sol e estrelas significa que o navio não tinha navegação. O desespero crescente culminou em uma total perda de esperança. Andrews Study Bible.

Alguns dias. Quase duas semanas, conforme os acontecimentos demonstraram. CBASD, vol. 6, p. 484.

23 de Deus, de Quem eu sou. Paulo deriva confiança de um fato dominante: ele pertence a Deus por compra (1Co 6.20) e por criação (Rm 11.36). Bíblia Shedd.

Sirvo (gr latreuo, “servir”, “cultuar”). O “culto racional” (Rm 12.1) é latreia. Cf Fp 3.3; Ap 7.15; 22.3. Bíblia Shedd.

De quem eu sou. A religião é algo pessoal. Trata-se de consagração, adoração e serviço pessoais prestados a um Deus pessoal. Aos pagãos temerosos na embarcação condenada, Paulo deu um testemunho retumbante. O apóstolo sabia que o Senhor estava prestes a intervir em favor de todos a bordo do navio, pois era o Deus de Paulo e Paulo era dEle na comunhão mútua do serviço. O apóstolo tomou sobre si o jugo do serviço e havia se tornado íntimo daquele com quem dividia o jugo. CBASD, vol. 6, p. 484.

27 Adriático (gr Adria). Para o mundo antigo estendia [-se] entre Itália, Malta, Creta, e a Grécia até o norte da África. pressentiram os marinheiros que se aproximavam de alguma terra. Ouviram a rebentação das ondas na costa de Malta. Navegaram entre Clauda (16) e Malta cerca de 800 km. Bíblia Shedd.

Pressentiram os marinheiros. Talvez tenham detectado as gotículas da arrebentação que se chocava contra as rochas. CBASD, vol. 6, p. 485.

29 Lançaram da popa quatro âncoras. A escuridão da noite tornava impossível escolher a melhor parte da praia para ancorar o navio. As âncoras foram lançadas da popa a fim de manter a proa do navio em direção à terra firme. CBASD, vol. 6, p. 485.

30-31 A confiança de Paulo na revelação de Deus (vv 23-24) não afastou Paulo de tomar medidas preventivas para evitar que a tripulação desertasse. Andrews Study Bible.

31 Se estes não permanecerem a bordo. Se tivessem permitido que os marinheiros abandonassem o navio para se salvar, os passageiros não teriam conseguido levar o navio à praia no dia seguinte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 Que se alimentassem. A nutrição era essencial por causa do esforço e do abandono às intempéries que todos enfrentariam quando deixassem o navio. CBASD, vol. 6, p. 486.

Estais sem comer. Uma provável referencia a refeições regulares. A rotina da vida a bordo do navio fora completamente alterada e ficara impossível comer mais do que bocadinhos de comida de vez em quando. Além disso, sem dúvida muitos estavam sofrendo com enjoos. CBASD, vol. 6, p. 486.

34 segurança (gr soteria, “salvação”). Bíblia Shedd.

36 Cobraram ânimo. A esperança, fé e coragem de Paulo eram contagiantes. Todos se animaram a despeito do perigo que os espreitava nas rochas ao longo da praia. CBASD, vol. 6, p. 486.

37 Estávamos a bordo duzentas e setenta e seis pessoas. O número não é extraordinário para a época. Josefo se refere a um navio com 600 a bordo (Vida, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 aliviaram o peso do navio [NVI]. Atiraram ao mar os últimos sacos de trigo (cf. v. 18), os quais provavelmente tinham sido reservados para a alimentação a bordo. Quanto mais leve o navio, tanto mais perto da praia poderia chegar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 lugar. Provavelmente na baía agora conhecida como a de S. Paulo. Bíblia Shedd.

A popa se abria. Ou, “a popa começava a se romper”. Com a proa do navio bem segura, as violentas correntes secundárias gradualmente quebraram a popa. CBASD, vol. 6, p. 489.

42 Os soldados resolveram matar os presos [NVI]. Se um preso fugisse, a vida do guarda era tomada em seu lugar. Os soldados não queriam correr o risco de fugas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

42-44 Exatamente como Deus prometera (vv 22-25), todas as 276 pessoas a bordo (v. 37) sobreviveram ao naufrágio. Andrews Study Bible.

43 Querendo salvar. Literalmente, “desejando salvar”. O centurião tinha grande respeito por Paulo e por seus companheiros de viagem. Ele também reconhecia que todos a bordo deviam a vida ao apóstolo. CBASD, vol. 6, p. 489.

44 Todos se salvaram. Isto é, todos escaparam com segurança, em cumprimento da promessa de Deus a Paulo e da garantia que o apóstolo dera a todos no navio. CBASD, vol. 6, p. 489.

 

Compilação: Tatiana Wernenburg/Jeferson Quimelli



ATOS 27 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de agosto de 2021, 0:45
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“Portanto, senhores, tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo porque me foi dito” (v.25).

A caminho da Itália, Paulo foi levado em um navio aos cuidados do centurião Júlio. O centurião tratou a “Paulo com humanidade”, de modo que “permitiu-lhe ir ver os amigos e obter assistência” em Sidom (v.3). Era uma viagem longa e cansativa. Requereria mais do que experiência marítima, mas confiança no poder de Deus. Os ventos eram desfavoráveis e o inverno se aproximava, indicando que era mais prudente ancorar o barco no porto onde se encontravam do que seguir viagem. Sendo advertido por Paulo a esperar, mas dando “mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia” (v.11), Júlio bem como toda a tripulação sofreria os danos de uma decisão imprudente.

Soprando brandamente o vento sul” (v.13), deixaram-se enganar pelo provisório bom tempo. Porém, logo descobririam que dar ouvidos às palavras de Paulo lhes seria a única chance de sobrevivência. Deus não nos impede de caminharmos para a tormenta. Ele aponta o perigo e nos dá a liberdade de escolher entre a Sua instrução ou a nossa própria intuição. Precisamos ser muito cuidadosos com relação aos nossos impulsos e autoconfiança. Quantas vezes julgamos ser inofensivos certos tipos de situações ou escolhas, quando na verdade são extremamente nocivos. Aqueles marinheiros se deixaram enganar por uma temporária brisa mesmo sabendo que se aproximava o mau tempo.

Açoitados severamente pela tormenta” (v.18), foram obrigados a aliviar o navio de sua carga. E diante de tantos dias na mesma situação, não havia mais esperança de salvamento. Diante daquele quadro aterrador, com a mente perturbada pela certeza da morte, uma fagulha de esperança foi reacendida. Novamente, o apóstolo falou àquela teimosa tripulação que, finalmente, resolveu lhe dar ouvidos. O naufrágio viria, mas junto com ele a salvação de todos. Quantas vezes nos sentimos como aqueles homens, sem esperança e vencidos por um sentimento de derrota. Nossas más escolhas acarretam consequências danosas que, em grande parte, não nos deixa enxergar uma saída. E pasmem, às vezes a saída não está no fim da tempestade, nem no abrigo da embarcação, nem mesmo num bote salva-vidas, mas em “lançar-se ao mar” até “alcançar a terra” (v.43).

Estamos prestes a enfrentar a pior tempestade que este mundo já viu. E precisamos nos desapegar de tudo o que seja humanamente “seguro” e nos apegar com todas as forças à segurança divina. Paulo mesmo nos advertiu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Satanás usará de todos os meios para nos fazer pensar que fomos derrotados e que não há mais esperança.

Mas grande luz nos será dada e um ânimo sobrenatural nos despertará, e alimentados da Palavra do Senhor, teremos nossas forças restauradas. Perceberemos que não é hora de usar de artifícios humanos a fim de salvar-nos, mas confiar que tempestade alguma é capaz de destruir aqueles que Jesus já salvou. Com toda a fé, nossas orações pelo romper da alva (v.29) serão ouvidas nos Céus e quando parecer que está tudo perdido, raiará a manhã gloriosa em que Cristo voltará e será assim que todos estaremos salvos na Canaã Celestial.

Este é o desejo do Senhor para cada um de nós. “Portanto, senhores [e senhoras], tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo” como está escrito (v.25). E “eis que Deus, por Sua graça”, salvará a “todos quantos navegam” (v.24) no mar da vida com Cristo. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos pela graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2021, 0:40
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ATOS 27 – As provas da existência servem para revelar quem é quem.

Observe a sequência desse relato inspirado:
• Paulo, Aristarco e Lucas estavam entre prisioneiros levados a Roma pelo navio de Adramítio (vs. 1-2).
• Julio, centurião da Coorte Imperial, gentilmente permitiu Paulo desembarcar em Sidom, a 12 Km de Cesareia, para rever amigos (v. 3).
• De Sidom, o navio rumou à ilha de Chipre visando proteger-se do vento, depois passou pela Cilícia, Panfília, e chegou à Mirra, na Lícia; ali os prisioneiros foram transferidos a um navio de Alexandria, África, com destino à Itália (vs. 4-6).
• A viagem foi demorou devido ao vento que se intensificava. Além disso, o inverno se aproximava para inviabilizar a viagem. Paulo advertiu do perigo de perder carga, navio e até vidas caso insistissem em prosseguir. Contudo, a embarcação avançou, por óbvias razões humanas (vs. 7-12).
• Como Paulo havia previsto, a situação complicou demasiadamente. O condenado poderia ter acusado aos que não lhe deram atenção, entretanto, ofereceu mensagem de esperança ao grupo (vs. 13-44).

Do que acontece depois, A. W. Tozer escreve:
“Quando o vento sul soprou brandamente, o navio que levava Paulo navegou com toda a tranquilidade, e ninguém a bordo sabia quem Paulo era ou quanta força de caráter se encontrava escondida atrás de uma aparência comum. Quando, porém, lhes sobreveio a forte tempestade, o Euroaquilão, a grandeza de Paulo passou a ser assunto das conversas de tripulantes e passageiros. Apesar de ser um prisioneiro, o apóstolo literalmente assumiu o comando da embarcação, tomou decisões e deu ordens que fizeram a diferença entre a vida e a morte dos homens a bordo. A meu ver, a crise concretizou na vida de Paulo algo que nem ele havia percebido com clareza. Quando veio a tempestade, a bela teoria se transformou rapidamente em fato inquestionável”.
• As palavras positivas de Paulo cumpriram-se acertadamente: Ninguém morreu.

“Ao longo de toda a história, há vários indícios do cuidado contínuo e vigilante de Deus pelo apóstolo” (Bíblia Andrews). Essa história é a realidade de promessas como Salmo 23:4; Mateus 28:20; etc.

Dificuldades surgem para Deus revelar a veracidade de Suas promessas. Dificuldades revelam Deus e Seus servos ao mundo. Problemas são oportunidades para testemunharmos de Deus!

O justo viverá pela fé! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 26 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 26 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 26 by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/26

Paulo nunca poderia ter arranjado um encontro com o governador e o rei para lhes apresentar o evangelho. Mas Deus pode qualquer coisa.

Após seu testemunho pessoal, Paulo fez um apelo. No crescente da oratória de Paulo, Festo interrompeu. Paulo educadamente disse ao governador que o que estava dizendo era “verdadeiro e de bom senso” (v.25). Então, Paulo, voltando-se para o rei, fez seu último apelo: “Rei Agripa, crês nos profetas? Eu sei que sim” (v. 27 NVI).

Quando o rei disse que Paulo quase o fizera um crente em Jesus, o apóstolo, com genuína paixão, articulou seu desejo de que todos dentre seus ouvintes naquele dia, se tornassem tão livres e alegres em Cristo como ele era, apesar de suas correntes.

Jesus certa vez disse: “vocês serão levados à presença de governadores e reis como testemunhas a eles e aos gentios. Mas quando os prenderem, não se preocupem quanto ao que dizer, ou como dizê-lo. Naquela hora lhes será dado o que dizer, pois não serão vocês que estarão falando, mas o Espírito do Pai de vocês falará por intermédio de vocês” (Mt 10:18-20 NVI). Isto é o que aconteceu naquele dia.

Ron E. M. Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Norte da Asia-Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1290
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2021, 0:50
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1081 palavras

1 Estendendo a mão. A menção a este gesto espontâneo sugere que Lucas pode ter sido uma testemunha ocular. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 470.

Defender-se. Isto é, fez sua defesa. Ao se defender perante Agripa, Paulo se dirigiu a alguém que era nominalmente judeu, embora não parecesse hostil a ele. Confiante de que seria mais bem compreendido, falou com mais liberdade e talvez com mais detalhes do que nas audiências anteriores diante de Félix e Festo. CBASD, vol. 6, p. 470.

2,3 A Apologia Pro Vita Sua é o clímax dos discursos de Paulo em Atos. Começa com a costumeira introdução retórica (captatio benevolente) perante um juiz. Há fortes indicações que Lucas estava presente. Bíblia Shedd.

3 Mormente. Esta palavra provavelmente se refere à felicidade de Paulo de contar tudo a Agripa, não por Agripa ser superior a todos os judeus preeminentes e bem informados. CBASD, vol. 6, p. 470.

Versado em todos os costumes e questões entre os judeus. Como bisneto de Herodes, o Grande, e filho de Herodes Agripa I, que tinha perseguido a igreja (12.1-3), Herodes Agripa II (27-100 d.C.) conhecia intimamente as questões judaicas, pois tinha autoridade política para designar o sumo sacerdote. Agripa II não era popular entre os judeus por causa de sua relação incestuosa com sua irmã Berenice (25.13, nota). Bíblia de Genebra.

5 Seita. A palavra pode significar “heresia” ou “seita”. Neste caso, designa os fariseus como uma seita. CBASD, vol. 6, p. 471.

vivi fariseu seita mais severa. Conhecendo o passado de Agripa, Paulo enfatizou sua dependência no Deus de seus pais (cf 24.14) e seu vínculo com os fariseus (Fp 3.5-6), para mostrar a legitimidade de seu judaísmo. Paulo argumentou que Deus havia prometido a ressurreição do corpo. Embora esta fosse a crença dos judeus em geral e dos fariseus em particular, estava sendo usada como base das acusações contra ele. Bíblia de Genebra.

6 Os fariseus, partido popular dos judeus, aceitavam a plena inspiração dos livros proféticos (do AT). O cerne da mensagem profética é a esperança do Messias e a ressurreição dos mortos. Bíblia Shedd.

10,11 Santos. Nome preferido de Paulo para os crentes (9.13). Dn 7 usa este nome para os verdadeiros israelitas. Aqui percebemos que a perseguição inicial (At 8.1-4) foi muito séria, com outros mártires além de Estêvão. Bíblia Shedd.

Blasfemar. Dizer “Anátema Jesus” seria equivalente a negá-lo publicamente (cf 1Co 12.3). Bíblia Shedd.

Cidades estranhas. Cidades fora da Palestina. Bíblia Shedd.

14 Recalcitrares contra os aguilhões [ARA; NVI: “Resistir ao aguilhão só lhe trará dor!”. Provérbio grego, “Não vale a pena resistir; senão sofrerá”. Bíblia Shedd.

Você está somente machucando a si próprio!”. Life Application Study Bible.

Parece que este era um provérbio grego bem conhecido, que devia ser comum em meio a qualquer povo agrícola, até entre os judeus. A imagem é extraída do costume dos camponeses orientais de usar um aguiIhão de ferro para apressar o ritmo lento dos bois. É possível que esta cena estivesse ocorrendo de verdade junto à estrada de Damasco e que o Senhor a tenha usado como uma ilustração útil de Sua mensagem ao perseguidor. CBASD, vol. 6, p. 473.

19 A visão celestial. Não foi um sonho. Saulo literalmente encontrou o Senhor na estrada de Damasco e O conheceu pessoalmente, em certo sentido, de maneira ainda mais pessoal do que aqueles que O conheceram em carne. Para Paulo, essa visão se manteve como uma realidade viva. Ele sabia em quem cria (2Tm 1:12). CBASD, vol. 6, p. 474.

20 praticando obras dignas. Não salvam; expressam o caráter mudado pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.

22 Socorro de Deus. Aos olhos humanos, foram Lísias [At 21:31; 23:26] e seus soldados que resgataram Paulo, mas ele sabia que Deus enviara a ajuda (At 23:11). CBASD, vol. 6, p. 475.

23 Cristo devia padecerressurreição dos mortos. Os judeus tinham dificuldade para aceitar a ideia de que o Messias iria sofrer e morrer. Jesus e Seus discípulos ensinaram esta doutrina a partir das Escrituras (17.2-3; Lc 24.27; 1Co 15.3-4) e ainda assim os judeus a rejeitaram, prenderam Paulo e queriam matá-lo. Bíblia de Genebra.

24 louco. Não pretende ofender. Pensava-se na antiguidade, que [o louco] era inspirado de espíritos misteriosos (16.16; Mc 3.21; Jo 10.20). Bíblia Shedd.

Paulo estava arriscando sua vida por uma mensagem que era ofensiva aos judeus e inacreditável aos gentios. Jesus recebeu a mesma resposta à Sua mensagem (Mc 3:21; Jo 10:20). Life Application Study Bible.

É provável que Félix acreditasse com sinceridade que a obsessão de Paulo com temas celestiais havia afetado sua mente. Aquilo que Agripa tinha condições de entender estava muito além do alcance do romano Festo. CBASD, vol. 6, p. 476.

27 Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Agripa estava diante de um dilema; se dissesse não, iria enraivecer os judeus; se dissesse sim, iria perder prestígio, porque Paulo pediria a ele que cresse no evangelho. Bíblia de Genebra.

28 Por pouco me persuades a me fazer cristão [ARA; NVI: “em tão pouco tempo pode convencer-me a tornar-me cristão?”]. O contexto indica que Agripa falou com ironia talvez em forma de pergunta. Paulo não estaria pensando que logo converteria um rei, que na realidade tem outros interesses na vida. Bíblia Shedd.

O rei estava usando uma tática para retardar, argumentando que um discurso de meia hora era insuficiente para torná-lo um cristão. No século I, “cristão” (cf 11.26) era provavelmente um termo de desprezo (1Pe 4.16). Biblia de Genebra.

29 Deus permitisse… No original refere-se a uma oração que Paulo fez em favor da conversão de Agripa. Bíblia Shedd.

Por pouco ou por muito. Fazendo um jogo de palavras “Com poucas palavras ou muitas” ou “Com facilidade ou com dificuldade…” Transparece o zelo cristão de Paulo. Bíblia Shedd.

O coração de Paulo se revela aqui nestas palavras: ele estava mais preocupado com a salvação daqueles estrangeiros do que em remover suas próprias algemas. Peça a Deus que lhe dê um desejo ardente de ver outros vindo a Cristo – um desejo tão forte que sobrepuje os seus problemas. Life Application Study Bible.

Estas algemas. Paulo ainda estava acorrentado como prisioneiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30, 31. Agripa, Berenice e os altos funcionários se retiraram sem desejarem se comprometer com Cristo. Agripa acrescentou sua valiosa opinião à de Festo e Félix afirmando categoricamente a inocência de Paulo (cf Lc 23.14, 15). Bíblia Shedd.

30 Levantou-se o rei. A audiência terminou sem resultados visíveis após a apresentação breve e competente de Paulo e seu apelo fervoroso. Só podemos imaginar a decepção que o apóstolo deve ter sentido. CBASD, vol. 6, p. 477.

31 Nada tem feito passível de morte. Paulo podia ser “louco”, mas não era perigoso. Parece que Festo e Agripa estavam dispostos a admitir que o prisioneiro era sincero, esclarecido e cheio de zelo e fervor por Deus. CBASD, vol. 6, p. 477.