Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 4 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de setembro de 2025, 0:30
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DEUTERONÔMIO 4 – John MacArthur afirmou que “ser sábio é dominar a arte do viver diário por intermédio do conhecimento da Palavra de Deus e sabendo aplicá-la em toda situação”. Paul Washer destacou: “Se você apenas orar e não estudar a Bíblia, você vai se tornar um sentimental que será levado por todo vento de doutrina”.

Deuteronômio é um dos livros inspirados que merece dedicação em cada uma de suas frases. A santidade é propósito divino à humanidade caída na imundícia do pecado. Uma vida desprovida dos princípios sagrados, nunca poderá ser consagrada. Somente quem se dedica a estudar e assimilar à vida os princípios da Bíblia, inspirados pelo Espírito Santo, poderá alcançar o viver biblicamente santo.

Graciosamente Deus relembrou, no sermão de Moisés, os privilégios magníficos outorgados ao Seu povo; e, esse Deus proíbe que Seus adoradores O limitem às imagens de esculturas. Pois, a idolatria equivaleria a afastar-Se dEle, sair de Sua proteção e estar sujeito às consequências (Deuteronômio 4:1-40).

Deuteronômio é chamado de Livro da Aliança, pois aclara e amplia a teologia da aliança da graça realizada por Deus com um povo indigno no Sinai, ligada à lei do amor, os Dez Mandamentos (Deuteronômio 4:13; 9:5, 27). Tal verdade deve ser reiterada atualmente aos crentes que esquecem, como esquecia o povo de Israel (Malaquias 4:4-6; Apocalipse 14:12). A libertação do Egito tanto quanto a libertação do pecado deve ser a motivação para adorar ao Criador (Apocalipse 14:6). Essa é a razão pela qual Deuteronômio combate à idolatria, como o faz Apocalipse 14:6-12.

As cidades de refúgio, já tratadas em Números 35, são comentadas novamente em Deuteronômio 4:41-43; o tema foi reiterado em Deuteronômio 19:1-13 mostrando sua real importância.

Tanto quanto o povo, as cidades-refúgio representam o gracioso papel da igreja de Deus na Terra. Os privilégios dados graciosamente à igreja, a levariam a ser bênção no mundo. A igreja que “durante séculos de trevas espirituais… tem sido como uma cidade edificada sobre um monte”, a qual, “fraca e defeituosa como possa parecer… é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção”; pois, ela “é o cenário de Sua graça, na qual deleita em revelar Seu poder de transformar corações” afirma Ellen White (AA, p. 12).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 3 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 3 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



DEUTERONÔMIO 3 by Luís Uehara
19 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/3

Moisés respondeu às queixas de Israel, não ao pedido claro de Deus. Ele desobedeceu a Deus, agiu com raiva, e afirmou que ele e Arão trariam água da rocha, batendo nela em seguida. Ele agiu de forma independente, tomando a glória para si mesmo e deturpando a imagem de Deus perante o povo. Em vez de se concentrar em Cristo, dependendo dele como o fez Davi, Moisés dependeu de si mesmo e lutou pela sua própria força. Mesmo assim, foi Deus quem trouxe a água da rocha, não Moisés. Precisamos começar cada dia diante de Deus.

Jamais esqueçamos de Sua presença e palavras dirigidas a nós; somente podemos enfrentar as crises através de Seu poder, pois somente Ele nos protege. Mesmo não tendo Moisés representado a Deus neste ato impensado, Deus levou em consideração toda a sua vida (Hb 11:23-28): ressuscitou Moisés, o levou para o Céu (Jd 9), e Moisés apareceu a Cristo em Sua transfiguração (Lc 9:28-36). Que Deus perdoador, justo e piedoso nós temos! Lembre-se que quando você cai, Deus está ali para levantá-lo em Seus braços. Ele olha todo o percurso da sua vida, como fez com Moisés.

Norman Gulley
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de setembro de 2025, 0:50
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540 palavras

1-3 Os israelitas enfrentaram um grande problema – o bem treinado exército de Ogue, rei de Basã. Os israelitas dificilmente teriam uma chance. Mas eles venceram porque Deus lutou por eles. Deus pode auxiliar seu povo independente do problema que eles enfrentam. Não importa quão insuperáveis possam parecer os obstáculos , lembre-se que Deus é soberano e Ele cumprirá Suas promessas. Life Application Study Bible Kingsway.

Basã. O substantivo como nome próprio significaria “liso”, “fértil”, adjetivos que descrevem bem a região ao norte de Yarmuk em direção a Hermon. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1055.

Não temas. Uma repetição de Números 21:34. CBASD, vol. 1, p. 1055.

Ferimo-lo. A derrota de Seom e a de Ogue desmentiram aos temores incrédulos de Israel, de quarenta anos atrás. Cf 1.28 com 2.36 e 3.4-6. Bíblia Shedd.

Argobe. Ver 1Rs 4:13. O significado da palavra ‘Argob é desconhecido. A área está ao leste do mar da Galiléia, na região montanhosa do sudeste de Basã e incluía as cidades de Carnaim e Astarote. CBASD, vol. 1, p. 1055.

A terra. O território distribuído à Gade e à metade da tribo de Manassés. CBASD, vol. 1, p. 1055.

11 Leito. Pode se referir também a um sarcófago ou tumba. CBASD, vol. 1, p. 1055.

15 Maquir. Esta parte de Gileade que não tinha sido dada aos filhos de Gade foi atribuída aos descendentes de Maquir (Nm 32:40). CBASD, vol. 1, p. 1055.

17 Quinerete. O mar de Quinerete é o mar da Galiléia no NT, chamado também de lago de Genesaré, conhecido mais tarde como o mar de Tiberíades. CBASD, vol. 1, p. 1056.

O mar salgado. O mar Morto. Bíblia de Estudo Andrews.

18 Vos ordenei. Refere-se particularmente às duas tribos e meia que já haviam recebido sua herança. Tinham de cumprir sua responsabilidade na conquista de Canaã, cf. 33.1. Bíblia Shedd.

20 descanso. Situação pacífica – livre de ameaças e opressão externas, e sem as aflições internas de conflitos, fome ou peste. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma das principais bênçãos que Israel desfrutaria em Canaã. Esse descanso foi experimentado durante o reinado de Salomão (1Rs 5.4), mas um mais rico cumprimento dessa promessa será desfrutado em Jesus Cristo (Mt 11.28; Hb 4.9-11). Bíblia Shedd.

23-25 Pela última vez, Moisés implorou que lhe fosse permitido entrar na terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 Implorei. Esta passagem (v. 23-25) revela a decepção imensa de Moisés, que deveria ter feito os israelitas sentirem remorso por provocarem o líder à ira, o que levou  sua falha (Nm 20). Esse caso também servia de advertência: se Deus não permitiu que nem mesmo Moisés entrasse em Canaã quando se rebelou, tampouco permitiria que o povo chegasse à terra, caso se rebelasse. Bíblia de Estudo Andrews.

24 Que deus há nos céus. Isso não indica qualquer crença na existência real de deuses falsos. Bíblia Shedd.

28 Ele passará. O pronome é enfático: “Ele passará adiante desse povo”. Por esta ênfase, Moisés soube  que a decisão era irrevogável. CBASD, vol. 1, p. 1056.

29 Bete-Peor. Primeira palavra deste termo composto significa “casa”. A segunda, “Peor”, pode ter derivado de uma raiz que significa “ser voraz”, estar aberto”, “ter um forte desejo”. Nesse caso, o substantivo significaria “a casa do desejo”. CBASD, vol. 1, p. 1056.

vale defronte de Bete-Peor. O lugar de acampamento naquela ocasião é o mesmo onde moabitas e midianitas seduziram o povo de Israel à imoralidade e idolatria (Nm 25). Bíblia de Estudo Andrews.



Deuteronômio 03 — Rosana Barros by Ivan Barros
19 de setembro de 2025, 0:45
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“Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é o que peleja por vós” (v.22).

Os últimos anos da jornada de Israel no deserto foram marcados por conflitos e batalhas com os povos vizinhos. As nações pagãs haviam enchido o cálice da ira de Deus, de modo que, semelhante a Sodoma e Gomorra, desde o menor até o maior, todos davam publicidade ao mal. A vitória contra “Ogue, rei de Basã” (v.1) e a descrição do tamanho do seu “leito de ferro” (v.11) revelam o poder de Deus no meio de Seu povo. Não era por sua capacidade bélica ou pela força de seu braço que Israel vencia, mas pelo braço do Onipotente.

Tão perto como estava da terra prometida, Moisés fez um último pedido ao Senhor, de que permitisse sua entrada em Canaã. Seu velho coração almejava colocar os pés naquela terra separada por Deus como herança a Seu povo; na mesma terra onde pisaram Abraão, Isaque e Jacó. Mas apenas seus olhos contemplariam aquele lugar. Deus tinha algo incomparavelmente melhor para Seu servo sofredor. A aparição de Moisés para Cristo na transfiguração é uma prova inequívoca de que o grande líder de Israel não pôde viver para entrar na Canaã terrestre, mas passou por uma ressurreição especial para viver na Canaã celeste (Veja Mt.17:1-8 e Jd.9).

O objetivo de Deus para Seu povo era que Israel se tornasse uma nação modelo diante dos demais povos da Terra. Ele não ordenaria a destruição completa de nações se ali tivessem pessoas dispostas a conhecê-Lo e servi-Lo. Sabemos, porém, que o Senhor não interfere em nosso livre arbítrio, mas, se O amamos, devemos amá-Lo sem reservas, ainda que nossas expectativas não sejam atendidas; porque, semelhante a Moisés, Ele deseja nos dar muito além do que possamos imaginar. Precisamos apenas nos entregar ao Seu cuidado paternal e confiar de que Ele fará o melhor por nós.

A nossa luta, hoje, “não é contra o sangue e a carne”, ou seja, não é contra pessoas, amados, “e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso”, contra Satanás e os anjos caídos (Ef.6:12). E neste grande conflito não teríamos a mínima chance de vencer, como Israel não o teria no passado, não fosse a vitória de Cristo por nós. Jesus é o Senhor dos Exércitos, Aquele que luta nossas batalhas. E, nesta certeza, devemos avançar como exército militante rumo ao eterno triunfo.

“Não temas” (v.2) diante das circunstâncias adversas! Permita que o Senhor faça delas oportunidades de crescimento e de aperfeiçoamento do seu caráter. Ainda que aqui não alcancemos nossos sonhos, lembre de que o sonho eterno de Deus para nós supera qualquer expectativa desta Terra. “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co.4:17).

Nosso Pai Celestial, nós Te louvamos por Tua paciência, bondade e fidelidade! Obrigado, Senhor, pelo perdão que nos oferece a cada dia e pelas oportunidades de crescer em graça, em sabedoria, em conhecimento do Senhor! Porque a vida eterna está em Te conhecer e nós clamamos para que o Teu Espírito continue nos dando esse conhecimento diário e crescente. Luta por nós, Senhor! Precisamos de Ti! Nós Te amamos! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, aqueles que amam a Deus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio03 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de setembro de 2025, 0:30
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DEUTERONÔMIO 3 – Deus incentiva. Deus motiva. Deus fortalece a fé. Deus mostra o passado para que Seus ouvintes avancem para o futuro confiando em Seu poder. Deus é Pai, Professor, Pastor, Tutor, Rei, General, Conselheiro, Instrutor, Protetor; Ele é extraordinário.

Nesse contexto, os israelitas estão ouvindo o sermão inspirado de Moisés, após vencerem dois reis poderosos: Seon e Ogue. Deus relembra a vitória sobre esses poderosos exércitos para mostrar que a vitória sobre outros reinos estava garantida (Deuteronômio 3:21-22).

Alguém pode questionar:
• Deus é bondoso, maravilhoso e gracioso apenas para Israel?
• Nações derrotadas pelo povo de Deus poderiam concluir que Deus é bom para todos?

Veja que o problema não está com o caráter de Deus, mas com os inimigos de Deus: Foi oferecido paz a Seom, mas ele respondeu com guerra (Deuteronômio 2:26-31). A derrota deles foi devido ao confronto desnecessário contra o povo de Deus, não devido ao caráter de Deus (Deuteronômio 2:32-35).

Note também que, em nenhum momento Deus orientou Israel derrotar Ogue e seu povo; porém, quando os israelitas se aproximaram de seu território, ele reuniu todo seu exército e partiu contra Israel (Deuteronômio 3:1-2). Que tolice tentar destruir o povo cujo líder é o próprio Deus; é como um cachorro perigoso que se solta da corrente para atacar uma criança; então, o pai age rapidamente, pega o primeiro objeto e ataca o cachorro, visando proteger seu filho.

Deus não é um Pai desnaturado que olha a desgraça que intentam contra Seu povo e cruza os braços. Não! Ele entra em cena e protege dos ataques, ainda que tenha que destruir obstinados e inescrupulosos inimigos de Seu amado povo (Deuteronômio 3:3-20).

No final de Deuteronômio 3, Moisés explica ao povo por quê ele não entrará na Terra Prometida. Na conclusão do capítulo, percebe-se que sua obra “como dirigente de Israel estava terminada. Mas ainda ele se esquecia de si mesmo em seu interesse pelo povo”. Interessante que Deus permitiu sua morte porque desejava levar Israel “a compreender que não deveriam tornar a vida de seu futuro chefe [Josué] tão cheia de provações como fizeram a de Moisés”, observa Ellen White (PP, 470).

Essa verdade é também revelada como imperativo no Novo Testamento, em Hebreus 13:17. Deus anseia ensinar-nos! Portanto, aprendamos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 2 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 2 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



DEUTERONÔMIO 2 by Luís Uehara
18 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/2

Os emins eram, no seu tempo, numerosos e gigantes em altura. Mas Deus os destruíra em benefício dos moabitas, descendentes de Ló. Isto lançou vergonha sobre a maioria de Israel que, no início do êxodo, ficaram com muito medo dos gigantes anaquins, tão altos como o foram os emins. Mas agora a geração não convertida estava morta e uma nova geração estava prestes a entrar na terra prometida. Eles, então, se moveram para a frente com fé e derrotaram totalmente os amorreus e todas as suas cidades. Eles apropriadamente declararam: “nenhuma cidade houve alta demais para nós; tudo isto o SENHOR, nosso Deus, nos entregou” (v. 36b).

Para o Israel do fim dos tempos não há cidades à nossa frente a serem conquistadas, há inimigos impondo uma lei dominical e um decreto de morte (Ap 13:15). Deus irá nos livrar também gloriosamente (Dn 12:1). “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.” (1Co 10:11). Cristo nos diz: “erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc 21:28b). Deus nunca perdeu uma batalha a favor de seu dependente povo e nunca perderá.

Norman Gulley
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2025, 0:50
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722 palavras

Guardai-vos bem. Os habitantes de Edom ficariam nervosos e apreensivos e, como resultado, podiam fazer um ataque repentino a Israel. Por outro lado, o fato de Israel estar ciente do medo no coração dos edomitas podia fazer com que se sentisse tentado a tomar vantagem desse temos e invadir o país. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1052.

5. A Esaú. Ver Jr 24:4. Deus é fiel mesmo com os que não fazem parte da aliança. Deus prometeu bênçãos temporais aos descendentes de Esaú e cumpriu Sua palavra. CBASD, vol. 1, p. 1052.

9. Dei Ar. Os descendentes de Ló, como os de Ismael e Esaú, tiveram sua herança confirmada antes que a semente de Abraão ocupasse o que tinha sido atribuído a ela. Ar aparentemente era a principal cidade daquele território, e toda a região recebeu seu nome (Nm 21:15, 28). CBASD, vol. 1, p. 1052.

14, 15 Israel não precisava gastar 40 anos no caminho da terra prometida. Deus os sentenciou a vaguearem no deserto porque rejeitaram Seu amor, rebelaram-se contra a Sua autoridade, ignoraram Seus mandamentos para viver retamente e intencionalmente quebraram seu acordo firmado em Êxodo 19:8 e 24:3-8. Resumindo, eles desobedeceram a Deus. Frequentemente nós tornamos a jornada de nossa vida mais difícil que o necessário pela desobediência. Aceite o amor de Deus, leia e siga Seus mandamentos na Bíblia e faça uma promessa de permanecer com Deus qualquer que seja a situação. Você descobrirá que sua vida será menos complicada e mais recompensadora. Life Application Study Bible Kingsway.

24 Seom, amorreu. Seom tinha tirado esse território dos moabitas, que por sua vez se retirou para o sul do rio Arnom. CBASD, vol. 1, p. 1052.

27 Pela estrada. Uma estrada real mantida para viagens de oficiais e tropas (Nm 20:17; 21:22). Existem vestígios desta antiga estrada desde o golfo de Áqaba em direção ao norte atravessando a Jordânia. CBASD, vol. 1, p. 1052.

30 Fizera obstinado o seu coração. O Senhor não poderia interferir na inclinação natural do coração e dos propósitos de Seom (ver com. de Êx 4:21). Pode-se usar a força mental e do coração, dada por Deus para continuar fazendo o que é errado ou para fazer o que é certo. O Senhor não força ninguém a fazer o bem ou o mal, mas sempre está pronto a cooperar por meio de Seu Espírito com aquele que escolhe o bem. A mesma palavra [traduzida por obstinado] é traduzida em Josué 1:6 como “corajoso”. CBASD, vol. 1, p. 1053.

[Comentário Adventista sobre Êxodo 4:21: “Eu lhe endurecerei o coração”: …o endurecimento do coração do faraó não foi de forma alguma um ato de Deus , mas uma escolha deliberada de sua parte (ver PP, 268). … Cada manifestação do poder divino … fazia com que ele ficasse mais determinado a fazer sua própria vontade. Ao recusar ser corrigido, o rei desprezou ser corrigido, o rei desprezou e rejeitou a luz, até que se tornou insensível à mesma, e a luz foi finalmente retirada. Foi sua própria resistência à luz que endureceu seu coração. Até os pagãos reconheceram o fato de que foi o faraó e os egípcios que endureceram o coração, e não Deus (1Sm 6:6). … Deus não tem prazer algum com o sofrimento e morte do ímpio. Pelo contrário, Ele deseja que todos se arrependam e sejam, salvos (Ez 33:11; 1Tm 2:4; 2Pe 3:9). Ele faz o sol brilhar sobre os ímpios e os bons (Mt 5:45). Mas, assim como o sol afeta a matéria de diferentes formas, de acordo com sua natureza – derrete a cera e endurece o barro -, assim é a influência do Espírito de Deus sobre o coração humano. Ele produz efeitos diferentes, de acordo com a condição do coração. O pecador arrependido permite que o Espírito de Deus o conduza à conversão e à salvação, mas o impenitente endurece o coração cada vez mais. CBASD, vol. 1, p. 548, 549.]

34 A cada uma destruímos. Literalmente, “colocamos sob maldição”, “colocamos à parte”. Um ato assim pode ser realizado apenas sob ordem divina. O mesmo foi feito com Jericó. CBASD, vol. 1, p. 1053.

37 Jaboque. Ver Nm 21:24; Jz 11:22. Por ordem divina, o território dos amonitas não foi invadido. A ambição deve estar sempre em harmonia com a vontade de Deus e não procurar ir além dos limites estabelecidos por Ele. Assim, o êxito nesta vida será uma bênção. Mas caso se vá além da vontade divina para buscar mais do que Ele permite, o êxito provará ser um fruto estéril. CBASD, vol. 1, p. 1053.



Deuteronômio 02 — Rosana Barros by Ivan Barros
18 de setembro de 2025, 0:45
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“Pois o Senhor, teu Deus, te abençoou em toda a obra das tuas mãos; Ele sabe que andas por este grande deserto; estes quarenta anos o Senhor, teu Deus, esteve contigo; coisa nenhuma te faltou (v.7).

A rebelião de Israel os levou a retroceder para o lugar inicial de sua peregrinação. E após uma jornada prolongada ao redor da montanha de Seir, o Senhor orientou Seu povo a marchar para o norte. Passariam pelas fronteiras das terras dos filhos de Esaú, que temeriam ao avistar aquela numerosa e organizada multidão. Na verdade, o temor consistia na fama de Israel pelos prodígios que o Senhor realizou no Egito e em sua peregrinação no deserto. A ordem dada por Deus, contudo, incluía um procedimento pacífico tanto para com eles, como também para com os descendentes de Ló. Pela fidelidade do Senhor, aquelas terras pertenciam aos descendentes de Esaú e de Ló, tanto quanto Canaã um dia pertenceria aos filhos de Israel.

Em um trajeto consideravelmente curto, Israel demorou “trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consumiu no meio do arraial, como o Senhor lhes jurara” (v.14). Mesmo sob as ordens de atravessar as terras inimigas em paz, o Senhor sabia da recusa de Seom em conceder a Israel uma passagem pacífica e tanto este reino quanto outros testemunharam da força de um povo cujo Deus é o Senhor dos Exércitos. Ao ouvirem da fama de Israel, todas as nações tremeriam diante dela e seriam tomadas por terrível angústia. Acabara seu tempo de graça, de forma que não restava dos povos cananeus “sobrevivente algum” (v.34).

Seom representa as primícias da terra que Deus havia prometido aos filhos de Israel. Após uma longa jornada, aquela geração estava preparada para a tão aguardada conquista. No livro Educação encontramos a seguinte revelação: “No trato com os errantes no deserto, em suas marchas de um para outro lado, expostos à fome, à sede e ao cansaço, em perigos de adversários gentios, e na manifestação de Sua providência em seu socorro, Deus procurava fortalecer lhes a fé, revelando-lhes o poder que continuamente operava para seu bem. E havendo-os ensinado a confiar em Seu amor e poder, era Seu intuito pôr diante deles, nos preceitos de Sua lei, a norma de caráter que, pela Sua graça, desejava alcançassem” (Ellen G. White, Educação, CPB, p.34).

Muitos julgam árdua e demorada a jornada cristã neste mundo. Já se passaram quase dois mil anos desde que Jesus nos prometeu as moradas do Pai (Jo.14:1-3), e que estamos andando “por este grande deserto” (v.7). No entanto, o Senhor, nosso Deus, tem estado com Seu povo todo este tempo e, sendo o bom Pastor, jamais permitiu que nada nos faltasse (v.7). Pelo contrário, aqueles que nEle confiam e se entregam por completo ao Seu amoroso cuidado, sentem alegria na tristeza, alívio na dor e paz na tribulação. A amizade com Cristo sacia-lhes a alma e é como uma fonte que jamais se esgota, fluindo da vida para o benefício dos semelhantes.

Quem anda no Caminho excelente já pode provar aqui das primícias do celeste Lar. Por Seu Espírito, Deus nos concede na Terra o antegozo de Sua bondade e a paz “que excede todo o entendimento”, guardando nosso coração e nossa mente “em Cristo Jesus” (Fp.4:7). Através do fruto do Espírito (Gl.5:22-23), podemos provar das delícias que havemos de usufruir pelos séculos eternos. “Levantai-vos, agora” (v.13), Israel de Deus, e marchemos, pela fé, “à terra que o Senhor, nosso Deus, nos dá” (v.29)!

“Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).

Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, vemos em Tua bondade para com os filhos de Esaú, de Moabe e de Amon, que a Tua fidelidade é inquebrável. Pois mesmo se tratando de povos inimigos, o Senhor teve misericórdia deles por amor a seus pais, Isaque e Ló. Mas não queremos, como eles, ter apenas possessões aqui nesta terra. Almejamos o Lar, a Nova Jerusalém, que o Senhor prometeu aos que Te amam e guardam os Teus mandamentos. Por isso, clamamos pelo Espírito Santo, pois não conseguiremos chegar lá por nossas forças, mas somente pela justiça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Leva-nos “à terra que o Senhor, nosso Deus, nos dá” (v.29)! Por Jesus, Te clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, geração eleita do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio02 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100